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	<title>Diário do Verde &#187; lixo</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Do Lado De Baixo do Equador</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Mar 2014 13:04:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Deixa a tristeza pra lá, vem comer, me jantar Sarapatel, caruru, tucupi, tacacá Vê se me usa, me abusa, lambuza Que a tua cafuza Não pode esperar Deixa a tristeza pra lá, vem comer, me jantar Sarapatel, caruru, tucupi, tacacá Vê se esgota, me bota na mesa Que a tua holandesa Não pode esperar&#8221; (Não [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Deixa a tristeza pra lá, vem comer, me jantar</em><br />
<em>Sarapatel, caruru, tucupi, tacacá</em><br />
<em>Vê se me usa, me abusa, lambuza</em><br />
<em>Que a tua cafuza</em><br />
<em>Não pode esperar</em><br />
<em>Deixa a tristeza pra lá, vem comer, me jantar</em><br />
<em>Sarapatel, caruru, tucupi, tacacá</em><br />
<em>Vê se esgota, me bota na mesa</em><br />
<em>Que a tua holandesa</em><br />
<em>Não pode esperar&#8221;</em> (<strong>Não Existe Pedado ao Sul do Equador</strong>, Chico Buarque)</p>
<p style="text-align: justify;">Olá car@s leitores e leitoras!  Estou de volta com algumas considerações: Vocês já devem ter ouvido que o ano no Brasil só começa depois do Carnaval. Há pesquisas que indicam entre 17% à 20% da população brasileira sai as ruas para participar do Carnaval. Os quais movimentam aproximadamente R$ 6 bilhões em cinco (05) dias de festejos.</p>
<p style="text-align: justify;">Há tempos existem campanhas para que os foliões façam sexo seguro, &#8220;<em>se beber não dirija!</em>&#8220;, contra exploração sexual e trabalho infantil, e a infame &#8220;<em>não mije na rua!</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: justify;">Nem uma coisa nem outra. Senão, vejamos a situação de um certo Estado (apenas um exemplo em rede nacional). Lembra-me a anedota em que órgãos do corpo discutem quem é o mais importante no funcionamento do corpo. Enquanto coração, pulmão, fígado cérebro, etc. travam uma batalha de argumentos que exaltam suas funcionalidades, o intestino resolve fazer greve. Para tudo! Você imagina as consequências.</p>
<p style="text-align: justify;">É o que simboliza a greve de garis lá naquela cidade. Somando-se às atitudes como as do prefeito de lá e, mais os 17% à 20% de brincantes nas ruas nesta época do ano, resultado: toneladas de lixo e entulhos pelas ruas (não só nesta cidade, mas em todas as capitais e municípios brasileiros).</p>
<p style="text-align: justify;">Aí vem as <a href="http://letras.mus.br/tom-jobim/49022/" target="_blank">Águas de Março</a>, que ainda nem fecharam o verão. Bueiros entupidos, alagamentos, deslizamentos. &#8220;Caia água, caia barraco&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Chega a<strong> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quarta-feira_de_cinzas" target="_blank">Quarta-Feira de Cinzas</a></strong> cuja origem simbólica nada tem haver com o que se vive hoje. O tal do Jeitinho Brasileiro, no que tange seu aspecto mais perverso corrompeu o significado das Cinzas. Os modos de subjetivação brasileira moldam-se nesta perspectiva. <a href="http://baixarbonslivros.blogspot.com.br/2010/03/naufragos-traficantes-e-degredados.html" target="_blank">Heranças de Náufragos, Traficantes e Degradados</a> (e Políticos). No Brasil tudo pode. Porque tudo se acaba na quarta-feira de cinzas.</p>
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		<title>Resíduos &#8211; Reduzir, reutilizar e reciclar!</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 08:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência na Mesa]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Resíduos incluem alimentos ou subprodutos que são descartados ou reciclados. Neste contexto, resíduos de alimentos incluem alimentos comestíveis que não são consumidos por causa do excedente produzido, por não estarem em condições perfeitas, bem como, sobra de refeições preparadas em casa ou restaurantes. Subprodutos da produção de alimentos, processamento e distribuição também são considerados resíduos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/hands-holding-apple-made-of-bamboo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4652" title="mãos segurando maçã feita de bambu" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/hands-holding-apple-made-of-bamboo.jpg" alt="mãos segurando maçã feita de bambu" width="466" height="594" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-weight: normal;">Resíduos incluem alimentos ou subprodutos que são descartados ou reciclados. Neste contexto, resíduos de alimentos incluem alimentos comestíveis que não são consumidos por causa do excedente produzido, por não estarem em condições perfeitas, bem como, sobra de refeições preparadas em casa ou restaurantes. Subprodutos da produção de alimentos, processamento e distribuição também são considerados resíduos do sistema alimentar (GREEN FOR ALL, 2011).</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, das 10 mil toneladas de produtos que entram diariamente no CEAGESP (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), 1% (100 toneladas) é descartado, isto significa 100 mil kg/dia. Deste total, entre 30% e 50% pode ser considerado alimento próprio para o consumo. Isto significa que entre 30 e 50 toneladas/dia poderiam ser consumidos. Uma família brasileira desperdiça, em média, 20% dos alimentos que compra semanalmente. Isso significa uma perda de US$ 1 bilhão por ano, ou o suficiente para alimentar 500 mil famílias (BANCO DE ALIMENTOS, 2011).</p>
