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	<title>Diário do Verde &#187; ecobags</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>O efeito retroativo do consumismo</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 08:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Casadei]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Verde]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo de vida do produto]]></category>
		<category><![CDATA[consumismo]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
		<category><![CDATA[ecobags]]></category>
		<category><![CDATA[Pegada Ecológica]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo tipo de produto que é feito por qualquer segmento da indústria possui um Ciclo de Vida, que são os estágios pelos quais o produto passa em seu tempo de vida útil. O Ciclo de Vida pode, portanto, ser dividido nos estágios Introdução: Sua produção e introdução no mercado; Crescimento: Implementação no mercado e processo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todo tipo de produto que é feito por qualquer segmento da indústria possui um Ciclo de Vida, que são os estágios pelos quais o produto passa em seu tempo de vida útil.</p>
<p style="text-align: justify;">O Ciclo de Vida pode, portanto, ser dividido nos estágios <strong>Introdução:</strong> Sua produção e introdução no mercado; <strong>Crescimento:</strong> Implementação no mercado e processo de difusão; <strong>Maturidade:</strong> Ápice do ciclo de vida; <strong>Declínio:</strong> Processo de retirada do produto do mercado, que pode ser reintroduzido no mercado, iniciando novamente os estágios ou então a extinção do produto.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, praticamente todos os produtos que consumimos passam por todos estes processos, muitos não atingem a maturidade, outros ficam constantemente alternando entre um estágio e outro, mas o fato é que todos os produtos possuem um Ciclo de Vida.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4557" href="http://www.diariodoverde.com/o-efeito-retroativo-do-consumismo/ciclo-de-vida-do-produto/"><img class="aligncenter size-full wp-image-4557" title="Ciclo de Vida" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/ciclo-de-vida-do-produto.jpg" alt="Ciclo de Vida" width="545" height="258" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O mercado, a economia nos faz comprar sempre</strong>, comprar é necessário, precisamos de alimento, de vestimentas, de objetos de entretenimento, de lazer, de prazer, e tudo isto, mesmo que indiretamente, custa dinheiro. Quando necessitamos de um determinado produto, o compramos para nosso uso, a partir deste momento o Ciclo de Vida daquele produto começa a fazer parte de nossa vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns produtos possuem um ciclo muito longo, por exemplo, um colchão, seu tempo de vida é longo se comparado com um pote de maionese, que tem uma duração bem menor. Pois bem, compramos o produto, o usamos e descartamos, correto. O problema é justamente o último processo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quando você precisa descartar um produto, por exemplo um produto alimentício, o que você faz?</strong> R.: <em>Põe no lixo. Justamente, no lixo, e com o lixo são usadas as sacolas plásticas. Pois bem, e o ciclo das sacolinhas, como é?</em></p>
<p style="text-align: justify;">As sacolas são muitas vezes ignoradas neste processo, o que é muito grave pois elas causam muitos problemas ambientais, mas então você me diz: E as <strong>Ecobags</strong>? Sim, existem as ecobags, mas elas não são a salvação do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">As atuais sacolas ecológicas não são tão ecológicas assim, <a href="http://publications.environment-agency.gov.uk/dispay.php?name=SCHO0711BUAN-E-E" target="_blank">estudos</a> indicam que estas sacolas se degradam mais rapidamente, mas podem ser até 200 vezes mais poluidoras. A notícia boa é que muitas universidades pelo Brasil se preocupam com isto e estão desenvolvendo novas tecnologias de sacola menos poluidoras e biodegradáveis. Tive a oportunidade de acompanhar o desenvolvimento de uma liga a base de casca de banana em uma escola técnica, que me parece muito promissora e espero que dê certo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o assunto principal não são as tecnologias de desenvolvimento do Ecoplástico, se fossemos falar disto levariam vários posts, o que quero levantar é o consumismo:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como o produto que você comprou, consumiu e então descartou vai influenciar você amanhã, e como afetará o meio ambiente?</strong> Qual é a retroação, ou seja, a relação entre a saída e a entrada do sistema?</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, vivemos em uma sociedade extremamente consumista e precisamos mudar isto, basta perguntar a si mesmo: <strong>Preciso realmente comprar este ou aquele produto?</strong> Qual será o impacto ambiental dele, e qual é minha pegada ecológica?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Você é o que você consome, mas será que você precisa consumir tudo o que consome?</strong></p>
<div style="text-align: center;"><strong>Até a próxima!</strong></div>
<p style="text-align: justify;">Vitor Casadei<br />
Bacharelando em Ciência da Computação pela UFSCar<br />
<strong> E-mail:</strong> <a href="malito:vitor.casadei@gmail.com" target="_blank">vitor.casadei@gmail.com</a><br />
<strong> Facebook:</strong> <a href="http://www.facebook.com/vitor.casadei" target="_blank">http://www.facebook.com/vitor.casadei</a><br />
<strong> Twitter:</strong> <a href="http://www.twitter.com/vCasadei" target="_blank">http://www.twitter.com/vCasadei</a></p>
