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	<title>Diário do Verde &#187; Reflexão</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Levem Tudo, Menos Minha Imaginação</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jun 2014 13:59:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Brinquedo]]></category>
		<category><![CDATA[Clever Pack]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
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		<category><![CDATA[Lego]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Tampas de garrafa]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Um menino caminha e caminhando chega no muro E ali logo em frente a esperar pela gente o futuro está E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar Não tem tempo nem piedade nem tem hora de chegar Sem pedir licença muda nossa vida Depois convida a rir ou chorar&#8221; (Aquarela, Toquinho) Parece-me que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Um menino caminha e caminhando chega no muro</em><br />
<em>E ali logo em frente a esperar pela gente o futuro está</em><br />
<em>E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar</em><br />
<em>Não tem tempo nem piedade nem tem hora de chegar</em><br />
<em>Sem pedir licença muda nossa vida</em><br />
<em>Depois convida a rir ou chorar&#8221;<br />
</em>(Aquarela, <strong>Toquinho</strong>)</p>
<p style="text-align: justify;">Parece-me que toda minha vida profissional levou-me a trabalhar com crianças. Um olhar e já iniciamos uma &#8220;conversa&#8221;. Um sobrinho acha curioso o fato de eu conhecer muitos desenhos animados, videogames de diversas plataformas e ler HQs (Histórias em Quadrinhos). Quando foi reformada a casa de minha família, os pedreiros ainda encontraram muitos brinquedinhos no jardim de casa. Era a minha floresta. Não passamos de fase (de criança para adolescente e depois para adulto). Estas experiencias são cumulativas, logo nunca deixamos de ser aquela criança. A maioria apenas esquece (infelizmente!).</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje trago a vocês leitores uma forma do poder da imaginação. Como é incrível! Falo isso porque ao ler um artigo da revista da <a href="http://www.fapesp.br/" target="_blank">FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa de Estado de São Paulo)</a>, &#8221; <strong><a href="http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/06/16/duas-vidas-da-tampinha/" target="_blank">Duas Vidas da Tampinha</a></strong>&#8221; (Edição 220 &#8211; Junho de 2014), lembrei-me de uma reportagem do Fantástico de 1983 (!). O repórter João Batista Olivi conversa com uma criança que brinca com ossos: &#8220;<em>Esta é a vaquinha, este o bezerro, e aquele é o cavalho. O touro é o Azulão</em>&#8220;. Em meio a uma seca desoladora, devastadora, uma criança em <strong>sua imaginação protege e salva <em>Seu Mundo</em></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é uma das funções do brinquedo e do brincar.</p>
<p style="text-align: justify;">A novidade apresentada durante <em> </em> a <strong>14ª Conferência</strong> da <a href="http://www.anpei.org.br/" target="_blank">ANPEI (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadora) </a>foi um  produto, desenvolvido pela <a href="http://www.cleverpack.com.br/2011/" target="_blank">Clever Pack</a>, que tem como proposta &#8220;que as tampas ganhem uma nova vida”, conforme Cláudio Patrick Vollers, um dos idealizadores do produto.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 90px;">&#8220;<em>A ideia era fazer com que pelo menos parte da embalagem plástica, no caso a tampa, não tivesse como destino o lixo nem a reciclagem. “Dar uma nova utilidade para as tampinhas faz com que elas não sejam descartadas”, explica Henry Suzuki, consultor na área de propriedade intelectual e coinventor das tampinhas. Ele descobriu que existiam mais de 30 projetos semelhantes depositados em bancos de patentes pelo mundo, mas nenhum era compatível com os blocos de montar</em>&#8220;. (Revista FAPESP, Ed. 220, Junh0/2014)</p>
<p style="text-align: justify;">Após verificar que as patentes do Lego já haviam expirado, abriram-se as portas para que se criasse a primeira tampinha de garrafa compatível com o brinquedo. Ao todo, registraram-se  07 (sete) patentes no Brasil. Em pouco tempo as tampinhas venceram importantes premiações internacionais. Segundo Vollers, “<em>A indústria brasileira precisa abrir-se mais para o design, que ainda é visto por muitos empresários como algo superficial</em>”, diz Vollers.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas mãos de crianças tudo pode virar brinquedos e brincadeiras. Caixas de fósforos, tampas de caneta, peças de relógios, etc. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antoine_Lavoisier" target="_blank">Lavoisier </a>esteve sempre certo: &#8220;<em>Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma&#8221;.</em></p>
<p style="text-align: justify;">E as crianças agradecem.</p>
<p style="text-align: justify;">P.S.: Para quem não assistiu compartilho com vocês o trecho da reportagem a que me referi. Para que possam brincar também com <strong>Cleyton</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://youtu.be/hUegYUpD0gI">Menino Brinca Com Ossos no Nordeste (1983)</a> &#8211; Youtube.</p>
<p style="text-align: justify;">P.S.(2): Portanto, levem tudo que tenho, menos minha Imaginação.</p>