<p style="text-align: justify;">Menos que 3% de todos os resíduos de alimentos são aproveitados ou reciclados ou transformados em adubo. O restante acaba em aterros sanitários, onde constitui até um terço do volume do aterro. Os aterros são a segunda maior fonte de emissões de metano do país, um gás-estufa 21 vezes mais potente que o dióxido de carbono. (BAXTER, 2003).</p>
<p style="text-align: justify;">O aumento na geração de resíduos sólidos tem várias consequências negativas: custos cada vez mais altos para coleta e tratamento do lixo; dificuldade para encontrar áreas disponíveis para sua disposição final; grande desperdício de matérias-primas. Por isso, os resíduos deveriam ser integrados como matérias primas nos ciclos produtivos ou na natureza. Outras consequências do enorme volume de resíduos gerado pelas sociedades modernas, quando o lixo é depositado em locais inadequados ou a coleta é deficitária, são:</p>
<p style="text-align: justify;">• contaminação do solo, ar e água;</p>
<p style="text-align: justify;">• proliferação de vetores transmissores de doenças;</p>
<p style="text-align: justify;">• entupimento de redes de drenagem urbana;</p>
<p style="text-align: justify;">• enchentes;</p>
<p style="text-align: justify;">• degradação do ambiente e depreciação imobiliária; doenças (MMA, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;">Os resíduos podem ser classificados como “seco” ou “úmido”. O lixo “seco” é composto por materiais potencialmente recicláveis (papel, vidro, lata, plástico etc., considerando o sistema alimentar pode-se considerar as embalagens). O lixo “úmido” corresponde à parte orgânica dos resíduos, como as sobras de alimentos, cascas de frutas, restos de poda etc., que pode ser usada para compostagem. Essa classificação é muito usada nos programas de coleta seletiva, por ser facilmente compreendida pela população (MMA, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;">Para não sofrer com desastres ambientais, é necessário acelerar a busca de soluções para os rejeitos industriais que são produzidos. Em grande parte, o lixo é depositado de forma inadequada no ambiente e pode resultar em problemas como a contaminação do solo, da água ou de pessoas que entrem em contato com o material. Para resolver o problema, seria necessária a criação de regras para o controle da estocagem e do descarte dos rejeitos industriais (UNIMED, 2005).</p>
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		<title>Rogai por nós catadores!</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Oct 2011 06:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Belém-PA]]></category>
		<category><![CDATA[Círio]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Diante do mistério que há nessa nossa vida humana, vais crescer mais que o luar, vais voar mais que as semanas, vais sorrir pro revelado, fruto da emoção na boca de que tudo é amarrado e o mundo é um, é oca. (Círios, Vital Lima) Este final de semana no Pará é marcado pela grande [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Diante do mistério que há<br />
nessa nossa vida humana,<br />
vais crescer mais que o luar,<br />
vais voar mais que as semanas,<br />
vais sorrir pro revelado,<br />
fruto da emoção na boca<br />
de que tudo é amarrado<br />
e o mundo é um, é oca.</em></p>
<p style="text-align: center;">(<strong>Círios</strong>, Vital Lima)</p>
<p style="text-align: center;"><em><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Fe-Cirio-de-Nazare.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4640" title="Fé - Círio de Nazaré" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Fe-Cirio-de-Nazare-580x385.jpg" alt="Fé - Círio de Nazaré" width="580" height="385" /></a> </em></p>
<p style="text-align: justify;">Este final de semana no Pará é marcado pela grande manifestação  religiosa do<strong> <a href="http://www.ciriodenazare.com.br/v2.0/?action=Destaque.principal" target="_blank">Círio de Nazaré</a>. </strong>Sendo esta a<strong> “</strong><em>mais grandiosa festa do Pará  e um dos maiores acontecimentos religiosos realizados anualmente no território  brasileiro”</em>, apresenta números impressionantes<em>.</em> O evento reuni cerca 2,2 milhões de pessoas, em média cerca de 70 mil turistas, que<em> “atraídos para a capital paraense neste período da festividade, composta por 11  romarias e que, juntas em procissão, reúnem mais de 4 milhões de pessoas”. </em>Para  o o DIEESE, os dados indicam que aproximadamente US$ 25 milhões são gastos no Pará  pelos visitantes durante este período da festividade<em>. </em>Tudo isto em três  dias<em>.</em></p>
<p style="font-size: x-small; text-align: justify;">(Fonte: <a href="http://www.achebelem.com.br/cirio/cirio-de-nazare/numeros-impressionantes-do-cirio-de-nazare-em-belem" target="_blank">http://www.achebelem.com.br/cirio/cirio-de-nazare/numeros-impressionantes-do-cirio-de-nazare-em-belem</a>)</p>
<p style="color: #044402; text-align: justify;"><span style="color: #044402;">Tenho escrito com frequência sobre lixo nesta coluna  (</span><a href="http://www.diariodoverde.com/estamira-esta-mira/"><strong>Estamira</strong>,</a> <strong><a href="http://www.diariodoverde.com/lixo-por-todos-os-lados/">Lixo por todos os lados</a></strong><span style="color: #044402;">, </span><strong><a href="http://www.diariodoverde.com/urubuservando-a-situacao/">Urubuservando a situação</a></strong><span style="color: #044402;">, </span><strong><a href="http://www.diariodoverde.com/futurama-ou-completando-meu-artigo-anterior/">Futurama</a></strong><span style="color: #044402;">, </span><strong><a href="http://www.diariodoverde.com/fake-plastic-trees-falsas-arvores-de-plasticos/">Fake plastic trees</a></strong><span style="color: #044402;">). Continuo a me preocupar com o que se deixa  para trás, o lixo. </span></p>
