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	<title>Diário do Verde &#187; reciclagem</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Lixo e resíduo: conceitos próximos, mas com significados diferentes</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2014 11:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaborador]]></category>
		<category><![CDATA[Coleta Seletiva]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde já precisamos definir corretamente o que quer dizer “resíduo sólido”. Em bom Português, resíduo é o que sobra de algo; sólido é toda matéria dura, mas não podemos ignorar os líquidos e os gases nesse contexto de preservação ambiental. Esse termo é usado para descrever “lixo”, quando não se quer usar esta palavra. Se [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="center"><span style="text-align: justify;">Desde já precisamos definir corretamente o que quer dizer “</span><em style="text-align: justify;">resíduo sólido</em><span style="text-align: justify;">”. Em bom Português, resíduo é o que sobra de algo; sólido é toda matéria dura, mas não podemos ignorar os líquidos e os gases nesse contexto de preservação ambiental.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Esse termo é usado para descrever “<em>lixo</em>”, quando não se quer usar esta palavra. Se você procurar na Internet, irá encontrar este absurdo: <em>“A</em><em>ntigamente, os resíduos sólidos eram denominados lixo e fim. Atualmente há uma compreensão que os materiais separados, passíveis de reciclagem ou reaproveitamento recebem tratamento de resíduos sólidos, enquanto os materiais misturados e acumulados tem mais uma conotação de lixo.”</em> Pronto: está formada uma perfeita confusão e é em mais confusão que o assunto jamais será tratado da forma correta. Permita-me sair dessa <em>matrix</em> maluca e esclarecer o que deveria ser óbvio. Vamos arrumar as ideias e colocar as coisas no lugar?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é lixo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/08/Lixo.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-8677" title="Lixo" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/08/Lixo-1024x779.jpg" alt="Lixo" width="580" height="441" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lixo é toda e qualquer substância, sólida ou não, que não tem mais utilidade ou possibilidade de reaproveitamento</strong>. Simples e claramente dito. Para completar, o lixo tem duas características inseparáveis: 1ª.) É material contaminado, com potencial de transmissão de doenças; 2ª.) Não pode ser reutilizado, isto é, não serve mais para ser transformado ou reaproveitado, para qualquer finalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo assim, o lixo só tem um destino adequado: ser eliminado através de incineração, que precisa ser feita de forma controlada, ou seja, filtrando-se as emanações de fumaça e de gases indesejados. Qualquer coisa além disto é apenas desconhecimento, desinformação, especulação ou desequilíbrio ideológico. Será que é tão difícil de entender isto? Portanto, falar em “<em>coleta seletiva de lixo</em>” é uma das muitas barbaridades que se comete por conta desse desconhecimento. Lixo não serve para nada; não pode ser coletado de forma seletiva, no sentido de algum reaproveitamento posterior. Isto é um grave erro e só causa confusão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é resíduo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/08/Resíduo.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-8678" title="Resíduo" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/08/Resíduo-1024x768.jpg" alt="Resíduo" width="580" height="435" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Como já foi dito acima, <strong>resíduo é o que resta; é o que sobra de algum material, sólido, líquido ou gasoso</strong>. O resíduo pode não estar contaminado, se for manipulado adequadamente, inteligentemente; o resíduo pode e deve ser coletado seletivamente; o resíduo pode, deve, precisa ser reciclado, para o bem da natureza e de todos os seres viventes no planeta. Quanto à palavra “<em>sólido</em>”, é uma impropriedade o uso do termo porque tanto líquidos quanto gases também deixam resíduos e, manipulados corretamente, podem e devem ser reciclados, pois existem tecnologias para esse procedimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Se querem incluir as embalagens no termo “resíduo”, embora não seja etimologicamente correto, podemos fazer vista grossa para esse deslize linguístico e evitar novo conflito, porém assumindo um certo risco por essa tolerância.</p>
<p style="text-align: justify;">Feitos os devidos esclarecimentos, podemos passar para a parte prática da questão e dizer que “<em>resíduos</em> <em>sólidos</em>” tem a ver com a atividade de reutilização dos materiais reaproveitáveis e do processo de reciclagem, a fim de evitar que o nosso planeta Terra continue sofrendo tantas agressões à natureza e ao nosso ambiente comum, com a contínua, desenfreada e predatória extração de seus recursos materiais, com finalidade puramente geradora de lucro desmedido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como fazer o reaproveitamento inteligente dos resíduos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/08/Coleta-Seletiva.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-8679" title="Coleta Seletiva" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/08/Coleta-Seletiva-1024x743.jpg" alt="Coleta Seletiva" width="580" height="420" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Sem entrar na questão da forma ideal para esse reaproveitamento, o que poderemos fazer em próxima ocasião, temos que deixar bem clara uma coisa muito importante: <strong>os resíduos devem prosseguir para a reciclagem, onde necessitam ser separados, guardados e recolhidos de forma a não sofrer qualquer tipo de contaminação</strong>. A reciclagem tem que ser feita a partir de materiais limpos e secos, sem sujeira e sem contaminação. Assim, em vez de usar o termo “<em>resíduo sólido</em>” de forma errada e indefinida, o correto seria dizer <em>“resíduo seco descontaminado”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Por ora, temos aqui o suficiente para a sua consideração e avaliação. Dificilmente iremos mudar os erros que já estão consolidados, mas se mudarmos a nossa forma de pensar e aceitar perceber as coisas do modo correto, estaremos avançando na direção desejada para a construção de um mundo melhor e ambientalmente recuperado. Sejamos otimistas!</p>
