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	<title>Diário do Verde &#187; Florestas</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Áreas de Conservação Ambiental no Pará</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Oct 2011 15:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Código Florestal]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Sou caipira, sede urbana dos matos Um caipora que nasceu na cidade Um curupira de gravata e sapatos Sem nome e sem dinheiro Sou mais um brasileiro Olhando Belém enquanto uma canoa desce um rio E o curumim assiste da canoa um boing riscando o vazio Eu posso acreditar que ainda da pra gente viver [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Sou caipira, sede urbana dos matos<br />
Um caipora que nasceu na cidade<br />
Um curupira de gravata e sapatos<br />
Sem nome e sem dinheiro<br />
Sou mais um brasileiro<br />
Olhando Belém enquanto uma canoa desce um rio<br />
E o curumim assiste da canoa um boing riscando o vazio<br />
Eu posso acreditar que ainda da pra gente viver numa boa<br />
Os rios da minha aldeia são maiores do que os de Fernando Pessoa<br />
(e o sol da manhã rasga o céu da Amazônia )</em>&#8221; (<a href="http://letras.terra.com.br/nilson-chaves/221048/" target="_blank">Olhando Belém, Nilson Chaves</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Vitoria-Regia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4749" title="Vitória-Régia" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Vitoria-Regia.jpg" alt="Vitória-Régia" width="580" height="542" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Pará é um Estado cuja área territorial corresponde a algo em torno  de 1.247.689,515 km², e representa o segundo maior Estado do país em superfície,  ocupando aproximadamente 16% do território nacional. No artigo <a href="http://www.diariodoverde.com/divisao-do-para-ameaca-unidades-de-conservacao/"><strong>Divisão do Pará ameaça Unidades de  Conservação</strong></a>, faço menção a possibilidade de divisão do Pará em mais  dois Estados (Carajás e Tapajós) e a possibilidade deste fato ameaçar a  integridade das Unidades de Conservação (UCs) já existentes no Estado.  Ressaltando que ainda há processos de criação de novas UCs, em fase de consulta  pública, que discutirá a criação de mais oito (08) novas unidades, quais  sejam:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Floresta Nacional/Estadual de Trairão, nos municípios de Itaituba, Rurópolis  e Trairão;</li>
<li>Floresta Nacional/Estadual do Amaná, nos municípios de Itaituba e  Jacareacanga;</li>
<li>Área de Proteção Ambiental Tapajós, nos municípios da Itaituba,  Jacareaganga, Novo Progresso e Trairão;</li>
<li>Floresta Nacional/Estadual do Crepori, no município de Jacareacanga;</li>
<li>Floresta Nacional/Estadual do Jamanxim, nos minicípios de Itaituba e Novo  Progresso;</li>
<li>Parque Nacional/Estadual do Jamanxim, nos municípios de Itaituba e Trairão;</li>
<li>Floresta Estadual do Iriri, no município de Altamira;</li>
<li>Parque Nacional/Estadual do Rio Novo, nos municípios de Itaituba e Novo  Progresso.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Além de discutir a ampliação do <strong><a href="http://www.brasil.gov.br/localizacao/parques-nacionais-e-reservas-ambientais/parque-nacional-da-amazonia-pa-am" target="_blank">Parque Nacional da Amazônia</a></strong>, tal discussão  engloba uma área de 7.369.575 hectares, num total superior ao estado da Bahia  (!).</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto as áreas de proteção, são estas:</p>
<p><strong>► Área de Proteção Ambiental</strong></p>
<ul style="text-align: justify;"></ul>
<p><strong>► UF: PA</strong></p>
<ul style="text-align: justify;"></ul>
<p style="text-align: justify;"><strong> ► Nome da Unidade (Total: 10)</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><a href="http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&amp;idEstrutura=119&amp;idConteudo=9677&amp;idMenu=11809" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA ILHA DO COMBU</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=1025" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA REGIÃO METROLPOLITANA DE  BELÉM</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=1024" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE ALGODOAL-MAIANDEUA</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=1026" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SÃO