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		<title>Futurama (ou Completando Meu Artigo Anterior)</title>
		<link>http://diariodoverde.com/futurama-ou-completando-meu-artigo-anterior/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 May 2011 16:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
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		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A propósito de meu artigo anterior (Fake Plastic Trees), voltei a pensar no tem “plástico” em decorrência de ter assistido um dos episódios do seriado Futurama, intitulado “Garbage Ball” (título original?), no qual o Professor cria um “Cheiroscópio” e Fry sente o “pior cheiro do Universo”. E logo descobrem tratar-se de um imenso corpo celeste [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A propósito de meu artigo anterior (<a href="http://www.diariodoverde.com/fake-plastic-trees-falsas-arvores-de-plasticos/" target="_blank"><strong>Fake Plastic Trees</strong></a>), voltei a pensar no tem “plástico” em decorrência de ter assistido um dos episódios do seriado <strong>Futurama</strong>, intitulado “<em>Garbage Ball</em>” (título original?), no qual o Professor cria um “Cheiroscópio” e Fry sente o “<em>pior cheiro do Universo”.</em> E logo descobrem tratar-se de um imenso corpo celeste que está em rota de colisão com a Terra, sendo composto de lixo que no passado foi lançado ao espaço como forma de se livrarem deste que se acumulava na Terra.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar, salvo engano, que até 214, ou a partir desta data não serão permitidos o depósito de lixo nos “lixões” ou mesmo a criação de novos depósitos deste tipo. Precisamos nos informar melhor.</p>
<div id="attachment_2097" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/05/geek-tv-futurama.jpg"><img class="size-full wp-image-2097" title="Geek TV Futurama" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/05/geek-tv-futurama.jpg" alt="" width="580" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Lila, Bender e Fry</p></div>
<p style="text-align: justify;">Voltando ao <strong>Futurama, </strong>o problema da “Bola de Lixo” se resolve com participação de toda população comovida com um discurso “<em>mea culpa</em>” proferido por Fry, ao reconhecer a sua parcela de contribuição (e de todos nós) para a eminente catástrofe. Todos colaboram.</p>
<p style="text-align: justify;">Não sou bom em memorizar números, mas bem lembro que já estamos na casa dos milhões de toneladas de lixo (incluindo plásticos principalmente), que são despejados diariamente na natureza. Neste momento pude imaginar aquele robozinho, o mais emotivo e sentimental de todos que já vi, adentrando a cidade e arrumando o lixo que deixamos para trás. São personagens do futuro que já estão nascendo hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenho acrescentar ao artigo anterior que parte dos argumentos do engenheiro químico deixam de considerar a capacidade da população mais pobre (e maioria), no que tange sua adaptabilidade às novas exigências socioambientais, e o que é o mais característico e divertido traço nacional, a <strong>criatividade</strong>. Além de considerar, o que é pior, a população como pobre não apenas economicamente, mas paupérrima no quesito inteligência.</p>
<p style="text-align: justify;">As “ecobags” não oneram vida já tão arrochada da população, pelo menos da maioria. Com um pouco mais de 1 metro de tecido, costureiras (aquelas que todo mundo conhece no bairro) como minha mãe, podem fazer um “ecobag” a preço de custo, personalizadas, customizadas, versáteis, resistentes como qualquer outra “de marca”.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqueles argumentos, como muitos outros, mais parecem argumentos que querem nos fazer crer que é o poste que faz xixi no cachorro.</p>
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		<title>Fake Plastic Trees (Falsas árvores de plásticos)</title>
		<link>http://diariodoverde.com/fake-plastic-trees-falsas-arvores-de-plasticos/</link>
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		<pubDate>Sat, 21 May 2011 16:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[ecobags]]></category>
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		<description><![CDATA[“O plástico é bom para o ambiente”. Com esta frase o engenheiro químico e presidente de três (03) entidades pró-plástico abre a matéria (entrevista) na revista ÉPOCA (02/05/2011, nº676). Pergunto: Dá para uma abelha depor em oposição ao mel que produz? O engenheiro diz que não é contra ás ecobags, mas nunca possuiu uma. Defende a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong> “</strong><em>O plástico é bom para o ambiente</em><strong>”.</strong> Com esta frase o engenheiro químico e presidente de três (03) entidades pró-plástico abre a matéria (entrevista) na revista ÉPOCA (02/05/2011, nº676). Pergunto: Dá para uma abelha depor em oposição ao mel que produz? O engenheiro diz que não é contra ás <em>ecobags</em>, mas nunca possuiu uma. Defende a produção de sacolas plásticas basicamente com parcos argumentos (mesmo assim suspeitos). Segundo ele as leis que começam a vigorar nos estados (proibição de distribuição de sacolas plásticas pelas redes de lojas) que restringem a distribuição das famigeradas sacolinhas são baseadas em propagandas equivocadas, desprovidas de argumentos científicos, quer seja dos marqueteiros, quer seja da pobre população que, assim, não teria opção de escolha. Logo, tais recomendações legais seria cercear o direito de escolha do pobre cidadão.</p>
