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	<title>Diário do Verde &#187; Internacional</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Fome: difícil, mas não impossível</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 16:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A exemplo de 2009: &#8220;Mudanças Climáticas&#8221; e 2010: &#8220;Água: Cuidar para não faltar&#8220;, o Diário do Verde novamente se faz presente no Blog Action Day, um evento onde blogueiros do mundo todo se reúnem para fazer a diferença. Desta vez, a proposta é escrever sobre a fome. Como já era de se esperar, pairou na mente [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_4758" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Luz-no-Fim-do-Tunel.jpg"><img class="size-full wp-image-4758" title="Luz no Fim do Túnel" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Luz-no-Fim-do-Tunel.jpg" alt="Luz no Fim do Túnel" width="580" height="435" /></a><p class="wp-caption-text">1 bilhão de pessoas passam fome. Todavia, há luz no fim do túnel!</p></div>
<p style="text-align: justify;">A exemplo de 2009: &#8220;<a href="http://www.diariodoverde.com/mudancas-climaticas-blog-action-day-2009/">Mudanças Climáticas</a>&#8221; e 2010: &#8220;<a href="http://www.diariodoverde.com/agua-cuidar-para-nao-faltar/">Água: Cuidar para não faltar</a>&#8220;, o Diário do Verde novamente se faz presente no <strong>Blog Action Day</strong>, um evento onde blogueiros do mundo todo se reúnem para fazer a diferença. Desta vez, a proposta é escrever sobre a fome. Como já era de se esperar, pairou na mente a dúvida: o que exatamente devo escrever? Pensei aqui, e concluí que não queria escrever um artigo de cunho informativo, não deveria. Teria que ser uma postura diferente. Definido isto, assim elaborei este texto. <strong>Segue:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Falar sobre a fome é relativamente uma tarefa fácil. Um tema sempre em pauta, amplamente discutido&#8230; Eu poderia pegar alguns dados da ONU, da FAO, <span style="text-decoration: line-through;">do raio que o parta</span> e com base neles, discursar e agregar meus posicionamentos. As estatísticas são interessantes, eu considero-as como um meio importante para análise. Veja bem, um meio. Por que não se pode levar em conta apenas &#8220;números&#8221;. É preciso ir além das pesquisas.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando se fala em &#8220;fome&#8221;, imediatamente há a associação de &#8220;comida&#8221;. Não está errado, mas sejamos sensatos: o problema não para por aí. É infinitamente maior e mais grave. Afinal, o que gera a fome, o que ela é?</p>
<p style="text-align: justify;">A fome existe por causa da mesquinhez, da usura, da ganância. Por falta de planejamento, gestão ineficiente, educação inapropriada. Quem dera se fosse pela falta de alimento &#8211; isto é, a sua má concentração (muito nas mãos de poucos) e destinação (a comida industrializada para cães e gatos daria para saciar milhões de pessoas, por exemplo, e o desperdício exasperado). Ela deixa marca profundas, dependendo até, incuráveis. Pode ser uma doença, um trauma ou uma deficiência. Combatê-la não depende apenas de um ou outro, e sim de todos nós. É o resultado da necessidade não atendida, da expectativa, não correspondida. Os conceitos atuais precisam ser urgentemente revistos e corrigidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Há fome de fé, de amor, de esperança, de alegria, de paz&#8230; De cultura e inteligência. É um &#8220;venha a nós e ao vosso reino nada&#8221; que vou te contar! Devemos olhar a questão da fome de uma maneira abrangente (envolvendo os campos material e imaterial &#8211; o espiritual), não isolada; procurar tratá-la eficazmente, dispensando medidas paliativas. O problema da fome, por mais utópico que possa parecer, tem solução. Ao menos no campo da alimentação, um direito assegurado universalmente, largamente violado. Gandhi resume: &#8220;<em>Cada dia a natureza produz o suficiente para nossa carência. Se cada um tomasse o que lhe fosse necessário, não havia pobreza no mundo e ninguém morreria de fome. / Há riqueza bastante no mundo para as necessidades do homem, mas não para a sua ambição.</em>&#8221; <strong>Qual seria ela, Gabriel?</strong> Uma nova mentalidade &#8211; onde o ser é mais importante que o ter, consolidada na igualdade, liberdade, justiça, respeito e antes de qualquer coisa, na <strong>educação</strong>. Sem ela, não vamos a lugar algum.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ao leitor:</strong> e para você, o que significa a fome, quais as suas ideias para este problema que assola a humanidade há tanto tempo? Mande a sua opinião, estou te esperando!</p>
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		<title>Uma visão geral do sistema de fabricação</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 08:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4366" href="http://www.diariodoverde.com/uma-visao-geral-do-sistema-de-fabricacao/aproveitamento-de-alimentos/"><img class="aligncenter size-full wp-image-4366" title="Aproveitamento de Alimentos" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/aproveitamento-de-alimentos.jpg" alt="Aproveitamento de Alimentos" width="512" height="271" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O processamento de alimentos requer energia e uso da água para limpeza, seleção, cozimento, refrigeração, acondicionamento e descarte de resíduos. Este setor representa em torno de 16% de energia utilizada no sistema alimentar (PIMENTEL, 2008). O uso casa vez maior de alimentos processados é impulsionado por mudanças demográficas, estilo de vida e mudanças relacionadas aos padrões de consumo das famílias. As pessoas trabalham mais horas e têm menos tempo para preparar suas refeições. É estimado que somente as embalagens representem 7% do consumo de energia no sistema alimentar e constituem a maior parte dos resíduos sólidos urbanos, cerca de 31% (PIMENTEL, 2008).</p>
<p style="text-align: justify;">O processamento de alimentos pode ocorrer na área de cultivo para operações mais simples, mas normalmente os alimentos passam por um ou vários estágios de processamento industriais localizadas, muitas vezes, em locais distantes aos de origem. O processamento inclui desde a lavagem e acondicionamento de produtos hortícolas; congelamento de conservas, alimentos e desidratação; abate de gado, e outros tipos de processamento mais complexo. Também inclui a produção de embalagens utilizadas para acondicionamento e armazenamento dos produtos. O processamento pode responder entre 10-20% do impacto de um produto alimentar do ciclo de vida do GEE, especialmente para as refeições pré-embalados ou outros alimentos processadas. A maior parte desse impacto vem da necessidade térmica e elétrica dos equipamentos de processamento (EDWARDS, 2009).</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação às embalagens, plástico e alumínio são as embalagens que utilizam maior quantidade de energia na produção, comparadas ao papel e vidros (EDWARDS, 2009). O alumínio é um dos metais mais caros e poluentes para produzir, por outro lado, o alumínio é um dos materiais mais recicláveis (MAKOWER, 1991).</p>
<p style="text-align: justify;">Como o alumínio, o vidro é 100% reciclável e representa cerca de 10% do lixo doméstico, além de ser um dos materiais mais fáceis para reciclar e pode ser feito com menos energia e recurso do que o necessário, o vidro pode ser reutilizado um número infinito de vezes. Em relação ao papel, a produção de uma tonelada a partir de resíduos de papel descartado requer 64% menos energia, a necessidade de água e 58% menos água. Poupando ainda 17 árvores, reduz resíduos sólidos para os aterros, e gera cinco vezes mais emprego em comparação à produção de uma tonelada de papel de madeira virgem (MAKOWER, 1991).</p>
<p style="text-align: justify;">A reciclagem dos plásticos é viável do ponto de vista econômico e da preservação do meio ambiente, os plásticos mais utilizados no mundo são o PVC, o polietileno e o PET. A reciclagem pode ser empregada desde que se faça uma coleta seletiva do lixo, separando e identificando os diferentes materiais plásticos descartados.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os materiais de embalagens impactam o meio ambiente. O impacto ambiental de fabricação, uso e descarte de embalagens incluem formação de gases de efeito estufa (e.g. CO<sub>2</sub>), liberação de toxinas (e.g. monômero de cloreto de vinil) e  cicatrizes no cenário (e.g. poços de mineração) (RAGSDALE, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do impacto das embalagens, elas tem sua importância e função: protege os alimentos durante o transporte, conserva e evita deterioração, permite uma distribuição mais eficiente, reduzindo o desperdício de alimentos para o consumidor (RAGSDALE, 2005). Para minimizar o impacto das embalagens é necessário, que elas sejam reutilizáveis, biodegradáveis ou recicláveis e que haja utilização eficiente de práticas de energia em instalações de processamento (EDWARDS, 2009).</p>
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		<title>A história das coisas</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Sep 2011 08:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A sociedade de hoje apresenta um consumo cada vez mais exorbitante. Para muitas pessoas, possuir algo é a base do sentido de identidade. Elas se identificam e se confundem com os seus objetos de posse e, portanto, passam a ser o que possuem. Promove-se, assim, o desejo de ter, o desejo de ter mais, de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/The-Story-of-Stuff.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4087" title="The Story of Stuff" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/The-Story-of-Stuff.jpg" alt="The Story of Stuff" width="580" height="275" /></a></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">A sociedade de hoje apresenta um consumo cada vez mais exorbitante. Para muitas pessoas, possuir algo é a base do sentido de identidade. Elas se identificam e se confundem com os seus objetos de posse e, portanto, passam a ser o que possuem. Promove-se, assim, o desejo de ter, o desejo de ter mais, de ter o máximo (PENNA, 1999).</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">A história das coisas (<em>The Story of Stuff</em>, no original em inglês) é um documentário sobre todas as etapas de produção de produtos que afetam nossa vida e comunidades em diversos países – desde a extração, produção, até a venda, consumo e descarte.</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal para onde vão as coisas quando nos desfazemos delas? As coisas se deslocam ao longo de um sistema: extração, produção, distribuição, consumo, tratamento do lixo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas para explicar de onde vem e para onde vão as coisas falta muita coisa, além das etapas citadas acima. Há também, por exemplo, as pessoas envolvidas e dentre elas, o governo e corporações. Com a proposta de responder a estas e muitas outras perguntas, é que o documentário foi criado.</p>