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		<title>Do Lado De Baixo do Equador</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Mar 2014 13:04:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Deixa a tristeza pra lá, vem comer, me jantar Sarapatel, caruru, tucupi, tacacá Vê se me usa, me abusa, lambuza Que a tua cafuza Não pode esperar Deixa a tristeza pra lá, vem comer, me jantar Sarapatel, caruru, tucupi, tacacá Vê se esgota, me bota na mesa Que a tua holandesa Não pode esperar&#8221; (Não [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Deixa a tristeza pra lá, vem comer, me jantar</em><br />
<em>Sarapatel, caruru, tucupi, tacacá</em><br />
<em>Vê se me usa, me abusa, lambuza</em><br />
<em>Que a tua cafuza</em><br />
<em>Não pode esperar</em><br />
<em>Deixa a tristeza pra lá, vem comer, me jantar</em><br />
<em>Sarapatel, caruru, tucupi, tacacá</em><br />
<em>Vê se esgota, me bota na mesa</em><br />
<em>Que a tua holandesa</em><br />
<em>Não pode esperar&#8221;</em> (<strong>Não Existe Pedado ao Sul do Equador</strong>, Chico Buarque)</p>
<p style="text-align: justify;">Olá car@s leitores e leitoras!  Estou de volta com algumas considerações: Vocês já devem ter ouvido que o ano no Brasil só começa depois do Carnaval. Há pesquisas que indicam entre 17% à 20% da população brasileira sai as ruas para participar do Carnaval. Os quais movimentam aproximadamente R$ 6 bilhões em cinco (05) dias de festejos.</p>
<p style="text-align: justify;">Há tempos existem campanhas para que os foliões façam sexo seguro, &#8220;<em>se beber não dirija!</em>&#8220;, contra exploração sexual e trabalho infantil, e a infame &#8220;<em>não mije na rua!</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: justify;">Nem uma coisa nem outra. Senão, vejamos a situação de um certo Estado (apenas um exemplo em rede nacional). Lembra-me a anedota em que órgãos do corpo discutem quem é o mais importante no funcionamento do corpo. Enquanto coração, pulmão, fígado cérebro, etc. travam uma batalha de argumentos que exaltam suas funcionalidades, o intestino resolve fazer greve. Para tudo! Você imagina as consequências.</p>
<p style="text-align: justify;">É o que simboliza a greve de garis lá naquela cidade. Somando-se às atitudes como as do prefeito de lá e, mais os 17% à 20% de brincantes nas ruas nesta época do ano, resultado: toneladas de lixo e entulhos pelas ruas (não só nesta cidade, mas em todas as capitais e municípios brasileiros).</p>
<p style="text-align: justify;">Aí vem as <a href="http://letras.mus.br/tom-jobim/49022/" target="_blank">Águas de Março</a>, que ainda nem fecharam o verão. Bueiros entupidos, alagamentos, deslizamentos. &#8220;Caia água, caia barraco&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Chega a<strong> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quarta-feira_de_cinzas" target="_blank">Quarta-Feira de Cinzas</a></strong> cuja origem simbólica nada tem haver com o que se vive hoje. O tal do Jeitinho Brasileiro, no que tange seu aspecto mais perverso corrompeu o significado das Cinzas. Os modos de subjetivação brasileira moldam-se nesta perspectiva. <a href="http://baixarbonslivros.blogspot.com.br/2010/03/naufragos-traficantes-e-degredados.html" target="_blank">Heranças de Náufragos, Traficantes e Degradados</a> (e Políticos). No Brasil tudo pode. Porque tudo se acaba na quarta-feira de cinzas.</p>
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		<title>Outros Outubros Tu Verás</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Oct 2013 23:28:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Paula Maciel]]></category>
		<category><![CDATA[Círio de Nazaré]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Greenpeace]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;vais crescer mais que o luar, vais voar mais que as semanas, vais sorrir pro revelado, fruto da emoção na boca de que tudo é amarrado e o mundo é um, é oca.&#8221; (Círios, Vital Lima) Sou Paraense. Do tipo &#8220;Papa-Xibé&#8220;, como diria Raymundo Mário Sobral, fundador do &#8220;PQP, Um Jornal pra Quem Pode&#8221; e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/10/ana_paula-maciel.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-8032" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/10/ana_paula-maciel-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify">&#8220;<em>vais crescer mais que o luar,</em><br />
<em>vais voar mais que as semanas,</em><br />
<em>vais sorrir pro revelado,</em><br />
<em>fruto da emoção na boca</em><br />
<em>de que tudo é amarrado</em><br />
<em>e o mundo é um, é oca</em>.&#8221; (<strong>Círios</strong>, Vital Lima)</p>
<p style="text-align: justify">Sou Paraense. Do tipo &#8220;<strong><em><a href="http://acaidasletras.blogspot.com.br/2009/03/dicionario-papa-chibe.html" target="_blank">Papa-Xibé</a></em></strong>&#8220;, como diria <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Raymundo_M%C3%A1rio_Sobral" target="_blank">Raymundo Mário Sobral</a></strong>, fundador do &#8220;<em><strong>PQP, Um Jornal pra Quem Pode</strong></em>&#8221; e do &#8220;<em><strong><a href="http://noticias.orm.com.br/noticia.asp?id=254541&amp;|jornaleco+-+comendador+raymundo+m%C3%A1rio+sobral#.UltJoVAQ15Y" target="_blank">Jornaleco</a></strong></em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify">O Mês é Outubro e por aqui só se fala no<strong> Círio de Nazaré.</strong> É sempre impressionante como tanta gente se mobiliza em torno da Fé. Já fiz algumas menções  no Diário do Verde sobre o Círio (&#8220;<em><a href="http://www.diariodoverde.com/rogai-por-nos-catadores/" target="_blank">Rogai por Nós Catadores</a></em>&#8220;).</p>
