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	<title>Diário do Verde &#187; verde</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Dia Mundial do Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2013 08:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[cidade]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[“A sobrevivência de um organismo depende da sobrevivência de um outro”. &#8211; Charles Darwin Comemoramos hoje o Dia Mundial do Meio Ambiente! Como já foi comentado, o “Meio Ambiente” não se restringe aos ambientes que hoje consideramos “naturais”, mas a tudo o que está ao nosso redor. Frequentemente relacionamos meio ambiente às zonas de florestas, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7863" title="087" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/06/087.jpg" alt="" width="545" height="409" /></span></p>
<p align="center"><em><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><strong>“A sobrevivência de um organismo depende da sobrevivência de um outro”.</strong></span></em></p>
<p style="text-align: right;"><em><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><strong>&#8211; Charles Darwin</strong></span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Comemoramos hoje o Dia Mundial do Meio Ambiente!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Como já foi comentado, o “Meio Ambiente” não se restringe aos ambientes que hoje consideramos “naturais”, mas a tudo o que está ao nosso redor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Frequentemente relacionamos meio ambiente às zonas de florestas, onde o verde predomina e há poucas ações humanas. Vemos também como meio ambiente as zonas rurais onde também há predomínio de elementos naturais, e passamos a desconsiderar as grandes cidades e as intervenções humanas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Mas não há também nisso, como em tudo, a presença de elementos naturais?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">O que acontece é que precisamos sim resgatar esses ambientes naturais e suas essências, preservando as características individuais de cada local e, assim, mantendo a biodiversidade que deve existir em nosso mundo, pois, como diz a mensagem em destaque, as formas de vida dependem umas das outras. Assim devemos preservar os ambientes de mata atlântica, cerrado, caatinga, manguezais, oceanos e todos os outros meios de vida que porventura existam sobre a face da Terra – incluindo aqueles ainda desconhecidos pelo homem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Não devemos descartar a importância também dos meios urbanos enquanto produto do ser humano, que também pertence à natureza, desde que esse novo ambiente não prejudique os demais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">E é nesse ponto que entramos em conflito, pois as cidades vem crescendo cada vez mais e destruindo as áreas verdes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Um erro humano? Ou o destino já determinado para o planeta Terra, sem que possamos intervir? É irônico pensar que não podemos interver no próprio crescimento populacional e das cidades!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Essa questão pode dar muita discussão e são muitas as diferentes opiniões. Mas, uma coisa já é certa: precisa haver o equilíbrio para o “viver mais sustentável”, pois embora as cidades estejam aí presentes e fazem parte do nosso meio ambiente e do desenvolvimento, do nosso dia-a-dia, precisamos sim do verde para viver, pois todo o nosso organismo pertence à natureza primitiva.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Oxigênio para respirar, comida para alimentar, água para beber e tantas outras coisas precisam existir nas grandes cidades! As indústrias não podem produzir o que precisamos, sem a matéria prima que vem da natureza.</span></p>
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		<title>Verde, mas maduro</title>
		<link>http://diariodoverde.com/verde-mas-maduro/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 09:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[etileno]]></category>
		<category><![CDATA[gás]]></category>
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		<category><![CDATA[uva]]></category>
		<category><![CDATA[verde]]></category>

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		<description><![CDATA[“Morta de fome, uma raposa foi até um vinhedo sabendo que ia encontrar muita uva. A safra tinha sido excelente. Ao ver a parreira carregada de cachos enormes, a raposa lambeu os beiços. Só que sua alegria durou pouco: por mais que tentasse, não conseguia alcançar as uvas. Por fim, cansada de tantos esforços inúteis, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7807" title="110" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/05/110.jpg" alt="" width="545" height="409" /></span></p>
