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	<title>Diário do Verde &#187; educação</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Dicas Sustentáveis para o Dia a Dia &#8211; Parte 4</title>
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		<pubDate>Sat, 31 May 2014 11:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Cada dia é uma nova oportunidade para agirmos em prol do planeta e de nós mesmos. Para auxiliá-lo(a) nesta tarefa, o Diário do Verde dá continuidade hoje a série especial* &#8220;Dicas Sustentáveis para o Dia a Dia&#8221;, que traz nesta terceira parte o tema Sustentabilidade desde o jardim de infância. Acompanhe a leitura e participe [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Cada dia é uma nova oportunidade para agirmos em prol do planeta e de nós mesmos. Para auxiliá-lo(a) nesta tarefa, o Diário do Verde dá continuidade hoje a série especial* &#8220;Dicas Sustentáveis para o Dia a Dia&#8221;, que traz nesta terceira parte o tema <strong>Sustentabilidade desde o jardim de infância</strong>. Acompanhe a leitura e participe da discussão, comentando e partilhando conosco suas dicas e conhecimentos, toda a contribuição é sempre muito bem-vinda e enriquecedora! (;</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: left;"><em>Publicação anterior desta série: </em>“<a href="http://www.diariodoverde.com/dicas-sustentaveis-para-o-dia-a-dia-parte-3/" target="_blank">Dicas Sustentáveis para o Dia a Dia &#8211; Parte 3</a>&#8220;</p>
<p style="text-align: justify;">A maioria de nós não nasceu com consciência ecológica. Ela foi aprendida e incorporada em nossas vidas depois do entendimento dos recursos do planeta e sua preservação. No entanto, na geração que vem agora, é possível colocar esse pensamento desde as ações mais simples, de forma que essa consciência esteja presente naturalmente, aprendendo a preocupar-se com o meio ambiente desde a raiz. E por onde começar senão na própria escola? É lá onde as crianças têm a primeira noção de sociedade e aprendem lições que perduram pelo resto de suas vidas. Por isso, é importante encorajar atitudes sustentáveis nesse ambiente, o que é possível com algumas medidas simples.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lanches</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Buscar alimentos saudáveis e dar preferência aos alimentos naturais, com lanches preparados em casa. Muitas escolas dão a opção de comprar os lanches na cantina, mas ao trazer um lanche preparado os pais têm mais consciência sobre a alimentação do filho. O preparo também deve ser um cuidado, feito em casa e na companhia da criança, com ingredientes que sejam do gosto dela e também com a participação durante esse processo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lancheira</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dar preferência a uma lancheira que tenha potes e garrafas laváveis, evitando o uso de embalagens plásticas descartáveis. Com lancheiras que possam ser utilizadas diversas vezes e que tragam uma funcionalidade diferente, evita-se o uso e descarte de materiais desnecessariamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Material escolar</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estimular o uso de papel reciclado e a economia de papel nos trabalhos escolares. Nas listas de material recomendado no início do ano, inclui-se uma quantidade muito grande de papel, que geralmente não é todo utilizado. Dessa forma, uma boa medida é encorajar as escolas a evitar o desperdício de papel ou fazer atividades de reciclagem do material, que envolvem habilidades manuais com as crianças. Além do papel, outros materiais reciclados podem ser utilizados em diversas oficinas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Arte e reciclagem</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma boa forma de aliar a sustentabilidade à aproximação com a arte é realizar tarefas de reciclagem. Trazer objetos que eram descartados em casa para a escola e transformá-los artisticamente para outras funções. Desde garrafas pet que viram brinquedos ou vasos até o estímulo da imaginação de cada aluno com relação aos materiais disponíveis em sua própria casa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Na sala de aula</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na escola, trabalhar nas disciplinas de ciências o destino do lixo. Assim, estimular a separação do lixo e sua destinação para a reciclagem na casa de cada criança, fazendo com que as crianças estimulem essa prática em seus lares e ajudem nessa tarefa.</p>
<p style="text-align: justify;">Com essas dicas, é possível envolver a rotina da criança em uma visão mais sustentável, sem causar transtornos na rotina de ninguém. Para quem está buscando uma escola para os filhos, uma boa dica é procurar por instituições que tenham alinhamento com essa visão e tragam isso para a rotina escolar. Essas ações podem ser em coisas simples, como selo verde nas construções dos prédios, como é o caso de 80% das escolas de <a href="http://multishow.globo.com/viagem/materias/paris.htm">Paris</a>, por exemplo. Na cidade-luz, há <a href="http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2011/abril/paris-utiliza-calor-dos-canais-de-esgoto-para">a primeira escola que recebe energia reutilizada a partir dos canais de esgoto da cidade</a>. Medidas utópicas, ainda, mas que espelham uma visão que pode englobar as diversas áreas da vida cotidiana.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Semana que vem, novas dicas serão publicadas no Diário do Verde. Enquanto isso não acontece, aproveite para começar agora a mudar os seus hábitos e compartilhar as ideias aqui publicadas com os seus amigos e conhecidos. Até a próxima semana! ^^</span></p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Autoria: Bruna Rodrigues, da <a href="http://www.conversion.com.br/" target="_blank">Plataforma Conversion</a>. O conteúdo na íntegra desta publicação (salvo alguns acréscimos editoriais no cabeçalho e rodapé) e os respectivos links são de inteira responsabilidade da autora.</em></p>
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		<title>Aprender é Uma Constante</title>
		<link>http://diariodoverde.com/aprender-e-uma-constante/</link>
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		<pubDate>Sun, 11 Aug 2013 11:50:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Profissional]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[PRONATEC]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Eu gosto dos que têm fome E morrem de vontade Dos que secam de desejo Dos que ardem&#8221; (Senhas, Adriana Calcanhoto) Nunca fui bom de matemática, em cálculos, mas compreendo bem os conceitos. A constante é uma delas. Pedindo ajuda ao &#8220;universitários da Wikipédia&#8220;: &#8220;Na Matemática e nas ciências naturais, uma constante é um valor fixo que pode ou [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/08/Pronatec-Fruticultura_Caracarai_resultado_08_11-53.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7998" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/08/Pronatec-Fruticultura_Caracarai_resultado_08_11-53-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></p>
