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	<title>Diário do Verde &#187; População</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>A bola 7</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 01:47:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luisa Crup Haddad]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[População]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem, assistindo a abertura da Conferência da BSR – Business for Social Responsability – eu ouvi o discurso do CEO, Aron Cramer. Eu gostei tanto, que este artigo foi totalmente inspirado nele.* (Daqui a pouco vocês vão achar que eu sou a maníaca dos discursos!) Como eu disse no meu primeiro artigo, sempre tem algum assunto [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/11/7-Bilhoes-Bola-7.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5001" title="7 Bilhões - Bola 7" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/11/7-Bilhoes-Bola-7-580x279.jpg" alt="7 Bilhões - Bola 7" width="580" height="279" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ontem, assistindo a abertura da Conferência da <a title="BSR" href="http://www.bsr.org/" target="_blank">BSR</a> – <em>Business for Social Responsability</em> – eu ouvi o discurso do CEO, Aron Cramer. Eu gostei tanto, que este artigo foi totalmente inspirado nele.* (Daqui a pouco vocês vão achar que eu sou a maníaca dos discursos!)</p>
<p style="text-align: justify;">Como eu disse no meu <a href="http://www.diariodoverde.com/steve-jobs-uma-bituca-e-a-sustentabilidade/">primeiro artigo</a>, sempre tem algum assunto da sustentabilidade que pega você. E o que mais mexe comigo é a responsabilidade que nós temos a cada criança que nasce.</p>
<p style="text-align: justify;">Relembrando o que o Rafael escreveu no <a href="http://www.diariodoverde.com/hoje-sao-7-bilhoes-de-pessoas-no-mundo-e-ai/">último artigo</a>, segundo a ONU, com o nascimento da filipina Danica May Camacho, nós chegamos aos 7 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">O que parece, é que as pessoas não percebem que<strong> cada um de nós segura o futuro dessa bebê nas mãos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O mundo que nós estamos criando, é o mundo que a Danica vai herdar e morar e, não só ela, mas o bebê 8 bilhão que chegará em 2 décadas e o 9 bilhão, que virá até a metade deste século.</p>
<p style="text-align: justify;">O que nós precisamos hoje é dedicar as nossas vidas a criar um mundo onde 7, 8 ou 9 bilhões de pessoas poderão ter vidas dignas, seguras e saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu acredito que as empresas, os governos e a sociedade podem fazer dessa visão uma realidade. E cada um de nós pode mudar o rumo do futuro dessas crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Você tem com você uma vida inteira de possibilidades, uma vida que em breve pode se transformar em duas, ou três, e que precisam ter o seu futuro garantido.</p>
<p style="text-align: justify;">Construir uma economia sustentável, inovadora e inclusiva realmente depende de nós.</p>
<p style="text-align: justify;">A Danica é a bola 7. Ela pode ser só mais uma bola na mesa. Mas você pode pegar o taco e dar a direção que você quiser. Agora só resta você decidir se você vai ser o taco, ou se vai continuar sendo mais uma bola..</p>
<blockquote style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;">Seja o melhor líder que você puder ser,</p>
<p style="text-align: center;">para construir o mundo que você deseja ver.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">*<a title="Discurso" href="http://www.youtube.com/user/BusinessSocialResp" target="_blank">Clique aqui para ver o discurso completo</a>.</p>
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		<title>Hoje são 7 bilhões de pessoas no mundo! E aí?</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 08:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Morais Chiaravalloti]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Malthus]]></category>
		<category><![CDATA[População]]></category>

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		<description><![CDATA[Há uma teoria que eu gosto muito, chamada de “teoria do depende”. Para mim ela consegue responder quase todas as perguntas existenciais da humanidade, porque, exatamente, quase tudo nesse mundo, realmente depende de alguma coisa. Por exemplo, vou sair com alguém hoje? Depende se ela vai atender o telefone. Outro exemplo, nesta segunda-feira chegaremos aos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Operarios.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4955" title="Operários - Tarsila do Amaral" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Operarios.jpg" alt="Operários - Tarsila do Amaral" width="580" height="363" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Há uma teoria que eu gosto muito, chamada de “teoria do depende”. Para mim ela consegue responder quase todas as perguntas existenciais da humanidade, porque, exatamente, quase tudo nesse mundo, realmente depende de alguma coisa. Por exemplo, vou sair com alguém hoje? Depende se ela vai atender o telefone. Outro exemplo, nesta segunda-feira chegaremos aos 7 bilhões de pessoas no mundo e isso, segundo grande parte desses 7 bilhões de pessoas, é muita gente. É mesmo? Depende.</p>
