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	<title>Diário do Verde &#187; Miriti</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Miriti. Mire-se aí!</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 18:22:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Abaetetuba]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Miriti]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Eu era o que restava de alegria, Imitando os pássaros, Curumim de mim mesmo e De minhas circunstâncias. Eu, Meu brinquedo&#8221;. (Eu era meu brinquedo, http://www.overmundo.com.br/banco/eu-era-meu-brinquedo) A riqueza da flora amazônica não está apenas na infinidade de espécies conhecidas e desconhecidas que por aqui habitam. É sabido também que igualmente sua variedade está a imensa variedade [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/04/12C_Subj_alteridade.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7763" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/04/12C_Subj_alteridade.jpg" alt="" width="480" height="338" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><em>&#8220;Eu era o que restava de alegria,</em><br />
<em>Imitando os pássaros,</em><br />
<em>Curumim de mim mesmo e</em><br />
<em>De minhas circunstâncias.</em><br />
<em>Eu,</em><br />
<em>Meu brinquedo&#8221;</em>. (Eu era meu brinquedo, <a href="http://www.overmundo.com.br/banco/eu-era-meu-brinquedo">http://www.overmundo.com.br/banco/eu-era-meu-brinquedo</a>)</p>
<p style="text-align: justify">A riqueza da flora amazônica não está apenas na infinidade de espécies conhecidas e desconhecidas que por aqui habitam. É sabido também que igualmente sua variedade está a imensa variedade de formas de utilização de seus insumos. É incrível como uma única planta ou árvore pode ser aproveitada de sua raiz até a sua folha mais alta. A casca, a madeira, o fruto, a semente, a resina, a seiva, etc&#8230; Tudo se aproveita.</p>
<p style="text-align: justify">A propósito da história, tendo como exemplo uma palmeira, vou falar do Miriti (ou Buriti), que de tão versátil, da culinária ao artesanato, proporciona um desenvolvimento econômico e social na região amazônica. E de tão importante mereceu uma festividade anual no município de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Abaetetuba" target="_blank">Abaetetuba (PA)</a> &#8211; O <a href="http://www.portalamazonia.com.br/cultura/turismo/miriti-da-nome-a-festival-de-artesanato-na-cidade-de-abaetetuba-no-para/" target="_blank">MritiFest</a>.</p>
<p style="text-align: justify">A palmeira <em>MAURITA FLEXUOSAL</em> é comum em nossas matas, várzeas e beiras dos igarapés, e recebe o nome vulgar de MIRITIZEIRO ou BURITIZEIRO. O termo <strong>buriti</strong> é a designação comum das plantas dos gêneros <em><a title="Mauritia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mauritia">Mauritia</a></em>, <em><a title="Mauritiella" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mauritiella">Mauritiella</a></em>,<em><a title="Trithrinax" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Trithrinax">Trithrinax</a></em> e <em><a title="Astrocaryum" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Astrocaryum">Astrocaryum</a></em>, da família das arecáceas (antigas palmáceas). É uma palmeira muito alta, nativa de Trinidad e Tobago e das Regiões Central e Norte da América do Sul, especialmente de Venezuela e Brasil. Em nosso país concentram-se nos estados de <a title="Roraima" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Roraima">Roraima</a>, <a title="Rondônia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rond%C3%B4nia">Rondônia</a>, <a title="Pará" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Par%C3%A1">Pará</a>, <a title="Maranhão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Maranh%C3%A3o">Maranhão</a> e <a title="Piauí" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Piau%C3%AD">Piauí</a>, mas também encontra-se dispersas em toda a Amazônia Legal e alguns Estados do Nordeste e Centro-Oeste. É também conhecida <strong>muriti</strong>, <strong>muritim</strong>, <strong>muruti</strong>, <strong>palmeira-dos-brejos</strong>, <strong>carandá-guaçu</strong> e <strong>carandaí-guaçu</strong> .</p>
<p style="text-align: justify"> Sua versatilidade:</p>
<ul style="text-align: justify">
<li>À margem dos roçados e seringais fornece a palha para cobrir cabanas;</li>
<li>O fruto &#8211; rico em vitamina A, B e C. É fonte de cálcio, ferro e proteínas. Pode ser consumido <em>in natura</em>, pode ser transformado em doces, sucos, picolé, licor, vinho ou como ração de animais;</li>
<li>Fornece <a title="Palmito" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Palmito">palmito</a> saboroso, <a title="Fécula" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A9cula">fécula</a>, <a title="Seiva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Seiva">seiva</a> e madeira;</li>
<li>O óleo extraído do fruto &#8211; rico em <a title="Caroteno" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Caroteno">caroteno</a> e tem valor medicinal (utilizado como vermífugo, cicatrizante e energético natural) e uso cosmético (colorífico, aroma e qualidade a diversos produtos de beleza, como cremes, xampus, filtro solar e sabonetes) ou como amaciante e envernizador de couro;</li>
