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	<title>Diário do Verde &#187; Fauna</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Dia da Mata Atlântica</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2015 12:43:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fauna]]></category>
		<category><![CDATA[Flora]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[preservação]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia de hoje, 27 de maio, comemoramos o Dia da Mata Atlântica. Quando pensamos em Mata Atlântica, o que vem à cabeça? Que tipo de paisagem imaginamos? Será que nossas ideias sobre a Mata Atlântica correspondem à realidade? Parece que basicamente a Mata Atlântica é associada à presença de grandes árvores em uma mata escura e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 12pt">No dia de hoje, 27 de maio, comemoramos o Dia da Mata Atlântica.</span></p>
<p>Quando pensamos em Mata Atlântica, o que vem à cabeça? Que tipo de paisagem imaginamos? Será que nossas ideias sobre a Mata Atlântica correspondem à realidade?</p>
<p>Parece que basicamente a Mata Atlântica é associada à presença de grandes árvores em uma mata escura e fechada, o que não está errado e faz todo o sentido. De fato, essas características realmente representam esse importante bioma em sua paisagem natural. Mas o que mais ela representa pra nós? Será que ela está assim tão &#8220;distante&#8221; de nós?</p>
<p>Podemos dizer que o bioma Mata Atlântica é mais do que essa descrição inicial e, além disso, representa pra nós uma importância também mais abrangente. Na verdade trata-se de uma floresta que abrange 17 estados brasileiros e, nas regiões sudeste e sul, chegam até mesmo a atingir a Argentina e o Paraguai.</p>
<p>A Mata Atlântica é tão abrangente e diversificada assim porque corresponde a um conjunto de formações florestais: são florestas dos tipos Ombrófila Densa, Ombrófila Mista, Estacional Semidecidual, Estacional Decidual e Ombrófila Aberta. Se fizermos uma breve pesquisa sobre cada tipo de floresta, podemos conhecer as diferenças.</p>
<p>E realmente não se trata de um lugar &#8220;apenas&#8221; de mata fechada como imaginamos, com grandes árvores e que importa apenas para as plantas e animais que neste ambiente vivem. Ela é um tipo de floresta que, além de contar com uma biodiversidade extremamente rica de flora e fauna, estão presentes também outros importantes elementos naturais e que são importantes para todos nós. Aliás, é na Mata Atlântica que se encontra, por exemplo, um dos maiores aquíferos do mundo: o Aquífero Guarani.</p>
<p>Esse conjunto de elementos naturais dão toda a beleza para o tipo de bioma do qual estamos falando e, já que citamos a presença da água, vale lembrar também a importância que existe neste sentido. Embora nos dias de hoje estejam preservadas apenas cerca de 7% da cobertura vegetal, além das águas subterrâneas a Mata Atlântica guarda importante umidade para regulação do clima no próprio local e também em ambientes mais distantes, contribuindo com a formação de nuvens e consequente presença de chuvas em diversos locais.</p>
<p>Nesta época em que vivemos e que já sabemos sobre a importância da preservação da natureza como um todo, importa-nos preservar cada vez mais considerando também os detalhes de cada tipo de bioma, incluindo este que traz uma enorme biodiversidade de plantas e animais.</p>
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		<title>Mico-Leão-Preto torna-se patrimônio ambiental do Estado de São Paulo</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jun 2014 15:54:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação e Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fauna]]></category>
		<category><![CDATA[IPÊ]]></category>

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		<description><![CDATA[Em evento realizado na noite do dia 5 de junho (Dia Mundial do Meio Ambiente) o Governo do Estado de São Paulo decretou o Mico-Leão-Preto como patrimônio ambiental paulistano. Na ocasião, foi também lançada a Comissão Permanente de Proteção dos Primatas Nativos do Estado de São Paulo (Comissão Pró-Primatas Paulistas), que tem por objetivo promover [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em evento realizado na noite do dia 5 de junho (Dia Mundial do Meio Ambiente) o Governo do Estado de São Paulo decretou o Mico-Leão-Preto como patrimônio ambiental paulistano. Na ocasião, foi também lançada a Comissão Permanente de Proteção dos Primatas Nativos do Estado de São Paulo (Comissão Pró-Primatas Paulistas), que tem por objetivo promover o respeito às espécies, conhecimento científico, conservação e recuperação de primatas em seu estado e hábitat, além da educação ambiental para proteção dessas espécies.</p>
<p style="text-align: justify;">O <a href="http://www.ipe.org.br/ipe" target="_blank">IPÊ &#8211; Instituto de Pesquisas Ecológicas</a> é membro desta comissão e uma das organizações atuantes no Estado de São Paulo pela proteção do mico-leão-preto. Este ano, o Instituto celebra 30 anos de ações para proteção da espécie na Mata Atlântica, por meio de estudos científicos, educação ambiental, restauração de paisagens e apoio na formulação de políticas públicas em prol do mico. Ao longo dos anos, o trabalho de conservação do IPÊ, profissionais e instituições de meio ambiental, com apoio dos órgãos governamentais, já obteve resultados expressivos: mudança da categoria do mico-leão-preto de “criticamente ameaçado” para “ameaçado” (de acordo com a Lista Vermelha da UICN), estabelecendo um futuro mais otimista para este pequeno primata; criação da Estação Ecológica Mico-Leão-Preto, de extrema importância para a Mata Atlântica e para a espécie; definição dos limites para a criação do Mapa dos Sonhos do Pontal do Paranapanema, que indica áreas prioritárias para restauração ambiental na região, entre outras tomadas de decisão importantes à sobrevivência da espécie.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
