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	<title>Diário do Verde &#187; documentário</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Quanto vale a Terra?</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2014 15:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>

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		<description><![CDATA[Que o planeta é indispensável à vida, todo mundo sabe. Contudo, na prática, a grande maioria da população teima em desconsiderar o valor da natureza e a sua influência no desenvolvimento das atividades humanas. Tal atitude em parte se explica pelo fato do meio ambiente ser subjetivo, ou seja, ter importância variável de pessoa para [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Que o planeta é indispensável à vida, todo mundo sabe. Contudo, na prática, a grande maioria da população teima em desconsiderar o valor da natureza e a sua influência no desenvolvimento das atividades humanas. Tal atitude em parte se explica pelo fato do meio ambiente ser subjetivo, ou seja, ter importância variável de pessoa para pessoa. Visando enfatizar a relevância do Planeta Terra, através de uma análise pragmática e objetiva, <strong>o History Channel ousou e elaborou um documentário em 2012 que faz um inventário detalhado de seus recursos</strong>, indo desde o início da história da humanidade, até os dias atuais. De todos os elementos, de longe, a água venceu disparadamente como o recurso mais precioso, sendo quatro vez mais valiosa que os outros recursos avaliados juntos.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o levantamento estatístico realizado pelo canal chegaram-se aos seguintes <strong>valores econômicos para os recursos disponíveis na Terra</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Metais preciosos:</em> US$ 14.766.306.552,234<br />
<em>Madeira:</em> US$ 269.766.006.335,474<br />
<em>Rochas:</em> US$ 93.045.168.000.000<br />
<em>Alimentação:</em> US$ 2.495.823.720.622<br />
<em>Metais:</em> US$ 135.475.825.000.000<br />
<em>Combustíveis Fósseis:</em> US$ 716.941.015.620.000<br />
<em>Diamantes:</em> US$ 529.886.250.000<br />
<em>Elementos terra-rara*:</em> US$ 23.831.500.000.000<br />
<em>Água:</em> US$ 5.618.100.089.501.550</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><em>*As <strong>terras-raras</strong> são um grupo seleto de 17 elementos químicos de relativa abundância na crosta terrestre (com concentração variando entre 68ppm para o cério e 0,5ppm para o túlio e lutécio) considerados raros pela dificuldade da sua separação  (já que ocorrem em vários minérios de composições distintas). Apenas o lantânio, que é muito instável, não é visto nestas terras – embora se classifique como tal.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;">Somados, <strong>os recursos da Terra totalizam o montante de US$ 6.873.951.620.979.880</strong> (seis quatrilhões, oitocentos e setenta e três trilhões, novecentos e cinquenta e um bilhões, seiscentos e vinte milhões, novecentos e setenta e nove mil e oitocentos e oitenta dólares) <strong>ou R$ 17.666.055.665.918.291,60</strong> (dezessete quatrilhões, seiscentos e sessenta e seis trilhões, cinquenta e cinco bilhões, seiscentos e sessenta e cinco milhões, novecentos e dezoito mil, duzentos e noventa e um reais e sessenta centavos). Tal valor equivale a 445 anos da economia americana, a maior do mundo atualmente, e <strong>se o valor fosse distribuído equitativamente entre os habitantes cada um receberia o equivalente a um milhão de dólares</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale a pena destacar que o documentário considera os recursos naturais isoladamente, pois se adicionarmos a esta conta os <a href="http://www.diariodoverde.com/as-casas-bahia-a-dengue-e-por-que-voce-vai-querer-vender-seu-carro/" target="_blank">serviços ambientais</a> prestados pelo planeta, esta cifra atingiria um patamar muito maior. A análise do History Channel deve ser interpretada como uma maneira de se ter uma melhor compreensão a respeito da importância do planeta, já que a conservação da Terra deve estar acima de todo e qualquer valor financeiro, pois afinal, ela é a nossa casa e merece atenção, cuidado e respeito. A vida em si, considerando as suas múltiplas relações, mistérios e complexidades certamente não tem como atribuir um valor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Assista abaixo o documentário na íntegra:</p>
