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	<title>Diário do Verde &#187; cidades</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Programa Cidades Sustentáveis</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Feb 2013 15:16:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Conheci as torres e os cemitérios Conheci os homens e os seus velórios Quando olhava da janela lateral Do quarto de dormir&#8221; (Paisagem da Janela, Milton Nascimento). O ano de 2013 é para muitos municípios e seus gestores o início de muitos planos e projetos que visam a melhoria da qualidade de vida de  seus [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/cidades_sustentaveis.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7513" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/cidades_sustentaveis.jpg" alt="" width="437" height="256" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><em>&#8220;<a href="http://letras.mus.br/milton-nascimento/47443/" target="_blank">Conheci as torres e os cemitérios</a></em><a href="http://letras.mus.br/milton-nascimento/47443/" target="_blank"><br />
<em>Conheci os homens e os seus velórios</em><br />
<em>Quando olhava da janela lateral</em><br />
<em>Do quarto de dormir&#8221; </em>(<em>Paisagem da Janela, </em><strong>Milton Nascimento)</strong></a>.</p>
<p style="text-align: justify">O ano de 2013 é para muitos municípios e seus gestores o início de muitos planos e projetos que visam a melhoria da qualidade de vida de  seus moradores. Em outros municípios segue a continuidade e consolidação de ações que também buscam o desenvolvimento socioeconômico e socioambiental da região. Revisitando alguns artigos do <strong><a href="http://institutoarvoreser.wordpress.com/" target="_blank">Instituto ARVORESER</a></strong> (do qual sou presidente e também autor de alguns artigos) resolvi compartilhar informações sobre o <strong><a href="http://www.cidadessustentaveis.org.br/" target="_blank">Programa Cidades Sustentáveis</a></strong> postado no blog do Instituto (26/08/2012), informações que a gente acaba achando em pesquisas pela internet.</p>
<p style="text-align: justify">Embora já tenha passado o período eleitoral sempre está mais do que na hora de que nossos gestores (incluindo Políticos e seus Partidos) tenham em sua Agenda, e como parte de suas propostas, o compromisso com questões socioambientais. Mais do que isto, nós como cidadãos e eleitores devemos exercer, na acepção da palavra, nossa cidadania. Opine, discuta, fiscalize seus  representantes na Câmara de Vereadores e na Prefeitura de seu município.</p>
<p style="text-align: justify">Com a finalidade de sensibilizar, mobilizar e disponibilizar ferramentas para que as cidades brasileiras (municípios e Estados) se desenvolvam de forma econômica, social e ambientalmente sustentável, o site do <strong><a href="http://www.cidadessustentaveis.org.br/" target="_blank">Programa Cidades Sustentáveis</a>  (<a href="http://www.cidadessustentaveis.org.br/">http://www.cidadessustentaveis.org.br/</a>)</strong> disponibiliza não apenas informações e dicas para gestores com “<em>uma agenda completa de sustentabilidade urbana associada a indicadores e casos exemplares, como referências a serem seguidas pelos gestores públicos</em>“, mas nos chama a sermos cidadãos atuantes e participativos em prol da qualidade de vida para todos.</p>
<p style="text-align: justify"> Gestores municipais e Partidos políticos podem aderir ao <strong><a href="http://www.cidadessustentaveis.org.br/" target="_blank">Programa Cidades Sustentáveis</a></strong>.</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://docs.google.com/spreadsheet/pub?key=0Ai5wvdeGCSY2dENyeGNMZUdJN2dqWVNPam83X3MtRnc&amp;output=html" target="_blank">Veja se seu município e seu candidato está compromissado com a causa</a> </strong>(Link).</li>
<li><span style="text-align: justify">Convide-os à participar, sendo signatário da </span><strong><a href="http://www.cidadessustentaveis.org.br/downloads/carta-compromisso/carta-compromisso-candidato.pdf" target="_blank">Carta Compromisso</a></strong><span style="text-align: justify">!</span></li>
<li><span style="text-align: justify">Conheça<strong><a href="http://www.cidadessustentaveis.org.br/boas_praticas" target="_blank"> Boas Práticas no Brasil</a>.</strong></span></li>
<li><span style="text-align: justify">Como<strong><a href="http://www.cidadessustentaveis.org.br/participar/como_participar/sociedade_civil" target="_blank"> Você pode Participar</a>.</strong></span></li>