Sobre o programa de conservação do Mico-Leão-Preto</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há 30 anos, o primatólogo Claudio Padua começaria uma das histórias marcantes da conservação da biodiversidade brasileira, ao iniciar as pesquisas de campo com o mico-leão-preto, espécie que só existe no Estado de São Paulo e que até os anos 1970 era considerada extinta na natureza. Após deixar de lado a carreira de administrador para se dedicar à proteção ambiental, Padua logo se envolveu com a equipe de pesquisa do professor Adelmar Coimbra-Filho, no Centro de Primatologia do Rio de Janeiro, que o levou a estudar o mico paulista no Pontal do Paranapanema, oeste de São Paulo, uma importante área de Mata Atlântica de interior.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudos sobre comportamento da espécie ou quantidade de grupos existentes nas florestas remanescentes, localizadas no entorno da cidade de Teodoro Sampaio (SP), acabaram não se mostrando eficientes sozinhos para a proteção dos micos. A maior ameaça à espécie estava na perda de seu hábitat, afinal, a região de pesquisas tem um grave histórico de devastação e fragmentação de suas florestas. Diante da necessidade de envolver a comunidade local e mobilizá-la pela proteção florestal é que Suzana Padua, esposa do pesquisador, passou a realizar atividades de educação ambiental, contando com a participação dos moradores da cidade. Nascia assim o princípio de uma estratégia de conservação de espécies e o início de um dos mais longos programas de conservação do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">As pesquisas com o mico ajudaram também a dar os primeiros passos para a criação de uma das maiores organizações socioambientais do Brasil, o IPÊ &#8211; Instituto de Pesquisas Ecológicas. Atraídos pelas pesquisas de campo e pelo trabalho comunitário, estagiários de várias partes do Estado acabaram unindo-se ao casal Padua e formando o corpo de profissionais fundadores do Instituto, criado oficialmente em 1992. A partir da experiência com o Programa de Conservação do Mico-Leão-Preto, outros projetos acabaram surgindo no Instituto e sendo realizados em diversas partes do País, ampliando o alcance do IPÊ.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Agradecimento especial:</strong> <em>Paula Piccin, Coordenadora de Comunicação do IPÊ (Instituto de Pesquisas Ecológicas), pelo envio do release ao Diário do Verde</em>.</span></p>
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		<title>O novo Código Florestal e as consequências para os tamanduás bandeira</title>
		<link>http://diariodoverde.com/o-novo-codigo-florestal-e-as-consequencias-para-os-tamanduas-bandeira/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 06:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Morais Chiaravalloti]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Código Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Fauna]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas pessoas dizem que diante da crise ambiental que vivemos não há mais espaço, ou tempo, para trabalhos teóricos ou de ciência básica. A justificativa é que estudar moscas parasitas de morcegos, tamanho da mandíbula de percevejos ou a temperatura interna dos tamanduás bandeira nunca irá ajudar a conservar a biodiversidade ou poderá trazer as [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-3888" href="http://www.diariodoverde.com/o-novo-codigo-florestal-e-as-consequencias-para-os-tamanduas-bandeira/tamandua/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3888" title="Tamanduá" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/tamandua.jpg" alt="Tamanduá" width="580" height="868" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Muitas pessoas dizem que diante da crise ambiental que vivemos não há mais espaço, ou tempo, para trabalhos teóricos ou de ciência básica. A justificativa é que estudar moscas parasitas de morcegos, tamanho da mandíbula de percevejos ou a temperatura interna dos tamanduás bandeira nunca irá ajudar a conservar a biodiversidade ou poderá trazer as bases para modelos de desenvolvimento sustentável.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, depois que uma pesquisadora estudou a temperatura de tamanduás bandeira (<em>Myrmecophaga tridactyla</em>) no Pantanal, percebeu que eles apresentam alguns graus abaixo do normal. Com o seguimento dos estudos, conseguiu compreender que embora eles vivam em áreas mais abertas (como cerrados), no ápice do dia os tamanduás têm que se esconder em regiões de florestas mais fechadas, como, por exemplo, margens de rios. Sem essas áreas, os tamanduás podem morrer de insolação. Com isso, podemos supor que se o novo código florestal for aprovado e tais áreas forem reduzidas á cinco metros (como previsto), os tamanduás bandeira de grande parte do país serão extintos. Um belo exemplo da importância dos estudos de base e dos equívocos desse novo código florestal.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: justify;">Rafael Morais Chiaravalloti, biólogo e mestre em Desenvolvimento Sustentável.</p>
<p style="text-align: justify;">Livro: “<a href="http://www.diariodoverde.com/escolhas-sustentaveis/"><em>Escolhas Sustentáveis: discutindo biodiversidade, uso da terra, água e aquecimento global</em></a>” com Cláudio Pádua, Editora Urbana, 2011, 169 p.</p>
<p style="text-align: justify;">Site: <a href="http://www.diariodoverde.com/cafe-com-sustentabilidade/">Café com Sustentabilidade</a></p>
<p style="text-align: justify;">e-mail: <strong><a href="mailto:rafaelmochi@gmail.com" target="_blank">rafaelmochi@gmail.com</a>,</strong> <a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100002545060630" target="_blank">Facebook</a> e @<a href="http://twitter.com/R_Chiaravalloti" target="_blank">R_Chiaravalloti</a> (Twitter).</p>
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