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	<title>Diário do Verde &#187; tempo</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Verde, mas maduro</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 09:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
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		<description><![CDATA[“Morta de fome, uma raposa foi até um vinhedo sabendo que ia encontrar muita uva. A safra tinha sido excelente. Ao ver a parreira carregada de cachos enormes, a raposa lambeu os beiços. Só que sua alegria durou pouco: por mais que tentasse, não conseguia alcançar as uvas. Por fim, cansada de tantos esforços inúteis, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7807" title="110" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/05/110.jpg" alt="" width="545" height="409" /></span></p>
<p align="center"><strong><em>“Morta de fome, uma raposa foi até um vinhedo sabendo que ia encontrar muita uva. A safra tinha sido excelente. Ao ver a parreira carregada de cachos enormes, a raposa lambeu os beiços. Só que sua alegria durou pouco: por mais que tentasse, não conseguia alcançar as uvas. Por fim, cansada de tantos esforços inúteis, resolveu ir embora, dizendo:</em></strong></p>
<p align="center"><strong><em>&#8211; Por mim, quem quiser essas uvas pode levar. Estão verdes, estão azedas, não me servem. Se alguém me desse essas uvas eu não comeria”.</em></strong></p>
<p align="right"><strong><em>&#8211; Esopo</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Penso que muitas vezes podemos nos enganar ao julgar as coisas pela forma que elas são, ou como acreditamos que elas sejam.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Nem tudo conhecemos, mas é fácil acreditar naquilo que é mais comum ou que estamos mais acostumados a ver, sem conhecer de verdade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">A maioria dos frutos maduros apresenta alguma coloração atraente para os animais – possuem algum colorido chamativo ou pelo menos alguma cor que se destaca em meio ao verde que predomina. Isso é mesmo importante para a própria planta, que necessita do animal que certamente poderá dispersar as sementes e gerar mais exemplares da espécie!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Mas, como quase tudo na natureza, isso também não é uma regra para todos. Há exceções&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">A raposa não se importou com as uvas porque estavam “verdes”, mas ela não sabia que poderiam estar maduras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Assim como os animais, os vegetais também possuem hormônios, ou seja, substâncias químicas, que produzem alguma mudança no desenvolvimento biológico. O chamado gás etileno é produzido por todo o fruto – desde a casca até as partes internas – e permite o amadurecimento dos frutos, <em>degradando</em> a clorofila que é responsável pela coloração verde.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Esse gás, quando produzido por um fruto, estimula também os outros frutos próximos para que também amadureçam. Por isso as bananas de um mesmo cacho, por exemplo, costumam amadurecer praticamente ao mesmo tempo. Isso funciona melhor ainda se as frutas estiverem dentro de um recipiente fechado! Logo estão todas amarelas&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Mas não podemos esquecer que sempre pode haver exceções. As uvas verdes, assim como as laranjas, limões, morangos e outras frutas, não dependem do etileno para amadurecer e, ainda no caso das uvas verdes, elas são realmente verdes quando maduras!</span></p>
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		<title>O tempo de uma borboleta</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2013 05:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
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		<description><![CDATA[Às vezes não temos tempo suficiente para fazer tudo o que pretendemos. Então podemos adiar a ação para um novo momento ou simplesmente mudar os planos e deixar de fazer determinada coisa&#8230; Mudar os planos parece ser uma arte importante para o ser humano, pois quase sempre nos acontecem coisas que não havíamos previsto e, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7520" title="tempo borboleta" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/tempo-borboleta.jpg" alt="" width="545" height="409" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Às vezes não temos tempo suficiente para fazer tudo o que pretendemos. Então podemos adiar a ação para um novo momento ou simplesmente mudar os planos e deixar de fazer determinada coisa&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Mudar os planos parece ser uma arte importante para o ser humano, pois quase sempre nos acontecem coisas que não havíamos previsto e, diante disso, nem sempre temos a esperteza, em tempo hábil, para contornar a situação e atingir o objetivo inicial. O jeito, nesse caso, é mudar os planos!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Onde estaria o problema? Há algum problema?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Não temos habilidade para prever as coisas e, por isso, não “ensaiamos” o que fazer diante de uma situação? Ou o problema é que simplesmente não estamos “abertos” às mudanças?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Talvez seja o momento para “quebrar” os planos! Ou, pelo menos, não planejar tanto assim&#8230; Parece que mudar de ideia não é uma fraqueza ou um problema, e sim uma habilidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Estamos chegando ao fim de fevereiro: um mês mais curto que os outros do ano, um mês que passa voando! E, por falar em voar&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Já mencionamos aqui no Diário do Verde que a borboleta, para muitas culturas, é símbolo de transformação. Independente desse sentido um tanto místico/filosófico, a borboleta pode ser, sim, considerada um símbolo de transformação. Isso porque, dentre os insetos, vemos nitidamente as grandes mudanças que ocorrem na biologia de uma borboleta.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Como todo inseto, uma borboleta nasce de um ovo e a partir daí é que tudo começa!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Alguns insetos, mesmo jovens, assumem o formato do corpo de um adulto. Mas as borboletas são diferentes e por isso são consideradas símbolo de transformação: elas possuem a metamorfose completa, onde há a formação de uma larva (a lagarta) após o ovo e, depois disso, o corpo chega ao formato de pupa (casulo), que passa por diversas mudanças no formato até atingir o estágio de inseto adulto – a borboleta que conhecemos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Mudanças de planos, flexibilidade, transformação&#8230; Tudo isso uma borboleta deve conhecer bem! E será que há algum problema? Há tempo para tudo?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Desde se alimentar até a maneira como se deslocar no espaço e no tempo: tudo isso muda de uma lagarta para uma borboleta! É preciso estar disposto para mudar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">O tempo de vida de uma borboleta é variável de acordo com a espécie. Evoneo Berti Filho e João Angelo Cerignoni, na obra Borboletas – Conheça espécies brasileiras e saiba como montar um borboletário, mencionam que em média as borboletas vivem duas semanas, mas a monarca pode viver até nove meses e há uma espécie na Costa Rica que vive cerca de dois dias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Dizer que o tempo está mais rápido do que o normal tem sido comum. Lembrar que fevereiro tem apenas 28 dias, também faz parte e o importante é seguir vivendo cada momento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Sugestão de leitura:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Evoneo Berti Filho e João Angelo Cerignoni. &#8211; Piracicaba: FEALQ, 2010. 96 p.</span></strong></p>
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