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	<title>Diário do Verde &#187; tecnologia</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Estudantes criam parede ecoeficiente que pode substituir ar-condicionado</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2014 14:45:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaborador]]></category>
		<category><![CDATA[Ecoeficiência]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Um grupo de estudantes espanhóis desenvolveu um produto inovador que promete reduzir de forma drástica o calor dentro de edifícios. Segundo os estudantes, esta tecnologia não implica nenhum gasto de energia constante aos usuários, o que reduziria drasticamente os impactos ambientais causados pelo alto consumo de energia. A inovação consiste na utilização de cerâmicas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Um grupo de estudantes espanhóis desenvolveu um produto inovador que promete reduzir de forma drástica o calor dentro de edifícios. Segundo os estudantes, esta tecnologia não implica nenhum gasto de energia constante aos usuários, o que reduziria drasticamente os impactos ambientais causados pelo alto consumo de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">A inovação consiste na utilização de cerâmicas de hidrogênio, um material criado pelos alunos que interage com a temperatura atmosférica. Desta forma o produto promete resfriar a temperatura do ambiente nos dias de calor e isolar o espaço da entrada do frio em dias de inverno.</p>
<p style="text-align: justify;">Nomeada pelos estudantes de “hidrocerâmica”, o novo material é formado por bolhas de hidrogel, que interagem com a atmosfera interna e externa ao ambiente. O hidrogel é um insumo avançado que tem a capacidade de absorver água do ambiente em até 400 vezes sua massa.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo os idealizadores do projeto, a inovação é para ser usado como um material de construção tradicional, que pode ser “carregado” com água em dias de calor, nos quais ele vai evaporá-la, liberando um ar refrescante internamente. Algo parecido com o suor do corpo humano, responsável por “refrigerar” nosso organismo. Nos dias de frio e chuva, as bolhas de hidrogel se carregariam de água sozinhas, absorvendo a umidade externa e isolando o meio interno, impedindo a passagem das baixas temperaturas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a invenção dos estudantes espanhóis ainda é um conceito e por enquanto quem não quiser passar calor tem de recorrer ao <a href="http://www.strar.com.br/" target="_blank">ar-condicionado, sendo que é bom escolher os modelos mais modernos</a>, que são mais ecoeficientes. As pesquisas dos estudantes ainda precisam avançar para que as paredes se tornem um produto, e se possa avaliar a possibilidade de que se torne um material de construção &#8220;popular&#8221;, isto é, acessível a um baixo custo.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente depois desses estudos a viabilidade da venda em qualquer loja será avaliada. De qualquer forma, a iniciativa é uma medida que visa um avanço tecnológico ecológico e econômico, e muitos cientistas já são entusiastas da ideia.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Artigo de Aline Matos, da Plataforma Conversion. O link é de responsabilidade da autora.</em></p>
<hr />
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><em>Você já preencheu a pesquisa de opinião do Diário do Verde? Ainda não? Então não perca tempo, <a href="http://www.diariodoverde.com/pesquisa-de-opiniao-2014-nos-queremos-ouvir-voce/" target="_blank">dê a sua opinião agora</a> e ajude na construção de um blog cada vez melhor! ^^</em></span></p>
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		<title>Levem Tudo, Menos Minha Imaginação</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jun 2014 13:59:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Brinquedo]]></category>
		<category><![CDATA[Clever Pack]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[FAPESP]]></category>
		<category><![CDATA[Lego]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Tampas de garrafa]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Um menino caminha e caminhando chega no muro E ali logo em frente a esperar pela gente o futuro está E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar Não tem tempo nem piedade nem tem hora de chegar Sem pedir licença muda nossa vida Depois convida a rir ou chorar&#8221; (Aquarela, Toquinho) Parece-me que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Um menino caminha e caminhando chega no muro</em><br />
<em>E ali logo em frente a esperar pela gente o futuro está</em><br />
<em>E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar</em><br />
<em>Não tem tempo nem piedade nem tem hora de chegar</em><br />
<em>Sem pedir licença muda nossa vida</em><br />
<em>Depois convida a rir ou chorar&#8221;<br />
</em>(Aquarela, <strong>Toquinho</strong>)</p>
