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	<title>Diário do Verde &#187; Semana do Meio Ambiente e da Ecologia</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Ambiente e Ecologia: refletir é preciso</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 02:57:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Datas Comemorativas]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[Sabe que dia é hoje? Dia Mundial do Meio Ambiente e Dia da Ecologia. O típico 5 de Junho onde a sociedade fica-se questionando aos berros o que de fato, temos para se orgulhar, ver o que já se consumou e discute ainda, o que poderemos esperar do futuro. Deixando de lado as observações recorrentes, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-2311" title="Planeta Verde" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Planeta-Verde-580x435.jpg" alt="" width="580" height="435" /></p>
<p style="text-align: justify;">Sabe que dia é hoje? <strong>Dia Mundial do Meio Ambiente e Dia da Ecologia</strong>.<br />
O típico 5 de Junho onde a sociedade fica-se questionando aos berros o que de fato, temos para se orgulhar, ver o que já se consumou e discute ainda, o que poderemos esperar do futuro. Deixando de lado as observações recorrentes, que muito pouco servem pra alguma coisa, direcionemos para o &#8220;eu&#8221;.<br />
Queremos um meio ambiente perfeito, uma ecologia melodiosa, com efeito, resmungamos, criticamos, xingamos o governo e descontamos a culpa nos outros. Mas o principal, acabamos por muitas vezes, cometendo o pecado de se esquecer: nós mesmos! É a gente que tem o maior poder de transformação.<br />
Ficar com os braços cruzados esperando as coisas acontecerem por parte dos outros, para não dizer &#8220;caírem do céu&#8221;, é a pior coisa. Não que ninguém tenha a capacidade de fazer algo, mas é uma questão de pura inteligência: o nosso próximo só muda se quiser mudar, e geralmente isso acontece quando ele vê um exemplo. Já &#8220;eu&#8221; mudo sem maiores dificuldades, temos a autoridade sobre nossas vidas. Não saia por aí pensando que <strong>ser amigo da natureza</strong> é plantar uma árvore e fica tudo por isso mesmo. Ou ficar aos cantos anunciando: preserve, preserve, preserve, seja eco! É muito além disso: <strong>é atitude</strong>, <strong>é consciência</strong>, <strong>é uma verdadeira renovação do ser</strong>.<br />
Comece a se questionar sobre as suas ações, o que você faz, o que deixa de fazer &#8211; por comodismo, talvez. Reflita, dedique-se a aprender e valorizar a sua casa. Por mais que queiramos negar, ou por não encontrarmos respostas mesmo &#8211; guiados pelas desilusões fartas deste mundão sem razões, estamos integrados ao verde do Planeta. O ambiente é resultado da soma de nossas mãos, do nosso trabalho. A ecologia, também.<br />
Sejamos multiplicadores da esperança: todos nós precisamos dar o primeiro passo, rever os valores e persistir em nossos objetivos. <em>Seguir em frente</em>, como diria Walt Disney. O resto, o tempo ajuda.</p>
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		<title>Panorama Global &#8211; Meio Ambiente no Mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 02:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Enquetes e Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
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		<description><![CDATA[Dados &#8211; Meio Ambiente no Mundo &#8211; 2011 Análise minuciosa feita pelo Diário do Verde, comparando e indicando a situação ambiental atual em todos os continentes do mundo. Compare a evolução dos índices, acesse este outro documento (2010), também de autoria do Diário do Verde, que relata os dados ambientais do ano de 2000. Base [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a title="View Dados - Meio Ambiente no Mundo - 2011 on Scribd" href="http://pt.scribd.com/doc/57165555/Dados-Meio-Ambiente-no-Mundo-2011" style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;">Dados &#8211; Meio Ambiente no Mundo &#8211; 2011</a> <object id="doc_84710" name="doc_84710" height="600" width="100%" type="application/x-shockwave-flash" data="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" style="outline:none;" ><param name="movie" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf"><param name="wmode" value="opaque"><param name="bgcolor" value="#ffffff"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><param name="FlashVars" value="document_id=57165555&#038;access_key=key-yd9vo81drcz7p3mwc28&#038;page=1&#038;viewMode=list"><embed id="doc_84710" name="doc_84710" src="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf?document_id=57165555&#038;access_key=key-yd9vo81drcz7p3mwc28&#038;page=1&#038;viewMode=list" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="600" width="100%" wmode="opaque" bgcolor="#ffffff"></embed></object></p>
