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	<title>Diário do Verde &#187; Filme</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Jardim das Folhas Sagradas</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Jun 2013 17:05:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[Religiosidade]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Sem folha não tem sonho Sem folha não tem vida Sem folha não tem nada Quem é você e o que faz por aqui Eu guardo a luz das estrelas A alma de cada folha Sou Aroni&#8221; (Salve as Folhas, Maria Betânia) Vale a pena conferir! É nacional e consegue harmonizar dentro dele diversas discussões [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/06/7352_Filme-de-Pola.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7903" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/06/7352_Filme-de-Pola.jpg" alt="" width="300" height="217" /></a></p>
<p>&#8220;<em>Sem folha não tem sonho</em><br />
<em>Sem folha não tem vida</em><br />
<em>Sem folha não tem nada</em></p>
<p><em>Quem é você e o que faz por aqui</em><br />
<em>Eu guardo a luz das estrelas</em><br />
<em>A alma de cada folha</em><br />
<em>Sou Aroni</em>&#8221; (<strong>Salve as Folhas</strong>, Maria Betânia)</p>
<p style="text-align: justify">Vale a pena conferir! É nacional e consegue harmonizar dentro dele diversas discussões (atuais e pertinentes), algo raro nos dias de hoje. A simbologia, a metáfora do &#8220;jardim&#8221; repleto de cores, aromas e formas diferenciadas, compondo um mosaico vivo, que torna-se não só o pano de fundo, mas o personagem que  cada um de nós é. Lembro-me da minha professora de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Terapia_gestalt" target="_blank">Gestalt-Terapia</a> que dizia: &#8220;<em>O todo é maior do que a soma das partes que o constituem</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify">E o filme &#8220;<strong><a href="http://www.jardimdasfolhassagradas.com/2011/index.html" target="_blank">Jardim da Folhas Sagradas</a></strong>&#8221;  é isso: maior do que os temas postos na trama (sexualidade, intolerância religiosa e racial, o preconceito e a especulação imobiliária). Mas o mais tocante é o convívio do homem com a Natureza (inclusive a Natureza Humana). E acima de tudo o Respeito.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><a href="rdimdasfolhassagradas.com" target="_blank">Jardim das Folhas Sagradas</a></strong> (Site Oficial)</p>
<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=dJpJf9tF9bg" target="_blank">Jardim das Folhas Sagradas</a> </strong>(Filme Completo)</p>
<p style="text-align: justify">
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		<title>Tainá e o Cordão da Bicharada</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Feb 2013 15:47:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[a Origem]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cametá-PA]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Olhando Belém enquanto uma canoa desce um rio  E o curumim assiste da canoa um boing riscando o vazio  Eu posso acreditar que ainda da pra gente viver numa boa Os rios da minha aldeia são maiores do que os de Fernando Pessoa&#8221;(Olhando Belém, Nilson Chaves) Não é de hoje que a Amazônia tem sido o foco [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">
<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/Taina-3_1.jpg"><img class="wp-image-7442 alignnone" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/Taina-3_1.jpg" alt="" width="567" height="296" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.vagalume.com.br/nilson-chaves/olhando-belem.html" target="_blank"><em>&#8220;Olhando Belém enquanto uma canoa desce um rio </em><br />
<em>E o curumim assiste da canoa um boing riscando o vazio </em><br />
<em>Eu posso acreditar que ainda da pra gente viver numa boa</em><br />
<em>Os rios da minha aldeia são maiores do que os de Fernando Pessoa&#8221;</em>(<strong>Olhan</strong><strong>do Belém</strong><em>, </em>Nilson Chaves)</a></p>