<p><object width="580" height="326"><param name="movie" value="//www.youtube.com/v/9w9yzOS3S-E?hl=pt_BR&amp;version=3" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="//www.youtube.com/v/9w9yzOS3S-E?hl=pt_BR&amp;version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="326" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="allowfullscreen" /></object></p>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações do <a href="http://www4.bcb.gov.br/PEC/CONVERSAO/CONVERSAO.ASP" target="_blank">Banco Central</a> (cotação do dólar de hoje &#8211; 07/11/2014 &#8211; R$ 2,57) e do <a href="http://www.infoescola.com/elementos-quimicos/terra-rara/" target="_blank">Info Escola</a>.</em></p>
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		<title>Estamira (Esta mira!)</title>
		<link>http://diariodoverde.com/estamira-esta-mira/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/estamira-esta-mira/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 May 2011 19:10:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Estamira]]></category>
		<category><![CDATA[Lixão]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[“Mulambo boa peça de pano pra se costurar mentira Mulambo boa peça pra se costurar miséria, miséria&#8230; “Mulambo eu, mulambo tu, mulambo eu, mulambo tu.” (Rios, Ponte e Orverdrives. Chico Science) Viajo com frequencia entre Cametá-PA, onde moro e trabalho, e a capital Belém, onde moram minha companheira Lú (por enquanto) e meus pais. São [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.estamira.com.br/" target="_blank"><img class="alignleft" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;ct=img&amp;q=http://www.imagensgratis.com.br/imagens/original/fotos-estamira.jpg&amp;sa=X&amp;ei=-5nETaH2AoHB0AG_9KGOCA&amp;ved=0CAQQ8wc&amp;usg=AFQjCNEE5sl-Ay6VSnGiTT0zZBMMlpYqAA" alt="" width="212" height="140" /></a>“<em>Mulambo boa peça de pano pra se costurar mentira</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Mulambo boa peça pra se costurar miséria, miséria&#8230;</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>“Mulambo eu, mulambo tu, mulambo eu, mulambo tu.”</em></p>
<p style="text-align: center;">(Rios, Ponte e Orverdrives. <em>Chico Science</em>)</p>
<p style="text-align: justify;">Viajo com frequencia entre Cametá-PA, onde moro e trabalho, e a capital Belém, onde moram minha companheira Lú (por enquanto) e meus pais. São 212 km de estradas, rios, pontes e balsas (como na música de Chico Science “Rios, Pontes e Orverdrives”). Músicas e leituras na bagagem. Esta semana trouxe uma ISTOÉ (02/02/2011, Ano 35, nº 2151). Deparei-me com a matéria “Arte que vem do lixo” na Coluna “Cutura / Sustentável”. Trata-se de um artigo sobre o documentário “Lixo Extraordinário”, aquele que “concorreu” (ou seria figuração?) ao Oscar em Hollywood. Estou falando com certa <em>indig</em><strong>nação</strong>. Hollywood é e sempre será um Narciso. Nada lhe será bonito que não seja espelho. Os indicados não-americanos estão na categoria “Estrangeiro”. E me parecem ser sempre os filmes “cabeças” com histórias ou estórias “feias”, “sujas” ou “exóticas”, sob a alcunha de “Cult Movie”, que são as lentes que, como diria Eduardo Galeno, os <em>estadunienses</em> veem o<em> <span style="text-decoration: underline;">resto do mundo</span></em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas ao que interessa: o festejado documentário do ano no Brasil (embora seja uma produção nacional, em parte, a qual não foi citada) foi intitulado como reprentante brasileiro pelas bandas de lá. O documentário teve como mote os trabalhos de Vik Muniz (aquele criador das figuras da abertura de Passione, novela das 8h que começa ás 9h, para se adequar, dizem, as exigências do consumidor).</p>