<p style="text-align: right;"><em>Artigo escrito por Antonio Carlos Menezes Gonçalves, especialista em Coleta Seletiva e Reciclagem, a quem o Diário do Verde agradece a participação.</em></p>
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		<title>Guaraná Antarctica sai na frente com a primeira garrafa 100% reciclada do Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Aug 2013 11:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação e Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Garrafa PET]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Há uma cobrança cada vez maior por parte da população por marcas que estejam comprometidas com um mundo melhor. Ciente da necessidade de atender as expectativas dos seus clientes e diferenciar-se ainda mais em relação à concorrência – o que no século XXI traduz-se por boas práticas na área de meio ambiente – o refrigerante [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/08/Cartaz-Guarana-Antarctica.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-7966" title="Cartaz - Guaraná Antarctica" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/08/Cartaz-Guarana-Antarctica-1024x576.jpg" alt="Cartaz - Guaraná Antarctica" width="580" height="326" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Há uma cobrança cada vez maior por parte da população por marcas que estejam comprometidas com um mundo melhor. Ciente da necessidade de atender as expectativas dos seus clientes e diferenciar-se ainda mais em relação à concorrência – o que no século XXI traduz-se por boas práticas na área de meio ambiente – o refrigerante Guaraná Antarctica reformulou o seu processo de produção, dando vida a uma tecnologia inovadora e exclusiva em território nacional que possibilita a transformação de qualquer embalagem de PET (independente de cor, marca ou tamanho) em uma garrafa novinha em folha, 100% reciclada e pronta para uso.</p>
<p style="text-align: justify;">Em apenas 9 meses de existência a campanha conseguiu atingir resultados expressivos. <strong>De outubro do ano passado até o mês de junho mais de 120 milhões de garrafas PET foram retiradas da natureza</strong>, o que representa uma redução significativa de resíduos sólidos em meio aos aterros sanitários espalhados País afora (atualmente são reciclados 294 toneladas deste material, sendo que para cada cinco toneladas de PET reciclada 30 m³ de área são liberados nos aterros sanitários) sem contar a dispensa de extração de mais petróleo, um recurso natural finito e não-renovável. Além do resultado ambiental muito positivo, <strong>o Guaraná Antarctica através da ação alcançou em junho o maior marketshare de sua história</strong>, com mais de 43% de participação no mercado de guaranás &#8211; segmento em que é líder.</p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo você confere a peça publicitária criada pela agência DM9DDB intitulada &#8220;Fábrica&#8221;. Ela apresenta o novo produto e explica de maneira simples a nova linha de produção. Descubra a seguir como tudo funciona:</p>
<p><center><iframe src="//www.youtube.com/embed/284-pUq_1lc" frameborder="0" width="580" height="326"></iframe></center></p>
<p style="text-align: center;"><em>O processo de fabricação e consumo pode ser resumido em três grandes etapas: Após a <strong>coleta</strong> do material há a <strong>transformação</strong> do mesmo (flakes &#8211; pequenos fragmentos de plástico, pré-forma e garrafa) e por fim a sua <strong>distribuição</strong> e colocação nas gôndolas pelo País.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Observando a iniciativa em sua plenitude podemos constatar que ela é um exemplo de modelo sustentável, já que não se restringe apenas à questão da reciclagem da matéria-prima em si &#8211; lado ambiental, estando envolvida em uma grande cadeia de valor que compreende os lados econômico e social. Quando do momento da coleta são mobilizados agentes especializados, catadores e cooperativas que recolhem o material e encaminham o mesmo para os Centros de Reciclagem, também se promove o desenvolvimento social e a geração de renda.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente a tecnologia está presente em 20% de todas as embalagens PET produzidas por Guaraná Antarctica e é produzida em quatro fábricas, localizadas em Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. A ideia é que até o ano de 2014 o projeto seja expandido para todas as regiões do Brasil além de ser adotada por outras marcas da AmBev como Pepsi, H2OH!, Sukita e Soda.</p>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><strong>Nota:</strong> Assim como o Guaraná Antarctica você consumidor também pode fazer a sua parte, aí na sua casa. Uma garrafa PET demora aproximadamente 200 anos para se decompor no meio ambiente e o seu descarte incorreto gera uma série de problemas, dentre eles a poluição e morte de animais. A dica é para que <strong>utilize um cesto e vá depositando o que for reciclável, assim que ele estiver cheio separe os diferentes tipos de materiais e leve ao ponto de coleta seletiva mais próximo.</strong> Pequenas ações geram grandes mudanças, acredite, basta dar o primeiro passo.</p>
<hr />
<div style="text-align: justify;"><strong>Para mais informações acesse os canais da empresa na internet:</strong></div>
<p><em>Site:</em> www.guaranaantartica.com.br<br />
<em>Facebook:</em> www.facebook.com/GuaranaAntarctica<br />
<em>Facebook &#8211; Aplicativo:</em> <a href="http://on.fb.me/14l3HDb" target="_blank">http://on.fb.me/14l3HDb</a><br />
<em>Twitter:</em> www.twitter.com/guarana</p>
<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/12/artigopatrocinado1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5633" title="DV artigopatrocinado" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/12/artigopatrocinado1.png" alt="DV artigopatrocinado" width="580" height="60" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Obrigado a <strong>AmBev (Companhia de Bebidas das Américas) &#8211; detentora da marca Guaraná Antarctica</strong> pelo interesse em anunciar no Diário do Verde. Quer divulgar aqui a sua marca, o seu site, blog ou projeto de qualidade? Adquira um artigo patrocinado, entre em contato: diariodoverde@diariodoverde.com. Para mais informações, acesse a página &#8220;Anuncie&#8221;.</p>
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		<title>Tudo Pode Ser Mais do que Já É</title>
