<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Diário do Verde &#187; natureza</title>
	<atom:link href="http://diariodoverde.com/tags/natureza/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://diariodoverde.com</link>
	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Aug 2018 13:26:27 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.2.38</generator>
	<item>
		<title>Jardim das Folhas Sagradas</title>
		<link>http://diariodoverde.com/jardim-das-folhas-sagradas/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/jardim-das-folhas-sagradas/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 29 Jun 2013 17:05:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[Religiosidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=7901</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Sem folha não tem sonho Sem folha não tem vida Sem folha não tem nada Quem é você e o que faz por aqui Eu guardo a luz das estrelas A alma de cada folha Sou Aroni&#8221; (Salve as Folhas, Maria Betânia) Vale a pena conferir! É nacional e consegue harmonizar dentro dele diversas discussões [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/06/7352_Filme-de-Pola.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7903" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/06/7352_Filme-de-Pola.jpg" alt="" width="300" height="217" /></a></p>
<p>&#8220;<em>Sem folha não tem sonho</em><br />
<em>Sem folha não tem vida</em><br />
<em>Sem folha não tem nada</em></p>
<p><em>Quem é você e o que faz por aqui</em><br />
<em>Eu guardo a luz das estrelas</em><br />
<em>A alma de cada folha</em><br />
<em>Sou Aroni</em>&#8221; (<strong>Salve as Folhas</strong>, Maria Betânia)</p>
<p style="text-align: justify">Vale a pena conferir! É nacional e consegue harmonizar dentro dele diversas discussões (atuais e pertinentes), algo raro nos dias de hoje. A simbologia, a metáfora do &#8220;jardim&#8221; repleto de cores, aromas e formas diferenciadas, compondo um mosaico vivo, que torna-se não só o pano de fundo, mas o personagem que  cada um de nós é. Lembro-me da minha professora de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Terapia_gestalt" target="_blank">Gestalt-Terapia</a> que dizia: &#8220;<em>O todo é maior do que a soma das partes que o constituem</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify">E o filme &#8220;<strong><a href="http://www.jardimdasfolhassagradas.com/2011/index.html" target="_blank">Jardim da Folhas Sagradas</a></strong>&#8221;  é isso: maior do que os temas postos na trama (sexualidade, intolerância religiosa e racial, o preconceito e a especulação imobiliária). Mas o mais tocante é o convívio do homem com a Natureza (inclusive a Natureza Humana). E acima de tudo o Respeito.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><a href="rdimdasfolhassagradas.com" target="_blank">Jardim das Folhas Sagradas</a></strong> (Site Oficial)</p>
<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=dJpJf9tF9bg" target="_blank">Jardim das Folhas Sagradas</a> </strong>(Filme Completo)</p>
<p style="text-align: justify">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/jardim-das-folhas-sagradas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dia Mundial do Meio Ambiente</title>
		<link>http://diariodoverde.com/dia-mundial-do-meio-ambiente-2/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/dia-mundial-do-meio-ambiente-2/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2013 08:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[cidade]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[sobrevivência]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[verde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=7862</guid>
		<description><![CDATA[“A sobrevivência de um organismo depende da sobrevivência de um outro”. &#8211; Charles Darwin Comemoramos hoje o Dia Mundial do Meio Ambiente! Como já foi comentado, o “Meio Ambiente” não se restringe aos ambientes que hoje consideramos “naturais”, mas a tudo o que está ao nosso redor. Frequentemente relacionamos meio ambiente às zonas de florestas, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7863" title="087" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/06/087.jpg" alt="" width="545" height="409" /></span></p>
<p align="center"><em><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><strong>“A sobrevivência de um organismo depende da sobrevivência de um outro”.</strong></span></em></p>
<p style="text-align: right;"><em><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><strong>&#8211; Charles Darwin</strong></span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Comemoramos hoje o Dia Mundial do Meio Ambiente!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Como já foi comentado, o “Meio Ambiente” não se restringe aos ambientes que hoje consideramos “naturais”, mas a tudo o que está ao nosso redor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Frequentemente relacionamos meio ambiente às zonas de florestas, onde o verde predomina e há poucas ações humanas. Vemos também como meio ambiente as zonas rurais onde também há predomínio de elementos naturais, e passamos a desconsiderar as grandes cidades e as intervenções humanas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Mas não há também nisso, como em tudo, a presença de elementos naturais?