<p style="text-align: justify;">Parece-me que toda minha vida profissional levou-me a trabalhar com crianças. Um olhar e já iniciamos uma &#8220;conversa&#8221;. Um sobrinho acha curioso o fato de eu conhecer muitos desenhos animados, videogames de diversas plataformas e ler HQs (Histórias em Quadrinhos). Quando foi reformada a casa de minha família, os pedreiros ainda encontraram muitos brinquedinhos no jardim de casa. Era a minha floresta. Não passamos de fase (de criança para adolescente e depois para adulto). Estas experiencias são cumulativas, logo nunca deixamos de ser aquela criança. A maioria apenas esquece (infelizmente!).</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje trago a vocês leitores uma forma do poder da imaginação. Como é incrível! Falo isso porque ao ler um artigo da revista da <a href="http://www.fapesp.br/" target="_blank">FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa de Estado de São Paulo)</a>, &#8221; <strong><a href="http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/06/16/duas-vidas-da-tampinha/" target="_blank">Duas Vidas da Tampinha</a></strong>&#8221; (Edição 220 &#8211; Junho de 2014), lembrei-me de uma reportagem do Fantástico de 1983 (!). O repórter João Batista Olivi conversa com uma criança que brinca com ossos: &#8220;<em>Esta é a vaquinha, este o bezerro, e aquele é o cavalho. O touro é o Azulão</em>&#8220;. Em meio a uma seca desoladora, devastadora, uma criança em <strong>sua imaginação protege e salva <em>Seu Mundo</em></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é uma das funções do brinquedo e do brincar.</p>
<p style="text-align: justify;">A novidade apresentada durante <em> </em> a <strong>14ª Conferência</strong> da <a href="http://www.anpei.org.br/" target="_blank">ANPEI (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadora) </a>foi um  produto, desenvolvido pela <a href="http://www.cleverpack.com.br/2011/" target="_blank">Clever Pack</a>, que tem como proposta &#8220;que as tampas ganhem uma nova vida”, conforme Cláudio Patrick Vollers, um dos idealizadores do produto.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 90px;">&#8220;<em>A ideia era fazer com que pelo menos parte da embalagem plástica, no caso a tampa, não tivesse como destino o lixo nem a reciclagem. “Dar uma nova utilidade para as tampinhas faz com que elas não sejam descartadas”, explica Henry Suzuki, consultor na área de propriedade intelectual e coinventor das tampinhas. Ele descobriu que existiam mais de 30 projetos semelhantes depositados em bancos de patentes pelo mundo, mas nenhum era compatível com os blocos de montar</em>&#8220;. (Revista FAPESP, Ed. 220, Junh0/2014)</p>
<p style="text-align: justify;">Após verificar que as patentes do Lego já haviam expirado, abriram-se as portas para que se criasse a primeira tampinha de garrafa compatível com o brinquedo. Ao todo, registraram-se  07 (sete) patentes no Brasil. Em pouco tempo as tampinhas venceram importantes premiações internacionais. Segundo Vollers, “<em>A indústria brasileira precisa abrir-se mais para o design, que ainda é visto por muitos empresários como algo superficial</em>”, diz Vollers.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas mãos de crianças tudo pode virar brinquedos e brincadeiras. Caixas de fósforos, tampas de caneta, peças de relógios, etc. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antoine_Lavoisier" target="_blank">Lavoisier </a>esteve sempre certo: &#8220;<em>Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma&#8221;.</em></p>
<p style="text-align: justify;">E as crianças agradecem.</p>
<p style="text-align: justify;">P.S.: Para quem não assistiu compartilho com vocês o trecho da reportagem a que me referi. Para que possam brincar também com <strong>Cleyton</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://youtu.be/hUegYUpD0gI">Menino Brinca Com Ossos no Nordeste (1983)</a> &#8211; Youtube.</p>
<p style="text-align: justify;">P.S.(2): Portanto, levem tudo que tenho, menos minha Imaginação.</p>
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		<title>Mais água, por favor!</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Mar 2014 11:47:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[chuva]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência]]></category>
		<category><![CDATA[dessalinização]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
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		<category><![CDATA[sal]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegamos ao mês de março, quando se comemora o Dia Mundial da Água. O verão está quase terminando e, pelo menos em São Paulo, não tivemos muita chuva nesse ano. As notícias que temos escutado é que os níveis dos reservatórios de água têm diminuído, quando deveria aumentar neste período. Um desses reservatórios é o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">Chegamos ao mês de março, quando se comemora o Dia Mundial da Água.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">O verão está quase terminando e, pelo menos em São Paulo, não tivemos muita chuva nesse ano. As notícias que temos escutado é que os níveis dos reservatórios de água têm diminuído, quando deveria aumentar neste período.</span><br />
