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	<title>Diário do Verde &#187; Terra</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>A Força da Lua</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Mar 2013 08:15:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[bruxaria]]></category>
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		<description><![CDATA[Fonte da imagem: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/dd/Full_Moon_Luc_Viatour.jpg Estamos ainda no mês em que comemoramos o Dia Mundial da Água. Mas os dias não são todos iguais e, diferente da quarta-feira passada, quando falamos sobre a água pelo artigo &#8220;Água que vive&#8220;, para a noite de hoje temos a presença da lua cheia. Apesar disso, podemos continuar falando de água&#8230; [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7657" title="lua" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/03/lua1.jpg" alt="" width="545" height="550" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">Fonte da imagem: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/dd/Full_Moon_Luc_Viatour.jpg</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Estamos ainda no mês em que comemoramos o Dia Mundial da Água. Mas os dias não são todos iguais e, diferente da quarta-feira passada, quando falamos sobre a água pelo artigo &#8220;<a href="http://www.diariodoverde.com/agua-que-vive/" target="_blank">Água que vive</a>&#8220;, para a noite de hoje temos a presença da lua cheia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Apesar disso, podemos continuar falando de água&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Embora eu não seja pescador, sei da crença de que o período de lua cheia é “bom para pescar”. Conheço também outros mitos sobre a lua cheia. Você também conhece, não é?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Não acredito em lobisomem, nem outras crenças tão sofisticadas. Mas não podemos negar que a lua é um satélite e está fazendo parte do nosso Universo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Ainda que pareça algo muito filosófico e abstrato demais, acredito na teoria de que todas as coisas da natureza estão interligadas. Acho que ainda não podemos provar isso, mesmo porque nem conhecemos todos os elementos da natureza e suas funções, mas o fenômeno das marés pode ser comentado aqui!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Pode ser história de pescador, mas faz sentido. Durante a lua cheia a maré realmente aumenta e, com isso, o número de peixes próximos às margens tende a aumentar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Mas, por que a maré aumenta?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Os antigos acreditavam que a divindade estava por toda a natureza e atribuíam poderes específicos e individuais para diversos elementos: tinha o Deus do Sol, da Lua, do Vento, das Chuvas, dentre outros. Essas crenças não deixam de continuar existindo por outras formas parecidas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">O fato é que a lua tem sim um poder natural, assim como o planeta Terra. Trata-se da força gravitacional, que a lua também exerce e aqui na Terra vemos pela movimentação das águas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">A água de que tanto falamos na semana passada, e que está tão ligada a nós e ao planeta Terra, se relaciona também com a lua!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Em resumo acontece que, dependendo da posição da lua – e também do sol embora ele esteja muito mais afastado -, a força gravitacional exercida na Terra se altera e isso fica visível nos movimentos de subida e descida do nível do mar por conta da grande fluidez da água. Isso é fato comprovado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Há quem acredite também em mudanças de humor e outros fenômenos ligados às fases da lua. Embora nem tudo esteja comprovado, não podemos descartar o fato de que a água, esse elemento que por natureza é bastante fluídica com muita liberdade de movimento, está presente em aproximadamente 70% de nosso corpo – fazendo parte da composição do sangue, hormônios, órgãos e outras estruturas.</span></p>
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		<title>Entre o verde e o azul</title>
		<link>http://diariodoverde.com/entre-o-verde-e-o-azul/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Mar 2013 05:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agrotóxico]]></category>
		<category><![CDATA[céu]]></category>
		<category><![CDATA[esquilo]]></category>
		<category><![CDATA[milharal]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[plantação]]></category>
		<category><![CDATA[Terra]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma paisagem verde e azul, como muitas outras que vemos por aí&#8230; Deste ângulo não vemos casas ou outras construções; não vemos também estradas ou pessoas nesta foto. Uma imagem simples e natural? Bem&#8230; Há o que se observar entre este verde e o azul? Poderíamos ter, na verdade, uma paisagem mais natural: com vegetação nativa, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7552" title="milho" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/03/milho.jpg" alt="" width="545" height="409" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Uma paisagem verde e azul, como muitas outras que vemos por aí&#8230; Deste ângulo não vemos casas ou outras construções; não vemos também estradas ou pessoas nesta foto. Uma imagem simples e natural?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Bem&#8230; Há o que se observar entre este verde e o azul?