<p>Análise minuciosa feita pelo Diário do Verde, comparando e indicando a situação ambiental atual em todos os continentes do mundo.<br />
Compare a evolução dos índices, <a href="http://pt.scribd.com/doc/34348541/AREA-VERDE-DADOS" target="_blank"><strong>acesse este outro documento (2010)</strong></a>, também de autoria do Diário do Verde, que relata os dados ambientais do ano de 2000.<br />
<em>Base para o levantamento:</em> Almanaque Abril.</p>
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		<title>O que os brasileiros pensam do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável?</title>
		<link>http://diariodoverde.com/o-que-os-brasileiros-pensam-do-meio-ambiente-e-do-desenvolvimento-sustentavel/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Jun 2011 00:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Enquetes e Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Semana do Meio Ambiente e da Ecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Impacto ambiental dos brasileiros (e suas ações para diminuí-lo) Pesquisa* do Ministério do Meio Ambiente que ouviu 1100 pessoas de onze capitais, traz as seguintes informações: 77% preferem lâmpadas que gastem menos energia; 27% compram produtos feitos de material reciclado; 53% preferem produtos com embalagem reciclável; 62% compram água engarrafada; 17% deixaram de comprar algum [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: large;">Impacto ambiental dos brasileiros</span><br />
<em><span style="font-size: medium;">(e suas ações para diminuí-lo)</span></em></strong></p>
<hr />
<p style="text-align: right;">Pesquisa* do Ministério do Meio Ambiente que ouviu 1100 pessoas de onze capitais, traz as seguintes informações:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>77%</strong> preferem lâmpadas que gastem menos energia;<br />
<strong>27%</strong> compram produtos feitos de material reciclado;<br />
<strong>53%</strong> preferem produtos com embalagem reciclável;<br />
<strong>62%</strong> compram água engarrafada;<br />
<strong>17%</strong> deixaram de comprar algum produto prejudicial ao ambiente;<br />
<strong>70%</strong> jogam pilhas e baterias no lixo doméstico;<br />
<strong>66%</strong> descartam remédios no lixo doméstico;<br />
<strong>33%</strong> jogam tintas e solventes no lixo doméstico;<br />
<strong>70%</strong> concordam que os recursos naturais são finitos e precisam ter o uso controlado;<br />
<strong>59%</strong> acreditam que a preservação dos recursos naturais deve ter prioridade sobre o crescimento econômico;<br />
<strong>77%</strong> descartam o óleo usado na pia da cozinha;<br />
<strong>17%</strong> possuem lixo eletrônico guardado em casa;<br />
<strong>66%</strong> estão dispostos a separar o lixo para reciclagem;<br />
<strong>63%</strong> pretendem eliminar o desperdício de água;<br />
<strong>46%</strong> reduziriam o consumo de energia elétrica para ajudar o planeta;<br />
<strong>60%</strong> deixariam de usar sacolas plásticas;<br />
<strong>18%</strong> fariam boicote a produtos de empresas poluidoras;<br />
<strong>12%</strong> pagariam impostos para despoluir rios;<br />
<strong>66%</strong> acham que o desperdício da água terá consequências sérias no futuro;<br />
<strong>59%</strong> julgam necessárias mudanças nos hábitos de consumo, transporte e alimentação para evitar problemas ambientais.</p>
<p style="text-align: justify;">Comentários de <strong>Marina Silva</strong><sup>1</sup>:</p>
<p style="text-align: justify;">-&gt; Nove entre dez brasileiros acreditam que da forma como usamos a água, dentro de pouco tempo não teremos água para beber;<br />
-&gt; Apenas um em cinco concorda que a preocupação com o meio ambiente no Brasil é exagerada;<br />
-&gt; Quase um quinto da população tem lixo eletrônico em casa por não saber o que fazer com ele.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;"><sup>1</sup>Quase 20% dos eleitores brasileiros votaram em Marina Silva para Presidente no ano passado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">*Publicada na Revista Veja, Especial Sustentabilidade (22-Dez-2010), pág.98, da Editora Abril. Série histórica que vem sendo realizada desde 1992 pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) em conjunto com o Iser e outras organizações. <strong>Dados:</strong> Instituto Synovate.</span></p>
