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	<title>Diário do Verde &#187; Consumo</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Escolhas&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 08:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência na Mesa]]></category>
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		<description><![CDATA[A fim de auxiliar escolhas ambientalmente sustentáveis nas atividades diárias, apresento algumas sugestões. Para auxiliar a compra de produtos e a escolha de estabelecimentos. Para escolher onde e o que comprar, considere: &#8211; Política Ambiental: A empresa, estabelecimento, supermercado, tem algum tipo de iniciativa de sustentabilidade ambiental? Há informações disponíveis e de fácil acesso sobre [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Escolhas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4700" title="Escolhas" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Escolhas.jpg" alt="Escolhas" width="580" height="797" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A fim de auxiliar escolhas ambientalmente sustentáveis nas atividades diárias, apresento algumas sugestões. Para auxiliar a compra de produtos e a escolha de estabelecimentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para escolher onde e o que comprar, considere:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Política Ambiental: A empresa, estabelecimento, supermercado, tem algum tipo de iniciativa de sustentabilidade ambiental? Há informações disponíveis e de fácil acesso sobre este tema?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Estão disponíveis informações impressas ou através do auxílio de funcionário sobre os produtos, tais como: composição, origem, forma de produção?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Há programas para reaproveitamento de embalagens?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; É possível adquirir bolsas reutilizáveis e/ou utilizar material reciclável, como caixas de papelão, para transportar as compras?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; São comercializados produtos orgânicos? Há informações do produtor e forma de produção?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; A empresa informa e divulga a política de resíduos do estabelecimento?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; A empresa informa o destino dos produtos que estão perdendo o prazo de validade ou não estão com os padrões ótimos de comercialização (frutas amassadas, mas boas para consumo, por exemplo)?</p>
<p style="text-align: center;">Questione, reflita, avalie suas compras!</p>
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		<title>Resíduos &#8211; Reduzir, reutilizar e reciclar!</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 08:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência na Mesa]]></category>
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		<description><![CDATA[Resíduos incluem alimentos ou subprodutos que são descartados ou reciclados. Neste contexto, resíduos de alimentos incluem alimentos comestíveis que não são consumidos por causa do excedente produzido, por não estarem em condições perfeitas, bem como, sobra de refeições preparadas em casa ou restaurantes. Subprodutos da produção de alimentos, processamento e distribuição também são considerados resíduos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/hands-holding-apple-made-of-bamboo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4652" title="mãos segurando maçã feita de bambu" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/hands-holding-apple-made-of-bamboo.jpg" alt="mãos segurando maçã feita de bambu" width="466" height="594" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-weight: normal;">Resíduos incluem alimentos ou subprodutos que são descartados ou reciclados. Neste contexto, resíduos de alimentos incluem alimentos comestíveis que não são consumidos por causa do excedente produzido, por não estarem em condições perfeitas, bem como, sobra de refeições preparadas em casa ou restaurantes. Subprodutos da produção de alimentos, processamento e distribuição também são considerados resíduos do sistema alimentar (GREEN FOR ALL, 2011).</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, das 10 mil toneladas de produtos que entram diariamente no CEAGESP (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), 1% (100 toneladas) é descartado, isto significa 100 mil kg/dia. Deste total, entre 30% e 50% pode ser considerado alimento próprio para o consumo. Isto significa que entre 30 e 50 toneladas/dia poderiam ser consumidos. Uma família brasileira desperdiça, em média, 20% dos alimentos que compra semanalmente. Isso significa uma perda de US$ 1 bilhão por ano, ou o suficiente para alimentar 500 mil famílias (BANCO DE ALIMENTOS, 2011).</p>