<p style="text-align: justify;">Se não, vejamos: o plástico (natural) já está por aí sendo moldado desde o séc XVII. O artificial, base das tais sacolhinhas, tem sua origem em meados de 1839, quando o americano Charles Goodyear (1800-1860) criou o processo de vulcanização da borracha, transformando o material natural (latex) em um produto mais resistente às mudanças de temperatura. Contudo, “a verdadeira revolução viria em 1907, quando o químico belga, naturalizado americano, Leo Baekeland (1863-1944) criou o primeiro plástico totalmente sintético e <strong>comercialmente viável</strong> (negrito meu), o Bakelite. Começava a era dos plásticos modernos, feitos à base de petróleo, carvão e gás natural. A chave desse novo processo foi a polimerização, que consiste em juntar, a partir de diversas reações químicas, várias moléculas menores em uma grande, que não se quebra facilmente e dá ao material maior durabilidade. Desde então, centenas de plásticos, ou polímeros, foram criados pelas empresas petroquímicas para as mais diferentes utilidades, como o poliéster (1932), o PVC (1933), o náilon (1938), o poliuretano (1939), o teflon (1941) e o silicone (1943)”. (fonte: <a title="http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-foi-inventado-o-plastico" href="http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-foi-inventado-o-plastico" target="_blank">http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-foi-inventado-o-plastico</a>). Estes sim são nossos conhecidos mais familiares. Estão na cozinha, no banheiro, inclusive em bustos e glúteos de muita gente por aí. E continuarão por aí por anos, anos e anos…</p>
<p style="text-align: justify;">Mas isto é o de menos, segundo a entrevista, com base no Ibope (!) – e como bem me ensinou Maria Amélia Azevedo a “Como não brincar com estatísticas”&#8230; –, o consumidor não escolheu abolir a sacola plástica. E que trata-se de uma jogada política e de “ecomarketing”. E que “é sempre o consumidor quem paga a conta final”. Será que não temos consciência de que o custo de cada sacolinha sempre é repassado para o valor do produto que compramos? Desde quando algo “<em>é de graça</em>” no capitalismo atual?</p>
<p style="text-align: justify;">Outro argumento: “as sacolas fazem falta para embalar o lixo”. E que a ausencia destes “brindes” que ganhamos a cada compra nos supermercados poderia propiciar o retorno de pragas urbanas. Seria como na música dos Titãs: “<em>Bichos!/ Saiam dos lixos/ Baratas!/ Me deixem ver suas patas/</em> <em>R</em><em>atos!/ Entrem nos sapatos / Do cidadão civilizado&#8230; / Pulgas!/ Que habitam minhas rugas/ Onçinha pintada/ Zebrinha listrada/ Coelhinho peludo…”</em> ??!</p>
<p style="text-align: justify;">Mas ainda assim tenho a concordar com um de seus argumentos: “O ponto chave é a educação”. E que “o plástico não é um problema em si”, mas os destinos dados a esta descoberta humana. Ainda não temo por mim, pois neste mundo vou passar e os pásticos ficarão. Mas… e meus passarinhos??! Habitarão uma Fake Plastic Tree?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-1960" title="Árvore de Natal - lixo" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/05/arvore-de-natal-lixo.jpg" alt="" width="240" height="320" />Fake Plastic Trees</strong> (<a href="http://www.vagalume.com.br/radiohead/" target="_blank">Radiohead</a>)</p>
<p style="font-size: 12px; text-align: justify;">A green plastic watering can</p>
<p style="font-size: 12px; text-align: justify;">For a fake chinese rubber plant</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">In the fake plastic earth</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">That she bought from a rubber man</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">In a town full of rubber plans</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">To get rid of itself</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">It wears her out, it wears her out</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">It wears her out, it wears her out</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">She lives with a broken man</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">A cracked polystyrene man</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Who just crumbles and burns</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">He used to do surgery</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">For girls in the eighties</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">But gravity always wins (…)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;"><strong>Falsas árvores de plásticos</strong> <a href="http://www.vagalume.com.br/radiohead/">(Tradução)</a></p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Um regador verde de plástico</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Para uma falsa planta chinesa de borracha</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Na Terra artificial de plástico</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Que ela comprou de um homem de borracha</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Em uma cidade cheia de planos de borracha</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Para se livrar de si mesma</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Isto a desgasta, isto a desgasta</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Isto a desgasta, isto a desgasta</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Ela mora com um homem falido<br />
Um homem de poliestireno rachado</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Que apenas se esfarela e queima</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Ele costumava fazer cirurgias</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Em garotas nos anos oitenta</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">Mas a gravidade sempre vence (… )</p>
<p style="font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify;">
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