</ul>
<p><strong><a href="http://www.cidadessustentaveis.org.br/participacao" target="_blank">Apoie Você Também!</a></strong></p>
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		<title>E fez-se a Luz</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Oct 2012 22:54:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[construções ecológicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Luz]]></category>
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		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Dono do sim e do não Diante da visão Da infinita beleza&#8230; Finda por ferir com a mão Essa delicadeza A coisa mais querida A glória, da vida&#8230;&#8221; (Luz do Sol, Caetano Veloso) E fez-se a Luz. Segundo certos conceitos, certos dogmas e certas idéias o mundo e o Universo em si, como os conhecemos, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6909" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/10/helix03_hst.jpg"><img class="size-medium wp-image-6909" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/10/helix03_hst-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Nebulosa Helix (NGC 7293)</p></div>
<p>&#8220;<em>Dono do sim e do não</em><br />
<em>Diante da visão</em><br />
<em>Da infinita beleza&#8230;</em></p>
<p><em>Finda por ferir com a mão</em><br />
<em>Essa delicadeza</em><br />
<em>A coisa mais querida</em><br />
<em>A glória, da vida&#8230;</em>&#8221; (Luz do Sol, Caetano Veloso)</p>
<p style="text-align: justify">E fez-se a Luz. Segundo certos conceitos, certos dogmas e certas idéias o mundo e o Universo em si, como os conhecemos, iniciou-se assim. De lá para cá a Luz e seus mistérios promovem revoluções conceituais e tecnológicas. Seguidas insidiosamente por &#8220;<em>efeitos colaterais indesejáveis</em>&#8221; em boa parte dos casos.</p>
<p style="text-align: justify">No caso da evolução humana parece que dependemos cada vez mais da geração de luz (e consequente geração de mais energia elétrica). Ultimamente temos tocado no assunto em nossos artigos, sobre geração e uso de energia e recursos naturais, por exemplo: &#8220;<strong><a href="http://www.diariodoverde.com/o-dia-em-que-a-terra-parou/" target="_blank">O dia em que a Terra parou</a></strong>&#8221; (meu); &#8220;<strong><a href="http://www.diariodoverde.com/mais-e-mais-luz-do-dia/" target="_blank">Mais e mais luz do dia</a></strong>&#8221; (Luiz Felipe da Cunha Chacon); &#8220;<strong><a href="http://www.diariodoverde.com/the-black-pixel-project/" target="_blank">The Black Pixel Project</a></strong>&#8221; e &#8220;<strong><a href="http://www.diariodoverde.com/google-black-e-a-economia/" target="_blank">Google Black e Economia</a></strong>&#8221; (Vitor Casadei).</p>
<p style="text-align: justify">Lembrei-me de uma pequeno artigo da revista <strong><a href="http://revistavivasaude.uol.com.br/" target="_blank">Viva Saúde</a></strong> a respeito dos efeitos da poluição luminosa. Assim como a poluição sonora a luminosidade excessiva das grandes cidades também está gerando impactos diretos em nossa saúde  e no meio ambiente. Segundo estudos a luz excessiva está relacionada a alguns tipos de câncer e problemas de visão, cefaleias e estresse. Interfere em ciclos migratórios, alimentares e reprodutivos de uma infinidade de especies animais. Assim como interferem na floração, e produção de frutos de diversas espécies vegetais. Outras linhas de pesquisa descrevem que a iluminação pública de centros urbanos está desequilibrando a vida de insetos e seus predadores (algumas espécies de aves, répteis e mamíferos em especial). Exemplo clássico é a desorientação que as luzes de vias próximas as áreas de desova de certas espécies de <a href="http://www.tamar.org.br/interna.php?cod=80" target="_blank">quelônios</a> provoca nos recém nascidos ampliando as taxas de mortalidade destes.</p>
<p style="text-align: justify">E conforme especialistas do Laboratório Nacional de Astrofísica além do desperdício a iluminação inadequada pode atrapalhar a observação do espaço. Todo mundo já percebeu que quanto mais longe da cidade mais estrelas surgem no céu. Estes mesmos especialistas dizem que &#8220;<em>a escolha de luminárias e lâmpadas para a iluminação externa e seu correto posicionamento são suficientes para conter e até reverter os efeitos da poluição luminosa</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify">Como diria nosso amigo Rafael Morais Chiaravalloti: &#8220;<strong><a href="http://www.diariodoverde.com/a-solucao-de-um-problema-ambiental-causado-pelo-desenvolvimento-e-sempre-mais-desenvolvimento/" target="_blank">A solução de um problema ambiental causado pelo “desenvolvimento” é sempre mais “desenvolvimento</a></strong>”.</p>
