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	<title>Diário do Verde &#187; Floresta Amazônica</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Divide Sim ou Divide Não</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Dec 2011 20:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Amanhã será realizado um plebiscito no meu Estado, o Pará (2° maior Estado da Federação e a 9ª em número populacional). SIM! Pra cá, NÃO e NÃO pra lá. Eu sou 55 e eles 77. Propagandas apelativas explorando a miséria e expondo nobres cidadãos paraenses ao extremo do ridículo. Uns falam das grandezas e riquezas do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/12/Contra-divisao-do-Para.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5651" title="Contra divisão do Pará" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/12/Contra-divisao-do-Para.jpg" alt="Contra divisão do Pará" width="500" height="288" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Amanhã será realizado um plebiscito no meu Estado, o <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Par%C3%A1" target="_blank">Pará</a></strong> (2° maior Estado da Federação e a 9ª em número populacional). SIM! Pra cá, NÃO e NÃO pra lá. Eu sou 55 e eles 77. Propagandas apelativas explorando a miséria e expondo nobres cidadãos paraenses ao extremo do ridículo. Uns falam das grandezas e riquezas do Estado, outros do “esquecimento” de um povo e de partilha (do que já é de todos por definição). E o assunto é tema das mais variadas, acaloradas e emotivas discussões de bar. Mas o que fica em segundo, ou terceiro, ou quarto plano, ou ainda escamoteado nos reais motivos dos que querem ou não dividir o Pará, ainda é a total ausência, principalmente nos debates públicos no que se refere às virtuais ameaças ao meio ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Os novos possíveis estados já nasceriam com a maior parte de seus territórios “ingovernáveis”, digo, são áreas de proteção permanentes (APPs), militares e da União. Os territórios “governáveis” reduzidos, a atração populacional decorrentes da geração de mais polos de emprego e a necessidades de desenvolvimento econômico exercerão enorme pressão sobre as áreas de proteção ambiental, através principalmente da expansão do agronegócio e do comércio. Como se não bastasse o caso <strong><a href="http://belomontedeviolencias.blogspot.com/" target="_blank">Belo Monte</a></strong> e um <strong><a href="http://www.codigoflorestal.com/" target="_blank">Código Florestal</a></strong> deficitário e tendencioso, novamente a Amazônia volta a ser foco nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Na melhor das hipóteses o plebiscito, que não é a decisão final, diga-se de passagem, pois é apenas um dos primeiros passos do processo de divisão, traz à tona a discussão do modelo de desenvolvimento arcaico da década de 70 do século passado proposto para a Amazônia, do tempo do “Milagre Econômico”, em que rasgava a selva em teias de estradas, na pata do boi e no avanço desorganizado de frentes econômicas. Boa parte das cidades que surgiram neste <em>bum</em>, as margens da Transamazônica demonstram a inépcia deste modelo de desenvolvimento e sua ação predatória na fauna e flora amazônica.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida a população paraense é soberana nas decisões do que fazer do Estado, “<em>mas esta é uma discussão que definitivamente diz respeito a todo o país. Não apenas pela fatura, que será paga por todos, mas pelo destino de uma região cuja sorte sempre foi escrita por mãos de outras paragens</em>” (<strong><a href="http://www.lucioflaviopinto.com.br/" target="_blank">Lúcio Flávio Pinto</a></strong>).</p>
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		<title>Belo Monte, Prenúncios.</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 08:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Nos teus olhos opacos aprendo o que nos distingue. Já repartes comigo a ciência e a paciência. Quero contigo repartir a esperança, estrela vigilante em minha fronte e em teu olhar apenas um tição encharcado de engano e cativeiro.&#8220; (Lição de Escuridão, Thiago de Mello) Presumo ser este meu quarto artigo mencionando Belo Monte. E [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: right;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/12/Belo-Monte-Anuncio-de-uma-Guerra.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5346" title="Belo Monte - Anúncio de uma Guerra" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/12/Belo-Monte-Anuncio-de-uma-Guerra.jpg" alt="Belo Monte - Anúncio de uma Guerra" width="580" height="385" /></a></p>
<p style="text-align: right;">&#8220;<em>Nos teus olhos opacos</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>aprendo o que nos distingue.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Já repartes comigo a ciência e a paciência.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Quero contigo repartir a esperança,</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>estrela vigilante em minha fronte</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>e em teu olhar apenas um tição</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>encharcado de engano e cativeiro.</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: right;">(<em>Lição de Escuridão</em>,<strong> Thiago de Mello</strong>)</p>
<p style="text-align: justify;">Presumo ser este meu quarto artigo mencionando Belo Monte. E tudo se encaminha para, como se diz na gíria, ser uma &#8220;<em>parada dada</em>&#8220;. O que se vê na TV é para, e somente, para a TV. Hoje no Globo Repórter (02/12/2011), e em quase todos os programas da TV que mostram a natureza como esse &#8220;impávido colosso&#8221;, a Amazônia, rica, deslumbrante e misteriosa, lançam uma cortina de fumaça sobre os reais problemas e dificuldades que a região e seu povo enfrentam. Parece que nossa consciência e raciocínio mudam conforme muda-se o canal de TV.</p>
<p style="text-align: justify;">A voz gutural do narrador diz que a &#8220;natureza é equilibrada&#8221;, que a unidade garante o todo, e o todo protege o indivíduo. Nesta premissa de que a parte está no todo e o todo esta nas partes, em se tratando da natureza desconsidere a participação humana. O homem considera-se à parte do todo e age ou comporta-se como se fosso o único todo. O Homem não é equilibrado.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma iniciativa inovadora um grupo de pessoas, da produtora <a href="http://www.cinedelia.com/Site/Quem_Somos.html" target="_blank"><strong>Cinedelia</strong></a>, buscam recursos financeiros, num esforço coletivo, para finalizar uma obra em vídeo, um documentário, que possui 120 horas de imagens sobre Belo Monte. Como a floresta que tem sua parte representada no todo e esse todo é mais que a soma de suas partes, já não é sem tempo de participarmos desse todo, ao menos engrossar este coro, porque pior do que o escuro é o silêncio da mata.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para saber mais acesse:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://catarse.me/en/projects/459-belo-monte-anuncio-de-uma-guerra" target="_blank">http://catarse.me/en/projects/459-belo-monte-anuncio-de-uma-guerra</a><br />
