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	<title>Diário do Verde &#187; Queimadas</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Defesa ao ambiente que queremos</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Feb 2013 05:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[defesa]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[fiscalização]]></category>
		<category><![CDATA[fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Queimadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte:  http://www.baixaki.com.br/papel-de-parede/11960-queimada.htm Ontem li o excelente artigo do nosso amigo Vitor Casadei, que falou brevemente sobre Sensoriamento Remoto e Identificação de Queimadas. Como ele citou no artigo, trata-se de uma tecnologia amplamente utilizada no Brasil. Hoje, 06 de Fevereiro, é comemorado o dia do Agente de Defesa Ambiental. Coincidência ou obra do autor? Seja o que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-7416" title="queimada" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/queimada.jpg" alt="" width="553" height="415" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">Fonte:  http://www.baixaki.com.br/papel-de-parede/11960-queimada.htm</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Ontem li o excelente artigo do nosso amigo Vitor Casadei, que falou brevemente sobre <a href="http://www.diariodoverde.com/sensoriamento-remoto-e-identificacao-de-queimadas/" target="_blank">Sensoriamento Remoto e Identificação de </a></span><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;"><a href="http://www.diariodoverde.com/sensoriamento-remoto-e-identificacao-de-queimadas/" target="_blank">Queimadas</a>. Como ele citou no artigo, trata-se de uma tecnologia amplamente utilizada no Brasil.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Hoje, 06 de Fevereiro, é comemorado o dia do Agente de Defesa Ambiental. Coincidência ou obra do autor?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Seja o que for&#8230; Fiscalização, monitoramente ou quaisquer outros métodos para controles ambientais nunca deixam de “estar na moda”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Mas hoje, que comemoramos o dia da defesa ambiental, não podemos deixar de ressaltar a importância que existe em cuidar do Meio Ambiente que significa, de um modo geral, cuidar do nosso planeta, a nossa casa!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Conforme comentado no artigo de ontem, as queimadas irregulares de fato existem e são prejudiciais à fauna e flora silvestre de um ecossistema. Digo “irregulares” porque existem também as queimadas que ocorrem naturalmente em ambientes secos e durante períodos específicos no bioma cerrado, a nossa savana brasileira! O fogo também é, então, natural &#8211; não existindo apenas em erupções vulcânicas, como estamos acostumados a ver nos filmes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Mas isso não significa, contudo, que a natureza não esteja em pleno controle de si mesma! Muito menos que o homem pode ficar colocando fogo no cerrado ou em outros biomas. Os diferentes ambientes de nosso planeta carregam diferentes características, alguma delas bastante particulares. O fogo que ocorre no cerrado, por exemplo, não ocorre na floreta amazônica. Aliás, sabemos que em alguns períodos o clima desta região é bastante diferente: chove bastante, o ambiente é úmido.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Por conta dessa enorme variação climática é que temos os ambientes tão diferentes entrei si e estes, por sua vez, contribuem diretamente para a estabilidade do clima. Se pararmos para pensar, trata-se de um círculo vicioso, igual aquele que encontramos quando tentamos descobrir <a href="http://www.diariodoverde.com/o-ovo-a-galinha-e-o-lagarto/" target="_blank">quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha</a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Comecei falando de fiscalização ambiental e estou falando agora de ovo e galinha! Afinal, onde quero chegar? O ovo ou a galinha teriam alguma relação com a biodiversidade que comentei ou mesmo as queimadas? Até certo ponto, não. Mas apenas até certo ponto! Não vamos pensar que as coisas não tem uma relação&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Não quero deixá-los confusos, leitores! A ideia é mostrar a grande variedade e assuntos que ainda temos para falar aqui no Diário do Verde, considerando a enorme biodiversidade que temos em nosso planeta!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Vamos preservar o ambiente que queremos. Vamos defender tudo isso!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Vejam também:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;"><a href="http://www.mma.gov.br/comunicacao/datas-comemorativas" target="_blank">Calendário com as datas comemorativas do Meio Ambiente</a> &#8211; </span><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;"><strong>Mini</strong>stério do Meio Ambiente</span></strong></p>
