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	<title>Diário do Verde &#187; Ciência</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Lontra é identificada em novas áreas do Nordeste, incluindo regiões de Caatinga</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Feb 2015 23:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação e Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[A lontra, animal pouco conhecido no nordeste brasileiro, foi registrada nos estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Piauí, incluindo áreas de Caatinga. Embora estudos recentes já tenham relatado a ocorrência da espécie em algumas localidades do Nordeste, a lontra ainda é muito pouco estudada na região, o que interfere nas estratégias voltadas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A lontra, animal pouco conhecido no nordeste brasileiro, foi registrada nos estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Piauí, incluindo áreas de Caatinga. Embora estudos recentes já tenham relatado a ocorrência da espécie em algumas localidades do Nordeste, a lontra ainda é muito pouco estudada na região, o que interfere nas estratégias voltadas a sua conservação. Atualmente a espécie não possui classificação quanto ao seu risco de extinção, sendo enquadrada na categoria Dados Deficientes, que é dada a espécies pouco conhecidas, das quais não se possui dados suficientes sobre o tamanho da população e áreas de ocorrência.</p>
<p style="text-align: justify;">Os novos registros da espécie tornaram-se possíveis graças ao projeto de doutorado realizado pela pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Patrícia Rosas Ribeiro, que conta com os apoios do Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN), da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, do Mohamed Bin Zayed Species Conservation Fund e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).</p>
<p style="text-align: justify;">A lontra é um predador de topo, que se alimenta pincipalmente de peixes, mas também pode comer crustáceos e moluscos. A sua extinção pode ocasionar um desequilíbrio entre as espécies e o ambiente ligados a ela. Sendo um mamífero semiaquático, ou seja, que depende tanto dos rios, onde consegue seu alimento, quanto do ambiente terrestre, onde constrói as suas tocas, dorme, descansa e cuida dos filhotes, a sua existência é vulnerável aos impactos negativos tanto na qualidade da água, como nas margens dos rios e, consequentemente, as ações de conservação voltadas a esta espécie refletem na conservação dos rios e matas ciliares.</p>
<p style="text-align: justify;">A espécie possui comportamento solitário e discreto, sendo difícil de visualizar em ambiente natural. Por essa razão a sua ocorrência é confirmada principalmente por meio da identificação de vestígios, como pegadas, tocas e fezes, e entrevistas com pessoas das localidades estudadas. O projeto em questão iniciou a sua fase de campo no segundo semestre de 2013 e seguirá até julho de 2015. As buscas à lontra estão sendo realizadas nos cursos baixo, médio e alto de 15 bacias hidrográficas ao Norte do Rio São Francisco, entre os estados do Piauí e Alagoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Patrícia Rosas Ribeiro, os dados obtidos com a pesquisa servirão à gestores públicos e órgãos de meio ambiente. “As informações geradas serão essenciais para o planejamento de futuras estratégias de conservação. Até o momento os resultados preliminares da pesquisa foram apresentados durante o XII Congresso Internacional de Especialistas em Lontras, no final do ano de 2014, no qual foi realizada uma primeira atualização do mapa de distribuição da espécie, incluindo algumas áreas do nordeste”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa não se limita apenas a identificar as áreas de ocorrência de lontra na região nordeste do Brasil, mas também procura entender como ela está distribuída, até onde vai a sua distribuição, quais as características das bacias hidrográficas onde elas ocorrem, quais os rios onde a lontra existia mas atualmente está extinta e quais as suas principais ameaças na região, aumentando o conhecimento ecológico sobre a lontra em dois biomas altamente impactados (Caatinga e Mata Atlântica).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mais informações sobre a pesquisa podem ser adquiridas com os seguintes contatos:</strong> Adriana Amâncio &#8211; (81) 9805-5441 e Patrícia Farias (84) 9843-9303.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-size: x-small;"><em><strong>*Agradecimento especial:</strong> Adriana Amâncio, pelo envio do release ao Diário do Verde.</em></span></p>
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		<title>Energia solar ou eólica? Porque não as duas?</title>
		<link>http://diariodoverde.com/energia-solar-ou-eolica-porque-nao-as-duas/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 22:59:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ana Karla da Silva Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Eólica]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Fontes de Energia]]></category>