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">O que acontece é que precisamos sim resgatar esses ambientes naturais e suas essências, preservando as características individuais de cada local e, assim, mantendo a biodiversidade que deve existir em nosso mundo, pois, como diz a mensagem em destaque, as formas de vida dependem umas das outras. Assim devemos preservar os ambientes de mata atlântica, cerrado, caatinga, manguezais, oceanos e todos os outros meios de vida que porventura existam sobre a face da Terra – incluindo aqueles ainda desconhecidos pelo homem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Não devemos descartar a importância também dos meios urbanos enquanto produto do ser humano, que também pertence à natureza, desde que esse novo ambiente não prejudique os demais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">E é nesse ponto que entramos em conflito, pois as cidades vem crescendo cada vez mais e destruindo as áreas verdes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Um erro humano? Ou o destino já determinado para o planeta Terra, sem que possamos intervir? É irônico pensar que não podemos interver no próprio crescimento populacional e das cidades!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Essa questão pode dar muita discussão e são muitas as diferentes opiniões. Mas, uma coisa já é certa: precisa haver o equilíbrio para o “viver mais sustentável”, pois embora as cidades estejam aí presentes e fazem parte do nosso meio ambiente e do desenvolvimento, do nosso dia-a-dia, precisamos sim do verde para viver, pois todo o nosso organismo pertence à natureza primitiva.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Oxigênio para respirar, comida para alimentar, água para beber e tantas outras coisas precisam existir nas grandes cidades! As indústrias não podem produzir o que precisamos, sem a matéria prima que vem da natureza.</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/dia-mundial-do-meio-ambiente-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tumucumaque, não coube na TV</title>
		<link>http://diariodoverde.com/tumucumaque-nao-coube-na-tv/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/tumucumaque-nao-coube-na-tv/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 May 2013 19:59:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Amapá]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhas do Tumucumaque]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=7793</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Olhando os meus olhos de verde e floresta  Sentindo na pele o que disse o poeta  Eu olho o futuro e pergunto pra insonia  Sera que o Brasil nunca viu a Amazônia  E vou dormir com isso Sera que e tão difícil&#8221; (Olhando Belém, Nilson Chaves) Acho que eu tomei a as dores. Assisti a um programa [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/05/Estudo-Selo.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7794" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/05/Estudo-Selo-1024x334.jpg" alt="" width="614" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify">&#8220;<em>Olhando os meus olhos de verde e floresta </em><br />
<em>Sentindo na pele o que disse o poeta </em><br />
<em>Eu olho o futuro e pergunto pra insonia </em><br />
<em>Sera que o Brasil nunca viu a Amazônia </em><br />
<em>E vou dormir com isso</em><br />
<em>Sera que e tão difícil</em>&#8221; (<strong>Olhando Belém</strong>, Nilson Chaves)</p>
<p style="text-align: justify">Acho que eu tomei a as dores. Assisti a um programa de TV sobre o <strong>Parque Nacional Montanhas do</strong> <strong>Tumucumaque</strong>, que foi ao ar numa sexta-feira do mês passado (26/04/2013). E qual <strong>não</strong> foi minha surpresa. Aliás, poucas coisas me surpreendem, me indigno mais do que surpreendo-me. Em um artigo que escrevi (<a href="http://www.diariodoverde.com/parque-nacional-montanhas-do-tumucumaque-10-anos/" target="_blank">Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque &#8211; 10 anos</a>) falei um pouco sobre os 10 anos de existência do parque.</p>
<p style="text-align: justify">Não me entendam mal, nem pensem que tenho uma postura &#8220;<em>xiita&#8221;</em> de ser. Mas o Tumucumaque é mais do que aranhas gigantes e sapos venenosos. Ainda se tem a velha e calejada visão de colonizador sobre Amazônia. <em>The Jungle! The Wild Forest! In The Wild!</em></p>
<p style="text-align: justify">A <strong>Serra do Tumucumaque</strong> é uma cordilheira sul-americana, localizada no <strong>Planalto das Guianas</strong>, com uma extensão de aproximadamente 320 Km (no sentido leste-oeste),  na área de fronteira entre o<strong> extremo  norte do Brasil</strong>, e na região sul do <strong>Suriname</strong> e da<strong> Guiana Francesa</strong>. O <a title="Rio Maroni" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Maroni">rio Maroni</a> e o <a title="Rio Oiapoque" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Oiapoque">rio Oiapoque</a> tem suas origens nesta serra. <strong>Tumucumaque</strong>, na linguagem dos povos <a title="Aparaí" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apara%C3%AD">Aparaí</a> e <a title="Uaianas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Uaianas">Uaianas</a> que habitam estas montanhas, significa &#8220;<strong><em>a pedra da montanha</em></strong>&#8221; e simboliza &#8220;<em>a luta entre o xamã e os espíritos</em>&#8220;<span style="font-size: 11px">.</span></p>
<p style="text-align: justify">Na porção brasileira desta serra está o<strong> Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque</strong>. O parque possui um perímetro de <strong>1.724.575,857 metros</strong>, possui uma<strong> área de</strong> <strong>3.882.120,00 ha</strong> (<strong>38.821,20 km²</strong>). <strong>É o maior parque nacional do Brasil e a maior floresta tropical protegida do mundo! </strong>Esta sob a administração do<strong> </strong><strong><a title="ICMBio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ICMBio">Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade</a> (</strong><strong><a title="ICMBio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ICMBio">ICMBio</a>). </strong>Estima-se que apenas 3% desta fauna e flora seja conhecida cientificamente falando.</p>
<p style="text-align: justify">É, Tumucumaque ainda não coube na TV.</p>
<p style="text-align: justify">Senão vejamos (links interessantes):</p>
<ul>