<p style="text-align: justify;">Precisamos urgentemente mudar os nossos hábitos de consumo. O planeta não está mais dando conta de tanta exploração, exigimos além do seu limite. Durante as três últimas décadas, por exemplo, foram consumidas 33% das reservas de recursos naturais. Isto no que-se refere à extração. Enquanto que no processo de produção, há um gasto enorme de energia, para se misturar químicos tóxicos com os produtos naturais. Nisso, há a exposição dos funcionários das empresas a agentes tóxicos, um risco á saúde pública e ao meio ambiente. Estas são apenas algumas das informações alarmantes que o vídeo traz à tona.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir do <em>The Story of Stuff</em> &#8211; que tornou-se um grande sucesso mundialmente, muitos outros vídeos foram criados, iniciando assim, o <strong>&#8220;The Story of Stuff &#8211; PROJECT&#8221;</strong>, composto pelos seguintes vídeos: <a href="http://youtu.be/k5kHACjrdEY" target="_blank">The Story of Citizens United v. FEC</a>, <a href="http://youtu.be/sW_7i6T_H78" target="_blank">The Story of Electronics</a>, <a href="http://youtu.be/pfq000AF1i8" target="_blank">The Story of Cosmetics</a>, <a href="http://youtu.be/Se12y9hSOM0" target="_blank">The Story of Bottled Water</a>, <a href="http://youtu.be/pA6FSy6EKrM" target="_blank">The Story of Cap &amp; Trade</a>, além é claro, do <a href="http://youtu.be/9GorqroigqM" target="_blank">The Story of Stuff</a>. Não deixe de assistir e repassar!</p>
<p style="text-align: center;">Maiores informações, no site: <a href="http://www.storyofstuff.com/" target="_blank">www.storyofstuff.com</a>.</p>
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		<title>Restaurantes Sustentáveis</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 08:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O surgimento de restaurantes preocupados com questões referentes a sustentabilidade tem aumentado. Esses estabelecimentos vão muito além de um cardápio à base de produtos orgânicos. Eles reciclam seus resíduos, procuram usar fontes de energia limpa ou equipamentos mais econômicos, utilizam materiais certificados e atóxicos na construção e nos móveis, servem água filtrada aos clientes, dispensando [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/sustentabilidade_faca-sua-parte.jpg"><img class="size-full wp-image-3433 aligncenter" title="sustentabilidade_faca sua parte" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/sustentabilidade_faca-sua-parte.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O surgimento de restaurantes preocupados com questões referentes a sustentabilidade tem aumentado. Esses estabelecimentos vão muito além de um cardápio à base de produtos orgânicos. Eles reciclam seus resíduos, procuram usar fontes de energia limpa ou equipamentos mais econômicos, utilizam materiais certificados e atóxicos na construção e nos móveis, servem água filtrada aos clientes, dispensando garrafas plásticas e de vidro, e tomam cuidados especiais com a origem dos alimentos, escolhendo hortaliças e frutas orgânicas e carnes sem hormônio, produzidos por agropecuaristas certificados.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos restaurantes mais famosos no momento é o Arcon House, além de outros como o Water House. O restaurante vegetariano El Huerto, de Santiago (Chile), elaborou um plano de economia de energia de 12% ao mês e instalou toldos para diminuir o calor no verão, reduzindo a utilização do ar-condicionado. O Acorn House, que fica na região central de Londres (Inglaterra), fornece água filtrada gratuitamente, para evitar o uso de água engarrafada. O luxuoso Del Posto, de Nova York (EUA), usa caminhões movidos a biodiesel (feito a partir de sobra de óleo de cozinha) para transportar ingredientes de uma fazenda próxima para Nova York e retorna material orgânico decomposto (lixo biodegradável) para ser utilizado como fertilizante na fazenda.</p>
<p style="text-align: justify;">Para entender melhor essa visão, assista ao vídeo de Arthur Potts Dawson, para o TED: <em>Uma visão para restaurantes sustentáveis</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Segue o link (encurtado):</strong> <a href="http://verd.in/vj3r" target="_blank">http://verd.in/vj3r</a></p>
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		<title>O Mundo Segundo a Monsanto</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Jul 2011 08:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O documentário “O Mundo Segundo Monsanto” descreve a história de uma das maiores empresas de organismos geneticamente modificados (OGM), cujos grãos de soja, milho e algodão proliferam pelo mundo apesar de alertas de ambientalistas. O filme denuncia as atrocidades cometidas pela Monsanto, uma empresa que se posiciona como sendo do setor de agronegócios, cujo objetivo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/07/monde-selon-monsant-dvd.jpg"><img src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/07/monde-selon-monsant-dvd.jpg" alt="Le Monde Selon Monsant - DVD" title="Le Monde Selon Monsant - DVD" width="550" height="800" class="aligncenter size-full wp-image-3385" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O documentário “O Mundo Segundo Monsanto” descreve a história de uma das maiores empresas de organismos geneticamente modificados (OGM), cujos grãos de soja, milho e algodão proliferam pelo mundo apesar de alertas de ambientalistas.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme denuncia as atrocidades cometidas pela Monsanto, uma empresa que se posiciona como sendo do setor de agronegócios, cujo objetivo é ajudar os agricultores a produzir alimentos mais saudáveis e ao mesmo tempo reduzir o impacto da agricultura sobre o meio ambiente, no entanto, ela foi uma das maiores indústrias químicas do século XX.</p>
<p style="text-align: justify;">A Monsanto é líder mundial em biotecnologia, produz 90% dos organismos transgênicos do mundo, sendo a maioria fabricada para resistir ao herbicida Roundup de sua própria fabricação. “O mundo segundo Monsanto” denuncia ações da Monsanto por divulgar estudos científicos duvidosos apoiando suas pesquisas e produtos. Em um artigo de 2002, o Washington Post denuncia a multinacional por esconder décadas de poluição em Anniston, Alabama; onde diversas pessoas foram contaminadas por PCB, substância tóxica utilizada como isolante químico nos transformadores elétricos, levando a morte diversas crianças e adultos por câncer, diabetes, doenças hepáticas, retardamento mental, dentre outras. E a alegação da empresa era que não poderiam admitir a perda de sequer um dólar e por isso as pessoas de Anniston não foram avisadas sobre o lixo tóxico.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma organização para proteção do meio ambiente, liderada por Ken Cook, colocou na Internet arquivos internos da Monsanto, a maioria classificado como confidencial:</p>
<p style="text-align: justify;">1937 – exposição aos PCB’s provoca efeitos sistêmicos tóxicos e erupção cutânea acnéica;</p>
<p style="text-align: justify;">1961 – dois funcionários desenvolveram sintomas de hepatite após ruptura de uma tubulação numa fábrica que usava PCB;</p>
<p style="text-align: justify;">1966 – cientistas da Monsanto colocaram peixes nas águas do Snow Creek e em 3 minutos e meio todos os peixes estavam mortos.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo assim o filme deflagra as relações promíscuas com Governos, ações de corrupção, processos judiciais por propaganda enganosa, por problemas acarretados ao meio ambiente e à saúde das pessoas através dos seus produtos e pelo desenvolvimento de práticas de monopólio. O Mundo Segundo Monsanto conta como a Monsanto atua nos seus negócios, colocando o lucro acima de tudo e perpassando tudo o que for preciso.</p>
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		<title>Água: Cuidar para não Faltar!</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Oct 2010 02:22:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A escolha é sua, o destino é nosso 70% da Terra é constituída de água (3 partes de água para uma parte de terra), mesmo valor presente em nosso corpo. Coincidência ou aviso da natureza? A água é um recurso finito e está inserida no contexto social, ambiental, espiritual, racional e econômico. Venha com o Diário [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-2534" title="Água" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/10/agua-580x501.jpg" alt="Água" width="580" height="501" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: x-large;">A escolha é sua, o destino é nosso</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">70% da Terra é constituída de água (3 partes de água para uma parte de terra), mesmo valor presente em nosso corpo. Coincidência ou aviso da natureza? A água é um recurso finito e está inserida no contexto social, ambiental, espiritual, racional e econômico. Venha com o Diário do Verde neste debate coletivo, o <a href="http://blogactionday.change.org/">Blog Action Day</a>, que em 2010 tem como tema  a <strong>água</strong>. 2ª vez integra-se ao movimento, com o orgulho de ser um dos 100 primeiros do mundo e um dos 5 primeiros da categoria &#8220;Verde&#8221; a aderir ao evento anual, que acontece a cada 15 de Outubro. <strong><em>Economize:</em></strong> <em>cada pessoa usa em média 465 litros de água por dia, muito mais que o necessário à sobrevivência.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Mundialmente conhecida pela sigla química H<sub>2</sub>O, um dos 4 elementos do planeta está ameaçado. Sim, estou enfatizando sobre a ÁGUA, indispensável à vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Há milhares de anos, o homem arrastou e pregou ao longo da história, a falsa ideia de quê o recurso, era  ilimitado, e só há alguns poucos anos se deu conta que não é assim, por mais abundante que o líquido encontre-se, somente uma mínima parcela é interessante e de uso plausível à humanidade. A água doce, apenas 2,5% do total.</p>
<p style="text-align: justify;">O uso sem responsabilidade e planejamento, gerou a maior crise global que se tem notícia. É o que batizamos de escassez de água, ou estresse hídrico. Um preciso estudo realizado em 1995, por pesquisadores da Universidade de New Hampshire &#8211; EUA, concluiu que quase 2 bilhões de pessoas naquela época (de um total de 5,67 bi), sofriam de grave carência do líquido.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais adiante, em 2000, Kofi Annan então Secretário-Geral da ONU, deu a seguinte declaração em &#8220;We The Peoples&#8221;: <em>&#8220;O consumo global de água doce aumentou seis vezes entre 1900 e 1995 &#8211; mais que o dobro da taxa de crescimento populacional. Cerca de um terço da população mundial já vive em países considerados de &#8220;estresse hídrico&#8221; &#8211; ou seja, onde o consumo seja superior a 10% da oferta total. Se a tendência atual continuar, duas de cada três pessoas na Terra irá viver nessa condição até 2025.&#8221;</em> [<a href="http://www.unep.org/dewa/assessments/ecosystems/water/vitalwater/">UNEP</a>]</p>
