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	<title>Diário do Verde &#187; Divisão do Pará</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Divide Sim ou Divide Não</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Dec 2011 20:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Amanhã será realizado um plebiscito no meu Estado, o Pará (2° maior Estado da Federação e a 9ª em número populacional). SIM! Pra cá, NÃO e NÃO pra lá. Eu sou 55 e eles 77. Propagandas apelativas explorando a miséria e expondo nobres cidadãos paraenses ao extremo do ridículo. Uns falam das grandezas e riquezas do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/12/Contra-divisao-do-Para.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5651" title="Contra divisão do Pará" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/12/Contra-divisao-do-Para.jpg" alt="Contra divisão do Pará" width="500" height="288" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Amanhã será realizado um plebiscito no meu Estado, o <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Par%C3%A1" target="_blank">Pará</a></strong> (2° maior Estado da Federação e a 9ª em número populacional). SIM! Pra cá, NÃO e NÃO pra lá. Eu sou 55 e eles 77. Propagandas apelativas explorando a miséria e expondo nobres cidadãos paraenses ao extremo do ridículo. Uns falam das grandezas e riquezas do Estado, outros do “esquecimento” de um povo e de partilha (do que já é de todos por definição). E o assunto é tema das mais variadas, acaloradas e emotivas discussões de bar. Mas o que fica em segundo, ou terceiro, ou quarto plano, ou ainda escamoteado nos reais motivos dos que querem ou não dividir o Pará, ainda é a total ausência, principalmente nos debates públicos no que se refere às virtuais ameaças ao meio ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Os novos possíveis estados já nasceriam com a maior parte de seus territórios “ingovernáveis”, digo, são áreas de proteção permanentes (APPs), militares e da União. Os territórios “governáveis” reduzidos, a atração populacional decorrentes da geração de mais polos de emprego e a necessidades de desenvolvimento econômico exercerão enorme pressão sobre as áreas de proteção ambiental, através principalmente da expansão do agronegócio e do comércio. Como se não bastasse o caso <strong><a href="http://belomontedeviolencias.blogspot.com/" target="_blank">Belo Monte</a></strong> e um <strong><a href="http://www.codigoflorestal.com/" target="_blank">Código Florestal</a></strong> deficitário e tendencioso, novamente a Amazônia volta a ser foco nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Na melhor das hipóteses o plebiscito, que não é a decisão final, diga-se de passagem, pois é apenas um dos primeiros passos do processo de divisão, traz à tona a discussão do modelo de desenvolvimento arcaico da década de 70 do século passado proposto para a Amazônia, do tempo do “Milagre Econômico”, em que rasgava a selva em teias de estradas, na pata do boi e no avanço desorganizado de frentes econômicas. Boa parte das cidades que surgiram neste <em>bum</em>, as margens da Transamazônica demonstram a inépcia deste modelo de desenvolvimento e sua ação predatória na fauna e flora amazônica.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida a população paraense é soberana nas decisões do que fazer do Estado, “<em>mas esta é uma discussão que definitivamente diz respeito a todo o país. Não apenas pela fatura, que será paga por todos, mas pelo destino de uma região cuja sorte sempre foi escrita por mãos de outras paragens</em>” (<strong><a href="http://www.lucioflaviopinto.com.br/" target="_blank">Lúcio Flávio Pinto</a></strong>).</p>
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		<title>Áreas de Conservação Ambiental no Pará</title>
		<link>http://diariodoverde.com/areas-de-conservacao-ambiental-no-para/</link>
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		<pubDate>Sat, 15 Oct 2011 15:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Código Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Divisão do Pará]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Amazônica]]></category>
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		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades de Conservação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Sou caipira, sede urbana dos matos Um caipora que nasceu na cidade Um curupira de gravata e sapatos Sem nome e sem dinheiro Sou mais um brasileiro Olhando Belém enquanto uma canoa desce um rio E o curumim assiste da canoa um boing riscando o vazio Eu posso acreditar que ainda da pra gente viver [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Sou caipira, sede urbana dos matos<br />
Um caipora que nasceu na cidade<br />
Um curupira de gravata e sapatos<br />
Sem nome e sem dinheiro<br />
Sou mais um brasileiro<br />
Olhando Belém enquanto uma canoa desce um rio<br />
E o curumim assiste da canoa um boing riscando o vazio<br />
Eu posso acreditar que ainda da pra gente viver numa boa<br />
Os rios da minha aldeia são maiores do que os de Fernando Pessoa<br />