<a href="http://blog.catarse.me/" target="_blank">http://blog.catarse.me/</a><br />
<a href="http://revistaforum.com.br/idelberavelar/2011/11/24/bibliografia-comentada-50-leituras-sobre-o-ecocidio-de-belo-monte-1%C2%AA-parte/" target="_blank">http://revistaforum.com.br/idelberavelar/2011/11/24/bibliografia-comentada-50-leituras-sobre-o-ecocidio-de-belo-monte-1%C2%AA-parte/</a></p>
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		<title>Belo Monte e as coisas que ignoramos</title>
		<link>http://diariodoverde.com/belo-monte-e-as-coisas-que-ignoramos/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 00:40:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Monte]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Código Florestal]]></category>
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		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Gota D'Água]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;E aquilo que nesse momento se revelará aos povos Surpreenderá a todos, não por ser exótico Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto Quando terá sido o óbvio&#8221; (Um Índio, Caetano Veloso) Na minha profissão ouço de tudo um pouco, muito sobre a mesma coisa e as vezes quase nada do que realmente [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: right;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/11/India.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5301" title="Índia" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/11/India.jpg" alt="Índia" width="580" height="521" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;E aquilo que nesse momento se revelará aos povos<br />
Surpreenderá a todos, não por ser exótico<br />
Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto<br />
Quando terá sido o óbvio</em>&#8221; (<strong>Um Índio</strong>, Caetano Veloso)</p>
<p style="text-align: justify;">Na minha profissão ouço de tudo um pouco, muito sobre a mesma coisa e as vezes quase nada do que realmente deveríamos falar. Muitos conceitos, definições pseudo-intelectuais e descobridores de pólvora. A encenação e o drama presentes em cada posicionamento e uma máscara para cada verbo.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui no Pará segue mornamente uma campanha para o plebliscito que poderá dividir o Estado, para dar origem a 02 (dois) novos Estados (Carajás e Tapajós), e ao que parece não ser de interesse nacional, como se fosse uma discussão doméstica. Mas caro leitor, em caso de divisão, não ignore que o fato afetará você onde quer que esteja neste Brasil. Assim como a construção de Belo Monte. O assasinato de líderes indígenas e de movimentos sociais. Grilagem de terras. Exploração ilegal de madeiras nobres. Um código florestal retrógrado.  Trabalho escravo no campo. Desvio de verbas públicas&#8230; Tenho tentado refletir um pouco sobre isto em meus artigos.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto há aqueles que se irritam e se empatam porque atores &#8220;globais&#8221; encabeçam um movimento &#8220;politicamente correto&#8221; em relação ao meio ambiente. Reações de desdém com traços coléricos. Chacotas humorísticas. Bravatas. O que me leva a crer estar superada a geração do &#8220;ser e ter&#8221;. Basta agora &#8220;parecer ter&#8221;. A evolução das mídias sociais fomentaram uma cultura que se basta nas aparências e replicação de coisas, ditas de maneira diferente (e gente, reciclagem é outra coisa!). É o mais do mesmo. O<em> status quo</em> hoje pode ser um <em>fake </em>e portanto efêmero, tanto quanto os BBB&#8217;s, CQC&#8217;s e Rafinhas Bastos da vida, que para continurem a <em><strong>a-parecer</strong></em> necessitam de declarações polêmicas (tanto quanto o famoso &#8220;mamilos polêmicos&#8221;), inconvenientes e preconceituosas.</p>
<p style="text-align: justify;">Prezo dar voz a todos e repudio qualquer forma de amordaçar o povo. Sem querer entrar no mérito das qualificações e competências artísticas dos &#8220;globais&#8221;, mas pelo menos estes dignificam-se em encapar a luta pelo bem estar social e do meio ambiente emprestando sua voz a pessoas comuns, indo a público sinalizar a indignação, a inquietação e a inconformidade com o que está aí posto.</p>
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		<title>Áreas de Conservação Ambiental no Pará</title>
		<link>http://diariodoverde.com/areas-de-conservacao-ambiental-no-para/</link>
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		<pubDate>Sat, 15 Oct 2011 15:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Sou caipira, sede urbana dos matos Um caipora que nasceu na cidade Um curupira de gravata e sapatos Sem nome e sem dinheiro Sou mais um brasileiro Olhando Belém enquanto uma canoa desce um rio E o curumim assiste da canoa um boing riscando o vazio Eu posso acreditar que ainda da pra gente viver [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Sou caipira, sede urbana dos matos<br />
Um caipora que nasceu na cidade<br />
Um curupira de gravata e sapatos<br />
Sem nome e sem dinheiro<br />
Sou mais um brasileiro<br />
Olhando Belém enquanto uma canoa desce um rio<br />
E o curumim assiste da canoa um boing riscando o vazio<br />
Eu posso acreditar que ainda da pra gente viver numa boa<br />
Os rios da minha aldeia são maiores do que os de Fernando Pessoa<br />
(e o sol da manhã rasga o céu da Amazônia )</em>&#8221; (<a href="http://letras.terra.com.br/nilson-chaves/221048/" target="_blank">Olhando Belém, Nilson Chaves</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Vitoria-Regia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4749" title="Vitória-Régia" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Vitoria-Regia.jpg" alt="Vitória-Régia" width="580" height="542" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Pará é um Estado cuja área territorial corresponde a algo em torno  de 1.247.689,515 km², e representa o segundo maior Estado do país em superfície,  ocupando aproximadamente 16% do território nacional. No artigo <a href="http://www.diariodoverde.com/divisao-do-para-ameaca-unidades-de-conservacao/"><strong>Divisão do Pará ameaça Unidades de  Conservação</strong></a>, faço menção a possibilidade de divisão do Pará em mais  dois Estados (Carajás e Tapajós) e a possibilidade deste fato ameaçar a  integridade das Unidades de Conservação (UCs) já existentes no Estado.  Ressaltando que ainda há processos de criação de novas UCs, em fase de consulta  pública, que discutirá a criação de mais oito (08) novas unidades, quais  sejam:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Floresta Nacional/Estadual de Trairão, nos municípios de Itaituba, Rurópolis  e Trairão;</li>
<li>Floresta Nacional/Estadual do Amaná, nos municípios de Itaituba e  Jacareacanga;</li>
<li>Área de Proteção Ambiental Tapajós, nos municípios da Itaituba,  Jacareaganga, Novo Progresso e Trairão;</li>
<li>Floresta Nacional/Estadual do Crepori, no município de Jacareacanga;</li>
<li>Floresta Nacional/Estadual do Jamanxim, nos minicípios de Itaituba e Novo  Progresso;</li>
<li>Parque Nacional/Estadual do Jamanxim, nos municípios de Itaituba e Trairão;</li>
<li>Floresta Estadual do Iriri, no município de Altamira;</li>