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		<title>31 Maneiras para ser Verde! / 31 Ways to Go Green!</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 23:15:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Semana do Meio Ambiente e da Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Traduções]]></category>

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		<description><![CDATA[Gostou das sugestões? Não deixe de aplicá-las no seu cotidiano e passá-las adiante! A versão original deste calendário em inglês está disponível neste link. Se houver algum erro ou nota que queira fazer, sobre a tradução, a hora é essa! Diga o que achou do Calendário Verde, deixe o seu comentário :] PS: Agradecimento especial [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-2263" title="31 Maneiras para Ser Verde - Diário do Verde" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/31-Maneiras-para-Ser-Verde-580x783.png" alt="31 Maneiras para Ser Verde - Diário do Verde" width="580" height="783" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gostou das sugestões?</strong> Não deixe de aplicá-las no seu cotidiano e passá-las adiante!<br />
A versão original deste calendário em inglês está disponível <a href="http://www.southernct.edu/wellness/uploads/textWidget/wysiwyg/documents/Go_Green_calendar.jpg" target="_blank">neste link</a>.<br />
Se houver algum erro ou nota que queira fazer, sobre a tradução, a hora é essa!<br />
Diga o que achou do Calendário Verde, deixe o seu comentário :]</p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-size: x-small;"><strong>PS:</strong> Agradecimento especial para a minha Professora de Inglês, Sueli / Ajuda na Tradução.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Biomas do Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 22:45:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[Zonas Litorâneas]]></category>

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		<description><![CDATA[A natureza "canarinho", em suas múltiplas faces.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Bioma</strong> é um conjunto de ecossistemas que formam uma comunidade estável e desenvolvida, adaptada às condições naturais de uma região e geralmente caracterizada por um tipo principal de vegetação. Abaixo, você tem a divisão do Brasil em nove biomas. Naturalmente, trata-se de uma classificação geral, pois no território brasileiro combinam-se vários tipos de ecossistema, de clima, de vegetação, de solo e de relevo, criando uma gama de sistemas ambientais em mudança constante.<br />
A formação dos biomas contou com a importante ação da espécie humana, atuante milhares de anos atrás. Com o uso do fogo, os homens ampliaram o cerrado, bem como agiram de forma decisiva na expansão da região das castanheiras, no Norte, e da floresta de araucárias, no Sul. Caçadores-coletores, cerca de 8 mil anos atrás, queimavam as matas nas bordas da Amazônia como técnica de caça. Há cerca de 4 mil anos, índios começavam a pôr fogo no coração da floresta para plantar, criando a técnica da coivara e modificando a configuração da mata.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CAATINGA</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Caatinga.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2048" title="Caatinga" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Caatinga-580x463.jpg" alt="" width="580" height="463" /></a>Abrigando o sertão nordestino, a caatinga tem uma vegetação típica de regiões semiáridas, com perda de folhas na estação seca. Sua área, de cerca de 800 mil quilômetros quadrados, registra secas prolongadas. Caatinga é uma palavra originária do tupi-guarani que significa &#8220;mata branca&#8221; (alusão às plantas sem folhas). Único sistema ambiental exclusivamente brasileiro, está presente nos estados do Ceará, do Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Pernambuco, de Sergipe, de Alagoas, da Bahia, do Piauí e do norte de Minas Gerais. As temperaturas médias anuais são elevadas: oscilam entre 25 °C e 29 °C. O clima é semiárido, e os solos são predominantemente rasos e pedregosos. Menos de 1% de sua área está protegida por unidades de conservação integral. A caatinga é um exemplo de convivência do homem com a vegetação natural, graças ao desenvolvimento de técnicas de cultivo em clima árido. São quatro séculos de presença humana sem a erradicação da cobertura vegetal, como se deu com a maior parte da mata Atlântica e ocorre com a Amazônia.<br />