<p style="text-align: justify">&#8220;<em>Eu gosto dos que têm fome</em><br />
<em>E morrem de vontade</em><br />
<em>Dos que secam de desejo</em><br />
<em>Dos que ardem</em>&#8221; (<strong>Senhas</strong>, Adriana Calcanhoto)</p>
<p style="text-align: justify">Nunca fui bom de matemática, em cálculos, mas compreendo bem os conceitos. A constante é uma delas. Pedindo ajuda ao &#8220;universitários da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal">Wikipédia</a>&#8220;: <em>&#8220;Na <a title="Matemática" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1tica">Matemática</a> e nas ciências naturais, uma <strong>constante</strong> é um valor fixo que pode ou não ser especificado. Esta noção é utilizada em oposição à de <a title="Variável (matemática)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vari%C3%A1vel_(matem%C3%A1tica)">variável</a>, que não é fixa</em>.&#8221; Já na Física uma constante &#8220;<em>é uma <a title="Grandeza física" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Grandeza_f%C3%ADsica">grandeza física</a> que acredita-se ser tanto geral na natureza quanto constante no temp</em>o&#8221;, como a a velocidade da luz, a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Constante_gravitacional_universal">constante gravitacional</a>, etc.</p>
<p style="text-align: justify">Eu diria que o aprendizado também é uma constante. Penso que venho sinalizando isto nos últimos artigos (<a href="http://www.diariodoverde.com/vamos-estudar/" target="_blank">Vamos Estudar</a>, <a href="http://www.diariodoverde.com/salvem-a-professorinha/" target="_blank">Salvem a Professorinha!</a> e <a href="http://www.diariodoverde.com/aprendendo-e-aprendendo/" target="_blank">Aprendendo e Aprendendo</a>) . O ser humano não para de aprender. Também creio que nosso querido <a href="http://www.diariodoverde.com/">Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves</a>,  idealizador do <strong><a href="http://www.diariodoverde.com/" target="_blank">Diário do Verde</a></strong> tem sido fonte de <em><strong>constante</strong></em> inspiração.</p>
<p style="text-align: justify">Hoje trago mais umas opções de qualificação e aprendizado. Você já ouviu sobre o <strong><a href="http://pronatec.mec.gov.br/institucional/o-que-e-o-pronatec">PRONATEC</a> (<a href="http://pronatec.mec.gov.br/" target="_blank">Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego</a>)</strong>? É um programa criado em 2011 pelo Governo Federal com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação tecnológica e profissional, voltados para os jovens em busca de um lugar no mercado de trabalho. O PRONATEC possui um<a href="http://pronatec.mec.gov.br/cnct/apresentacao.php"> Catálogo Nacional de Cursos Técnicos</a> com um leque de 13 (treze) <a href="http://pronatec.mec.gov.br/cnct/eixos_tecnologicos.php">Eixos Tecnológicos</a> e mais de 518 cursos distribuídos nos eixos tecnológicos conforme suas características científicas e tecnológicas (ou veja o <a href="http://pronatec.mec.gov.br/fic/apresentacao.php" target="_blank">Guia dos Cursos de Formação Inicial e Continuada &#8211; FIC</a>, e escolha seu curso e disponibilidade deste em sua localidade).</p>
<p style="text-align: justify">Mas puxando a sardinha para nossos leitores e curiosos afins destaco alguns  curso contidos nos eixos afins do tema meio ambiente, ecologia, agroecologia e recursos naturais e que nos são interessantes:</p>
<ul>
<li><strong>Do Eixo Ambiente, Saúde e Segurança:</strong></li>
</ul>
<ol>
<li><a href="http://pronatec.mec.gov.br/cnct/et_ambiente_saude_seguranca/t_controle_ambiental.php" target="_blank">TÉCNICO EM CONTROLE AMBIENTAL</a></li>
<li><a href="http://pronatec.mec.gov.br/cnct/et_ambiente_saude_seguranca/t_meio_ambiente.php" target="_blank">TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE</a></li>
<li><a href="http://pronatec.mec.gov.br/cnct/et_ambiente_saude_seguranca/t_meteorologia.php">TÉCNICO EM METEREOLOGIA</a></li>
<li><a href="http://pronatec.mec.gov.br/cnct/et_ambiente_saude_seguranca/t_reciclagem.php" target="_blank">TÉCNICO EM RECICLAGEM</a></li>
<li><a href="http://pronatec.mec.gov.br/cnct/et_ambiente_saude_seguranca/t_biotecnologia.php" target="_blank">TÉCNICO EM BIOTECNOLOGIA</a></li>
</ol>
<ul>
<li><strong>Do Eixo Controle e Processos Industriais:</strong></li>
</ul>
<div>
<ol>
<li><a href="http://pronatec.mec.gov.br/cnct/et_controle_processos_industriais/t_sistemas_energia_renovavel.php" target="_blank">TÉCNICO EM SISTEMAS DE ENERGIA RENOVÁVEL</a></li>
<li><a href="http://pronatec.mec.gov.br/cnct/et_controle_processos_industriais/t_quimica.php" target="_blank">TÉCNICO EM QUÍMICA</a></li>
<li><a href="http://pronatec.mec.gov.br/cnct/et_controle_processos_industriais/t_analises_quimicas.php" target="_blank">TÉCNICO EM ANÁLISES QUÍMICAS</a></li>
<li><a href="http://pronatec.mec.gov.br/cnct/et_controle_processos_industriais/t_processamento_madeira.php" target="_blank">TÉCNICO EM PROCESSAMENTO DA MADEIRA</a></li>
</ol>
<ul>
<li><strong>Do Eixo Infraestrutura:</strong></li>
</ul>
<ol>
<li><a href="http://pronatec.mec.gov.br/cnct/et_infraestrutura/t_hidrologia.php" target="_blank">TÉCNICO EM HIDROLOGIA</a></li>
<li><a href="http://pronatec.mec.gov.br/cnct/et_infraestrutura/t_saneamento.php" target="_blank">TÉCNICO EM SANEAMENTO</a></li>
<li><a href="http://pronatec.mec.gov.br/cnct/et_infraestrutura/t_geoprocessamento.php" target="_blank">TÉCNICO EM GEOPROCESSAMENTO</a></li>
</ol>
<ul>
<li><strong>Do Eixo Produção Alimentícia:</strong></li>
</ul>
<ol>
<li><a href="http://pronatec.mec.gov.br/cnct/et_producao_alimenticia/t_agroindustria.php" target="_blank">TÉCNICO EM AGROINDÚSTRIA</a></li>
<li><a href="http://pronatec.mec.gov.br/cnct/et_producao_alimenticia/t_apicultura.php" target="_blank">TÉCNICO EM APICULTURA</a></li>
</ol>
<ul>
<li><strong>Do Eixo Produção Industrial:</strong></li>
</ul>
<ol>
<li><a href="http://pronatec.mec.gov.br/cnct/et_producao_industrial/t_biocombustiveis.php" target="_blank">TÉCNICO EM BIOCOMBUSTÍVEIS</a></li>
</ol>
<div>
<ul>
<li><strong>Do Eixo Turismo, Hospitalidade e Lazer:</strong></li>
</ul>
</div>
<div>
<ol>
<li><span style="font-size: 1em;font-weight: normal"><a href="http://pronatec.mec.gov.br/cnct/et_turismo_hospitalidade_lazer/t_guia_turismo.php" target="_blank">TÉCNICO EM GUIA DE TURISMO</a></span></li>
</ol>
</div>
<ul>
<li><strong>Do Eixo Recursos Naturais</strong>: <a href="http://pronatec.mec.gov.br/cnct/et_recursos_naturais/et_recursos_naturais.php" target="_blank">Todos do Eixo (15 cursos)</a></li>
</ul>
<p>Ficou interessado? Quer saber se pode participar, click aqui. Ou acesse: <a href="http://pronatec.mec.gov.br/index.php?page=hotsite2">http://pronatec.mec.gov.br/index.php?page=hotsite2</a></p>
<p>Veja se há vagas em seu município &#8211; Acesse: <a href="http://spp.mec.gov.br/cadastro-online/meu-cadastro">http://spp.mec.gov.br/cadastro-online/meu-cadastro</a></p>
<p>Quer se inscrever? Acesse: <a href="http://pronatec.mec.gov.br/inscricao/">http://pronatec.mec.gov.br/inscricao/</a></p>
<p>E conheça também o Bolsa-Formação &#8211; Acesse: <a href="http://pronatec.mec.gov.br/index.php?page=hotsite">http://pronatec.mec.gov.br/index.php?page=hotsite</a></p>