<li><strong><a href="http://montanhasdotumucumaque.blogspot.com.br/" target="_blank">Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque</a> (Blog do Parque)</strong></li>
<li><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Nacional_Montanhas_do_Tumucumaque" target="_blank">Histórico, Caracterização (Fauna, Flora, Clima, etc)</a> (Wikipedia)</strong></li>
<li><strong><a href="http://www.wwf.org.br/?uNewsID=32162" target="_blank">WWF Brasil &#8211; Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://www.facebook.com/pages/Parque-Nacional-Montanhas-do-Tumucumaque/273338069378668" target="_blank">Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque</a> (Facebook)</strong></li>
</ul>
<div></div>
<ul>
<li> <strong>Na TV:</strong></li>
</ul>
<p>[youtube http://www.youtube.com/watch?v=G237ICGs-4Q] </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/tumucumaque-nao-coube-na-tv/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma visão ampla</title>
		<link>http://diariodoverde.com/uma-visao-ampla/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/uma-visao-ampla/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 May 2013 09:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[folha]]></category>
		<category><![CDATA[formiga]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Progresso]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[visão ampla]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=7775</guid>
		<description><![CDATA[“Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. &#8211; Antoine Lavoisier Em 20 de fevereiro compartilhei uma foto parecida com esta referente ao texto “O Presente a Favor do Futuro”. Hoje, dia 1º de Maio e dia internacional dos trabalhadores, não dá para enxergar claramente a presença das formigas carregando as folhas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7776" title="DSC03736" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/04/DSC03736.jpg" alt="" width="545" height="409" /></span></p>
<p align="center"><span style="font-size: small;"><strong><em>“Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”.</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><strong><em>&#8211; Antoine Lavoisier</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Em 20 de fevereiro compartilhei uma foto parecida com esta referente ao texto “<a href="http://www.diariodoverde.com/o-presente-a-favor-do-futuro/" target="_blank">O Presente a Favor do Futuro</a>”. Hoje, dia 1º de Maio e dia internacional dos trabalhadores, não dá para enxergar claramente a presença das formigas carregando as folhas na foto, mas elas estão presentes e trabalhando!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Tenho dito, ultimamente, que quando falamos em natureza é muito interessante reparar nos detalhes: eles podem revelar algum sentido ainda não percebido. Mas reparar em algum cenário como um todo, partindo de uma visão mais ampla, também pode ser bastante interessante e trazer uma nova visão! Ambos os casos podem trazer ensinamentos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Se você olhar <a href="http://www.diariodoverde.com/o-presente-a-favor-do-futuro/" target="_blank">a foto do outro texto</a>, vai ver nitidamente uma formiga carregando uma folha, onde aproveitei para falar de trabalho e ações importantes para o Desenvolvimento Sustentável considerando a importância de se preservar os bens naturais para o futuro e, no caso da formiga, para o próximo inverno. Na ocasião aproveitei também para citar a fábula de “A Cigarra e a Formiga” e focar naquele cenário da formiga carregando a folha fez sentido para aquele momento. Foi um momento para se falar daquela situação específica!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">No dia de hoje a ideia é falar não apenas da importância das formigas ou de um trabalho específico, tampouco sobre o futuro. Tudo isso é importante, mas desta vez chamo a atenção para o cenário como um todo, partindo de uma visão ampla, e para o presente do momento da foto!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Na foto pode parecer que o ambiente está desorganizado, onde vemos folhas pra todo lado e aparentemente abandonadas! E é aí que nos enganamos ao julgar mal: o trabalho está sendo feito dentro do ritmo correto e da maneira que é possível, apesar da falta de simetria, alinhamento entre as folhas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">A foto foi tirada em janeiro e o esperado é que neste momento as folhas já não estejam mais lá, expostas sobre o chão. Mas sabemos também que “na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma” e, por isso, ainda que nem todas as folhas tenham servido de alimentos dentro do formigueiro para as formigas, desintegrar-se sobre o solo não é um desperdício: os nutrientes da folha enriquecem o solo e não se perdem &#8211; ficam guardados na terra como tesouros enterrados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Então percebemos que na natureza não há desperdícios: os procedimentos são mais sustentáveis e podemos aprender com a observação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Assim devemos entender, no dia do trabalhador, que o importante é estar atento ao ritmo do trabalho como forma de manter a vida e sem desperdiçá-la, pois a natureza como um todo e em uma visão ampla está trabalhando a todo instante para o seu melhor, para a sua própria sobrevivência.</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/uma-visao-ampla/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tudo está aí</title>
		<link>http://diariodoverde.com/tudo-esta-ai/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/tudo-esta-ai/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 06:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[arame]]></category>
		<category><![CDATA[cerca]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[espinho]]></category>
		<category><![CDATA[flor]]></category>