<p style="text-align: justify;">Menos que 3% de todos os resíduos de alimentos são aproveitados ou reciclados ou transformados em adubo. O restante acaba em aterros sanitários, onde constitui até um terço do volume do aterro. Os aterros são a segunda maior fonte de emissões de metano do país, um gás-estufa 21 vezes mais potente que o dióxido de carbono. (BAXTER, 2003).</p>
<p style="text-align: justify;">O aumento na geração de resíduos sólidos tem várias consequências negativas: custos cada vez mais altos para coleta e tratamento do lixo; dificuldade para encontrar áreas disponíveis para sua disposição final; grande desperdício de matérias-primas. Por isso, os resíduos deveriam ser integrados como matérias primas nos ciclos produtivos ou na natureza. Outras consequências do enorme volume de resíduos gerado pelas sociedades modernas, quando o lixo é depositado em locais inadequados ou a coleta é deficitária, são:</p>
<p style="text-align: justify;">• contaminação do solo, ar e água;</p>
<p style="text-align: justify;">• proliferação de vetores transmissores de doenças;</p>
<p style="text-align: justify;">• entupimento de redes de drenagem urbana;</p>
<p style="text-align: justify;">• enchentes;</p>
<p style="text-align: justify;">• degradação do ambiente e depreciação imobiliária; doenças (MMA, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;">Os resíduos podem ser classificados como “seco” ou “úmido”. O lixo “seco” é composto por materiais potencialmente recicláveis (papel, vidro, lata, plástico etc., considerando o sistema alimentar pode-se considerar as embalagens). O lixo “úmido” corresponde à parte orgânica dos resíduos, como as sobras de alimentos, cascas de frutas, restos de poda etc., que pode ser usada para compostagem. Essa classificação é muito usada nos programas de coleta seletiva, por ser facilmente compreendida pela população (MMA, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;">Para não sofrer com desastres ambientais, é necessário acelerar a busca de soluções para os rejeitos industriais que são produzidos. Em grande parte, o lixo é depositado de forma inadequada no ambiente e pode resultar em problemas como a contaminação do solo, da água ou de pessoas que entrem em contato com o material. Para resolver o problema, seria necessária a criação de regras para o controle da estocagem e do descarte dos rejeitos industriais (UNIMED, 2005).</p>
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		<title>Rogai por nós catadores!</title>
		<link>http://diariodoverde.com/rogai-por-nos-catadores/</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Oct 2011 06:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Belém-PA]]></category>
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		<category><![CDATA[Círio de Nazaré]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Diante do mistério que há nessa nossa vida humana, vais crescer mais que o luar, vais voar mais que as semanas, vais sorrir pro revelado, fruto da emoção na boca de que tudo é amarrado e o mundo é um, é oca. (Círios, Vital Lima) Este final de semana no Pará é marcado pela grande [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Diante do mistério que há<br />
nessa nossa vida humana,<br />
vais crescer mais que o luar,<br />
vais voar mais que as semanas,<br />
vais sorrir pro revelado,<br />
fruto da emoção na boca<br />
de que tudo é amarrado<br />
e o mundo é um, é oca.</em></p>
<p style="text-align: center;">(<strong>Círios</strong>, Vital Lima)</p>
<p style="text-align: center;"><em><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Fe-Cirio-de-Nazare.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4640" title="Fé - Círio de Nazaré" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Fe-Cirio-de-Nazare-580x385.jpg" alt="Fé - Círio de Nazaré" width="580" height="385" /></a> </em></p>
<p style="text-align: justify;">Este final de semana no Pará é marcado pela grande manifestação  religiosa do<strong> <a href="http://www.ciriodenazare.com.br/v2.0/?action=Destaque.principal" target="_blank">Círio de Nazaré</a>. </strong>Sendo esta a<strong> “</strong><em>mais grandiosa festa do Pará  e um dos maiores acontecimentos religiosos realizados anualmente no território  brasileiro”</em>, apresenta números impressionantes<em>.</em> O evento reuni cerca 2,2 milhões de pessoas, em média cerca de 70 mil turistas, que<em> “atraídos para a capital paraense neste período da festividade, composta por 11  romarias e que, juntas em procissão, reúnem mais de 4 milhões de pessoas”. </em>Para  o o DIEESE, os dados indicam que aproximadamente US$ 25 milhões são gastos no Pará  pelos visitantes durante este período da festividade<em>. </em>Tudo isto em três  dias<em>.</em></p>