		<link>http://diariodoverde.com/tudo-pode-ser-mais-do-que-ja-e/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Apr 2013 15:48:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Eu ando pelo mundo Prestando atenção em cores Que eu não sei o nome Cores de Almodóvar Cores de Frida Kahlo Cores! (&#8230;) Ai, Eu quero chegar antes Prá sinalizar O estar de cada coisa Filtrar seus graus&#8230;&#8221; (Esquadros, Adriana Calcanhoto) Um amigo nosso, meu e da Lu, costuma brincar conosco quando vê alguns &#8220;entulhos&#8221; [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/04/decorar-reciclar-vidros-lustres-luminarias-1.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7754" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/04/decorar-reciclar-vidros-lustres-luminarias-1.jpg" alt="" width="246" height="328" /></a></p>
<p style="text-align: justify">&#8220;<em>Eu ando pelo mundo</em><br />
<em>Prestando atenção em cores</em><br />
<em>Que eu não sei o nome</em><br />
<em>Cores de Almodóvar</em><br />
<em>Cores de Frida Kahlo</em><br />
<em>Cores! (&#8230;)</em></p>
<p style="text-align: justify"><em>Ai, Eu quero chegar antes</em><br />
<em>Prá sinalizar</em><br />
<em>O estar de cada coisa</em><br />
<em>Filtrar seus graus&#8230;</em>&#8221; (<strong>Esquadros</strong>, Adriana Calcanhoto)</p>
<p style="text-align: justify">Um amigo nosso, meu e da Lu, costuma brincar conosco quando vê alguns &#8220;entulhos&#8221; que coletamos pela rua ou que guardamos após seu uso (caixotes, garrafas, latas etc.). Eu sou o Nilo e a Lu, a mãe Lucinda (rsrsrsr). Em geral ando pela rua olhando tudo, principalmente &#8220;entulhos&#8221;, restos de construção, objetos que são descartados ou deixados na rua. Olho e penso nas &#8220;potencialidades&#8221; daquele objeto. Pode vir a ser um sofá, uma mesa, um porta louça, uma estante, etc.</p>
<p style="text-align: justify">Há uma infinidade de possibilidades para cada objeto jogado fora. Basta imaginação e técnica. Aqueles caixotes de frutas, azulejos e pastilhas cerâmicas, latas e pneus. Como diria <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antoine_Lavoisier" target="_blank">Lavoisier</a>: </strong>&#8220;<em>Na Natureza nada se cria, nada se perde. Tudo se transforma</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify">O desperdício é grande, na mesma medida do consumismo. Reutilizar e reciclar são mais do que atos e atitudes. É a possibilidade de se construir um mundo com a cara de muitos e com a cor de todos.</p>
<p style="text-align: justify">Links interessantes (Blog):</p>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.jardinaria.com.br/site/2011/12/mais-caixotes-de-madeira/" target="_blank">Jardinaria</a></strong>;</li>
<li><strong><a href="http://acasaalternativa.com.br/page/2/" target="_blank">A Casa Alternativa</a>;</strong></li>
<li><a href="http://alemdaruaatelier.com.br/2012/08/como-customizar-um-banco-antigo-com-passo-a-passo/" target="_blank"><strong>Além da Rua Atelier</strong></a>;</li>
<li><strong><a href="http://www.misturaquedacerto.com/2012/07/decoracao-objetos-reciclados.html" target="_blank">Mistura que Dá Certo.</a></strong></li>
</ul>
<p>E o <strong><a href="http://www.google.com.br/" target="_blank">Google</a> </strong>está repleto de possibilidades! E você?</p>
<p style="text-align: justify">
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Isopor em Santa Maria e no Meio Ambiente</title>
		<link>http://diariodoverde.com/o-isopor-em-santa-maria-e-no-meio-ambiente/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jan 2013 05:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[acidente]]></category>
		<category><![CDATA[boate]]></category>
		<category><![CDATA[fogo]]></category>
		<category><![CDATA[incendio]]></category>
		<category><![CDATA[isopor]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[rio grande do sul]]></category>
		<category><![CDATA[santa maria]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tragédia]]></category>

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		<description><![CDATA[É um tanto impossível não ficar sabendo dos principais acontecimentos que ocorrem em nosso planeta. Nos dias de hoje, com a globalização, as informações são disseminadas com grande rapidez e eficiência. Na última segunda-feira nosso amigo Rafael Morais Chiaravalloti comentou, dentre outros assuntos em seu texto intitulado “Por favor, não culpem o “azar” pelas tragédias!”, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7332" title="isopor" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/01/isopor.jpg" alt="Isopor" width="594" height="373" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium; font-family: verdana, geneva;">É um tanto impossível não ficar sabendo dos principais acontecimentos que ocorrem em nosso planeta. Nos dias de hoje, com a globalização, as informações são disseminadas com grande rapidez e eficiência.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium; font-family: verdana, geneva;">Na última segunda-feira nosso amigo Rafael Morais Chiaravalloti comentou, dentre outros assuntos em seu texto intitulado “<strong><em><a href="http://www.diariodoverde.com/por-favor-nao-culpem-o-azar-pelas-tragedias/" target="_blank">Por favor, não culpem o “azar” pelas tragédias!</a></em></strong>”, o acidente ocorrido em Santa Maria, Rio Grande do Sul, onde muitas pessoas foram mortas em um incêndio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium; font-family: verdana, geneva;">Dentre as várias causas da tragédia, destaca-se o fato de o teto da boate ser revestido por isopor. O isopor não foi, verdadeiramente, a causa do incêndio &#8211; mas com certeza foi um dos principais elementos que contribuiu para o problema da intoxicação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium; font-family: verdana, geneva;">O teto do ambiente foi revestido com isopor, segundo relatos, para manter a acústica da boate. Sim, realmente este material pode servir como isolante acústico por um preço mais barato. Contudo, quando falamos em isopor, não temos uma boa impressão para com o Meio Ambiente. Você sabe o porquê?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium; font-family: verdana, geneva;">Hoje em dia sabemos que o desenvolvimento deve ser ecologicamente correto, economicamente viável e socialmente justo. Eis o tripé da Sustentabilidade! O Meio Ambiente, a economia e o aspecto humano/social devem estar interligados e em harmonia para que haja um Desenvolvimento Sustentável sem que as futuras gerações sejam comprometidas de maneira negativa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium; font-family: verdana, geneva;">O isopor, apesar do preço bom (economicamente viável), não é considerado um elemento favorável ao Meio Ambiente porque na sua produção são utilizados alguns elementos químicos que aumentam o buraco da camada de ozônio e, conforme notícia publicada pelo Ministério do Meio Ambiente em julho do ano passado, o processo de reciclagem deste elemento não é economicamente viável.