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		<title>A Cidade que Você quer</title>
		<link>http://diariodoverde.com/cidade-que-voce-quer/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Oct 2012 00:09:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas Sustentáveis]]></category>
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		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O sol nasce e ilumina as pedras evoluídas Que cresceram com a força de pedreiros suicidas Cavaleiros circulam vigiando as pessoas Não importa se são ruins, nem importa se são boas E a cidade se apresenta centro das ambições Para mendigos ou ricos e outras armações Coletivos, automóveis, motos e metrôs Trabalhadores, patrões, policiais, camelôs&#8221; [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/10/fundogenerico-verde.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6778" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/10/fundogenerico-verde-300x110.jpg" alt="" width="300" height="110" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><em>&#8220;O sol nasce e ilumina as pedras evoluídas</em><br />
<em>Que cresceram com a força de pedreiros suicidas</em><br />
<em>Cavaleiros circulam vigiando as pessoas</em><br />
<em>Não importa se são ruins, nem importa se são boas</em><br />
<em>E a cidade se apresenta centro das ambições</em><br />
<em>Para mendigos ou ricos e outras armações</em><br />
<em>Coletivos, automóveis, motos e metrôs</em><br />
<em>Trabalhadores, patrões, policiais, camelôs&#8221; (A Cidade, Chico Science e nação Zumbi)</em></p>
<p style="text-align: justify">Até algumas décadas atrás as cidades eram tidas como cidades de muros baixos. Sempre ouvimos de pessoas de gerações anteriores as nossas (a minha no caso) histórias de despreocupações, de portas e janelas abertas, e algumas na forma maliciosa de fofocas que corriam soltas. Parte de minha adolescência foi em uma vila que nem muro havia entre as casas (a <a href="http://arquitetura-ap.blogspot.com.br/2011/01/cine-vila-amazonas.html" target="_blank">Vila Amazonas</a>). Eram as cercas vivas, constituídas em geral por miniecsórias, fileiras de pinhos ou eucalíptos. Uma vila planejada: saneamento básico, esgotamento, tratamento de água. Arborizada e às margens do rio Amazonas.</p>
<p style="text-align: justify">Mas isso foi antes de erguerem-se os muros e a cidade se verticalizar. Em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Macap%C3%A1" target="_blank">Macapá-AP</a> há uma lei (salvo engano) que proíbe a construção de prédios acima de 03 andares em uma determinada faixa de distância das margens do rio (foz do Amazonas onde se localiza a cidade). Outras partes da cidade que ficou na horizontal busca se resguardar atrás de suas muralhas e do isolamento (uma ilusão). As relações sociais deixam cada vez mais de exercer sua função salutar: disseminação de novidades (informação), porta-estandarte dos movimentos sociais e eixo motriz das transformações. É a &#8220;<em><strong>Lei do Muruci</strong>: cada um por si</em>&#8221; (no máximo por sua família). E vamos &#8220;<em>da alienação ao nepotismo, da omissão à barbárie</em>&#8220;, deixando de ser a cidade interesse coletivo e passa a ser instrumento de negócios, dos mais variados. E ironicamente os que se mantém a salvo entre muros são os que mais sabem. Consequentemente &#8220;<em>os mais desinformados são os que permanecem no rés do chão, expostos a um cotidiano de violência e desrespeito</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify">Então não pude me furtar e pensar este momento que nos avizinha: eleições municipais. Haja vista que tudo se realiza nos municípios. Não vivemos na União, não vivemos nos Estados. Vivemos nas cidades dos municípios. Quem são nossos gestores? O que fizeram pela cidade? Não podemos continuar comparecendo como gado nas seções eleitorais. É preciso romper com essa concepção de curral eleitoral, ou como se diz em Cametá-PA: <strong><em>temos que furar esse</em> <em><a href="http://www.dicio.com.br/cacuri/" target="_blank">cacuri</a></em></strong>!</p>