<span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Um desses reservatórios é o do Sistema Cantareira, que abastece quase 10 milhões de habitantes da Grande São Paulo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Foi a ONU (Organização das Nações Unidas) que criou o Dia Mundial da Água em 22 de março de 1992. Desde então o dia 22 de março é comemorado dessa forma, com a ideia de proporcionar um momento de reflexão sobre esse importante recurso natural tão abundante no nosso planeta e, ao mesmo tempo, tão impróprio para consumo!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Ocorre que, assim como o nosso corpo, o Planeta Terra é composto aproximadamente 70% de água. Sim, mais da metade! No entanto, apenas cerca de 0,008% é potável, ou seja: própria para o consumo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Temos um mar de água ao nosso redor, e ainda nos falta água!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">A imagem deste artigo foi feita em janeiro deste ano de 2014 e mostra a Praia da Juréia, em São Sebastião, localizada no Litoral Norte de São Paulo. O local, se visitado novamente, apresentará o mesmo cenário: muita água, mas imprópria para consumo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">As dificuldades permite ao ser humano o desenvolvimento de sua inteligência, e nisso está relacionado o desenvolvimento de novas tecnologias. Assim a ciência deve caminhar junto com a humanidade e suas necessidades.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Uma das soluções encontradas e relacionadas ao uso da água do mar é a dessalinização da água, que consiste na retirada de sais e outros minerais da água.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Essa técnica foi bastante desenvolvida no Oriente Médio, onde a falta de água para consumo é grande. No entanto, trata-se ainda de um processo caro por ser muito específico e fazer uso de muita energia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Nós, seres humanos, estamos sempre querendo mais e mais! Sentimo-nos no direito de exigir e intervir com grande força na natureza, sendo que muitas coisas simplesmente já existem no ritmo certo. A própria dessalinização é natural: ocorre normalmente no processo de evaporação dos mares, quando a água é evaporada e os sais permanecem onde estão. Assim, essa água evaporada volta à terra em forma de chuvas para alimentar os rios, lagos e outros corpos d’água.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Chegamos em outra questão importante e que também é objeto de reflexão não apenas no dia ou no mês em que se comemora a água, mas sempre: a preservação dos rios e outros reservatórios de água doce!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Não precisaríamos nos preocupar tanto em tirar o sal do mar, se tivéssemos os rios e lagos limpos!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Todas essas questões devem ser discutidas, como propõe a ONU. Mas nesse período, e também no ano inteiro, devemos parar um pouco para refletir sobre o uso consciente da água em nosso dia-a-dia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Vamos refletir!</span></p>
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		<title>Steve Jobs, uma bituca e a sustentabilidade</title>
		<link>http://diariodoverde.com/steve-jobs-uma-bituca-e-a-sustentabilidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 06:44:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luisa Crup Haddad]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Cigarro]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Jobs]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando perguntei para algumas amigas o que elas gostariam de ler sobre sustentabilidade, a resposta de todas foi: como aplicar a sustentabilidade no nosso dia a dia. – Que boa ideia – E no instante seguinte, uma delas jogava a bituca de cigarro na calçada. Isso me fez pensar em como eu poderia aproveitar esta [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Earth-Connect.gif"></a></div>
<div id="attachment_4616" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-large wp-image-4616" title="Earth Connect" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Earth-Connect-580x580.gif" alt="Earth Connect" width="580" height="580" /><p class="wp-caption-text">Uma coisa leva a outra</p></div>
<p style="text-align: justify;">Quando  perguntei para algumas amigas o que elas gostariam de ler sobre  sustentabilidade, a resposta de todas foi: como aplicar a  sustentabilidade no nosso dia a dia. – Que boa ideia – E no instante  seguinte, uma delas jogava a bituca de cigarro na calçada.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso  me fez pensar em como eu poderia aproveitar esta oportunidade de  escrever no Diário do Verde para inspirar as pessoas. No turbilhão das  notícias de quarta-feira (04), enquanto eu quebrava a cabeça, tive a  oportunidade de ouvir pela primeira vez o discurso do Steve Jobs aos  alunos de Stanford.</p>