<p style="font-size: x-small; text-align: justify;">(Fonte: <a href="http://www.achebelem.com.br/cirio/cirio-de-nazare/numeros-impressionantes-do-cirio-de-nazare-em-belem" target="_blank">http://www.achebelem.com.br/cirio/cirio-de-nazare/numeros-impressionantes-do-cirio-de-nazare-em-belem</a>)</p>
<p style="color: #044402; text-align: justify;"><span style="color: #044402;">Tenho escrito com frequência sobre lixo nesta coluna  (</span><a href="http://www.diariodoverde.com/estamira-esta-mira/"><strong>Estamira</strong>,</a> <strong><a href="http://www.diariodoverde.com/lixo-por-todos-os-lados/">Lixo por todos os lados</a></strong><span style="color: #044402;">, </span><strong><a href="http://www.diariodoverde.com/urubuservando-a-situacao/">Urubuservando a situação</a></strong><span style="color: #044402;">, </span><strong><a href="http://www.diariodoverde.com/futurama-ou-completando-meu-artigo-anterior/">Futurama</a></strong><span style="color: #044402;">, </span><strong><a href="http://www.diariodoverde.com/fake-plastic-trees-falsas-arvores-de-plasticos/">Fake plastic trees</a></strong><span style="color: #044402;">). Continuo a me preocupar com o que se deixa  para trás, o lixo. </span></p>
<p style="text-align: justify;">É lindo o encontro das simbologias amazônidas e a fé em Nossa Senhora de  Nazaré, o mar de gente, o povo cantando, as velas na noite da transladação, o  almoço em família, o <strong><a href="http://autodocirio.ufpa.br/" target="_blank">Auto do Círio</a></strong>, a <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=IOU0ylN6TnQ" target="_blank">Festa da  Chiquita</a> (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=IOU0ylN6TnQ" target="_blank">Veja o documentário &#8220;As filhas da Chiquita</a>&#8220;)</strong>. Mas…</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/04/Cirio-de-Nazare_Outubro_2010.jpg"><img class="size-full wp-image-4641 alignright" title="Círio de Nazaré" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/04/Cirio-de-Nazare_Outubro_2010.jpg" alt="Círio de Nazaré" width="400" height="300" /></a>“Romeiros geram 480 toneladas de lixo” (Manchete de jornal, </strong><strong>16.10.2007)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Mais de 480 toneladas de lixo foram recolhidas durante a Trasladação e o  Círio de Nazaré. Desse total, 300 toneladas foram produzidas somente na  procissão de domingo, conforme a SESAN (Secretaria Municipal de  Saneamento)”.</em> Segundo a SESAN<em> </em>cerca de 60 toneladas de material  reciclado também são retiradas das ruas neste período, entre garrafas plásticas,  copos e latas de refrigerante e <em>cerveja </em>(cerveja &#8211; origem provável:  Festa da Chiquita, face profana da manifestação religiosa),  papel, papelão, etc. Nos dois dias de festa religiosa trabalharam mais de  1,8 mil pessoas, entre varredores e catadores de lixo de diversas cooperativas  da Grande Belém<strong>. </strong>Boa parte desse material vai para o  <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=oDF9V-QFbKY" target="_blank">aterro sanitário do Aurá</a>.</strong><strong> </strong>A Divisão de  Coordenação de Resíduos Sólidos da SESAN,<em> &#8220;estima que a cada ano a produção de  lixo no Círio de Nazaré aumenta em torno de 10%. No ano passado, foram recolhidas na procissão de domingo cerca de 280  toneladas de lixo, contra mais de 300 em 2007&#8243;. (Fonte: <a href="http://www.orm.com.br/projetos/cirio/2007/noticias.asp?id=294308">http://www.orm.com.br/projetos/cirio/2007/noticias.asp?id=294308</a>)</em></p>
<p style="text-align: justify;">O que nos preocupa é o que esta multidão enseja na libido dos comerciantes de plantão: consumo desenfreado. Fato bem citado por nossa colega <strong>Luisa Haddad</strong> em seu artigo &#8220;<a href="http://www.diariodoverde.com/steve-jobs-uma-bituca-e-a-sustentabilidade/">Steve Jobs, uma bituca e sustentabilidade</a>&#8220;, &#8220;o estímulo exagerado ao consumo&#8221;. Se para a autora para se &#8220;optar por escolhas mais sustentáveis você precisa acreditar em alguma coisa&#8221;. Ou que &#8220;você precisa achar na sustentabilidade algo que você ame&#8221;. Em tempos de consumismo, também acreditem em mim: mesmo além do Círio de Nazaré é preciso ter Fé.</p>
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		<title>O efeito retroativo do consumismo</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 08:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Casadei]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Verde]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo de vida do produto]]></category>