<p style="text-align: justify;">Não há o que discordar, temos um problema grave, que cresce ano a ano, seja por mau uso, desperdício ou má distribuição-geográfica. Precisamos resolvê-lo o quanto antes, ou nosso futuro, está condenado. É surpreendente ter que aceitar que em pleno século XXI, o acesso à água, um direito assegurado internacionalmente pela ONU, seja tão violado. Números e suas implicações:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MUNDO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Hoje, quase 1 bilhão de pessoas carecem de acesso à água potável.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; A falta de água é responsável por 42 mil mortes a cada semana. Desse total, 38 mil são crianças, menores de 5 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Mais pessoas têm acesso a um telefone celular do que a um banheiro &#8211; 2,5 bilhão de pessoas carecem de acesso a banheiros.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Mulheres e crianças na África gastam 40 bilhões de horas por ano, na procura por água. Carregam até 18 kg / 40 litros do precioso líquido nas costas, a fim de garantir água para uso, geralmente de baixa qualidade, expondo-os a diversas doenças.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Só na África, a perda econômica devido à falta de água potável e saneamento é de 28 bilhões de dólares, cerca de 5% do PIB. As famílias mais pobres chegam a gastar até 11% de sua renda com as mais básicas necessidades da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; O norte-americano usa em média 159 litros de água por dia &#8211; mais de 15 vezes a média da pessoa no mundo em desenvolvimento. O chuveiro gasta em média, em 5 minutos, 10 litros de água.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MEIO AMBIENTE</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Todos os dias, 2 milhões de toneladas de dejetos humanos são eliminadas nas fontes de água.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; <strong>Poluição dos Oceanos:</strong> Mortes e doenças causadas pela contaminação das águas costeiras custam a economia global US$ 12,8 bilhões por ano.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; <strong>Rios Inabitáveis:</strong> hoje, 40% dos rios e 46% dos lagos da América, estão poluídos demais para pescar, nadar ou para a vida aquática.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>BENS DE CONSUMO E PEGADA ECOLÓGICA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; É preciso 24 litros de água para produzir um hambúrguer. Para fazer apenas um hambúrguer para cada pessoa na Europa, gastaria 19,9 bilhões de litros de água.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; O iPhone necessita de meio litro de água para carregar. Com mais de 80 milhões de iPhones ativos no mundo, vemos a dimensão do problema: 40 milhões de litros de água por carregamento.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Para produzir uma camiseta de algodão, são necessários 1.514 litros de água, já o jeans, 6.813 litros.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Os EUA, México e China lideram o mundo no consumo de água engarrafada, com pessoas nos EUA bebendo uma média de 200 garrafas de água por pessoa a cada ano. Mais de 17 milhões de barris de petróleo são necessários para fabricar as garrafas de água, 86% das quais nunca serão recicladas.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A água é um dos maiores desafios que o homem terá que enfrentar nos próximos anos, a encetar por hoje.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nosso país detém a maior reserva superficial e subterrânea de água doce do mundo, nem por isso o clima é para otimismo. No Brasil, 89% da água existente na superfície encontram-se nas regiões Norte e Centro-Oeste, onde está concentrada apenas 14,5% da população. Já os 11% restantes estão nas regiões Nordeste, Sul e Sudeste, que concentram 85,5% da população.</p>
<p style="text-align: justify;">É cada vez mais recorrente: no Nordeste, nos deparamos com longos períodos de forte seca &#8211; e com o risco da região tornar-se um imenso deserto, na Região Norte &#8211; Amazônia, fortes baixas no maior rio do mundo, o Amazonas, e no Sul e Sudeste, chuvas torrenciais assolam a população.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ter um órgão específico para o assunto, a ANA &#8211; Agência Nacional de Águas, o bem mineral não é tratado com a merecida seriedade e responsabilidade. Há um longo caminho a percorrer, para que finalmente o &#8220;Gigante pela Própria Natureza&#8221;, possa ser um <strong>país de todos</strong>. Façamos a nossa parte.</p>
<p><script src="http://www.change.org/widgets/content/petition_scroller_js?width=500&amp;causes=all&amp;color=00B1FF&amp;partner=1654-164" type="text/javascript">
</script></p>
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		<title>Declaração Universal dos Direitos dos Animais</title>
		<link>http://diariodoverde.com/declaracao-universal-dos-direitos-dos-animais/</link>
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		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 22:13:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Legislação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Declaração Universal]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Organização das Nações Unidas]]></category>

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		<description><![CDATA[DIREITOS DOS ANIMAIS &#8211; UNESCO / ONU -&#62; Proclamada em assembléia da Unesco, em Bruxelas, no dia 27 de janeiro de 1978. Introdução: 1 &#8211; Todos os animais têm o mesmo direito à vida. 2 &#8211; Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem. 3 &#8211; Nenhum animal deve ser maltratado. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center; font-weight: bold; font-family: trebuchet ms;"><span style="font-size: 130%;"><span style="font-family: trebuchet ms;">DIREITOS DOS ANIMAIS &#8211; UNESCO / ONU</span></span></div>
<div style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-2739" title="Animais" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/06/Animais-580x295.jpg" alt="" width="580" height="295" /></div>
<div style="text-align: center;"><span style="font-style: italic;">-&gt; Proclamada em assembléia da Unesco, em Bruxelas, no dia 27 de  janeiro de 1978.</span></div>
<div style="font-style: italic; text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">Introdução:</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">1 &#8211;</span> Todos os animais têm o mesmo direito à vida.<br />
<span style="font-weight: bold;">2 &#8211;</span> Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.<br />
<span style="font-weight: bold;">3 &#8211;</span> Nenhum animal deve ser maltratado.<br />
<span style="font-weight: bold;">4 &#8211;</span> Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.<br />
<span style="font-weight: bold;">5 &#8211;</span> O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.<br />
<span style="font-weight: bold;">6 &#8211;</span> Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.<br />
<span style="font-weight: bold;">7 &#8211;</span> Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.<br />
<span style="font-weight: bold;">8 &#8211;</span> A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra os animais.<br />
<span style="font-weight: bold;">9 &#8211;</span> Os direitos dos animais devem ser defendidos por lei.<br />
<span style="font-weight: bold;">10 &#8211;</span> O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.</p>
</div>
<div style="font-style: italic; text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">Preâmbulo:</span></div>
<div style="text-align: justify;">Considerando que todo o animal possui direitos;<br />
Considerando que o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza;<br />
Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo;<br />
Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros;<br />
Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante;<br />
Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais,</p>
</div>
<div style="font-style: italic; text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">Proclama-se o seguinte:</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-style: italic;">Artigo 1º</span><br />
Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.</p>
<p><span style="font-style: italic;">Artigo 2º</span><br />
a) Todo o animal tem o direito a ser respeitado.<br />
b) O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais<br />
c) Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem.</p>
<p><span style="font-style: italic;">Artigo 3º</span><br />
a) Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis.<br />
b) Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantâneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.</p>
<p><span style="font-style: italic;">Artigo 4º</span><br />
a) Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.<br />
b) toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito.</p>
<p><span style="font-style: italic;">Artigo 5º</span><br />
a) Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.<br />
b) Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito.</p>
<p><span style="font-style: italic;">Artigo 6º</span><br />
a) Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural.<br />
b) O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.</p>
<p><span style="font-style: italic;">Artigo 7º</span><br />
Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.</p>
<p><span style="font-style: italic;">Artigo 8º</span><br />
a) A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.<br />
b) As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.</p>
<p><span style="font-style: italic;">Artigo 9º</span><br />
Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.</p>
<p><span style="font-style: italic;">Artigo 10º</span><br />
a) Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem.<br />
b) As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.</p>
<p><span style="font-style: italic;">Artigo 11º</span><br />
Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.</p>
<p><span style="font-style: italic;">Artigo 12º</span><br />
a) Todo o ato que implique a morte de grande um número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie.<br />
b) A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.</p>
<p><span style="font-style: italic;">Artigo 13º</span><br />
a) O animal morto deve de ser tratado com respeito.<br />
b) As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal.</p>
<p><span style="font-style: italic;">Artigo 14º</span><br />
a) Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental.<br />
b) Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 85%;"><span style="font-style: italic;">Fonte:</span> <a href="http://www.apasfa.org/leis/declaracao.shtml">APASFA</a> E </span><span style="font-size: 85%;"><a href="http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/03/311641.shtml">CMI Brasil</a>.</span></p>
</div>
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		<title>Mudanças Climáticas</title>
		<link>http://diariodoverde.com/mudancas-climaticas/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 03:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Action Day]]></category>
		<category><![CDATA[Efeito Estufa]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças Climáticas]]></category>

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		<description><![CDATA[Mudanças Climáticas (Blog Action Day 2009) O que é Mudanças Climáticas. O próprio nome já diz: “mudança do clima”. Mudanças climáticas é o nome que se dá a um conjunto de fatores que causam grandes alterações ambientais (alterações em escala global), que podem ocorrer devido à ação da natureza e dos seres humanos. As mudanças [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2009/10/Mudancas-Climaticas.png"><img src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2009/10/Mudancas-Climaticas.png" alt="Mudanças Climáticas" title="Mudanças Climáticas" width="580" height="435" class="aligncenter size-full wp-image-4746" /></a></p>