		<category><![CDATA[imaginação]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[lobo]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[momento]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[rosa]]></category>
		<category><![CDATA[roseira]]></category>
		<category><![CDATA[roxo]]></category>
		<category><![CDATA[verde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=7757</guid>
		<description><![CDATA[“Quem quer colher rosas deve suportar os espinhos”. &#8211; Provérbio Chinês Algumas coisas se repetem de diversas maneiras na natureza, mas nem sempre as observamos porque nem sempre pretendemos envergá-las. O provérbio chinês que escolhi para hoje fala de rosas e você deve ter percebido que nesta imagem não há rosas. Nem rosas e nem [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7758" title="DSC03703" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/04/DSC03703.jpg" alt="" width="545" height="409" /></span></p>
<p align="center"><strong><em>“Quem quer colher rosas deve suportar os espinhos”.</em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><strong><em>&#8211; Provérbio Chinês</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Algumas coisas se repetem de diversas maneiras na natureza, mas nem sempre as observamos porque nem sempre pretendemos envergá-las.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">O provérbio chinês que escolhi para hoje fala de rosas e você deve ter percebido que nesta imagem não há rosas. Nem rosas e nem cor de rosa!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Qual é o sentido?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Se você leu o provérbio antes de olhar a imagem, ou mesmo depois disso, deve ter tentado enxergar alguma rosa na foto. Sinto dizer, mas não foi dessa vez! A foto foi tirada em 26/01/2013 e quem lhes apresento é a Lobeira (<em>Solanum lycocarpum</em>), uma árvores do cerrado, e não uma roseira.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Nesta foto também há espinhos na planta e isso sim faz mais sentido para o provério que usei. Mas você preferiu reparar primeiro na flor porque está acostumado a focar em flores, provavelmente porque são bonitas e com cores chamativas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">É claro que há também pessoas já acostumadas a reparar nos mínimos detalhes, e isso é muito bom!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Como se não bastassem os espinhos da Lobeira, árvore cujos frutos servem de almento para o lobo-guará no cerrado, temos ainda na foto a presença de uma cerca feita com arame farpado! Ooops, você não havia reparado no arame? Não tem problema: o importante é apreciar a imagem para cada vez mais enxergar os detalhes e sem ter a pretenção de focar em algum assunto. Ah! Você achou que íamos falar apenas de natureza aqui na blog?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">De certa forma, penso que o areme farmado está imitando os espinhos&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Meio ambiente é natuerza mas também é tudo isso. Tudo ao nosso redor; tudo em nosso meio; em nosso ambiente&#8230; E eu gosto de falar de assuntos diversos!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Gosto de assuntos diversos, sem preconceitos ou opiniões pré-estabelecidas. Não quer dizer que sou sempre assim, mas reconheço que isso é bom. Vejam só: já falamos de natureza, espinhos, lobo, rosas, cerrado, arame farpado! Dá pra pensar em muitas outras coisas ainda, apensa observando uma foto&#8230; Uma imagem diz mais que mil palavras?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">E quem aqui lembra se por acaso já postei alguma outra foto com espinhos? Teve um post que não falei de espinhos, mas eles apareceram na imagem porque falei de cactos em “<a href="http://www.diariodoverde.com/uma-visao-positiva/" target="_blank">Uma visão positiva</a>”. Depois teve um outro que também não falei de espinhos, mas falei dos “<a href="http://www.diariodoverde.com/detalhes/" target="_blank">Detalhes</a>” que podem acontecer no dia-a-dia. Se você voltar atrás, verá os espinhos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">São repetições que a natureza nos apresenta a todo instante e podemos interpretar da maneira que quisermos. Por isso podemos falar de coisas diversas sobre os mesmos ou outros assuntos mais&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">O provérbio diz que devemos suportar os espinhos, e eu concordo se considerarmos que eles são mesmo uma realidade. É fato: não se pode negar que eles estão presentes, mesmo quando não enxergamos de imediato. <strong>Tudo está aí</strong>! Mas podemos suportá-los da maneira como quisermos: com a imaginação que conseguirmos e com a liberdade que tivermos no momento!</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/tudo-esta-ai/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sempre-Viva</title>
		<link>http://diariodoverde.com/sempre-viva/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/sempre-viva/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 07:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[Actinocephalus polyanthus]]></category>
		<category><![CDATA[alegria]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[botânica]]></category>
		<category><![CDATA[centro]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[expanção]]></category>
		<category><![CDATA[flor]]></category>
		<category><![CDATA[inflorescência]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[sempre viva]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=7745</guid>
		<description><![CDATA[“As boas coisas vem quando estamos distraídos”. &#8211; Provérbio Indiano Com a forma da alegria, radiante para todos os lados e em um dia de céu azul, compartilho essa foto de uma Sempre-Viva! Sim, trata-se de uma mensagem de otimismo para todos nós no dia de hoje, quando se comemora o Dia Nacional da Botânica [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7746" title="sempre viva" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/04/sempre-viva.jpg" alt="" width="545" height="413" /></span></p>