<p style="text-align: justify">Também é um momento de questionamentos. Pergunto-me como é &#8220;mais fácil&#8221; convencer (ou conscientizar) que é mais importante &#8220;TER&#8221; do que &#8220;SER&#8221;? Como mais de 2 Milhões de pessoas &#8220;sabem o que fazer&#8221;, &#8220;como caminhar&#8221; e como &#8220;deve ser o Círio&#8221;? Por que não &#8220;temos&#8221; a mesma disposição para com o Meio Ambiente, ou melhor, por que não &#8220;somos&#8221; assim em relação à Natureza? Será que &#8220;somos&#8221; poucos a pensar assim? Ou ao menos questionadores do que está aí posto?</p>
<p style="text-align: justify">Como no Círio estamos mais à agradecer do que a pedir.</p>
<p style="text-align: justify">Logo, este pequeno post é um agradecimento a pessoas como a ativista do <strong><a href="http://www.greenpeace.org/brasil/pt/O-que-fazemos/Clima-e-Energia/libertem-nossos-ativistas/?gclid=COqVm_SelboCFU6Y4AodwioAPg" target="_blank">Greenpeace</a></strong>, <strong>Ana paula Maciel</strong>, que nos faz lembrar em pequenas cartas que vivemos um dia de cada vez e que Ela, a vida, &#8220;<em>é muito curta para se sentir miserável por muito tempo</em>”.</p>
<p style="text-align: justify">Leia mais sobre esse assunto em: <strong><a href="http://oglobo.globo.com/pais/cartas-de-ativista-brasileira-presa-na-russia-revelam-esperanca-10320809" target="_blank">Cartas de ativista brasileira presa na Rússia revelam esperança</a></strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Criança, a Alma do Negócio!</title>
		<link>http://diariodoverde.com/crianca-a-alma-do-negocio/</link>
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		<pubDate>Sun, 03 Feb 2013 01:17:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[consumismo]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Pensem nas crianças/ Mudas telepáticas Pensem nas meninas/ Cegas inexatas Pensem nas mulheres/ Rotas alteradas Pensem nas feridas/ Como rosas cálidas&#8221; (Rosa de Hiroshima, Vinícius de Morais) Modéstia à parte me considero um cara razoavelmente sortudo, nem tanto como o Tom Zé, nem tão &#8216;desafortunado&#8216; como o   Rafael Morais Chiaravalloti se diz (A sorte de Tom Zé e o aquecimento [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/Consumismo.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7386" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/Consumismo.jpg" alt="" width="353" height="250" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><em>&#8220;Pensem nas crianças/ </em><em>Mudas telepáticas</em><br />
<em>Pensem nas meninas/ </em><em>Cegas inexatas</em><br />
<em>Pensem nas mulheres/ </em><em>Rotas alteradas</em><br />
<em>Pensem nas feridas/ </em><em>Como rosas cálidas&#8221; (</em>Rosa de Hiroshima, Vinícius de Morais<em>)</em></p>
<p style="text-align: justify">Modéstia à parte me considero um cara razoavelmente sortudo, nem tanto como o Tom Zé, nem tão &#8216;<em>desafortunado</em>&#8216; como o   <strong><a title="Rafael Morais Chiaravalloti" href="http://www.diariodoverde.com/author/rafaelmochi" target="_blank">Rafael Morais Chiaravalloti</a></strong> se diz (<strong><a href="http://www.diariodoverde.com/a-sorte-de-tom-ze-e-o-aquecimento-global/" target="_blank">A sorte de Tom Zé e o aquecimento global!</a></strong>). Também não sou &#8216;<em>o cara</em>&#8216; da música do Roberto Carlos. Explico: durante toda minha formação profissional estive envolto em temas da infância e da saúde, meu 1º emprego (contratado) foi em uma escola infantil de tempo integral e simultaneamente em uma escola de enfermagem (professor de saúde pública). Passei em um concurso público municipal. E adivinhem?! Hoje trabalho em um centro de referência em saúde para crianças. Mas pulando o currículo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify">Estava fuçando o site do <strong><a href="http://www.mma.gov.br/" target="_blank">Ministério do Meio Ambiente (MMA)</a> </strong>e encontrei na seção &#8220;<strong><a href="http://www.mma.gov.br/publicacoes/responsabilidade-socioambiental" target="_blank">Publicações</a></strong>&#8221; da área de Responsabilidade Socioambiental uma publicação que trata justamente da criança e o consumo sustentável. Dois temas negligenciados ostensivamente e amplamente pela maioria da população. Porque criança é um tema menor (mero trocadilho), sem consciência, que ainda não entende as coisas. E porque sempre achamos que nada se acaba, que os recursos naturais são inesgotáveis (sim, ainda temos essa crença!).</p>
<p style="text-align: justify">O alarmante crescimento das campanhas publicitária voltadas para o público infantil está repleta de apelos, ilusões e armadilhas. Se por um lado há seduções veladas e explicitas voltadas para um público que ainda não possui &#8216;<em>ferramentas</em>&#8216; suficientemente adequadas que lhes ajude a avaliar e julgar suas próprias atitudes, por outro há os pais exitosos, receosos e displicentes para com a educação infantil (sobretudo para com a educação afetiva). Contudo, os marqueteiros capitalistas sanguinolentos de plantão estão aí para aproveitar as brechas, os campos férteis do desejo humano, que nós, os adultos (e os pais) deixam sem o devido acompanhamento.</p>