<p style="text-align: justify">Não é de hoje que a Amazônia tem sido o foco das discussões sobre meio ambiente, ecologia e sustentabilidade. Para além do circulo acadêmico a Amazônia, que já povoa o  imaginário mundial, hoje retrata-se em livros, documentários e filmes aos montes. A cinemateca amazônida é rica. Feito por quem é &#8220;de fora&#8221; ou por  quem é daqui. Da obstinação sonhadora de  &#8220;<strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=F53yUsgVuL0" target="_blank">Fitzcarraldo</a></strong>&#8221; à <em>alma transamazônica</em> mostrada pela <strong><em>Caravana Roledei</em></strong> em &#8220;<strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=GSRvlh727iI" target="_blank">Bey, Bey Brasil</a></strong>&#8220;<strong>,</strong> ou o <em>tosco</em> &#8220;<strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=9B6KGqtJyDI" target="_blank">Turistas</a></strong>&#8221; (tosco porque faz uso de velhos preconceitos hollywoodianos sobre o Brasil, sobre o povo e sobre a floresta, e nem ia citar a famigerada &#8220;<strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=zkX5t5ZJLEk" target="_blank">Anaconda</a></strong>&#8220;), o cinema sobre a Amazônia é um pouco disso e nada disso. Só avalia quem a vê. E só o faz quem a vive.</p>
<p style="text-align: justify">Esta semana estréia mais um filme que tem por cenário a Amazônia, <strong> <a href="http://youtu.be/6ltNZKdcVHM" target="_blank">Tainá 3, a Origem</a></strong>, o terceiro filme da serie que trata a luta de uma indiazinha para proteger os animais da floresta ameaçados pela caça predatória e o tráfico de animais silvestres. Aliá este é a trama fundamental da serie. O que nos chama mais a atenção não é o fato de ser uma criança indígena a preocupar-se com a natureza e com os animais. Como protagonista ela não passa por um rito de passagem, um aprendizado. Ela sabe desde tenra idade a importância da preservação do meio ambiente. Como respirar ao nascer ela defende a natureza. E o recado é reeditado: somos nós adultos, consumistas e tecnocratas que colocamos em risco nosso futuro, as crianças.</p>
<p style="text-align: justify">Que mundo estamos preparando para nossos filhos?</p>
<p style="text-align: justify">Aqui em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Camet%C3%A1" target="_blank">Cametá-PA</a>, município às margens do Tocantins, vemos em pleno carnaval uma manifestação folclórica passada por gerações, o <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=fciQuDCAzbk" target="_blank">Cordão da Bicharada</a></strong>. Uma comunidade da região se reuni para fazer um carnaval diferente e ecologicamente correto e sustentável. Os brincantes, todos ribeirinhos, descendestes de índios, negros e brancos, confeccionam suas fantasias com material reciclado, que representam de forma quase fidedigna a fauna amazônica. Preguiças (olha nossa mascote do Diário do Verde), tucanos, jabutis e jacarés, borboletas, onças e macacos desfilam pela avenida. Feitos por adultos e crianças para adultos e crianças.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Tainá e o Cordão da Bicharada nos lembram que somos também animais desta fauna ameaçada.</strong></p>
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		<title>Contágio – Então lave as mãos e Não derrubem árvores</title>
		<link>http://diariodoverde.com/contagio-entao-lave-as-maos-e-nao-derrubem-arvores/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 01:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[Desequilíbrio ecolégico]]></category>
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		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[“Nada se espalha como o medo“ Ainda em uma onda paranoica e apocalíptica, o filme estadunidense (como diria Eduardo Galeano) “Contágio” (Contagion, Warner Bros, 2011) traz a baila as discussões em torno da liberdade de expressão dos meios de comunicação, no caso, de blogueiros e a divulgação/omissão de informações sigilosas por parte de órgãos, pessoas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/01/Contagio.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6341" title="Contágio" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/01/Contagio.jpg" alt="Contágio" width="580" height="580" /></a></p>