Quanto à vegetação, as plantas da caatinga são xerófilas, ou seja, adaptadas ao clima seco e à pouca quantidade de água. Algumas armazenam água; outras possuem raízes superficiais para captar o máximo das chuvas. Há as que contam com recursos para diminuir a transpiração, como espinhos e poucas folhas. A vegetação é formada por três estratos: o arbóreo, com árvores de até 20 metros; o arbustivo, com vegetação de 2 a 5 metros; e o herbáceo, abaixo de 2 metros. Entre as espécies mais conhecidas estão a umburana, o umbuzeiro e o mandacaru. Com algumas dessas plantas são produzidos ceras, fibras, óleos vegetais e, principalmente, forragem para a pecuária, a base da renda dos vaqueiros e dos fazendeiros do sertão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CAMPOS</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Campos.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2055" title="Campos" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Campos-580x385.jpg" alt="" width="580" height="385" /></a>Ocupam áreas descontínuas do país e aparecem na Região Norte na forma de savanas de gramíneas baixas no Amazonas, em Roraima e no Pará. Na Região Sul, os campos são pradarias mistas subtropicais. Os campos do Sul são formados, principalmente, pelos pampas gaúchos, região plana, de vegetação aberta e de pequeno porte, que se estende do Rio Grande do Sul ao Uruguai e à Argentina. A vegetação forma um tapete herbáceo que não atinge 1 metro de altura, com pouca variedade de espécies. Sete tipos de cacto e de bromélia são endêmicos dos campos da região.<br />
A vegetação dos campos reúne herbáceas, gramíneas e pequenos arbustos, com características diversas, conforme a região. Os campos em que predominam apenas as gramíneas são chamados de campos limpos. Quando há também os arbustos, são denominados campos sujos. Em áreas de altitude superior a 1,4 mil metros, são chamados de campos de altitude, como os da serra da Mantiqueira e do Planalto das Guianas. Os campos da hileia são um tipo de formação rasteira encontrada na Amazônia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CERRADO</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Cerrado.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2046" title="Cerrado" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Cerrado-580x395.jpg" alt="" width="580" height="395" /></a>O segundo maior bioma brasileiro, teve a participação do homem em sua formação, com o uso intenso do fogo há mais de 10 mil anos (por povos caçadores-coletores e, depois, pelos índios). A presença de três grandes bacias hidrográficas da América do Sul na região (Tocantins-Araguaia, São Francisco e Prata) favorece a biodiversidade, bastante afetada pela expansão agrícola.<br />
A vegetação do cerrado caracteriza-se pela presença de pequenos arbustos e árvores retorcidas, com cortiça (casca) grossa e folhas recobertas de pelugem. Encontram-se, ainda, gramíneas e o cerradão, tipo mais denso de cerrado que abriga formações típicas de florestas, em especial árvores de até 20 metros, esparsas e disseminadas entre arbustos. O solo, deficiente em nutrientes e com alta concentração de alumina (mineral da bauxita) dá à mata uma aparência seca, de savana tropical. As plantas têm raízes longas, que retiram nutrientes e água do solo a mais de 15 metros de profundidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FLORESTA AMAZÔNICA</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Amazonia.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2047" title="Amazônia" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Amazonia-580x386.jpg" alt="" width="580" height="386" /></a>A maior floresta tropical do mundo atualmente, ocupa o norte do território brasileiro, nos estados do Acre, do Amazonas, do Pará, de Rondônia, de Roraima, do Amapá, de Mato Grosso, do Tocantins e do Maranhão, estendendo-se também por países vizinhos &#8211; Suriname, Guiana, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia e o território da Guiana Francesa. O clima quente e úmido e a densa rede de rios deram origem a uma floresta com grande riqueza de espécies animais e vegetais. Cada nível da floresta é habitado por diferentes comunidades. Os insetos espalham-se do chão às árvores mais altas. Aves e macacos ficam nos níveis superiores. Roedores, anfíbios e animais rastejadores exploram os estratos mais baixos. No solo, estão os felinos, como a onça-pintada e a jaguatirica, os maiores predadores do bioma (presentes também nos demais biomas brasileiros), além de jabutis, cutias, pacas e antas. Jacarés, ariranhas e grandes cobras, como a sucuri, vivem às margens dos rios. Longe de ser homogênea, a área da floresta Amazônica tem manchas de cerrado, com vegetação do tipo savana, adaptada às áreas mais secas; e campos e lavrados como os de Roraima, em que predominam as gramíneas.<br />