GERALDO DO ARAGUAIA</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=1023" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=22" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO IGARAPÉ GELADO</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=1029" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=268" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO TAPAJÓS</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=1028" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PAYTUNA</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=1039" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL TRIUNFO DO XINGU</a></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">O plebiscito que poderá reconfigurar os limites do Pará implicará em mudanças socioeconômicas, ambientais, políticas e legislativas, as quais incidirão sobre as práticas de conservação e conquistas socioambientais de longos anos de luta. Como se não bastasse o imbróglio das discussões do <a href="http://www.codigoflorestal.com/" target="_blank">Código Florestal</a>, redesenhar (desenhar novamente) os perfis do Pará incorrerá, em uma metáfora, no uso daquelas borrachas que se dizem apagar o traço da caneta, mas que rasgará o papel (de conquistas prescritas em lei) e no lugar do lápis a eficiente e moderna motosserra.</p>
<p><strong>Fontes</strong>:</p>
<p>► <a href="http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&amp;idEstrutura=119&amp;idConteudo=9677&amp;idMenu=11809" target="_blank">Ministério do Meio Ambiente (MMA)</a> &#8211; (Link)<br />
► <a href="http://360graus.terra.com.br/ecologia/default.asp?did=15100&amp;action=news" target="_blank">Ecologia: Pará ganha mais nove unidades de conservação ambiental</a> &#8211; (Link)</p>
<ul style="text-align: justify;"></ul>
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		<title>As matas do Utinga</title>
		<link>http://diariodoverde.com/as-matas-do-utinga/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 Sep 2011 01:02:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
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		<category><![CDATA[Parque Ambiental do Utinga]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Vem ver comigo o rio e suas leis. Vem aprender a ciência dos rebojos, vem escutar os cânticos noturnos no mágico silêncio do igapó.&#8221; (Thiago de Mello) Com uma área equivalente a mais de 1.300 estádios de futebol (cerca de de 1.340 hectares), o Parque Estadual do Utinga é a maior área de conservação da natureza [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">&#8220;<em>Vem ver comigo o rio e suas leis.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Vem aprender a ciência dos rebojos,</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>vem escutar os cânticos noturnos</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>no mágico silêncio do igapó.</em>&#8221; (Thiago de Mello)</p>
<div id="attachment_4083" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Parque-Estadual-do-Utinga.jpg"><img class="size-large wp-image-4083" title="Parque Estadual do Utinga" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Parque-Estadual-do-Utinga-580x386.jpg" alt="Parque Estadual do Utinga" width="580" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">Alunos da E.E.E.F.M Dr. Paulo Fontelles de Lima</p></div>
<p style="text-align: justify;">Com uma área equivalente a mais de 1.300 estádios de futebol (cerca de de  1.340 hectares), o<strong> Parque Estadual do Utinga</strong> é a maior área de  conservação da natureza com proteção integral aberta à visitação da Região  Metropolitana de Belém. Sob administração da Secretaria Estadual de Meio  Ambiente (Sema), o parque recebe diariamente visitação média de cerca de 100  pessoas. O Parque do Utinga é considerado um dos últimos ecossistemas  conservados na Região Metropolitana de Belém.</p>
<p style="text-align: justify;">O Parque do Utinga foi criado em 1993, e recebe anualmente cerca de 30 mil  visitantes. Devido à grande extensão da área, para o controle e fiscalização dos  visitantes, o Parque conta com a proteção do Batalhão de Polícia Ambiental, que  atua na segurança dos visitantes e dos animais da área.</p>