</div>
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		<title>Lembre da nossa Música</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Feb 2013 14:23:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Músicas]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Quem hoje é vivo corre perigo/ E os inimigos do verde da sombra, o ar Que se respira e a clorofila/ Das matas virgens destruídas vão lembrar Que quando chegar a hora/ É certo que não demora Não chame Nossa Senhora/ Só quem pode nos salvar é&#8221; (Matança, Xangai) Atualmente nossa vida se tornou musicalizada, musicalizou-se tudo. Esse foi [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/ecomusic.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7472" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/ecomusic.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><em>&#8220;Quem hoje é vivo corre perigo/ </em><em>E os inimigos do verde da sombra, o ar</em><br />
<em>Que se respira e a clorofila/ </em><em>Das matas virgens destruídas vão lembrar</em><br />
<em>Que quando chegar a hora/ </em><em>É certo que não demora</em><br />
<em>Não chame Nossa Senhora/ </em><em>Só quem pode nos salvar é&#8221; <strong><a href="http://letras.mus.br/xangai/385821/" target="_blank">(Matança, </a></strong></em><strong><a href="http://letras.mus.br/xangai/385821/" target="_blank">Xangai</a><em><a href="http://letras.mus.br/xangai/385821/" target="_blank">)</a></em></strong></p>
<p style="text-align: justify">Atualmente nossa vida se tornou musicalizada, musicalizou-se tudo. Esse foi o resultado da MTV em nossas vidas. Como diria <strong>Renato Russo:</strong> &#8220;<em><a href="http://letras.mus.br/legiao-urbana/46989/" target="_blank">Mas a única maneira ainda/ De imaginar a minha vida/ É vê-la como um musical dos anos trinta</a></em>&#8220;.  E a vida da gente tornou-se um <em>clip</em>. Associamos cada momento a uma música. Temos uma trilha sonora particular. As da Lu Ataíde, quase todas da Ana Carolina. As minhas entre Nando Reis e Vanessa da Mata.</p>
<p style="text-align: justify">Mas em se tratando de meio ambiente podemos listar muitas músicas com as quais podemos trabalhar o tema. A lista pode ir de <strong>Roberto Carlos</strong> e <a href="http://letras.mus.br/roberto-carlos/48557/" target="_blank">As Baleias</a> à <strong>Guilherme Arantes</strong> e <a href="http://letras.mus.br/guilherme-arantes/46315/" target="_blank">Planeta Água</a> ou <strong>Xangai</strong> (com uma música primordial, &#8220;<a href="http://letras.mus.br/xangai/385821/" target="_blank">Matança</a>&#8220;). E para não ser tão enfadonho para os jovens (uma certa parcela entorta a boca quando se fala em MPB) há outros gêneros que também abordam o tema. Rock, raggae, pop-rock ou samba. Os artistas também são sensíveis ao tema <em>meio ambiente e socioambientais</em>.</p>
<p style="text-align: justify">É mais uma sugestão para educadores e todos os demais profissionais, que de forma direta ou transversal, possam  utilizar mais uma <em>ferramenta</em> e despertar o interesse e curiosidade de crianças e jovens em suas aulas, palestras, workshop e vivências, de modo mais lúdico e dinâmico.</p>
<ul>
<li><em><strong>&#8220;Discografia Ecológica&#8221; </strong></em>sugerida:</li>
</ul>
<ol>
<li><a href="http://letras.mus.br/xangai/385821/" target="_blank">Matança (Xangai);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/roberto-carlos/48557/" target="_blank">As Baleias (Roberto Carlos);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/guilherme-arantes/46315/" target="_blank">Planeta Água (Guilherme Arantes)</a>;</li>
<li><a href="http://letras.mus.br/chico-science/45209/" target="_blank">Manguetown (Chico Science);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/os-paralamas-do-sucesso/47924/" target="_blank">Alagados (Paralamas do Sucesso)</a>;</li>
<li><a href="http://letras.mus.br/baby-do-brasil/365271/" target="_blank">Todo Dia Era Dia de Índio (Baby Consuelo)</a>;</li>
<li><a href="http://letras.mus.br/jota-quest/500837/" target="_blank">O Sal da Terra (Beto Guedes)</a>;</li>
<li><a href="http://letras.terra.com.br/14-bis/43902/" target="_blank">Linda Juventude (14 Bis);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/radio-taxi/48217/" target="_blank">Eva (Radio Taxi);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/uns-e-outros/49214/" target="_blank">Carta aos Missionários (Uns e Outros)</a>;</li>
<li><a href="http://letras.mus.br/herivelto-martins/235019/" target="_blank">Ave Maria no Morro (Herivelton Martins);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/biquini-cavadao/76640/" target="_blank">Cai Água, Cai Barraco (Bikini Cavadão)</a>;</li>
<li><a href="http://letras.mus.br/chico-science-e-nacao-zumbi/70406/" target="_blank">A Cidade (Chico Science e Nação Zumbi);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/chico-science-e-nacao-zumbi/483164/" target="_blank">Rios, Pontes e Overdrives (Chico Science e Nação Zumbi);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/beth-carvalho/890132/" target="_blank">Barracão de Zinco (Beth Carvalho).</a></li>
</ol>
<p><strong>Ouçam, cantem e compartilhem!</strong></p>
<p style="text-align: justify">
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		<title>Criança, a Alma do Negócio!</title>
		<link>http://diariodoverde.com/crianca-a-alma-do-negocio/</link>
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		<pubDate>Sun, 03 Feb 2013 01:17:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[consumismo]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
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		<category><![CDATA[Escolhas Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Pensem nas crianças/ Mudas telepáticas Pensem nas meninas/ Cegas inexatas Pensem nas mulheres/ Rotas alteradas Pensem nas feridas/ Como rosas cálidas&#8221; (Rosa de Hiroshima, Vinícius de Morais) Modéstia à parte me considero um cara razoavelmente sortudo, nem tanto como o Tom Zé, nem tão &#8216;desafortunado&#8216; como o   Rafael Morais Chiaravalloti se diz (A sorte de Tom Zé e o aquecimento [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/Consumismo.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7386" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/Consumismo.jpg" alt="" width="353" height="250" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><em>&#8220;Pensem nas crianças/ </em><em>Mudas telepáticas</em><br />
<em>Pensem nas meninas/ </em><em>Cegas inexatas</em><br />
<em>Pensem nas mulheres/ </em><em>Rotas alteradas</em><br />
<em>Pensem nas feridas/ </em><em>Como rosas cálidas&#8221; (</em>Rosa de Hiroshima, Vinícius de Morais<em>)</em></p>
