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	<title>Diário do Verde &#187; recursos hídricos</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>IPÊ lança movimento “De olho no Cantareira”</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Aug 2014 11:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação e Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Pesquisas Ecológicas]]></category>
		<category><![CDATA[IPÊ]]></category>
		<category><![CDATA[recursos hídricos]]></category>

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		<description><![CDATA[Com hashtag #OLHONOCANTAREIRA, instituto chama cidadãos a participarem de monitoramento das represas e rios que abastecem o Sistema Cantareira, em crise. O Sistema Cantareira, um dos maiores sistemas de abastecimento de água do mundo, vive sua pior crise, com seus reservatórios praticamente vazios, impactando a vida de milhares de pessoas, bem como a qualidade da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com hashtag #OLHONOCANTAREIRA, instituto chama cidadãos a participarem de monitoramento das represas e rios que abastecem o Sistema Cantareira, em crise.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Sistema Cantareira, um dos maiores sistemas de abastecimento de água do mundo, vive sua pior crise</strong>, com seus reservatórios praticamente vazios, impactando a vida de milhares de pessoas, bem como a qualidade da água e conservação da biodiversidade das áreas no entorno onde estão localizados os reservatórios, rios e córregos que o abastecem.</p>
<p style="text-align: justify;">A fim de chamar a atenção para as condições atuais dos recursos hídricos do Sistema Cantareira, o Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ) lança hoje o movimento <strong>De Olho no Cantareira</strong>. A campanha convida os cidadãos a postarem fotos e vídeos com a hashtag <strong>#OLHONOCANTAREIRA </strong>nas suas redes sociais, mostrando a situação da falta de água das cinco represas (Paiva Castro, Atibainha, Cachoeira, Jacareí e Jaguari), e dos rios e córregos que as formam.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia é divulgar cada vez mais a situação em que se encontram nossas represas e também tornar pública a preocupação das pessoas com relação não só ao abastecimento, mas também à conservação das áreas ao redor delas. O objetivo é que isso sirva como um alerta para a necessidade da conservação dos recursos hídricos, incentivando a redução do consumo pelos cidadãos, bem como a tomada de decisões urgentes para o combate ao desperdício e para investimentos em melhorias da gestão hídrica pelo poder público.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como participar do movimento De Olho no Cantareira</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quem quiser participar, basta postar fotos ou vídeos do estado das represas e rios que sofrem com a seca inserindo a hashtag<strong>#olhonocantareira</strong>. O IPÊ irá monitorar esses materiais e compartilhará em suas redes sociais – Facebook, Twitter e Instagram. Além desses canais, os registros serão divulgados na página do IPÊ e no hotsite do projeto “Semeando Água” (<a href="http://www.ipe.org.br/semeandoagua" target="_blank">www.ipe.org.br/semeandoagua</a>).</p>
<p style="text-align: justify;">E se você está perto da represa do Atibainha, participe da comunidade Represa Atibainha, postando as fotos de várias partes que abrangem tanto o rio quanto a represa. O grupo é uma iniciativa da própria comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja breve vídeo sobre a iniciativa para mais informações:</p>
<p><object width="580" height="326"><param name="movie" value="//www.youtube.com/v/Lujh8yCYSCM?hl=pt_BR&amp;version=3" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="//www.youtube.com/v/Lujh8yCYSCM?hl=pt_BR&amp;version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="326" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="allowfullscreen" /></object></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Agradecimento especial:</strong> <em>Paula Piccin, Coordenadora de Comunicação do IPÊ, pelo envio do release ao Diário do Verde.</em></span></p>
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		<title>Uma Pedra no Meio do Caminho</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jun 2014 00:15:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[recursos hídricos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Nunca me esquecerei desse acontecimento na vida de minhas retinas tão fatigadas. Nunca me esquecerei que no meio do caminho tinha uma pedra tinha uma pedra no meio do caminho&#8221; (No Meio do Caminho, Carlos Drummond de Andrade) Novamente a natureza, os recursos naturais, e os meios de prover o desenvolvimento econômico e supostamente social, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8220;<em>Nunca me esquecerei desse acontecimento</em><br />
<em> na vida de minhas retinas tão fatigadas.</em><br />
<em> Nunca me esquecerei que no meio do caminho</em><br />
<em> tinha uma pedra</em><br />
<em> tinha uma pedra no meio do caminho</em>&#8221;<br />