<p style="text-align: justify;">Junto  às palavras que estão associadas ao seu nome, como gênio e visionário,  eu também colocaria algumas como: estímulo exagerado ao consumo (o  consumo cresce 3x mais que a população) e obsolescência programada. Mas  hoje não estou aqui para fazer críticas, já que minha TPM é só na semana  que vem, mas sim para contar o que eu aprendi com ele.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>Você  não consegue ligar os pontos olhando para frente. Você só os conecta  quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma,  eles vão se conectar no futuro.</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Cada  ponto da sua vida é uma escolha que você faz e sei que é difícil olhar  para esses pontos hoje e projetar como eles vão se conectar, para ver o  impacto das suas escolhas no futuro. Mas você consegue olhar para trás e  ver que as escolhas que você fez, que nós fizemos, de alguma forma se  conectaram e este é o mundo que estamos hoje. Um mundo preocupado com  seguidos desastres naturais, com escassez de recursos e pedindo socorro  sobre como mudar a cultura de consumo, que em tão pouco tempo já está  tão enraizada na nossa sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Para  optar por escolhas mais sustentáveis você precisa acreditar em alguma  coisa – perda de qualidade de vida, desmatamento, mudanças climáticas –  seja o que for. Porque no fundo, sua intuição já sabe muitas coisas que  você poderia fazer no seu dia a dia, e eu diria que ela sabe disso até  por um instinto de sobrevivência.</p>
<p style="text-align: justify;">Você  precisa achar na sustentabilidade algo que você ame. E acredite em mim:  ela está tão presente na sua vida, que você conseguirá se identificar  em pelo menos 1 de seus  infinitos assuntos.</p>
<p style="text-align: justify;">A  cada nova semana, novos temas. E eu espero que pelo menos algum deles  acenda a chama dentro de você e que você não apague esta chama na  calçada&#8230;</p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: lucida console,sans-serif;"><strong>Luisa Haddad</strong></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: lucida console,sans-serif;">Bióloga &#8211; Researcher</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: lucida console,sans-serif;">Gestão Ambiental e Sustentabilidade</span></div>
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		<title>Lixo, por todos os lados</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Sep 2011 20:57:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo espacial]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Satélite artificial]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Tendo a Lua, aquela gravidade aonde o Homem flutua. Merecia a visita não de militares, mas de bailarinos ou de você e eu&#8220; (Tendo a Lua, Paralamas do Sucesso) Esta semana os noticiários avisavam que estava previsto para estes dias a queda de um satélite artificial e que as agências espaciais não sabiam precisar o local [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">&#8220;<em>Tendo a Lua, aquela gravidade</em></p>
<p style="text-align: center"><em>aonde o Homem flutua.</em></p>
<p style="text-align: center"><em>Merecia a visita não de militares,</em></p>
<p style="text-align: center"><em>mas de bailarinos ou de você e eu</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: center">(Tendo a Lua, Paralamas do Sucesso)</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/lixo-orbita-da-Terra.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4454" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/lixo-orbita-da-Terra.jpg" alt="Lixo - Órbita da Terra" width="300" height="300" /></a>Esta semana os noticiários avisavam que estava previsto para estes dias a queda de um satélite artificial e que as agências espaciais não sabiam precisar o local da queda deste objeto do tamanho de um micro-ônibus. A noticia nos alerta para um fato importante: sobre nossas cabeças paira um depósito de objetos, restos de equipamentos de foguetes e satélites obsoletos, que circulam na órbita terrestre, um arsenal tecnológico esquecido no breu espacial. E que eventualmente despencam de lá, como dizia Newton, &#8220;tudo que sobe&#8230;&#8221;</p>
<p style="text-align: justify">Parece comum ao ser humano enterrar (empurrar para debaixo dos panos) todo e qualquer subproduto de seu consumo ou tudo aquilo que se torna um problema. Joga-se pelo caminho o resto, a sobra do que acabou de consumir, antes de chegar ao fim da viagem. Parece que assim, tudo o que já não pode ver já não existe mais.</p>
<p style="text-align: justify">Depois que o satélite micro-ônibus caiu ocorreu-me um pensamento perturbador. Foram-se os dias de magia e encantamento. Primeiro caiu o Papai Noel, depois o coelhinho da Páscoa, Fada dos Dentes, duendes, Iaras e Botos. A casa caiu!</p>
<p style="text-align: justify">Caros leitores, vocês conseguem imaginar qual o impacto para uma criança ao descobrir que aquele seu desejo feito para uma estrela cadente pode ter sido em vão? Que não valeu? Porque aquilo que caia era um satélite artificial de alguma agência espacial? E que estamos literalmente cercado de lixo por todos os lados?</p>
<p><strong>É, &#8220;o céu de Ícaro tem mais poesia do que o de Galileu&#8221;</strong>.<br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Residuo-Espacial.jpg"><img class="size-large wp-image-4452 alignleft" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Residuo-Espacial-580x470.jpg" alt="Resíduo Espacial" width="406" height="329" /></a></p>