<li>Parque Nacional/Estadual do Rio Novo, nos municípios de Itaituba e Novo  Progresso.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Além de discutir a ampliação do <strong><a href="http://www.brasil.gov.br/localizacao/parques-nacionais-e-reservas-ambientais/parque-nacional-da-amazonia-pa-am" target="_blank">Parque Nacional da Amazônia</a></strong>, tal discussão  engloba uma área de 7.369.575 hectares, num total superior ao estado da Bahia  (!).</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto as áreas de proteção, são estas:</p>
<p><strong>► Área de Proteção Ambiental</strong></p>
<ul style="text-align: justify;"></ul>
<p><strong>► UF: PA</strong></p>
<ul style="text-align: justify;"></ul>
<p style="text-align: justify;"><strong> ► Nome da Unidade (Total: 10)</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><a href="http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&amp;idEstrutura=119&amp;idConteudo=9677&amp;idMenu=11809" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA ILHA DO COMBU</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=1025" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA REGIÃO METROLPOLITANA DE  BELÉM</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=1024" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE ALGODOAL-MAIANDEUA</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=1026" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SÃO GERALDO DO ARAGUAIA</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=1023" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=22" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO IGARAPÉ GELADO</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=1029" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=268" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO TAPAJÓS</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=1028" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PAYTUNA</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=1039" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL TRIUNFO DO XINGU</a></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">O plebiscito que poderá reconfigurar os limites do Pará implicará em mudanças socioeconômicas, ambientais, políticas e legislativas, as quais incidirão sobre as práticas de conservação e conquistas socioambientais de longos anos de luta. Como se não bastasse o imbróglio das discussões do <a href="http://www.codigoflorestal.com/" target="_blank">Código Florestal</a>, redesenhar (desenhar novamente) os perfis do Pará incorrerá, em uma metáfora, no uso daquelas borrachas que se dizem apagar o traço da caneta, mas que rasgará o papel (de conquistas prescritas em lei) e no lugar do lápis a eficiente e moderna motosserra.</p>
<p><strong>Fontes</strong>:</p>
<p>► <a href="http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&amp;idEstrutura=119&amp;idConteudo=9677&amp;idMenu=11809" target="_blank">Ministério do Meio Ambiente (MMA)</a> &#8211; (Link)<br />
► <a href="http://360graus.terra.com.br/ecologia/default.asp?did=15100&amp;action=news" target="_blank">Ecologia: Pará ganha mais nove unidades de conservação ambiental</a> &#8211; (Link)</p>
<ul style="text-align: justify;"></ul>
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		<title>Humanos, demasiado humanos</title>
		<link>http://diariodoverde.com/humanos-demasiado-humanos/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 20:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
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		<category><![CDATA[Floresta Amazônica]]></category>
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		<description><![CDATA[Dizem que as mulheres preocupam-se com beleza, amor, filhos, família, que são delicadas, emotivas. Porque esta é a sua natureza. Dizem dos homens que são fortes, duros, insensíveis, práticos, destemidos e competitivos. Porque esta é a sua natureza. Tal ideia pressupõe que há uma natureza humana universal. Conforme Marilena Chauí, &#8220;dizer que alguma coisa é [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/humano_demasiado_humano.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4342" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/humano_demasiado_humano-580x448.jpg" alt="humano demasiado humano" width="406" height="314" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Dizem que as mulheres preocupam-se com beleza, amor, filhos, família, que são delicadas, emotivas. Porque esta é a sua natureza. Dizem dos homens que são fortes, duros, insensíveis, práticos, destemidos e competitivos. Porque esta é a sua natureza. Tal ideia pressupõe que há uma natureza humana universal.</p>
<p style="text-align: justify">Conforme <em>Marilena Chauí</em>, &#8220;<em>dizer que alguma coisa é <strong>natural </strong>ou</em><em> <strong>por natureza</strong> significa dizer que existe necessária e universalmente como efeito de uma causa necesária e universal</em>&#8221; (in Filosofia. Ed Ática. p. 124)*. A causa que ela se refere é a Natureza, a qual não depende da ação ou intenção do ser humano, como destes não depende a lei gravitacional ou a fotossíntese por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify">Contudo as pretensões humanas (em seus egoísmos e narcisismos exacerbados) promovem através dos meios de comunicação de massa um discurso de inversão de valores e julgam que a Natureza nos deve servir. O mundo está aí para nosso usufruto e prazer.</p>
<p style="text-align: justify">Em matéria do Fantástico (Rede Globo) da semana passada (salvo engano), discutiu-se a possibilidade (real ou imaginária) do homem ter criado (acidentalmente ou pesquisando?) equipamentos e maquinários capazer de alterar condições climáticas e geológicas, cuja finalidade original tenha se confundido, quem sabe, com fins militares (?). Agora a formação de nuvens em linhas estranas no céu, tempestades fora de época, tremores de terra ou qualquer mudança no clima ou no solo estão sob suspeita. Teorias de conspiração e paranoias a parte, revigora-se os tempos da Guerra Fria, que nesta versão mais atualizada pode não ser tão fria assim e cheia de efeitos colaterais. Se eu não gosto daquele povozinho do leste mando uma seca assolar seus campos, afogo suas cidades numa tsunami, os do sul arraso seu litoral com um tufão, demolimos seus prédios com tremores de terra, desmantelamos seu sistema de energia com raios, cobrimos seu céu com cinzas vulcânicas. Aquele pessoalzinho do oriente tá incomodando, despeja-se mais CO<sub>2</sub> na sua atmosfera.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.jornalpequeno.com.br/Fotos/JP22358.63049.D.jpg" alt="" width="471" height="175" /></p>
<p style="text-align: justify">Ainda existe a grande ilusão de que a Ciência é neutra, isenta e imparcial. Criou-se uma perigosa inversão de conceitos e valores, ideias e intenções. A guerra que se trava tem sido contra a Terra. Emitimos mais gases poluentes, despejamos mais lixo, exploramos (exaurimos) ao máximo os recursos naturais. Como diz nosso colega <a href="http://www.diariodoverde.com/o-aquecimento-global-e-uma-farsa/"><strong>Rafael Morais Chiaravalloti</strong></a>, estamos acelerando o processo.</p>
<p style="text-align: justify">Mas por via das dúvidas, a quem interresar possa, aos que pretendem tomar a Amazônia (sonho de muitas superpotências), um aviso: nós temos a <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pororoca" target="_blank">Pororoca</a>.</strong></p>