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		<description><![CDATA[Os cientistas da Washington State University combinaram  a energia alternativa do sol e do vento - energia eólica solar. Esta combinação pode proporcionar uma  enorme quantidade de energia alternativa que poderia satisfazer grande parte da  necessidade humana  . O satélite  que  está posicionado no espaço sideral  captura elétrons e transforma  em  energia solar- eolica. A tecnologia do  futuro tem grandes expectativas em relação a quantidade de energia  que pode fornecer,  através  do   poder  do  vento solar.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-large wp-image-5156 aligncenter" title="Energia do Sol e dos Ventos" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/11/solar-wind-zoom-580x385.jpg" alt="Energia do Sol e dos Ventos" width="580" height="385" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os cientistas da Washington State University combinaram a energia alternativa do sol e do vento &#8211; energia eólica-solar. Esta combinação pode proporcionar uma enorme quantidade de energia alternativa que poderia satisfazer grande parte da necessidade humana. O satélite que está posicionado no espaço sideral captura elétrons e transforma em energia solar-eólica. A tecnologia do futuro tem grandes expectativas em relação a quantidade de energia que pode fornecer, através do poder do vento solar.</p>
<p style="text-align: justify;">O vento solar não age como o vento da Terra, e o satélite não iria gerar eletricidade como um moinho de vento. Ao invés de girar fisicamente, uma lâmina é ligada a uma turbina, o satélite usaria um fio de cobre para capturar elétrons que estão longe do sol. Segundo os cientistas, a energia gerada seria suficiente para abastecer mil casas.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema principal desta abordagem é que ao longo dos milhões de quilômetros entre o satélite e a Terra, os feixes de laser podem se espalhar e perder muito de sua energia original.</p>
<p style="text-align: justify;">Greg Howes, um cientista da Universidade de Iowa, concorda que &#8220;existe energia certamente lá, no vento solar, e que para gerar, uma quantidade  significativa  de  energia de vento solar exigiria um satélite muito grande, mas as limitações são um grande problema.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Usando a energia solar (ou qualquer outra forma de energia renovável) será evitada a absorção de dióxido de carbono, óxido de nitrogênio, partículas de fuligem e poeira que são indutores de muitos problemas de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fontes: </strong><a title=" The  Green Power Plan" href="http://thegreenpowerplan.com/solar-energy/combined-solar-and-wind-power-future-energy-of-human-kind/" target="_blank">The Green Power Plan</a> e <a title="  Discovery News" href="http://news.discovery.com/tech/solar-wind-energy-power.html" target="_blank">Discovery News</a>.</p>
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		<title>Aniversário do Hubble!</title>
		<link>http://diariodoverde.com/aniversario-do-hubble/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 05:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Datas Comemorativas]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço]]></category>

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		<description><![CDATA[Há 20 anos, pesquisando o Universo / Parabéns Hubble &#8211; Duas décadas de história e conquistas / [flashvideo file=http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/04/NASA-Telescopio-Hubble.flv /] Nesta data, o Telescópio Espacial Hubble (Hubble Space Telescope), comemora o seu vigésimo aniversário. Suas atividades se deram início no dia 24 de abril de 1990, quando partiu para uma órbita de 589 km sobre [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/04/Hubble1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3172" title="Hubble" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/04/Hubble1.jpg" alt="Hubble" width="580" height="450" /></a></div>
<div style="text-align: center;"><span style="font-family: trebuchet ms; font-size: 180%;">Há 20 anos, pesquisando o Universo</span></div>
<div style="text-align: justify;">/</div>
<p><span style="font-style: italic;">Parabéns Hubble &#8211; Duas décadas de história e conquistas</span><br />
/<br />
[flashvideo file=http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/04/NASA-Telescopio-Hubble.flv /]</p>
<p>
<img class="size-medium wp-image-3171 alignleft" title="Hubble em Órbita" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/04/Hubble-240x238.jpg" alt="Hubble em Órbita" width="200" height="200" /></p>
<div style="text-align: justify;">Nesta data, o Telescópio Espacial Hubble (<strong>Hubble</strong> Space Telescope), comemora o seu vigésimo aniversário. Suas atividades se deram início no dia 24 de abril de 1990, quando partiu para uma órbita de 589 km sobre a Terra &#8211; instalado na nave Discovery.<br />
É fato, a inauguração atrasou em 5 anos, graças ao trágico episódio do <span style="font-style: italic;">Challenger</span>, que culminou na morte dos 7 tripulantes à bordo, que paralizou o programa espacial norte-americano.<br />