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		<title>Humanos, demasiado humanos</title>
		<link>http://diariodoverde.com/humanos-demasiado-humanos/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 20:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Amazônica]]></category>
		<category><![CDATA[Guerras Climáticas]]></category>
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		<description><![CDATA[Dizem que as mulheres preocupam-se com beleza, amor, filhos, família, que são delicadas, emotivas. Porque esta é a sua natureza. Dizem dos homens que são fortes, duros, insensíveis, práticos, destemidos e competitivos. Porque esta é a sua natureza. Tal ideia pressupõe que há uma natureza humana universal. Conforme Marilena Chauí, &#8220;dizer que alguma coisa é [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/humano_demasiado_humano.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4342" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/humano_demasiado_humano-580x448.jpg" alt="humano demasiado humano" width="406" height="314" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Dizem que as mulheres preocupam-se com beleza, amor, filhos, família, que são delicadas, emotivas. Porque esta é a sua natureza. Dizem dos homens que são fortes, duros, insensíveis, práticos, destemidos e competitivos. Porque esta é a sua natureza. Tal ideia pressupõe que há uma natureza humana universal.</p>
<p style="text-align: justify">Conforme <em>Marilena Chauí</em>, &#8220;<em>dizer que alguma coisa é <strong>natural </strong>ou</em><em> <strong>por natureza</strong> significa dizer que existe necessária e universalmente como efeito de uma causa necesária e universal</em>&#8221; (in Filosofia. Ed Ática. p. 124)*. A causa que ela se refere é a Natureza, a qual não depende da ação ou intenção do ser humano, como destes não depende a lei gravitacional ou a fotossíntese por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify">Contudo as pretensões humanas (em seus egoísmos e narcisismos exacerbados) promovem através dos meios de comunicação de massa um discurso de inversão de valores e julgam que a Natureza nos deve servir. O mundo está aí para nosso usufruto e prazer.</p>
<p style="text-align: justify">Em matéria do Fantástico (Rede Globo) da semana passada (salvo engano), discutiu-se a possibilidade (real ou imaginária) do homem ter criado (acidentalmente ou pesquisando?) equipamentos e maquinários capazer de alterar condições climáticas e geológicas, cuja finalidade original tenha se confundido, quem sabe, com fins militares (?). Agora a formação de nuvens em linhas estranas no céu, tempestades fora de época, tremores de terra ou qualquer mudança no clima ou no solo estão sob suspeita. Teorias de conspiração e paranoias a parte, revigora-se os tempos da Guerra Fria, que nesta versão mais atualizada pode não ser tão fria assim e cheia de efeitos colaterais. Se eu não gosto daquele povozinho do leste mando uma seca assolar seus campos, afogo suas cidades numa tsunami, os do sul arraso seu litoral com um tufão, demolimos seus prédios com tremores de terra, desmantelamos seu sistema de energia com raios, cobrimos seu céu com cinzas vulcânicas. Aquele pessoalzinho do oriente tá incomodando, despeja-se mais CO<sub>2</sub> na sua atmosfera.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.jornalpequeno.com.br/Fotos/JP22358.63049.D.jpg" alt="" width="471" height="175" /></p>
<p style="text-align: justify">Ainda existe a grande ilusão de que a Ciência é neutra, isenta e imparcial. Criou-se uma perigosa inversão de conceitos e valores, ideias e intenções. A guerra que se trava tem sido contra a Terra. Emitimos mais gases poluentes, despejamos mais lixo, exploramos (exaurimos) ao máximo os recursos naturais. Como diz nosso colega <a href="http://www.diariodoverde.com/o-aquecimento-global-e-uma-farsa/"><strong>Rafael Morais Chiaravalloti</strong></a>, estamos acelerando o processo.</p>
<p style="text-align: justify">Mas por via das dúvidas, a quem interresar possa, aos que pretendem tomar a Amazônia (sonho de muitas superpotências), um aviso: nós temos a <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pororoca" target="_blank">Pororoca</a>.</strong></p>
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		<title>Tecnologia Ambiental</title>
		<link>http://diariodoverde.com/tecnologia-ambiental/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 08:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Casadei]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Verde]]></category>
		<category><![CDATA[aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[iso 14000]]></category>