(<strong>No Meio do Caminho</strong>, <a href="http://drummond.memoriaviva.com.br/" target="_blank">Carlos Drummond de Andrade</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">Novamente a natureza, os recursos naturais, e os meios de prover o desenvolvimento econômico e supostamente social, em detrimentos dos possíveis impactos ambientais que advém de obras de intervenção de grande porte.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo alguns especialistas a derrocada do<strong> Pedral do Lourenço</strong> seria uma irresponsabilidade caso seja licenciada. Pois é, licenciou-se.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Pedral do Lourenço</strong> é uma faixa de rio com uma  extensão aproximada de 43 quilômetros de rochas, próximos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Itupiranga" target="_blank"><strong>Itupiranga</strong></a>, no sudeste do Pará, que impedem a navegação nos períodos de seca, o que inviabilizaria o desenvolvimento da hidrovia desejada.<span class="apple-converted-space"> (<a href="http://www.brasil.gov.br/infraestrutura/2014/03/governo-autoriza-obras-para-retirar-pedras-do-rio-tocantins" target="_blank">Portal Brasil</a>)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A saber</strong>: &#8220;<em>O <strong>derrocamento</strong> é um procedimento para retirada de um conjunto de pedras, que se estende por quase 43 quilômetros ao longo do rio Tocantins.</em>&#8221; (Fonte: <a href="http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2014/03/dilma-lanca-edital-para-derrocamento-do-pedral-do-lourenco-no-para.html" target="_blank">G1</a>), claro que já devam imaginar, com o uso da força bruta &#8211; explosivos.</p>
<p style="text-align: justify;">A remoção de pedras e rochas submersas no <strong>Pedral do Lourenço</strong>, no <strong>rio Tocantins</strong>, acima das <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eclusas_de_Tucuru%C3%AD" target="_blank"><strong>eclusas da Hidrelétrica de Tucuruí</strong></a>, viabilizará a sonhada hidrovia do Tocantins, que se tornará uma das mais importantes do país. Pois a obra irá propiciar a melhoria das condições de escoamento pela hidrovia do Tocantins de toda a produção mineral, agrícola e pecuária sob sua área de influência, com destino aos portos e terminais localizados em <a href="https://www.cdp.com.br/porto-de-vila-do-conde" target="_blank"><strong>Vila do Conde (PA)</strong></a> e no baixo Amazonas, chegando a uma capacidade de transportes calculada em até 20 milhões de toneladas por ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Nestes termos as obras estão previstas para 2018.</p>
<p style="text-align: justify;">A propósito,  Belo Monte segue em frente.</p>
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		<title>Acordo tenta evitar que a poluição na Bacia do Rio Doce seja irreversível</title>
		<link>http://diariodoverde.com/acordo-tenta-evitar-que-a-poluicao-na-bacia-do-rio-doce-seja-irreversivel/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Aug 2013 18:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação e Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[recursos hídricos]]></category>

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		<description><![CDATA[A devastação já acabou com 90% da cobertura vegetal, muitas nascentes estão desprotegidas, a região está repleta de ocupações irregulares, onde é comum o lançamento de lixo às margens do rio e esgoto sem tratamento. Erosão e assoreamento, desertificação, eutrofização das lagoas são sinais de socorro da Bacia do Doce, que abriga o maior complexo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/08/Bacia-do-Rio-Doce-Mapa.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-8009" title="Bacia do Rio Doce - Mapa" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/08/Bacia-do-Rio-Doce-Mapa.png" alt="Bacia do Rio Doce - Mapa" width="580" height="418" /></a>A devastação já acabou com 90% da cobertura vegetal, muitas nascentes estão desprotegidas, a região está repleta de ocupações irregulares, onde é comum o lançamento de lixo às margens do rio e esgoto sem tratamento. Erosão e assoreamento, desertificação, eutrofização das lagoas são sinais de socorro da Bacia do Doce, que abriga o maior complexo siderúrgico da América Latina em Minas Gerais e é o maior manancial do Espírito Santo, fundamental para produção de café e fruta.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais de quatro milhões de pessoas vivem nessa Bacia, que corta os dois estados do sudeste, e que vai unir os dois Governos Estaduais, por meio de um protocolo de compromisso assinado junto a sua Agência de Águas, o IBIO, no dia 24 de agosto, no Espírito Santo. O documento que oficializa a cooperação mútua entre ES e MG, para revitalização da Bacia, dará base para a elaboração de Planos de Negócios Territoriais focados em aumentar a disponibilidade de água, via recuperação ambiental e promoção do desenvolvimento tecnológico e econômico das cadeias produtivas da região.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o presidente do IBIO, Eduardo Figueiredo, a ideia é aumentar a oferta de água, usando o potencial ambiental das propriedades rurais. “Com o apoio do poder público dos dois lados da Bacia do Doce, vamos mapear com detalhamento os problemas e vocações e, assim, encontrar soluções. Por exemplo, se temos um déficit hídrico na área X, mas notamos que acima dessa região tem propriedades rurais que podem prestar serviços ambientais, como o de recuperação de mata ciliar para evitar assoreamento, vamos investir nos instrumentos para implementar essa solução”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">Figueiredo ressalta ainda que a Bacia está no limite para MG e ES virarem esse jogo, pois o cenário será irreversível se continuar assim até 2030. “Sem a certeza de água disponível para os empreendimentos, toda a Bacia ficou economicamente estagnada e os problemas sociais se agravam a cada dia. Água é fator de desenvolvimento territorial e o caminho de gestão é o do comum acordo. Sem esse protocolo estávamos diante de um potencial conflito interestadual, com ele temos a esperança de governança com participação social e abertura para capacitação tecnológica”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alguns números da Bacia do Rio Doce:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; 83 mil km<sup>2</sup> (86% em MG e 14% no ES)</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; 230 Municípios (204 em MG e 26 no ES)</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; 4 milhões de habitantes</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; 10 comitês de Bacia</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quem é o IBIO?