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Poderíamos ter, na verdade, uma paisagem mais natural: com vegetação nativa, como árvores de Mata Atlântica ou algo parecido. Mas não, não se trata de um local totalmente “natural” no sentido de não ter sido mexido pelo homem. Este ambiente, apesar de transmitir uma sensação boa por conter elementos vegetais, traz o verde da plantação de milho, resultado da agricultura: uma atividade humana. E em muitos locais as florestas naturais acabam sendo destruídas para se ter o espaço destinado a essa atividade ou à pastagem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Quando falamos em preservação ambiental, temos a ideia de manter um ambiente o mais natural possível e isento de intervenções humanas. Isso está certo e é realmente muito importante, sobretudo em áreas específicas onde se deve ter um cuidado maior com relação à preservação: seja porque naquele ambiente há espécies ameaçadas de extinção ou por quaisquer outros motivos onde uma maior interferência possa prejudicar o ambiente natural.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Como muitos costumam dizer, é melhor prevenir do que remediar, certo? Na verdade há instrumentos ambientais para tentar corrigir problemas, mas realmente é melhor prevenir, ou seja, preservar!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Mas a agricultura, como bem comentada no artigo “<a href="http://www.diariodoverde.com/o-pai-da-agricultura-organica/" target="_blank">O Pai da Agricultura Orgânica</a>”, publicado ainda nesta semana pelo nosso amigo Sandro, pode acontecer de maneira mais sustentável e menos nociva ao meio ambiente como um todo! Ou seja: sem uso de elementos químicos prejudiciais aos demais seres que interagem no ambiente em questão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Mas, além disso, o que mais existe entre o verde e o azul? O que se pode ver entre a terra e o céu?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">O milharal e outras plantações, quando bem cuidadas e sem uso de agrotóxicos, servem de moradia para insetos e outros seres que, por mais irônico que possa parecer para o agricultor, ajudam na própria manutenção da plantação. Isso porque os próprios animais, especialmente os insetos, ajudam, por exemplo, na polinização e na consequente fertilização dos vegetais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Na verdade não há ironia. Usar agrotóxicos para que os insetos não “acabem” com a plantação é uma opção que está caindo por terra, pois pode se tratar de uma forma radical para controlar a plantação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Vejam, abaixo, um vídeo de um esquilo se alimentando de milho:</span></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/auk0gQhYM-4" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
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		<title>A importância dos recursos naturais e algumas gotas na janela</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 04:35:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Morais Chiaravalloti]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Terra]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das cenas mais bonitas que eu acho é quando estou dentro do carro e começa a garoar. A chuva fina que cai em cima do vidro vai formando um tapete de milhares de pequenas gotas. Com isso, as imagens do lado de fora vão se transformando. As luzes dos faróis perdem o seu formato, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/gotas-de-agua.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4780" title="Gotas de Água" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/gotas-de-agua.jpg" alt="Gotas de Água" width="580" height="386" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Uma das cenas mais bonitas que eu acho é quando estou dentro do carro e começa a garoar. A chuva fina que cai em cima do vidro vai formando um tapete de milhares de pequenas gotas. Com isso, as imagens do lado de fora vão se transformando. As luzes dos faróis perdem o seu formato, o verde e o vermelho dos sinais de transito misturam-se em uma composição única. O cotidiano perde o sentido da realidade. E são nesses momentos que penso muito sobre a vida. Fico me perguntando se existe algum sentido na nossa existência e na crua verdade sobre a morte.</p>
<p style="text-align: justify;">É fato que todos um dia irão morrer; a vida é, realmente, finita. No entanto, isso não quer dizer que o mundo acaba – no sentido real. Se as pessoas passam, a natureza não. Mesmo que tudo seja desmatado e destruído, quando formos embora ela irá voltar, diferente, mas voltará. Por isso que sustentabilidade é apenas uma questão de qualidade de vida da nossa própria espécie. Como disse o Professor Milton Santos: “recursos naturais: se são recursos não são naturais, são sociais”. Ou na primeira definição de desenvolvimento sustentável feita pela ONU, como, resumindo, aquele que traz qualidade de vida para as gerações futuras. A nossa busca por um desenvolvimento sustentável, é uma questão da preservação da nossa própria existência. Pois o mundo jamais irá acabar. Talvez eu esteja errado, mas isso são apenas algumas reflexões durante os 30 segundos que fiquei parado no farol de trânsito durante uma fina garoa de final de tarde.</p>
<p style="text-align: justify;">Rafael Morais Chiaravalloti &#8211; autor do livro <a href="http://www.diariodoverde.com/escolhas-sustentaveis/">Escolhas Sustentáveis</a>.</p>
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