<div style="text-align: center;"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-size: medium;">Mudanças Climáticas (Blog Action Day 2009)</span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><strong><em><br />
</em></strong> <span style="font-style: italic; font-weight: bold;">O que é</span><br />
<strong><em><br />
</em></strong> Mudanças Climáticas. O próprio nome já diz: “mudança do clima”.<br />
Mudanças climáticas é o nome que se dá a um conjunto de fatores que causam grandes alterações ambientais (alterações em escala global), que podem ocorrer devido à ação da natureza e dos seres humanos.<br />
As mudanças impostas tanto pelo homem quanto aquelas que ocorrem naturalmente, interferem na vida do planeta, e por si só conseguem provocar um grande desequilíbrio na temperatura mundial e nas condições de vida dos seres vivos do planeta.</p>
<p>
<span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Como acontece?</span></p>
<p>
O fato do homem abusar da capacidade da Terra de satisfazer as suas necessidades e dos seres vivos é o que está causando grandes mudanças no equilíbrio sistemático mundial.<br />
Atualmente, o “clima está mudado” devido à intensificação de um fenômeno natural pela ação humana: o efeito estufa.<br />
O Efeito Estufa nada mais é o fenômeno que retém parte da radiação solar na atmosfera e que devolve parte da mesma de volta para o espaço, mantendo a temperatura da Terra favorável para o desenvolvimento da vida (cerca de 15ºC &#8211; média mundial).<br />
Só que esse sistema complexo e equilibrado está sendo alterado: graças aos gases poluentes emitidos pela ação humana &#8211; principalmente o CO² (e alguns outros gases, como cfc’s, metano, vapor d’água, etc), a atmosfera está retendo mais calor do que o normal, o que está aquecendo demais sua superfície e desequilibrando a temperatura mundial, causando sérios cataclismos ao redor do globo: aquecimento global, ciclones, chuva em excesso, chuva ácida, diminuição de populações, derretimento de geleiras, elevação do nível do mar, extinção de espécies, furacões, migração de espécies, migração de populações, poluição em excesso, queimadas, secas, tempestades, tornados, tufões, etc.<br />
O aquecimento global (aumento da temperatura terrestre) e efeito estufa (absorção dos raios caloríficos enviados pelo Sol), duas coisas distintas, como se pode ver, estão intimamente ligadas, e são elas em parceria que estão alterando tudo ao redor do mundo.</p>
<p>
<span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Indícios</span></p>
<p>
Provas de que o clima está mudando existem, isso não há como contestar.<br />
Aí vão elas:<br />
*<br />
1ª prova: acredita-se que a temperatura média global aumentou entre 0,3ºC e 0,74ºC nos últimos 100 anos.<br />
2ª prova: a concentração de gás carbônico em ppm aumentou de 280 em 1900 para cerca de 378, em 2005, e ainda há a previsão de que se possa ultrapassar a marca de 600 ppm até o final deste século, se o ritmo de emissão de poluentes por países e populações continuarem.<br />
3ª prova: Entre 1995 e 2006, foram registrados 11 dos 12 anos mais quentes da história (desde que começaram as medições).</p>
<p>
<strong> Para saber mais:</strong></p>
<div style="text-align: justify;">Greenpeace (Paz Verde)</div>
<div style="text-align: justify;">Brasil &#8211; <a href="http://www.greenpeace.org/brasil/">http://www.greenpeace.org/brasil/</a></div>
<div style="text-align: justify;">Internacional &#8211; <a href="http://www.greenpeace.org/international/">http://www.greenpeace.org/international/</a></div>
<div style="text-align: justify;">IPCC &#8211; Intergovernmental Panel on Climate Change/Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas<br />
Internacional &#8211; <a href="http://www.ipcc.ch/">http://www.ipcc.ch/</a><br />
Mudanças Climáticas.Andi <a href="http://www.mudancasclimaticas.andi.org.br/">http://www.mudancasclimaticas.andi.org.br/</a></div>
<div style="text-align: justify;">United Nations Environmental Programme (UNEP)/Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA)</div>
<div style="text-align: justify;">Brasil &#8211; <a href="http://www.brasilpnuma.org.br/">http://www.brasilpnuma.org.br/</a></div>
<div style="text-align: justify;">Internacional &#8211; <a href="http://www.unep.org/">http://www.unep.org/</a></div>
<div style="text-align: justify;">United Nations Framework Convention on Climate Change/Convenção Quadro das Nações Unidas para a Mudança do Clima<br />
Internacional &#8211; <a href="http://unfccc.int/2860.php">http://unfccc.int/2860.php</a><br />
WWF &#8211; World Wildlife Fund/Fundo Mundial para a Natureza</div>
<div style="text-align: justify;">Brasil &#8211; <a href="http://www.wwf.org.br/">http://www.wwf.org.br/</a></div>
<div style="text-align: justify;">Internacional &#8211; <a href="http://www.wwf.org/">http://www.wwf.org/</a></div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Links:</strong><br />
Blog Action Day &#8211; <a href="http://www.blogactionday.org/">http://www.blogactionday.org/</a></div>
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		<title>United States Environmental Protection Agency &#8211; EPA</title>
		<link>http://diariodoverde.com/united-states-environmental-protection-agency-epa/</link>
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		<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 14:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Órgãos Ambientais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/united-states-environmental-protection-agency-epa</guid>
		<description><![CDATA[USEPA-EPA Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos / Introdução / A EPA, ou também USEPA, em inglês, são as siglas de United States Environmental Protect Agency, ou Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos. Ela é um símbolo internacional de defesa e preservação ao meio ambiente, já que auxilia no combate dos crimes voltados [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2821" title="Environmental Protection Agency" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2009/10/Environmental_Protection_Agency.png" alt="USEPA, EPA" width="550" height="599" /></p>
<div style="text-align: center;"><span style="font-family: trebuchet ms; font-size: 130%;"><span style="font-weight: bold;">USEPA-EPA<br />
Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos</span></span></div>
<p style="text-align: justify;"><em>/<br />
<strong> Introdução</strong><br />
/</em><br />
A EPA, ou também USEPA, em inglês, são as siglas de United States Environmental Protect Agency, ou Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos.<br />
Ela é um símbolo internacional de defesa e preservação ao meio ambiente, já que auxilia no combate dos crimes voltados à natureza e aos seres vivos em geral, além de conciliar políticas em prol do bem comum.<br />
Segundo citação da Wikipédia em Português, a EPA &#8220;é uma agência federal do governo  dos Estados Unidos da América, encarregada de proteger a saúde  humana e o meio ambiente: ar, água e terra. A EPA começou  a funcionar em 2 de dezembro de 1970, quando  foi instituída pelo presidente Richard Nixon. É chefiada por um administrador, indicado pelo presidente. A EPA não é um ministério <em>de  fato</em>, mas o administrador geralmente possui status ministerial.  Em 2007, a agência possuía 17 000 funcionários em tempo integral.&#8221;<br />
No entanto, há controvérsias quanto à sua real intenção e objetivo, pois existem vários relatos indicando que a Instituição não está, de fato, comprometida com a responsabilidade social e ambiental, se aproveitando da marca para benefício próprio e escondendo informações da sociedade em geral.<br />
Aí entra também a possibilidade da EPA estar sendo uma fachada para a &#8220;invasão&#8221; ilegal em diversos países ao redor do mundo, a fim de querer dominar ou controlar de certa forma tais áreas.<br />
<em> /<br />
<span style="font-style: italic; font-weight: bold;"><strong>Dados principais</strong></span><br />
/</em><br />
<img class="aligncenter size-large wp-image-2822" title="Sede da EPA" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2009/10/Sede-da-EPA-580x392.jpg" alt="U.S. Environmental Protect Agency, Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos" width="580" height="392" /></p>
<div style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Sede</span> &#8211; Principal</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: 85%;"> </span>/<br />
-&gt; A Sede, ou Quartel-General, se localiza em Washington D.C.<br />
-&gt; No total, a EPA/USEPA possui 10 escritórios regionais e 27 laboratórios em todo o país: EUA/USA.<br />
-&gt; As atividades da EPA não se restringem somente aos 50 Estados Americanos e o Distrito Federal, e sim a Países e Locais onde os EUA detém autonomia.<br />
-&gt; Em janeiro de 2009, foi eleita para a Administração da EPA, uma mulher: Lisa Jackson.<br />
Ela ocupa a posição de 12ª administradora da fundação, desde o primeiro diretor, William D. Ruckelshaus, que atuou entre 1971 e 1973 na organização, na época do então Presidente Nixon, criador da EPA.<br />
-&gt; O orçamento anual estimado da EPA, para 2010, gira em torno de 10,486 bilhões de dólares, ou 18,8748 bilhões de reais (R$ 1,80 dólar).<br />
-&gt; Cerca de 17.384 funcionários devem compor a grade  da Agência em 2010.<br />
<em> /<br />
<strong> Links interessantes</strong><br />
/</em><br />
<img class="aligncenter size-large wp-image-2824" title="Área de Influência" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2009/10/Area-de-Influencia-580x350.jpg" alt="Área de Influência, Area of Influence" width="580" height="350" /></div>
<div style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Google Earth</strong> &#8211; Zona de Influência &#8211; Localização</span><br />
<a href="http://www.epa.gov/"></a></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: center;"><span style="font-size: x-large;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Acesse:</strong></span></span></div>
<div style="text-align: center;"><span style="font-size: x-large;"><span style="font-size: large;"><a href="http://www.epa.gov/">U.S. Environmental Protect Agency &#8211; Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos</a> (Site Oficial).</span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><em>/</em></div>
<div style="text-align: justify;"><em><strong> Fontes Consultadas</strong><br />
/</em><br />
Wikipédia em <a title="Wikipedia em Português" rel="nofollow" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/United_States_Environmental_Protection_Agency">Português</a> e <a title="Wikipedia em Inglês" rel="nofollow" href="http://en.wikipedia.org/wiki/United_States_Environmental_Protection_Agency">Inglês</a>.</div>
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		<title>Avaliação Ecossistêmica do Milênio</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 20:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Traduções]]></category>

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		<description><![CDATA[Resumo do Milliennium Ecosystem Assessment (Avaliação Ecossistêmica do Milênio &#8211; AEM) O que é o Millennium Ecosystem Assessment (MA)? A Avaliação Ecossistêmica do Milênio &#8211; AEM (MA), foi solicitada pelo Secretário Geral das Nações Unidas Kofi Annan, em 2000. Iniciado em 2001, o objetivo do MA foi o de avaliar as consequências das mudanças nos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: arial;">Resumo do Milliennium Ecosystem Assessment (Avaliação Ecossistêmica do Milênio &#8211; AEM)</span></strong></div>