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		<title>A Floresta brinca</title>
		<link>http://diariodoverde.com/a-floresta-brinca/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Sep 2011 14:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Brinquedos artesanais]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Vire e mexe ganho uns &#8220;agrados&#8221; (presentes) dos usuários que acompanho no centro de saúde que trabalho. Paneiros de açaí, sacos com buriti, uxi, ingá, taperebá, tucumã, cacau, manga, etc. Aromas e sabores infindáveis. São 09 anos acompanhando os dramas e vicissitudes de uma parcela da população do interior do Brasil. São crianças, mulheres e todos que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vire e mexe ganho uns &#8220;agrados&#8221; (presentes) dos usuários que acompanho no centro de saúde que trabalho. Paneiros de açaí, sacos com buriti, uxi, ingá, taperebá, tucumã, cacau, manga, etc. Aromas e sabores infindáveis. São 09 anos acompanhando os dramas e vicissitudes de uma parcela da população do interior do Brasil. São crianças, mulheres e todos que buscam algum auxílio ou conforto para as mais diversas enfermidades. Escuto a todos. Embora, as vezes, por mais parco que me pareça ser este gesto, o &#8220;pouco&#8221; que lhes ofereço é tudo o que eles mais precisam. E mostram-se incrivelmente gratos e em dívida comigo, por algo que nada mais é que um dever, uma obrigação e compromisso profissional. E muitos acham que é um favor, inclusive aqueles que sabem que não o é.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Miriti.jpg"><img class="size-large wp-image-4254 aligncenter" title="Miriti" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Miriti-580x302.jpg" alt="Miriti" width="580" height="302" /></a>Mas hoje lembrei-me em especial de um destes &#8220;agrados&#8221; que recebi de um dos usuários: uma réplica artesanal de um típico barco da Amazônia. Em escala reduzida, com motor de bobina e pilha (também artesanal), com hélices e leme móveis, todo confeccionado em miriti, e utilizando tampas de refrigerante, partes de canetas esferográficas e barbante. O usuário/artesão é um adolescente portador de transtorno mental.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é uma das muitas brincadeiras das crianças daquela comunidade ribeirinha e Amazônidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não se sabe ao certo como e quando iniciou-se a utilização do Miriti como matéria artesanal. Sabe-se porém, que há pelo menos 200 anos ele tem sido utilizado para se confeccionar brinquedos. Estes são populares e em geral aparecem durante as festividades religiosas como o Círio de Nazaré, que atrai milhões de devotos ao Estado do Pará. E assim ele vai avançando nas décadas como protagonista versátil e importante instrumento para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. Uma vez que dele muito se aproveita:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;<em>Tem várias utilidades. À margem dos roçados e seringais fornece a palha para cobrir cabanas. Do broto ou grelo tira-se a envira, fibra que serve para tecer maqueiras (redes artesanais), tapetes e bolsas. A tala, tirada das folhas, fornece meios para os artesãos tecerem paneiros, tipitis, cestos, balaios e, ainda, para esculpir brinquedos de formas variadas, como cobras, pombinhas, soca-socas, barcos, araras, jacarés e tatus, entre outros. A fruta, o miriti, é fonte de alimento vitamínico, degustada com farinha e açúcar. Dela são feitos licor e vinho, servindo também para aguar o tradicional mingau de farinha-d&#8217;água ou arroz. Do fruto ainda se extrai a tinta para pintar brinquedos e quadros originais</em>&#8220;. (Fonte: <a href="http://www.cdpara.pa.gov.br/miriti.php" target="_blank">http://www.cdpara.pa.gov.br/miriti.php</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">E mais recentemente seu fruto tem sido utilizado amplamente pela indústria cosmética.<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/fruto-Miriti.jpeg"><img class="alignright size-full wp-image-4256" title="fruto Miriti" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/fruto-Miriti.jpeg" alt="fruto Miriti" width="270" height="187" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Então lembrei-me também do artigo <strong>&#8220;<a href="http://www.diariodoverde.com/o-que-e-sustentabilidade/">Defina Sustentabilidade em 7 palavras</a></strong>&#8220;, do nosso colega <strong><a href="http://www.diariodoverde.com/author/rafaelmochi/">Rafael Morais Chiaravalloti</a></strong>, e me pergunto se os professores compreenderam a resposta!</p>
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		<title>As matas do Utinga</title>
		<link>http://diariodoverde.com/as-matas-do-utinga/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 Sep 2011 01:02:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[Parque Ambiental do Utinga]]></category>
		<category><![CDATA[recursos hídricos]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Vem ver comigo o rio e suas leis. Vem aprender a ciência dos rebojos, vem escutar os cânticos noturnos no mágico silêncio do igapó.&#8221; (Thiago de Mello) Com uma área equivalente a mais de 1.300 estádios de futebol (cerca de de 1.340 hectares), o Parque Estadual do Utinga é a maior área de conservação da natureza [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">&#8220;<em>Vem ver comigo o rio e suas leis.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Vem aprender a ciência dos rebojos,</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>vem escutar os cânticos noturnos</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>no mágico silêncio do igapó.</em>&#8221; (Thiago de Mello)</p>
<div id="attachment_4083" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Parque-Estadual-do-Utinga.jpg"><img class="size-large wp-image-4083" title="Parque Estadual do Utinga" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Parque-Estadual-do-Utinga-580x386.jpg" alt="Parque Estadual do Utinga" width="580" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">Alunos da E.E.E.F.M Dr. Paulo Fontelles de Lima</p></div>
<p style="text-align: justify;">Com uma área equivalente a mais de 1.300 estádios de futebol (cerca de de  1.340 hectares), o<strong> Parque Estadual do Utinga</strong> é a maior área de  conservação da natureza com proteção integral aberta à visitação da Região  Metropolitana de Belém. Sob administração da Secretaria Estadual de Meio  Ambiente (Sema), o parque recebe diariamente visitação média de cerca de 100  pessoas. O Parque do Utinga é considerado um dos últimos ecossistemas  conservados na Região Metropolitana de Belém.</p>
<p style="text-align: justify;">O Parque do Utinga foi criado em 1993, e recebe anualmente cerca de 30 mil  visitantes. Devido à grande extensão da área, para o controle e fiscalização dos  visitantes, o Parque conta com a proteção do Batalhão de Polícia Ambiental, que  atua na segurança dos visitantes e dos animais da área.</p>