<p style="text-align: justify">Modéstia à parte me considero um cara razoavelmente sortudo, nem tanto como o Tom Zé, nem tão &#8216;<em>desafortunado</em>&#8216; como o   <strong><a title="Rafael Morais Chiaravalloti" href="http://www.diariodoverde.com/author/rafaelmochi" target="_blank">Rafael Morais Chiaravalloti</a></strong> se diz (<strong><a href="http://www.diariodoverde.com/a-sorte-de-tom-ze-e-o-aquecimento-global/" target="_blank">A sorte de Tom Zé e o aquecimento global!</a></strong>). Também não sou &#8216;<em>o cara</em>&#8216; da música do Roberto Carlos. Explico: durante toda minha formação profissional estive envolto em temas da infância e da saúde, meu 1º emprego (contratado) foi em uma escola infantil de tempo integral e simultaneamente em uma escola de enfermagem (professor de saúde pública). Passei em um concurso público municipal. E adivinhem?! Hoje trabalho em um centro de referência em saúde para crianças. Mas pulando o currículo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify">Estava fuçando o site do <strong><a href="http://www.mma.gov.br/" target="_blank">Ministério do Meio Ambiente (MMA)</a> </strong>e encontrei na seção &#8220;<strong><a href="http://www.mma.gov.br/publicacoes/responsabilidade-socioambiental" target="_blank">Publicações</a></strong>&#8221; da área de Responsabilidade Socioambiental uma publicação que trata justamente da criança e o consumo sustentável. Dois temas negligenciados ostensivamente e amplamente pela maioria da população. Porque criança é um tema menor (mero trocadilho), sem consciência, que ainda não entende as coisas. E porque sempre achamos que nada se acaba, que os recursos naturais são inesgotáveis (sim, ainda temos essa crença!).</p>
<p style="text-align: justify">O alarmante crescimento das campanhas publicitária voltadas para o público infantil está repleta de apelos, ilusões e armadilhas. Se por um lado há seduções veladas e explicitas voltadas para um público que ainda não possui &#8216;<em>ferramentas</em>&#8216; suficientemente adequadas que lhes ajude a avaliar e julgar suas próprias atitudes, por outro há os pais exitosos, receosos e displicentes para com a educação infantil (sobretudo para com a educação afetiva). Contudo, os marqueteiros capitalistas sanguinolentos de plantão estão aí para aproveitar as brechas, os campos férteis do desejo humano, que nós, os adultos (e os pais) deixam sem o devido acompanhamento.</p>
<p style="text-align: justify">É neste viés que iniciativas como as do <strong><a href="http://alana.org.br/" target="_blank">Instituto Alana</a></strong> (<a href="http://alana.org.br/" target="_blank">www.alana.org.br</a>) e publicações como as do <strong><a href="http://www.mma.gov.br/" target="_blank">MMA</a> </strong>intitulada: &#8220;<strong><a href="http://www.mma.gov.br/publicacoes/responsabilidade-socioambiental/category/90-producao-e-consumo-sustentaveis?download=935:consumismo-infantil-na-contramao-da-sustentabilidade" target="_blank">O consumismo infantil: na contramão da sustentabilidade</a>&#8220;</strong>, que trazem <em>&#8220;informações preocupantes, que devem estar ao alcance de pais e educadores. Entre elas, o fato de que o público infantil passa mais de cinco horas por dia na frente da televisão, de acordo com dados do Ibope. E que 64% de todos os anúncios veiculados nas emissoras de TV, monitoradas às vésperas do Dia das Crianças de 2011, foram direcionados ao público infantil, de acordo com o <strong><a href="http://alana.org.br/" target="_blank">Instituto Alana</a></strong></em>&#8220;. (Fonte: MMA)</p>
<p style="text-align: justify">&#8220;<em><strong>Ninguém nasce consumista. O consumismo é um hábito que se forma a partir de valores materialistas e que traz sérios problemas para a sustentabilidade</strong>. <strong>É possível mudar este quadro</strong>&#8220;. (Idem)</em></p>
<p style="text-align: justify">Em outras palavra: “<em>Tudo aquilo que representa uma indução de comportamento para quem ainda não tem condições de avaliar se esse comportamento é o correto poderia ser regulado</em>”. (<strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ives_Gandra_Martins" target="_blank">Ives Gandra</a></strong>, jurista e constitucionalista).</p>
<p style="text-align: justify">Para compreender mais o efeito devastador da propaganda sobre o universo infantil e o sutil (mas não menos pernicioso) desdobramento disto para o meio ambiente e a nossa qualidade de vida (já fomos crianças, como nossos pais) assistam:</p>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=49UXEog2fI8" target="_blank">Criança, A alma do negócio</a></strong></li>
</ul>
<p>[youtube http://www.youtube.com/watch?v=49UXEog2fI8]</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.muitoalemdopeso.com.br/index.html" target="_blank">Muito Além do Peso</a></strong></li>
</ul>
<p>[youtube http://www.youtube.com/watch?v=8UGe5GiHCT4]</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>E o clássico: <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=bVjhNaX57iA" target="_blank">Ilha das Flores</a></strong></div>
<p>[youtube http://www.youtube.com/watch?v=bVjhNaX57iA] </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Chegou a hora de merendar</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Jan 2013 12:55:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Merenda Escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu lanchinho, meu lanchinho Vou comer, vou comer Pra ficar fortinho, Pra ficar fortinho E crescer, e crescer! Chegou a hora de merendar, Chegou a hora de merendar Vamos comer, bem devagar, Vamos comer, bem devagar Agora preste muita atenção! Agora preste muita atenção! Papel e casca não se põe no chão! Papel e casca não se põe no chão! [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/01/merenda_regional.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7312" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/01/merenda_regional.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><em>Meu lanchinho, meu lanchinho</em><br />
<em>Vou comer, vou comer</em><br />
<em>Pra ficar fortinho, </em><em>Pra ficar fortinho</em><br />
<em>E crescer, e crescer!</em><br />
<em>Chegou a hora de merendar, </em><em>Chegou a hora de merendar</em><br />
<em>Vamos comer, bem devagar, </em><em>Vamos comer, bem devagar</em></p>
<p style="text-align: justify"><em>Agora preste muita atenção! </em><em>Agora preste muita atenção!</em><br />
<em>Papel e casca não se põe no chão! </em><em>Papel e casca não se põe no chão! (Meu Lanchinho. Versão de Frère Jacques)</em></p>
<p style="text-align: justify">Se rememorarmos nossas infâncias na escola há sempre uma história da &#8220;hora da merenda&#8221; (ou do &#8220;recreio&#8221;). Os alunos em fila ou sentadinhos nas mesinhas com seus pratinhos e copinhos. Um grande burburinho. Claro que são memórias de quem frequentou escolas públicas nos idos das décadas de 80 à 90 do século passado(!). Hoje cedeu-se espaço quase que exclusivamente para os refrigerantes, hanburgers, batatas fritas e salgadinhos à base de amido de milho e pizzas de micro-ondas. Já no Japão a coisa parece destoar: na lancheira do <em>japinha</em> tem uma fruta, uma salada (crua), uma leguminosa ou verdura. &#8220;<strong><em>Quanto mais colorido melhor a combinação nutricional</em></strong>&#8220;, diz a mãe orgulhosa. Enquanto isso no Brasil destas bandas: &#8220;toma R$2,00 para <strong><em>&#8216;um completo&#8217;</em></strong> (01 suco + 01 salgado).&#8221;</p>