<div style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></div>
<div><strong>O que é o Millennium Ecosystem Assessment (MA)?<br />
</strong><br />
A Avaliação Ecossistêmica do Milênio &#8211; AEM (MA), foi solicitada pelo Secretário Geral das Nações Unidas Kofi Annan, em 2000. Iniciado em 2001, o objetivo do MA foi o de avaliar as consequências das mudanças nos ecossistemas para o bem-estar humano e da base científica para a ação necessária para melhorar a conservação e uso sustentável dos sistemas e a sua contribuição para o bem-estar humano. A MA tem envolvido o trabalho de mais de 1.360 especialistas em todo o mundo. As conclusões contidas em cinco volumes técnicos e seis relatórios de síntese, proporcionam uma apreciação do estado-da-arte científica e as condições e tendências nos ecossistemas do mundo e os serviços que prestam (tais como água potável, alimentos, produtos florestais, controle de inundações, e dos recursos naturais) e as opções para restaurar, conservar ou melhorar a utilização sustentável dos ecossistemas.<br />
<strong><span style="font-size: 100%;">/<br />
Quais são as principais conclusões do MA?<br />
/</span></strong><br />
 Nos últimos 50 anos, o homem modificou os ecossistemas mais rápida e extensivamente do que em qualquer período comparável de tempo na história humana, em grande parte para responder rapidamente à crescente demanda por alimentos, água doce/potável, madeira, fibra e combustível. Isso resultou em uma perda substancial e amplamente irreversível na diversidade da vida na Terra. <strong>(continuar daqui em diante &#8211; <a href="http://translate.google.com.br/">http://translate.google.com.br/</a> e http://www.millenniumassessment.org/en/About.aspx e <a href="http://ecoviagem.uol.com.br/fique-por-dentro/artigos/meio-ambiente/onu-publica-avaliacao-ecossistemica-do-milenio-como-cuidar-de-um-planeta-doente-1279.asp">http://ecoviagem.uol.com.br/fique-por-dentro/artigos/meio-ambiente/onu-publica-avaliacao-ecossistemica-do-milenio-como-cuidar-de-um-planeta-doente-1279.asp</a>)</strong><br />
 As mudanças que foram feitas para os ecossistemas têm contribuído para substanciais ganhos líquidos de bem-estar humano e o desenvolvimento econômico, mas esses ganhos foram obtidos em custos crescentes sob a forma de degradação de muitos serviços ligados aos ecossistemas, aumento do risco de mudanças não lineares, e a exacerbação da pobreza para alguns grupos de pessoas. Estes problemas, a não ser abordada, vai diminuir substancialmente os benefícios que as gerações futuras obter a partir de ecossistemas.<br />
 A degradação dos serviços dos ecossistemas pode crescer significativamente pior durante a primeira metade deste século e é um obstáculo à consecução dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.<br />
 O desafio de inverter a degradação do ecossistema, sem descurar as crescentes exigências de prestação de serviços pode ser parcialmente satisfeitos em alguns cenários considerados pelo MA, mas irá implicar mudanças significativas nas políticas, instituições e práticas que não estão atualmente em curso. Muitas opções existem para conservar ou melhorar os serviços ecossistêmicos específicas de forma que mitigando os trade-offs &#8220;ou que prevêem sinergias positivas com outros serviços ligados aos ecossistemas.<br />
A linha inferior do MA conclusões é que as ações humanas estão esgotando o capital natural da Terra, colocando essa pressão sobre o ambiente que a capacidade dos ecossistemas do planeta para sustentar as gerações futuras já não pode ser tomada como garantida. Ao mesmo tempo, a avaliação mostra que, com as ações adequadas, é possível inverter a degradação do ecossistema muitos serviços ao longo dos próximos 50 anos, mas as mudanças nas políticas e práticas necessárias são substanciais e que não está atualmente em curso.<br />
<span style="font-size: 100%;"><strong>/<br />
O que há de novo sobre o MA conclusões?</strong></span></div>
<div><span style="font-size: 100%;"><strong> </strong></span><strong>/</strong></div>
<p><span style="font-size: 85%;"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360658874895037250" style="text-align: center; margin: 0px auto 10px; width: 78px; display: block; height: 101px; cursor: hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_BuG4qOovxoo/SmTi2EAp80I/AAAAAAAAALo/EVG3O_IKGkc/s320/cover_multiscale.jpg" border="0" alt="" />/<br />
A MA, como o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), avaliou os conhecimentos atuais, a literatura científica, e dados. Assim, no nível mais básico, as avaliações desta natureza sintetizar a informação que tenha sido anteriormente disponíveis, e não apresentam novos resultados da investigação. No entanto, três aspectos da MA que representam importantes novas contribuições.<br />
 Em primeiro lugar, as conclusões desta avaliação são a opinião consensual do maior conjunto de cientistas sociais e naturais já montados para avaliar o conhecimento nesta área. A disponibilidade deste amplo consenso dos cientistas é um contributo importante para a tomada de decisão. A avaliação identifica os casos em que existe um amplo consenso sobre resultados, mas também quando a informação é insuficiente para chegar a conclusões firmes.<br />
 Em segundo lugar, o foco desta avaliação sobre os serviços ecossistêmicos e sua relação com o bem-estar humano e necessidades de desenvolvimento é uma experiência única. Ao examinar o ambiente através do quadro de serviços ecossistêmicos, torna-se muito mais fácil de identificar como as mudanças nos ecossistemas influenciar o bem-estar humano e para fornecer informações em um formulário que os decisores políticos podem pesar junto com outras informações sociais e econômicas.<br />
 Em terceiro lugar, a avaliação identificou um número de &#8217;emergente&#8217; constatações, conclusões, que só pode ser alcançado quando uma grande quantidade de informação existente é analisada em conjunto. Quatro destas destacam-se:<br />
o O balanço. Embora os serviços ecossistêmicos individuais foram avaliados anteriormente, a conclusão de que 60% de um grupo de 24 serviços dos ecossistemas examinados pela MA estão sendo degradadas é a primeira auditoria global o estatuto de capital natural da Terra.<br />
o Mudanças não lineares. Não lineares (acelerando ou abrupta) as alterações tenham sido previamente identificadas por um número de estudos individuais dos ecossistemas. A MA é a primeira avaliação para concluir que alterações nos ecossistemas estão a aumentar a probabilidade de mudanças não lineares nos ecossistemas e os primeiros a notar a importância deste achado consequências para o bem-estar humano. Exemplos dessas alterações incluem doença emergência, alterações bruscas na qualidade da água, a criação de &#8220;zonas mortas&#8221; em águas costeiras, o colapso da pesca, e mudanças no clima regional.<br />
o Regiões secas. Uma vez que a avaliação incide sobre as ligações entre os ecossistemas e o bem-estar humano, um pouco diferente conjunto de prioridades emerge a partir dele. Embora o MA confirmar que não existem grandes problemas com as florestas tropicais e recifes de corais, do ponto de vista da articulação entre os ecossistemas e as pessoas , os mais significativos desafios envolvem dryland ecossistemas. Estes ecossistemas são especialmente frágeis, mas são também os lugares onde a população humana está a crescer mais rapidamente, produtividade biológica é menos importante, e de pobreza é mais elevado.<br />
o Nutrient loading. A MA confirma a importância que os decisores políticos estão já a dar para enfrentar importantes motores de mudança dos ecossistemas, como as alterações climáticas e a perda habitat. Mas o MA considera que o excesso de carga de nutrientes dos ecossistemas é um dos principais drivers hoje e continuará a crescer significativamente pior nas próximas décadas a menos que sejam tomadas medidas.A questão do excesso de nutrientes carga, apesar de bem estudado, ainda não está recebendo significativa atenção política em muitos países ou internacionalmente.<br />
<strong><span style="font-size: 100%;">/<br />
Terá o MA identificado grandes lacunas no conhecimento?<br />
/</span></strong><br />
Sim, muitos. Por exemplo, em uma escala local e nacional, relativamente pouca informação existente sobre o estado de muitos dos serviços ecossistêmicos e, menos ainda está disponível informação sobre o valor econômico dos serviços não comercializados. Além disso, os custos do esgotamento desses serviços raramente são monitorados nas contas econômicas nacionais. Base de dados mundial sobre a amplitude e as tendências nos diferentes tipos de ecossistemas e uso da terra são surpreendentemente escassos. Os modelos utilizados para projetos ambientais futuros e as condições econômicas têm limitada capacidade de incorporar ecológico &#8220;feedbacks&#8221;, incluindo mudanças em ecossistemas não-linear, ou feedbacks comportamentais, tais como aprendizagem que pode ter lugar através da gestão adaptativa dos ecossistemas.<br />
<span style="font-size: 100%;"><strong>/<br />
Onde estão as incertezas muito grandes para dar um contributo valioso para os decisores?<br />
/</strong></span><br />
Avaliações desempenhar um papel útil no esclarecimento onde permanecem incertezas científicas. Embora incertezas pode ser usado para argumentar por um &#8220;esperar e ver&#8221; abordagem, eles podem muito bem ser utilizados para argumentar para uma abordagem de precaução. Entre os achados MA, a certeza dos resultados a nível global é, em geral relativamente elevado. Talvez a maior incerteza associada com uma crítica característica importante do ecossistema mudanças a uma escala global envolve o conhecimento do grau de degradação dos solos em regiões secas. Mesmo assim, relativamente usando estimativas conservadoras de degradação dos solos (10/20 degradadas%) a área e o número de pessoas envolvidas ainda é grande. Quando a incerteza é o maior problema, contudo, é a nível local ou nacional escala. Por exemplo, a escala local, há normalmente insuficiente informação sobre a totalidade dos custos e benefícios econômicos suplente utilizações dos ecossistemas a informar decisões. Esta avaliação mostra tanto o valor de obter essa informação e como ela pode ser obtido (e as sub-MA avaliações globais fornecer um modelo de um mecanismo para que comprometem mais detalhada avaliação local ou nacional).<br />
<strong><span style="font-size: 100%;">/<br />
Qual o impacto que o MA espera ter?<br />
/</span></strong><br />
Os objetivos globais do MA foram contribuir para a melhor tomada de decisões relativas a gestão dos ecossistemas e o bem-estar humano, e para construir capacidade de avaliações científicas deste tipo. O impacto final do MA dependerá da medida em que as conclusões são usadas por MA decisores, quer a nível mundial (por exemplo, convenções) e na sub-escalas globais. Significativa capacidade de avaliação já foi construído no mundo inteiro através da participação no MA. Também se prevê que haverá substancial adoção do MA quadro conceptual, abordagens, métodos e iniciativas em curso e nos programas das várias instituições que têm sido parceiros no processo MA.<br />
<span style="font-size: 100%;"><strong>/<br />
Como é que o MA irá começar?<br />
/</strong></span><span style="font-size: 100%;"><strong><br />