<p style="text-align: justify;">É lindo o encontro das simbologias amazônidas e a fé em Nossa Senhora de  Nazaré, o mar de gente, o povo cantando, as velas na noite da transladação, o  almoço em família, o <strong><a href="http://autodocirio.ufpa.br/" target="_blank">Auto do Círio</a></strong>, a <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=IOU0ylN6TnQ" target="_blank">Festa da  Chiquita</a> (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=IOU0ylN6TnQ" target="_blank">Veja o documentário &#8220;As filhas da Chiquita</a>&#8220;)</strong>. Mas…</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/04/Cirio-de-Nazare_Outubro_2010.jpg"><img class="size-full wp-image-4641 alignright" title="Círio de Nazaré" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/04/Cirio-de-Nazare_Outubro_2010.jpg" alt="Círio de Nazaré" width="400" height="300" /></a>“Romeiros geram 480 toneladas de lixo” (Manchete de jornal, </strong><strong>16.10.2007)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Mais de 480 toneladas de lixo foram recolhidas durante a Trasladação e o  Círio de Nazaré. Desse total, 300 toneladas foram produzidas somente na  procissão de domingo, conforme a SESAN (Secretaria Municipal de  Saneamento)”.</em> Segundo a SESAN<em> </em>cerca de 60 toneladas de material  reciclado também são retiradas das ruas neste período, entre garrafas plásticas,  copos e latas de refrigerante e <em>cerveja </em>(cerveja &#8211; origem provável:  Festa da Chiquita, face profana da manifestação religiosa),  papel, papelão, etc. Nos dois dias de festa religiosa trabalharam mais de  1,8 mil pessoas, entre varredores e catadores de lixo de diversas cooperativas  da Grande Belém<strong>. </strong>Boa parte desse material vai para o  <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=oDF9V-QFbKY" target="_blank">aterro sanitário do Aurá</a>.</strong><strong> </strong>A Divisão de  Coordenação de Resíduos Sólidos da SESAN,<em> &#8220;estima que a cada ano a produção de  lixo no Círio de Nazaré aumenta em torno de 10%. No ano passado, foram recolhidas na procissão de domingo cerca de 280  toneladas de lixo, contra mais de 300 em 2007&#8243;. (Fonte: <a href="http://www.orm.com.br/projetos/cirio/2007/noticias.asp?id=294308">http://www.orm.com.br/projetos/cirio/2007/noticias.asp?id=294308</a>)</em></p>
<p style="text-align: justify;">O que nos preocupa é o que esta multidão enseja na libido dos comerciantes de plantão: consumo desenfreado. Fato bem citado por nossa colega <strong>Luisa Haddad</strong> em seu artigo &#8220;<a href="http://www.diariodoverde.com/steve-jobs-uma-bituca-e-a-sustentabilidade/">Steve Jobs, uma bituca e sustentabilidade</a>&#8220;, &#8220;o estímulo exagerado ao consumo&#8221;. Se para a autora para se &#8220;optar por escolhas mais sustentáveis você precisa acreditar em alguma coisa&#8221;. Ou que &#8220;você precisa achar na sustentabilidade algo que você ame&#8221;. Em tempos de consumismo, também acreditem em mim: mesmo além do Círio de Nazaré é preciso ter Fé.</p>
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		<title>Lixo, por todos os lados</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Sep 2011 20:57:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo espacial]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Satélite artificial]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Tendo a Lua, aquela gravidade aonde o Homem flutua. Merecia a visita não de militares, mas de bailarinos ou de você e eu&#8220; (Tendo a Lua, Paralamas do Sucesso) Esta semana os noticiários avisavam que estava previsto para estes dias a queda de um satélite artificial e que as agências espaciais não sabiam precisar o local [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">&#8220;<em>Tendo a Lua, aquela gravidade</em></p>
<p style="text-align: center"><em>aonde o Homem flutua.</em></p>
<p style="text-align: center"><em>Merecia a visita não de militares,</em></p>
<p style="text-align: center"><em>mas de bailarinos ou de você e eu</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: center">(Tendo a Lua, Paralamas do Sucesso)</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/lixo-orbita-da-Terra.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4454" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/lixo-orbita-da-Terra.jpg" alt="Lixo - Órbita da Terra" width="300" height="300" /></a>Esta semana os noticiários avisavam que estava previsto para estes dias a queda de um satélite artificial e que as agências espaciais não sabiam precisar o local da queda deste objeto do tamanho de um micro-ônibus. A noticia nos alerta para um fato importante: sobre nossas cabeças paira um depósito de objetos, restos de equipamentos de foguetes e satélites obsoletos, que circulam na órbita terrestre, um arsenal tecnológico esquecido no breu espacial. E que eventualmente despencam de lá, como dizia Newton, &#8220;tudo que sobe&#8230;&#8221;</p>
<p style="text-align: justify">Parece comum ao ser humano enterrar (empurrar para debaixo dos panos) todo e qualquer subproduto de seu consumo ou tudo aquilo que se torna um problema. Joga-se pelo caminho o resto, a sobra do que acabou de consumir, antes de chegar ao fim da viagem. Parece que assim, tudo o que já não pode ver já não existe mais.</p>