<p style="text-align: justify">Contudo, em grande parte do país há uma vertente, encabeçada por ONGs e Movimentos Sociais, com apoio do <strong><a href="http://www.mda.gov.br/portal/" target="_blank">Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)</a></strong>, através de programas e projetos de incentivo e fomento à Agricultura Familiar (<strong><a href="http://www.mda.gov.br/portal/saf/programas/pronaf" target="_blank">PRONAF</a></strong>), que dentre seus objetivos, o mais interessante a meu ver, relaciona-se a regionalização da merenda escolar. Uma vez que alia a qualidade nutricional desta refeição (muito importante em certas regiões do país) ao bom desenvolvimento biopsicossocial da criança, bem como o fortalecimento econômico da região.</p>
<p style="text-align: justify">Projetos locais como hortas comunitárias ou escolares que utilizam seus produtos na merenda escolar se multiplicam Brasil afora. Comprovam que a produção artesanal (orgânicos) pode ser de qualidade e saudáveis nutricional e socialmente a despeito do que pregam as grandes agroindústrias e empresas alimentícias (o que podemos discutir em outro artigo).</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Para saber mais:</strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Alimentação Escolar</strong>: A<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l11947.htm" target="_blank"> </a><span><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l11947.htm" target="_blank">Lei nº 11.947/2009</a>, </span>determina a utilização de, no mínimo, 30% dos recursos repassados pelo <a href="http://www.fnde.gov.br/" target="_blank"><span>FNDE</span></a> para alimentação escolar, na compra de produtos da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações, priorizando os assentamentos de reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas e comunidades quilombolas (de acordo com o Artigo 14).</p>
<p style="text-align: justify">A aquisição de gêneros alimentícios será realizada, sempre que possível, no mesmo município das escolas. As escolas poderão complementar a demanda entre agricultores da região, território rural, estado e país, nesta ordem de prioridade.</p>
<p style="text-align: justify">A Lei foi regulamentada pela <a href="http://portal.mda.gov.br/portal/saf/arquivos/view/alimenta-o-escolar/RES38_FNDE.pdf" target="_blank">Resolução nº 38</a>, do Conselho Deliberativo do FNDE, que descreve os procedimentos operacionais que devem ser observados para venda dos produtos oriundos da agricultura familiar às Entidades Executoras.</p>
<p style="text-align: justify">Em 4 de julho de 2012, foi publicada <a href="http://portal.mda.gov.br/portal/saf/arquivos/view/alimenta-o-escolar/Resolu%C3%A7%C3%A3o_25.2012_-_Altera_artigo_21_e_24_res_38.pdf">Resolução n° 25</a> que altera a redação dos artigos 21 e 24 da Resolução 38, de julho de 2009. Com a alteração, o limite de venda ao PNAE passa de R$ 9 mil para R$ 20 mil por DAP/ano.</p>
<p style="text-align: justify">A resolução também abre a possibilidade de divulgação das chamadas públicas na Rede Brasil Rural &#8211; ferramenta criada pelo MDA para faciliar o processo de compra e venda de produtos da agricultura familiar. (Fonte:  site <strong><a href="http://www.mda.gov.br/portal/" target="_blank">MDA</a>)</strong></p>
<p>Para saber mais, escreva para <a href="mailto:alimentacaoescolar@mda.gov.br">alimentacaoescolar@mda.gov.br</a></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
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		<title>A Cidade que Você quer</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Oct 2012 00:09:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O sol nasce e ilumina as pedras evoluídas Que cresceram com a força de pedreiros suicidas Cavaleiros circulam vigiando as pessoas Não importa se são ruins, nem importa se são boas E a cidade se apresenta centro das ambições Para mendigos ou ricos e outras armações Coletivos, automóveis, motos e metrôs Trabalhadores, patrões, policiais, camelôs&#8221; [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/10/fundogenerico-verde.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6778" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/10/fundogenerico-verde-300x110.jpg" alt="" width="300" height="110" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><em>&#8220;O sol nasce e ilumina as pedras evoluídas</em><br />
<em>Que cresceram com a força de pedreiros suicidas</em><br />
<em>Cavaleiros circulam vigiando as pessoas</em><br />
<em>Não importa se são ruins, nem importa se são boas</em><br />
<em>E a cidade se apresenta centro das ambições</em><br />
<em>Para mendigos ou ricos e outras armações</em><br />
<em>Coletivos, automóveis, motos e metrôs</em><br />
<em>Trabalhadores, patrões, policiais, camelôs&#8221; (A Cidade, Chico Science e nação Zumbi)</em></p>
<p style="text-align: justify">Até algumas décadas atrás as cidades eram tidas como cidades de muros baixos. Sempre ouvimos de pessoas de gerações anteriores as nossas (a minha no caso) histórias de despreocupações, de portas e janelas abertas, e algumas na forma maliciosa de fofocas que corriam soltas. Parte de minha adolescência foi em uma vila que nem muro havia entre as casas (a <a href="http://arquitetura-ap.blogspot.com.br/2011/01/cine-vila-amazonas.html" target="_blank">Vila Amazonas</a>). Eram as cercas vivas, constituídas em geral por miniecsórias, fileiras de pinhos ou eucalíptos. Uma vila planejada: saneamento básico, esgotamento, tratamento de água. Arborizada e às margens do rio Amazonas.</p>
<p style="text-align: justify">Mas isso foi antes de erguerem-se os muros e a cidade se verticalizar. Em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Macap%C3%A1" target="_blank">Macapá-AP</a> há uma lei (salvo engano) que proíbe a construção de prédios acima de 03 andares em uma determinada faixa de distância das margens do rio (foz do Amazonas onde se localiza a cidade). Outras partes da cidade que ficou na horizontal busca se resguardar atrás de suas muralhas e do isolamento (uma ilusão). As relações sociais deixam cada vez mais de exercer sua função salutar: disseminação de novidades (informação), porta-estandarte dos movimentos sociais e eixo motriz das transformações. É a &#8220;<em><strong>Lei do Muruci</strong>: cada um por si</em>&#8221; (no máximo por sua família). E vamos &#8220;<em>da alienação ao nepotismo, da omissão à barbárie</em>&#8220;, deixando de ser a cidade interesse coletivo e passa a ser instrumento de negócios, dos mais variados. E ironicamente os que se mantém a salvo entre muros são os que mais sabem. Consequentemente &#8220;<em>os mais desinformados são os que permanecem no rés do chão, expostos a um cotidiano de violência e desrespeito</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify">Então não pude me furtar e pensar este momento que nos avizinha: eleições municipais. Haja vista que tudo se realiza nos municípios. Não vivemos na União, não vivemos nos Estados. Vivemos nas cidades dos municípios. Quem são nossos gestores? O que fizeram pela cidade? Não podemos continuar comparecendo como gado nas seções eleitorais. É preciso romper com essa concepção de curral eleitoral, ou como se diz em Cametá-PA: <strong><em>temos que furar esse</em> <em><a href="http://www.dicio.com.br/cacuri/" target="_blank">cacuri</a></em></strong>!</p>