</strong></span><span style="font-size: 100%;"><strong><em>História da Avaliação do Milênio<br />
</em>/<br />
Raízes<br />
/</strong></span><br />
A história da AEM pode ser atribuída às demandas de ambos os cientistas e políticos. Em meados da década de 1990, muitas pessoas envolvidas no trabalho de convenções internacionais como a Convenção sobre Diversidade Biológica (CBD) e a Convenção de Combate à Desertificação (CCD) percebeu que as extensas necessidades de avaliações científicas no âmbito das convenções não estavam a ser atingidos através de os mecanismos então em vigor. Em contraste, eficaz processo de avaliação como o Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas (IPCC) não existem para esses tratados como a Convenção-Quadro sobre as Alterações Climáticas e do Protocolo de Montreal relativo às substâncias que empobrecem a camada de ozônio.<br />
Os cientistas tiveram também identificou a necessidade de uma avaliação internacional ecossistema. Embora grandes avanços foram feitos em ciências ecológica dos recursos, economia e outras áreas durante a década de 1980 e 1990, estas novas descobertas pareciam estar mal refletida nos debates políticos sobre os ecossistemas. Reconhecendo estas limitações, um painel de 40 cientistas líder preparado um projeto de avaliação internacional &#8211; &#8220;Proteger o nosso Planeta, garantindo o nosso Futuro: ligações entre as questões ambientais globais e as necessidades humanas&#8221;. O estudo, publicado em Novembro de 1998 pelo PNUMA, a NASA, e do Banco Mundial, apelou a &#8220;um processo de avaliação mais integradora selecionadas questões científicas, um processo que podemos destacar as ligações entre as questões relacionadas ao clima, biodiversidade, desertificação, e questões florestais”.<br />
<strong><span style="font-size: 100%;">/<br />
WRI exploratório e do Comitê de Pilotagem<br />
/</span></strong><br />
A proposta específica para o Millennium Ecosystem Assessment surgiu durante uma reunião realizada no brainstorming World Resources Institute, em 17 de maio de 1998 para discutir os planos para a bienal World Resources Report, publicado pelo WRI, UNEP, Banco Mundial e PNUD. Tomando como base uma proposta apresentada pelo Dr. Walter Reid (WRI Vice President, através de Julho de 1998), a reunião concluiu com uma proposta para levar a cabo um conjunto de atividades destinadas a criar um novo processo de avaliação internacional. Estas atividades incluem: a) realizar um &#8220;piloto Análise de ecossistemas globais&#8221; (PAGE), b) centrada Resources2000 Mundial-2001 sobre a condição dos ecossistemas globais, e c) que cria um processo de consulta, que poderia levar à criação de uma plena internacional avaliação da ciência. Os quatro parceiros (WRI, UNEP, Banco Mundial e PNUD) aprovou a proposta e depois começou a fase exploratória esse mês. O processo acontece da seguinte forma: </span></p>
<p><span style="font-size: 85%;">/<br />
<strong>Jun 1998 </strong></span><span style="font-size: 85%;"><br />
/</span></p>
<p><span style="font-size: 85%;"> Avina Group, uma fundação privada filantrópica, concorda em fornecer um subsídio para WRI para começar a implementar a estratégia desenvolvida pelo WRI, UNEP, o PNUD e o Banco Mundial.<br />
 WRI inicia os trabalhos sobre o Piloto de Análise Global Ecossistemas sob a direção de Dan Tunstall e Norbert Henninger. </span></p>
<p><span style="font-size: 85%;">/<br />
<strong>Outubro 1998</strong><br />
/</span></p>
<p><span style="font-size: 85%;"> WRI, UNEP, UNDP, e do Banco Mundial, convidamos 30 representantes da comunidade científica, das agências das Nações Unidas, o setor privado e das convenções internacionais para uma reunião informal de 23-24 outubro, 1998 para explorar as vantagens da criação do MA. O grupo recomenda a criação de um comitê diretivo formal; WRI é convidada a servir como o secretariado do Comitê de Pilotagem exploratória; Walt Reid é convidado para coordenar o trabalho do Comitê de Direção. </span></p>
<p><span style="font-size: 85%;">/<br />
<strong>Fev 1999<br />
</strong>/</span></p>
<p><span style="font-size: 85%;"> Primeira reunião do Comitê Diretor MA exploratória. A Comissão irá explorar: a) verificar se existe procura para o MA; b) Que mecanismos institucionais e de autorização serão necessários para o seu sucesso, e, c) se ela poderia ser financiado. A reunião é seguida por vastas consultas com as convenções internacionais, a comunidade científica e os doadores, bem como workshops na Malásia (presidido por AH Zakri) e Canadá (presidido por Madhav Gadgil). Meridian Institute torna-se envolvido para ajudar a projetar a multi-stakeholder processo para o MA.<br />
 A Fundação das Nações Unidas, a Fundação Packard e da Global Environment Facility fornecer subsídios de apoio ao Comitê de Pilotagem exploratória, página, e WRR. </span></p>
<p><span style="font-size: 85%;">/<br />
<strong>Outubro 1999</strong><br />
/</span></p>
<p><span style="font-size: 85%;"> Segunda reunião do Comitê Diretor exploratória. O Comitê de Direção passa uma resolução que apela para a criação do MA, em nome das suas instituições (incluindo as quatro agências da ONU, o Conselho Internacional para a Ciência, CGIAR, o Banco Mundial, World Resources Institute, o Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável, e a World Conservation Union).<br />
<span style="font-size: 100%;"><strong>/<br />
Fase de transição e de lançamento<br />
/</strong></span><br />
Outubro 1999 Na sequência da sua reunião, o Comitê Diretor exploratório iniciado uma &#8220;fase de transição&#8221;, concebido para estabelecer o procedimento formal de governança e arranjos institucionais para o MA. Entre Outubro de 1999 e Abril de 2000, o comitê de direção das instituições selecionadas para ser formalmente representados no Conselho de Administração e 15 &#8220;em geral&#8221; os membros do conselho (deixando 15 lugares adicionais Câmara deve ser preenchido pelo novo conselho uma vez que foi criado), finalizou a base organizacionais e financeiras para o MA, e revisto e aprovado a proposta formal de ACM, que foi posteriormente apresentado ao GEF, Fundação das Nações Unidas e outros doadores. WRI acordados para servir como o secretariado provisório durante o tempo que foi necessário a fim de garantir o lançamento efetivo do processo.<br />
Entre Outubro de 1999 e Julho de 2000, a Conferência das Partes da CDB e CCD formalmente aprovado o MA como um mecanismo para fazer face a algumas das suas necessidades e uma avaliação semelhante endosso foi fornecida pelo Comitê Permanente da Convenção sobre Zonas Húmidas (Ramsar). Outros eventos durante este período incluíram:<br />
/<br />
<strong>Abr 2000</strong><br />
/<br />
 Uma proposta de &#8220;Programa Internacional sobre a Mudança Ecossistema (IPEC), que visa estimular a investigação e divulgação relacionadas com a&#8221; previsão ecológica &#8220;fundiram-se com o MA. IPEC, uma elaboração de uma ideia proposta por Gretchen Daily e vários outros líderes ecologistas, em Julho de 1998, foi formalmente aceite como um projeto de âmbito (o Comitê Científico sobre Problemas do Meio Ambiente) e esta mesma atividade foi aprovada como o &#8220;cenário&#8221; de trabalho Grupo da ACM, em julho.<br />
 O Sumário Executivo do World Resources 2000-2001: People and Ecosystems: desfiamento A teia da vida é liberado, apelando para a criação do Millennium Ecosystem Assessment. O internacional newsmagazine HORÁRIO características as conclusões de seus compromissos internacionais em WRR2000 Dia da Terra Special Issue.<br />
 Secretário-Geral das Nações Unidas Kofi Annan características do MA como um dos cinco principais iniciativas para &#8220;Manter o nosso Futuro&#8221;, no seu Relatório ao Millennium Assembleia Geral das Nações Unidas.<br />
/<br />
<strong>Mai 2000</strong><br />
/<br />
 Summit Foundation e Wallace Global Fundação fornecer subsídios para ajudar a manter e melhorar a &#8220;fase de transição&#8221; atividades (uma vez que nenhuma das subvenções obtidas para todo o projeto estão disponíveis até que o orçamento é garantido pleno MA).<br />
 O Global Environment Facility aprova US $ 7 milhões de subvenção para o MA.<br />
/<br />
<strong>Julho de 2000</strong><br />
/<br />
 A Fundação das Nações Unidas aprova uma concessão $ 4 milhões em apoio ao MA.<br />
 Com o apoio financeiro do Governo da Noruega, a primeira reunião da Câmara MA é detida em Trondheim, na Noruega. Dr. Robert Watson e Dr. AH Zakri Câmara são eleitos como co-presidentes, e o Dr. Walter Reid é convidado a continuar a servir como o Deliberando diretor.<br />
/<br />
<strong>Set 2000</strong><br />
/<br />
 O Governo da Noruega e da Fundação Rockefeller fornecer suporte para o maior exploração de possíveis &#8220;avaliações sub-globais&#8221;, a ser incluídos como componentes do MA.<br />
 Lançamento do World Resources 2000-2001: People and Ecosystems: desfiamento A teia da vida apelando para a criação do MA.<br />
 Durante os próximos seis meses, cinco estudos separados PÁGINA-Agroecossistemas, florestas, pastagens, água doce, e Ecossistemas Costeiros &#8211; são liberados.<br />
/<br />
<strong>Outubro 2000</strong><br />
/<br />
 O Banco Mundial aprova o primeiro ano de um $ 2 milhões, de quatro anos para a concessão MA.<br />
 UNEP concorda em fornecer $ 200.000 por ano, em apoio do MA.<br />
/<br />
<strong>Dez 2000</strong><br />
/<br />
 A Fundação Packard aprove uma subvenção de $ 2,4 milhões em apoio do WRI MA, colocando o total dos fundos comprometidos com o processo em mais de 75% do orçamento total, o que desencadeia a liberação de diversas outras subvenções e permitir que o processo seja iniciado.<br />
 Dr. Harold Mooney e Sra. Angela Cropper são convidados a servir como o co-presidentes do painel de avaliação.<br />
/<br />
<strong>Fev 2001</strong><br />
/<br />
 Planejamento inicial para as reuniões são realizadas avaliações sub-globais no sudeste da Ásia, África Austral e Europa.<br />
 Avaliação membros nomeados.<br />
 Millennium Ecosystem Assessment começa.<br />
/<br />
<strong>5 de junho de 2001</strong><br />
/<br />
 Formal público lançamento do MA. Eventos terá lugar em Nova Iorque, Torino Itália, e Tóquio.<br />
<strong><span style="font-size: 100%;">/<br />
Avaliação do Trabalho e liberação de resultados<br />
/<br />
</span>Reuniões de trabalho durante o ano de 2001<br />
</strong>/<br />
 Fevereiro: África do Sul Avaliação Planeamento Regional Reunião Pretória, África do Sul.<br />
 Fevereiro: Avaliação Planeamento Regional Sudeste da Ásia Reunião Chiang Mai, na Tailândia.<br />
 Mar: Norte / Europa Central Regional Avaliação Planeamento Reunião Potsdam, na Alemanha.<br />
 Abril: MA Primeira Reunião Técnica Design Bilthoven, Holanda (RIVM)<br />
 Outubro: Segunda MA Reunião Técnica Design Cape Town, África do Sul.<br />
/<br />
<strong>Reuniões de trabalho durante o ano de 2002<br />
</strong>/<br />
 Jan: Segunda MA Board Meeting Kuala Lumpur, Malásia.<br />
 Março: Conceptual Framework CLA e Core Datasets &amp; Indicadores Reunião Paris, França.<br />
 Abril: 1. Cenários WG Workshop Port-of-Spain, Trinidad.<br />
 Abril: Cenários Workshop &#8211; Caribe Ambiente Marinho, Port of Spain, Trinidad &amp; Tobago.<br />
 Abril: ferramentas conceituais para o Desenvolvimento da Biodiversidade Cenários Workshop Port of Spain, Trinidade &amp; Tobago.<br />
 Abril: Reunião Condição WG # 1 Frascati, Itália (FAO).<br />
 Maio: Dados e Indicadores Workshop Roma, Itália (FAO).<br />