		<category><![CDATA[consumismo]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
		<category><![CDATA[ecobags]]></category>
		<category><![CDATA[Pegada Ecológica]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo tipo de produto que é feito por qualquer segmento da indústria possui um Ciclo de Vida, que são os estágios pelos quais o produto passa em seu tempo de vida útil. O Ciclo de Vida pode, portanto, ser dividido nos estágios Introdução: Sua produção e introdução no mercado; Crescimento: Implementação no mercado e processo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todo tipo de produto que é feito por qualquer segmento da indústria possui um Ciclo de Vida, que são os estágios pelos quais o produto passa em seu tempo de vida útil.</p>
<p style="text-align: justify;">O Ciclo de Vida pode, portanto, ser dividido nos estágios <strong>Introdução:</strong> Sua produção e introdução no mercado; <strong>Crescimento:</strong> Implementação no mercado e processo de difusão; <strong>Maturidade:</strong> Ápice do ciclo de vida; <strong>Declínio:</strong> Processo de retirada do produto do mercado, que pode ser reintroduzido no mercado, iniciando novamente os estágios ou então a extinção do produto.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, praticamente todos os produtos que consumimos passam por todos estes processos, muitos não atingem a maturidade, outros ficam constantemente alternando entre um estágio e outro, mas o fato é que todos os produtos possuem um Ciclo de Vida.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4557" href="http://www.diariodoverde.com/o-efeito-retroativo-do-consumismo/ciclo-de-vida-do-produto/"><img class="aligncenter size-full wp-image-4557" title="Ciclo de Vida" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/ciclo-de-vida-do-produto.jpg" alt="Ciclo de Vida" width="545" height="258" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O mercado, a economia nos faz comprar sempre</strong>, comprar é necessário, precisamos de alimento, de vestimentas, de objetos de entretenimento, de lazer, de prazer, e tudo isto, mesmo que indiretamente, custa dinheiro. Quando necessitamos de um determinado produto, o compramos para nosso uso, a partir deste momento o Ciclo de Vida daquele produto começa a fazer parte de nossa vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns produtos possuem um ciclo muito longo, por exemplo, um colchão, seu tempo de vida é longo se comparado com um pote de maionese, que tem uma duração bem menor. Pois bem, compramos o produto, o usamos e descartamos, correto. O problema é justamente o último processo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quando você precisa descartar um produto, por exemplo um produto alimentício, o que você faz?</strong> R.: <em>Põe no lixo. Justamente, no lixo, e com o lixo são usadas as sacolas plásticas. Pois bem, e o ciclo das sacolinhas, como é?</em></p>
<p style="text-align: justify;">As sacolas são muitas vezes ignoradas neste processo, o que é muito grave pois elas causam muitos problemas ambientais, mas então você me diz: E as <strong>Ecobags</strong>? Sim, existem as ecobags, mas elas não são a salvação do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">As atuais sacolas ecológicas não são tão ecológicas assim, <a href="http://publications.environment-agency.gov.uk/dispay.php?name=SCHO0711BUAN-E-E" target="_blank">estudos</a> indicam que estas sacolas se degradam mais rapidamente, mas podem ser até 200 vezes mais poluidoras. A notícia boa é que muitas universidades pelo Brasil se preocupam com isto e estão desenvolvendo novas tecnologias de sacola menos poluidoras e biodegradáveis. Tive a oportunidade de acompanhar o desenvolvimento de uma liga a base de casca de banana em uma escola técnica, que me parece muito promissora e espero que dê certo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o assunto principal não são as tecnologias de desenvolvimento do Ecoplástico, se fossemos falar disto levariam vários posts, o que quero levantar é o consumismo:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como o produto que você comprou, consumiu e então descartou vai influenciar você amanhã, e como afetará o meio ambiente?</strong> Qual é a retroação, ou seja, a relação entre a saída e a entrada do sistema?</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, vivemos em uma sociedade extremamente consumista e precisamos mudar isto, basta perguntar a si mesmo: <strong>Preciso realmente comprar este ou aquele produto?</strong> Qual será o impacto ambiental dele, e qual é minha pegada ecológica?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Você é o que você consome, mas será que você precisa consumir tudo o que consome?</strong></p>