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		<title>Impacto das plantações na biodiversidade</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 08:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Casadei]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[canaviais]]></category>
		<category><![CDATA[destruição]]></category>
		<category><![CDATA[floresta]]></category>
		<category><![CDATA[fragmentação da mata]]></category>
		<category><![CDATA[mata]]></category>
		<category><![CDATA[Queimadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta semana vou falar um pouco sobre algo que sempre vi em minha vida toda e até a pouco tempo não havia pensado tanto no impacto ambiental que causa. Estou falando de plantações, seja de cana-de-açúcar, milho, soja ou outra cultura qualquer. Muitas vezes quando estamos “acostumados” a um cenário, esquecemos o nosso olhar crítico, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Esta semana vou falar um pouco sobre algo que sempre vi em minha vida toda e até a pouco tempo não havia pensado tanto no impacto ambiental que causa. Estou falando de plantações, seja de cana-de-açúcar, milho, soja ou outra cultura qualquer.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes quando estamos <strong>“acostumados”</strong> a um cenário, esquecemos o nosso olhar crítico, pois para nós aquilo é comum. Por exemplo, um morador de São Paulo olha para o céu cinzento e nem percebe o quanto anormal é aquilo e o que aquela atmosfera de fumaça representa, da mesma maneira que um morador da região Centro-Oeste ou Norte vê imensas plantações de soja e pastos usados para a criação de gado e esquece que lá havia provavelmente uma floresta com vida vegetal e animal, e até mesmo é possível que existisse alguma espécie inédita naquela floresta que foi perdida com o desmatamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, sou natural de Piracicaba-SP, morei minha infância inteira lá e sempre volto para visitar meus parentes. Em toda a minha vida sempre vi imensas plantações de cana-de-açúcar, inclusive minha família trabalhava no cultivo de cana, e, muitas vezes quando criança, fui com meus tios colocar fogo na cana para que ela fosse cortada depois. Até a minha infância eu não entendia realmente o que a queimada representava e o mal que ela causava, mas não demorei a entender e repudiar este ato.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas <span style="text-decoration: underline;">a queimada da cana não é o único e nem o maior fator que preocupa o meio ambiente</span>. A respeito das plantações de cana-de-açúcar, um grande fato que praticamente ninguém presta atenção e está sempre presente, são as próprias plantações!</p>
<p style="text-align: justify;">Mas não as plantações em si, pois elas são extremamente necessárias, mas sim como elas são feitas, isso que eu não havia visualizado com um olhar crítico ainda.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quando você vê uma plantação de cana, geralmente você enxerga pés de cana plantados, correto?</strong> Pois bem, não é só isso: da mesma forma que em uma plantação de soja havia uma floresta antes, em uma plantação de cana também havia uma floresta lá, e parte desta floresta está lá ainda. De acordo com leis florestais, é obrigatório conservar parte da mata nativa, e esta parte nativa, na grande maioria das vezes continua lá, o problema é que a floresta é fragmentada, o que modifica totalmente a vida que lá reside.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vou usar a foto abaixo para explicar melhor:</strong> Pode-se ver uma porção de mata acima e outra abaixo da foto, antes, tudo era mata e depois foi segmentado, ou seja, as espécies ficaram separadas, destruindo certa parcela da biodiversidade na região. Ainda, com a plantação a sua volta, a área de mata é cada vez mais sufocada e tende a perecer.<br />
<a rel="attachment wp-att-4249" href="http://www.diariodoverde.com/impacto-das-plantacoes-na-biodiversidade/canavial/"><img class="aligncenter size-full wp-image-4249" title="Canavial" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/canavial.jpg" alt="Canavial" width="590" height="326" /></a> <strong>Outro ponto muito importante:</strong> Por que animais morrem em queimadas? Por que eles estavam no meio do canavial?<br />
Simplesmente porque ele estava atravessando por dentro do canavial de uma região de  mata, como vemos abaixo na figura para outra que vemos acima da figura, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, as <strong>plantações são feitas de maneira incorreta</strong>, <strong>não se pode fragmentar a pouca mata que restou, assim ela está fadada a acabar</strong>. E infelizmente, muitas vezes é isso o que os grandes plantadores querem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fica a dica:</strong> Olhem com uma visão apurada, analisem e critiquem tudo a sua volta, até mesmo aquelas coisas mais rotineiras.</p>
<p style="text-align: justify;">Na próxima terça-feira falamos mais sobre isso, boa semana.</p>
<div style="text-align: center;"><strong>Até a próxima!</strong></div>
<p style="text-align: justify;">Vitor Casadei<br />
Bacharelando em Ciência da Computação pela UFSCar<br />