		<category><![CDATA[preservação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje vou falar um pouco sobre a coluna que escrevo aqui no Diário do Verde, Tecnologia Verde, mais especificamente, como é importante no mundo corporativo. Bem, não surpreenderia ninguém se eu disse-se que a palavra tecnologia tem origem grega, não é? Pois bem, o termo tecnologia é uma palavra composta de origem grega, formada por [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje vou falar um pouco sobre a coluna que escrevo aqui no Diário do Verde, Tecnologia Verde, mais especificamente, como é importante no mundo corporativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, não surpreenderia ninguém se eu disse-se que a palavra tecnologia tem origem grega, não é? Pois bem, o termo tecnologia é uma palavra composta de origem grega, formada por <strong>techne</strong>, que significa <em>arte ou técnica</em> e <strong>logos</strong>, que significa <em>corpo de conhecimento</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">A tecnologia não é meramente algo novo. Por exemplo, na década de 50, as TVs em preto e branco eram uma tecnologia de ponta praticamente, e o computador de válvulas era o que se tinha de mais avançado na época. Era a tecnologia daquela época, ou seja, um agrupamento de conhecimento técnico que poderia ser aplicado a alguma solução, na ciência ou na indústria.<br />
<a rel="attachment wp-att-3873" href="http://www.diariodoverde.com/tecnologia-ambiental/chicago/"><img class="aligncenter size-large wp-image-3873" title="Prefeitura de Chicago" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/chicago-580x407.jpg" alt="Prefeitura de Chicago" width="580" height="407" /></a>Hoje em dia, entretanto, o termo tecnologia possui uma visão muito mais abrangente: a nossa tecnologia é algo, para nossa época, avançada. E a tendência é que o tema complexidade e as descobertas tecnológicas cresçam de forma exponencial.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas e a Tecnologia Verde? Bem, a tecnologia ambiental é basicamente um conhecimento que é aplicado a área ambiental. Por exemplo:</p>
<p style="text-align: justify;">*O plantio de árvores possui o emprego da tecnologia ambiental, pois cada vez mais o solo é tratado para que as mudas não se percam e as árvores cresçam mais saudáveis;<br />
*O processo de recuperação de áreas nativas de selva ou matas diversas que leva em consideração o tipo das espécies que serão plantadas e os diferentes métodos de plantio para a recuperação da área;<br />
*A reciclagem de equipamentos eletrônicos para que não sejam descartados no solo;</p>
<p style="text-align: justify;">E muitas outras soluções só foram possíveis graças à implantação da tecnologia ambiental. O que é muito valioso para uma empresa se o que ela precisa é de credibilidade como uma “empresa verde”. Ou seja, as empresas estão investindo cada vez mais em certificações, como por exemplo, as certificações ISO 14000, que são relacionadas à área ambiental, pois isso faz com que a empresa fique mais bem colocada aos olhos do povo.</p>
<p style="text-align: justify;">E é justamente sobre as certificações ambientais e suas aplicações no meio empresarial que vou falar na semana que vem, continuando com nosso papo sobre a Tecnologia Verde, ou Tecnologia Ambiental.</p>
<div style="text-align: center;"><strong>Até a próxima!</strong></div>
<p style="text-align: justify;">Vitor Casadei<br />
Bacharelando em Ciência da Computação pela UFSCar<br />
<strong> E-mail:</strong> <a href="malito:vitor.casadei@gmail.com" target="_blank">vitor.casadei@gmail.com</a><br />
<strong> Facebook:</strong> <a href="http://www.facebook.com/vitor.casadei" target="_blank">http://www.facebook.com/vitor.casadei</a><br />
<strong> Twitter:</strong> <a href="http://www.twitter.com/vCasadei" target="_blank">http://www.twitter.com/vCasadei</a></p>
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		<title>Tecnologias e consumo de Energia</title>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 11:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Casadei]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Verde]]></category>
		<category><![CDATA[consumo de energia]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já parou pra pensar no que utiliza em sua casa de tecnologia verde, ou então, o que faz para diminuir a poluição ou o consumo de energia? Pois bem, este é um assunto muito importante. Há alguns anos atrás, ninguém falava em substituir as lâmpadas convencionais que nossos pais sempre usaram, pelas lâmpadas fluorescentes. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Você já parou pra pensar no que utiliza em sua casa de tecnologia verde, ou então, o que faz para diminuir a poluição ou o consumo de energia?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, este é um assunto muito importante.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-large wp-image-1884" title="Economia de Energia" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/05/economia_de_energia-e1305652232913-580x430.jpg" alt="Economia de Energia" width="580" height="430" /><br />
Há alguns anos atrás, ninguém falava em substituir as lâmpadas convencionais que nossos pais sempre usaram, pelas lâmpadas fluorescentes. Mas o que está acontecendo hoje é que não se encontram mais lâmpadas convencionais no comércio, somente as fluorescentes e sabem o porquê? As lâmpadas fluorescentes gastam muito menos energia do que as outras que desperdiçam a energia em forma de calor. Isso só foi possível graças a movimentações do governo que introduziu a lâmpada fluorescente no mercado.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Mas o que mais consome muita energia?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Bem, muitos aparelhos, que inclusive você deve saber já, mas sabe aquele monitor de Tubo, o velho monitor CRT? Pois bem, ele consome muita, mas muita energia em comparação com o monitor LCD, uma boa ação seria a troca do monitor, ou usar mais o monitor LCD, além de que os monitores CRT, quando velhos, emanam radiação.<br />