<p style="text-align: justify">Depois que o satélite micro-ônibus caiu ocorreu-me um pensamento perturbador. Foram-se os dias de magia e encantamento. Primeiro caiu o Papai Noel, depois o coelhinho da Páscoa, Fada dos Dentes, duendes, Iaras e Botos. A casa caiu!</p>
<p style="text-align: justify">Caros leitores, vocês conseguem imaginar qual o impacto para uma criança ao descobrir que aquele seu desejo feito para uma estrela cadente pode ter sido em vão? Que não valeu? Porque aquilo que caia era um satélite artificial de alguma agência espacial? E que estamos literalmente cercado de lixo por todos os lados?</p>
<p><strong>É, &#8220;o céu de Ícaro tem mais poesia do que o de Galileu&#8221;</strong>.<br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Residuo-Espacial.jpg"><img class="size-large wp-image-4452 alignleft" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Residuo-Espacial-580x470.jpg" alt="Resíduo Espacial" width="406" height="329" /></a></p>
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		<title>Urubuservando a situação</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Aug 2011 15:38:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Menino Urubu]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[“Quanto mais miséria tem, mais urubu ameaça” (Chico Science) Um alvoroço na rua. Um ruflar de asas. Um curto-circuito. Uma cena inusitada no centro da cidade. Aquele bando de urubus atacando o lixo de um restaurante. Na alto das casas outros observavam. Parecia um faroeste americano. O sol, o abutre no telhado da funerária, a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">“<em>Quanto mais miséria tem, mais urubu ameaça</em>” (Chico  Science)</p>
<p style="text-align: justify;">Um alvoroço na rua. Um ruflar de asas. Um curto-circuito. Uma cena inusitada  no centro da cidade. Aquele bando de urubus atacando o lixo de um restaurante.  Na alto das casas outros observavam. Parecia um faroeste americano. O sol, o  abutre no telhado da funerária, a poeira na rua. Quase senti aquela bola vegetal  (não sei o nome) rolando na rua. Não quero contribuir para que o resto do país  continue pensando que aqui é uma “<em>selva</em>”, “<em>terra de Malboro</em>”, mas o foi algo  lastimável. Também fiquei indignado (<strong>erroneamente</strong>) com os  urubus. Busquei entende-los melhor, esse personagem peculiar que acompanha o ser  humano há tempos. Senão, vejamos:</p>
<p style="text-align: justify;">(<em>Trechos retirados do site do <a href="http://www.museudomarajo.com.br/site/conteudo.php?categoria=18" target="_blank">Museu do Marajó</a></em>)</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>O Sr. Urubu<br />
</strong>Brasileiro legítimo, 20.000  anos de permanência na terra, com parentes espalhados no velho e novo mundo,  conhecido pelos gringos como Sardoramphus Papa, Coragyps Stratus, Cathartes  Aura, Melembrotus, identificado policialmente como Rei, Caçador, Campeiro,  Jeréu, Jereba, Tinga, Pubeba, Gameleira; apelidado pelos pescadores como  Urubengo e Xangô, etc. etc&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
<strong>Acusação<br />
</strong>Urubu não presta  mesmo, sendo objeto de muitas queixas por parte da comunidade humana e bestial:  fura os olhos dos bezerros, rouba carne de sol, dá azar fazendo cocô na cabeça  da gente e com o mesmo cocô fura os telhados de alumínio, acaba com vacas  atoladas, come carniça e espalha doenças, etc. etc&#8230;..</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
<strong>Ao lado, a  defesa<br />
</strong>Se o urubu estraga os olhos dos bezerros, a culpa é do  vaqueiro que não presta atenção ao serviço. Não espalha doença nenhuma porque  seu ácido gástrico destrói todas as toxinas, como demonstra o tal de Helmut  Sick, etc. etc&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
<strong>Enfim, a sentença<br />
</strong>Examinados os  elementos de acusação assim como as provas da defesa, o Sr. Urubu deve ser  considerado um cidadão digno de respeito, com direito à vida e ao prosseguimento  de suas atividades.<br />
Se por um lado faz uns estragos, devido à falta de  educação por causa da sua condição de marginalizado, fica absolvido da acusação  de poluidor ambiental&#8230; Aliás, ele deve ser considerado o grande faxineiro da  natureza, limpando os campos, eliminando o lixo e  carniças&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
</em><em><strong>Algumas curiosidade e folclores, uns  exemplos:</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong><br />
AS GALINHAS e o Urubu</strong> &#8211; quando um urubu é criado junto com  as galinhas, fica limpo, não fede e&#8230; as galinhas nunca pegam  doenças.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
<strong>A ESPINGARDA e o Urubu</strong> &#8211; coitada da espingarda que  atirar no urubu: vai ficar panema, que dizer, sempre desmantelada e  imprestável.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
<strong>A MULHER BARRIGUDA</strong> &#8211; Quando uma mulher está de  parto, o urubu já sabe se vai nascer homem ou mulher.<br />
Se for homem, ele pula  de alegria, porque o homem é caçador e ladrão de gado, e sempre dá uma bóia para  ele.<br />
Se for mulher, o urubu fica triste, porque a mulher só lhe oferece casca  de batata e de banana.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
<strong>O HELICÓPTERO APACHE e o Urubu</strong> &#8211;  É  especializado em vôo rasante, para descobrir o inimigo.<br />
O urubu pretinho,  voando baixo, farejando, descobre a comida escondida na grama ou dentro de um  depósito.<br />
São dezenas de informações de todo tipo: abusões populares,  informações cientificas, curiosidades.<br />