<p style="text-align: justify">É neste viés que iniciativas como as do <strong><a href="http://alana.org.br/" target="_blank">Instituto Alana</a></strong> (<a href="http://alana.org.br/" target="_blank">www.alana.org.br</a>) e publicações como as do <strong><a href="http://www.mma.gov.br/" target="_blank">MMA</a> </strong>intitulada: &#8220;<strong><a href="http://www.mma.gov.br/publicacoes/responsabilidade-socioambiental/category/90-producao-e-consumo-sustentaveis?download=935:consumismo-infantil-na-contramao-da-sustentabilidade" target="_blank">O consumismo infantil: na contramão da sustentabilidade</a>&#8220;</strong>, que trazem <em>&#8220;informações preocupantes, que devem estar ao alcance de pais e educadores. Entre elas, o fato de que o público infantil passa mais de cinco horas por dia na frente da televisão, de acordo com dados do Ibope. E que 64% de todos os anúncios veiculados nas emissoras de TV, monitoradas às vésperas do Dia das Crianças de 2011, foram direcionados ao público infantil, de acordo com o <strong><a href="http://alana.org.br/" target="_blank">Instituto Alana</a></strong></em>&#8220;. (Fonte: MMA)</p>
<p style="text-align: justify">&#8220;<em><strong>Ninguém nasce consumista. O consumismo é um hábito que se forma a partir de valores materialistas e que traz sérios problemas para a sustentabilidade</strong>. <strong>É possível mudar este quadro</strong>&#8220;. (Idem)</em></p>
<p style="text-align: justify">Em outras palavra: “<em>Tudo aquilo que representa uma indução de comportamento para quem ainda não tem condições de avaliar se esse comportamento é o correto poderia ser regulado</em>”. (<strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ives_Gandra_Martins" target="_blank">Ives Gandra</a></strong>, jurista e constitucionalista).</p>
<p style="text-align: justify">Para compreender mais o efeito devastador da propaganda sobre o universo infantil e o sutil (mas não menos pernicioso) desdobramento disto para o meio ambiente e a nossa qualidade de vida (já fomos crianças, como nossos pais) assistam:</p>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=49UXEog2fI8" target="_blank">Criança, A alma do negócio</a></strong></li>
</ul>
<p>[youtube http://www.youtube.com/watch?v=49UXEog2fI8]</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.muitoalemdopeso.com.br/index.html" target="_blank">Muito Além do Peso</a></strong></li>
</ul>
<p>[youtube http://www.youtube.com/watch?v=8UGe5GiHCT4]</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>E o clássico: <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=bVjhNaX57iA" target="_blank">Ilha das Flores</a></strong></div>
<p>[youtube http://www.youtube.com/watch?v=bVjhNaX57iA] </p>
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		<title>Chegou a hora de merendar</title>
		<link>http://diariodoverde.com/chegou-a-hora-de-merendar/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Jan 2013 12:55:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Merenda Escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu lanchinho, meu lanchinho Vou comer, vou comer Pra ficar fortinho, Pra ficar fortinho E crescer, e crescer! Chegou a hora de merendar, Chegou a hora de merendar Vamos comer, bem devagar, Vamos comer, bem devagar Agora preste muita atenção! Agora preste muita atenção! Papel e casca não se põe no chão! Papel e casca não se põe no chão! [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/01/merenda_regional.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7312" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/01/merenda_regional.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><em>Meu lanchinho, meu lanchinho</em><br />
<em>Vou comer, vou comer</em><br />
<em>Pra ficar fortinho, </em><em>Pra ficar fortinho</em><br />
<em>E crescer, e crescer!</em><br />
<em>Chegou a hora de merendar, </em><em>Chegou a hora de merendar</em><br />
<em>Vamos comer, bem devagar, </em><em>Vamos comer, bem devagar</em></p>
<p style="text-align: justify"><em>Agora preste muita atenção! </em><em>Agora preste muita atenção!</em><br />
<em>Papel e casca não se põe no chão! </em><em>Papel e casca não se põe no chão! (Meu Lanchinho. Versão de Frère Jacques)</em></p>
<p style="text-align: justify">Se rememorarmos nossas infâncias na escola há sempre uma história da &#8220;hora da merenda&#8221; (ou do &#8220;recreio&#8221;). Os alunos em fila ou sentadinhos nas mesinhas com seus pratinhos e copinhos. Um grande burburinho. Claro que são memórias de quem frequentou escolas públicas nos idos das décadas de 80 à 90 do século passado(!). Hoje cedeu-se espaço quase que exclusivamente para os refrigerantes, hanburgers, batatas fritas e salgadinhos à base de amido de milho e pizzas de micro-ondas. Já no Japão a coisa parece destoar: na lancheira do <em>japinha</em> tem uma fruta, uma salada (crua), uma leguminosa ou verdura. &#8220;<strong><em>Quanto mais colorido melhor a combinação nutricional</em></strong>&#8220;, diz a mãe orgulhosa. Enquanto isso no Brasil destas bandas: &#8220;toma R$2,00 para <strong><em>&#8216;um completo&#8217;</em></strong> (01 suco + 01 salgado).&#8221;</p>
<p style="text-align: justify">Contudo, em grande parte do país há uma vertente, encabeçada por ONGs e Movimentos Sociais, com apoio do <strong><a href="http://www.mda.gov.br/portal/" target="_blank">Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)</a></strong>, através de programas e projetos de incentivo e fomento à Agricultura Familiar (<strong><a href="http://www.mda.gov.br/portal/saf/programas/pronaf" target="_blank">PRONAF</a></strong>), que dentre seus objetivos, o mais interessante a meu ver, relaciona-se a regionalização da merenda escolar. Uma vez que alia a qualidade nutricional desta refeição (muito importante em certas regiões do país) ao bom desenvolvimento biopsicossocial da criança, bem como o fortalecimento econômico da região.</p>