<div style="text-align: center;"><strong>Até a próxima!</strong></div>
<p style="text-align: justify;">Vitor Casadei<br />
Bacharelando em Ciência da Computação pela UFSCar<br />
<strong> E-mail:</strong> <a href="malito:vitor.casadei@gmail.com" target="_blank">vitor.casadei@gmail.com</a><br />
<strong> Facebook:</strong> <a href="http://www.facebook.com/vitor.casadei" target="_blank">http://www.facebook.com/vitor.casadei</a><br />
<strong> Twitter:</strong> <a href="http://www.twitter.com/vCasadei" target="_blank">http://www.twitter.com/vCasadei</a></p>
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		<title>O caminho dos alimentos dentro do sistema alimentar</title>
		<link>http://diariodoverde.com/o-caminho-dos-alimentos-dentro-do-sistema-alimentar/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Sep 2011 08:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência na Mesa]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<description><![CDATA[O setor de distribuição de alimentos por atacado é responsável por deslocar o alimento desde os produtores até os consumidores, passando muitas vezes por sistemas de processamento e varejo. A distribuição envolve armazenagem, refrigeração, coordenação de logística e transporte (GREEN FOR ALL, 2011). A distribuição de alimentos utiliza uma grande quantidade de energia e combustíveis, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4429" href="http://www.diariodoverde.com/o-caminho-dos-alimentos-dentro-do-sistema-alimentar/atacadista-de-alimentos/"><img class="aligncenter size-full wp-image-4429" title="Atacadista de Alimentos" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/atacadista-de-alimentos.jpg" alt="Atacadista de Alimentos" width="440" height="330" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O setor de distribuição de alimentos por atacado é responsável por deslocar o alimento desde os produtores até os consumidores, passando muitas vezes por sistemas de processamento e varejo. A distribuição envolve armazenagem, refrigeração, coordenação de logística e transporte (GREEN FOR ALL, 2011).</p>
<p style="text-align: justify;">A distribuição de alimentos utiliza uma grande quantidade de energia e combustíveis, particularmente para refrigeração e transporte de alimentos. Na quantidade de energia e combustíveis utilizados é importante a distância para o transporte e tipo de transporte utilizado. O transporte aéreo tem, de longe, as maiores emissões de gases de efeito estufa por toneladas-quilômetros de alimentos, seguido por transporte rodoviário, o frete marítimo e ferroviário. Os sistemas de distribuição globais fazem uso intensivo de energia, além de aumentar a vulnerabilidade do sistema alimentar, uma vez que alguns países se tornam totalmente dependentes da importação de alimentos (EDWARDS, 2009).</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia de que a verdadeira sustentabilidade significa produção alimentar local, está se consolidando. O interesse “local” renovou o apoio à agricultura familiar de pequeno e médio porte. A demanda por alimentos locais tem aumentado através de esforços de educação dos consumidores e varejistas, influenciando lojas de produtos naturais e cadeias de supermercados convencionais a desenvolver linhas de alimentos locais. Neste movimento também se organizam pequenos distribuidores de produtos orgânicos e cooperativas de produção e comercialização (GREEN FOR ALL, 2011).</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Consumidor, procure valorizar os alimentos de fabricação local. Peça informações, nos locais de compra, sobre a procedência dos alimentos. A informação é o primeiro passo da ação consciente!</em></p>
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		<title>Consumo &amp; Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 12:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência na Mesa]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
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		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[verde]]></category>