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em 2011 o IBIO foi instituído como Agência de Água da Bacia do Rio Doce. É uma instituição sem fins lucrativos, fundada em 2002 , que atua na gestão integrada do território e na gestão de ativos territoriais.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Obrigado especial a Mariana Klein, pelo envio da pauta ao Diário do Verde.</em></p>
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		<title>Pode Ser a Gota D&#8217;Água</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 21:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;E qualquer desatenção, faça não Pode ser a gota d&#8217;água&#8221; (Chico Buarque) Esta semana um dos assuntos mais comentados pelas pessoas que sigo no meu Twitter (@menezes1974) foi o vídeo dos atores &#8220;globais&#8221; dando seus depoimentos a respeito de Belo Monte e divulgando o Movimento Gota D&#8217;Água. Dos mais elogiados aos mais reacionários e enfurecidos. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;E qualquer desatenção, faça não<br />
Pode ser a gota d&#8217;água&#8221; (Chico Buarque)</em></p>
<p style="text-align: justify;">Esta semana um dos assuntos mais comentados pelas pessoas que sigo no meu Twitter (@<a href="https://twitter.com/#!/menezes1974" target="_blank">menezes1974</a>) foi o vídeo dos atores &#8220;globais&#8221; dando seus depoimentos a respeito de Belo Monte e divulgando o Movimento Gota D&#8217;Água. Dos mais elogiados aos mais reacionários e enfurecidos. Não sabemos se suas reações são contra a ideia do vídeo, contra os opositores de Belo Monte, ou contra os atores &#8220;globais&#8221; que lhe representam a hipocrisia e ignorância em relação a Belo Monte e ao Xingu.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre esses comentários haviam muitos em relação a um senhor chamado Eduardo Guimarães e seu artigo &#8220;<a href="http://www.blogcidadania.com.br/2011/11/belo-monte-de-inuteis/" target="_blank">Belo Monte de Inúteis</a>&#8220;, que lança sobre os tais atores &#8220;globais&#8221; a sua peçonha. Argumenta a necessidade de se considerar as matrizes enrgéticas disponíveis no Brasil e segundo sua ótica a inviabilidade (econômica) de fontes limpas e ambientalmente sustentáveis, e ainda mais, considerando-as &#8220;um delírio&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O que o senhor Eduardo Guimaães em seu discurso de impropérios lançou o seguinte absurdo: &#8220;O que revolta mesmo, porém, é usarem “os índios”. <strong>Será que um país deste tamanho não tem condições de oferecer outro local para as populações daquela região</strong>?&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Atirou nos &#8220;globais&#8221; e acertou na população ribeirinha e indígena da região do Xingu, provando o velho preconceito em relção ao Norte, ao caboclo, ao índio&#8230; Como se fossem meros objetos decorativos e de menor valor, coloca-nos em um canto qualquer e de preferrência que não atrapalhe nem incomodem os senhores do progresso.</p>
<p style="text-align: justify;">Já ouviram falar de Justo Veríssimo, o emblemático personagem de Chico Anysio? O senhor Eduardo Guimarães fez como este: &#8220;<strong>Eu quero mais é que pobre se exploda!</strong>&#8221; Caberia substituir pobre por índios, ou caboclos, ou ribeirinhos, ou negros, ou homossexuais&#8230;</p>
<div id="attachment_5223" style="width: 586px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/11/Justo-Verissimo.png"><img class="size-full wp-image-5223" title="Justo Veríssimo" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/11/Justo-Verissimo.png" alt="Justo Veríssimo" width="576" height="448" /></a><p class="wp-caption-text">Justo Veríssimo</p></div>
<p>Participem do <a style="text-align: justify;" href="http://movimentogotadagua.com.br/" target="_blank">Movimento Gota D&#8217;Água</a><span style="text-align: justify;">, leiam o post de nosso colega </span><a style="text-align: justify;" href="http://www.diariodoverde.com/movimento-gota-dagua/">Vitor Casadei</a><span style="text-align: justify;"> e saibam mais.</span></p>
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		<title>Belo Monte &#8211; de quê? Tuíra, facões e bordunas</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Nov 2011 20:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Tendemos a analisar o mundo indígena com a lógica cartesiana e imediatista da posse do dinheiro e do poder que ele confere em nossa sociedade&#8221; (Ulisses Capazzoli). Um bom número de pessoas que ouço falar sobre o assunto tende a considerar a construção de Belo Monte como um fato consumado. A despeito das considerações técnicas e das [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/11/retrato-indio-Kayapo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5012" title="Retrato - índio Kayapó" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/11/retrato-indio-Kayapo.jpg" alt="Retrato - índio Kayapó" width="400" height="267" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;<strong><em>Tendemos a analisar o mundo indígena com a lógica cartesiana e imediatista da posse do dinheiro e do poder que ele confere em nossa sociedade</em></strong>&#8221; (Ulisses Capazzoli).</p>