Já reparou que quando um urubu  encontra uma carniça, nunca consegue saboreá-la em paz, porque dentro de poucos  minutos um bando de colegas entram na briga?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
<strong>Nem a literatura popular  é esquecida</strong>: Você conhece a historia do <strong>urubu do  Ver-O-Peso</strong>?<br />
Era uma vez um urubuzinho intanguido e fraco, que  passava a maior necessidade no Ver-O-Peso (porto pesqueiro e ponto turístico de  Belém), sempre na luta para arrumar uma bóia: infelizmente ele só arrumava  surras naquele ambiente violento. Um dia apareceu por lá um tio dele, vindo do  Marajó: forte e gordo que parecia um patarrão:<br />
&#8211; Por que, meu filho, você  fica aqui, nesta agonia, em troca de uma miséria? Vem comigo: no Marajó sim, que  tem fartura, gado morto não falta nunca!<br />
E ele se foi para a terra  prometida&#8230; Mas depois de uns meses voltou!<br />
&#8211; Que aconteceu, lá também está  faltando comida?<br />
&#8211; Comida tem, sim, e muita, mas eu&#8230; voltei porque estava  com saudade da sacanagem do Ver-O-Peso!<br />
Este é folclore, é literatura  popular.<br />
(Por Giovanni Gallo)</em></p>
<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/Horiz-menino-urubu.jpg"><img class="size-full wp-image-3661 alignleft" style="border-style: initial; border-color: initial;" title="Horiz - menino urubu" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/Horiz-menino-urubu.jpg" alt="Horiz - menino urubu" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Urubu na região é iconográfico. Há uma bela história, um  curta metragem chamado <a href="http://cinematecaparaense.wordpress.com/2011/04/29/o-menino-urubu-de-fernando-alves/" target="_blank"><strong>O Menino Urubu</strong></a> de Fernado Alves, que  vale a pena conferir (Youtbube):</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=E8On5KPJ088" target="_blank">O Menino Urubu (part. 01)</a> | <a href="http://www.youtube.com/watch?v=KyeoDEsPUI4&amp;feature=related" target="_blank">O Menino Urubu (part. 02)</a></p>
<p style="text-align: justify;">Talvez sejamos mais parecidos com os urubus do que desejaríamos  crer. Somos quem suja a cidade e achamos nojento o urubu que do lixo nosso de  cada dia se alimenta.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;">“<em>Eu tenho pena mamãe, tenho pena</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>tenho pena da garça morena</em>”</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Restaurantes Sustentáveis</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 08:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência na Mesa]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
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		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia verde]]></category>
		<category><![CDATA[Visão]]></category>

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		<description><![CDATA[O surgimento de restaurantes preocupados com questões referentes a sustentabilidade tem aumentado. Esses estabelecimentos vão muito além de um cardápio à base de produtos orgânicos. Eles reciclam seus resíduos, procuram usar fontes de energia limpa ou equipamentos mais econômicos, utilizam materiais certificados e atóxicos na construção e nos móveis, servem água filtrada aos clientes, dispensando [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/sustentabilidade_faca-sua-parte.jpg"><img class="size-full wp-image-3433 aligncenter" title="sustentabilidade_faca sua parte" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/sustentabilidade_faca-sua-parte.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O surgimento de restaurantes preocupados com questões referentes a sustentabilidade tem aumentado. Esses estabelecimentos vão muito além de um cardápio à base de produtos orgânicos. Eles reciclam seus resíduos, procuram usar fontes de energia limpa ou equipamentos mais econômicos, utilizam materiais certificados e atóxicos na construção e nos móveis, servem água filtrada aos clientes, dispensando garrafas plásticas e de vidro, e tomam cuidados especiais com a origem dos alimentos, escolhendo hortaliças e frutas orgânicas e carnes sem hormônio, produzidos por agropecuaristas certificados.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos restaurantes mais famosos no momento é o Arcon House, além de outros como o Water House. O restaurante vegetariano El Huerto, de Santiago (Chile), elaborou um plano de economia de energia de 12% ao mês e instalou toldos para diminuir o calor no verão, reduzindo a utilização do ar-condicionado. O Acorn House, que fica na região central de Londres (Inglaterra), fornece água filtrada gratuitamente, para evitar o uso de água engarrafada. O luxuoso Del Posto, de Nova York (EUA), usa caminhões movidos a biodiesel (feito a partir de sobra de óleo de cozinha) para transportar ingredientes de uma fazenda próxima para Nova York e retorna material orgânico decomposto (lixo biodegradável) para ser utilizado como fertilizante na fazenda.</p>
<p style="text-align: justify;">Para entender melhor essa visão, assista ao vídeo de Arthur Potts Dawson, para o TED: <em>Uma visão para restaurantes sustentáveis</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Segue o link (encurtado):</strong> <a href="http://verd.in/vj3r" target="_blank">http://verd.in/vj3r</a></p>
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		<title>Futurama (ou Completando Meu Artigo Anterior)</title>
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		<pubDate>Sat, 28 May 2011 16:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