(e o sol da manhã rasga o céu da Amazônia )</em>&#8221; (<a href="http://letras.terra.com.br/nilson-chaves/221048/" target="_blank">Olhando Belém, Nilson Chaves</a>)</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Vitoria-Regia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4749" title="Vitória-Régia" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Vitoria-Regia.jpg" alt="Vitória-Régia" width="580" height="542" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Pará é um Estado cuja área territorial corresponde a algo em torno  de 1.247.689,515 km², e representa o segundo maior Estado do país em superfície,  ocupando aproximadamente 16% do território nacional. No artigo <a href="http://www.diariodoverde.com/divisao-do-para-ameaca-unidades-de-conservacao/"><strong>Divisão do Pará ameaça Unidades de  Conservação</strong></a>, faço menção a possibilidade de divisão do Pará em mais  dois Estados (Carajás e Tapajós) e a possibilidade deste fato ameaçar a  integridade das Unidades de Conservação (UCs) já existentes no Estado.  Ressaltando que ainda há processos de criação de novas UCs, em fase de consulta  pública, que discutirá a criação de mais oito (08) novas unidades, quais  sejam:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Floresta Nacional/Estadual de Trairão, nos municípios de Itaituba, Rurópolis  e Trairão;</li>
<li>Floresta Nacional/Estadual do Amaná, nos municípios de Itaituba e  Jacareacanga;</li>
<li>Área de Proteção Ambiental Tapajós, nos municípios da Itaituba,  Jacareaganga, Novo Progresso e Trairão;</li>
<li>Floresta Nacional/Estadual do Crepori, no município de Jacareacanga;</li>
<li>Floresta Nacional/Estadual do Jamanxim, nos minicípios de Itaituba e Novo  Progresso;</li>
<li>Parque Nacional/Estadual do Jamanxim, nos municípios de Itaituba e Trairão;</li>
<li>Floresta Estadual do Iriri, no município de Altamira;</li>
<li>Parque Nacional/Estadual do Rio Novo, nos municípios de Itaituba e Novo  Progresso.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Além de discutir a ampliação do <strong><a href="http://www.brasil.gov.br/localizacao/parques-nacionais-e-reservas-ambientais/parque-nacional-da-amazonia-pa-am" target="_blank">Parque Nacional da Amazônia</a></strong>, tal discussão  engloba uma área de 7.369.575 hectares, num total superior ao estado da Bahia  (!).</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto as áreas de proteção, são estas:</p>
<p><strong>► Área de Proteção Ambiental</strong></p>
<ul style="text-align: justify;"></ul>
<p><strong>► UF: PA</strong></p>
<ul style="text-align: justify;"></ul>
<p style="text-align: justify;"><strong> ► Nome da Unidade (Total: 10)</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><a href="http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&amp;idEstrutura=119&amp;idConteudo=9677&amp;idMenu=11809" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA ILHA DO COMBU</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=1025" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA REGIÃO METROLPOLITANA DE  BELÉM</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=1024" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE ALGODOAL-MAIANDEUA</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=1026" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SÃO GERALDO DO ARAGUAIA</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=1023" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=22" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO IGARAPÉ GELADO</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=1029" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=268" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO TAPAJÓS</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=1028" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PAYTUNA</a></li>
<li><a href="http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&amp;idUc=1039" target="_blank">ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL TRIUNFO DO XINGU</a></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">O plebiscito que poderá reconfigurar os limites do Pará implicará em mudanças socioeconômicas, ambientais, políticas e legislativas, as quais incidirão sobre as práticas de conservação e conquistas socioambientais de longos anos de luta. Como se não bastasse o imbróglio das discussões do <a href="http://www.codigoflorestal.com/" target="_blank">Código Florestal</a>, redesenhar (desenhar novamente) os perfis do Pará incorrerá, em uma metáfora, no uso daquelas borrachas que se dizem apagar o traço da caneta, mas que rasgará o papel (de conquistas prescritas em lei) e no lugar do lápis a eficiente e moderna motosserra.</p>
<p><strong>Fontes</strong>:</p>
<p>► <a href="http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&amp;idEstrutura=119&amp;idConteudo=9677&amp;idMenu=11809" target="_blank">Ministério do Meio Ambiente (MMA)</a> &#8211; (Link)<br />
► <a href="http://360graus.terra.com.br/ecologia/default.asp?did=15100&amp;action=news" target="_blank">Ecologia: Pará ganha mais nove unidades de conservação ambiental</a> &#8211; (Link)</p>