<p align="center"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><strong><em>“As boas coisas vem quando estamos distraídos”.</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><strong><em>&#8211; Provérbio Indiano</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Com a forma da alegria, radiante para todos os lados e em um dia de céu azul, compartilho essa foto de uma Sempre-Viva!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Sim, trata-se de uma mensagem de otimismo para todos nós no dia de hoje, quando se comemora o Dia Nacional da Botânica no Brasil.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Essa espécie, encontrada no cerrado, tem também outros nomes, como por exemplo chuveirinho. E o nome popular Sempre-Viva também é utilizado em outras plantas!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Confusa a botânica?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Bem, na verdade nomear as coisas não é tão simples assim. Nomear seres vivos, então, que podem ser parecidos uns com os outros e se modificar com o tempo através do processo de evolução, pode ser ainda mais complicado!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Aristóteles foi o primeiro cientista que tentou classificar os seres vivos, mas foi Carolus Lineu quem criou o sistema de classificação que usamos até hoje: a taxonomia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">A foto que tirei em 02 de julho de 2010, quando a planta “apareceu” de repente (quando estávamos distraídos), nos apresenta uma <em>Actinocephalus polyanthus</em>, nome científico usado para essa espécie pelo qual ela pode ser reconhecida pelo mundo inteiro. Todo nome científico – normalmente em latim &#8211; é exclusivo para uma determinada espécie e, por isso, é usado de forma universal pela ciência.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">O nome é universal e essa planta parece querer se expandir para todo lado através de sua inflorescência (estrutura contendo outras flores menores).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">No dia de hoje convido a todos para que reflitam sobra a importância das plantas e de tudo que na natureza existe – incluindo o que ainda não conhecemos e, por isso, não classificamos. Sim, de vez em quando temos a notícia de uma nova descoberta, quando estamos distraídos!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Vamos direcionar nosso olhar para todos os lados, respeitando toda a diversidade que existe e, ao mesmo tempo, enxergar as semelhanças entre todos que surgem de um mesmo ponto: igual esta inflorescência cujas partes (flores) surgem todas do mesmo centro e se expandem para as mais diversas direções.</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/sempre-viva/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Natureza que inspira</title>
		<link>http://diariodoverde.com/natureza-que-inspira/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/natureza-que-inspira/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 07:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[abelha]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[biomimética]]></category>
		<category><![CDATA[cera]]></category>
		<category><![CDATA[colmeia]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[enxame]]></category>
		<category><![CDATA[hexagonal]]></category>
		<category><![CDATA[imitação]]></category>
		<category><![CDATA[mel]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[observação]]></category>
		<category><![CDATA[pablo picasso]]></category>
		<category><![CDATA[pintor]]></category>
		<category><![CDATA[pintura]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=7685</guid>
		<description><![CDATA[“Não devemos ter medo de inventar seja o que for. Tudo o que existe em nós existe também na natureza, pois fazemos parte dela”. &#8211; Pablo Picasso A mensagem de Pablo Picasso pode ser inspiradora para se criar coisas novas. Mas, quando falamos de coisas novas, não estamos falando apenas de liberdade – especialmente quando [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7686" title="colmeia" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/04/comeia.jpg" alt="" width="545" height="413" /></p>
<p align="center"><strong><em>“Não devemos ter medo de inventar seja o que for. Tudo o que existe em nós existe também na natureza, pois fazemos parte dela”.</em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>&#8211; Pablo Picasso</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">A mensagem de Pablo Picasso pode ser inspiradora para se criar coisas novas. Mas, quando falamos de coisas novas, não estamos falando apenas de liberdade – especialmente quando consideramos essa frase de Picasso como um todo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">A liberdade é realmente inspiradora e, pensar que podemos agir como bem quisermos é muito motivador. Mas, junto desse incentivo para inventarmos coisas novas e sem o medo, a frase fala também de natureza! E é neste ponto que as coisas tomam uma direção mais inspiradora ainda e extremamente importante para o desenvolvimento sustentável. Sim, estou falando de sustentabilidade! Você já vai entender&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Fazer parte da natureza, como diz a frase, é um fato. Tenho dito aqui que isso é uma realidade. Mas isso possui um significado muito mais profundo do que podemos imaginar e, se quisermos realmente aplicar a frase do pintor, escultor e desenhista espanhol, temos que parar tudo o que estamos fazendo e observar a natureza para aprender com ela. Pronto&#8230; Cheguei aonde eu queria: estou falando da Biomimética!