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium; font-family: verdana, geneva;">Outro aspecto a ser considerado é o fato de o isopor ser fabricado à partir do petróleo e, até por isso, é altamente inflamável, ou seja: pega fogo com facilidade, como ocorrido na boate em Santa Maria.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium; font-family: verdana, geneva;">De acordo com uma pesquisa realizada em 2011 pela Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo &#8211; SMA e o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo – SindusCon junto às construtoras, o isopor se encontra em terceiro lugar na classificação dos elementos de difícil gerenciamento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva;">Referências:</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-size: x-small;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva;"><a href="http://www.ambiente.sp.gov.br/publicacoes/category/cadernos-de-educacao-ambiental/" target="_blank"><span style="color: #000000;">Cadernos de Educação Ambiental da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo</span></a>:</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: verdana, geneva; color: #000000;">&#8211; <a href="http://www.ambiente.sp.gov.br/wp-content/uploads/publicacoes/sma/ecocidadao.pdf" target="_blank"><span style="color: #000000;">Ecocidadão</span></a></span><br />
<span style="font-size: x-small; font-family: verdana, geneva; color: #000000;"> &#8211; <a href="http://www.ambiente.sp.gov.br/wp/cpla/files/2012/08/residuos_construcao_civil_sp.pdf" target="_blank"><span style="color: #000000;">Resíduos da Construção Civil e o Estado de São Paulo</span></a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-size: x-small;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva;"><a href="http://www.mma.gov.br/" target="_blank"><span style="color: #000000;">Ministério do Meio Ambiente</span></a>:</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: verdana, geneva; color: #000000;">&#8211; <a href="http://www.mma.gov.br/informma/item/8521-como-e-porqu%C3%AA-separar-o-lixo" target="_blank"><span style="color: #000000;">Como e porquê separar o lixo?</span></a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-size: x-small;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva;">Imagem do artigo:</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: verdana, geneva; color: #000000;">&#8211; <a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/7c/Styropian.JPG" target="_blank"><span style="color: #000000;">http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/7c/Styropian.JPG</span></a></span></p>
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		<title>Tudo Se Acaba?</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Dec 2012 18:57:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Solidária]]></category>
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		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois é&#8230; e o mundo não acabou. Ainda. Nunca se sabe né?! E talvez nem seja o fim por um evento cataclísmico  ou apocalíptico, mas pelas mão já tão calejadas do bicho homem. Já bem especializado no ramo. Durante muito tempo bateu-se na tecla do princípio dos &#8220;3Rs&#8221; (Reduzir, Reutilizar e Reciclar), que consiste em ações que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: center"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/grama_pe.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7207" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/grama_pe.jpg" alt="" width="410" height="309" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Pois é&#8230; e o mundo não acabou. Ainda. Nunca se sabe né?! E talvez nem seja o fim por um evento cataclísmico  ou apocalíptico, mas pelas mão já tão calejadas do bicho homem. Já bem especializado no ramo.</p>
<p style="text-align: justify">Durante muito tempo bateu-se na tecla do princípio dos &#8220;<strong>3Rs</strong>&#8221; (<a href="http://dgi.unifesp.br/ecounifesp/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=10&amp;Itemid=8" target="_blank">Reduzir, Reutilizar e Reciclar</a>), que consiste em ações que se inter-relacionam visando o melhor aproveitamento dos objetos de consumo (alimentos inclusive) e suas embalagens, que por fim geram a redução de resíduos, &#8220;<em>seja por meio da minimização na fonte ou por meio da redução do desperdício</em>&#8220;. Ou ainda, ações que possibilitem a utilização destes objetos para várias finalidades, &#8220;<em>otimizando ao máximo seu uso antes de descarte final, ou, ainda seu reenvio ao processo produtivo, visando a sua recolocação para o mesmo fim ou recolocação no mercado</em>&#8220;, ou ainda produzindo outros materiais ou objetos  (ou seja, reciclar).</p>
<p style="text-align: justify">Outras iniciativas como a coleta seletiva e as políticas públicas para resíduos vem somando pontos a favor do meio ambiente. Contudo percebeu-se ao longo destas décadas de luta pela preservação do meio ambiente que há necessidades e ações mais prementes. Talvez a chave para a salvação repouse sobre o a revisão do paradigma do consumo desenfreado. É possível um consumo racional, ambientalmente sustentável, saudável e primordialmente com qualidade de vida. Para comprovar isso dissemina-se há anos em todos os continentes as Feiras e Fóruns de <a href="http://www.fbes.org.br/" target="_blank">Economia Solidária</a>.</p>
<p style="text-align: justify">Os princípios da ECOSOL (Economia Solidária) congregam ações e noções que perpassam a Agricultura Familiar, a Agroecologia, Desenvolvimento Territorial, Políticas Públicas, Saúde, Economia, etc. E tem em sua essência a noção de Consumo Ético e Comercio Justo.</p>
<p style="text-align: justify">A Solidariedade é para ser praticada o ano TODO, socialmente, politicamente, economicamente e culturalmente. A Solidariedade não é só para o FIM DO ANO. É para TODOS e para TUDO que nos cerca.</p>
<h1 style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size: 12px">Para saber mais acesse:</h1>
<p><strong><a href="http://portal.mte.gov.br/ecosolidaria/a-economia-solidaria/" target="_blank">Ministério do Trabalho e Emprego</a></strong> &#8211; http://portal.mte.gov.br/ecosolidaria/a-economia-solidaria/</p>
<h1 style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size: 12px"><a href="http://cirandas.net/leidaecosol" target="_blank">Participe da Campanha pela Lei da Economia Solidária! Conheça! Assine!</a></h1>