<p style="text-align: justify;">Frequentemente associado aos Lagos Bolonha e Água Preta, que lá se encontram  e são responsáveis por abastecer cerca de 60% da água potável as residências dos  municípios de Belém, Marituba e Ananindeua, através da Companhia de Saneamento  do Pará (Cosanpa), o Parque ainda recebe em seu espaço o Exército e a Empresa  Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que utilizam a área para  desenvolver atividades e pesquisas.</p>
<div id="attachment_4084" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Lago-Bolonha.jpg"><img class="size-full wp-image-4084" title="Lago Bolonha" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Lago-Bolonha.jpg" alt="Lago Bolonha" width="580" height="435" /></a><p class="wp-caption-text">Lago Bolonha</p></div>
<p style="text-align: justify;">A grande dimensão do parque e suas áreas de floresta de terra firme, várzea e  igapós, onde estão dispersos uma infinidade de mamíferos, répteis, anfíbios e  insetos, além da grande variedade de aves e flora diversificada, atrai as mais  diversas atividades, ideal para praticar exercícios físicos como a  caminhada, ou para fazer trilhas. Existem sete opções de trilhas para receber os  visitantes: a do Macaco e do Bolonha (as mais antigas), e as mais recentes (em  fase de estruturação): a da Castanheira, da Jararaca, da Mariana, da Água Preta  e da Acapu. Além de uma que será específica para as <strong>crianças</strong>. Entre as atividades, os policiais também acompanham os visitantes em  exposições, trilhas ecológicas e caminhadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Um projeto de revitalização foi planejado em 2010. O projeto do parque  ambiental prevê a construção de um grande pórtico com área de recepção, Centro  de Exposição, Centro de Convenções para 100 lugares e restaurante na beira do  lago, que servirão para o lazer e a educação ambiental para a população e  turistas, além de ciclovias, áreas para a melhor idade, tudo monitorado  eletronicamente e com instrutores disponíveis para dar orientação à população. O  objetivo da ação é integrar esta área ao convívio das pessoas e ampliar as  atividades de educação ambiental, em especial com as escolas. A proposta prevê a  transformação do parque em um grande pólo para o turismo de negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, a acelerada expansão urbana e o crescimento regional não param de  ameaçar as áreas de proteção ambiental na Região Metropolitana de Belém.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Serviço</strong>: O Parque Estadual do Utinga é aberto à visitação de  segunda à sexta, das 06 às 14h, e aos sábados e domingos, das 8 às 12h. Para  escolas, instituições e demais grupos acima de 15 pessoas, o agendamento com  trilhas e outras atividades é feito no local. O Parque fica localizado na  <strong>Avenida João Paulo II próximo ao bairro do Utinga</strong>. Mais  informações pelos telefones <strong>(91) 3276-2778</strong> e  <strong>3184-3613</strong> e pelo e-mail <a href="mailto:parquedoutinga@sema.pa.gov.br"><strong>parquedoutinga@sema.pa.gov.br</strong></a>.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;">A palavra <strong>Utinga</strong>, é uma expressão tupi, que  significa Rio ou Riacho de Águas claras.</span></p>
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		<title>A Vida pela Floresta</title>
		<link>http://diariodoverde.com/a-vida-pela-floresta/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Jul 2011 14:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal&#8221; (Chico Buarque) Esta semana li um artigo da revista Vida Simples (Edição 108. Agosto/2011), cujo título de capa é &#8220;Desafie suas crenças&#8221;. Em um subtítulo elucidativo: &#8220;A maneira como você pensa pode estar emperrando a sua vida&#8221;. Pergunto: como eu deveria estar pensando então? Li nesta mesma [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">&#8220;<strong><em><a href="http://letras.terra.com.br/chico-buarque/71165/" target="_blank">Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal</a></em></strong>&#8221; (Chico Buarque)</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/07/floresta.jpg"><img class="size-full wp-image-3379 aligncenter" title="floresta" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/07/floresta.jpg" alt="floresta" width="500" height="333" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Esta semana li um artigo da revista <a href="http://vidasimples.abril.com.br/" target="_blank">Vida Simples</a> (Edição 108. Agosto/2011), cujo título de capa é &#8220;Desafie suas crenças&#8221;. Em um subtítulo elucidativo: &#8220;A maneira como você pensa pode estar emperrando a sua vida&#8221;. Pergunto: como eu deveria estar pensando então? Li nesta mesma revista o artigo &#8220;A Vida pela Floresta&#8221;, de <a href="http://twitter.com/#!