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	<title>Diário do Verde &#187; Thiago de Mello</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>&#8220;Mormaço na Floresta&#8221; (II)</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jun 2011 17:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Florestas]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[Transcrevo: “A este universo de água e de terra, de rio e de selva, chegou o homem. É recente a sua chegada. Só há dez mil anos, já sabem os cientistas, chegaram os índios à Amazônia e dela fizeram a sua morada. É portanto esse o tempo de sua fundação, do seu verdadeiro começo: o homem [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Transcrevo:</p>
<p style="text-align: justify;">“<em>A este universo de água e de terra, de rio e de selva, chegou o homem. É  recente a sua chegada. Só há dez mil anos, já sabem os cientistas, chegaram os  índios à Amazônia e dela fizeram a sua morada. É portanto esse o tempo de sua  fundação, do seu verdadeiro começo: o homem chegando para permanecer e para  amar</em> “ (p. 83).</p>
<p style="text-align: justify;">“<em>Da história desse homem primitivo, que dizer, o que chegou primeiro,  mais adiante um pouco eu vou contar. Assombroso contar. Porque é quase nada o  que dele ainda resta, escondido nos longes espessos da selva, agarrado ao sol de  sua inocência</em>” (p. 84).</p>
<p style="text-align: justify;">“<em>Depois outros chegaram. Os chamados brancos, com a cruz e o arcabuz, e o  sangue que ia ajudar a compor uma nova etnia, ao longo de quatro séculos de  aventura humana. Aventura que se prolonga, ainda hoje, marcada pelo signo do  desamor. Só que mais feroz. Extração, saque, destruição, extermínio. Como desde  o primeiro dia, os de fora continuam a chegar, cada vez mais poderosos de  ciência e cobiça, sabendo mais do que nós. A Amazônia, contudo, nos espera, a  nós, que a abandonamos</em>” (p. 85).</p>
<p style="text-align: justify;">(Fragmentos extraídos do livro Mormaço na Floresta – Thiago de Mello)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2771" title="Ribeirinhos" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Ribeirinhos.jpg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Embora, por vezes, considerado idealista, o tempo correu e Amadeu Thiago de  Melo, poeta, conciliou poesia e meio ambiente com política, sem viver com a  cabeça nas nuvens, alegre com seu reencontro com seu povo, embora “<em>ainda tão  oprimido e tão injustiçado, mas contente por saber que a consciência de grandes  setores da formação social do nosso país, grandes setores populares, adquiriram  uma consciência mais elevada dos seus direitos</em>”.</p>
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		<title>&#8220;Mormaço na Floresta&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jun 2011 20:30:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Florestas]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[recursos hídricos]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Thiago de Mello]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Nesta bacia drenada pelo rio por excelência, mais cedo ou mais tarde se há de concentrar a civilização do globo.&#8221; (Humboldt) Estive assistindo novamente o filme Apocalypto (Fox Film, 2006), de Mel Gibson, a procura de um detalhe para um outro trabalho que realizo e, de repente, não mais que de repente, me deparei pensando [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-size: 12px; text-align: right;"><span style="font-size: small;"><em>&#8220;Nesta bacia drenada pelo rio por excelência,  mais cedo ou mais tarde se há de concentrar a civilização do globo.&#8221;</em> (Humboldt)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Estive assistindo novamente o filme  <strong>Apocalypto</strong> (Fox Film, 2006), de Mel Gibson, a procura de um detalhe para  um outro trabalho que realizo e, de repente, <em>não mais que de repente</em>, me  deparei pensando nisso: um estória (ou história) que fala dos primórdios da  “civilização” nas américas, mas cujo título remete a passagem bíblica do fim dos  tempos (o Apocalipse). Mas esta idéia só tomou forma (a pior delas) na cena em  que o jovem Jaguar Paw depara-se com fugitivos moribundos de outra tribo que lhe  deixa uma impressão forte, a qual seu pai aconselha esquecer e não falar sobre.  O “Temor” nos olhos de seu igual.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Há algo de comum e familiar em um texto de Thiago  de Mello que reproduzo abaixo.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;"> </span></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=XylbBRdiRdI"><img class="aligncenter size-full wp-image-2749" title="Thiago de Mello" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/thiago-de-mello.jpg" alt="" width="473" height="315" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">“<em>É a grande Amazônia, toda ela  no trópico úmido, com a sua floresta compacta e atordoante, onde ainda palpita,  intocada e em vários lugares jamais surpreendida pelo homem, a vida que se foi  urdindo em verdes desde o amanhecer do terciário. Intocada e desconhecida em  muito de sua extensão e de sua verdade, a Amazônia ainda está sendo  descoberta.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><em> </em><span><em>Iniciada há quatro séculos, o seu descobrimento  ainda não terminou. E, no entanto, pelo que já se conhece da vida na Amazônia,  desde que o homem a habita, ergue-se das funduras das suas águas e dos altos  centros de sua selva um terrível temor: o de que essa vida esteja, devagarinho,  tomando o rumo do fim</em>”. (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=XylbBRdiRdI">Thiago de  Mello</a>, Mormaço na Floresta, pág. 81).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Eu não esqueci aquele olhar (e nem deveria),  porque há de se fazer como na canção de Gil: “<a href="http://letras.terra.com.br/gilberto-gil/46200/"><em>É preciso  estar atento e forte</em></a><a href="http://letras.terra.com.br/gilberto-gil/46200/"><em>/ Não  temos tempo de temer a morte</em>” (Divino Maravilhoso)</a></span></p>
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