<strong> E-mail:</strong> <a href="malito:vitor.casadei@gmail.com" target="_blank">vitor.casadei@gmail.com</a><br />
<strong> Facebook:</strong> <a href="http://www.facebook.com/vitor.casadei" target="_blank">http://www.facebook.com/vitor.casadei</a><br />
<strong> Twitter:</strong> <a href="http://www.twitter.com/vCasadei" target="_blank">http://www.twitter.com/vCasadei</a></p>
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		<title>Queimadas e seca: um problema &#8220;natural&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 20:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Florestas]]></category>
		<category><![CDATA[Queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[Seca]]></category>

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		<description><![CDATA[A terra arde, e o verde, queima. Ligue a tv, leia os jornais, acesse qualquer grande portal (ou mesmo, pequeno) de notícias da internet, escute o rádio: nesta época do ano, só se fala nisso. Até porque, o clima é propício para tal fenômeno. Milhões de brasileiros, de norte a sul e leste a oeste [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;">
<div id="attachment_2645" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-large wp-image-2645" title="Incêndio Florestal" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/08/fogo_florestal-580x383.jpg" alt="Incêndio Florestal" width="580" height="383" /><p class="wp-caption-text">O Brasil perde, a cada ano, cerca de 15 mil km² de florestas naturais por causa de incêndios. Na América do Sul, são 40 mil km² queimados por ano.</p></div>
</div>
<div style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2646" title="Queimadas na Amazônia" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/08/queimadas-na-amazonia.jpg" alt="Queimadas na Amazônia" width="350" height="178" />A terra arde, e o verde, queima.</div>
<div style="text-align: justify;">Ligue a tv, leia os jornais, acesse qualquer grande portal (ou mesmo, pequeno) de notícias da internet, escute o rádio: nesta época do ano, só se fala nisso. Até porque, o clima é propício para tal fenômeno.</div>
<div style="text-align: justify;">Milhões de brasileiros, de norte a sul e leste a oeste do país, sofrem com os efeitos devastadores do tempo seco: que arrasa produções e cultivos; extermina a vida de muitos animais e demais seres; causa sérios problemas respiratórios; cansaço, fadiga e etc; e das queimadas: o fogo consome verozmente, tudo por onde passa, deixando seu rastro de destruição pelo caminho.<br />
Alia se aqui, os crimes ambientais, e o deslexo do cidadão: tocar fogo para limpar terreno, queimar móveis e quinquilharias, liberando carbono para a atmosfera, e o clássico ato de jogar a bituca de cigarro, no meio do mato, e soltar balões. Meio que fora de questionamento, mas isso ainda existe: o hábito de acender fogueiras para se aquecer ou mesmo para sinalização. Pronto: combinação perfeita para um incêndio de proporções avassaladoras, e mais trabalho para o corpo de bombeiros, que incessantemente tentam controlar as labaredas. E os parques ambientais e refúgios ecológicos, coitados, definham dia a dia: o fogo não dá trégua.<br />
Segundo dados de monitoramento de satélites do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), é perceptível um aumento considerável no número de focos de queimadas, em relação ao ano anterior. Mais precisamente:</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-2647" title="Queimadas" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/08/queimadas.jpg" alt="Queimadas" width="275" height="192" /></p>
<p>2009<br />
Junho: 1854<br />
Julho: 3135<br />
Agosto: 7412</p>
<p>2010<br />
Junho: 3399<br />
Julho: 9230<br />
01-29 Agosto: 33046/25977</p>
<div style="text-align: right;"><a href="http://sigma.cptec.inpe.br/queimadas/">CPTEC/INPE</a></div>
<hr />
Todavia, não podemos ser radicalistas a ponto de tacar a culpa em nós mesmos. Temos parte, ok, mas não toda ela. É uma outra parte da verdade (a outra face da moeda), que comumente não é posta em debate. Transpasso agora.<br />
Como deixei bem esclarecido, as queimadas e seca não são um problema restrito. Mas de proporções amplas, e de interesse nacional. E patente que isto não é algo que acontece só o Brasil: e sim em todo o mundo &#8211; por exemplo, a Rússia, que está com um índice elevado de queimadas, alta temperatura e período até da exposição para a população, da radioatividade de Chernobyl -, questionamentos que não convém ao caso.<br />
As queimadas e a seca são dois problemas inevitáveis (quando naturais), que são oriundos das variações climáticas e necessários aos ecossistemas. O que é problema para nós, quando moderado, é bem visto aos olhos da natureza. No Cerrado brasileiro, por exemplo, há grãos de determinadas sementes, que só germinam com a presença de fogo. Onde há predominação de gramíneas, o fogo também é um agente na reciclagem de nutrientes. Mais uma vez, a natureza nos surpreendende.</p>
<p><em><span style="font-size: x-small;">Referência Bilbiográfica:</span></em><span style="font-size: small;"> Enciclopédia do Estudante, Volume 1 &#8211; ECOLOGIA.</span></p>
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