<p style="text-align: justify">Qual o compromisso de nossos gestores com nossa qualidade de vida, com as ruas, com o lixo, com a água, enfim, com o meio que vivemos? Lamento ouvir dos jovens (com frequência) que não gostam de política. Precisamos conhecê-los para cobrar o que dizem, sobretudo o que prometem, o que fizeram ou deixaram de fazer, seus vínculos e interesses, suas virtudes e vícios e o que isto pode significar para nossos municípios. É necessário que rompamos este círculo vicioso de cinismo, de deboche e desprezo pelo cidadão e a sociedade.</p>
<p style="text-align: justify">Não são apenas políticos, tecnocratas ou servidores públicos. Há os cidadãos que não cumprem seu dever. Ainda que por milagre surja um gestor à altura dos desafios que uma cidade impõe, há que se educar as novas gerações para livrá-los de maus hábitos e condutas nocivas que contaminam a nós. Esse político ideal haveria de ser gestor e educador, a fim de não se tornar mais um na trajetória sempre descrente do exercício do poder público.</p>
<p style="text-align: justify">Livre dessas amarras poderíamos voltar a correr entre as casas, saltando sobre as plantas entre os ipês e mangueiras nos quintais.</p>
<p style="text-align: justify">P.S.: <strong>Muruci </strong>(<em>Byrsonima crassifolia</em>), também conhecido como <strong>muruci<span style="font-size: 11px">, </span></strong> <strong>murici-da-praia </strong>ou <strong>murici-do-brejo</strong>, é uma árvore da família <a title="Malpighiaceae" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Malpighiaceae">Malpighiaceae</a>, ordem <a title="Malpighiales" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Malpighiales">Malpighiales</a>, nativa do norte e nordeste do <a title="Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">Brasil</a>.</p>
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		<title>Você sabe qual a importância de uma árvore?</title>
		<link>http://diariodoverde.com/voce-sabe-qual-a-importancia-de-uma-arvore/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 06:15:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Morais Chiaravalloti]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Árvore]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanização]]></category>
		<category><![CDATA[Vegetação]]></category>

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		<description><![CDATA[*Rafael Morais Chiaravalloti e Luciani Rocha As árvores são um dos organismos mais incríveis que existem na Terra. Por ficarem paradas, elas apresentam mais variações do que qualquer outro tipo de organismo. Assim, diante de uma modificação no ambiente, elas não podem se mover para algum lugar mais harmônico, e, a longo prazo, modificações começam [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Praca_dos_Macacos-Pelotas_RS-Foto-Antonio_Soler.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4915" title="Praça dos Macacos - Pelotas (RS) - Foto: Antonio Soler" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Praca_dos_Macacos-Pelotas_RS-Foto-Antonio_Soler-580x435.jpg" alt="Praça dos Macacos - Pelotas (RS) - Foto: Antonio Soler" width="580" height="435" /></a></p>
<p>*Rafael Morais Chiaravalloti e Luciani Rocha</p>
<p style="text-align: justify;">As árvores são  um dos organismos mais incríveis que existem na Terra. Por ficarem  paradas, elas apresentam mais variações do que qualquer outro tipo de  organismo. Assim, diante de uma modificação no ambiente, elas não podem  se mover para algum lugar mais harmônico, e, a longo prazo, modificações  começam a surgir para se adaptarem. Por exemplo, para se proteger  contra fungos e bactérias, surgiu na árvore salgueiro uma substância  chamada salicina. E como ela, milhares de outras substâncias e  adaptações também foram aparecendo.</p>
<p style="text-align: justify;">A importância dessas  substâncias para nossa vida é que a partir delas podemos elaborar novos  produtos farmacêuticos. A salicina, por exemplo, foi a base para a  elaboração da aspirina. Já a Mirta, rosa de Madagascar, é usada para o  tratamento de leucemia e o Teixo do Pacífico no tratamento de câncer de  ovário. Além disso, essas substâncias também são constantemente usadas  para a elaboração de cosméticos, como a essência do perfume Chanel n° 5,  que é proveniente da árvore da Amazônia Pau-rosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a  importância das árvores para o equilíbrio do planeta vai mais longe.  