<h1 id="cont_titulo" style="font-size: 12px"><a href="http://www.mte.gov.br/ecosolidaria/ecosolidaria_oque.asp" target="_blank">O que é Economia Solidária</a></h1>
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		<title>Reciclou, tá novo!</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Sep 2012 01:12:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;O dinheiro não traz felicidade — para quem não sabe o que fazer com ele&#8221; (Machado de Assis) Hoje estava assistindo a segunda temporada do seriado &#8220;Games Of Thrones&#8220; (série da HBO). Quatro episódios consecutivos. E deveria estar escrevendo o artigo de hoje. Em dado momento um dos conselheiros dos Lannisters profere a seguinte frase [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/09/Reciclagem-dinheiro.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6692" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/09/Reciclagem-dinheiro-300x253.jpg" alt="" width="300" height="253" /></a></p>
<p style="text-align: center"><em>&#8220;O dinheiro não traz felicidade — para quem não sabe o que fazer com ele&#8221;</em> (<em><a href="http://pensador.uol.com.br/autor/machado_de_assis/">Machado de Assis</a>)</em></p>
<p style="text-align: justify">Hoje estava assistindo a segunda temporada do seriado &#8220;<a href="http://www.hbo.com/game-of-thrones/index.html" target="_blank"><strong>Games Of Thrones</strong>&#8220;</a> (série da HBO). Quatro episódios consecutivos. E deveria estar escrevendo o artigo de hoje. Em dado momento um dos conselheiros dos Lannisters profere a seguinte frase para Tyrion Lannister: &#8220;<em>O poder é uma coisa curiosa</em>&#8220;. E em seguida sentencia: &#8220;<em>O poder reside onde os homens acreditam que ele exista</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify">Estou fazendo esta digressão para chegar em uma matéria que li na revista <strong><a href="http://www.istoe.com.br/revista/indice-de-materias/709_ELE+AINDA+BRIGA+POR+PODER+NO+GOVERNO" target="_blank">ISTO É (Ano 36, nº2236</a>)</strong>, que trata da reciclagem de dinheiro, do nosso dinheiro, o Real. É incrível como não nos damos conta do quanto em dinheiro passa em nossas mãos e bolsos. E o quanto se perde entre uma e outra. Quando foi a última vez que você viu uma moeda de 1 (um) centavo? Ou uma nota de 1 (um) real? Ou aquela nota de plástico? Lembram?</p>
<p style="text-align: justify">Estão neste momento em circulação aproximadamente 4,8 bilhões de cédulas de real pelo país. Sendo que 40% destas em um ano ficam inutilizadas e voltam para o <strong><a href="http://www.bcb.gov.br/" target="_blank">Banco Centra</a>l</strong> (quando voltam!). Anualmente há um acumulo de 2 mil toneladas de papel-dinheiro que normalmente são triturados. O que não ocorria há 13 anos atrás. O material era incinerado. Hoje, a maior parte vai parar no &#8220;bom e velho&#8221; aterro sanitário. No entanto o surgimento da <strong><a href="http://www.mma.gov.br/pol%C3%ADtica-de-res%C3%ADduos-s%C3%B3lidos" target="_blank">Política Nacional de Resíduos Sólidos</a></strong>, que determina a desativação destes lixões até 2014, cria o desafio da destinação deste rejeito de forma mais ambientalmente correta.</p>
<p style="text-align: justify">Neste entremeio a professora da<strong> UNB (<a href="http://www.unb.br/" target="_blank">Universidade de Brasília</a>)</strong>, <em><strong><a href="http://portaldoprofessor.mec.gov.br/conteudoJornal.html?idConteudo=2359" target="_blank">Thérèse Hofmann</a></strong></em>, em conjunto com<em><strong> José Carlos Andreoli</strong></em> e <em><strong>Sebastião Roberto de Andrade</strong></em>, desenvolveram uma técnica para retirar das cédulas a resina que prolonga a vida útil das notas, e fazê-las voltar a condição de celulose de algodão, e poder assim recicla-las (o processo foi patenteado pelo <strong><a href="www.inpi.gov.br/" target="_blank">Instituto Nacional de Propriedade Industrial </a></strong>&#8211; Inpi).</p>
<p style="text-align: justify">Em São Paulo há projetos de reciclagem de cunho social para jovens, que produzem blocos de notas, cadernos e objetos decorativos. Mas conforme seus coordenadores trata-se de pano de fundo para estimular o trabalho em equipe, a superação e cumprimento de metas, bem como a geração de emprego e renda, promovendo assim o protagonismo juvenil e a inclusão social destes jovens.</p>
<p style="text-align: justify">Aqui no Pará a <strong>UFRA</strong> <strong>(<a href="http://www.portal.ufra.edu.br/" target="_blank">Universidade Federal Rural da Amazônia</a></strong>) desenvolve projeto que utiliza as notas trituradas como elemento integrante de adubo orgânico (as cédulas correspondem à 10% de uma mistura com outros resíduos orgânicos). O composto se mostrou muito eficiente em culturas como a de feijão. Em parceria com o Governo do Estado este composto será distribuído para a população no Estado (micro-produtores da agricultura familiar e de subsistência).</p>
<p style="text-align: justify">Então volto aos demais episódios de Games Of Thrones e o conselheiro dos Lannisters: O valor das coisas está onde somos capazes de colocá-lo. Sobre a mesa ou sob a terra. Em se plantando idéias, tudo dá.</p>
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		<title>O lixo que vira arte</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 08:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Casadei]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[e-lixo]]></category>
		<category><![CDATA[metareciclagem]]></category>
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		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>

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		<description><![CDATA[No Brasil, aproximadamente ¾ de todo o lixo eletrônico produzido vai para os lixões, o outro quarto é reciclado, e, uma parte deste lixo vira arte. Diversas ONGs e empresas de reciclagem em nosso país, neste caso, no estado de São Paulo, criam tintas, peças de arte, cultura e geram aprendizado com o lixo eletrônico [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">No Brasil, aproximadamente ¾ de todo o lixo eletrônico produzido vai para os lixões, o outro quarto é reciclado, e, uma parte deste lixo vira arte.</p>
<p style="text-align: justify">Diversas ONGs e empresas de reciclagem em nosso país, neste caso, no estado de São Paulo, criam tintas, peças de arte, cultura e geram aprendizado com o lixo eletrônico descartado. Neste post darei alguns exemplos de criatividade e utilidade que o lixo traz.</p>