<p style="text-align: justify;">O título original: “Waste land”. Algo como “Terra do Lixo” ou “Lixolândia” (em oposição a Disneylândia?) O catador foi lá nos EUA para ver a estatueta. Acho que me senti como naquele filme em que aquele indiozinho adentra a corte europeia nos tempos de Colombo, sendo apresentado como um pássaro exótico que imita a voz humana.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" src="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRSX8jzQaXWzwMu-ldJ07ZY0hcZBB8t79olKdut7ryT0MEqjBAMnA" alt="" width="203" height="203" /> Não é salutar embelezar ou maquiar, com pompa e circunstância o que é verdadeiro. Em termos de reflexão para o que nos interessa, penso em outro documentário, afora o clássico “Ilha das Flores” (didático, lúdico e educativo) indicaria como Referência (em maiúscula mesmo) ESTAMIRA, que talvez seja mais conscientizador ou inconscientizador – como diria uma professora &#8211; produz mais efeito e mais transdisciplinariedade no refletir.</p>
<p style="text-align: justify;">Estamira, a pessoa e o documentário nos trazem um caleidoscópio, uma cosmologia e simbolismo líricos, mesmo que num primeiro olhar aparente ser desconexo, nos mostra <em><span style="text-decoration: underline;">tudoaomesmotempoagora</span></em><strong><em><span style="text-decoration: underline;">.</span></em></strong> Veja seu nome: ESTAMIRA: este olhar, este ver, ela mira, ela olha. É ao mesmo tempo o Olhar e o que é Olhado, a Vista e a Visão.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme diz Rafael Evangelista: <em>“Estamira, o filme e a personagem, denunciam o desamparo humano, não só filogenético ou ontogenético, mas também social, econômico e político”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> Ou ainda: “É nesse início que encontramos, possivelmente, a chave para o filme. Diz Estamira sobre o que se encontra em Gramacho: “às vezes é só resto, às vezes vem, também, descuido”. Descobriremos depois que isso não vale apenas para os objetos que lá estão, mas também para as pessoas: no lixão circulam restos de vidas e pessoas que não foram cuidadas”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Gallego, “os personagens de Estamira e, principalmente, de <em>Estamira para todos e para ninguém</em>: os sem dinheiro, os mal tratados, aqueles que, como diz Estamira, foram libertos, mas para quem não se deu nem trabalho nem terra”. Ou foi dado apenas a acreditar num cenário cinematográfico. Nada acontece além do enquadre da TV.</p>
<p style="text-align: justify;">Estamira não “cai na armadilha da idealização ingênua (nem há mais ingênuos, já anunciou o filme logo no início): Estamira pode se mostrar arrogante, verbalmente agressiva, até mesmo desagradável. Mas Marcos permite que ela se faça ouvir”.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, e talvez sejam apenas minhas elucubrações a partir do que li nesta viajem para cá.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>P.S.: Estamira vive no mesmo lixão de Gramacho do outro documentário.</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><img class="aligncenter" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;ct=img&amp;q=http://1.bp.blogspot.com/_O5shTdgCnkM/S9dveyd0OFI/AAAAAAAAAaE/mjqtCp1LdCw/s1600/Estamira.JPG&amp;sa=X&amp;ei=nZrETePMAuHW0QHSr5H9Bw&amp;ved=0CAQQ8wc4Dg&amp;usg=AFQjCNHjWVHHn0rhwTstsUDLxjbNAOQF8A" alt="" width="576" height="431" /></em></p>
<p><strong>Mais sobre Estamira:</strong></p>
<p><strong>Trailer</strong>: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=v9ik-M5k0K4">http://www.youtube.com/watch?v=v9ik-M5k0K4</a></p>
<p><strong>Site</strong>: <a href="http://www.estamira.com.br/">http://www.estamira.com.br/</a></p>
<p><strong>Artigos:</strong></p>
<p><a href="http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&amp;edicao=32&amp;tipo=resenha">http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&amp;edicao=32&amp;tipo=resenha</a></p>
<p><a href="http://www.cinemaemcena.com.br/estamira/blog.asp">http://www.cinemaemcena.com.br/estamira/blog.asp</a></p>
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