Embora com uma grande variedade, elas apresentam uma característica  comum: todas fazem fotossíntese. O que significa dizer que durante o dia  elas absorvem radiação solar e gás carbônico e liberam oxigênio e água.  Pensando que nossa respiração é o contrário desse processo (respiramos  oxigênio e liberamos gás carbônico), fica fácil entender a importância  de uma árvore para a nossa sobrevivência. No entanto, o ponto forte  desse mecanismo não é apenas a produção do oxigênio, mas também a  liberação de água. Na Amazônia, por exemplo, a quantidade de água  proveniente das árvores é tão grande que regula as chuvas de quase todo o  mundo. Porém, mais uma vez, não precisamos ir tão longe, pois as  árvores das áreas urbanas também têm um papel muito importante.</p>
<p style="text-align: justify;">O  uso da vegetação é sempre apontado por vários pesquisadores como uma  importante estratégia para amenização da temperatura do ar nas cidades,  relacionada ao controle da radiação solar, ventilação e umidade relativa  do ar. Um dos benefícios do uso da vegetação é a absorção de grande  quantidade de radiação solar, emitindo uma quantidade menor de calor que  qualquer superfície construída, por consumirem a maior parte da energia  para sua sobrevivência. Além disso, as árvores oferecem menor  resistência à dissipação do calor sob suas copas, garantem uma ação de  descontaminação atmosférica e proporcionam sombra para os pedestres  caminharem nos passeios durante o dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos estudos pioneiros  feitos na cidade de São Paulo confirmou, em 1985, que as áreas urbanas  com maior adensamento de prédios altos promoviam maior acúmulo de calor  enquanto as áreas urbanas com maior cobertura vegetal e presença de  árvores contribuíam para a perda de calor mais rapidamente<sup>[1]</sup>. De lá  para cá, diversas pesquisas em várias cidades no mundo e no Brasil,  continuam confirmando esses resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Também  em São José do Rio Preto, uma cidade média no interior paulista  conhecida pelo calor intenso, ficou muito claro que, principalmente no  período noturno, há enorme vantagem no uso das árvores como elementos  importantes na conformação das cidades. Na comparação das temperaturas  do ar entre dois trechos de uma avenida de fundo de vale, um ocupado com  prédios altos e outro com margens arborizadas, foram encontradas  diferenças de até 3°C<sup>[2]</sup>.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do desconforto térmico, ainda não  se percebe a conveniência de se plantar mais árvores na cidade. Se as  árvores pudessem se mover, provavelmente sairiam correndo.</p>
<p>* Rafael Morais Chiaravalloti é biólogo e autor do livro “Escolhas Sustentáveis” (Editora Urbana).</p>
<p>*Luciani Maria Vieira Rocha é mestre em planejamento urbano e pesquisadora da Universidade Paulista – UNIP</p>
<p>Notas:<br />
<sup> [1]</sup> LOMBARDO, Magda. O Clima e a Cidade. Encontro Nacional do Ambiente Construído. ANTAC, p. 59 – 62, Salvador, 1997.<br />
<sup> [2]</sup> ROCHA, L.M.V.; SOUZA, L.C.L. Contribuição da vegetação e permeabilidade  do solo para o ambiente térmico em avenidas de fundo de vale. XI ENCAC,  VII ELACAC, Búzios, 2011.</p>
<p>Artigo publicado no <a href="http://www.ecodebate.com.br/2011/10/25/voce-sabe-qual-a-importancia-de-uma-arvore-artigo-de-rafael-morais-chiaravalloti-e-luciani-maria-vieira-rocha/">Eco Debate</a> e <a href="http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/voce-sabe-qual-a-importancia-de-uma-arvore/">Mercado Ético</a>.</p>
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		<title>Verde que te quero ver-te</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Oct 2011 17:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Abacateiro acataremos teu ato Nós também somos do mato como o pato e o leão.&#8221; (Refazenda, Gilberto Gil) Escrevo em geral sobre coisas que vejo e as quero dividir com todos. Ah, se meus olhos fossem um câmera filmadora! Pensando no que escrever para o artigo semanal da minha coluna no Diário do Verde, atento [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Abacateiro.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4821" title="Abacateiro" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Abacateiro-580x793.jpg" alt="Abacateiro" width="580" height="793" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;<em>Abacateiro acataremos teu ato</em><br />