<p align="center"><strong><em>“Morta de fome, uma raposa foi até um vinhedo sabendo que ia encontrar muita uva. A safra tinha sido excelente. Ao ver a parreira carregada de cachos enormes, a raposa lambeu os beiços. Só que sua alegria durou pouco: por mais que tentasse, não conseguia alcançar as uvas. Por fim, cansada de tantos esforços inúteis, resolveu ir embora, dizendo:</em></strong></p>
<p align="center"><strong><em>&#8211; Por mim, quem quiser essas uvas pode levar. Estão verdes, estão azedas, não me servem. Se alguém me desse essas uvas eu não comeria”.</em></strong></p>
<p align="right"><strong><em>&#8211; Esopo</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Penso que muitas vezes podemos nos enganar ao julgar as coisas pela forma que elas são, ou como acreditamos que elas sejam.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Nem tudo conhecemos, mas é fácil acreditar naquilo que é mais comum ou que estamos mais acostumados a ver, sem conhecer de verdade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">A maioria dos frutos maduros apresenta alguma coloração atraente para os animais – possuem algum colorido chamativo ou pelo menos alguma cor que se destaca em meio ao verde que predomina. Isso é mesmo importante para a própria planta, que necessita do animal que certamente poderá dispersar as sementes e gerar mais exemplares da espécie!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Mas, como quase tudo na natureza, isso também não é uma regra para todos. Há exceções&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">A raposa não se importou com as uvas porque estavam “verdes”, mas ela não sabia que poderiam estar maduras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Assim como os animais, os vegetais também possuem hormônios, ou seja, substâncias químicas, que produzem alguma mudança no desenvolvimento biológico. O chamado gás etileno é produzido por todo o fruto – desde a casca até as partes internas – e permite o amadurecimento dos frutos, <em>degradando</em> a clorofila que é responsável pela coloração verde.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Esse gás, quando produzido por um fruto, estimula também os outros frutos próximos para que também amadureçam. Por isso as bananas de um mesmo cacho, por exemplo, costumam amadurecer praticamente ao mesmo tempo. Isso funciona melhor ainda se as frutas estiverem dentro de um recipiente fechado! Logo estão todas amarelas&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Mas não podemos esquecer que sempre pode haver exceções. As uvas verdes, assim como as laranjas, limões, morangos e outras frutas, não dependem do etileno para amadurecer e, ainda no caso das uvas verdes, elas são realmente verdes quando maduras!</span></p>
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		<title>Tudo está aí</title>
		<link>http://diariodoverde.com/tudo-esta-ai/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 06:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
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		<description><![CDATA[“Quem quer colher rosas deve suportar os espinhos”. &#8211; Provérbio Chinês Algumas coisas se repetem de diversas maneiras na natureza, mas nem sempre as observamos porque nem sempre pretendemos envergá-las. O provérbio chinês que escolhi para hoje fala de rosas e você deve ter percebido que nesta imagem não há rosas. Nem rosas e nem [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7758" title="DSC03703" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/04/DSC03703.jpg" alt="" width="545" height="409" /></span></p>
<p align="center"><strong><em>“Quem quer colher rosas deve suportar os espinhos”.</em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><strong><em>&#8211; Provérbio Chinês</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Algumas coisas se repetem de diversas maneiras na natureza, mas nem sempre as observamos porque nem sempre pretendemos envergá-las.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">O provérbio chinês que escolhi para hoje fala de rosas e você deve ter percebido que nesta imagem não há rosas. Nem rosas e nem cor de rosa!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Qual é o sentido?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Se você leu o provérbio antes de olhar a imagem, ou mesmo depois disso, deve ter tentado enxergar alguma rosa na foto. Sinto dizer, mas não foi dessa vez! A foto foi tirada em 26/01/2013 e quem lhes apresento é a Lobeira (<em>Solanum lycocarpum</em>), uma árvores do cerrado, e não uma roseira.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Nesta foto também há espinhos na planta e isso sim faz mais sentido para o provério que usei. Mas você preferiu reparar primeiro na flor porque está acostumado a focar em flores, provavelmente porque são bonitas e com cores chamativas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">É claro que há também pessoas já acostumadas a reparar nos mínimos detalhes, e isso é muito bom!