<p style="text-align: justify">Qual o compromisso de nossos gestores com nossa qualidade de vida, com as ruas, com o lixo, com a água, enfim, com o meio que vivemos? Lamento ouvir dos jovens (com frequência) que não gostam de política. Precisamos conhecê-los para cobrar o que dizem, sobretudo o que prometem, o que fizeram ou deixaram de fazer, seus vínculos e interesses, suas virtudes e vícios e o que isto pode significar para nossos municípios. É necessário que rompamos este círculo vicioso de cinismo, de deboche e desprezo pelo cidadão e a sociedade.</p>
<p style="text-align: justify">Não são apenas políticos, tecnocratas ou servidores públicos. Há os cidadãos que não cumprem seu dever. Ainda que por milagre surja um gestor à altura dos desafios que uma cidade impõe, há que se educar as novas gerações para livrá-los de maus hábitos e condutas nocivas que contaminam a nós. Esse político ideal haveria de ser gestor e educador, a fim de não se tornar mais um na trajetória sempre descrente do exercício do poder público.</p>
<p style="text-align: justify">Livre dessas amarras poderíamos voltar a correr entre as casas, saltando sobre as plantas entre os ipês e mangueiras nos quintais.</p>
<p style="text-align: justify">P.S.: <strong>Muruci </strong>(<em>Byrsonima crassifolia</em>), também conhecido como <strong>muruci<span style="font-size: 11px">, </span></strong> <strong>murici-da-praia </strong>ou <strong>murici-do-brejo</strong>, é uma árvore da família <a title="Malpighiaceae" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Malpighiaceae">Malpighiaceae</a>, ordem <a title="Malpighiales" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Malpighiales">Malpighiales</a>, nativa do norte e nordeste do <a title="Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">Brasil</a>.</p>
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		<title>Dizem as Matas</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Sep 2012 14:48:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Contos Amazônicos]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Mitos]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Matintaperera, de tardinha vem buscar o tabaco que ontem à noite eu prometi, queira Deus ela não venha me agoniar,  Ah! Matinta, preta velha, mãe-maluca, pé de pato. queira Deus ela não venha me agoniar&#8230;&#8230; Matintaperera chegou na clareira e logo silvou&#8221;. (Música de Waldemar Henrique, letra de Antônio Tavernard) O folclore brasileiro é rico [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/09/NOTURNO_Blair11.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-6625" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/09/NOTURNO_Blair11.jpg" alt="" width="400" height="288" /></a></p>
<p style="font-size: 12px;text-align: right"><em>&#8220;Matintaperera,</em><br />
<em>de tardinha vem buscar</em><br />
<em>o tabaco que ontem à noite</em><br />
<em>eu prometi,</em><br />
<em>queira Deus ela não venha me agoniar, </em><br />
<em>Ah! Matinta, preta velha, mãe-maluca,</em><br />
<em>pé de pato.</em><br />
<em>queira Deus ela não venha me agoniar&#8230;&#8230;</em><br />
<em>Matintaperera</em><br />
<em>chegou na clareira</em><br />
<em>e logo silvou&#8221;.</em></p>
<p style="font-size: 12px;text-align: right"><em>(Música de Waldemar Henrique, letra de Antônio Tavernard)</em></p>
<p style="text-align: justify">O folclore brasileiro é rico em histórias e parábolas que enfeitam, justificam certos costumes e hábitos, explicam fenômenos e fatos cotidianos. Algumas histórias são anedóticas outras de arrepiar os incautos, os descrentes e os céticos mais declarados. Em especial na região amazônica os mitos e lendas, personificados em entes (figuras humanizadas) e animais, ambos dotados de características místicas ou mágicas, ou como se diz por aqui, possuem um &#8220;<em>fitiço</em>&#8221; (feitiço) para toda sorte de situações, povoam muito mais que o imaginário local.</p>
<p style="text-align: justify">Conheço muitos dos &#8220;antigos&#8221; (idosos que conhecem mutas história verídicas, nas suas versões, de incidentes nas matas), cheios de histórias e conhecimentos. Caçadores, lenhadores e carvoeiros. Negros quilombolas. Seringueiros (meu avô foi um). Índios. A mata é cheia de vida, na acepção mais plena da palavra. Transborda significados.</p>
<p style="text-align: justify">Vou contar uma, entre outras, história da Lú. Quando ela trabalhava em uma ONG junto a comunidades carentes na região do Baixo Tocantins, semanalmente fazia um percurso de mais de 80 Km mata a dentro ministrando oficinas e cursos de saúde e educação ambiental. Sempre na companhia do piloto da moto, Jailson.</p>
<p style="text-align: justify">Neste dia, já acostumados com o percurso semanal, distraídos num bate-papo, quando se deram conta estavam com aquela sensação de já ter passado por ali alguns minutos atrás. Uma risada meio nervosa entre os dois. Calma, <em>ainda</em> não estamos perdidos. parece que andavam em círculos. Rodaram, rodaram. Findava a tarde. O vento muda, os sons da mata mudam. &#8220;<strong><em>Lú, se anoitecer a gente procura uma árvore e sobe para passar a noite. Tem onça por aqui</em></strong>.&#8221; Rodaram, rodaram. Quando de repente, quando o fim da tarde se tornava penumbra perceberam algo como uma lufada forte de vento sacudindo a mata. Em seguida foram açoitados, ou como dizemos por aqui, foram <em>rimpados</em>, uma saraivada de <em>rimpadas</em> de todos os lados. Jailson acelerou a moto: &#8220;<strong><em>Lu não olha para trás</em></strong>!&#8221; Foram segundos incontáveis e impensados de temor que desconheciam ter.</p>
<p style="text-align: justify">&#8220;<em><strong>Lú não olha para trás</strong></em>&#8220;! Só passava pela cabeça da Lú uma questão:&#8221; &#8220;<em><strong>o que é isso, meu Deus?</strong></em>&#8221; Como em uma mata de copas altas, castanheiros (Castanha-do-Pará), seringueiras, cumarús, mognos, etc, com pouca ou nenhuma vegetação rasteira ou arbustos, só folhas secas pelo chão a desenhar infinitas trilas poderiam ocultar algo ou alguém que nos fizesse isso? Não tem nada, nenhum matinho mais alto, só folhas secas no pé das árvores.</p>
<p style="text-align: justify">Meia hora de agonia e silêncio. Pararam a moto. Só o ronco do motor. Um som de buzina. &#8220;<em><strong>É por aqui Lú!</strong></em>&#8220;, disse Jailson convicto. Eram pessoas da comunidade sinalizando a direção que estavam. &#8220;<em><strong>Nós estávamos ouvindo a moto de vocês um tempão. Devem &#8216;di tá&#8217; perdido no caminho, agente pensou, professora Luciana</strong></em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify">A Lú voltou desta rodada semanal de cursos pelas comunidades da região com marcas nas pernas e braços, das tais &#8220;<em>rimpadas</em>&#8220;. Mesmo estando de calça e jaqueta jeans.</p>
<p style="text-align: justify">Hoje em dia a Lú pede licença para entrar na mata e nos rios.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Faça o seu vídeo para o Festival do Minuto! Tema: &#8220;Rios&#8221;</title>