<p style="text-align: justify">Projetos locais como hortas comunitárias ou escolares que utilizam seus produtos na merenda escolar se multiplicam Brasil afora. Comprovam que a produção artesanal (orgânicos) pode ser de qualidade e saudáveis nutricional e socialmente a despeito do que pregam as grandes agroindústrias e empresas alimentícias (o que podemos discutir em outro artigo).</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Para saber mais:</strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Alimentação Escolar</strong>: A<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l11947.htm" target="_blank"> </a><span><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l11947.htm" target="_blank">Lei nº 11.947/2009</a>, </span>determina a utilização de, no mínimo, 30% dos recursos repassados pelo <a href="http://www.fnde.gov.br/" target="_blank"><span>FNDE</span></a> para alimentação escolar, na compra de produtos da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações, priorizando os assentamentos de reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas e comunidades quilombolas (de acordo com o Artigo 14).</p>
<p style="text-align: justify">A aquisição de gêneros alimentícios será realizada, sempre que possível, no mesmo município das escolas. As escolas poderão complementar a demanda entre agricultores da região, território rural, estado e país, nesta ordem de prioridade.</p>
<p style="text-align: justify">A Lei foi regulamentada pela <a href="http://portal.mda.gov.br/portal/saf/arquivos/view/alimenta-o-escolar/RES38_FNDE.pdf" target="_blank">Resolução nº 38</a>, do Conselho Deliberativo do FNDE, que descreve os procedimentos operacionais que devem ser observados para venda dos produtos oriundos da agricultura familiar às Entidades Executoras.</p>
<p style="text-align: justify">Em 4 de julho de 2012, foi publicada <a href="http://portal.mda.gov.br/portal/saf/arquivos/view/alimenta-o-escolar/Resolu%C3%A7%C3%A3o_25.2012_-_Altera_artigo_21_e_24_res_38.pdf">Resolução n° 25</a> que altera a redação dos artigos 21 e 24 da Resolução 38, de julho de 2009. Com a alteração, o limite de venda ao PNAE passa de R$ 9 mil para R$ 20 mil por DAP/ano.</p>
<p style="text-align: justify">A resolução também abre a possibilidade de divulgação das chamadas públicas na Rede Brasil Rural &#8211; ferramenta criada pelo MDA para faciliar o processo de compra e venda de produtos da agricultura familiar. (Fonte:  site <strong><a href="http://www.mda.gov.br/portal/" target="_blank">MDA</a>)</strong></p>
<p>Para saber mais, escreva para <a href="mailto:alimentacaoescolar@mda.gov.br">alimentacaoescolar@mda.gov.br</a></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
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		<title>Tudo Se Acaba?</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Dec 2012 18:57:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pois é&#8230; e o mundo não acabou. Ainda. Nunca se sabe né?! E talvez nem seja o fim por um evento cataclísmico  ou apocalíptico, mas pelas mão já tão calejadas do bicho homem. Já bem especializado no ramo. Durante muito tempo bateu-se na tecla do princípio dos &#8220;3Rs&#8221; (Reduzir, Reutilizar e Reciclar), que consiste em ações que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: center"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/grama_pe.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7207" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/grama_pe.jpg" alt="" width="410" height="309" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Pois é&#8230; e o mundo não acabou. Ainda. Nunca se sabe né?! E talvez nem seja o fim por um evento cataclísmico  ou apocalíptico, mas pelas mão já tão calejadas do bicho homem. Já bem especializado no ramo.</p>
<p style="text-align: justify">Durante muito tempo bateu-se na tecla do princípio dos &#8220;<strong>3Rs</strong>&#8221; (<a href="http://dgi.unifesp.br/ecounifesp/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=10&amp;Itemid=8" target="_blank">Reduzir, Reutilizar e Reciclar</a>), que consiste em ações que se inter-relacionam visando o melhor aproveitamento dos objetos de consumo (alimentos inclusive) e suas embalagens, que por fim geram a redução de resíduos, &#8220;<em>seja por meio da minimização na fonte ou por meio da redução do desperdício</em>&#8220;. Ou ainda, ações que possibilitem a utilização destes objetos para várias finalidades, &#8220;<em>otimizando ao máximo seu uso antes de descarte final, ou, ainda seu reenvio ao processo produtivo, visando a sua recolocação para o mesmo fim ou recolocação no mercado</em>&#8220;, ou ainda produzindo outros materiais ou objetos  (ou seja, reciclar).</p>
<p style="text-align: justify">Outras iniciativas como a coleta seletiva e as políticas públicas para resíduos vem somando pontos a favor do meio ambiente. Contudo percebeu-se ao longo destas décadas de luta pela preservação do meio ambiente que há necessidades e ações mais prementes. Talvez a chave para a salvação repouse sobre o a revisão do paradigma do consumo desenfreado. É possível um consumo racional, ambientalmente sustentável, saudável e primordialmente com qualidade de vida. Para comprovar isso dissemina-se há anos em todos os continentes as Feiras e Fóruns de <a href="http://www.fbes.org.br/" target="_blank">Economia Solidária</a>.</p>