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Como se não bastassem os espinhos da Lobeira, árvore cujos frutos servem de almento para o lobo-guará no cerrado, temos ainda na foto a presença de uma cerca feita com arame farpado! Ooops, você não havia reparado no arame? Não tem problema: o importante é apreciar a imagem para cada vez mais enxergar os detalhes e sem ter a pretenção de focar em algum assunto. Ah! Você achou que íamos falar apenas de natureza aqui na blog?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">De certa forma, penso que o areme farmado está imitando os espinhos&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Meio ambiente é natuerza mas também é tudo isso. Tudo ao nosso redor; tudo em nosso meio; em nosso ambiente&#8230; E eu gosto de falar de assuntos diversos!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Gosto de assuntos diversos, sem preconceitos ou opiniões pré-estabelecidas. Não quer dizer que sou sempre assim, mas reconheço que isso é bom. Vejam só: já falamos de natureza, espinhos, lobo, rosas, cerrado, arame farpado! Dá pra pensar em muitas outras coisas ainda, apensa observando uma foto&#8230; Uma imagem diz mais que mil palavras?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">E quem aqui lembra se por acaso já postei alguma outra foto com espinhos? Teve um post que não falei de espinhos, mas eles apareceram na imagem porque falei de cactos em “<a href="http://www.diariodoverde.com/uma-visao-positiva/" target="_blank">Uma visão positiva</a>”. Depois teve um outro que também não falei de espinhos, mas falei dos “<a href="http://www.diariodoverde.com/detalhes/" target="_blank">Detalhes</a>” que podem acontecer no dia-a-dia. Se você voltar atrás, verá os espinhos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">São repetições que a natureza nos apresenta a todo instante e podemos interpretar da maneira que quisermos. Por isso podemos falar de coisas diversas sobre os mesmos ou outros assuntos mais&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">O provérbio diz que devemos suportar os espinhos, e eu concordo se considerarmos que eles são mesmo uma realidade. É fato: não se pode negar que eles estão presentes, mesmo quando não enxergamos de imediato. <strong>Tudo está aí</strong>! Mas podemos suportá-los da maneira como quisermos: com a imaginação que conseguirmos e com a liberdade que tivermos no momento!</span></p>
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		<title>Uma visão positiva</title>
		<link>http://diariodoverde.com/uma-visao-positiva/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 05:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Caatinga]]></category>
		<category><![CDATA[cactaceae]]></category>
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		<category><![CDATA[Visão]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Julgar pela aparência é como olhar um cacto: não se percebe a água contida em seu interior, nem a beleza de suas flores&#8221;. &#8211; Denise Severgnini Encontrei esse texto e achei a mensagem bonita. Mas não achei apenas bonita – achei interessante e real! Será que achei certo? Ou depende do ponto de vista de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7572" title="cacto" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/03/cacto.jpg" alt="" width="545" height="409" /></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">&#8220;Julgar pela aparência é como olhar um cacto: não se percebe a água contida em seu interior, nem a beleza de suas flores&#8221;.</span></strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">&#8211; Denise Severgnini</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Encontrei esse texto e achei a mensagem bonita. Mas não achei apenas bonita – achei interessante e real!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Será que achei certo? Ou depende do ponto de vista de cada um?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Eu diria que algumas coisas dependem sim do ponto de vista, porque essas coisas dependem de nós próprios. Depende de cada um achar que uma mensagem é bonita ou não; se é interessante ou não importa. Depende de cada um também acreditar se é real ou não!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Ao mesmo tempo, acredito também que algumas coisas já não dependem mais de nós – elas simplesmente são! São o que? Não importa muito. Elas são!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">A foto usada como imagem para este post eu tirei em outubro de 2012 e ilustra a mensagem de Denise Severgnini. Pois é, a natureza nos mostra que é verdade!