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		<comments>http://diariodoverde.com/faca-o-seu-video-para-o-festival-do-minuto-tema-rios/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Aug 2012 20:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação e Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Minuto]]></category>

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		<description><![CDATA[Festival do Minuto lança concurso sobre Rios Tema pode inspirar produções de um minuto em animação, filmes de celular ou qualquer outro meio de registro audiovisual  Concurso tem patrocínio da Sabesp. Ganhadores irão concorrer a 3 laptops  Rios. Correntes contínuas de água que desaguam em outros rios ou mares. Habitat de muitos e muitos seres [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.festivaldominuto.com.br/contests/255?locale=pt-BR"><img class="aligncenter size-full wp-image-6843" title="Rios - Festival do Minuto - ANA" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/08/Rios-Festival-do-Minuto-ANA.jpeg" alt="Rios - Festival do Minuto - ANA" width="580" height="417" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Festival do Minuto lança concurso sobre Rios</strong></p>
<p align="center"><em>Tema pode inspirar produções de um minuto em animação, filmes de celular ou qualquer outro meio de registro audiovisual</em><em> </em></p>
<p align="center"><em>Concurso tem patrocínio da Sabesp. Ganhadores irão concorrer a 3 laptops</em><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">Rios. Correntes contínuas de água que desaguam em outros rios ou mares. Habitat de muitos e muitos seres vivos, de diversas espécies. Os rios são ainda vias de transporte muito eficazes, espaços para momentos de lazer &#8211; pesca, esportes, natação, remo – e contemplação. Impactam fundamentalmente a qualidade de vida do planeta e são cenários de diversos momentos das vidas das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil é um país imensamente rico em recursos hídricos: 13% de toda a água doce do mundo está aqui. Considerando esses aspectos, o tema dos rios pode trazer diversas abordagens. Claro que a preservação e o viés ecológico rendem grandes produções, mas o concurso não se restringe a esse tipo de aproximação.  Uma recordação que envolva a família, os amigos ou um amor; causos e lendas e mesmo o rio como alegoria: todas as ideias serão aceitas pela curadoria.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você tem uma história para contar que envolva o tema rio, produza seu vídeo de 1 minuto e inscreva no site <a href="http://www.festivaldominuto.com.br/" target="_blank">www.festivaldominuto.com.br</a> sua criação. Você vai concorrer a três laptops. As inscrições são abertas a todos os públicos e seguem até o dia 27 de outubro de 2012.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre a Sabesp</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Sabesp não abastece sua vida só de água, mas também de cultura. Por isso patrocina diversos projetos nas áreas de literatura, artes plásticas, música, dança, teatro, circo, cinema e preservação de patrimônios culturais. Respeitando a pluralidade cultural brasileira, a Sabesp procura enfatizar a conscientização ambiental, o desenvolvimento sustentado e a memória da sociedade. Nos últimos anos, foi a empresa do Governo do Estado de São Paulo que mais investiu no Programa de Fomento ao Cinema Paulista, da Secretaria de Estado da Cultura, possibilitando a realização de importantes filmes do nosso cinema. Para a Sabesp, praticar responsabilidade socioambiental quer dizer respeitar a vida, nas suas mais variadas necessidades. E, entre elas a cultura.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre o Festival do Minuto</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Festival do Minuto foi criado no Brasil, em 1991, e é hoje o maior festival de vídeos da América Latina. A partir do evento brasileiro, surgiram Festivais do Minuto em mais de 50 países, cada um com dinâmica e formato próprios. O acervo do festival inclui vídeos de inúmeros realizadores que hoje são conhecidos pela produção de longas-metragens, como os diretores Fernando Meirelles (<em>Cidade de Deus</em>, <em>O Jardineiro Fiel</em>), Beto Brant (<em>O Invasor</em>) e Tata Amaral (<em>Um Céu de Estrelas</em>, <em>Antônia</em>).</p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-size: x-small;">Agradecimento especial a Viviane Carvalho, produtora do Festival do Minuto, pelo envio do release.</span></p>
<hr />
<p style="text-align: center;"><strong>ATUALIZAÇÃO (14/10/2012):</strong><br />
<em>Além de 3 laptops, agora os melhores trabalhos concorrem também ao Prêmio Especial de aquisição da Agência Nacional de Águas (ANA) no valor de R$ 5.000,00.</em><br />
Desde que foi lançado, a página do concurso já teve mais de cinco mil acessos e cerca de 80 vídeos já foram enviados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre a ANA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Agência Nacional de Águas (ANA) estimula a disseminação de informações sobre preservação e valorização da água na cultura brasileira por meio de diversas atividades institucionais. Criada em 17 de junho de 2000 pela Lei 9.984, a ANA é uma autarquia especial ligada ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) que tem por finalidade coordenar e implementar a Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH), em articulação com integrantes do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh), e regular os usos múltiplos dos recursos hídricos em rios da União.</p>
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		<title>Sala de Aula: Montanhas do Tumucumaque</title>
		<link>http://diariodoverde.com/sala-de-aula-montanhas-do-tumucumaque/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 07:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Amapá]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cristiane Menezes]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Doutorado]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Edna Hardoim]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[ICMBio]]></category>
		<category><![CDATA[iniciativas]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[Serra do Navio]]></category>
		<category><![CDATA[Ttumucumaque]]></category>

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		<description><![CDATA[O Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, no Amapá, norte do país, conta com uma área de 38.651 Km² de exuberante floresta amazônica. Conforme o Ministério do Meio Ambiente (MMA) o &#8220;Parque Nacional tem como objetivo básico a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a rel="attachment wp-att-5816" href="http://www.diariodoverde.com/sala-de-aula-montanhas-do-tumucumaque/pnmt_logo_icmbio/"><img class="alignnone size-full wp-image-5816" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/12/pnmt_logo_icmbio.jpg" alt="" width="560" height="238" /></a></p>