Lançado pela NASA (<em>National Aeronautics and Space Administration</em>) e ESA (European Space Agency), foi de muita utilidade, pois:<br />
&#8211;<br />
1- serviu para determinar a idade estimada do universo: 13,7 bilhões de anos;<br />
2- serviu para a descoberta de planetas extra-solares&#8230;<br />
3- buracos negros&#8230;<br />
4- galáxias&#8230;<br />
5- nebulosas&#8230;<br />
6- elementos&#8230; 7- estrelas&#8230;<br />
8- elementos;<br />
9- e a visão mais detalhada de vários fatores, etc.<br />
&#8211;<br />
Herda o nome de Edwin Powell Hubble -1889/1953-, astrônomo estadunidense, que revolucionou a história da Astronomia, com descobertas valiosíssimas, para o meio científico.<br />
Algumas de suas descobertas [Edwin] <span style="font-weight: bold;">(não segue ordem cronológica)</span>:<br />
<img class="size-medium wp-image-3173 alignright" title="Hubble na Atmosfera" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/04/hubble-space-telescope-240x180.jpg" alt="Hubble na Atmosfera" width="240" height="180" />&#8211;<br />
1 &#8211; Constatou que o universo estava se expandindo.<br />
2 &#8211; Descobriu dados inéditos sobre galáxias, e rompeu conceitos então aplicáveis, expressos pela Lei de Hubble-Homanson e a Constante de Hubble.<br />
3 &#8211; À partir de tais informações, a Teoria do Big-Bang, se deduziu (foi a base da tão popular teoria sobre a origem do universo).<br />
4 &#8211; Concluindo: provou, questionou,</div>
<div style="text-align: justify;">mudou os rumos da visão que se tinha sobre o espaço, e deu a civilização humana um salto equivalente ao dado por Galileu Galilei, inventor da luneta &#8211; séc. XVII.</div>
<p>&#8211;</p>
<div style="text-align: justify;">Este observador atento, ao todo, já registrou 30.000 objetos, e tirou cerca de meio milhão de fotografias. <span id="brtpTexto">O complexo espacial mede 13,2 metros de comprimento e 4,7 metros de largura e pouco mais de 11 toneladas.<br />
Até agora, </span>5 reparos necessários foram realizados no Hubble, sendo um, em especial, importante de se destacar: a miopia da lente, que gerou inúmeros prejuízos à comunidade científica, graças à má qualidade de imagens. <span id="brtpTexto"><br />
Seus dias estão contados: será atraído pela força da gravidade da Terra, até se d</span><span id="brtpTexto">esintegrar ao se chocar com a atmosfera.</span> Um substituto para tal está a caminho: apresento lhes o seu sucessor: James<strong> Webb </strong>Space Telescope. Tem este nome em honra do 2º administrador da <strong>NASA</strong>, James Edwin <strong>Webb</strong>.<br />
&#8211;</p>
<div style="text-align: right;"><span style="font-style: italic;">&#8220;Ninguém é substituível &#8211; somos insubstituíveis. Porém, somos substituíveis&#8221;</span></div>
<p>/</p>
<div style="text-align: center;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/04/Aniversario-do-Hubble.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img style="width: 289px; height: 174px; cursor: pointer;" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/04/Aniversario-do-Hubble.jpg" border="0" alt="Hubble Site" /></a><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/04/NASA-Hubble.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img style="width: 291px; height: 174px; cursor: pointer;" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/04/NASA-Hubble.jpg" border="0" alt="NASA - Hubble" /></a></div>
<div style="text-align: center;"><span style="font-style: italic;">Acima, página oficial do Hubble, abaixo, página oficial da NASA, que destaca o aniversário do Hubble</span></div>
<p>&#8211;<br />
Todos os escritórios da NASA, hoje, estão comemorando o evento, e para tanto, imagens inéditas capturadas pela lente do Hubble, estão sendo disponibilizadas via internet, na <a href="http://www.nasa.gov/home/index.html">NASA</a>, e na <a href="http://hubblesite.org/">Página do Hubble</a>. No <a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/fotos/2010/04/telescopio-espacial-hubble-completa-20-anos-veja-album-com-melhores-fotos.html">G1</a>, há um álbum de fotos incrível, que recomendo à todos. Segundo previsões da NASA, deve perdurar por cerca de 25 anos.<br />
/<br />
<span style="font-weight: bold;">Goooooooooogle</span><br />
/</p>
<div style="text-align: center;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/04/Google-Hubble-Zoom.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3175" title="Google Hubble Zoom" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/04/Google-Hubble-Zoom.jpg" alt="Google Hubble Zoom" width="475" height="267" /></a></div>
<p>O buscador Google, o mais difundido no mundo, não quis ficar de fora deste dia tão especial, e fez questão de marcar presença &#8211; literalmente. Mudou o seu logo, que ficou muito mais legal por sinal. Olha só como é que ficou o design, acima.<br />
&#8211;</p>
<div style="text-align: center;"><span style="font-style: italic;">&#8220;Dificilmente, algum telescópio será tão incrível quanto ele foi e está sendo.&#8221;</span></div>
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