<li>As folhas jovens produzem uma fibra muito fina, a &#8220;seda&#8221; do buriti, usada pelos artesãos na fabricação de peças de <a title="Capim-dourado (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Capim-dourado&amp;action=edit&amp;redlink=1">capim-dourado</a>. Sua <a title="Fibra" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fibra">fibra</a> é transformada no <a title="Artesanato" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Artesanato">artesanato</a> (<a title="Bolsa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bolsa">bolsas</a>, <a title="Tapete" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tapete">tapetes</a>, <a title="Toalha" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Toalha">toalhas</a> de <a title="Mesa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mesa">mesa</a>, <a title="Brinquedo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brinquedo">brinquedos</a>, <a title="Bijuteria" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bijuteria">bijuterias</a>, <a title="Rede" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede">redes</a>, cobertura de teto, cordas e etc. O talo das folhas se presta ainda à fabricação de móveis, que se destacam pela leveza e durabilidade.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">Sua grande importância na manutenção de olhos d&#8217;água naturais, chegando até a conservar locais alagadiços, de água pura e permanente é fundamental. Onde os olhos d&#8217;água (nascentes) estão secando, recomenda-se que se plante a Palmeira (o Miriti), bem como outras árvores como Ingá, Sangra-d&#8217;água, entre outras, que favorecem sua recuperação. Por isso a grande importância em preservar esta palmeira.</p>
<p style="text-align: justify">Mas a sua utilização mais cândida, lúdica, pedagógica e ecologicamente assertiva é como &#8220;<em>massa</em>&#8221; para a confecção de brinquedos. O miriti dando forma a imaginação infantil e recriando o mundo leve e colorido.</p>
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		<title>A Floresta brinca</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Sep 2011 14:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Brinquedos artesanais]]></category>
		<category><![CDATA[Buriti]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Amazônica]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Miriti]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Vire e mexe ganho uns &#8220;agrados&#8221; (presentes) dos usuários que acompanho no centro de saúde que trabalho. Paneiros de açaí, sacos com buriti, uxi, ingá, taperebá, tucumã, cacau, manga, etc. Aromas e sabores infindáveis. São 09 anos acompanhando os dramas e vicissitudes de uma parcela da população do interior do Brasil. São crianças, mulheres e todos que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vire e mexe ganho uns &#8220;agrados&#8221; (presentes) dos usuários que acompanho no centro de saúde que trabalho. Paneiros de açaí, sacos com buriti, uxi, ingá, taperebá, tucumã, cacau, manga, etc. Aromas e sabores infindáveis. São 09 anos acompanhando os dramas e vicissitudes de uma parcela da população do interior do Brasil. São crianças, mulheres e todos que buscam algum auxílio ou conforto para as mais diversas enfermidades. Escuto a todos. Embora, as vezes, por mais parco que me pareça ser este gesto, o &#8220;pouco&#8221; que lhes ofereço é tudo o que eles mais precisam. E mostram-se incrivelmente gratos e em dívida comigo, por algo que nada mais é que um dever, uma obrigação e compromisso profissional. E muitos acham que é um favor, inclusive aqueles que sabem que não o é.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Miriti.jpg"><img class="size-large wp-image-4254 aligncenter" title="Miriti" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Miriti-580x302.jpg" alt="Miriti" width="580" height="302" /></a>Mas hoje lembrei-me em especial de um destes &#8220;agrados&#8221; que recebi de um dos usuários: uma réplica artesanal de um típico barco da Amazônia. Em escala reduzida, com motor de bobina e pilha (também artesanal), com hélices e leme móveis, todo confeccionado em miriti, e utilizando tampas de refrigerante, partes de canetas esferográficas e barbante. O usuário/artesão é um adolescente portador de transtorno mental.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é uma das muitas brincadeiras das crianças daquela comunidade ribeirinha e Amazônidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não se sabe ao certo como e quando iniciou-se a utilização do Miriti como matéria artesanal. Sabe-se porém, que há pelo menos 200 anos ele tem sido utilizado para se confeccionar brinquedos. Estes são populares e em geral aparecem durante as festividades religiosas como o Círio de Nazaré, que atrai milhões de devotos ao Estado do Pará. E assim ele vai avançando nas décadas como protagonista versátil e importante instrumento para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. Uma vez que dele muito se aproveita:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;<em>Tem várias utilidades. À margem dos roçados e seringais fornece a palha para cobrir cabanas. Do broto ou grelo tira-se a envira, fibra que serve para tecer maqueiras (redes artesanais), tapetes e bolsas. A tala, tirada das folhas, fornece meios para os artesãos tecerem paneiros, tipitis, cestos, balaios e, ainda, para esculpir brinquedos de formas variadas, como cobras, pombinhas, soca-socas, barcos, araras, jacarés e tatus, entre outros. A fruta, o miriti, é fonte de alimento vitamínico, degustada com farinha e açúcar. Dela são feitos licor e vinho, servindo também para aguar o tradicional mingau de farinha-d&#8217;água ou arroz. Do fruto ainda se extrai a tinta para pintar brinquedos e quadros originais</em>&#8220;. (Fonte: <a href="http://www.cdpara.pa.gov.br/miriti.php" target="_blank">http://www.cdpara.pa.gov.br/miriti.php</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">E mais recentemente seu fruto tem sido utilizado amplamente pela indústria cosmética.<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/fruto-Miriti.jpeg"><img class="alignright size-full wp-image-4256" title="fruto Miriti" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/fruto-Miriti.jpeg" alt="fruto Miriti" width="270" height="187" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Então lembrei-me também do artigo <strong>&#8220;<a href="http://www.diariodoverde.com/o-que-e-sustentabilidade/">Defina Sustentabilidade em 7 palavras</a></strong>&#8220;, do nosso colega <strong><a href="http://www.diariodoverde.com/author/rafaelmochi/">Rafael Morais Chiaravalloti</a></strong>, e me pergunto se os professores compreenderam a resposta!</p>
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