 Maio: SE Asia MA Planejamento Reunião Kuala Lumpur, Malásia.<br />
 Maio: SAfMA Seminário sobre Avaliação e Julgamento CMDS Preparação Luiperdskloof, África do Sul (CSIR).<br />
 Maio: Reunião do Grupo de Trabalho Respostas 1 Nova Deli, Índia.<br />
 Junho: 1. Sub-Grupo de Trabalho Global reunião Gamboa, Panamá (STRI).<br />
 Agosto: Conceptual Framework # 2 Frankfurt, Alemanha (Min do Ambiente).<br />
 Agosto: Avaliação Reunião Frankfurt, Alemanha (Min. do Meio Ambiente).<br />
 Outubro: Cenários do Grupo de Trabalho # 2 Banguecoque, Tailândia (TDRI).<br />
 Novembro: Seminário Cenários da África do Sul, África do Sul.<br />
 Novembro: Condição do Grupo de Trabalho # 2 São Carlos, Brasil (U. São Carlos).<br />
 Dezembro: Drivers Cruz corte especial do Grupo de Trabalho Reunião San Francisco, Califórnia, E.U.A..<br />
 Dezembro: Avaliação # 7 San Francisco San Francisco, Estados Unidos.<br />
 Dezembro: Conceptual Framework # 3 San Francisco, E.U.A..<br />
/<br />
<strong>Reuniões de trabalho durante o ano de 2003</strong><br />
/<br />
 Janeiro: Saúde &amp; Bem-estar Cross-cut Manila, Filipinas (OMS).<br />
 Fevereiro: Board # 3 e painel de avaliação # 8 Genebra, Suíça (UICN-OMS).<br />
 Fevereiro: Biodiversidade Cruz de corte Gland, Suíça (IUCN / Sede Ramsar).<br />
 Março: Scenarios Working Group # 3 San Jose, Costa Rica (INBio).<br />
 Abril: Cenários da Sociedade Civil Workshop New Haven, CT, E.U.A. (Yale University).<br />
 Abril: O sub-cenários globais Formação Workshop Penang, Malásia (World Fish Center).<br />
 Abril: Marinho-Costeira Cruz de corte reunião Vancouver, BC, Canadá (Instituto das Pescas-UBC).<br />
 Abril: Grupo de Trabalho Condição # 3 Washington, DC, E.U.A. (WRI).<br />
 Maio: Alimentação e cultura Sistemas Cross Cut Washington DC, E.U.A. (IFPRI).<br />
 Maio: As respostas do Grupo de Trabalho # 2 Frankfurt, Alemanha (alemão Ministério de Meio Ambiente).<br />
 Junho: Mundial Sub-Grupo de Trabalho # 2 Estocolmo, Suécia (CNM, Universidade de Estocolmo).<br />
 Agosto: terras secas para corte Tashkent, Uzbequistão (ICARDA / UNU).<br />
 Outubro: Reunião Avaliação # 8 Praga, República Tcheca.<br />
 Outubro: Combined Grupos de Trabalho # 1 Praga, República Tcheca (Charles Universidade, Centro de Meio Ambiente).<br />
/<br />
<strong>Reuniões de trabalho durante o ano de 2004<br />
</strong>/<br />
 Março: Reunião Câmara Nairobi, Quénia (PNUMA).<br />
 Março: Bridging Scales &amp; epistemologias Conferência Alexandria, Egipto (Biblioteca Alexandrina).<br />
 Março: Sub-global Assessments Working Group Meeting, # 3 Alexandria, Egipto (Biblioteca Alexandrina).<br />
 Abril: Avaliação # 9 Montreal, Canadá (Governo do Canadá &amp; CDB).<br />
 Abril: Condições Combinada, Respostas &amp; Cenários WG Reuniões Montreal, Canadá (Governo do Canadá &amp; CDB).<br />
 Junho: Full Síntese Reunião Team # 1 Cidade do México, México (CONABIO).<br />
 Agosto: MA Setor Privado Síntese Team Reunião Portland, E.U.A..<br />
 Agosto: Desertificação Síntese Reunião Team Hamilton, Ontario, Canadá (Universidade das Nações Unidas).<br />
 Agosto: Wetlands Síntese Reunião Team Kuching, Sarawak, Malásia (Aonyx Ambiental).<br />
 Setembro: Avaliação Reunião # 10 Kuala Lumpur, Malásia.<br />
 Setembro: Combined Grupos de Trabalho # 2 Kuala Lumpur, Malásia.<br />
 Dezembro: MA Biodiversity Synthesis Team Londres, Reino Unido (Zoological Society of London).<br />
/<br />
<strong>Reuniões de trabalho durante o ano de 2005<br />
</strong>/ </span></p>
<p><span style="font-size: 85%;"> Janeiro: painel de avaliação reúne-se para finalizar SDMs Scheveningen, Holanda (Unilever).<br />
 Jan: Final Sub-Avaliação Global Reunião do Grupo de Trabalho Scheveningen, Holanda (Unilever).<br />
 Janeiro: Reunião Geral Synthesis Team Scheveningen, Holanda (Unilever).<br />
 Jan: Full Equipe Síntese Reunião de Zonas Húmidas, CCD, Setor Privado e da Saúde Scheveningen, Holanda (Unilever).<br />
 Janeiro: MA Câmara &#8211; Relatório Síntese e Pós-MA planos Rotterdam, Holanda (Unilever).<br />
 Março: Reunião Câmara Técnica &#8211; revisão de relatórios técnicos e sínteses Nova Iorque, E.U.A..<br />
 Março: Reunião Final Câmara para aprovar relatórios MA Nova Iorque, E.U.A..<br />
/<br />
<strong>30. De março de 2005</strong><br />
/<br />
 MA achados publicamente lançada na imprensa conferências e seminários em Londres, Tóquio, Pequim, Nova Deli, no Cairo, Paris, Nairobi, Washington DC, em Brasília, São Paulo, Estocolmo, Roma e Lisboa.<br />
<strong><span style="font-size: 100%;">/<br />
Quando é que o MA vai começar? Quanto tempo durou para fazer a avaliação?<br />
/</span></strong><br />
O núcleo MA processo durou 4 anos, entre 2001 e 2005. A MA oficialmente começou em Abril de 2001, com o primeiro desenho técnico workshop realizado no Instituto Nacional de Saúde Pública e do Ambiente (RIVM), os Países Baixos. Foi oficialmente lançado pelo Secretário-Geral das Nações Unidas, Kofi Annan, em 5 de junho de 2001, coincidindo com o Dia Mundial do Meio Ambiente. O primeiro ano da MA-se principalmente preocupado com a metodologia para a concepção global e avaliações sub-globais. O núcleo avaliação trabalho, incluindo a elaboração dos relatórios técnicos do MA por grupos de trabalho, foi realizado no segundo e terceiro anos. Este foi seguido por dois ciclos de revisão dos projetos de relatórios de peritos e governos, que teve lugar em 2004. A avaliação achados foram formalmente aprovadas pelo Conselho em 23 de março de 2005. Alguns dos sub-MA mundial avaliações foram iniciadas depois de 2002 e será concluída em 2006 ou posterior.<br />
<strong><span style="font-size: 100%;">/<br />
Como a MA foi regida?<br />
/</span></strong><br />
A Câmara foi criada para representar a chave &#8220;usuários&#8221; dos resultados do MA. O Conselho de Administração inclui representantes da CDB, CCD, Ramsar, e a Convenção das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias (UNCMS), os governos nacionais, agências das Nações Unidas, representantes da sociedade civil (incluindo os povos indígenas), e do sector privado. Os membros do conselho que representam instituições foram selecionadas por essas instituições. Além disso, 10 &#8220;a-grande&#8221; membros foram selecionados pelo Comitê Diretivo e um adicional de 10 membros foram escolhidos pelo Conselho de Administração, na sua primeira reunião. Outros membros foram também selecionados pela Câmara para garantir a adequada distribuição geográfica e setorial entre os membros do Conselho.<br />
<span style="font-size: 100%;"><strong>/<br />
Como foi feito o trabalho do MA?<br />
/</strong></span><br />
A MA foi realizada por uma rede internacional de cientistas e outros especialistas, com um processo modelado sobre o IPCC. Mais de 1300 autores de 95 países estiveram envolvidos no MA, organizadas em 4 grupos de trabalho. Três destes grupos de trabalho (Condição &amp; Tendências; Cenários; Respostas) efetuou a avaliação global dos componentes do MA. O quarto grupo de trabalho (Sub-global) de todos os envolvidos MA avaliações sub-globais. A MA grupos de trabalho envolvidos tanto naturais e cientistas sociais, muitos dos quais são líderes em seus campos. Devida atenção foi dada geográfica suficiente para garantir o equilíbrio entre os sexos e entre os especialistas envolvidos no MA. O painel de avaliação, que inclui os co-presidentes dos grupos de trabalho e de ter alguns peritos científicos, supervisionou a execução técnica da avaliação trabalho. Cada grupo de trabalho foi assistida por uma Unidade de Suporte Técnico (TSU) para ajudar a coordenar a rede de cientistas e especialistas envolvidos. O TSUs e o diretor do gabinete formado um secretariado distribuídos em toda uma rede de co-executoras agências que administravam logístico, administrativo e de apoio técnico para o MA.<br />
Os MA&#8217;s quatro volumes técnicos realizaram duas rondas de revisão pelos especialistas e governos. Juntamente com 44 governos e organizações científicas 9 filiadas, mais de 600 individuais Comentadores mundial desde cerca de 18.000 comentários individuais. O processo de revisão foi supervisionado por um conselho independente de revisão Editores, composto Editores revisão do capítulo que garantiu que todos os comentários foram devidamente tratadas revisão e respondeu a por MA autores.<br />
<strong><span style="font-size: 100%;">/<br />
Que instituições estavam envolvidas no MA e distribuídas da secretaria?<br />
/</span></strong><br />
PNUMA desde coordenação global para a MA, nomeadamente através da administração de mais de metade do núcleo de apoio financeiro para o MA, e por empregar o diretor MA. A MA diretor do gabinete foi baseada na Malásia, no Centro WorldFish, como foi o TSU para o Mundial Sub-Grupo de Trabalho. UNEP&#8217;s World Conservation Monitoring Centre (UNEP-WCMC) sediou a TSU para o Estado e Tendências do Grupo de Trabalho, e o Conselho Internacional para a Ciência (ICSU) Comitê Científico sobre Problemas do Meio Ambiente (ÂMBITO) apoiou a Scenarios Working Group. (Os cenários do Grupo de Trabalho foi uma atividade conjunta do MA e ESCOPO.) O Instituto de Crescimento Econômico em Delhi apoiou a Responses Working Group. O World Resources Institute, em parceria com o Instituto Meridian, apoiou a sensibilização e o envolvimento da MA atividades, publicações e coordenou o processo.<br />
<strong><span style="font-size: 100%;">/<br />
Qual foi o custo MA, e quem o financiou?<br />
/</span></strong><br />
O orçamento global MA E.U.A foi de aproximadamente $ 24 milhões. Deste montante, cerca de US $ 7 milhões foram fornecidos através de contribuições em espécie para o MA avaliações sub-globais. Principais doadores incluíram: o Global Environment Facility (GEF), a Fundação das Nações Unidas, o David e Lucile Packard Foundation, e o Banco Mundial. Apoio adicional foi fornecida pelo Grupo Consultivo sobre a Investigação Agrícola Internacional (CGIAR), a Food and Agriculture Organization (FAO), Governo da Noruega, a Fundação Rockefeller, PNUD, PNUMA, e os E.U.A Administração Nacional Aeronáutica e Espaço (NASA). A fase exploratória foi financiado pela Avina Group, David e Lucille Packard Foundation, Governo da Noruega, Autoridade Sueca para o Desenvolvimento Internacional (SIDA), Summit Foundation, PNUD, PNUMA, Wallace Global Fund, e o Banco Mundial. Além disso, contribuições significativas dos dados, o tempo e a perícia foi feita através de contribuições em espécie por esses grupos como o International Food Policy Research Institute e WRI.<br />
<span style="font-size: 100%;"><strong>/<br />
Que produtos estão disponíveis a partir do MA?<br />
/<br />
<em>Resumo dos Relatórios</em><br />
/</strong></span><br />
A MA sintetizado a partir de informações da literatura científica relevante e peer-revista de dados e modelos. Ela integra conhecimentos detidos pelo sector privado, profissionais, comunidades locais e povos indígenas. A MA, não tinha como meta principal para gerar novos conhecimentos, mas, em vez procurou agregar valor à informação existente pela recolha, avaliação, resumindo, interpretar, e comunicar-lo em uma forma útil.<br />
<strong><span style="font-size: 100%;">/<br />
Quais foram algumas das inovações da MA?<br />
/</span></strong><br />