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Falando ainda das coisas que “simplesmente são”, complemento o pensamento dizendo que podemos acreditá-las à partir do momento que temos algum conhecimento sobre o assunto para isso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Sabemos, por exemplo, que o sol existe. Não adianta acreditarmos ou não: ele está lá, ele existe! E nós só sabemos que ele existe porque temos conhecimento disso. Então temos a certeza. É assim também que as coisas que “dependem do nosso ponto de vista” podem passar a não depender mais, pois conforme adquirimos conhecimento, menos liberdade temos para recusar alguma verdade!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Os cactos e outras plantas da família Cactaceae possuem algumas adaptações para viver em ambientes quentes e extremamente secos. Chamamos de adaptações, neste caso, as modificações que encontramos nos seres vivos para que possam viver onde vivem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">O texto inicial diz que há água contida no interior do cacto, e isso é verdade! Mas eu digo que é verdade não só porque o texto diz. Trata-se de uma informação que a ciência conhece! É de conhecimento, não se pode mais negar até que se prove o contrário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Os cactos possuem uma enorme capacidade para armazenar água em seus caules e conseguem, ainda, perder muito pouco dessa água. Por isso seus caules são “suculentos”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Não vemos cactos com folhas ou, quando vemos em algumas espécies, elas são muito menores se comparadas a outras plantas. Isso é importante porque é pelas folhas que as plantas perdem a maior quantidade de água para o ambiente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Mas, como fazer fotossíntese sem as folhas? Como sobreviver? Calma, calma&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Eles não possuem folhas, mas seus caules são verdes porque possuem clorofila e, por isso, possibilitam o processo de fotossíntese!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">O texto fala que há água contida no cacto e eu disse que é verdade. O texto fala também sobre a beleza de suas flores! E agora? O que eu posso dizer?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Bem, na verdade não posso dizer por todos. Trata-se de um exemplo de “coisa que depende do ponto de vista”, depende de cada um. E também não me cabe julgar! Mas acredito também que cada um pode mudar a si mesmo para melhor, enxergando as coisas com uma visão cada vez mais positiva.</span></p>
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		<title>Consumo &amp; Meio Ambiente</title>
		<link>http://diariodoverde.com/consumo-meio-ambiente/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 12:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência na Mesa]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
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		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[verde]]></category>

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		<description><![CDATA[O consumo, por ser um fenômeno sócio-cultural, possui diversos determinantes. Para muitas pessoas possuir algo é a base do sentido de identidade. Elas se identificam e se confundem com os seus objetos de posse e, portanto, passam a ser o que possuem. (PENNA, 1999). A partir do crescimento do movimento ambientalista, surgem novos argumentos contra [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4145" href="http://www.diariodoverde.com/consumo-meio-ambiente/sustentabilidade_consumo_consciente/"><img class="aligncenter size-large wp-image-4145" title="Sustentabilidade e Consumo Consciente" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/sustentabilidade_consumo_consciente-580x456.jpg" alt="Sustentabilidade e Consumo Consciente" width="580" height="456" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O consumo, por ser um fenômeno sócio-cultural, possui diversos determinantes. Para muitas pessoas possuir algo é a base do sentido de identidade. Elas se identificam e se confundem com os seus objetos de posse e, portanto, passam a ser o que possuem. (PENNA, 1999).</p>
<p style="text-align: justify;">A partir do crescimento do movimento ambientalista, surgem novos argumentos contra os hábitos consumistas, evidenciando que o padrão de consumo das sociedades ocidentais modernas, além de ser socialmente injusto e moralmente indefensável, é ambientalmente insustentável (MMA, 2005). Os diferentes estilos de vida contribuem de forma diferenciada para a degradação ambiental. Muitos cidadãos se tornaram mais conscientes e interessados em reduzir sua contribuição pessoal na degradação ambiental. No entanto, esta ênfase na mudança dos padrões de consumo não significa que os problemas ambientais decorrentes da produção industrial capitalista já tenham sido solucionados com sucesso. Ao contrário, as lutas por melhorias e transformações na esfera da produção estão relacionadas e têm continuidade nas lutas por melhorias e transformações na esfera do consumo, uma vez que os dois processos são interdependentes.  