<p style="text-align: justify;">Um bom número de pessoas que ouço falar sobre o assunto tende a considerar a construção de Belo Monte como um fato consumado. A despeito das considerações técnicas e das problemáticas envolvidas a usina será construída. Como dizia minha bisavó: &#8220;Não vai ter nem choro nem vela&#8221;, que impeça a fome ávida do progresso da nação. E contrariando o dito de minha bisavó, o que restará aos ambientalistas será chorar sobre o leite derramado.</p>
<p style="text-align: justify;">Longe de um discurso derrotista, para não desanimar os que querem tomar pé da situação e lutar, ainda há muito que se possa garantir ao meio ambiente e a população indígena (principal população diretamente afetada pelo empreendimento) e ribeirinhos que vivem na região que será inundada pela barragem.</p>
<p style="text-align: justify;">As discussões vêm de longa data. Lá pelos idos da década de 70 a região do Xingú vem sendo avaliada como potencial hidroelétrico. De lá pra cá saíram os militares, presidentes eleitos pelo voto direto e as intenções para com a região continuaram as mesmas. Embora o então Brasil democrático neste tema deixou de ouvir a população mais ameaçada, e por isso mais interessada no assunto à margem das decisões.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo o desrespeito e desconsideração da opinião e das necessidades dos povos indígenas produziu cenas dramáticas que sinalizam a indignação e disposição deste povo em lutar por suas terra e sua dignidade. Foi em 1989 durante o I Encontro dos Povos Indígenas do Xingu que o mundo viu surgir do meio daquele grupo pintados de jenipapo e urucum, a índia kayapó Tuíra empunhando seu facão de lâmina afiada cortando o ar e firmando-o de lado no rosto do então Diretor da Eletronorte, José Antonio Muniz Lopes, que discursava sobre a criação de hidroelétricas na região. As discussões tomaram maior força a partir da criação do <a href="http://www.xinguvivo.org.br/" target="_blank">Movimento Xingu Vivo Para Sempre</a> (MXVS), principal e mais forte opositor a construção de Belo Monte durante a 11ª Encontro dos Povos Indígenas do Xingu no ano de 2008.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/11/Índia-Tuíra.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5013" title="Índia Tuíra" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/11/Índia-Tuíra.jpg" alt="Índia Tuíra" width="500" height="380" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em 2010, tendo a participação do <a href="http://www.mabnacional.org.br/" target="_blank">Movimento dos Atingidos por Barragens</a> (MAB), a manifestação indígena tornou-se mais contundente. Durante audiência pública na qual o engenheiro Paulo Rezende, da Eletrobrás, tentava convencer uma platéia que lotava um ginásio em Altamira-PA, de que Belo Monte seria benéfica para todos, novo incidente. Ao fim de sua palestra, Roquivam Alves da Silva do MAB tomou a palavra: &#8220;<em>Iremos à guerra para defender o Xingu, se isso for preciso</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify;">Como um chamado, a frase levou o grupo kaiapó, pintados e armados de facões e bordunas (arma típica dos kaiapó) a entoar seus cantos e a dançar. Cercaram os membros que estavam na mesa impedindo que deixassem o local. Cercaram o engenheiro e entre empurrões e safanões, numa dança que perdurou uns infindáveis 10 minutos, quando desfez-se o cerco o atordoado engenheiro exibia um profundo corte no braço direito provocado pelo golpe de um facão. Nunca se soube ou identificou-se  quem desferiu o golpe. Salvo engano a india Tuíra estava presente neste dia.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia que se tem dos índios do Brasil perdeu-se ou no mínimo deformou-se no decorrer da colonização branca. Mitificado e caricaturado pela ignorância do branco colonizador. A cena que descrevi pode chocar a nós não indígenas, mas quão violentados estão estes povos que ano a ano vai sendo encurralado em redutos ínfimos de convivência com sua terra, seus costumes e cultura, lutando para preserva-las e garantir que seus descendentes tenham a chance de vive-las.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a ignorância e intolerância de muitos lembro de uma frase, não do autor, mas que diz mais ou menos assim: <strong><em>&#8220;Dizem que as corredeiras são violentas, mas o que dirão das margens que as oprimem?&#8221;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para conhecer mais:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.blogbelomonte.com.br/" target="_blank">http://www.blogbelomonte.com.br/</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://belomontedeviolencias.blogspot.com/" target="_blank">http://belomontedeviolencias.blogspot.com/</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2011/09/um-procurador-contra-belo-monte.html" target="_blank">http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2011/09/um-procurador-contra-belo-monte.html</a></p>