A floresta Amazônica tem vegetação latifoliada, na qual predominam as espécies de folhas largas, comuns em regiões de clima equatorial, quente e úmido. Apresenta três tipos de mata: de igapó, de várzea e de terra firme. A mata de igapó ocorre no solo inundado, principalmente no baixo Amazonas, e reúne espécies vegetais como o mucuri, a sumaúma, o jaruari e a vitória-régia.<br />
A mata de várzea é própria das áreas periodicamente inundadas, chamadas terraços fluviais. Intermediárias entre os igapós e a terra firme, as espécies da mata de várzea têm formações variadas, como seringueira, palmeira, jatobá e maçaranduba,<br />
As matas de terra firme correspondem à parte mais elevada do relevo. Com solo seco, livre de inundação, as árvores chegam a 65 metros de altura. Em terra firme, encontram-se espécies como o castanheiro, o mogno e o guaraná.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MATA ATLÂNTICA (FLORESTA ESTACIONAL)</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-Atlantica.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2054" title="Mata Atlântica" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-Atlantica-580x385.jpg" alt="" width="580" height="385" /></a>Considerada um dos biomas mais ameaçados do planeta, a mata Atlântica é, na verdade, um mosaico de ecossistemas diversificados. Há 500 anos, a mata Atlântica cobria cerca de 15% do que hoje é o território nacional, espalhando-se por 1,3 milhão de quilômetros quadrados na área litorânea do Brasil, desde o Rio Grande do Norte até Santa Catarina. Sua destruição em larga escala começou na segunda metade do século XIX, com a expansão das lavouras de café. Atualmente, a área restante se resume a 7,9% da original, preservada, sobretudo, graças à presença da serra do Mar, que funciona como um obstáculo à ação humana. É o bioma do país mais bem protegido pela lei.<br />
Muito dos animais brasileiros ameaçados de extinção vivem em suas florestas: espécies de mico-leão, o macaco muriqui (monocarvoeiro), a lontra, o tatu-canastra e a onça-pintada. Com clima tropical, quente e úmido, a mata Atlântica apresenta um relevo de planaltos e serras. Sua área abrange as bacias do Paraná, Uruguai, Paraíba do Sul, Doce, Jequitinhonha e São Francisco.<br />
Quanto à vegetação, entre as florestas tropicais, a mata Atlântica é a que apresenta a maior biodiversidade por hectare do planeta, com espécies vegetais como ipê, quaresmeira, cedro, palmiteiro, canela, imbaúba, jequitibá-rosa e figueiras.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MATA DE ARAUCÁRIA (PINHEIRAL)</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-de-Araucaria.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2052" title="Mata de Araucaria" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-de-Araucaria-580x435.jpg" alt="" width="580" height="435" /></a>Vegetação típica de clima subtropical, a mata de araucária é um bioma associado à mata Atlântica. Originalmente era encontrada em abundância na Região Sul e em alguns trechos do estado de São Paulo. Ocupava cerca de 100 mil quilômetros quadrados, mas, atualmente, está reduzida a 12% dessa área, segundo pesquisa de 2008 da SOS Mata Atlântica. Os espécimes centenários foram derrubados ou queimados maciçamente na primeira metade do século XX, para dar lugar às plantações de milho, trigo e uva e para abastecer as serrarias.<br />
A vegetação registra árvores aciculifoliadas, com folhas em forma de agulha. A espécie dominante é a <em>Araucaria angustifolia</em>, nome científico do pinheiro-do-paraná, cujo fruto é o pinhão, que atinge mais de 30 metros de altura. Também são importantes o xaxim e a bracatinga, que se desenvolvem sob as araucárias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MATA DE COCAIS (MEIO NORTE)</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-de-Cocais.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2049" title="Mata de Cocais" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-de-Cocais-580x435.jpg" alt="" width="580" height="435" /></a>Ocupa uma zona de transição entre as florestas úmidas da bacia Amazônica e as terras semiáridas do nordeste brasileiro, no Maranhão e no Piauí e no norte do Tocantins. Esse bioma se caracteriza por solos secos e florestas dominadas por palmeiras. O clima é úmido, e a vegetação fica mais exuberante à medida que se avança para oeste.<br />