/felipedjeguaka" target="_blank">Felipe Milanez</a>, que retrata de modo tão simples, e simples é a vida na floresta, no campo, e o modo de pensar e de viver de centenas de famílias na região Norte. Exemplifico: &#8220;<em>Como é que um sujeito pode vender uma árvore que ele não plantou, não aguou, não cuidou, não gastou um centavo para fazer?</em>&#8221; José Claudio pergunta a seu amigo jornalista. E arremata: &#8220;<em>O que a natureza levou anos para fazer, o cara acaba em menos de uma hora</em>&#8220;. José Claudio e Maria é tema do artigo do jornalista. O casal foi assasinado. No meu artigo &#8220;<a href="http://www.diariodoverde.com/norte-nao-e-com-m/" target="_blank">Norte não é com M</a>&#8221; me referi ao casal.</p>
<p style="text-align: justify;">A Guarda Nacional foi acionada. Polícia Federal entrou em campo. A querida presidenta solicitou que tudo fosse investigado com apreço e afinco para que o(s) autor(es) dos disparos e o possível (suposto) mandante do crime fosse responsabilizado de modo exemplar. Mas deu no jornal: a motivação do crime, segundo o delegado, não foi motivado por questões ambientais, pelo ativismo do casal ou por qualquer outro motivo ecológico. Morreram porque estavam invadindo (&#8220;ocupando&#8221;) terreno que pertencia ao suposto mandante do assassinato. Os pistoleiros foram presos. Um deles seria parente do autor &#8220;<em>intelectual&#8221; </em>do homicídio. Interrogatórios, advogados, mandados de busca e apreensão, todo aquele emaranhado judicial. E o acontecido vai caindo no esquecimento. Como aquela castanheira de que fala José na conversa com o amigo jornalista: &#8220;<em>(&#8230;) você escuta o gemido dela, um ronco. E vai vendo as folhas mexendo, como vão dando adeus</em>&#8220;. Depois, o silêncio na mata.</p>
<p style="text-align: justify;">Será que talvez esse nosso modo de pensar esteja emperrando, enterrando, encerrando nosso modo de vida?</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez, parafraseando Eduardo Galeano: <em>Na luta do Bem contra o Mal (no campo) é sempre o povo quem contribui com os mortos</em>.</p>
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		<title>&#8220;Mormaço na Floresta&#8221; (II)</title>
		<link>http://diariodoverde.com/mormaco-na-floresta-ii/</link>
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		<pubDate>Sat, 25 Jun 2011 17:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Direito]]></category>
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		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Thiago de Mello]]></category>

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		<description><![CDATA[Transcrevo: “A este universo de água e de terra, de rio e de selva, chegou o homem. É recente a sua chegada. Só há dez mil anos, já sabem os cientistas, chegaram os índios à Amazônia e dela fizeram a sua morada. É portanto esse o tempo de sua fundação, do seu verdadeiro começo: o homem [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Transcrevo:</p>
<p style="text-align: justify;">“<em>A este universo de água e de terra, de rio e de selva, chegou o homem. É  recente a sua chegada. Só há dez mil anos, já sabem os cientistas, chegaram os  índios à Amazônia e dela fizeram a sua morada. É portanto esse o tempo de sua  fundação, do seu verdadeiro começo: o homem chegando para permanecer e para  amar</em> “ (p. 83).</p>
<p style="text-align: justify;">“<em>Da história desse homem primitivo, que dizer, o que chegou primeiro,  mais adiante um pouco eu vou contar. Assombroso contar. Porque é quase nada o  que dele ainda resta, escondido nos longes espessos da selva, agarrado ao sol de  sua inocência</em>” (p. 84).</p>
<p style="text-align: justify;">“<em>Depois outros chegaram. Os chamados brancos, com a cruz e o arcabuz, e o  sangue que ia ajudar a compor uma nova etnia, ao longo de quatro séculos de  aventura humana. Aventura que se prolonga, ainda hoje, marcada pelo signo do  desamor. Só que mais feroz. Extração, saque, destruição, extermínio. Como desde  o primeiro dia, os de fora continuam a chegar, cada vez mais poderosos de  ciência e cobiça, sabendo mais do que nós. A Amazônia, contudo, nos espera, a  nós, que a abandonamos</em>” (p. 85).</p>