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		<description><![CDATA[O consumo, por ser um fenômeno sócio-cultural, possui diversos determinantes. Para muitas pessoas possuir algo é a base do sentido de identidade. Elas se identificam e se confundem com os seus objetos de posse e, portanto, passam a ser o que possuem. (PENNA, 1999). A partir do crescimento do movimento ambientalista, surgem novos argumentos contra [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4145" href="http://www.diariodoverde.com/consumo-meio-ambiente/sustentabilidade_consumo_consciente/"><img class="aligncenter size-large wp-image-4145" title="Sustentabilidade e Consumo Consciente" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/sustentabilidade_consumo_consciente-580x456.jpg" alt="Sustentabilidade e Consumo Consciente" width="580" height="456" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O consumo, por ser um fenômeno sócio-cultural, possui diversos determinantes. Para muitas pessoas possuir algo é a base do sentido de identidade. Elas se identificam e se confundem com os seus objetos de posse e, portanto, passam a ser o que possuem. (PENNA, 1999).</p>
<p style="text-align: justify;">A partir do crescimento do movimento ambientalista, surgem novos argumentos contra os hábitos consumistas, evidenciando que o padrão de consumo das sociedades ocidentais modernas, além de ser socialmente injusto e moralmente indefensável, é ambientalmente insustentável (MMA, 2005). Os diferentes estilos de vida contribuem de forma diferenciada para a degradação ambiental. Muitos cidadãos se tornaram mais conscientes e interessados em reduzir sua contribuição pessoal na degradação ambiental. No entanto, esta ênfase na mudança dos padrões de consumo não significa que os problemas ambientais decorrentes da produção industrial capitalista já tenham sido solucionados com sucesso. Ao contrário, as lutas por melhorias e transformações na esfera da produção estão relacionadas e têm continuidade nas lutas por melhorias e transformações na esfera do consumo, uma vez que os dois processos são interdependentes.  A ênfase na mudança dos padrões de consumo deve ser vista como uma forma de fortalecer a ação política dos cidadãos (MMA, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Consumo Verde</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>Consumo verde é aquele em que o consumidor, além de buscar melhor qualidade e preço, inclui como elemento de escolha, a variável ambiental, dando preferência a produtos e serviços que não agridam o meio ambiente, tanto na produção, quanto na distribuição, no consumo e no descarte final (MMA, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, o movimento de consumo verde enfatiza a habilidade dos consumidores de agir em conjunto, trocando uma marca por outra, ou mesmo parando de comprar um determinado produto, para que os produtores identifiquem mudanças na demanda (BRANDENBURG, 2004). No entanto, a estratégia que estimula os consumidores a trocarem marcas apresenta suas limitações, a possibilidade de escolha pode-se resumir a diferentes marcas e não entre consumismo, e não-consumismo. Além disso, o consumo verde atacaria somente uma parte da equação – a tecnologia – e não os processos de produção e distribuição, além da cultura do consumo propriamente dita (BRANDENBURG, 2004; MMA, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Consumo Sustentável</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Consumo sustentável engloba ações e “padrões de consumo através da compra e uso dos bens e serviços que atendam às necessidades básicas das pessoas em conjunto com a minimização da degradação ambiental” (COOPER, 2002).  O consumo sustentável propõe além das inovações tecnológicas e mudança nas escolhas individuais de consumo, são ações coletivas e mudanças políticas, econômicas e institucionais.</p>
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		<title>Greenwashing: Nem tudo que parece, é!</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 19:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Anúncios]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[É eco daqui, é neutro de lá: e a verdade, onde entra? / Abra o Olho!!! GREENWASHING, NÃO! / É cada vez mais comum e frequente, o uso na propaganda, no marketing, nas escolas, nas indústrias, nos lares, em instituições, nos mais diferentes meios e até onde menos se espera, de definições, características e valores [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2365" title="Eco - Footprint" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/07/eco-footprint.jpg" alt="Eco - Footprint" width="580" height="300" /></p>
<div style="text-align: center; font-weight: bold; font-family: trebuchet ms;"><span style="font-size: 250%;"><span style="font-family: trebuchet ms;">É eco daqui, é neutro de lá: e a verdade, onde entra?</span><br />
</span></div>
<p>/<br />
<span style="font-style: italic;">Abra o Olho!!!</span> <span style="font-style: italic;">GREENWASHING, NÃO!</span><br />
/</p>
<div style="text-align: justify;">É cada vez mais comum e frequente, o uso na propaganda, no marketing, nas escolas, nas indústrias, nos lares, em instituições, nos mais diferentes meios e até onde menos se espera, de definições, características e valores ambientais <span style="font-weight: bold;">(não obstante universais, e indispensáveis)</span> para designar um certo produto, marca, bem ou serviço.<br />