<p style="text-align: justify;">Frequentemente associado aos Lagos Bolonha e Água Preta, que lá se encontram  e são responsáveis por abastecer cerca de 60% da água potável as residências dos  municípios de Belém, Marituba e Ananindeua, através da Companhia de Saneamento  do Pará (Cosanpa), o Parque ainda recebe em seu espaço o Exército e a Empresa  Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que utilizam a área para  desenvolver atividades e pesquisas.</p>
<div id="attachment_4084" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Lago-Bolonha.jpg"><img class="size-full wp-image-4084" title="Lago Bolonha" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Lago-Bolonha.jpg" alt="Lago Bolonha" width="580" height="435" /></a><p class="wp-caption-text">Lago Bolonha</p></div>
<p style="text-align: justify;">A grande dimensão do parque e suas áreas de floresta de terra firme, várzea e  igapós, onde estão dispersos uma infinidade de mamíferos, répteis, anfíbios e  insetos, além da grande variedade de aves e flora diversificada, atrai as mais  diversas atividades, ideal para praticar exercícios físicos como a  caminhada, ou para fazer trilhas. Existem sete opções de trilhas para receber os  visitantes: a do Macaco e do Bolonha (as mais antigas), e as mais recentes (em  fase de estruturação): a da Castanheira, da Jararaca, da Mariana, da Água Preta  e da Acapu. Além de uma que será específica para as <strong>crianças</strong>. Entre as atividades, os policiais também acompanham os visitantes em  exposições, trilhas ecológicas e caminhadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Um projeto de revitalização foi planejado em 2010. O projeto do parque  ambiental prevê a construção de um grande pórtico com área de recepção, Centro  de Exposição, Centro de Convenções para 100 lugares e restaurante na beira do  lago, que servirão para o lazer e a educação ambiental para a população e  turistas, além de ciclovias, áreas para a melhor idade, tudo monitorado  eletronicamente e com instrutores disponíveis para dar orientação à população. O  objetivo da ação é integrar esta área ao convívio das pessoas e ampliar as  atividades de educação ambiental, em especial com as escolas. A proposta prevê a  transformação do parque em um grande pólo para o turismo de negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, a acelerada expansão urbana e o crescimento regional não param de  ameaçar as áreas de proteção ambiental na Região Metropolitana de Belém.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Serviço</strong>: O Parque Estadual do Utinga é aberto à visitação de  segunda à sexta, das 06 às 14h, e aos sábados e domingos, das 8 às 12h. Para  escolas, instituições e demais grupos acima de 15 pessoas, o agendamento com  trilhas e outras atividades é feito no local. O Parque fica localizado na  <strong>Avenida João Paulo II próximo ao bairro do Utinga</strong>. Mais  informações pelos telefones <strong>(91) 3276-2778</strong> e  <strong>3184-3613</strong> e pelo e-mail <a href="mailto:parquedoutinga@sema.pa.gov.br"><strong>parquedoutinga@sema.pa.gov.br</strong></a>.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;">A palavra <strong>Utinga</strong>, é uma expressão tupi, que  significa Rio ou Riacho de Águas claras.</span></p>
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		<title>Divisão do PARÁ Ameaça Unidades de Conservação</title>
		<link>http://diariodoverde.com/divisao-do-para-ameaca-unidades-de-conservacao/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Aug 2011 16:36:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Divisão do Pará]]></category>
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		<category><![CDATA[Floresta Amazônica]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Olhe vá em frente Não se esqueça Liberdade dentro da cabeça E a cabeça fora do que há De mal prá você&#8230; (O Carcará e a Rosa &#8211; Natiruts) Antes de mais alguma coisa quero afirmar: esta é uma opinião pessoal, particular de um cidadão paraense – Eu. Penso que nos últimos tempos ando meio indignado [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>Olhe vá em frente<br />
Não se esqueça<br />
Liberdade dentro da cabeça<br />
E a cabeça fora do que há<br />
De mal prá você</strong>&#8230; </em>(O Carcará e a Rosa &#8211; Natiruts)</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de mais alguma coisa quero afirmar: esta é uma opinião pessoal,  particular de um cidadão paraense – Eu.</p>
<p style="text-align: justify;">Penso que nos últimos tempos ando meio indignado como uma série de coisas. Há  algo de podre no reino de Santa Maria do Grão Pará. E não é de hoje. As  discussões a cerca da divisão Pará, gerando dois novos Estados (Tapajós e  Carajás), passam a ter a partir deste semestre seus representantes legalmente  constituídos (rostos e nomes). Comissões “<em>pró</em>” e “<em>contra</em>”,  <em>marketeiros</em> de plantão, políticos, empresários, pecuaristas se  articulam como nas campanhas eleitorais para convencer a população do que é  melhor para o Estado (ou para quem vive por estas bandas) de um lado. Ou do que  poderá sobrar do processo de separação.</p>
<p style="text-align: justify;">De onde eu vejo e como vejo, mais me parece aquele velho processo de  sesmarias, das capitanias hereditárias e demais projetos de colonização de nosso  continente. A preocupação que me ocorre (e é um dos meus argumentos contra a  divisão) refere-se as Unidades de Conservação (UCs) já estabelecidas (embora não  funcionem devidamente como o ideal).</p>
<p style="text-align: justify;">Em artigo do <strong>Estadão,</strong> Karina Ninni e seus entrevistados  visualizam riscos para as UCs:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;<em>Posso dizer que a divisão deverá ser muito impactante do  ponto de vista ambiental&#8221;, diz o diretor do Museu Paraense Emílio Goeldi, Nilson  Gabas. Ele enxerga um grande problema: a quebra das unidades de conservação  (UCs) estaduais.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;O que se desenha é o seguinte: um Estado recém-criado que  precisa se desenvolver e imensas áreas preservadas por UCs em nível estadual –  só que protegidas por um Estado que já não existe. E como vai se desenvolver o  novo Estado? É provável que pela derrubada de mata e plantio de soja ou criação  de gado&#8221;, raciocina o diretor do museu. &#8220;Acredito que assistiremos a tentativas  de revogação de UCs estaduais no Tapajós.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Segundo Gabas, na partilha o Pará deve concentrar o setor de  serviços, a criação de gado e, talvez, o plantio de dendê para extração de óleo  de palma. Já Carajás ficaria com a mineração e a criação de gado e Tapajós com o  setor energético – o que inclui a Usina de Belo Monte e o complexo hidrelétrico  Tapajós –, além da mineração, das florestas e do plantio de grãos.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Ainda conforme o artigo os novos Estados teriam de criar políticas próprias  contra o desmatamento, especialmente se houver mudanças nas UCs. O desmatamento  no possível território do Tapajós “<em>dá uma boa amostra do imbróglio que se  avizinha. Embora a área afetada na região até 2009 tenha sido menor que nos dois  vizinhos, entre 2008 e 2009 Tapajós registrou o maior aumento da taxa de  desmatamento entre os três. Ao todo foram cortados 53,9 quilômetros quadrados,  segundo o Idesp”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Teoricamente o Pará ficaria como no infográfico:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/mapa-do-PA.jpg"><img class="size-full wp-image-3499 aligncenter" title="mapa do PA" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/mapa-do-PA.jpg" alt="mapa do PA" width="450" height="540" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Estudem, pesquisem, busquem informações. A discussão está rolando há pelo  menos 20 anos. Acho estranho que o alto do muro seja um lugar confortável para  quem não é gato, e nos respondem ao serem questionados sobre este processo com  um melancólico e titubeante: “<em>ainda não tenho uma opinião formada</em>”. Não  é pecado se sua opinião não condiz com as dos demais. A isto chamamos de  liberdade de expressão, a base da democracia. Que venha o plebiscito.</p>