<ul style="text-align: justify;"></ul>
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		<title>Divisão do PARÁ Ameaça Unidades de Conservação</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Aug 2011 16:36:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
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		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Olhe vá em frente Não se esqueça Liberdade dentro da cabeça E a cabeça fora do que há De mal prá você&#8230; (O Carcará e a Rosa &#8211; Natiruts) Antes de mais alguma coisa quero afirmar: esta é uma opinião pessoal, particular de um cidadão paraense – Eu. Penso que nos últimos tempos ando meio indignado [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>Olhe vá em frente<br />
Não se esqueça<br />
Liberdade dentro da cabeça<br />
E a cabeça fora do que há<br />
De mal prá você</strong>&#8230; </em>(O Carcará e a Rosa &#8211; Natiruts)</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de mais alguma coisa quero afirmar: esta é uma opinião pessoal,  particular de um cidadão paraense – Eu.</p>
<p style="text-align: justify;">Penso que nos últimos tempos ando meio indignado como uma série de coisas. Há  algo de podre no reino de Santa Maria do Grão Pará. E não é de hoje. As  discussões a cerca da divisão Pará, gerando dois novos Estados (Tapajós e  Carajás), passam a ter a partir deste semestre seus representantes legalmente  constituídos (rostos e nomes). Comissões “<em>pró</em>” e “<em>contra</em>”,  <em>marketeiros</em> de plantão, políticos, empresários, pecuaristas se  articulam como nas campanhas eleitorais para convencer a população do que é  melhor para o Estado (ou para quem vive por estas bandas) de um lado. Ou do que  poderá sobrar do processo de separação.</p>
<p style="text-align: justify;">De onde eu vejo e como vejo, mais me parece aquele velho processo de  sesmarias, das capitanias hereditárias e demais projetos de colonização de nosso  continente. A preocupação que me ocorre (e é um dos meus argumentos contra a  divisão) refere-se as Unidades de Conservação (UCs) já estabelecidas (embora não  funcionem devidamente como o ideal).</p>
<p style="text-align: justify;">Em artigo do <strong>Estadão,</strong> Karina Ninni e seus entrevistados  visualizam riscos para as UCs:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;<em>Posso dizer que a divisão deverá ser muito impactante do  ponto de vista ambiental&#8221;, diz o diretor do Museu Paraense Emílio Goeldi, Nilson  Gabas. Ele enxerga um grande problema: a quebra das unidades de conservação  (UCs) estaduais.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;O que se desenha é o seguinte: um Estado recém-criado que  precisa se desenvolver e imensas áreas preservadas por UCs em nível estadual –  só que protegidas por um Estado que já não existe. E como vai se desenvolver o  novo Estado? É provável que pela derrubada de mata e plantio de soja ou criação  de gado&#8221;, raciocina o diretor do museu. &#8220;Acredito que assistiremos a tentativas  de revogação de UCs estaduais no Tapajós.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Segundo Gabas, na partilha o Pará deve concentrar o setor de  serviços, a criação de gado e, talvez, o plantio de dendê para extração de óleo  de palma. Já Carajás ficaria com a mineração e a criação de gado e Tapajós com o  setor energético – o que inclui a Usina de Belo Monte e o complexo hidrelétrico  Tapajós –, além da mineração, das florestas e do plantio de grãos.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Ainda conforme o artigo os novos Estados teriam de criar políticas próprias  contra o desmatamento, especialmente se houver mudanças nas UCs. O desmatamento  no possível território do Tapajós “<em>dá uma boa amostra do imbróglio que se  avizinha. Embora a área afetada na região até 2009 tenha sido menor que nos dois  vizinhos, entre 2008 e 2009 Tapajós registrou o maior aumento da taxa de  desmatamento entre os três. Ao todo foram cortados 53,9 quilômetros quadrados,  segundo o Idesp”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Teoricamente o Pará ficaria como no infográfico:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/mapa-do-PA.jpg"><img class="size-full wp-image-3499 aligncenter" title="mapa do PA" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/mapa-do-PA.jpg" alt="mapa do PA" width="450" height="540" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Estudem, pesquisem, busquem informações. A discussão está rolando há pelo  menos 20 anos. Acho estranho que o alto do muro seja um lugar confortável para  quem não é gato, e nos respondem ao serem questionados sobre este processo com  um melancólico e titubeante: “<em>ainda não tenho uma opinião formada</em>”. Não  é pecado se sua opinião não condiz com as dos demais. A isto chamamos de  liberdade de expressão, a base da democracia. Que venha o plebiscito.</p>
<p style="text-align: justify;">E como diria Dada Maravilha: “Não me venham com problemáticas, o que quero é  saber é das <em>solucionáticas!</em>”</p>
]]></content:encoded>
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