<p style="text-align: justify">Os princípios da ECOSOL (Economia Solidária) congregam ações e noções que perpassam a Agricultura Familiar, a Agroecologia, Desenvolvimento Territorial, Políticas Públicas, Saúde, Economia, etc. E tem em sua essência a noção de Consumo Ético e Comercio Justo.</p>
<p style="text-align: justify">A Solidariedade é para ser praticada o ano TODO, socialmente, politicamente, economicamente e culturalmente. A Solidariedade não é só para o FIM DO ANO. É para TODOS e para TUDO que nos cerca.</p>
<h1 style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size: 12px">Para saber mais acesse:</h1>
<p><strong><a href="http://portal.mte.gov.br/ecosolidaria/a-economia-solidaria/" target="_blank">Ministério do Trabalho e Emprego</a></strong> &#8211; http://portal.mte.gov.br/ecosolidaria/a-economia-solidaria/</p>
<h1 style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size: 12px"><a href="http://cirandas.net/leidaecosol" target="_blank">Participe da Campanha pela Lei da Economia Solidária! Conheça! Assine!</a></h1>
<h1 id="cont_titulo" style="font-size: 12px"><a href="http://www.mte.gov.br/ecosolidaria/ecosolidaria_oque.asp" target="_blank">O que é Economia Solidária</a></h1>
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		<title>Todo Dia era Dia de Índio</title>
		<link>http://diariodoverde.com/todo-dia-era-dia-de-indio/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 Dec 2012 22:02:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Antes que os homens aqui pisassem nas ricas e férteis terras brasilis Que eram povoadas e amadas por milhões de índios Reais donos felizes da terra do pau Brasil Pois todo dia e toda hora era dia de indio Mas agora eles tem so um dia Um dia dezenove de abril&#8221; (Todo Dia era Dia [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/Indio_foto_3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7094" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/Indio_foto_3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify">&#8220;<em>Antes que os homens aqui pisassem nas ricas e férteis</em><br />
<em>terras brasilis</em><br />
<em>Que eram povoadas e amadas por milhões de índios</em><br />
<em>Reais donos felizes da terra do pau Brasil</em><br />
<em>Pois todo dia e toda hora era dia de indio</em><br />
<em>Mas agora eles tem so um dia</em><br />
<em>Um dia dezenove de abril</em>&#8221; (<strong>Todo Dia era Dia de Índio</strong>, Baby do Brasil)</p>
<p>Segundo Chico Buarque, o dia em que morrerem a Xuxa e o Taffarel acabaram os brancos no Brasil. No DVD o cantor se referia a falsa ideia de que no Brasil é possível distinguir claramente as questões sobre etinia/raça. Salvo engano há pesquisas que comprovam que todos nós brasileiros (estatísticas, são estatísticas) temos genes de origem indígena.</p>
<p style="text-align: justify">Sabemos que a História é a história do conquistador, do opressor, do vitorioso. A História são histórias de ideologias e preconceitos e intransigências. Do &#8220;bom selvagem&#8221; ao canibal, do preguiçoso ao sábio, do amigável ao traiçoeiro, há um pouco de mitos e verdades em cada conto. Vivo a me perguntar por quê nos ensinam tanta coisa &#8220;<em>equivocada</em>&#8221; nos primeiros anos de escola, por quê tanto rodeio, omissões e tanto floreio?</p>
<p style="text-align: justify">Hoje em dia há uma corrente que busca desmistificar muito do que a história contou. Indico que leiam a livros como os de <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eduardo_Bueno" target="_blank">Eduardo Bueno</a></strong> (<em>A Viagem do Descobrimento; Náufragos, Traficantes e Degredados; Capitães do Brasil e; Mundo Novo, As Cartas que Batizaram a América</em>), ou o curioso e divertido &#8220;<em>Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil&#8221;</em>, do jornalista <strong><a href="http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/videos-veja-entrevista/leandro-narloch-jornalista-e-autor-do-livro-guia-politicamente-incorreto-da-historia-do-brasil/" target="_blank">Leandro Narloch</a></strong>. E começamos a perceber que a &#8220;<em>ocupação</em>&#8221; do território nacional brasileiro é uma sucessão de tropeços, reajustes, acertos e remendos. O que se traduz no tal &#8220;jeitinho brasileiro&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">Aquele que sempre viveu em comunhão (no sentido mais amplo e verosímil) com a natureza passou em pouco mais de 500 anos de personagem principal (de fato e de direito) a mero espectador, quiçá figurante, dentro de seu próprio lar: as matas brasileiras.</p>
<p style="text-align: justify">No Brasil existem 604 territórios indígenas.</p>
<p style="text-align: justify">No Brasil existem 215 povos indígenas que falam 180 línguas e inúmeros dialetos.</p>
<p style="text-align: justify">No Brasil existem 440 mil cidadãos brasileiros vivendo em aldeias (63% são jovens e adolescentes).</p>
<p style="text-align: justify">E ainda hoje há grupos indígenas ainda não contactados.</p>
<p style="text-align: justify">Poderíamos aprender mais com quem mais entende, ou melhor dizendo, compreende o meio ambiente.</p>
<div id="attachment_7097" style="width: 1194px" class="wp-caption aligncenter"><a href="//seculosindigenasnobrasil.com/index.html"><img class=" wp-image-7097 " src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/Povos_Indigenas_no_Brasil.jpg" alt="" width="1184" height="1444" /></a><p class="wp-caption-text">Povos Indígenas no Brasil - Etnias por Estado</p></div>