<p style="text-align: center;">“<strong><em>Nada se espalha como o medo</em></strong>“</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda em uma onda paranoica e apocalíptica, o filme estadunidense (como diria <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eduardo_Galeano" target="_blank">Eduardo Galeano</a>) “<a href="http://interfilmes.com/filme_24610_Contagio-(Contagion).html">Contágio</a>” (Contagion, Warner Bros, 2011) traz a baila as discussões em torno da liberdade de expressão dos meios de comunicação, no caso, de blogueiros e a divulgação/omissão de informações sigilosas por parte de órgãos, pessoas ou governos. Informações estas de importante interesse social.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme inicia a partir do 2° dia da história e se desenrola na busca dos cientistas pelo R-0 (ou o paciente 0, o primeiro infectado) pela cura da nova doença. Neste meio tempo, entre as primeiras mortes suspeitas e a reação dos órgãos responsáveis pela segurança e saúde dos países envolvidos, cogita-se uma guerra biológica (reacendendo a guerra ao terror, leia-se terrorismo, nova bandeira, ou desculpa estadunidense para justificar suas ações além-territórios), um blogueiro vê na crise uma oportunidade. Enquanto as mortes se sucedem e o pânico se instala, vemos as outras cores da natureza humana: egoísmo, violência e cinismos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas como na maioria dos filmes hollywoodianos num ato de altruísmo heroico um estaduniense salva a pátria, e em tempo recorde (contrariando todas as rigorosas normas do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Food_and_Drug_Administration">FDA -U S Food and Drug Administration</a>), criando uma vacina que resolve o problema. E todos voltam a santa paz de seus lares.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme finaliza revelando o que acontece no 1° dia. A paciente R-0 é infectada porque o cozinheiro do restaurante em que jantou não lavou as mãos antes de cumprimentá-la. Por sua vez o porco que o cozinheiro preparava para o jantar havia sido infectado pelas fezes de morcegos que fugiram de seu habitat natural e encontraram abrigo nas baias de criação de porcos. O deslocamento dos morcegos se deu pelo fato de que a empresa de engenharia (suponho) na qual a paciente R-0 trabalhava derrubava as matas onde viviam os morcegos.</p>
<p style="text-align: justify;">Já não vemos estes filmes repetidas vezes por aqui? A grande maioria das doenças que assolam, em especial a Amazônia, as chamadas de doenças silvestres são frutos de desmatamentos, ocupação territorial desorganizada. O cardápio é longo: Malária, Esquistossomose, Dengue, Doença de Chagas, Leishmaniose, Filariose etc. A associação de condições de saneamento básico duvidosos, rede de assistência à população precárias e principalmente a desinformação/desarticulação de ambas as partes, população e poder público, tornam-se celeiros para enfermidades biossociais. Onde atitudes simples poderiam evitar males maiores esperamos que a salvação caia dos céus. A tomada de consciência é essencial para a saúde biopsicossocial. Vivemos no meio (ambiente) que degradamos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1°</strong>: a relação meio ambiente e crescimento populacional (mal organizado, não planejado) é fator de risco para saúde do ser humano e para a saúde do meio ambiente. Logo, pensem antes de derrubar as matas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2°</strong>: A sabedoria milenar do oriente, e hábito pouco frequente no ocidente, de entrar em casa e deixar os sapatos na porta, assim como lavar as mãos antes de comer ou quando se retorna para casa, diminuem a probabilidade de se perpetuar o ciclo de contágio e transmissão de uma grande infinidade de doenças.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde tempos imemoriais aos tempos de globalização prevenir sempre foi e será melhor que remediar, pois, como se diz no comercial, “vai que…” Logo, é melhor não derrubar árvores e lavar as mãos antes de comer.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinopse do filme</strong>: Contágio segue o rápido progresso de um vírus letal, transmissível pelo ar, que mata em poucos dias. Como a epidemia se espalha rapidamente, a comunidade médica mundial inicia uma corrida para encontrar a cura e controlar o pânico que se espalha mais rápido do que o próprio vírus. Ao mesmo tempo, pessoas comuns lutam para sobreviver em uma sociedade que está desmoronando. (Fonte:<a href="http://interfilmes.com/"> http://interfilmes.com</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trailler</strong>: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=aKoNWj5uTS8">http://www.youtube.com/watch?v=aKoNWj5uTS8</a>.</p>
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