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		<description><![CDATA[A propósito de meu artigo anterior (Fake Plastic Trees), voltei a pensar no tem “plástico” em decorrência de ter assistido um dos episódios do seriado Futurama, intitulado “Garbage Ball” (título original?), no qual o Professor cria um “Cheiroscópio” e Fry sente o “pior cheiro do Universo”. E logo descobrem tratar-se de um imenso corpo celeste [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A propósito de meu artigo anterior (<a href="http://www.diariodoverde.com/fake-plastic-trees-falsas-arvores-de-plasticos/" target="_blank"><strong>Fake Plastic Trees</strong></a>), voltei a pensar no tem “plástico” em decorrência de ter assistido um dos episódios do seriado <strong>Futurama</strong>, intitulado “<em>Garbage Ball</em>” (título original?), no qual o Professor cria um “Cheiroscópio” e Fry sente o “<em>pior cheiro do Universo”.</em> E logo descobrem tratar-se de um imenso corpo celeste que está em rota de colisão com a Terra, sendo composto de lixo que no passado foi lançado ao espaço como forma de se livrarem deste que se acumulava na Terra.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar, salvo engano, que até 214, ou a partir desta data não serão permitidos o depósito de lixo nos “lixões” ou mesmo a criação de novos depósitos deste tipo. Precisamos nos informar melhor.</p>
<div id="attachment_2097" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/05/geek-tv-futurama.jpg"><img class="size-full wp-image-2097" title="Geek TV Futurama" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/05/geek-tv-futurama.jpg" alt="" width="580" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Lila, Bender e Fry</p></div>
<p style="text-align: justify;">Voltando ao <strong>Futurama, </strong>o problema da “Bola de Lixo” se resolve com participação de toda população comovida com um discurso “<em>mea culpa</em>” proferido por Fry, ao reconhecer a sua parcela de contribuição (e de todos nós) para a eminente catástrofe. Todos colaboram.</p>
<p style="text-align: justify;">Não sou bom em memorizar números, mas bem lembro que já estamos na casa dos milhões de toneladas de lixo (incluindo plásticos principalmente), que são despejados diariamente na natureza. Neste momento pude imaginar aquele robozinho, o mais emotivo e sentimental de todos que já vi, adentrando a cidade e arrumando o lixo que deixamos para trás. São personagens do futuro que já estão nascendo hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenho acrescentar ao artigo anterior que parte dos argumentos do engenheiro químico deixam de considerar a capacidade da população mais pobre (e maioria), no que tange sua adaptabilidade às novas exigências socioambientais, e o que é o mais característico e divertido traço nacional, a <strong>criatividade</strong>. Além de considerar, o que é pior, a população como pobre não apenas economicamente, mas paupérrima no quesito inteligência.</p>
<p style="text-align: justify;">As “ecobags” não oneram vida já tão arrochada da população, pelo menos da maioria. Com um pouco mais de 1 metro de tecido, costureiras (aquelas que todo mundo conhece no bairro) como minha mãe, podem fazer um “ecobag” a preço de custo, personalizadas, customizadas, versáteis, resistentes como qualquer outra “de marca”.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqueles argumentos, como muitos outros, mais parecem argumentos que querem nos fazer crer que é o poste que faz xixi no cachorro.</p>
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		<title>Fake Plastic Trees (Falsas árvores de plásticos)</title>
		<link>http://diariodoverde.com/fake-plastic-trees-falsas-arvores-de-plasticos/</link>
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		<pubDate>Sat, 21 May 2011 16:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[ecobags]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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		<description><![CDATA[“O plástico é bom para o ambiente”. Com esta frase o engenheiro químico e presidente de três (03) entidades pró-plástico abre a matéria (entrevista) na revista ÉPOCA (02/05/2011, nº676). Pergunto: Dá para uma abelha depor em oposição ao mel que produz? O engenheiro diz que não é contra ás ecobags, mas nunca possuiu uma. Defende a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong> “</strong><em>O plástico é bom para o ambiente</em><strong>”.</strong> Com esta frase o engenheiro químico e presidente de três (03) entidades pró-plástico abre a matéria (entrevista) na revista ÉPOCA (02/05/2011, nº676). Pergunto: Dá para uma abelha depor em oposição ao mel que produz? O engenheiro diz que não é contra ás <em>ecobags</em>, mas nunca possuiu uma. Defende a produção de sacolas plásticas basicamente com parcos argumentos (mesmo assim suspeitos). Segundo ele as leis que começam a vigorar nos estados (proibição de distribuição de sacolas plásticas pelas redes de lojas) que restringem a distribuição das famigeradas sacolinhas são baseadas em propagandas equivocadas, desprovidas de argumentos científicos, quer seja dos marqueteiros, quer seja da pobre população que, assim, não teria opção de escolha. Logo, tais recomendações legais seria cercear o direito de escolha do pobre cidadão.</p>