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">A biomimética, essa área da ciência relativamente nova, é uma ferramenta extremamente interessante e se baseia na natureza. Como o próprio nome sugere, Biomimética é a combinação das palavras gregas Bio, que significa Vida; e Mimesis, que significa Imitação. Assim, a biomimética é a arte de estudar as estruturas biológicas – incluindo seus formatos, cores, e quaisquer outros aspectos – por meio da observação, para se produzir estruturas semelhantes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Tendo em vista que a natureza está em constante processo de evolução, a biomimética é uma boa alternativa para se desenvolver estruturas mais eficientes e por isso pode ser usada em obras de engenharia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Apesar de ser nova, essa arte é usada há muito tempo! Temos vários exemplos biomiméticos, ou seja, exemplos de coisas que foram construídas com base na natureza: o mecanismo dos flaps de um avião, por exemplo, que são importantes para manter a melhor performance no ar, imitam o movimento observado em algumas penas das aves quando vão levantar voo ou pousar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Para esta publicação eu escolhi a imagem de uma colmeia que fotografei no final de 2009 para exemplificar um elemento natural que podemos observar com atenção. A colmeia fotografada foi construída em um abacateiro e pode nos ensinar algumas coisas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">As abelhas constroem seus favos com células, também chamadas de alvéolos, em formato hexagonal e há uma vantagem nisso! O favo é organizado de maneira que a mesma parede de cera faça parte de dois compartimentos vizinhos, o que já é uma economia, já que para produzir cera as abelhas necessitam ingerir muito néctar. Mas o formato hexagonal dos compartimentos permite ainda armazenar a maior quantidade de mel com menor uso de cera para dividir cada compartimento, cada alvéolo. O formato redondo não poderia ser usado, pois deixaria muito espaço entre os alvéolos e mais cera teria que ser usada para preenchê-los. Os únicos formatos que se encaixam perfeitamente são o hexagonal, o quadrado e o triangular, sendo que o hexagonal realmente permite o menor uso de ceras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Esse exemplo pode servir, então, para a construção de sistemas de armazenamento eficientes – onde deve caber a maior quantidade de volume com um gasto mínimo de elementos que separam esses compartimentos (as paredes).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Você conhece mais exemplos de biomimética? Que tal compartilhar nos comentários?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Fontes para consulta:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;"> <a href="http://biomimetica.biomimetiks.com/2012/01/12/sistemas-de-almacenamiento-eficientes-panales-de-miel/" target="_blank">Sistemas de almacenamiento eficientes: panales de miel</a> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;"><a href="http://devoto-2m8.blogspot.com.br/2009/09/porque-as-colmeias-de-abelhas-tem.html" target="_blank">Por que as colmeias de abelhas tem formas hexagonal?</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7694" title="formato hexagonal" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/04/formato-hexagonal.jpg" alt="" width="545" height="72" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/natureza-que-inspira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Meio Ambiente para a Infância</title>
		<link>http://diariodoverde.com/meio-ambiente-para-a-infancia/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/meio-ambiente-para-a-infancia/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2013 18:42:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Desenhos]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=7651</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Flores são flores Vivas num jardim Pessoas são boas Já nascem assim&#8221; (Cazuza) Desde de minha formação como psicólogo (Universidade e estágios) sempre estive envolto no universo infantil. Calhou que em 2002 vim trabalhar em um centro de referência em saúde para mulheres e crianças. Brinquedos, brincadeiras, desenhos animados sempre me foram um universo familiar. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/03/monstro_pantano.jpg"><img class="size-full wp-image-7652 aligncenter" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/03/monstro_pantano.jpg" alt="" width="259" height="194" /></a></p>
<p>&#8220;<em>Flores são flores</em><br />
<em>Vivas num jardim</em><br />
<em>Pessoas são boas</em><br />
<em>Já nascem assim</em>&#8221; (<em><a href="http://pensador.uol.com.br/autor/cazuza/">Cazuza</a>)</em></p>
<p style="text-align: justify">Desde de minha formação como psicólogo (Universidade e estágios) sempre estive envolto no universo infantil. Calhou que em 2002 vim trabalhar em um centro de referência em saúde para mulheres e <strong>crianças</strong>. Brinquedos, brincadeiras, desenhos animados sempre me foram um universo familiar. Brinquei muito. Brinco hoje (de forma mais consciente). O Cris<em>zinho</em>, sobrinho da Lú acha engraçado que conheço muitos personagens de desenhos em quadrinhos e animados atuais, que assisto desenho (filmes ou os da programação da tv). Em parte como instrumento profissional e como diversão por outro lado. O útil e o agradável.</p>
<p style="text-align: justify">O primeiro personagem que me lembro cuja temática trabalhava claramente assuntos sobre meio ambiente foi o <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Capit%C3%A3o_Planeta" target="_blank">Capitão Planeta</a></strong>,  (no original em inglês Captain Planet And The Planeteers, 1990), que ao final de cada episódio tinha uma mensagem &#8220;<em>pros baixinhos</em>&#8220;, dizendo: &#8220;<em>O poder é de vocês!</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify">Mas ainda me amarro mais no <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Monstro_do_P%C3%A2ntano" target="_blank">Monstro do Pântano</a></strong> (na fase Alan Moore) e no clássico <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Spectreman" target="_blank">Spectreman</a></strong>, onde as questões ambientais, poluição e resíduos tóxicos e seus malefícios ao homem e ao planeta, embora apareçam quase que de forma subliminar, mas demonstram aos perigos e belezas do planeta que vivemos.</p>