<p style="text-align: justify;">A discussão sobre o tamanho da população mundial é mais antiga que xingar a mãe de alguém. Embora Thomas Malthus (1798) fora o mais pragmático de todos defendendo um severo controle de natalidade, de anos em anos alguém começa a indagar que a quantidade de alimento não vai dar para todo mundo. Na década de 40/50 a discussão foi tão feia e o medo era tão grande, que quando Norman Borlaug inventou a revolução agrícola (ou verde) e conseguiu aumentar a produção em larga escala, deram o prêmio Nobel da paz de 1970 para ele. Agora chegamos mais uma vez em um impasse: muita gente e os recursos naturais se esgotando. Então quer dizer que o amigo de balada, economista, clérigo inglês e matemático Malthus estava certo? Depende.</p>
<p style="text-align: justify;">Para aqueles que acreditam que o mundo realmente já é democrático e ser pobre é apenas uma questão de falta de vontade: SIM. Para aqueles que acreditam que o mundo é desigual e o problema não é a quantidade mas a divisão desses recursos, já que, por exemplo, pela <a href="http://www.footprintnetwork.org/en/index.php/GFN/" target="_blank">ONG Global Footprint Network</a>, a pegada ecológica de um americano médio é a mesma de 11 habitantes de Maléui. Ou que uma família americana gasta com comida por semana US$ 341,98 e outra no campo de refugiados da África US$ 1,23, a resposta é: NÃO. Pois realmente temos um problema de quantidade de recursos, no entanto, a solução não está em reduzir o tamanho populacional (este que por sinal que já está desacelerando) mas dividir melhor esses recursos. Usá-los com mais racionalidade. Viu, antes de tudo, vem o depende!</p>
<p>Rafael Morais Chiaravalloti – autor do livro <a href="http://www.diariodoverde.com/escolhas-sustentaveis/">Escolhas Sustentáveis</a> (<a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100002545060630" target="_blank">Facebook</a>, <a href="http://twitter.com/R_Chiaravalloti" target="_blank">Twitter</a>).</p>
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		<title>Qual é o máximo de habitantes que a Terra suporta?</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 13:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[População]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma boa pergunta: Qual é o máximo de habitantes que a Terra suporta? / Muita gente já tentou fazer essa conta, mas ainda não há resposta definitiva. Desde que o pioneiro Anton von Leeuwenhoek previu, em 1679, que nosso planeta poderia acolher 13,4 bilhões de pessoas, as estimativas variaram entre 1 bilhão e 1 trilhão [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><span style="font-weight: bold; font-family: trebuchet ms; font-size: 100%;">Uma boa pergunta: Qual é o máximo de habitantes que a Terra suporta?</span></div>
<div style="text-align: justify;">/<br />
Muita gente já tentou fazer essa conta, mas ainda não há resposta definitiva. Desde que o pioneiro Anton von Leeuwenhoek previu, em 1679, que nosso planeta poderia acolher 13,4 bilhões de pessoas, as estimativas variaram entre 1 bilhão e 1 trilhão de pessoas! &#8220;Entretanto, dois terços das previsões situam-se entre 4 e 16 bilhões de habitantes. Parece um intervalo confiável para se estabelecer um limite, considerando que o globo comporta diferentes padrões de ocupação&#8221;, afirma o geógrafo Álvaro Luiz Heidrich, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O fato é que a população da Terra cresceu mais de 40 vezes desde o início da era cristã. No ano 1, estima-se que havia cerca de 150 milhões de pessoas no planeta. Esse número dobrou em 1350, quadruplicou em 1700 e chegou ao primeiro bilhão em 1804.<br />
O grande salto aconteceu no século 20, quando a urbanização e os avanços na medicina fizeram a população saltar de 1,6 bilhão para 6,2 bilhões de pessoas. &#8220;E isso levando em conta as grandes epidemias e as guerras, que são os mais importantes fatores capazes de estancar o aumento da população&#8221;, diz Álvaro. No século 20, o crescimento só diminuiu nas quatro últimas décadas, com a queda na taxa de nascimentos &#8211; desde 1965, a média de filhos por mulher caiu de 4,9 para 2,7. Mesmo assim, a cada ano o mundo recebe 77 milhões de pessoas a mais, 97% delas em países subdesenvolvidos. O total de habitantes que ainda cabem no planeta depende de uma combinação de fatores limitantes: a quantidade de alimento que o homem pode produzir, o padrão de vida que a humanidade pode alcançar e uma preservação do meio-ambiente que possa garantir a vida na Terra. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o mais provável é que em 2050 tenhamos 9,3 bilhões de pessoas no planeta.</p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #33cc00; font-size: 100%;">Gente demais, gente de menos</span></div>