<p style="text-align: justify"><strong>Para saber mais</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.funai.gov.br/index.html" target="_blank">FUNAI </a>&#8211; http://www.funai.gov.br/index.html</li>
<li><a href="http://www.museudoindio.org.br/" target="_blank">Museu do Índio</a> &#8211; http://www.museudoindio.org.br/</li>
<li><a href="http://www.museu-goeldi.br/" target="_blank">Museu Paraense Emílio Goeldi</a> &#8211; http://www.museu-goeldi.br/</li>
<li><a href="http://www.abant.org.br/" target="_blank">ABANT &#8211; Associação Brasileira de Antropologia</a> &#8211; http://www.abant.org.br/</li>
<li><a href="http://www.indiosonline.net/" target="_blank">Índios On-Line</a> -http://www.abant.org.br/</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">
]]></content:encoded>
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		<title>5 Filmes antes do fim do ano</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Nov 2012 13:15:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu tenho que aprender a dizer tudo que eu sinto por você Eu tenho que aprender Num desses seriados da tevê (Cinema Mudo, Paralamas do Sucesso) Já entrando em clima natalino e as listas feitas e refeitas das resoluções pessoais pensei em fazer a minha lista de 10 (dez) filmes para se pensar em meio [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/11/cinema_meio_ambiente.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7072" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/11/cinema_meio_ambiente-300x154.jpg" alt="" width="300" height="154" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><em>Eu tenho que aprender a dizer tudo</em><br />
<em>que eu sinto por você</em><br />
<em>Eu tenho que aprender</em><br />
<em>Num desses seriados da tevê</em> (Cinema Mudo, Paralamas do Sucesso)</p>
<p style="text-align: justify">Já entrando em clima natalino e as listas feitas e refeitas das resoluções pessoais pensei em fazer a minha lista de 10 (dez) filmes para se pensar em meio ambiente e ecologia para recomendar assistir antes que o ano acabe (já que está na moda o tal do fim do mundo, então vamos assistir logo!).</p>
<p style="text-align: justify"><strong>1) No topo da lista</strong> (Imperdível. Imprescindível): &#8220;<strong><a href="http://youtu.be/RFVXtvNZpA4" target="_blank">Mataram a Irmã Dorothy</a></strong>&#8221; (<em>They Killed Sister Dorothy, 2008</em>).</p>
<p style="text-align: justify">O corpo caído na estrada em Fevereiro de 2005 revela a triste constatação dos resultados de grilagens de terra no Pará e na Amazônia. Não é a primeira morte e certamente não será a última. O documentário traz à tona bastidores do julgamento e questiona as razões dos assassinatos decorrentes dos conflitos agrários e do importante legado dos ativistas ambientais na região.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Vejam o trailer</strong>:</p>
<p>[youtube http://www.youtube.com/watch?v=RFVXtvNZpA4]</p>
<p style="text-align: justify"><strong>2) <a href="http://youtu.be/81nYibxXWCo" target="_blank">Wall-E</a> (2008)</strong>: Um dos melhores desenhos animados que já assisti. O robozinho é um Chaplin. Sem sequer um diálogo na maior parte do filme consegue transmitir tantas informações só vistas no cinema mudo dos anos 30. Nos alerte para o destino do lixo e nossa &#8220;irracional&#8221; dependência da tecnologia, como esta combinação afeta nossa qualidade de vida e como lidamos com os problemas ambientais.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=81nYibxXWCo"><img class="alignnone" src="http://1.bp.blogspot.com/_JB0eoOxh7QQ/TKT5obiBmII/AAAAAAAAAt8/mDAoCHaqPKg/s1600/wall-e.jpg" alt="" width="350" height="203" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://youtu.be/f2a5YCH5-pI" target="_blank">3) Alimentos S.A</a></strong> (<em>Food, Inc. 2008</em>): Você é o que você come. Esta a firmação pode até soar como ofensa depois que se vê este filme. Como dizia minha <strong>bisavó Masi</strong>: &#8220;<em>Cuidado com a letra miúda!</em>&#8221; O filme levanta questões sobre consumo e o desconhecimento do consumidor sobre aquilo que consome. Os hábitos alimentares estão sendo balizados pela velocidade do mercado e praticidade dos tempos modernos.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://youtu.be/f2a5YCH5-pI"><img class="alignnone" src="http://www.ethicurean.com/wp-content/uploads/2009/06/foodinc2.jpg" alt="" width="381" height="212" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><strong>4) <a href="http://youtu.be/TQipDQGAaA0" target="_blank">A Última Hora</a></strong> (<em>The 11th Hour</em>): &#8220;O tempo não para&#8221;, já dizia Cazuza. Até quando poderemos usufruir (explorar seria a palavra mais exata) dos recursos naturais da Terra? O quanto ela suportará? Até quando? A atitude humana parece não colaborar e o Tempo é indiferente às nossas necessidades e anseios.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://youtu.be/TQipDQGAaA0"><img class="alignnone" src="http://gilgiardelli.files.wordpress.com/2008/11/ultima-hora-poster.jpg" alt="" width="329" height="328" /></a></p>
<p style="text-align: justify">5) <strong><a href="http://youtu.be/0YBDpPIhEYo" target="_blank">Na Natureza Selvagem</a></strong> (<em>Into the Wild, 2007</em>): Com uma trilha sonora e uma fotografia primordiais o filme mostra nosso personagem diante da inconformidade com as pressões sociais e o desejo de uma vida realmente livre. Pergunto: seria possível? Mais do que uma viajem pela natureza selvagem do país, trata-se de uma viajem interior. &#8220;<em>Conheça-te a ti mesmo</em>&#8221; (Platão).</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://youtu.be/0YBDpPIhEYo"><img class="alignnone" src="http://2.bp.blogspot.com/_dIaG5dMa1BA/TUnVqrMArSI/AAAAAAAAAwA/i8HTSO830Uk/s1600/na%2Bnatureza%2Bselvagem%2B2.png" alt="" width="461" height="288" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Reserve um tempo para você. Para assistir. Para compartilhar.</p>