<p style="text-align: justify">Quem não lembra?</p>
<p style="text-align: justify">&#8220;<em>Planeta: <a title="Terra" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Terra">Terra</a>. Cidade: <a title="Tóquio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%B3quio">Tóquio</a>. Como em todas as metrópoles deste planeta, Tóquio se acha hoje em desvantagem em sua luta contra o maior inimigo do homem: a poluição. E apesar dos esforços das autoridades de todo o mundo, pode chegar um dia em que a terra, o ar e as águas venham a se tornar letais para toda e qualquer forma de vida. Quem poderá intervir? Spectreman!</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: justify">A dica é simples: as questões de meio ambiente, sustentabilidade e natureza podem ser vista em TODOS os lugares. Basta QUERER ver.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/meio-ambiente-para-a-infancia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lembre da nossa Música</title>
		<link>http://diariodoverde.com/lembre-da-nossa-musica-musica/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/lembre-da-nossa-musica-musica/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Feb 2013 14:23:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Músicas]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=7470</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Quem hoje é vivo corre perigo/ E os inimigos do verde da sombra, o ar Que se respira e a clorofila/ Das matas virgens destruídas vão lembrar Que quando chegar a hora/ É certo que não demora Não chame Nossa Senhora/ Só quem pode nos salvar é&#8221; (Matança, Xangai) Atualmente nossa vida se tornou musicalizada, musicalizou-se tudo. Esse foi [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/ecomusic.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7472" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/ecomusic.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><em>&#8220;Quem hoje é vivo corre perigo/ </em><em>E os inimigos do verde da sombra, o ar</em><br />
<em>Que se respira e a clorofila/ </em><em>Das matas virgens destruídas vão lembrar</em><br />
<em>Que quando chegar a hora/ </em><em>É certo que não demora</em><br />
<em>Não chame Nossa Senhora/ </em><em>Só quem pode nos salvar é&#8221; <strong><a href="http://letras.mus.br/xangai/385821/" target="_blank">(Matança, </a></strong></em><strong><a href="http://letras.mus.br/xangai/385821/" target="_blank">Xangai</a><em><a href="http://letras.mus.br/xangai/385821/" target="_blank">)</a></em></strong></p>
<p style="text-align: justify">Atualmente nossa vida se tornou musicalizada, musicalizou-se tudo. Esse foi o resultado da MTV em nossas vidas. Como diria <strong>Renato Russo:</strong> &#8220;<em><a href="http://letras.mus.br/legiao-urbana/46989/" target="_blank">Mas a única maneira ainda/ De imaginar a minha vida/ É vê-la como um musical dos anos trinta</a></em>&#8220;.  E a vida da gente tornou-se um <em>clip</em>. Associamos cada momento a uma música. Temos uma trilha sonora particular. As da Lu Ataíde, quase todas da Ana Carolina. As minhas entre Nando Reis e Vanessa da Mata.</p>
<p style="text-align: justify">Mas em se tratando de meio ambiente podemos listar muitas músicas com as quais podemos trabalhar o tema. A lista pode ir de <strong>Roberto Carlos</strong> e <a href="http://letras.mus.br/roberto-carlos/48557/" target="_blank">As Baleias</a> à <strong>Guilherme Arantes</strong> e <a href="http://letras.mus.br/guilherme-arantes/46315/" target="_blank">Planeta Água</a> ou <strong>Xangai</strong> (com uma música primordial, &#8220;<a href="http://letras.mus.br/xangai/385821/" target="_blank">Matança</a>&#8220;). E para não ser tão enfadonho para os jovens (uma certa parcela entorta a boca quando se fala em MPB) há outros gêneros que também abordam o tema. Rock, raggae, pop-rock ou samba. Os artistas também são sensíveis ao tema <em>meio ambiente e socioambientais</em>.</p>
<p style="text-align: justify">É mais uma sugestão para educadores e todos os demais profissionais, que de forma direta ou transversal, possam  utilizar mais uma <em>ferramenta</em> e despertar o interesse e curiosidade de crianças e jovens em suas aulas, palestras, workshop e vivências, de modo mais lúdico e dinâmico.</p>
<ul>
<li><em><strong>&#8220;Discografia Ecológica&#8221; </strong></em>sugerida:</li>
</ul>
<ol>
<li><a href="http://letras.mus.br/xangai/385821/" target="_blank">Matança (Xangai);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/roberto-carlos/48557/" target="_blank">As Baleias (Roberto Carlos);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/guilherme-arantes/46315/" target="_blank">Planeta Água (Guilherme Arantes)</a>;</li>
<li><a href="http://letras.mus.br/chico-science/45209/" target="_blank">Manguetown (Chico Science);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/os-paralamas-do-sucesso/47924/" target="_blank">Alagados (Paralamas do Sucesso)</a>;</li>
<li><a href="http://letras.mus.br/baby-do-brasil/365271/" target="_blank">Todo Dia Era Dia de Índio (Baby Consuelo)</a>;</li>
<li><a href="http://letras.mus.br/jota-quest/500837/" target="_blank">O Sal da Terra (Beto Guedes)</a>;</li>
<li><a href="http://letras.terra.com.br/14-bis/43902/" target="_blank">Linda Juventude (14 Bis);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/radio-taxi/48217/" target="_blank">Eva (Radio Taxi);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/uns-e-outros/49214/" target="_blank">Carta aos Missionários (Uns e Outros)</a>;</li>