<p style="text-align: justify">A empresa <strong>Suzakim</strong>, de Suzano produz, a partir da reciclagem de pilhas e baterias, corantes utilizados na fabricação de tintas.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-5937" href="http://www.diariodoverde.com/o-lixo-que-vira-arte/reciclagem-pilhas-baterias-produto/"><img class="aligncenter size-full wp-image-5937" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/01/reciclagem-pilhas-baterias-produto.jpg" alt="" width="400" height="250" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Os monitores CRT em outra empresa são tratados e o vidro é destinado a indústria de cerâmica para que seja empregado em novos produtos. Na ONG Metarecilcagem, em São Paulo, pessoas de todas as idade, inclusive crianças participam de oficinas de arte e robótica, onde o lixo tecnológico matéria prima no processo de criação dos mais diversos projetos artísticos.</p>
<p style="text-align: justify">Na <strong>ONG Oxigênio</strong> em Guarulhos, as máquinas caça-níqueis apreendidas pela polícia viram material de apoio para alunos do curso de montagem de computadores promovido pela organização.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-5938" href="http://www.diariodoverde.com/o-lixo-que-vira-arte/caca/"><img class="aligncenter size-full wp-image-5938" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/01/caça.jpg" alt="" width="244" height="350" /></a><a rel="attachment wp-att-5939" href="http://www.diariodoverde.com/o-lixo-que-vira-arte/caca2/"><img class="aligncenter size-full wp-image-5939" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/01/caça2.jpg" alt="" width="350" height="262" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Muitos outros exemplos como este se espalham pelo país, um exemplo que conheço e acompanho é aqui em Sorocaba, onde a prefeitura da cidade promove cursos profissionalizantes para jovens, onde estes são ensinados a consertar computadores. Os equipamentos utilizados nos cursos são obtidos por meio de doações e por meio da coleta de lixo eletrônico descartado na coleta seletiva da cidade.</p>
<p>Iniciativas como estas são sempre bem vindas. Como sempre dizemos, o meio ambiente agradece.</p>
<div style="text-align: center"><strong>Até a próxima!</strong></div>
<p style="text-align: justify">Vitor Casadei<br />
Bacharelando em Ciência da Computação pela UFSCar<br />
<strong> E-mail:</strong> <a href="vitor.casadei@gmail.com" target="_blank">vitor.casadei@gmail.com</a><br />
<strong> Facebook:</strong> <a href="http://www.facebook.com/vitor.casadei" target="_blank">http://www.facebook.com/vitor.casadei</a><br />
<strong> Twitter:</strong> <a href="http://www.twitter.com/vCasadei" target="_blank">http://www.twitter.com/vCasadei</a></p>
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		<title>Liza e Carrefour ampliam parceria para reciclagem de óleo de cozinha no Rio de Janeiro</title>
		<link>http://diariodoverde.com/liza-e-carrefour-ampliam-parceria-para-reciclagem-de-oleo-de-cozinha-no-rio-de-janeiro/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 21:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação e Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cargill]]></category>
		<category><![CDATA[Carrefour]]></category>
		<category><![CDATA[iniciativas]]></category>
		<category><![CDATA[Liza]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Lançamento do programa no Estado terá usina móvel que mostrará a transformação do resíduo em biodiesel Por meio da marca Liza, a Cargill e o Carrefour ampliam a parceria no Programa “Ação Renove o Meio Ambiente” para reciclagem de óleo de cozinha no Rio de Janeiro. Além da instalação dos coletores nas nove lojas da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/12/Carrefour.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5436" title="Carrefour" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/12/Carrefour.jpg" alt="Carrefour" width="580" height="156" /></a><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/12/Liza.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5437" title="Liza" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/12/Liza.jpg" alt="Liza" width="580" height="275" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: medium;">Lançamento do programa no Estado terá usina móvel que mostrará a transformação do resíduo em biodiesel</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">P</span>or meio da marca Liza, a Cargill e o Carrefour ampliam a parceria no Programa “Ação Renove o Meio Ambiente” para reciclagem de óleo de cozinha no Rio de Janeiro. Além da instalação dos coletores nas nove lojas da rede no Estado, o Programa contará com ações socioambientais e educativas. O evento de lançamento acontece hoje, dia 07 de dezembro, às 10h, na loja Carrefour Barra, na Avenida das Américas 5150 &#8211; Barra da Tijuca. Na ocasião, os consumidores poderão trocar um litro do produto usado por uma nova garrafa de Liza, além de acompanhar como é feita a produção de biodiesel, por meio de uma usina móvel localizada no estacionamento da unidade entre os dias 7 e 9 de dezembro.<br />
A expectativa da ação é sensibilizar e mobilizar os mais de dois milhões de clientes que passam mensalmente nos hipermercados Carrefour do Rio de Janeiro. “A parceria com a Cargill é fundamental para re­forçar a política de sustentabilidade do Carrefour e contribuir para a preservação do meio ambiente. Juntos, conseguiremos destinar corretamente esse resíduo e ainda gerar be­nefícios concre­tos”, afirma Paulo Pianez, Diretor de Sustentabilidade do Carrefour. Primeiro parceiro a aderir ao Programa, o Carrefour já conta com displays coletores em suas 73 lojas no Estado de São Paulo. A parceria já resultou no recolhimento e transformação de aproximadamente 211 mil litros.<br />
Com auxílio de um funil, o consumidor deve colocar o óleo usado, já resfriado, em embalagem PET que possa ser fechada com tampa. O recipiente deve ser deixado no coletor, sem a necessidade de despejo do produto. A empresa S.O.S Óleo Vegetal, especializada no processamento deste resíduo, será responsável pela coleta, processamento e destinação. As garrafas PET coletadas na ação, também serão transformadas em novos coletores.<br />