A ênfase na mudança dos padrões de consumo deve ser vista como uma forma de fortalecer a ação política dos cidadãos (MMA, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Consumo Verde</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>Consumo verde é aquele em que o consumidor, além de buscar melhor qualidade e preço, inclui como elemento de escolha, a variável ambiental, dando preferência a produtos e serviços que não agridam o meio ambiente, tanto na produção, quanto na distribuição, no consumo e no descarte final (MMA, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, o movimento de consumo verde enfatiza a habilidade dos consumidores de agir em conjunto, trocando uma marca por outra, ou mesmo parando de comprar um determinado produto, para que os produtores identifiquem mudanças na demanda (BRANDENBURG, 2004). No entanto, a estratégia que estimula os consumidores a trocarem marcas apresenta suas limitações, a possibilidade de escolha pode-se resumir a diferentes marcas e não entre consumismo, e não-consumismo. Além disso, o consumo verde atacaria somente uma parte da equação – a tecnologia – e não os processos de produção e distribuição, além da cultura do consumo propriamente dita (BRANDENBURG, 2004; MMA, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Consumo Sustentável</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Consumo sustentável engloba ações e “padrões de consumo através da compra e uso dos bens e serviços que atendam às necessidades básicas das pessoas em conjunto com a minimização da degradação ambiental” (COOPER, 2002).  O consumo sustentável propõe além das inovações tecnológicas e mudança nas escolhas individuais de consumo, são ações coletivas e mudanças políticas, econômicas e institucionais.</p>
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		<title>O Livro e o e-Book</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 14:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Casadei]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Verde]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O livro escrito, aquele que temos na estante, no quarto, na sala, ou jogado em algum canto mesmo, pode acabar? O e-book, ou seja, o livro digital, pode acabar com o Livro convencional? Ainda não pode-se responder com certeza a estas perguntas, mas têm-se uma grande expectativa quanto a esta nova tecnologia.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1746" href="http://www.diariodoverde.com/o-livro-e-o-e-book/ebooks-300x288/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1746" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/05/ebooks-300x288.jpg" alt="" width="300" height="288" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O livro convencional pode estar acabando. Será?</strong><br />
Nos dias atuais não há mais o costume de se ler um bom livro da mesma forma que há 10 ou 20 anos atrás, assim como o hábito de ler Jornal e as revistas. Nos dias atuais, a maioria das pessoas se informam através da internet e fazem tudo por meio da rede.<br />
Um ótimo exemplo disto é a recente notícia dada pelo governo dos EUA de que o terrorista Osama Bin Laden fora morto. Antes de qualquer jornal impresso ou de qualquer emissora de TV anunciar a notícia, os sites do mundo inteiro já haviam informado o ocorrido.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a fabricação dos livros é necessária a derrubada de árvores, não com tanto impacto quanto em outros setores da fabricação de outros produtos, mas ainda assim, há um dano ambiental. Na minha opinião, acredito que os e-books sejam muito importantes para o meio ambiente, com eles podemos ter muito mais acesso a conteúdos diversos com um preço muito reduzido, o que também facilita muito a divulgação de novos trabalhos que não teriam espaço nas edições escritas. Tenho, como muitas pessoas, dificuldade em trocar os livros da minha prateleira por livros no computador, mas aos poucos vou me adaptando e um dia conseguirei chegar lá e conseguir utilizar mais os e-books.<br />
Com cada vez mais aparelhos específicos para a leitura de e-books e a diminuição do preço destes aparelhos (embora no Brasil ainda seja bem elevado), ficou mais fácil contornar o incômodo de ficar em frente ao computador para ler seu livro. Muitos celulares também executam os e-books, o que pode contribuir para a divulgação da nova tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, posso dizer que o livro físico não está morrendo, e espero que não morra totalmente, mas com certeza ele irá diminuir no mercado com a popularização dos e-books e a grande acessibilidade que a tecnologia traz, o que é bom, pois existem muitas vantagens com esta troca e é claro que o meio ambiente também agradece!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Até a Próxima!</strong></p>
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