<p style="text-align: justify;">Se não, vejamos: o plástico (natural) já está por aí sendo moldado desde o séc XVII. O artificial, base das tais sacolhinhas, tem sua origem em meados de 1839, quando o americano Charles Goodyear (1800-1860) criou o processo de vulcanização da borracha, transformando o material natural (latex) em um produto mais resistente às mudanças de temperatura. Contudo, “a verdadeira revolução viria em 1907, quando o químico belga, naturalizado americano, Leo Baekeland (1863-1944) criou o primeiro plástico totalmente sintético e <strong>comercialmente viável</strong> (negrito meu), o Bakelite. Começava a era dos plásticos modernos, feitos à base de petróleo, carvão e gás natural. A chave desse novo processo foi a polimerização, que consiste em juntar, a partir de diversas reações químicas, várias moléculas menores em uma grande, que não se quebra facilmente e dá ao material maior durabilidade. Desde então, centenas de plásticos, ou polímeros, foram criados pelas empresas petroquímicas para as mais diferentes utilidades, como o poliéster (1932), o PVC (1933), o náilon (1938), o poliuretano (1939), o teflon (1941) e o silicone (1943)”. (fonte: <a title="http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-foi-inventado-o-plastico" href="http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-foi-inventado-o-plastico" target="_blank">http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-foi-inventado-o-plastico</a>). Estes sim são nossos conhecidos mais familiares. Estão na cozinha, no banheiro, inclusive em bustos e glúteos de muita gente por aí. E continuarão por aí por anos, anos e anos…</p>
<p style="text-align: justify;">Mas isto é o de menos, segundo a entrevista, com base no Ibope (!) – e como bem me ensinou Maria Amélia Azevedo a “Como não brincar com estatísticas”&#8230; –, o consumidor não escolheu abolir a sacola plástica. E que trata-se de uma jogada política e de “ecomarketing”. E que “é sempre o consumidor quem paga a conta final”. Será que não temos consciência de que o custo de cada sacolinha sempre é repassado para o valor do produto que compramos? Desde quando algo “<em>é de graça</em>” no capitalismo atual?</p>
<p style="text-align: justify;">Outro argumento: “as sacolas fazem falta para embalar o lixo”. E que a ausencia destes “brindes” que ganhamos a cada compra nos supermercados poderia propiciar o retorno de pragas urbanas. Seria como na música dos Titãs: “<em>Bichos!/ Saiam dos lixos/ Baratas!/ Me deixem ver suas patas/</em> <em>R</em><em>atos!/ Entrem nos sapatos / Do cidadão civilizado&#8230; / Pulgas!/ Que habitam minhas rugas/ Onçinha pintada/ Zebrinha listrada/ Coelhinho peludo…”</em> ??!</p>
<p style="text-align: justify;">Mas ainda assim tenho a concordar com um de seus argumentos: “O ponto chave é a educação”. E que “o plástico não é um problema em si”, mas os destinos dados a esta descoberta humana. Ainda não temo por mim, pois neste mundo vou passar e os pásticos ficarão. Mas… e meus passarinhos??! Habitarão uma Fake Plastic Tree?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-1960" title="Árvore de Natal - lixo" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/05/arvore-de-natal-lixo.jpg" alt="" width="240" height="320" />Fake Plastic Trees</strong> (<a href="http://www.vagalume.com.br/radiohead/" target="_blank">Radiohead</a>)</p>
<p style="font-size: 12px; text-align: justify;">A green plastic watering can</p>
<p style="font-size: 12px; text-align: justify;">For a fake chinese rubber plant</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">In the fake plastic earth</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">That she bought from a rubber man</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">In a town full of rubber plans</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">To get rid of itself</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">It wears her out, it wears her out</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">It wears her out, it wears her out</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">She lives with a broken man</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">A cracked polystyrene man</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Who just crumbles and burns</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">He used to do surgery</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">For girls in the eighties</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">But gravity always wins (…)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;"><strong>Falsas árvores de plásticos</strong> <a href="http://www.vagalume.com.br/radiohead/">(Tradução)</a></p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Um regador verde de plástico</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Para uma falsa planta chinesa de borracha</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Na Terra artificial de plástico</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Que ela comprou de um homem de borracha</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Em uma cidade cheia de planos de borracha</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Para se livrar de si mesma</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Isto a desgasta, isto a desgasta</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Isto a desgasta, isto a desgasta</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Ela mora com um homem falido<br />
Um homem de poliestireno rachado</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Que apenas se esfarela e queima</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Ele costumava fazer cirurgias</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Em garotas nos anos oitenta</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Mas a gravidade sempre vence (… )</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>O que você faz com seu e-lixo?</title>