A próxima etapa do Programa será ampliar a estação de recolhimento para condomínios, restaurantes, empresas, escolas, entre outros locais. “Nossa intenção é aumentar cada vez mais o alcance e as parcerias do Programa, de modo a facilitar o descarte e a participação dos consumidores” explica Andrés Eizayaga, Gerente Comercial da área de produtos de consumo da Cargill.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Reciclagem no pós-consumo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O consumo anual de óleos e azeites na cidade do Rio de Janeiro foi de aproximadamente 68 mil toneladas, segundo dados Nielsen referentes aos últimos 12 meses. A marca Liza realizou uma pesquisa em outubro desse ano com 7.500 consumidores no Rio de Janeiro para entender sobre a destinação do resíduo pós-consumo. Os resultados indicam que 74% declaram ter conhecimento sobre a importância da reciclagem, mas apenas 17% destinam corretamente. Para 44% dos consumidores, o esgoto era o principal destino.<br />
Cada litro descartado de forma inadequada tem potencial para poluir mais de 25 mil litros de água. Além disso, pode causar entupimento da rede de esgoto ao agir como aglutinante de lixo indevidamente jogado no vaso sanitário, além de impermeabilizar o solo e gerar mau cheiro quando descartado inadequadamente.<br />
“Muitos consumidores têm consciência da importância do descarte correto, mas não sabem como podem contribuir. O Programa “Ação Renove o Meio Ambiente” facilita a interlocução entre empresas, terceiro setor, poder público e consumidores em um objetivo comum a favor da qualidade de vida e da preservação do meio ambiente”, explica Márcio Barela, Consultor de Sustentabilidade para os produtos de consumo da Cargill.<br />
O Programa “Ação Renove o Meio Ambiente” no Rio de Janeiro está alinhado com o trabalho realizado pelo Programa de Reaproveitamento de Óleos Vegetais do Estado do Rio de Janeiro (PROVE). Criado em 2008 pela Secretaria de Estado do Ambiente (SEA/RJ), o PROVE tem com o objetivo de estimular a coleta de óleo de cozinha usado e a sua reutilização na produção de sabão e de fontes alternativas de energia, como o biodiesel. Para mais informações, entre em contato com prove@ambiente.rj.gov.br.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Programa “Ação Renove o Meio Ambiente”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Liderado pela marca Liza, o Programa “Ação Renove o Meio Ambiente” é uma iniciativa da Cargill para reciclagem de óleo de cozinha pós-consumo e posterior destino à produção de biodiesel. Além das ações de conscientização ambiental, estão sendo distribuídos displays coletores, fabricados em PET reciclado, em mais de 150 localidades no Estado de São Paulo e no Rio de Janeiro. A relação completa dos pontos de está disponível no site <a href="http://www.liza.com.br" target="_blank">www.liza.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Sobre Liza</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Liza é uma das marcas de produtos de consumo da Cargill. Presente na família brasileira há mais de 35 anos, Liza tem um portifólio completo de óleos, maioneses e molhos para salada. Mais informações estão disponíveis no site www.liza.com.br.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Sobre o Carrefour</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Há 36 anos no Brasil, o Grupo Carrefour é reconhecido como empresa pioneira no mercado varejista. A rede está presente em 22 estados brasileiros, com os formatos Carrefour Hiper, Carrefour Bairro e Atacadão, além de oferecer serviços diversos para a conveniência do consumidor, como postos de combustíveis, drogarias, serviços financeiros, entre outros. A rede também atua na Internet, com o canal de vendas www.carrefour.com.br. O Grupo conta com 70 mil funcionários no Brasil, sendo um dos maiores empregadores do País. No mundo, é o segundo maior varejista do mercado, presente em 32 países.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Sobre a Cargill</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Cargill produz e comercializa internacionalmente produtos e serviços alimentícios, agrícolas, financeiros e industriais. Fundada em 1865, a companhia emprega 138.000 funcionários em 63 países. A Cargill ajuda seus clientes a alcançar o êxito por meio da colaboração e da inovação, e está comprometida a usar seu conhecimento e experiência globais para superar desafios econômicos, ambientais e sociais onde quer que faça negócios. Para mais informações, visite www.cargill.com.<br />
No Brasil desde 1965, a Cargill tem sua origem no campo, a partir das atividades agrícolas, e hoje constitui uma das maiores indústrias de alimentos do País. Com sede em São Paulo (SP), a empresa está presente em 13 Estados brasileiros por meio de unidades industriais e escritórios em cerca de 130 municípios e mais de 7 mil funcionários.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Informações para a Imprensa</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Andreoli MSL<br />
Luciane Gellermann<br />
<a href="mailto:luciane.gellermann@br.mslworldwide.com" target="_blank"> luciane.gellermann@br.mslworldwide.com</a><br />
Tel: (11) 3779-6124</p>
<p style="text-align: justify;">Cargill<br />
Vinícius Riqueto de Oliveira<br />
<a href="mailto:vinicius_oliveira@cargill.com" target="_blank"> vinicius_oliveira@cargill.com</a><br />
Tel: (11) 5099-3446</p>
<p style="text-align: justify;">Ana Carolina Dias<br />
Av. Ibirapuera, 2332 – Torre 1 – 14º andar<br />
São Paulo – SP – Brasil- CEP 04028-002<br />
T: (55 11) 3169-9341<br />
<a href="malito:carolina.dias@br.mslworldwide.com" target="_blank"> carolina.dias@br.mslworldwide.com</a></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-size: x-small;">*Agradecimento especial para a Ana, pelo envio do release.</span></p>
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		<title>VerdeCast: entrevista com Bruno Massote, presidente da TerraCycle no Brasil #6</title>
		<link>http://diariodoverde.com/verdecast-entrevista-com-bruno-massote-presidente-da-terracycle-no-brasil-6/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/verdecast-entrevista-com-bruno-massote-presidente-da-terracycle-no-brasil-6/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 19:15:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[VerdeCast]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>

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		<description><![CDATA[6ª edição: Reciclagem, Empreendedorismo, Negócios, Responsabilidade Social e Parcerias!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Nota importante:</strong> desde a edição anterior (faltou citar), o Diário do Verde está com uma qualidade melhor de áudio. Na 5ª edição, a taxa de bits foi 2 x superior a 4ª e 5ª edições (64 Kbps) e 4x superior em comparação com as três primeiras edições (32 Kbps) do VerdeCast. A 6ª edição está ainda melhor, com uma qualidade de 192 Kbps! Esta edição passou por um tratamento especial de finalização, o VerdeCast agora contará com vinheta!!! Obrigado especial ao <a href="http://coletivoverde.com.br/" target="_blank">Coletivo Verde</a>, grande responsável pelas excelentes mudanças que vêm ocorrendo, não deixem de conhecer o blog =)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: medium;">VerdeCast #6: entrevista com Bruno Massote, presidente da TerraCycle no Brasil*</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Clique no player abaixo para começar a ouvir (ou faça o <a href="http://www.coletivoverde.com.br/verdecast/VerdeCast-6-Bruno-Massote-TERRACYCLE.mp3">Download [49,6 MB]</a>)</p>