A MA foi concebido como uma avaliação integrada de redução em todos os sectores, envolvendo ciências naturais e ciências sociais perspectivas. A MA foi também uma avaliação multi-escala, que incluíram avaliações realizadas em vários componente escalas espaciais &#8211; global, sub-globais, regionais, nacionais, bacia e os níveis locais. Outra importante característica do MA foi a ênfase na incluindo diferentes sistemas de conhecimento, além de &#8220;conhecimentos científicos&#8221;. Para explorar este tema, a ACM organizou uma conferência internacional &#8220;Pôr Escalas e epistemologias&#8221; em março de 2004, em Alexandria, Egito.<br />
A MA também teve uma governação inovadora estrutura que foi representante de não apenas cientistas e especialistas, mas também convenções da ONU, os grupos da sociedade civil, e dos povos indígenas. A MA Câmara, o painel de avaliação, e Grupos de Trabalho foram co-presidido pelos representantes de ambos os mundos desenvolvido e em desenvolvimento.<br />
<strong><span style="font-size: 100%;">/<br />
Onde estão as avaliações sub-globais? Como elas foram selecionadas?<br />
/<br />
<em>Sub-Grupo de Trabalho e Avaliação Global</em><br />
/</span></strong> </span></p>
<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360658874895037250" style="text-align: center; margin: 0px auto 10px; width: 78px; display: block; height: 101px; cursor: hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_BuG4qOovxoo/SmTi2EAp80I/AAAAAAAAALo/EVG3O_IKGkc/s320/cover_multiscale.jpg" border="0" alt="" /><strong>Ordem do Island Press</strong></p>
<p><span style="font-size: 85%;">/<br />
Mudança ambiental global é cada vez mais entendido ter causas e efeitos que abrangem múltiplas escalas, desde o local ao global. Avaliações precisas e informado do que está ocorrendo, eo que razoavelmente esperar no futuro, são, portanto, cruciais para a tomada de decisões. No entanto, até recentemente, as avaliações científicas tipicamente, mais centradas em fenómenos globais do que em processos em subglobal níveis, ou sobre as interacções entre escalas. A MA foi conduzido como um &#8220;multiscale&#8221; avaliação, composta por interligados avaliações realizadas a nível local, bacia hidrográfica, nacional, regional e global escalas.<br />
</span><span style="font-size: 100%;"><strong>/<br />
Mundial Sub-Avaliações<br />
/</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 85%;">A MA avaliações sub-globais foram concebidos para satisfazer as necessidades dos decisores para a escala em que são realizadas, reforçar a nível mundial com resultados on-the-ground realidade, e reforçar o local achados com perspectivas globais, dados e modelos. Há 18 MA-avaliações aprovadas sub-globais, e um adicional de quinze associados com um estatuto. As avaliações a nível sub-escalas globais são necessárias porque os ecossistemas são altamente diferenciadas no espaço e no tempo, e porque uma boa gestão exige cuidadoso planejamento local e acção. Local avaliações independentes são insuficientes, no entanto, porque alguns processos são globais e locais, porque bens, serviços, matéria e energia são frequentemente transferidos entre as regiões. O sub-globais avaliações serão diretamente ao encontro das necessidades dos decisores para a escala em que são realizadas, reforçar a nível mundial com resultados sobre-o-terreno realidade, e reforçar o local achados com perspectivas globais, dados e modelos.<br />
/<br />
<strong>Avaliações Aprovadas<br />
</strong>/<br />
 Altai-Sayan<br />
 Alternativas para a corte-e-queima<br />
 Canadá (Coastal British Columbia)<br />
 Mar do Caribe<br />
 Chile (Atacama)<br />
 China (Ocidental)<br />
 Costa Rica (Chirripó)<br />
 Índia (vilarejos locais)<br />
 Noruega (Glomma Bacia)<br />
 Papua Nova Guiné<br />
 Peru (Vilcanota)<br />
 Filipinas (Laguna Lake Basin)<br />
 Portugal<br />
 África Austral (SAfMA)<br />
 Suécia (Kristianstad)<br />
 Suécia (Estocolmo Urbano)<br />
 Trinidade<br />
 Vietnã (Downstream Mekong River Wetlands)- Zomas Húmidas do Rio Mekong<br />
/<br />
<strong>Avaliações Associadas<br />
</strong>/<br />
 Regiões Árabes<br />
 Arafura e Timor Marítima<br />
 Austrália (Norte da Austrália planícies aluviais)<br />
 Argentina (Pampas)<br />
 Brasil (Cinturão Verde de São Paulo)<br />
 Ásia Central Ecossistemas de Montanhas<br />
 China (Grandes Rios)<br />
 Colômbia (Café-Crescer Região Andina)<br />
 Egito (Sinai)<br />
 Fiji<br />
 Grandes Montanhas asiáticos (GAMA)<br />
 Himalaias (Leste)<br />
 Himalaias (Hindu Kush-)<br />
 Índia (Urban)<br />
 Indonésia (Jakarta Bay e Bunaken)<br />
 Comércio, Pobreza e Meio Ambiente<br />
 Estados Unidos (Alasca)<br />
 Estados Unidos (Wisconsin)<br />
<strong><span style="font-size: 100%;">/<br />
Relatório de avaliação esboço<br />
/</span></strong><br />
<a href="http://www.maweb.org/documents/document.773.aspx.pdf" target="_blank">Sumário/Conteúdos, Apresentação, Prefácio</a> [PDF, 1212 KB]<br />
01. <a href="http://www.maweb.org/documents/document.768.aspx.pdf" target="_blank">MA Conceptual Framework</a> [pdf, 431 KB]<br />
02. <a href="http://www.maweb.org/documents/document.340.aspx.pdf" target="_blank">Visão geral</a> [pdf, 196 KB]<br />
03. <a href="http://www.maweb.org/documents/document.341.aspx.pdf" target="_blank">Serviços Ecossistêmicos e bem-estar humano</a> [pdf, 258 KB]<br />
04. <a href="http://www.maweb.org/documents/document.342.aspx.pdf" target="_blank">Abordagem de Múltiplas Escalas</a> [pdf, 728 KB]<br />
05. <a href="http://www.maweb.org/documents/document.343.aspx.pdf" target="_blank">Múltiplos sistemas de conhecimento</a> [pdf, 437 KB]<br />
06. <a href="http://www.maweb.org/documents/document.344.aspx.pdf" target="_blank">Processo de avaliação</a> [pdf, 261 KB]<br />
07. <a href="http://www.maweb.org/documents/document.345.aspx.pdf" target="_blank">Condutores de Mudanças nos Ecossistemas</a> [PDF, 1327 KB]<br />
08. <a href="http://www.maweb.org/documents/document.346.aspx.pdf" target="_blank">Condição e Tendências</a> [pdf, 1181 KB]<br />
09. <a href="http://www.maweb.org/documents/document.347.aspx.pdf" target="_blank">Respostas</a> [pdf, 472 KB]<br />
10. <a href="http://www.maweb.org/documents/document.348.aspx.pdf" target="_blank">Cenários</a> [PDF, 2310 KB]<br />
11. <a href="http://www.maweb.org/documents/document.349.aspx.pdf" target="_blank">Avaliações Comunitárias</a> [pdf, 451 KB]<br />
12. <a href="http://www.maweb.org/documents/document.350.aspx.pdf" target="_blank">Reflexões e Lições Aprendidas</a> [pdf, 158 KB]<br />
<a href="http://www.maweb.org/documents/document.775.aspx.pdf" target="_blank">Anexos/Apêndices</a> [pdf, 7571 KB]<br />
<strong><span style="font-size: 100%;">/<br />
Sub-Grupo de Trabalho Global<br />
/</span></strong><br />
O Sub-Grupo Mundial de Trabalho do MA, composto por todas as avaliações sub-globais do MA, produziu uma sub-avaliação global. Este relatório é tanto uma síntese dos resultados das diversas avaliações sub-globais e um recurso sobre as lições aprendidas através do processo de avaliação de metodologias de múltiplas escalas, interações em escala trasnversal, e da incorporação de conhecimentos tradicionais e locais em um processo de avaliação científica.<br />
/<br />
<strong>Co-Presidentes<br />
</strong>/<br />
 Cristian Samper<br />
 Doris Capistrano<br />
/<br />
<strong>Suporte Técnico</strong><br />
/<br />
 Ciara Raudsepp-Hearne<br />
WorldFish Center<br />
Penang, Malásia<br />
 Marcus Lee<br />
WorldFish Center<br />
Penang, Malásia<br />
<strong><span style="font-size: 100%;">/<br />
Será que o MA conduta a uma nova pesquisa?<br />
/</span></strong><br />
A MA não irá realizar novas pesquisas, mas é a primeira avaliação com foco sobre os impactos das alterações nos ecossistemas para o bem-estar humano. Tal como acontece com o IPCC, a MA principalmente sintetizada os resultados da investigação existente, para torná-los disponíveis em uma forma que seja relevante para a política atual perguntas. A MA sintetizado a partir de informações da literatura científica, dados e modelos científicos, e incluídos conhecimentos detidos pelo sector privado, profissionais, comunidades locais e povos indígenas. Entre as avaliações sub-globais, no entanto, particularmente aqueles em escalas locais, a falta de dados e de literatura que levam alguns sub-avaliação global a realizar uma nova investigação e recolha de dados. Em todos os casos, a avaliação achados têm sido úteis na identificação de informações lacunas e prioridades para futuras pesquisas.<br />
<strong><span style="font-size: 100%;">/<br />
O que acontece depois? Será que o MA pode ser repetido?<br />
/</span></strong><br />
Existem planos para diversas atividades para aproveitar o impulso criado pelo MA. stes incluem mais proximidade e comunicação para assegurar que as conclusões da MA e mensagens atingir um público tão amplo quanto possível; a produção de um relatório centrou-se na metodologia da MA; formação e o reforço das capacidades no MA abordagem integrada da avaliação dos ecossistemas, e continuou coordenação de as avaliações sub-globais que estão ainda em curso. Até o MA da impactos são plenamente avaliadas, ainda é demasiado cedo para determinar se este exercício deve ser repetida no futuro.<br />
<strong><span style="font-size: 100%;">/<br />
Como foi a MA relativas a outras avaliações internacionais, como o Global Environment Outlook (GEO), do IPCC e do Global International Waters Assessment (GIWA)?<br />
/</span></strong><br />
Tanto o mestrado e GEO são parte integrante da avaliação do impacto ambiental de atividades realizadas no âmbito do sistema das Nações Unidas. A MA serve um papel semelhante ao do IPCC &#8211; que se destina a responder às necessidades de um determinado usuário audiência (relacionados com o ecossistema convenções) sobre um determinado conjunto de questões ambientais, que se destina a fornecer um resumo do &#8220;estado da ciência &#8220;para que a platéia. Em contrapartida, GEO relatórios a cada dois anos em todos os aspectos do ambiente para um público amplo. Tal como GEO se voltarão para o IPCC relatórios para o&#8221; estado da ciência &#8220;sobre o clima, GEO se espera venha a ser capazes de utilizar as conclusões MA como um meio de aumentar a informação de que é capaz de apresentar um relatório sobre questões relacionadas com o ecossistema. Do mesmo modo, embora GIWA inclui uma avaliação da biodiversidade nos oceanos e em sistemas transfronteiriços de água doce, é centrada em um subconjunto do conjunto de necessidades relacionadas com a avaliação dos ecossistemas.</span></p>
<p><span style="font-size: 85%;">*</span></p>
<p><span style="font-size: 85%;">Fonte: </span><a href="http://www.millenniumassessment.org/en/About.aspx"><span style="font-size: 85%;">http://www.millenniumassessment.org/en/About.aspx</span></a><span style="font-size: 85%;"> </span></p>
<p><span style="font-size: 85%;">(traduzido exclusivamente pelo blog Diário do Verde)</span></p>
<p>/</p>
<p><span style="font-size: 85%;"><strong>Obs:</strong> Esse post aqui publicado é uma cópia fiel ao texto publicado sobre a Avaliação Ecossistêmica do Milênio no site oficial.</span></p>
<p><span style="font-size: 85%;"> Este conteúdo é exclusivo, pois não há home page do site em português.</span></p>
<p><span style="font-size: 85%;">Alguns ajustes foram feitos para sua melhor compreensão, já que o tradutor não traduz tudo 100% certo.</span></p>
<p><span style="font-size: 85%;">Exclusividade Diário do Verde!!!</span></p>
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			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/avaliacao-ecossistemica-do-milenio/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
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