		<link>http://diariodoverde.com/o-que-voce-faz-com-seu-e-lixo/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 14:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Casadei]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Verde]]></category>
		<category><![CDATA[e-lixo]]></category>
		<category><![CDATA[elixo]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>
		<category><![CDATA[lixo eletrônico]]></category>
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		<description><![CDATA[Há muito tempo se fala do e-lixo, que é o que sobra de todos os equipamentos eletrônicos que consumimos, é o descarte de computadores ultrapassados, celulares velhos, aquele Discman antigo que foi substituído pelo MP3, e até mesmo o MP3, que foi esquecido com a chegada dos MPs 4,5,6,7,8,9,&#8230;&#8230;n. Você sabe o que acontece com [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Há muito tempo se fala do e-lixo, que é o que sobra de todos os equipamentos eletrônicos que consumimos, é o descarte de computadores ultrapassados, celulares velhos, aquele Discman antigo que foi substituído pelo MP3, e até mesmo o MP3, que foi esquecido com a chegada dos MPs 4,5,6,7,8,9,&#8230;&#8230;n. Você sabe o que acontece com o seu lixo eletrônico? Você faz algo com o seu lixo eletrônico? Sabe o qual é o impacto para o meio-ambiente?<br />
Não é de se espantar quando conto-lhes que os Estados Unidos são os maiores produtores de lixo eletrônico do mundo, seguido pela Europa Central, mas sabia que o lixo produzido pelos EUA vem para o Brasil (e também para Argentina, China, Chile, Emirados Árabes, Filipinas, Gana, Haiti, índia, Indonésia, México, Malásia, Nigéria, Quênia, Singapura, Tailândia, Tanzânia, Venezuela e para o Vietnã)? Pois é, descobri lendo artigos e revistas que a maior parte do lixo eletrônico produzido no mundo (pelos países desenvolvidos) é enviado a países pobres ou subdesenvolvidos.<br />
A Europa Central também envia seu lixo para alguns países da África, Ásia e Oriente Médio, mas é o segundo país que mais recicla o e-lixo, em primeiro lugar esta o Japão.<br />
Você sabia que o mundo produz por ano cerca de 50 milhões de toneladas de e-lixo (estimativa de 2011)? Isso é muito lixo, mas também pode ser muito dinheiro, pois os eletrônicos possuem materiais preciosos (em pequena quantidade) em sua composição. A extração destes metais é trabalhosa, mas o meio ambiente agradece.<br />
Um notebook possui cerca de 500g de cobre; 1g de prata; 220mg de ouro; 80mg de paládio, além das 65g de cobalto encontrados em sua bateria. Um celular possui cerca de 25mg de ouro também, dentre outros materiais. Estes números podem não ser muito expressivos quando estão sozinhos, mas quando falamos em mais unidades, podemos ter muito ouro e cobre destes produtos.<br />
Imaginem então, se todos os computadores fossem jogados em um aterro sanitário comum. A contaminação do solo poderia ser irreversível, pois muitos metais são pesados e poluem o solo e as águas, e pior ainda acontece com os monitores CRT (aqueles antigos, como as televisões), estes monitores possuem muito fósforo em sua composição, que poderia poluir o solo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mas então o que fazer com o e-lixo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Diversas ações podem proteger o meio-ambiente dos aparelhos eletrônicos sem uso:<br />
<strong>-Doação:</strong> Um computador antigo ou um celular velho (claro que em funcionamento) pode não servir para você, mas outros podem querer. Em São Paulo, algumas ONGs recolhem estes aparelhos e em Sorocaba-SP, existe uma iniciativa que recicla computadores antigos, em cursos de Hardware, onde os alunos consertam e montam novos PCs a partir de peças velhas.<br />
<strong>-Novas Funções: </strong>Aquele MP3 que você não usa mais pode ser usado como PenDrive ou aquele celular antigo pode ser levado para a balada no lugar do novo, já que é muito fácil de se perder ou ser roubado em alguns lugares;<br />
<strong>-Reciclagem:</strong> Muitas empresas já fazem a reciclagem do lixo eletrônico no Brasil. Em São Paulo também, a USP recebe o e-lixo para a reciclagem, na região de Sorocaba, a escola de informática Microcamp também recebe o lixo e envia para o tratamento. Há também um site da Secretaria do Meio Ambiente do Governo de São Paulo (<a href="http://www.e-lixo.org/">http://www.e-lixo.org/</a>) onde podem ser visualizados pontos de coleta do e-lixo.</p>
<div><a rel="attachment wp-att-1534" href="http://www.diariodoverde.com/o-que-voce-faz-com-seu-e-lixo/elixo/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1534" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/04/elixo.jpg" alt="" width="263" height="191" /></a></div>
<p style="text-align: justify;">Enfim, é muito importante cuidar para que o e-lixo seja levado para o local correto, e não seja despejado em qualquer lugar. As baterias de celulares, computadores e pilhas, além dos monitores CRT são os mais poluidores, mas todo material eletrônico polui.<br />
Procure saber se em sua cidade existe postos de coleta, geralmente universidades públicas possuem algum projeto na área. Caso não haja, procure fazer a sua parte e tentar dar um fim mais adequado ao seu lixo, sempre haverá alguém que olhará o seu lixo como forma de ganhar algum dinheiro reciclando-o.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Faça a sua parte também!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fontes:</strong> INFO EXAME, Abril 2011, ed. 302 ; <a href="http://www.e-lixo.org/">E-lixo Maps</a>.</p>
]]></content:encoded>
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