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		<title>Uma visão geral do sistema de fabricação</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 08:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4366" href="http://www.diariodoverde.com/uma-visao-geral-do-sistema-de-fabricacao/aproveitamento-de-alimentos/"><img class="aligncenter size-full wp-image-4366" title="Aproveitamento de Alimentos" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/aproveitamento-de-alimentos.jpg" alt="Aproveitamento de Alimentos" width="512" height="271" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O processamento de alimentos requer energia e uso da água para limpeza, seleção, cozimento, refrigeração, acondicionamento e descarte de resíduos. Este setor representa em torno de 16% de energia utilizada no sistema alimentar (PIMENTEL, 2008). O uso casa vez maior de alimentos processados é impulsionado por mudanças demográficas, estilo de vida e mudanças relacionadas aos padrões de consumo das famílias. As pessoas trabalham mais horas e têm menos tempo para preparar suas refeições. É estimado que somente as embalagens representem 7% do consumo de energia no sistema alimentar e constituem a maior parte dos resíduos sólidos urbanos, cerca de 31% (PIMENTEL, 2008).</p>
<p style="text-align: justify;">O processamento de alimentos pode ocorrer na área de cultivo para operações mais simples, mas normalmente os alimentos passam por um ou vários estágios de processamento industriais localizadas, muitas vezes, em locais distantes aos de origem. O processamento inclui desde a lavagem e acondicionamento de produtos hortícolas; congelamento de conservas, alimentos e desidratação; abate de gado, e outros tipos de processamento mais complexo. Também inclui a produção de embalagens utilizadas para acondicionamento e armazenamento dos produtos. O processamento pode responder entre 10-20% do impacto de um produto alimentar do ciclo de vida do GEE, especialmente para as refeições pré-embalados ou outros alimentos processadas. A maior parte desse impacto vem da necessidade térmica e elétrica dos equipamentos de processamento (EDWARDS, 2009).</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação às embalagens, plástico e alumínio são as embalagens que utilizam maior quantidade de energia na produção, comparadas ao papel e vidros (EDWARDS, 2009). O alumínio é um dos metais mais caros e poluentes para produzir, por outro lado, o alumínio é um dos materiais mais recicláveis (MAKOWER, 1991).</p>
<p style="text-align: justify;">Como o alumínio, o vidro é 100% reciclável e representa cerca de 10% do lixo doméstico, além de ser um dos materiais mais fáceis para reciclar e pode ser feito com menos energia e recurso do que o necessário, o vidro pode ser reutilizado um número infinito de vezes. Em relação ao papel, a produção de uma tonelada a partir de resíduos de papel descartado requer 64% menos energia, a necessidade de água e 58% menos água. Poupando ainda 17 árvores, reduz resíduos sólidos para os aterros, e gera cinco vezes mais emprego em comparação à produção de uma tonelada de papel de madeira virgem (MAKOWER, 1991).</p>
<p style="text-align: justify;">A reciclagem dos plásticos é viável do ponto de vista econômico e da preservação do meio ambiente, os plásticos mais utilizados no mundo são o PVC, o polietileno e o PET. A reciclagem pode ser empregada desde que se faça uma coleta seletiva do lixo, separando e identificando os diferentes materiais plásticos descartados.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os materiais de embalagens impactam o meio ambiente. O impacto ambiental de fabricação, uso e descarte de embalagens incluem formação de gases de efeito estufa (e.g. CO<sub>2</sub>), liberação de toxinas (e.g. monômero de cloreto de vinil) e  cicatrizes no cenário (e.g. poços de mineração) (RAGSDALE, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do impacto das embalagens, elas tem sua importância e função: protege os alimentos durante o transporte, conserva e evita deterioração, permite uma distribuição mais eficiente, reduzindo o desperdício de alimentos para o consumidor (RAGSDALE, 2005). Para minimizar o impacto das embalagens é necessário, que elas sejam reutilizáveis, biodegradáveis ou recicláveis e que haja utilização eficiente de práticas de energia em instalações de processamento (EDWARDS, 2009).</p>
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		<title>As matas do Utinga</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Sep 2011 01:02:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Vem ver comigo o rio e suas leis. Vem aprender a ciência dos rebojos, vem escutar os cânticos noturnos no mágico silêncio do igapó.&#8221; (Thiago de Mello) Com uma área equivalente a mais de 1.300 estádios de futebol (cerca de de 1.340 hectares), o Parque Estadual do Utinga é a maior área de conservação da natureza [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">&#8220;<em>Vem ver comigo o rio e suas leis.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Vem aprender a ciência dos rebojos,</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>vem escutar os cânticos noturnos</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>no mágico silêncio do igapó.</em>&#8221; (Thiago de Mello)</p>
<div id="attachment_4083" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Parque-Estadual-do-Utinga.jpg"><img class="size-large wp-image-4083" title="Parque Estadual do Utinga" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Parque-Estadual-do-Utinga-580x386.jpg" alt="Parque Estadual do Utinga" width="580" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">Alunos da E.E.E.F.M Dr. Paulo Fontelles de Lima</p></div>
<p style="text-align: justify;">Com uma área equivalente a mais de 1.300 estádios de futebol (cerca de de  1.340 hectares), o<strong> Parque Estadual do Utinga</strong> é a maior área de  conservação da natureza com proteção integral aberta à visitação da Região  Metropolitana de Belém. Sob administração da Secretaria Estadual de Meio  Ambiente (Sema), o parque recebe diariamente visitação média de cerca de 100  pessoas. O Parque do Utinga é considerado um dos últimos ecossistemas  conservados na Região Metropolitana de Belém.</p>