Definida como um sistema de transição, a vegetação da mata de cocais inclui palmeiras, como buriti, oiticica, babaçu e carnaúba. No oeste, é mais frequente o babaçu, que chega a atingir 20 metros de altura. No lado seco, a leste, predomina a carnaúba, com até 20 metros de altura.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PANTANAL MATO-GROSSENSE</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Pantanal.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2053" title="Pantanal" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Pantanal-580x187.jpg" alt="" width="580" height="187" /></a>É uma das maiores planícies inundáveis do planeta, distribuída pelo sudoeste de Mato Grosso, oeste de Mato Grosso do Sul, Paraguai e Bolívia. É considerada uma área de transição entre a Amazônia e o cerrado, ao norte, e o Chaco, na bacia do rio Paraguai, ao sul. Esse mosaico de ecossistemas intercala regiões de cerrado e floresta úmida, além de áreas aquáticas e semiaquáticas. O início das chuvas nas regiões altas, em novembro, faz subir o nível dos rios na bacia do Paraguai e há inundação de até dois terços da área pantaneira de planície. A vazão acontece pelo rio Paraguai. Em 2001, o Pantanal foi reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como patrimônio natural da humanidade.<br />
A vegetação diversifica-se conforme três tipos de áreas: as alagadas e as que não sofrem inundação. Nas áreas alagadas, a vegetação de gramíneas desenvolve-se no inverno e serve de alimento para o gado. Nas de eventuais alagamentos, encontram-se, além de vegetação rasteira, arbustos e palmeiras, como o buritie o carandá. Nas que não sofrem inundação, predominam os cerrados e, em pontos mais úmidos, espécies arbóreas da floresta tropical.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ZONAS LITORÂNEAS</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Zonas-Litorâneas-do-Brasil-Atlântico-Sul.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2050" title="Zonas Litorâneas do Brasil - Atlântico Sul" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Zonas-Litorâneas-do-Brasil-Atlântico-Sul-580x509.jpg" alt="" width="580" height="509" /></a>A costa brasileira possui mais de 7 mil quilômetros de extensão em linha contínua e oferece vários tipos de paisagem &#8211; dunas, ilhas, praias, recifes, costões rochosos, baías, estuários, brejos e falésias. A região é povoada por uma enorme variedade de animais e vegetais. O litoral brasileiro pode ser dividido em quatro grandes zonas distintas, da região norte para a região sul:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Litoral amazônico</strong>, do rio Oiapoque ao delta do Parnaíba, trecho coberto por manguezais e matas de várzea.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Litoral nordestino</strong>, do delta do Parnaíba ao Recôncavo Baiano, que alterna dunas, falésias, restingas e manguezais. É o habitat de várias espécies de tartaruga e do peixe-boi-marinho, em risco de extinção.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Zona litorânea do Sudeste</strong>, do Recôncavo à divisa entre São Paulo e Paraná. Apesar de ser a região mais densamente povoada, é também a que preserva as maiores porções da mata Atlântica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Litoral sul</strong>, que abrange a costa de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, caracteriza-se por manguezais, costões e, a partir de Torres, por uma faixa contínua de praia.</p>
<p style="text-align: justify;">O mangue e a restinga são as formações de vegetação próprias das zonas litorâneas. O mangue é composto de arbustos e espécies arbóreas que ocorrem ao longo de todo o litoral do país. São predominantes as espécies vegetais de troncos finos e raízes aéreas e respiratórias (raízes-escora), adaptadas à salinidade e aos solos pouco oxigenados e lamacentos. Entre os tipos de manguezal, estão o mangue-seriba, o mangue vermelho e o mangue branco. Rico em matéria orgânica, o mangue exerce papel importante na reprodução e no abrigo de espécies da fauna marinha.<br />
A restinga é uma vegetação de terrenos salinos, formados por areia e pedras e cobertos por ervas, arbustos e árvores. Essa formação ocorre do litoral da Bahia ao do Rio de Janeiro e também no litoral do Rio Grande do Sul. Os destaques são a aroeira-de-praia e o cajueiro. A faixa interiorana é composta de arbustos e árvores, como a caxeta e o jerivá.</p>
<p style="text-align: right;"><em><span style="font-size: x-small;">Dados extraídos do Almanaque Abril 2011.</span></em></p>
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		<title>A problemática da água doce</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 01:45:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[água doce]]></category>
		<category><![CDATA[água salgada]]></category>
		<category><![CDATA[recursos hídricos]]></category>