<em>Nós também somos do mato como o pato e o leão.</em>&#8221; (<a href="http://letras.terra.com.br/gilberto-gil/16131/"><strong>Refazenda</strong>, Gilberto Gil</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">Escrevo em geral sobre coisas que vejo e as quero dividir com todos. Ah, se meus olhos fossem um câmera filmadora! Pensando no que escrever para o artigo semanal da minha coluna no<strong> <a href="http://www.diariodoverde.com/">Diário do Verde</a></strong>, atento (ouvindo) o que meu pai falava de lá da sala. Ele recupera-se de uma cirurgia e tem necessitado de ajuda para diversas tarefas cotidianas. Então, ouvidos sempre atentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele tem sua cadeira de balanço postada próximo a janela com vista para a rua, onde lê seu jornal, seus livros, vê seus filmes. Hoje quando sentou-se nela deve ter olhado longamente para a paisagem na janela: a rua, as casas, o cachorro latindo, um carro passando. As plantas da mamãe no pátio, o carro na garagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Um breve silêncio em casa é interrompido com a observação dele: &#8220;Tem um abacate enorme no abacateiro da casa da dona Linda.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Será que as pessoas hoje em dia ainda observam coisas como essa no dia-a-dia? Assim, estão andando (pois poucos passeiam) pelas ruas da cidade e olham para flores no alto da mangueira, o calango no tronco das árvores, o <strong><a href="http://www.globoamazonia.com/Amazonia/foto/0,,36709387-EX,00.jpg" target="_blank">suí</a> </strong>bicando o mamão daquele mamoeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora, saibamos que a maiorias das cidades, como Belém-PA, tenham perdido grande parte de suas áreas verdes, ainda é possível ver avenidas bastantes arborizadas, com longos corredores verdes na cidade e grandes áreas de preservação ambiental. Mas perdeu-se nas gerações atuais esse hábito de observar a natureza. As casas já não tem mais o quintal. É só arranha-céus. Concreto, aço e vidro.</p>
<p style="text-align: justify;">E nesta imagem do &#8220;olhar pela janela&#8221;, lembrei-me de um conto sobre dois velhinhos no quarto do asilo prostrados em suas camas. Apenas um tinha a visão do que se passava lá fora através da janela. Este descrevia tudo que se passava na rua para o colega de quarto que se remoía de inveja e rancor por não desfrutar daqueles momentos prosaicos e prazerosos. Descrevia: um casal namorando, um carro passando, senhoras vindo da feira, passarinhos brigando nas copas das árvores. Mas este velhinho veio a falecer. Ávido, o colega logo apropria-se daquele cantinho há tempos desejado. Sobe na cama e debruça-se sobre o parapeito da janela, para enfim, desfrutar daquelas doces cenas tão sonhadas no antigo leito. Olha. Além da janela está um pequeno quintal, restos de lixo num canto e um imenso muro de tijolos que se interpõe a rua. Nada mais.</p>
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		<title>Urubuservando a situação</title>
		<link>http://diariodoverde.com/urubuservando-a-situacao/</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Aug 2011 15:38:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Menino Urubu]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[“Quanto mais miséria tem, mais urubu ameaça” (Chico Science) Um alvoroço na rua. Um ruflar de asas. Um curto-circuito. Uma cena inusitada no centro da cidade. Aquele bando de urubus atacando o lixo de um restaurante. Na alto das casas outros observavam. Parecia um faroeste americano. O sol, o abutre no telhado da funerária, a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">“<em>Quanto mais miséria tem, mais urubu ameaça</em>” (Chico  Science)</p>
<p style="text-align: justify;">Um alvoroço na rua. Um ruflar de asas. Um curto-circuito. Uma cena inusitada  no centro da cidade. Aquele bando de urubus atacando o lixo de um restaurante.  Na alto das casas outros observavam. Parecia um faroeste americano. O sol, o  abutre no telhado da funerária, a poeira na rua. Quase senti aquela bola vegetal  (não sei o nome) rolando na rua. Não quero contribuir para que o resto do país  continue pensando que aqui é uma “<em>selva</em>”, “<em>terra de Malboro</em>”, mas o foi algo  lastimável. Também fiquei indignado (<strong>erroneamente</strong>) com os  urubus. Busquei entende-los melhor, esse personagem peculiar que acompanha o ser  humano há tempos. Senão, vejamos:</p>