<p style="text-align: justify;">O Parque do Utinga foi criado em 1993, e recebe anualmente cerca de 30 mil  visitantes. Devido à grande extensão da área, para o controle e fiscalização dos  visitantes, o Parque conta com a proteção do Batalhão de Polícia Ambiental, que  atua na segurança dos visitantes e dos animais da área.</p>
<p style="text-align: justify;">Frequentemente associado aos Lagos Bolonha e Água Preta, que lá se encontram  e são responsáveis por abastecer cerca de 60% da água potável as residências dos  municípios de Belém, Marituba e Ananindeua, através da Companhia de Saneamento  do Pará (Cosanpa), o Parque ainda recebe em seu espaço o Exército e a Empresa  Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que utilizam a área para  desenvolver atividades e pesquisas.</p>
<div id="attachment_4084" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Lago-Bolonha.jpg"><img class="size-full wp-image-4084" title="Lago Bolonha" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Lago-Bolonha.jpg" alt="Lago Bolonha" width="580" height="435" /></a><p class="wp-caption-text">Lago Bolonha</p></div>
<p style="text-align: justify;">A grande dimensão do parque e suas áreas de floresta de terra firme, várzea e  igapós, onde estão dispersos uma infinidade de mamíferos, répteis, anfíbios e  insetos, além da grande variedade de aves e flora diversificada, atrai as mais  diversas atividades, ideal para praticar exercícios físicos como a  caminhada, ou para fazer trilhas. Existem sete opções de trilhas para receber os  visitantes: a do Macaco e do Bolonha (as mais antigas), e as mais recentes (em  fase de estruturação): a da Castanheira, da Jararaca, da Mariana, da Água Preta  e da Acapu. Além de uma que será específica para as <strong>crianças</strong>. Entre as atividades, os policiais também acompanham os visitantes em  exposições, trilhas ecológicas e caminhadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Um projeto de revitalização foi planejado em 2010. O projeto do parque  ambiental prevê a construção de um grande pórtico com área de recepção, Centro  de Exposição, Centro de Convenções para 100 lugares e restaurante na beira do  lago, que servirão para o lazer e a educação ambiental para a população e  turistas, além de ciclovias, áreas para a melhor idade, tudo monitorado  eletronicamente e com instrutores disponíveis para dar orientação à população. O  objetivo da ação é integrar esta área ao convívio das pessoas e ampliar as  atividades de educação ambiental, em especial com as escolas. A proposta prevê a  transformação do parque em um grande pólo para o turismo de negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, a acelerada expansão urbana e o crescimento regional não param de  ameaçar as áreas de proteção ambiental na Região Metropolitana de Belém.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Serviço</strong>: O Parque Estadual do Utinga é aberto à visitação de  segunda à sexta, das 06 às 14h, e aos sábados e domingos, das 8 às 12h. Para  escolas, instituições e demais grupos acima de 15 pessoas, o agendamento com  trilhas e outras atividades é feito no local. O Parque fica localizado na  <strong>Avenida João Paulo II próximo ao bairro do Utinga</strong>. Mais  informações pelos telefones <strong>(91) 3276-2778</strong> e  <strong>3184-3613</strong> e pelo e-mail <a href="mailto:parquedoutinga@sema.pa.gov.br"><strong>parquedoutinga@sema.pa.gov.br</strong></a>.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;">A palavra <strong>Utinga</strong>, é uma expressão tupi, que  significa Rio ou Riacho de Águas claras.</span></p>
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		<title>Restaurantes Populares e Sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Aug 2011 08:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Restaurantes Populares são Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN´s) que se caracterizam pela produção e comercialização de refeições saudáveis, nutricionalmente balanceadas, originadas de processos  seguros,  constituídas  preferencialmente  com  produtos  regionais,  a  preços  acessíveis, servidas em locais apropriados e confortáveis, de forma a garantir a dignidade ao ato de se alimentar. São  destinados  a  oferecer  à  [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-3515" href="http://www.diariodoverde.com/restaurantes-populares-e-sustentabilidade/restaurantes_populares-2/"></a><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/restaurantes_populares1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-3515" title="Programa &quot;Restaurantes Populares&quot;" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/restaurantes_populares1-580x509.jpg" alt="Programa &quot;Restaurantes Populares&quot;" width="580" height="509" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Restaurantes Populares são Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN´s) que se caracterizam pela produção e comercialização de refeições saudáveis, nutricionalmente balanceadas, originadas de processos  seguros,  constituídas  preferencialmente  com  produtos  regionais,  a  preços  acessíveis, servidas em locais apropriados e confortáveis, de forma a garantir a dignidade ao ato de se alimentar. São  destinados  a  oferecer  à  população  que  se  alimenta  fora  de  casa,  prioritariamente  aos  extratos sociais mais vulneráveis, refeições variadas, mantendo o equilíbrio entre os nutrientes em uma mesma refeição, possibilitando ao máximo o aproveitamento pelo organismo e reduzindo os riscos de agravos à saúde ocasionados pela alimentação inadequada.