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	<title>Diário do Verde &#187; Lúcio Flávio Pinto</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>&#8220;Este rio é minha rua&#8221; (Paulo André e Ruy Barata)</title>
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		<pubDate>Sat, 14 May 2011 16:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Lúcio Flávio Pinto]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[“Antes que matem os rios E as matas por onde andei Antes que cubram de lixo O lixo da nossa lei Deixa que eu cante contigo Debruçado em peito amigo As coisas que tanto amei As coisas que tanto amei” PARANATINGA (Paulo André e Ruy Barata) Difícil de me imaginar vivendo longe de um rio. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">“<em>Antes que matem os rios<br />
E as matas por onde andei<br />
Antes que cubram de lixo<br />
O lixo da nossa lei<br />
Deixa que eu cante  contigo<br />
Debruçado em peito amigo<br />
As coisas que tanto amei<br />
As coisas  que tanto amei</em>”</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: xx-small;">PARANATINGA<br />
(Paulo André e Ruy Barata)</span></strong></p>
<div id="attachment_1841" style="width: 169px" class="wp-caption alignleft"><a rel="attachment wp-att-1841" href="http://www.diariodoverde.com/este-rio-e-minha-rua/sam_2749-3/"><img class="size-medium wp-image-1841" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/05/SAM_27492-159x240.jpg" alt="" width="159" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">por Sandro Menezes</p></div>
<p style="text-align: justify;">Difícil de me imaginar vivendo longe de um rio. Cresci e me  eduquei nestas margens. Dia 22 de maio é (foi) Dia da Água. Na Amazônia, nação  das águas, com raras exceções a data passou em brancas nuvens, embora haja  nuvens cinzentas e azuladas de chuva no céu da região a me contradizer.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem viaja de avião ou se aventura nas longas viajens de  navio pelos rios da região, bem sabe a olhos vistos que a questão da água parece  ser o menor dos problemas, ou posta como de menor importância, ora, é tanta  água, um “<em>aguacê</em>” sem fim!(?).</p>
<p style="text-align: justify;">Como convencer um caboclo ribeirinho de que há uma grande possibilidade de  que um dia a água acabará (pelo menos a água potável)? Se toda manhã o rio está  lá. Passando, passando. Passa água, passa embarcação, passa canoa, passa  botijão, passam garrafas pet, lascas de isopor, monitores de computador, animal  morto… E crianças a brincar neste “esgoto”.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta ideia voltou a me ocorrer nesta semana. Estava assistindo  um filme (DVD): “Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles”(Battle: Los Angeles).  Um daqueles faroestes futuristas, um duelo ente a raça humana (os EUA é claro!)  e alienígenas. Muito tiro e “<em>muito barulho por nada</em>”? &#8220;Violento,  barulhento e estúpido&#8221;, segundo alguns críticos. Mas um fato que parece ou,  diria eu, aparece de forma adjacente, talvez seja o melhor recado do filme. Tipo  mensagem subliminar. <strong>A água</strong>. Lembrei de outros filmes cujo mote  é a água: o apocalíptico, “Waterworld” (1995), com Kevin Costner <a href="http://www.youtube.com/watch?v=oEp382HIisE">(trailer:  http://www.youtube.com/watch?v=oEp382HIisE</a>), e um que acho mais  interessante: “Reação em Cadeia” (Chain Reaction, 1996), com o Keanu Reeves.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o que gostaria realmente de alertar é para o fato da  possibilidade de um dia isso vir a acontecer (não por alienígenas meliantes),  mas por gente deste nosso planeta mesmo. Para isso destaco um artigo de  <strong>Lúcio Flávio Pinto</strong>, importante jornalista brasileiro, no jornal  de sua autoria: o <strong><a href="http://www.lucioflaviopinto.com.br/" target="_blank">Jornal Pessoal</a>,</strong> que trata do assunto, entre tantos  outros de suma importância para a Amazônia e para o país. O artigo intitulado:  “<a href="http://www.lucioflaviopinto.com.br/?p=1329">Roubo de água: tema  polêmico</a>” (leiam e conheçam Lúcio Flávio Pinto), traz à tona a questão:</p>
<p style="text-align: justify;">“<em><a href="http://www.lucioflaviopinto.com.br/?p=1329" target="_blank">O mais importante, porém, é saber e acompanhar o que os próprios  nacionais pensam ou fazem, em numerosos casos dilapidando os recursos naturais  ou os utilizando de forma irracional. Campeão em estoque de água doce do mundo,  o Brasil é medíocre no seu manejo. Em Belém, a metrópole da Amazônia, que, por  sua localização, serve de porta de entrada à região, um dos problemas que sua  população &#8211; de quase 1,5 milhão de habitantes &#8211; enfrenta é a falta de água para  beber com qualidade comprovada ou mesmo crível, apesar da vasta massa de água  que forma o estuário onde a cidade se situa. Este é o triste paradoxo atual,  cuja visualização e compreensão as sempre vivas teorias conspirativas  dificultam</a></em>.” (LFP @ março 1, 2010)</p>
<p style="text-align: justify;">Logo, por mais irreal que seja, “seguro, morreu de velho”.</p>
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