<p><span style="font-style: italic;">Planeta tem regiões com formigueiros humanos e áreas quase desabitadas</span></p>
<p>
<span style="font-weight: bold;">ENTRADA VIGIADA</span><br />
A cada ano, 1 milhão de imigrantes aporta nos Estados Unidos. Na teoria, o país suporta até mais, porque é desenvolvido e possui apenas 29 habitantes por km2. Mas a ameaça de terrorismo e a constante tensão entre imigrantes e nativos fazem das fronteiras americanas as mais vigiadas do planeta</p>
<p>
<span style="font-weight: bold;">DILEMA BRASILEIRO</span><br />
Com 17 habitantes por km2, o Brasil é candidato a receber mais gente, especialmente no Norte. Mas há dois obstáculos: a desigualdade social e o risco ambiental. O país tem 27% das possíveis terras agricultáveis do mundo, mas se elas forem ocupadas, será o fim da Amazônia</p>
<p>
<span style="font-weight: bold;">OCUPAÇÃO INVIÁVEL</span><br />
Áreas polares, desertos e montanhas íngremes ocupam um terço da Terra, mas são quase inabitáveis. Nas áreas geladas, os gastos com energia impedem a ocupação. A Antártida, com 8,9% das terras emersas do planeta, só tem 4 mil habitantes</p>
<p>
<span style="font-weight: bold;">ENCOLHIMENTO EUROPEU</span><br />
Com baixas taxas de natalidade, a população européia envelhece e até 2050 deve perder 124 milhões de pessoas. O continente é um dos mais povoados do mundo (Bélgica e Holanda têm mais de 300 habitantes por km2), mas ainda pode receber imigrantes na parte ocidental, mais desenvolvida</p>
<p>
<span style="font-weight: bold;">MONTANHA HUMANA</span><br />
O Sudeste Asiático e a Ásia oriental compõem o chamado &#8220;formigueiro humano&#8221;. Somadas, as populações de China, Índia, Indonésia, Bangladesh e Paquistão ocupam apenas 11% das terras emersas do planeta, mas respondem por mais de 40% da humanidade. Quase a metade dos novos habitantes do mundo nasce nessa região</p>
<p>
<span style="font-weight: bold;">SUPERPOPULAÇÃO à VISTA</span><br />
O norte da África concentra a maior parte das 125 milhões de pessoas do mundo todo que a cada ano migram para outros países. Na chamada África Negra, abaixo do deserto do Saara, o problema é a alta natalidade. Mesmo com a epidemia de AIDS, que ceifou 15 anos da expectativa de vida nas últimas duas décadas, o continente deve ganhar mais 1,2 bilhão de pessoas até 2050</p>
<p>
<span style="font-weight: bold;">PORTAS FECHADAS</span><br />
Sabendo que a Austrália tem só 2,4 pessoas para cada km2, dá para imaginar que lá seria um bom lugar para encaixar mais gente. Não é bem assim: nove em cada dez habitantes vivem nas cidades da costa leste porque 66% do território do país é desértico. A Austrália tem 5 milhões de estrangeiros (25% da população), mas limitou o número de imigrantes por causa da crise econômica<br />
Limite não é só espaço<br />
Fome e devastação ambiental também barram o crescimento da população</p>
<p>
<span style="font-weight: bold;">COMIDA MAL DISTRIBUÍDA</span><br />
Em 1798, o economista inglês Thomas Malthus previu que o crescimento populacional seria limitado pela baixa produção de alimentos. Por enquanto, errou: pelos cálculos da ONU, já há comida para 12 bilhões de pessoas. Mesmo assim, 830 milhões passam fome (95% em países subdesenvolvidos), vítimas da desigualdade, da fraca produção em algumas áreas e da má distribuição de alimentos</p>
<p>
<span style="font-weight: bold;">APAGÃO MUNDIAL</span><br />
A quantidade de riquezas produzidas no planeta aumentou oito vezes nos últimos 50 anos. Mas, como o bolo fica concentrado nos países com alto poder de consumo, o resto do mundo sai perdendo. Se a humanidade gastasse energia como os americanos, por exemplo, a Terra não suportaria mais do que 1,2 bilhão de pessoas. Se o padrão energético fosse o chinês, o planeta poderia acolher quase 10 vezes mais habitantes</p>
<p>
<span style="font-weight: bold;">POLUIÇÃO MORTAL</span><br />
Ninguém duvida que a degradação ambiental pode impedir o crescimento da população e a própria vida na Terra. Alguns exemplos: desde o século 18, a concentração de gás carbônico na atmosfera aumentou em 30%. A cada ano, 200 mil km2 de terrenos agricultáveis tornam-se imprestáveis e 120 mil km2 de florestas desaparecem. Os efeitos dessas agressões no futuro do planeta são imprevisíveis<br />
<center>*</center><br />
<em> Fonte:</em> <a href="http://mundoestranho.abril.com.br/ambiente/pergunta_286433.shtml">Revista Mundo Estranho &#8211; Canal Ambiente &#8211; Perguntas</a>.</div>
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