<p style="text-align: justify;">E como diria Dada Maravilha: “Não me venham com problemáticas, o que quero é  saber é das <em>solucionáticas!</em>”</p>
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		<item>
		<title>A Vida pela Floresta</title>
		<link>http://diariodoverde.com/a-vida-pela-floresta/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Jul 2011 14:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Amazônica]]></category>
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		<category><![CDATA[José Claudio]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes no Campo]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Simples]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal&#8221; (Chico Buarque) Esta semana li um artigo da revista Vida Simples (Edição 108. Agosto/2011), cujo título de capa é &#8220;Desafie suas crenças&#8221;. Em um subtítulo elucidativo: &#8220;A maneira como você pensa pode estar emperrando a sua vida&#8221;. Pergunto: como eu deveria estar pensando então? Li nesta mesma [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">&#8220;<strong><em><a href="http://letras.terra.com.br/chico-buarque/71165/" target="_blank">Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal</a></em></strong>&#8221; (Chico Buarque)</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/07/floresta.jpg"><img class="size-full wp-image-3379 aligncenter" title="floresta" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/07/floresta.jpg" alt="floresta" width="500" height="333" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Esta semana li um artigo da revista <a href="http://vidasimples.abril.com.br/" target="_blank">Vida Simples</a> (Edição 108. Agosto/2011), cujo título de capa é &#8220;Desafie suas crenças&#8221;. Em um subtítulo elucidativo: &#8220;A maneira como você pensa pode estar emperrando a sua vida&#8221;. Pergunto: como eu deveria estar pensando então? Li nesta mesma revista o artigo &#8220;A Vida pela Floresta&#8221;, de <a href="http://twitter.com/#!/felipedjeguaka" target="_blank">Felipe Milanez</a>, que retrata de modo tão simples, e simples é a vida na floresta, no campo, e o modo de pensar e de viver de centenas de famílias na região Norte. Exemplifico: &#8220;<em>Como é que um sujeito pode vender uma árvore que ele não plantou, não aguou, não cuidou, não gastou um centavo para fazer?</em>&#8221; José Claudio pergunta a seu amigo jornalista. E arremata: &#8220;<em>O que a natureza levou anos para fazer, o cara acaba em menos de uma hora</em>&#8220;. José Claudio e Maria é tema do artigo do jornalista. O casal foi assasinado. No meu artigo &#8220;<a href="http://www.diariodoverde.com/norte-nao-e-com-m/" target="_blank">Norte não é com M</a>&#8221; me referi ao casal.</p>
<p style="text-align: justify;">A Guarda Nacional foi acionada. Polícia Federal entrou em campo. A querida presidenta solicitou que tudo fosse investigado com apreço e afinco para que o(s) autor(es) dos disparos e o possível (suposto) mandante do crime fosse responsabilizado de modo exemplar. Mas deu no jornal: a motivação do crime, segundo o delegado, não foi motivado por questões ambientais, pelo ativismo do casal ou por qualquer outro motivo ecológico. Morreram porque estavam invadindo (&#8220;ocupando&#8221;) terreno que pertencia ao suposto mandante do assassinato. Os pistoleiros foram presos. Um deles seria parente do autor &#8220;<em>intelectual&#8221; </em>do homicídio. Interrogatórios, advogados, mandados de busca e apreensão, todo aquele emaranhado judicial. E o acontecido vai caindo no esquecimento. Como aquela castanheira de que fala José na conversa com o amigo jornalista: &#8220;<em>(&#8230;) você escuta o gemido dela, um ronco. E vai vendo as folhas mexendo, como vão dando adeus</em>&#8220;. Depois, o silêncio na mata.</p>
<p style="text-align: justify;">Será que talvez esse nosso modo de pensar esteja emperrando, enterrando, encerrando nosso modo de vida?</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez, parafraseando Eduardo Galeano: <em>Na luta do Bem contra o Mal (no campo) é sempre o povo quem contribui com os mortos</em>.</p>
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		<title>Biomas do Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 22:45:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Caatinga]]></category>
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		<category><![CDATA[Semana do Meio Ambiente e da Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Zonas Litorâneas]]></category>

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		<description><![CDATA[A natureza "canarinho", em suas múltiplas faces.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Bioma</strong> é um conjunto de ecossistemas que formam uma comunidade estável e desenvolvida, adaptada às condições naturais de uma região e geralmente caracterizada por um tipo principal de vegetação. Abaixo, você tem a divisão do Brasil em nove biomas. Naturalmente, trata-se de uma classificação geral, pois no território brasileiro combinam-se vários tipos de ecossistema, de clima, de vegetação, de solo e de relevo, criando uma gama de sistemas ambientais em mudança constante.<br />
A formação dos biomas contou com a importante ação da espécie humana, atuante milhares de anos atrás. Com o uso do fogo, os homens ampliaram o cerrado, bem como agiram de forma decisiva na expansão da região das castanheiras, no Norte, e da floresta de araucárias, no Sul. Caçadores-coletores, cerca de 8 mil anos atrás, queimavam as matas nas bordas da Amazônia como técnica de caça. Há cerca de 4 mil anos, índios começavam a pôr fogo no coração da floresta para plantar, criando a técnica da coivara e modificando a configuração da mata.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CAATINGA</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Caatinga.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2048" title="Caatinga" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Caatinga-580x463.jpg" alt="" width="580" height="463" /></a>Abrigando o sertão nordestino, a caatinga tem uma vegetação típica de regiões semiáridas, com perda de folhas na estação seca. Sua área, de cerca de 800 mil quilômetros quadrados, registra secas prolongadas. Caatinga é uma palavra originária do tupi-guarani que significa &#8220;mata branca&#8221; (alusão às plantas sem folhas). Único sistema ambiental exclusivamente brasileiro, está presente nos estados do Ceará, do Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Pernambuco, de Sergipe, de Alagoas, da Bahia, do Piauí e do norte de Minas Gerais. As temperaturas médias anuais são elevadas: oscilam entre 25 °C e 29 °C. O clima é semiárido, e os solos são predominantemente rasos e pedregosos. Menos de 1% de sua área está protegida por unidades de conservação integral. A caatinga é um exemplo de convivência do homem com a vegetação natural, graças ao desenvolvimento de técnicas de cultivo em clima árido. São quatro séculos de presença humana sem a erradicação da cobertura vegetal, como se deu com a maior parte da mata Atlântica e ocorre com a Amazônia.<br />