<p style="text-align: justify;">(Fragmentos extraídos do livro Mormaço na Floresta – Thiago de Mello)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2771" title="Ribeirinhos" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Ribeirinhos.jpg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Embora, por vezes, considerado idealista, o tempo correu e Amadeu Thiago de  Melo, poeta, conciliou poesia e meio ambiente com política, sem viver com a  cabeça nas nuvens, alegre com seu reencontro com seu povo, embora “<em>ainda tão  oprimido e tão injustiçado, mas contente por saber que a consciência de grandes  setores da formação social do nosso país, grandes setores populares, adquiriram  uma consciência mais elevada dos seus direitos</em>”.</p>
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		<title>&#8220;Mormaço na Floresta&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jun 2011 20:30:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Thiago de Mello]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Nesta bacia drenada pelo rio por excelência, mais cedo ou mais tarde se há de concentrar a civilização do globo.&#8221; (Humboldt) Estive assistindo novamente o filme Apocalypto (Fox Film, 2006), de Mel Gibson, a procura de um detalhe para um outro trabalho que realizo e, de repente, não mais que de repente, me deparei pensando [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-size: 12px; text-align: right;"><span style="font-size: small;"><em>&#8220;Nesta bacia drenada pelo rio por excelência,  mais cedo ou mais tarde se há de concentrar a civilização do globo.&#8221;</em> (Humboldt)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Estive assistindo novamente o filme  <strong>Apocalypto</strong> (Fox Film, 2006), de Mel Gibson, a procura de um detalhe para  um outro trabalho que realizo e, de repente, <em>não mais que de repente</em>, me  deparei pensando nisso: um estória (ou história) que fala dos primórdios da  “civilização” nas américas, mas cujo título remete a passagem bíblica do fim dos  tempos (o Apocalipse). Mas esta idéia só tomou forma (a pior delas) na cena em  que o jovem Jaguar Paw depara-se com fugitivos moribundos de outra tribo que lhe  deixa uma impressão forte, a qual seu pai aconselha esquecer e não falar sobre.  O “Temor” nos olhos de seu igual.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Há algo de comum e familiar em um texto de Thiago  de Mello que reproduzo abaixo.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;"> </span></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=XylbBRdiRdI"><img class="aligncenter size-full wp-image-2749" title="Thiago de Mello" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/thiago-de-mello.jpg" alt="" width="473" height="315" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">“<em>É a grande Amazônia, toda ela  no trópico úmido, com a sua floresta compacta e atordoante, onde ainda palpita,  intocada e em vários lugares jamais surpreendida pelo homem, a vida que se foi  urdindo em verdes desde o amanhecer do terciário. Intocada e desconhecida em  muito de sua extensão e de sua verdade, a Amazônia ainda está sendo  descoberta.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><em> </em><span><em>Iniciada há quatro séculos, o seu descobrimento  ainda não terminou. E, no entanto, pelo que já se conhece da vida na Amazônia,  desde que o homem a habita, ergue-se das funduras das suas águas e dos altos  centros de sua selva um terrível temor: o de que essa vida esteja, devagarinho,  tomando o rumo do fim</em>”. (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=XylbBRdiRdI">Thiago de  Mello</a>, Mormaço na Floresta, pág. 81).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Eu não esqueci aquele olhar (e nem deveria),  porque há de se fazer como na canção de Gil: “<a href="http://letras.terra.com.br/gilberto-gil/46200/"><em>É preciso  estar atento e forte</em></a><a href="http://letras.terra.com.br/gilberto-gil/46200/"><em>/ Não  temos tempo de temer a morte</em>” (Divino Maravilhoso)</a></span></p>
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		<title>Queimadas e seca: um problema &#8220;natural&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 20:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Florestas]]></category>
		<category><![CDATA[Queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[Seca]]></category>