Mas, lembre-se, tome cuidado no descarte destes aparelhos, como já falei em <a href="http://www.diariodoverde.com/o-que-voce-faz-com-seu-e-lixo/">outro post aqui sobre o e-lixo</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Mas o que você pode fazer para diminuir o consumo de energia?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">-&gt; Quando não for usar o computador por um bom tempo, não o deixe hibernando, desligue-o;<br />
-&gt; Vá nas configurações do Google e mude a cor de fundo para preto, isso diminui o consumo de energia;<br />
-&gt; Nas configurações do Gmail também é possível alterá-lo e deixar com a cara do matrix, verde e preto, que diminui o consumo também;<br />
-&gt; Tire sempre o carregador de celular da tomada quando terminar de usar.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, estas são algumas dicas, com o tempo colocarei mais.</p>
<div style="text-align: center;"><strong>Até a próxima!</strong></div>
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		<title>O Livro e o e-Book</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 14:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Casadei]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Verde]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia verde]]></category>
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		<description><![CDATA[O livro escrito, aquele que temos na estante, no quarto, na sala, ou jogado em algum canto mesmo, pode acabar? O e-book, ou seja, o livro digital, pode acabar com o Livro convencional? Ainda não pode-se responder com certeza a estas perguntas, mas têm-se uma grande expectativa quanto a esta nova tecnologia. O livro convencional pode estar [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O livro escrito, aquele que temos na estante, no quarto, na sala, ou jogado em algum canto mesmo, pode acabar? O e-book, ou seja, o livro digital, pode acabar com o Livro convencional? Ainda não pode-se responder com certeza a estas perguntas, mas têm-se uma grande expectativa quanto a esta nova tecnologia.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1746" href="http://www.diariodoverde.com/o-livro-e-o-e-book/ebooks-300x288/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1746" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/05/ebooks-300x288.jpg" alt="" width="300" height="288" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O livro convencional pode estar acabando. Será?</strong><br />
Nos dias atuais não há mais o costume de se ler um bom livro da mesma forma que há 10 ou 20 anos atrás, assim como o hábito de ler Jornal e as revistas. Nos dias atuais, a maioria das pessoas se informam através da internet e fazem tudo por meio da rede.<br />
Um ótimo exemplo disto é a recente notícia dada pelo governo dos EUA de que o terrorista Osama Bin Laden fora morto. Antes de qualquer jornal impresso ou de qualquer emissora de TV anunciar a notícia, os sites do mundo inteiro já haviam informado o ocorrido.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a fabricação dos livros é necessária a derrubada de árvores, não com tanto impacto quanto em outros setores da fabricação de outros produtos, mas ainda assim, há um dano ambiental. Na minha opinião, acredito que os e-books sejam muito importantes para o meio ambiente, com eles podemos ter muito mais acesso a conteúdos diversos com um preço muito reduzido, o que também facilita muito a divulgação de novos trabalhos que não teriam espaço nas edições escritas. Tenho, como muitas pessoas, dificuldade em trocar os livros da minha prateleira por livros no computador, mas aos poucos vou me adaptando e um dia conseguirei chegar lá e conseguir utilizar mais os e-books.<br />
Com cada vez mais aparelhos específicos para a leitura de e-books e a diminuição do preço destes aparelhos (embora no Brasil ainda seja bem elevado), ficou mais fácil contornar o incômodo de ficar em frente ao computador para ler seu livro. Muitos celulares também executam os e-books, o que pode contribuir para a divulgação da nova tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, posso dizer que o livro físico não está morrendo, e espero que não morra totalmente, mas com certeza ele irá diminuir no mercado com a popularização dos e-books e a grande acessibilidade que a tecnologia traz, o que é bom, pois existem muitas vantagens com esta troca e é claro que o meio ambiente também agradece!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Até a Próxima!</strong></p>
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		<title>O que você faz com seu e-lixo?</title>
		<link>http://diariodoverde.com/o-que-voce-faz-com-seu-e-lixo/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 14:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Casadei]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Verde]]></category>