Quanto à vegetação, as plantas da caatinga são xerófilas, ou seja, adaptadas ao clima seco e à pouca quantidade de água. Algumas armazenam água; outras possuem raízes superficiais para captar o máximo das chuvas. Há as que contam com recursos para diminuir a transpiração, como espinhos e poucas folhas. A vegetação é formada por três estratos: o arbóreo, com árvores de até 20 metros; o arbustivo, com vegetação de 2 a 5 metros; e o herbáceo, abaixo de 2 metros. Entre as espécies mais conhecidas estão a umburana, o umbuzeiro e o mandacaru. Com algumas dessas plantas são produzidos ceras, fibras, óleos vegetais e, principalmente, forragem para a pecuária, a base da renda dos vaqueiros e dos fazendeiros do sertão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CAMPOS</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Campos.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2055" title="Campos" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Campos-580x385.jpg" alt="" width="580" height="385" /></a>Ocupam áreas descontínuas do país e aparecem na Região Norte na forma de savanas de gramíneas baixas no Amazonas, em Roraima e no Pará. Na Região Sul, os campos são pradarias mistas subtropicais. Os campos do Sul são formados, principalmente, pelos pampas gaúchos, região plana, de vegetação aberta e de pequeno porte, que se estende do Rio Grande do Sul ao Uruguai e à Argentina. A vegetação forma um tapete herbáceo que não atinge 1 metro de altura, com pouca variedade de espécies. Sete tipos de cacto e de bromélia são endêmicos dos campos da região.<br />
A vegetação dos campos reúne herbáceas, gramíneas e pequenos arbustos, com características diversas, conforme a região. Os campos em que predominam apenas as gramíneas são chamados de campos limpos. Quando há também os arbustos, são denominados campos sujos. Em áreas de altitude superior a 1,4 mil metros, são chamados de campos de altitude, como os da serra da Mantiqueira e do Planalto das Guianas. Os campos da hileia são um tipo de formação rasteira encontrada na Amazônia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CERRADO</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Cerrado.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2046" title="Cerrado" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Cerrado-580x395.jpg" alt="" width="580" height="395" /></a>O segundo maior bioma brasileiro, teve a participação do homem em sua formação, com o uso intenso do fogo há mais de 10 mil anos (por povos caçadores-coletores e, depois, pelos índios). A presença de três grandes bacias hidrográficas da América do Sul na região (Tocantins-Araguaia, São Francisco e Prata) favorece a biodiversidade, bastante afetada pela expansão agrícola.<br />
A vegetação do cerrado caracteriza-se pela presença de pequenos arbustos e árvores retorcidas, com cortiça (casca) grossa e folhas recobertas de pelugem. Encontram-se, ainda, gramíneas e o cerradão, tipo mais denso de cerrado que abriga formações típicas de florestas, em especial árvores de até 20 metros, esparsas e disseminadas entre arbustos. O solo, deficiente em nutrientes e com alta concentração de alumina (mineral da bauxita) dá à mata uma aparência seca, de savana tropical. As plantas têm raízes longas, que retiram nutrientes e água do solo a mais de 15 metros de profundidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FLORESTA AMAZÔNICA</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Amazonia.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2047" title="Amazônia" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Amazonia-580x386.jpg" alt="" width="580" height="386" /></a>A maior floresta tropical do mundo atualmente, ocupa o norte do território brasileiro, nos estados do Acre, do Amazonas, do Pará, de Rondônia, de Roraima, do Amapá, de Mato Grosso, do Tocantins e do Maranhão, estendendo-se também por países vizinhos &#8211; Suriname, Guiana, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia e o território da Guiana Francesa. O clima quente e úmido e a densa rede de rios deram origem a uma floresta com grande riqueza de espécies animais e vegetais. Cada nível da floresta é habitado por diferentes comunidades. Os insetos espalham-se do chão às árvores mais altas. Aves e macacos ficam nos níveis superiores. Roedores, anfíbios e animais rastejadores exploram os estratos mais baixos. No solo, estão os felinos, como a onça-pintada e a jaguatirica, os maiores predadores do bioma (presentes também nos demais biomas brasileiros), além de jabutis, cutias, pacas e antas. Jacarés, ariranhas e grandes cobras, como a sucuri, vivem às margens dos rios. Longe de ser homogênea, a área da floresta Amazônica tem manchas de cerrado, com vegetação do tipo savana, adaptada às áreas mais secas; e campos e lavrados como os de Roraima, em que predominam as gramíneas.<br />
A floresta Amazônica tem vegetação latifoliada, na qual predominam as espécies de folhas largas, comuns em regiões de clima equatorial, quente e úmido. Apresenta três tipos de mata: de igapó, de várzea e de terra firme. A mata de igapó ocorre no solo inundado, principalmente no baixo Amazonas, e reúne espécies vegetais como o mucuri, a sumaúma, o jaruari e a vitória-régia.<br />
A mata de várzea é própria das áreas periodicamente inundadas, chamadas terraços fluviais. Intermediárias entre os igapós e a terra firme, as espécies da mata de várzea têm formações variadas, como seringueira, palmeira, jatobá e maçaranduba,<br />
As matas de terra firme correspondem à parte mais elevada do relevo. Com solo seco, livre de inundação, as árvores chegam a 65 metros de altura. Em terra firme, encontram-se espécies como o castanheiro, o mogno e o guaraná.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MATA ATLÂNTICA (FLORESTA ESTACIONAL)</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-Atlantica.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2054" title="Mata Atlântica" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-Atlantica-580x385.jpg" alt="" width="580" height="385" /></a>Considerada um dos biomas mais ameaçados do planeta, a mata Atlântica é, na verdade, um mosaico de ecossistemas diversificados. Há 500 anos, a mata Atlântica cobria cerca de 15% do que hoje é o território nacional, espalhando-se por 1,3 milhão de quilômetros quadrados na área litorânea do Brasil, desde o Rio Grande do Norte até Santa Catarina. Sua destruição em larga escala começou na segunda metade do século XIX, com a expansão das lavouras de café. Atualmente, a área restante se resume a 7,9% da original, preservada, sobretudo, graças à presença da serra do Mar, que funciona como um obstáculo à ação humana. É o bioma do país mais bem protegido pela lei.<br />