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, o quesito sustentabilidade ainda é tratado de maneira discreta em todos os tipos de projetos, inclusive de restaurantes. Os restaurantes sustentáveis é uma das possibilidades de se construir obras ecológicas. No entanto, para o funcionamento realmente sustentável é importante que não apenas a obra e construção ocorra de forma adequada, mas que as práticas de funcionamento também estejam aliadas com a sustentabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O Ministério de Desenvolvimento e Combate à Fome lançou no ano passado um edital para construção de Restaurantes Populares Sustentáveis (edital MDS/SESAN n° 09/2010), garantindo não apenas refeições equilibradas e acessíveis às populações em situação de vulnerabilidade social, mas também incentivando a adoção de estratégias de sustentabilidade ambiental e social a serem adotadas no projeto, devendo ser contempladas, minimamente, as seguintes ações:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Melhorias no processo de construção do Restaurante Popular (reciclagem de entulhos, uso de materiais de  construção  e/ou  equipamentos  com  certificação  ambiental,  otimização  de  processos  para  reduzir desperdício de materiais, instalação de descargas ecológicas, entre outros).</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Estratégias  de  arquitetura  bioclimática  (projetos  que  levem  em  consideração  o  microclima  local, buscando confortos térmico, acústico e luminoso).</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Aproveitamento de água de chuvas e reuso de águas cinzas, que são aquelas provenientes de chuveiros, pias, lavatório de banheiro e máquina de lavar roupas (segundo NBR nº 13969/97 – ABNT).</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Estratégias de paisagismo produtivo e utilização de espécies nativas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Aproveitamento de óleos e gorduras de cozinha.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Uso de fontes alternativas de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Técnicas de manejo de lixo – reciclagem e compostagem de matéria orgânica.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Estratégias para busca de certificações ambientais – ISO 14000.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Estratégias  para  abastecimento  do  Restaurante  Popular  com  gêneros  alimentícios  orgânicos  ou agroecológicos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os municípios classificados neste edital foram:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">SC – Chapecó</p>
<p style="text-align: justify;">PA – Cametá</p>
<p style="text-align: justify;">SC – Itajaí</p>
<p style="text-align: justify;">MG – Uberaba</p>
<p style="text-align: justify;">PE – Jaboatão dos Guararapes</p>
<p style="text-align: justify;">Agora é aguardar para vê-los construídos e em funcionamento!</p>
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		<title>&#8220;Mormaço na Floresta&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jun 2011 20:30:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Nesta bacia drenada pelo rio por excelência, mais cedo ou mais tarde se há de concentrar a civilização do globo.&#8221; (Humboldt) Estive assistindo novamente o filme Apocalypto (Fox Film, 2006), de Mel Gibson, a procura de um detalhe para um outro trabalho que realizo e, de repente, não mais que de repente, me deparei pensando [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-size: 12px; text-align: right;"><span style="font-size: small;"><em>&#8220;Nesta bacia drenada pelo rio por excelência,  mais cedo ou mais tarde se há de concentrar a civilização do globo.&#8221;</em> (Humboldt)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Estive assistindo novamente o filme  <strong>Apocalypto</strong> (Fox Film, 2006), de Mel Gibson, a procura de um detalhe para  um outro trabalho que realizo e, de repente, <em>não mais que de repente</em>, me  deparei pensando nisso: um estória (ou história) que fala dos primórdios da  “civilização” nas américas, mas cujo título remete a passagem bíblica do fim dos  tempos (o Apocalipse). Mas esta idéia só tomou forma (a pior delas) na cena em  que o jovem Jaguar Paw depara-se com fugitivos moribundos de outra tribo que lhe  deixa uma impressão forte, a qual seu pai aconselha esquecer e não falar sobre.  O “Temor” nos olhos de seu igual.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Há algo de comum e familiar em um texto de Thiago  de Mello que reproduzo abaixo.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;"> </span></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=XylbBRdiRdI"><img class="aligncenter size-full wp-image-2749" title="Thiago de Mello" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/thiago-de-mello.jpg" alt="" width="473" height="315" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">“<em>É a grande Amazônia, toda ela  no trópico úmido, com a sua floresta compacta e atordoante, onde ainda palpita,  intocada e em vários lugares jamais surpreendida pelo homem, a vida que se foi  urdindo em verdes desde o amanhecer do terciário. Intocada e desconhecida em  muito de sua extensão e de sua verdade, a Amazônia ainda está sendo  descoberta.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><em> </em><span><em>Iniciada há quatro séculos, o seu descobrimento  ainda não terminou. E, no entanto, pelo que já se conhece da vida na Amazônia,  desde que o homem a habita, ergue-se das funduras das suas águas e dos altos  centros de sua selva um terrível temor: o de que essa vida esteja, devagarinho,  tomando o rumo do fim</em>”. (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=XylbBRdiRdI">Thiago de  Mello</a>, Mormaço na Floresta, pág. 81).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Eu não esqueci aquele olhar (e nem deveria),  porque há de se fazer como na canção de Gil: “<a href="http://letras.terra.com.br/gilberto-gil/46200/"><em>É preciso  estar atento e forte</em></a><a href="http://letras.terra.com.br/gilberto-gil/46200/"><em>/ Não  temos tempo de temer a morte</em>” (Divino Maravilhoso)</a></span></p>