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		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Há muito tempo se fala do e-lixo, que é o que sobra de todos os equipamentos eletrônicos que consumimos, é o descarte de computadores ultrapassados, celulares velhos, aquele Discman antigo que foi substituído pelo MP3, e até mesmo o MP3, que foi esquecido com a chegada dos MPs 4,5,6,7,8,9,&#8230;&#8230;n. Você sabe o que acontece com [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Há muito tempo se fala do e-lixo, que é o que sobra de todos os equipamentos eletrônicos que consumimos, é o descarte de computadores ultrapassados, celulares velhos, aquele Discman antigo que foi substituído pelo MP3, e até mesmo o MP3, que foi esquecido com a chegada dos MPs 4,5,6,7,8,9,&#8230;&#8230;n. Você sabe o que acontece com o seu lixo eletrônico? Você faz algo com o seu lixo eletrônico? Sabe o qual é o impacto para o meio-ambiente?<br />
Não é de se espantar quando conto-lhes que os Estados Unidos são os maiores produtores de lixo eletrônico do mundo, seguido pela Europa Central, mas sabia que o lixo produzido pelos EUA vem para o Brasil (e também para Argentina, China, Chile, Emirados Árabes, Filipinas, Gana, Haiti, índia, Indonésia, México, Malásia, Nigéria, Quênia, Singapura, Tailândia, Tanzânia, Venezuela e para o Vietnã)? Pois é, descobri lendo artigos e revistas que a maior parte do lixo eletrônico produzido no mundo (pelos países desenvolvidos) é enviado a países pobres ou subdesenvolvidos.<br />
A Europa Central também envia seu lixo para alguns países da África, Ásia e Oriente Médio, mas é o segundo país que mais recicla o e-lixo, em primeiro lugar esta o Japão.<br />
Você sabia que o mundo produz por ano cerca de 50 milhões de toneladas de e-lixo (estimativa de 2011)? Isso é muito lixo, mas também pode ser muito dinheiro, pois os eletrônicos possuem materiais preciosos (em pequena quantidade) em sua composição. A extração destes metais é trabalhosa, mas o meio ambiente agradece.<br />
Um notebook possui cerca de 500g de cobre; 1g de prata; 220mg de ouro; 80mg de paládio, além das 65g de cobalto encontrados em sua bateria. Um celular possui cerca de 25mg de ouro também, dentre outros materiais. Estes números podem não ser muito expressivos quando estão sozinhos, mas quando falamos em mais unidades, podemos ter muito ouro e cobre destes produtos.<br />
Imaginem então, se todos os computadores fossem jogados em um aterro sanitário comum. A contaminação do solo poderia ser irreversível, pois muitos metais são pesados e poluem o solo e as águas, e pior ainda acontece com os monitores CRT (aqueles antigos, como as televisões), estes monitores possuem muito fósforo em sua composição, que poderia poluir o solo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mas então o que fazer com o e-lixo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Diversas ações podem proteger o meio-ambiente dos aparelhos eletrônicos sem uso:<br />
<strong>-Doação:</strong> Um computador antigo ou um celular velho (claro que em funcionamento) pode não servir para você, mas outros podem querer. Em São Paulo, algumas ONGs recolhem estes aparelhos e em Sorocaba-SP, existe uma iniciativa que recicla computadores antigos, em cursos de Hardware, onde os alunos consertam e montam novos PCs a partir de peças velhas.<br />
<strong>-Novas Funções: </strong>Aquele MP3 que você não usa mais pode ser usado como PenDrive ou aquele celular antigo pode ser levado para a balada no lugar do novo, já que é muito fácil de se perder ou ser roubado em alguns lugares;<br />
<strong>-Reciclagem:</strong> Muitas empresas já fazem a reciclagem do lixo eletrônico no Brasil. Em São Paulo também, a USP recebe o e-lixo para a reciclagem, na região de Sorocaba, a escola de informática Microcamp também recebe o lixo e envia para o tratamento. Há também um site da Secretaria do Meio Ambiente do Governo de São Paulo (<a href="http://www.e-lixo.org/">http://www.e-lixo.org/</a>) onde podem ser visualizados pontos de coleta do e-lixo.</p>
<div><a rel="attachment wp-att-1534" href="http://www.diariodoverde.com/o-que-voce-faz-com-seu-e-lixo/elixo/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1534" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/04/elixo.jpg" alt="" width="263" height="191" /></a></div>
<p style="text-align: justify;">Enfim, é muito importante cuidar para que o e-lixo seja levado para o local correto, e não seja despejado em qualquer lugar. As baterias de celulares, computadores e pilhas, além dos monitores CRT são os mais poluidores, mas todo material eletrônico polui.<br />
Procure saber se em sua cidade existe postos de coleta, geralmente universidades públicas possuem algum projeto na área. Caso não haja, procure fazer a sua parte e tentar dar um fim mais adequado ao seu lixo, sempre haverá alguém que olhará o seu lixo como forma de ganhar algum dinheiro reciclando-o.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Faça a sua parte também!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fontes:</strong> INFO EXAME, Abril 2011, ed. 302 ; <a href="http://www.e-lixo.org/">E-lixo Maps</a>.</p>
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