<p>Duração: 36 minutos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Moderadores:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">-&gt; Antonio Gabriel &#8211; Diário do Verde (@<a href="http://twitter.com/agcgoncalves" target="_blank">agcgoncalves</a>) e Guilherme Augusti Negri (@<a href="http://twitter.com/coletivoverde" target="_blank">coletivoverde</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Convidado:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">-&gt; Bruno Massote (@<a href="http://twitter.com/#!/bmassote" target="_blank">bmassote</a>/@<a href="http://twitter.com/#!/TerraCycleBR" target="_blank">TerraCycleBR</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">Links deste VerdeCast:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://terracycle.com.br/" target="_blank">TerraCycle Brasil</a> | E-mail do Bruno Massote: <a href="malito:bruno.massote@terracycle.com.br">bruno.massote@terracycle.com.br</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: x-small;">*Gravado no dia 19 de Outubro de 2011. Referente ao mês em questão.</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não esqueça de deixar seu comentário e sua opinião, querido leitor, e enviar sugestões para as próximas edições. E-mail: <a href="mailto:verdecast@diariodoverde.com">verdecast@diariodoverde.com</a>.</strong></p>
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		<title>Resíduos &#8211; Reduzir, reutilizar e reciclar!</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 08:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência na Mesa]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
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		<description><![CDATA[Resíduos incluem alimentos ou subprodutos que são descartados ou reciclados. Neste contexto, resíduos de alimentos incluem alimentos comestíveis que não são consumidos por causa do excedente produzido, por não estarem em condições perfeitas, bem como, sobra de refeições preparadas em casa ou restaurantes. Subprodutos da produção de alimentos, processamento e distribuição também são considerados resíduos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/hands-holding-apple-made-of-bamboo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4652" title="mãos segurando maçã feita de bambu" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/hands-holding-apple-made-of-bamboo.jpg" alt="mãos segurando maçã feita de bambu" width="466" height="594" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-weight: normal;">Resíduos incluem alimentos ou subprodutos que são descartados ou reciclados. Neste contexto, resíduos de alimentos incluem alimentos comestíveis que não são consumidos por causa do excedente produzido, por não estarem em condições perfeitas, bem como, sobra de refeições preparadas em casa ou restaurantes. Subprodutos da produção de alimentos, processamento e distribuição também são considerados resíduos do sistema alimentar (GREEN FOR ALL, 2011).</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, das 10 mil toneladas de produtos que entram diariamente no CEAGESP (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), 1% (100 toneladas) é descartado, isto significa 100 mil kg/dia. Deste total, entre 30% e 50% pode ser considerado alimento próprio para o consumo. Isto significa que entre 30 e 50 toneladas/dia poderiam ser consumidos. Uma família brasileira desperdiça, em média, 20% dos alimentos que compra semanalmente. Isso significa uma perda de US$ 1 bilhão por ano, ou o suficiente para alimentar 500 mil famílias (BANCO DE ALIMENTOS, 2011).</p>
<p style="text-align: justify;">Menos que 3% de todos os resíduos de alimentos são aproveitados ou reciclados ou transformados em adubo. O restante acaba em aterros sanitários, onde constitui até um terço do volume do aterro. Os aterros são a segunda maior fonte de emissões de metano do país, um gás-estufa 21 vezes mais potente que o dióxido de carbono. (BAXTER, 2003).</p>
<p style="text-align: justify;">O aumento na geração de resíduos sólidos tem várias consequências negativas: custos cada vez mais altos para coleta e tratamento do lixo; dificuldade para encontrar áreas disponíveis para sua disposição final; grande desperdício de matérias-primas. Por isso, os resíduos deveriam ser integrados como matérias primas nos ciclos produtivos ou na natureza. Outras consequências do enorme volume de resíduos gerado pelas sociedades modernas, quando o lixo é depositado em locais inadequados ou a coleta é deficitária, são:</p>
<p style="text-align: justify;">• contaminação do solo, ar e água;</p>
<p style="text-align: justify;">• proliferação de vetores transmissores de doenças;</p>
<p style="text-align: justify;">• entupimento de redes de drenagem urbana;</p>
<p style="text-align: justify;">• enchentes;</p>
<p style="text-align: justify;">• degradação do ambiente e depreciação imobiliária; doenças (MMA, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;">Os resíduos podem ser classificados como “seco” ou “úmido”. O lixo “seco” é composto por materiais potencialmente recicláveis (papel, vidro, lata, plástico etc., considerando o sistema alimentar pode-se considerar as embalagens). O lixo “úmido” corresponde à parte orgânica dos resíduos, como as sobras de alimentos, cascas de frutas, restos de poda etc., que pode ser usada para compostagem. Essa classificação é muito usada nos programas de coleta seletiva, por ser facilmente compreendida pela população (MMA, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;">Para não sofrer com desastres ambientais, é necessário acelerar a busca de soluções para os rejeitos industriais que são produzidos. Em grande parte, o lixo é depositado de forma inadequada no ambiente e pode resultar em problemas como a contaminação do solo, da água ou de pessoas que entrem em contato com o material. Para resolver o problema, seria necessária a criação de regras para o controle da estocagem e do descarte dos rejeitos industriais (UNIMED, 2005).</p>
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