<p style="text-align: justify">
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		<title>Eu quero ter 1 milhão de Amigos</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Nov 2012 13:42:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Quero levar o meu canto amigo A qualquer amigo que precisar&#8221; (Eu quero apenas, Roberto Carlos) Você tem 10 amigos. Tem?! Eu me peguei a pensar, a me questionar também. É gozado como simples perguntas, corriqueiras, cotidianas nos levam a coisas maiores e incrivelmente relevantes. No vídeo divulgado pelo Movimento Gota D&#8217;Água, no qual diversas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/11/amigos.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6997" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/11/amigos-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify">&#8220;<em>Quero levar o meu canto amigo</em><br />
<em>A qualquer amigo que precisar</em>&#8221; (Eu quero apenas, Roberto Carlos)</p>
<p style="text-align: justify">Você tem 10 amigos. Tem?! Eu me peguei a pensar, a me questionar também. É gozado como simples perguntas, corriqueiras, cotidianas nos levam a coisas maiores e incrivelmente relevantes. No vídeo divulgado pelo <strong><a href="http://movimentogotadagua.com.br/" target="_blank">Movimento Gota D&#8217;Água</a></strong>, no qual diversas personalidades artísticas nos fazem vários questionamentos e considerações que já ouvimos a esmo de alguns amigos. &#8220;<em>O que que eu tenho haver com isso?</em>&#8220;. Ou &#8220;<em>Eu pago meus impostos!</em>&#8220;. &#8220;<em>Você já foi à Amazônia?</em>&#8221; E também: &#8220;<em>Deus me livre ficar sem energia!</em>&#8221; Este vídeo de 5 (cinco) minutos faz isso com a gente. Questionar. O vídeo a que me refiro foi postado também no <strong>Diário do Verde</strong> no artigo postado por nosso companheiro <strong><a href="http://www.diariodoverde.com/movimento-gota-dagua/" target="_blank">Vitor Vasadei</a></strong> (<a href="http://www.diariodoverde.com/movimento-gota-dagua/" target="_blank">Movimento Gota D&#8217;Água</a>, Diário do Verde, 20/11/11). E lá se vai 1 (um) ano.</p>
<p style="text-align: justify">Volto a postar outro vídeo do movimento talvez com aquela sensação de &#8220;<em>se arrepender de alguma coisa que você não fez</em>&#8220;. Mas fazendo agora.</p>
<p>[youtube http://www.youtube.com/watch?v=8v1ECHwniMY]</p>
<p><span style="text-align: justify">O Movimento &#8220;</span><em>colheu imagens e depoimentos das vítimas da ilegalidade na construção da hidrelétrica de Belo Monte: o rio e os moradores da região</em><span style="text-align: justify">&#8220;.  Trata-se de &#8220;</span><em>nosso agradecimento por permanecerem nesta luta, desproporcional, em defesa do nosso rio, do rio símbolo da sociobiodiversidade da Amazônia</em><span style="text-align: justify">&#8220;.</span></p>
<p>No <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=TWWwfL66MPs" target="_blank">primeiro vídeo</a></strong> os atores perguntam se você tem 10 (dez) amigos para compartilhar a ideia. No caso nós queríamos 1  (um) milhão de amigos.</p>
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		<title>O Problema não é meu</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Nov 2012 22:46:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O problema não é meu O paraíso é para todos O problema não sou eu O inferno são os outros&#8221; (O Inferno são os outros, Titãs) O folclore popular está repleto de parábolas e metáforas que dariam inveja à Ésopo. E com a difusão da internet estas parábolas se renovam na mesma velocidade que se [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/11/O-problema-nao-e-meu-crop.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6964" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/11/O-problema-nao-e-meu-crop-300x270.jpg" alt="" width="300" height="270" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><em>&#8220;O problema não é meu</em><br />
<em>O paraíso é para todos</em><br />
<em>O problema não sou eu</em><br />
<em>O inferno são os outros&#8221;</em> (O Inferno são os outros, Titãs)</p>
<p style="text-align: justify">O folclore popular está repleto de parábolas e metáforas que dariam inveja à <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Esopo" target="_blank">Ésopo</a></strong>. E com a difusão da internet estas parábolas se renovam na mesma velocidade que se expande a interatividade e o imaginário popular. Hoje me reservo a compartilhar uma destas pérolas que povoam o ciberespaço. Bem a moda da &#8220;moral da historinha&#8221; do beija-flor que luta para apagar o incêndio. Seria cômico se não fosse trágico, mas parece-me que sempre são os animais &#8220;irracionais&#8221; que mais se preocupam com o meio ambiente. Pergunto: se o problema não é meu (nosso), de quem o será?</p>
<p style="text-align: justify">Como o beija-flor trago minhas gotas d&#8217;águas para preservar nosso meio ambiente. E você(s)?</p>
<p>[youtube http://www.youtube.com/watch?v=Q7_kFermj4I] </p>
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