Nas iniciativas individuais ou mesmo coletivas, de grupos e entidades governamentais, não-governamentais, com ou sem fins lucrativos, em síntese, não importa: em qualquer lugar que se pare e observe atentamente, sempre está ela: a farsa, pronta para surpreender,  enganar, e dar o bote nos menos cautelosos e atenciosos.<br />
Convenhamos: no tempo atual, em que cuidar do meio ambiente virou um imperativo categórico, &#8220;<span style="font-style: italic;">cuidar do planeta</span>&#8221; não é mais um dever: e sim, uma ordem expressa. E indiscutivelmente, quem segue o padrão exigido, quem se adequa as normas, sai na frente: e com larga vantagem. É justamente aqui, que mora o perigo.<br />
A ameaça consiste no que há por trás das supostas &#8220;boas intenções&#8221;. Como diz sabiamente o provérbio popular, &#8220;de boas intenções, o inferno está cheio&#8221;. E é aí que o bicho pega, pra valer.<br />
Ideias e teorias à parte, qualquer um, dotado de razão e experiência, sabe muito bem que estamos diante de um paradigma irretorquível o qual ninguém escapa: o custo-benefício. E queira ou não se queira, não há como fugir a regra. Portanto, todo benefício, tem seu preço.<br />
Sendo exato, e direto ao ponto, quer dizer que há muito mais além do que se pode ver, por trás da <span style="font-weight: bold;">&#8220;preservação da natureza&#8221;</span>. Ninguém se diz <span style="font-weight: bold;">&#8220;amigo da Terra&#8221;</span>, simplesmente só por que ama-a. Mas por que necessita. Por que depende. É uma questão de lucro, negócios, e muita manipulação: para conquistar um lugar ao Sol, vale tudo.<br />
O que tento transmitir é que  ser VERDE (tudo, totalmente) é impossível, porque queira ou não se queira, geramos impacto  negativo no ambiente! E mais incrível ainda, não podemos ser nem um pouco verde (nada, zero), por que fazemos parte do meio ambiente! Parece sem fundamento, mas tem lógica. E provas.<br />
A igualdade, no entanto, é possível, e o melhor caminho e o mais interessante a se seguir.<br />
Na verdade, o que existe é a vontade de se fazer boas ou más escolhas. Neste sentido, pode se dizer que alguém é 0 ou 100% VERDE. Mas isto não corresponde, ao &#8220;ser&#8221;. E sim, o aparente. E como as aparências enganam (um disfarce, uma maquiagem, uma mentira)&#8230; A verdade se esconde, e <span style="font-style: italic;">nem tudo que parece, é!</span><br />
A esta mentira toda, &#8220;de se passar por uma coisa que na realidade não é aquilo diz, quanto ao verde&#8221; &#8211; sem olhar a quem, damos o nome de Greenwash/Greenwashing.<br />
Segue uma listinha, do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Greenwashing">Wikipédia</a>. Identifique facilmente.</p>
<div style="text-align: center;"><span style="font-size: 130%;">Os seis pecados do greenwashing<br />
</span></div>
<div style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2323" title="Greenwash" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/07/Greenwash.jpg" alt="" width="580" height="359" /></p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 85%;">* Pecado dos malefícios esquecidos.</span><br />
Ex: Eletrônica eficiente energeticamente, mas que contém materiais prejudiciais.<br />
<span style="font-size: 85%;">* Pecado da falta de provas.</span><br />
Ex: Xampus clamando ser organicamente certificados, mas sem certificação verificável.<br />
<span style="font-size: 85%;">* Pecado da promessa vaga.</span><br />
Ex: Produtos que clamam ser 100% naturais quando muitas substâncias de ocorrência natural são prejudiciais, como o arsênico e o formaldeído.<br />
<span style="font-size: 85%;">* Pecado da irrelevância.</span><br />
Ex: Produtos que clamam ser livres de CFC, apesar destes químicos já terem sido banidos há vinte anos.<br />
<span style="font-size: 85%;">* Pecado da mentira.</span><br />
Ex: Produtos que clamam falsamente serem certificados por um padrão ambiental ambientalmente reconhecido (EcoLogo, Energy Star, etc).<br />
<span style="font-size: 85%;">* Pecado dos dois demônios.</span><br />
Ex: Cigarros orgânicos ou pesticidas ambientalmente amigáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Com este conhecimento valioso em mãos, faça bom uso, e saiba-se prevenir!</p>
<div style="text-align: right; font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Se pensou assim, excelente.</span><br />
<span style="font-weight: bold;">Do contrário, irá me compreender perfeitamente, algum dia: lhe garanto!</span></div>
</div>
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