<p style="text-align: justify">O <a href="http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&amp;idEstrutura=119&amp;idConteudo=9677&amp;idMenu=11809" target="_blank"><strong>Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque</strong></a>, no Amapá, norte do país, conta com uma área de 38.651 Km² de exuberante floresta amazônica. Conforme o <a href="http://www.mma.gov.br" target="_blank"><strong>Ministério do Meio Ambient</strong>e</a> (MMA) o &#8220;<em>Parque Nacional tem como objetivo básico a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify">Nesta perspectiva, de possibilitar o desenvolvimento científico e educacional, neste mês de dezembro possivelmente estará sendo realizado um termo de cooperação técnicar assinado pelo<strong> <a href="http://www.icmbio.gov.br" target="_blank">Instituto Chico Mendes</a></strong> (ICMBio), por meio do<strong> <a href="http://montanhasdotumucumaque.blogspot.com/" target="_blank">Parque Montanhas do Tumucumaque</a></strong>, e a Prefeitura da <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Serra_do_Navio" target="_blank">Serra do Navio</a>, </strong>um dos municípios abrangidos pelo parque, visando tratar do desenvolvimento do curso de doutorado em Educação em Ciências e Matemática, coordenado pela professora Cristiane Rodrigues Menezes, da Universidade Federal do Amapá (Unifap).</p>
<p style="text-align: justify">O curso estará focado na biodiversidade da região de Serra do Navio, a partir da instalação do Complexo de Percepção Ambiental na área verde do entorno da sede da unidade de conservação. O qual possuirá um coreto destinado a arte/educação, um bosque com trilhas interpretativas e um jardim sensorial. E conforme a professora <strong><a href="http://professores.unifap.br/cristianemenezes/" target="_blank">Cristiane Meneze</a></strong>s explica, <em>&#8220;o Jardim Sensorial será o foco de sua pesquisa, visando à investigação dos aspectos relacionados com a conservação da flora e da fauna em Serra do Navio. No decorrer da pesquisa, os professores da rede pública serão capacitados para utilizar o jardim nas suas atividades educacionais&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: justify">Na opinião da professora doutora <strong><a href="http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhepesq.jsp?pesq=7813077353342953" target="_blank">Edna Hardoim</a></strong> (do Departamento de Botânica da Universidade Federal do Mato Grosso &#8211; UFMT), trata-se de um pioneirismo na região amazônica, considerando-se os aspectos envolvidos na execução da pesquisa e em sua importância para a comunidade local. Opinião também compartilhada pelo chefe do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, <strong><a href="http://www.oecoamazonia.com/br/artigos/9-artigos/309-gente-que-faz-diferenca-de-belem-a-macapa" target="_blank">Christoph Jaster</a></strong>, uma vez que ações como estas aproximam as áreas protegidas do cotidiano da comunidade.</p>
<p style="text-align: justify"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify">Embora retratado nos últimos tempo como um Estado pobre, permeado por corrupções e descasos, no Amapá há grandes e promissoras iniciativas que visam a aproximação das comunidades (inclusive as científicas) da fauna e flora amazônica, possibilitando assim, um maior entendimento e compreensão por parte do <em>Home</em>m de quão importante é a preservação do meio ambiente, e que é possível usufruirmos sustentavelmente deste.</p>
<p><strong>Fontes:</strong></p>
<p><a href="http://montanhasdotumucumaque.blogspot.com/">http://montanhasdotumucumaque.blogspot.com/</a></p>
<p><a href="http://www.icmbio.gov.br/portal/comunicacao/noticias/4-geral/2420-tumucumaque-pode-virar-sala-de-aula-de-doutorado">http://www.icmbio.gov.br/portal/comunicacao/noticias/4-geral/2420-tumucumaque-pode-virar-sala-de-aula-de-doutorado</a></p>
<p><strong>Contatos:</strong></p>
<p>tumucumaque@icmbio.gov.br</p>
<p>erico.kauano@icmbio.gov.br</p>
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		<title>Déficit de Natureza</title>
		<link>http://diariodoverde.com/deficit-de-natureza/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 Oct 2011 15:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Déficit de Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Richard Louv]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Gosto mais de brincar dentro de casa, porque é onde estão as tomadas elétricas&#8221; (Anônimo, pré-adolescente) Não, não se trata de um problema especificamente ambiental. Até porque o artigo natureza já entrou em déficit há décadas. Já estamos trabalhando no negativo, embora alguns achem bom por panos quentes no assunto. O termo, ou conceito, refere-se [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Bicho-Folha.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4953" title="Bicho-Folha" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Bicho-Folha-580x435.jpg" alt="Bicho-Folha" width="580" height="435" /></a></p>
<p style="text-align: center;">&#8220;<em>Gosto mais de brincar dentro de casa, porque é onde estão as tomadas elétricas</em>&#8221; (Anônimo, pré-adolescente)</p>
<p style="text-align: justify;">Não, não se trata de um problema especificamente ambiental. Até porque o artigo natureza já entrou em déficit há décadas. Já estamos trabalhando no negativo, embora alguns achem bom por panos quentes no assunto. O termo, ou conceito, refere-se a um transtorno que afeta o desenvolvimento psicossocial e desenvolvimento cognitivo das crianças, em particular as que vivem nas grandes cidades. Embora ainda não seja aceito pelas cátedras científicas e organizações mundias de saúde, tal fenômeno que mais possui as características de uma síndrome, foi bem descrita no livro&#8221;<em><a href="http://richardlouv.com/books/last-child/" target="_blank">Last Child in the Woods</a>&#8220;</em> (somente em inglês), título traduzido aproximadamente com &#8220;A Última Criança nos Campos&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O autor <a href="http://richardlouv.com/books/last-child/" target="_blank">Richard Louv</a> descreve o resultado de uma longa pesquisa a partir de entrevistas por todo os EUA e afirma que quanto menos contato a criança possui com a natureza tanto mais ela apresentara uma variedade de sintomas que vão desde a obesidade (característica mais perceptível) à dificuldades de concentração, baixa tolerância a frustração, dificuldades de aprendizagem, e problemas de auto-estima.</p>
<p style="text-align: justify;">Inconscientemente a amiguinha do Pedrinho, a que me referi no artigo &#8220;Um dia. Um Adeus&#8221;, estava a nos alertar. Longe da natureza talvez estejamos perdendo nossa própria natureza de ser humano: <em><strong>aprender a Ser e Com-viver</strong></em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Para saber mais:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://richardlouv.com/" target="_blank">http://richardlouv.com/</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://educacaoinfantil.pro.br/transtorno-de-deficit-de-natureza.html" target="_blank">http://educacaoinfantil.pro.br/transtorno-de-deficit-de-natureza.html</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://meuambiente.blog.com/?p=65" target="_blank">http://meuambiente.blog.com/?p=65</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EDG76309-6048,00.html" target="_blank">http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EDG76309-6048,00.html</a></p>
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