<li><a href="http://letras.mus.br/herivelto-martins/235019/" target="_blank">Ave Maria no Morro (Herivelton Martins);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/biquini-cavadao/76640/" target="_blank">Cai Água, Cai Barraco (Bikini Cavadão)</a>;</li>
<li><a href="http://letras.mus.br/chico-science-e-nacao-zumbi/70406/" target="_blank">A Cidade (Chico Science e Nação Zumbi);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/chico-science-e-nacao-zumbi/483164/" target="_blank">Rios, Pontes e Overdrives (Chico Science e Nação Zumbi);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/beth-carvalho/890132/" target="_blank">Barracão de Zinco (Beth Carvalho).</a></li>
</ol>
<p><strong>Ouçam, cantem e compartilhem!</strong></p>
<p style="text-align: justify">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/lembre-da-nossa-musica-musica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tainá e o Cordão da Bicharada</title>
		<link>http://diariodoverde.com/taina-e-o-cordao-da-bicharada/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/taina-e-o-cordao-da-bicharada/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 09 Feb 2013 15:47:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[a Origem]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cametá-PA]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[preservação]]></category>
		<category><![CDATA[Tainá 3]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=7439</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Olhando Belém enquanto uma canoa desce um rio  E o curumim assiste da canoa um boing riscando o vazio  Eu posso acreditar que ainda da pra gente viver numa boa Os rios da minha aldeia são maiores do que os de Fernando Pessoa&#8221;(Olhando Belém, Nilson Chaves) Não é de hoje que a Amazônia tem sido o foco [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">
<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/Taina-3_1.jpg"><img class="wp-image-7442 alignnone" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/Taina-3_1.jpg" alt="" width="567" height="296" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.vagalume.com.br/nilson-chaves/olhando-belem.html" target="_blank"><em>&#8220;Olhando Belém enquanto uma canoa desce um rio </em><br />
<em>E o curumim assiste da canoa um boing riscando o vazio </em><br />
<em>Eu posso acreditar que ainda da pra gente viver numa boa</em><br />
<em>Os rios da minha aldeia são maiores do que os de Fernando Pessoa&#8221;</em>(<strong>Olhan</strong><strong>do Belém</strong><em>, </em>Nilson Chaves)</a></p>
<p style="text-align: justify">Não é de hoje que a Amazônia tem sido o foco das discussões sobre meio ambiente, ecologia e sustentabilidade. Para além do circulo acadêmico a Amazônia, que já povoa o  imaginário mundial, hoje retrata-se em livros, documentários e filmes aos montes. A cinemateca amazônida é rica. Feito por quem é &#8220;de fora&#8221; ou por  quem é daqui. Da obstinação sonhadora de  &#8220;<strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=F53yUsgVuL0" target="_blank">Fitzcarraldo</a></strong>&#8221; à <em>alma transamazônica</em> mostrada pela <strong><em>Caravana Roledei</em></strong> em &#8220;<strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=GSRvlh727iI" target="_blank">Bey, Bey Brasil</a></strong>&#8220;<strong>,</strong> ou o <em>tosco</em> &#8220;<strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=9B6KGqtJyDI" target="_blank">Turistas</a></strong>&#8221; (tosco porque faz uso de velhos preconceitos hollywoodianos sobre o Brasil, sobre o povo e sobre a floresta, e nem ia citar a famigerada &#8220;<strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=zkX5t5ZJLEk" target="_blank">Anaconda</a></strong>&#8220;), o cinema sobre a Amazônia é um pouco disso e nada disso. Só avalia quem a vê. E só o faz quem a vive.</p>
<p style="text-align: justify">Esta semana estréia mais um filme que tem por cenário a Amazônia, <strong> <a href="http://youtu.be/6ltNZKdcVHM" target="_blank">Tainá 3, a Origem</a></strong>, o terceiro filme da serie que trata a luta de uma indiazinha para proteger os animais da floresta ameaçados pela caça predatória e o tráfico de animais silvestres. Aliá este é a trama fundamental da serie. O que nos chama mais a atenção não é o fato de ser uma criança indígena a preocupar-se com a natureza e com os animais. Como protagonista ela não passa por um rito de passagem, um aprendizado. Ela sabe desde tenra idade a importância da preservação do meio ambiente. Como respirar ao nascer ela defende a natureza. E o recado é reeditado: somos nós adultos, consumistas e tecnocratas que colocamos em risco nosso futuro, as crianças.</p>
<p style="text-align: justify">Que mundo estamos preparando para nossos filhos?</p>
<p style="text-align: justify">Aqui em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Camet%C3%A1" target="_blank">Cametá-PA</a>, município às margens do Tocantins, vemos em pleno carnaval uma manifestação folclórica passada por gerações, o <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=fciQuDCAzbk" target="_blank">Cordão da Bicharada</a></strong>. Uma comunidade da região se reuni para fazer um carnaval diferente e ecologicamente correto e sustentável. Os brincantes, todos ribeirinhos, descendestes de índios, negros e brancos, confeccionam suas fantasias com material reciclado, que representam de forma quase fidedigna a fauna amazônica. Preguiças (olha nossa mascote do Diário do Verde), tucanos, jabutis e jacarés, borboletas, onças e macacos desfilam pela avenida. Feitos por adultos e crianças para adultos e crianças.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Tainá e o Cordão da Bicharada nos lembram que somos também animais desta fauna ameaçada.</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/taina-e-o-cordao-da-bicharada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
<!-- Wp Fastest Cache: XML Content -->