		<category><![CDATA[Semana do Meio Ambiente e da Ecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Quase 100% de toda a água disponível no mundo é salgada. Uma parcela mínima, correspondente a apenas 2,5%, é água doce (para você que adora estatísticas, acesse este outro artigo). Não é nenhuma novidade o alerta que diz que, dentro em breve, a água virá a faltar. Em geral, os especialistas estimam que dentro de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-2200" title="Água Doce" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/agua_doce-580x385.jpg" alt="" width="580" height="385" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quase 100% de toda a água disponível no mundo é salgada. Uma parcela mínima, correspondente a apenas 2,5%, é água doce (para você que adora estatísticas, <a href="http://www.diariodoverde.com/a-agua-como-voce-nunca-viu/">acesse este outro artigo</a>). Não é nenhuma novidade o alerta que diz que, dentro em breve, a água virá a faltar. Em geral, os especialistas estimam que dentro de 50 anos, grande parte da população mundial virá a sofrer com uma grave falta do líquido. Outros, são ainda mais pragmáticos: não dão mais que 20 ou 30 anos. A água que nós temos hoje é a mesma que esteve presente na Terra por milhões e milhões de anos, no que refere-se a quantidade (estável). O número de pessoas cresce em um ritmo desproporcional, a pressão sob o bem tão escasso está intolerável. O tratamento de água é caro, não é fácil e requer um árduo trabalho. Direto ao ponto: <strong><a href="http://www.diariodoverde.com/agua-cuidar-para-nao-faltar/">a água limpa está em falta</a></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando nisso, eis que surgiu a ideia de separar o sal da água do mar. Um método dispendioso e aparentemente brilhante de solucionar a problemática da água. Não passa de ilusão. Para se obter 1 litro de água através da dessalinização, é necessário o gasto de 2 a 5 litros, em média, de água doce! <span style="text-decoration: underline;">A matemática é simples:</span> para se produzir água, é necessário o gasto de energia. Um dos líquidos de maior potencial calorífico, consequentemente energético que se conhece, é a água. Ou seja: um meio excelente para a geração de energia. Só que a água salgada não serve para este processo de fabricação, tem de ser a água doce. Ou seja, para se produzir água boa para se beber, já tem de se ter água nestas condições. Além disso, tem um outro ponto a se pensar: e o que fazer com o sal, resultado final deste processo? Não vai ter lugar para acomodá-lo! Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o consumo ideal de sal, por pessoa/dia, é equivalente a 5g. O sal em excesso é responsável por várias doenças, dentre elas uma das principais causas de morte: a hipertensão, a popular pressão alta. Nem se nos entupíssemos de comer sal, comendo vá lá 20g por dia, 4x mais do que o recomendado, conseguiríamos nos livrar dele (é claro que fazer isto seria uma loucura). O custo-benefício, como pode se perceber, é negativo. <strong>É inviável</strong> <em>&#8211; para não dizer surreal &#8211;</em> <strong>transformar a água doce em água salgada!</strong><br />
Eis que surge a questão: mas e a energia solar, por exemplo, não serve? Também não. Ninguém conseguiu chegar a alternativas e soluções viáveis para a problemática da água. O que é certo é que, se o painel atual não melhorar, estamos destinados a um amanhã nada agradável, no estilo da <a href="http://www.diariodoverde.com/carta-de-2070/">Carta de 2070</a>. Quando se fala em economizar água, trata-se de um assunto muito sério. Quando se fala em proteger os aquíferos, reservas hídricas, não é brincadeira. Nos próximos anos, a água doce (ou potável, como preferir) valerá muito mais que o petróleo e outros minerais ditos hoje &#8220;preciosos&#8221;. A questão da água é emblemática, profunda. É um assunto que merece destaque e atenção. Desafiamos o curso natural das coisas, uma hora, o retorno vem. Assim como muitas outras maravilhas do nosso planeta, a água é o que é, finita. Não há outra saída a não ser preservar. Sem ela, não haverá vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PS:</strong> Este artigo, polêmico por saltar os olhos uma necessidade que custamos a enxergar, de um aspecto totalmente diferente (agradecimento especial ao meu professor Paulo, de Química, referência para a criação deste conteúdo), abre as comemorações da <strong>Semana do Meio Ambiente e da Ecologia</strong>, no Diário do Verde, que será realizada entre os dias 01 e 05 de Junho.</p>
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