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	<title>Diário do Verde &#187; internet das coisas</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Internet das Coisas e Cidades Inteligentes</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2015 08:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Casadei]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Verde]]></category>
		<category><![CDATA[cidades inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[iot]]></category>

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		<description><![CDATA[No meu último post falei sobre Cidades Inteligentes e o que temos a ver com isso, hoje vou falar um pouco sobre outro tema recorrente, a Internet das Coisas (Internet of Things &#8211; IoT) e o que tem isso a ver com Cidades Inteligentes. Acredito que a melhor palavra que posso usar para definir IoT [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No meu último post falei sobre <span style="text-decoration: underline"><span style="color: #339966"><strong><a style="color: #339966;text-decoration: underline" href="http://diariodoverde.com/cidades-inteligentes-e-o-que-tenho-a-ver-com-isso/" target="_blank">Cidades Inteligentes e o que temos a ver com isso</a></strong></span></span>, hoje vou falar um pouco sobre outro tema recorrente, a <strong>Internet das Coisas</strong> (<em>Internet of Things</em> &#8211; <strong>IoT</strong>) e o que tem isso a ver com Cidades Inteligentes.</p>
<p>Acredito que a melhor palavra que posso usar para definir IoT é <strong>Conexão:</strong></p>
<blockquote><p>Conexão entre máquinas, sensores, redes, pessoas e tecnologias. IoT é uma rede de objetos eletrônicos conectados objetivando a troca de dados para um fim comum.</p></blockquote>
<p>Assim, esses objetos conectados podem transmitir informações úteis para a automação de atividades ou melhorias de processos, adicionando lógica e inteligência em atividades comuns na sociedade. Dessa forma, a interconexão destes dispositivos permite muitas aplicações de Cidades Inteligentes.</p>
<p>Um pensamento errado que muitas pessoas tem é que projetos de IoT e CI são somente construídos com aplicativos mobile. De fato, se fizermos uma rápida pesquisa na internet, conseguimos encontrar vários exemplos de aplicativos, e até mesmo quando pensamos sobre o assunto, tentanto produzir alguma ideia, é fácil pensar em aplicativos móveis colaborativos. Entretanto, existem muitos projetos simples que não são relacionados com aplicativos móveis e possuem grande importância para a sociedade:</p>
<div id="attachment_10464" style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-10464" src="http://diariodoverde.com/wp-content/uploads/2015/06/LixômetroCopa-e1435243295507.jpg" alt="Lixômetro em Copacabana" width="400" height="300" /><p class="wp-caption-text">Lixômetro em Copacabana</p></div>
<p>Em 2009 a prefeitura do Rio de Janeiro lançou o <span style="text-decoration: underline"><strong><span style="color: #339966"><a style="color: #339966;text-decoration: underline" href="http://www.rio.rj.gov.br/web/comlurb/exibeconteudo?article-id=1073121" target="_blank">Lixômetro</a></span></strong></span>, um painel que foi instalado em Copacabana e apresenta dois números: o primeiro é a quantidade total de lixo recolhida por mês na cidade e o segundo número é a quantidade de lixo recolhido pelo número de habitantes da cidade. Até pouco tempo atrás era possível também acessar esses dados online, mas o endereço está fora do ar.</p>
<p>O <strong>Lixômetro</strong> é uma ação socio-educadora com cunho ambiental e que, embora muitas pessoas simplesmente ignorem sua existência, outras ficam atentas aos números e tentam se reeducar para reduzir a produção de lixo e assim contribuindo para o meio ambiente. Da mesma forma o <strong>Importômetro</strong> tem o objetivo de deixar explícito a quantidade de impostos recolhidos do trabalhador.</p>
<p>Ainda falando sobre a produção de lixo, o <span style="color: #339966"><strong><a style="color: #339966" href="http://postscapes.com/internet-of-things-award/project/sintelur-waste-management/" target="_blank">SINTELUR</a></strong></span> é um pequeno sensor de comunicação capaz de determinar a quantidade de lixo em um container. Os dados de cada sensor são enviados a uma central de monitoramento que, baseado nas informações de quantidade de lixo e localização por GPS, traça estratégias de recolhimento do lixo pela cidade. O sistema ainda oferece a determinação de rotas otimizadas para a coleta do lixo, diminuindo o gasto de combustível e custos em geral, além da diminuição da emissão de gases poluentes provenientes dos caminhões de lixo.</p>
<div id="attachment_10467" style="width: 560px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-10467" src="http://diariodoverde.com/wp-content/uploads/2015/06/SINTELUR-e1435243394107.jpg" alt="SINTELUR - Waste management" width="550" height="234" /><p class="wp-caption-text">SINTELUR &#8211; Waste management</p></div>
<p>O SINTELUR não é o único sistema do tipo, temos outros similares, como o <span style="color: #339966"><strong><a style="color: #339966" href="http://www.enevo.com/" target="_blank">enevo</a> </strong>e o <strong><a style="color: #339966" href="http://www.urbiotica.com/en/product/u-dump-m2m-2/" target="_blank">U-Dump</a></strong></span>, mas o meu ponto em apresentar esse serviço é mostrar que eles existem e que são possíveis e além disso pensar no impacto da utilização de tais sistemas, a forma com que eles estariam integrados na sociedade, tornando o processo de coleta e reciclagem de lixo mais inteligente, eficiente e amigável ao meio ambiente. Agora, esse tipo de serviço existe, pode ser implantado, mas a pergunta é: como a minha cidade ainda não usa? Claro, existem custos relacionados, planejamento e outros detalhes, mas a tecnologia existe e eu não vejo nenhuma cidade no Brasil de fato tomando a frente e dizendo: <span style="color: #0000ff"><em>&#8220;Nós vamos ser uma cidade mais inteligente, vamos utilizar tecnologias que auxiliem na administração pública e que sejam positivos ao meio ambiente e bem estar da população&#8221;</em></span>.</p>
<p>Na verdade, até conheço algumas cidades que falam muito sobre o assunto, como por exemplo em Sorocaba &#8211; SP, onde há cerca de três meses houve um evento com a participação de um representante de Barcelona e empresas que apresentaram alguns projetos, mas não vejo planos de nada efetivamente ser feito ou implantado na cidade e é isso que tem que mudar. <strong>Se é possível e viável, por que não usar?</strong></p>
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