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		<title>A problemática da água doce</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 01:45:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[água doce]]></category>
		<category><![CDATA[água salgada]]></category>
		<category><![CDATA[recursos hídricos]]></category>
		<category><![CDATA[Semana do Meio Ambiente e da Ecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Quase 100% de toda a água disponível no mundo é salgada. Uma parcela mínima, correspondente a apenas 2,5%, é água doce (para você que adora estatísticas, acesse este outro artigo). Não é nenhuma novidade o alerta que diz que, dentro em breve, a água virá a faltar. Em geral, os especialistas estimam que dentro de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-2200" title="Água Doce" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/agua_doce-580x385.jpg" alt="" width="580" height="385" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quase 100% de toda a água disponível no mundo é salgada. Uma parcela mínima, correspondente a apenas 2,5%, é água doce (para você que adora estatísticas, <a href="http://www.diariodoverde.com/a-agua-como-voce-nunca-viu/">acesse este outro artigo</a>). Não é nenhuma novidade o alerta que diz que, dentro em breve, a água virá a faltar. Em geral, os especialistas estimam que dentro de 50 anos, grande parte da população mundial virá a sofrer com uma grave falta do líquido. Outros, são ainda mais pragmáticos: não dão mais que 20 ou 30 anos. A água que nós temos hoje é a mesma que esteve presente na Terra por milhões e milhões de anos, no que refere-se a quantidade (estável). O número de pessoas cresce em um ritmo desproporcional, a pressão sob o bem tão escasso está intolerável. O tratamento de água é caro, não é fácil e requer um árduo trabalho. Direto ao ponto: <strong><a href="http://www.diariodoverde.com/agua-cuidar-para-nao-faltar/">a água limpa está em falta</a></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando nisso, eis que surgiu a ideia de separar o sal da água do mar. Um método dispendioso e aparentemente brilhante de solucionar a problemática da água. Não passa de ilusão. Para se obter 1 litro de água através da dessalinização, é necessário o gasto de 2 a 5 litros, em média, de água doce! <span style="text-decoration: underline;">A matemática é simples:</span> para se produzir água, é necessário o gasto de energia. Um dos líquidos de maior potencial calorífico, consequentemente energético que se conhece, é a água. Ou seja: um meio excelente para a geração de energia. Só que a água salgada não serve para este processo de fabricação, tem de ser a água doce. Ou seja, para se produzir água boa para se beber, já tem de se ter água nestas condições. Além disso, tem um outro ponto a se pensar: e o que fazer com o sal, resultado final deste processo? Não vai ter lugar para acomodá-lo! Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o consumo ideal de sal, por pessoa/dia, é equivalente a 5g. O sal em excesso é responsável por várias doenças, dentre elas uma das principais causas de morte: a hipertensão, a popular pressão alta. Nem se nos entupíssemos de comer sal, comendo vá lá 20g por dia, 4x mais do que o recomendado, conseguiríamos nos livrar dele (é claro que fazer isto seria uma loucura). O custo-benefício, como pode se perceber, é negativo. <strong>É inviável</strong> <em>&#8211; para não dizer surreal &#8211;</em> <strong>transformar a água doce em água salgada!</strong><br />
Eis que surge a questão: mas e a energia solar, por exemplo, não serve? Também não. Ninguém conseguiu chegar a alternativas e soluções viáveis para a problemática da água. O que é certo é que, se o painel atual não melhorar, estamos destinados a um amanhã nada agradável, no estilo da <a href="http://www.diariodoverde.com/carta-de-2070/">Carta de 2070</a>. Quando se fala em economizar água, trata-se de um assunto muito sério. Quando se fala em proteger os aquíferos, reservas hídricas, não é brincadeira. Nos próximos anos, a água doce (ou potável, como preferir) valerá muito mais que o petróleo e outros minerais ditos hoje &#8220;preciosos&#8221;. A questão da água é emblemática, profunda. É um assunto que merece destaque e atenção. Desafiamos o curso natural das coisas, uma hora, o retorno vem. Assim como muitas outras maravilhas do nosso planeta, a água é o que é, finita. Não há outra saída a não ser preservar. Sem ela, não haverá vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PS:</strong> Este artigo, polêmico por saltar os olhos uma necessidade que custamos a enxergar, de um aspecto totalmente diferente (agradecimento especial ao meu professor Paulo, de Química, referência para a criação deste conteúdo), abre as comemorações da <strong>Semana do Meio Ambiente e da Ecologia</strong>, no Diário do Verde, que será realizada entre os dias 01 e 05 de Junho.</p>
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