Muito dos animais brasileiros ameaçados de extinção vivem em suas florestas: espécies de mico-leão, o macaco muriqui (monocarvoeiro), a lontra, o tatu-canastra e a onça-pintada. Com clima tropical, quente e úmido, a mata Atlântica apresenta um relevo de planaltos e serras. Sua área abrange as bacias do Paraná, Uruguai, Paraíba do Sul, Doce, Jequitinhonha e São Francisco.<br />
Quanto à vegetação, entre as florestas tropicais, a mata Atlântica é a que apresenta a maior biodiversidade por hectare do planeta, com espécies vegetais como ipê, quaresmeira, cedro, palmiteiro, canela, imbaúba, jequitibá-rosa e figueiras.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MATA DE ARAUCÁRIA (PINHEIRAL)</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-de-Araucaria.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2052" title="Mata de Araucaria" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-de-Araucaria-580x435.jpg" alt="" width="580" height="435" /></a>Vegetação típica de clima subtropical, a mata de araucária é um bioma associado à mata Atlântica. Originalmente era encontrada em abundância na Região Sul e em alguns trechos do estado de São Paulo. Ocupava cerca de 100 mil quilômetros quadrados, mas, atualmente, está reduzida a 12% dessa área, segundo pesquisa de 2008 da SOS Mata Atlântica. Os espécimes centenários foram derrubados ou queimados maciçamente na primeira metade do século XX, para dar lugar às plantações de milho, trigo e uva e para abastecer as serrarias.<br />
A vegetação registra árvores aciculifoliadas, com folhas em forma de agulha. A espécie dominante é a <em>Araucaria angustifolia</em>, nome científico do pinheiro-do-paraná, cujo fruto é o pinhão, que atinge mais de 30 metros de altura. Também são importantes o xaxim e a bracatinga, que se desenvolvem sob as araucárias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MATA DE COCAIS (MEIO NORTE)</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-de-Cocais.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2049" title="Mata de Cocais" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-de-Cocais-580x435.jpg" alt="" width="580" height="435" /></a>Ocupa uma zona de transição entre as florestas úmidas da bacia Amazônica e as terras semiáridas do nordeste brasileiro, no Maranhão e no Piauí e no norte do Tocantins. Esse bioma se caracteriza por solos secos e florestas dominadas por palmeiras. O clima é úmido, e a vegetação fica mais exuberante à medida que se avança para oeste.<br />
Definida como um sistema de transição, a vegetação da mata de cocais inclui palmeiras, como buriti, oiticica, babaçu e carnaúba. No oeste, é mais frequente o babaçu, que chega a atingir 20 metros de altura. No lado seco, a leste, predomina a carnaúba, com até 20 metros de altura.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PANTANAL MATO-GROSSENSE</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Pantanal.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2053" title="Pantanal" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Pantanal-580x187.jpg" alt="" width="580" height="187" /></a>É uma das maiores planícies inundáveis do planeta, distribuída pelo sudoeste de Mato Grosso, oeste de Mato Grosso do Sul, Paraguai e Bolívia. É considerada uma área de transição entre a Amazônia e o cerrado, ao norte, e o Chaco, na bacia do rio Paraguai, ao sul. Esse mosaico de ecossistemas intercala regiões de cerrado e floresta úmida, além de áreas aquáticas e semiaquáticas. O início das chuvas nas regiões altas, em novembro, faz subir o nível dos rios na bacia do Paraguai e há inundação de até dois terços da área pantaneira de planície. A vazão acontece pelo rio Paraguai. Em 2001, o Pantanal foi reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como patrimônio natural da humanidade.<br />
A vegetação diversifica-se conforme três tipos de áreas: as alagadas e as que não sofrem inundação. Nas áreas alagadas, a vegetação de gramíneas desenvolve-se no inverno e serve de alimento para o gado. Nas de eventuais alagamentos, encontram-se, além de vegetação rasteira, arbustos e palmeiras, como o buritie o carandá. Nas que não sofrem inundação, predominam os cerrados e, em pontos mais úmidos, espécies arbóreas da floresta tropical.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ZONAS LITORÂNEAS</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Zonas-Litorâneas-do-Brasil-Atlântico-Sul.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2050" title="Zonas Litorâneas do Brasil - Atlântico Sul" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Zonas-Litorâneas-do-Brasil-Atlântico-Sul-580x509.jpg" alt="" width="580" height="509" /></a>A costa brasileira possui mais de 7 mil quilômetros de extensão em linha contínua e oferece vários tipos de paisagem &#8211; dunas, ilhas, praias, recifes, costões rochosos, baías, estuários, brejos e falésias. A região é povoada por uma enorme variedade de animais e vegetais. O litoral brasileiro pode ser dividido em quatro grandes zonas distintas, da região norte para a região sul:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Litoral amazônico</strong>, do rio Oiapoque ao delta do Parnaíba, trecho coberto por manguezais e matas de várzea.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Litoral nordestino</strong>, do delta do Parnaíba ao Recôncavo Baiano, que alterna dunas, falésias, restingas e manguezais. É o habitat de várias espécies de tartaruga e do peixe-boi-marinho, em risco de extinção.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Zona litorânea do Sudeste</strong>, do Recôncavo à divisa entre São Paulo e Paraná. Apesar de ser a região mais densamente povoada, é também a que preserva as maiores porções da mata Atlântica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Litoral sul</strong>, que abrange a costa de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, caracteriza-se por manguezais, costões e, a partir de Torres, por uma faixa contínua de praia.</p>
<p style="text-align: justify;">O mangue e a restinga são as formações de vegetação próprias das zonas litorâneas. O mangue é composto de arbustos e espécies arbóreas que ocorrem ao longo de todo o litoral do país. São predominantes as espécies vegetais de troncos finos e raízes aéreas e respiratórias (raízes-escora), adaptadas à salinidade e aos solos pouco oxigenados e lamacentos. Entre os tipos de manguezal, estão o mangue-seriba, o mangue vermelho e o mangue branco. Rico em matéria orgânica, o mangue exerce papel importante na reprodução e no abrigo de espécies da fauna marinha.<br />
A restinga é uma vegetação de terrenos salinos, formados por areia e pedras e cobertos por ervas, arbustos e árvores. Essa formação ocorre do litoral da Bahia ao do Rio de Janeiro e também no litoral do Rio Grande do Sul. Os destaques são a aroeira-de-praia e o cajueiro. A faixa interiorana é composta de arbustos e árvores, como a caxeta e o jerivá.</p>
<p style="text-align: right;"><em><span style="font-size: x-small;">Dados extraídos do Almanaque Abril 2011.</span></em></p>
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