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		<description><![CDATA[A terra arde, e o verde, queima. Ligue a tv, leia os jornais, acesse qualquer grande portal (ou mesmo, pequeno) de notícias da internet, escute o rádio: nesta época do ano, só se fala nisso. Até porque, o clima é propício para tal fenômeno. Milhões de brasileiros, de norte a sul e leste a oeste [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;">
<div id="attachment_2645" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-large wp-image-2645" title="Incêndio Florestal" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/08/fogo_florestal-580x383.jpg" alt="Incêndio Florestal" width="580" height="383" /><p class="wp-caption-text">O Brasil perde, a cada ano, cerca de 15 mil km² de florestas naturais por causa de incêndios. Na América do Sul, são 40 mil km² queimados por ano.</p></div>
</div>
<div style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2646" title="Queimadas na Amazônia" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/08/queimadas-na-amazonia.jpg" alt="Queimadas na Amazônia" width="350" height="178" />A terra arde, e o verde, queima.</div>
<div style="text-align: justify;">Ligue a tv, leia os jornais, acesse qualquer grande portal (ou mesmo, pequeno) de notícias da internet, escute o rádio: nesta época do ano, só se fala nisso. Até porque, o clima é propício para tal fenômeno.</div>
<div style="text-align: justify;">Milhões de brasileiros, de norte a sul e leste a oeste do país, sofrem com os efeitos devastadores do tempo seco: que arrasa produções e cultivos; extermina a vida de muitos animais e demais seres; causa sérios problemas respiratórios; cansaço, fadiga e etc; e das queimadas: o fogo consome verozmente, tudo por onde passa, deixando seu rastro de destruição pelo caminho.<br />
Alia se aqui, os crimes ambientais, e o deslexo do cidadão: tocar fogo para limpar terreno, queimar móveis e quinquilharias, liberando carbono para a atmosfera, e o clássico ato de jogar a bituca de cigarro, no meio do mato, e soltar balões. Meio que fora de questionamento, mas isso ainda existe: o hábito de acender fogueiras para se aquecer ou mesmo para sinalização. Pronto: combinação perfeita para um incêndio de proporções avassaladoras, e mais trabalho para o corpo de bombeiros, que incessantemente tentam controlar as labaredas. E os parques ambientais e refúgios ecológicos, coitados, definham dia a dia: o fogo não dá trégua.<br />
Segundo dados de monitoramento de satélites do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), é perceptível um aumento considerável no número de focos de queimadas, em relação ao ano anterior. Mais precisamente:</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-2647" title="Queimadas" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/08/queimadas.jpg" alt="Queimadas" width="275" height="192" /></p>
<p>2009<br />
Junho: 1854<br />
Julho: 3135<br />
Agosto: 7412</p>
<p>2010<br />
Junho: 3399<br />
Julho: 9230<br />
01-29 Agosto: 33046/25977</p>
<div style="text-align: right;"><a href="http://sigma.cptec.inpe.br/queimadas/">CPTEC/INPE</a></div>
<hr />
Todavia, não podemos ser radicalistas a ponto de tacar a culpa em nós mesmos. Temos parte, ok, mas não toda ela. É uma outra parte da verdade (a outra face da moeda), que comumente não é posta em debate. Transpasso agora.<br />
Como deixei bem esclarecido, as queimadas e seca não são um problema restrito. Mas de proporções amplas, e de interesse nacional. E patente que isto não é algo que acontece só o Brasil: e sim em todo o mundo &#8211; por exemplo, a Rússia, que está com um índice elevado de queimadas, alta temperatura e período até da exposição para a população, da radioatividade de Chernobyl -, questionamentos que não convém ao caso.<br />
As queimadas e a seca são dois problemas inevitáveis (quando naturais), que são oriundos das variações climáticas e necessários aos ecossistemas. O que é problema para nós, quando moderado, é bem visto aos olhos da natureza. No Cerrado brasileiro, por exemplo, há grãos de determinadas sementes, que só germinam com a presença de fogo. Onde há predominação de gramíneas, o fogo também é um agente na reciclagem de nutrientes. Mais uma vez, a natureza nos surpreendende.</p>
<p><em><span style="font-size: x-small;">Referência Bilbiográfica:</span></em><span style="font-size: small;"> Enciclopédia do Estudante, Volume 1 &#8211; ECOLOGIA.</span></p>
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