<p style="text-align: justify;">(<em>Trechos retirados do site do <a href="http://www.museudomarajo.com.br/site/conteudo.php?categoria=18" target="_blank">Museu do Marajó</a></em>)</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>O Sr. Urubu<br />
</strong>Brasileiro legítimo, 20.000  anos de permanência na terra, com parentes espalhados no velho e novo mundo,  conhecido pelos gringos como Sardoramphus Papa, Coragyps Stratus, Cathartes  Aura, Melembrotus, identificado policialmente como Rei, Caçador, Campeiro,  Jeréu, Jereba, Tinga, Pubeba, Gameleira; apelidado pelos pescadores como  Urubengo e Xangô, etc. etc&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
<strong>Acusação<br />
</strong>Urubu não presta  mesmo, sendo objeto de muitas queixas por parte da comunidade humana e bestial:  fura os olhos dos bezerros, rouba carne de sol, dá azar fazendo cocô na cabeça  da gente e com o mesmo cocô fura os telhados de alumínio, acaba com vacas  atoladas, come carniça e espalha doenças, etc. etc&#8230;..</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
<strong>Ao lado, a  defesa<br />
</strong>Se o urubu estraga os olhos dos bezerros, a culpa é do  vaqueiro que não presta atenção ao serviço. Não espalha doença nenhuma porque  seu ácido gástrico destrói todas as toxinas, como demonstra o tal de Helmut  Sick, etc. etc&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
<strong>Enfim, a sentença<br />
</strong>Examinados os  elementos de acusação assim como as provas da defesa, o Sr. Urubu deve ser  considerado um cidadão digno de respeito, com direito à vida e ao prosseguimento  de suas atividades.<br />
Se por um lado faz uns estragos, devido à falta de  educação por causa da sua condição de marginalizado, fica absolvido da acusação  de poluidor ambiental&#8230; Aliás, ele deve ser considerado o grande faxineiro da  natureza, limpando os campos, eliminando o lixo e  carniças&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
</em><em><strong>Algumas curiosidade e folclores, uns  exemplos:</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong><br />
AS GALINHAS e o Urubu</strong> &#8211; quando um urubu é criado junto com  as galinhas, fica limpo, não fede e&#8230; as galinhas nunca pegam  doenças.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
<strong>A ESPINGARDA e o Urubu</strong> &#8211; coitada da espingarda que  atirar no urubu: vai ficar panema, que dizer, sempre desmantelada e  imprestável.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
<strong>A MULHER BARRIGUDA</strong> &#8211; Quando uma mulher está de  parto, o urubu já sabe se vai nascer homem ou mulher.<br />
Se for homem, ele pula  de alegria, porque o homem é caçador e ladrão de gado, e sempre dá uma bóia para  ele.<br />
Se for mulher, o urubu fica triste, porque a mulher só lhe oferece casca  de batata e de banana.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
<strong>O HELICÓPTERO APACHE e o Urubu</strong> &#8211;  É  especializado em vôo rasante, para descobrir o inimigo.<br />
O urubu pretinho,  voando baixo, farejando, descobre a comida escondida na grama ou dentro de um  depósito.<br />
São dezenas de informações de todo tipo: abusões populares,  informações cientificas, curiosidades.<br />
Já reparou que quando um urubu  encontra uma carniça, nunca consegue saboreá-la em paz, porque dentro de poucos  minutos um bando de colegas entram na briga?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
<strong>Nem a literatura popular  é esquecida</strong>: Você conhece a historia do <strong>urubu do  Ver-O-Peso</strong>?<br />
Era uma vez um urubuzinho intanguido e fraco, que  passava a maior necessidade no Ver-O-Peso (porto pesqueiro e ponto turístico de  Belém), sempre na luta para arrumar uma bóia: infelizmente ele só arrumava  surras naquele ambiente violento. Um dia apareceu por lá um tio dele, vindo do  Marajó: forte e gordo que parecia um patarrão:<br />
&#8211; Por que, meu filho, você  fica aqui, nesta agonia, em troca de uma miséria? Vem comigo: no Marajó sim, que  tem fartura, gado morto não falta nunca!<br />
E ele se foi para a terra  prometida&#8230; Mas depois de uns meses voltou!<br />
&#8211; Que aconteceu, lá também está  faltando comida?<br />
&#8211; Comida tem, sim, e muita, mas eu&#8230; voltei porque estava  com saudade da sacanagem do Ver-O-Peso!<br />
Este é folclore, é literatura  popular.<br />
(Por Giovanni Gallo)</em></p>
<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/Horiz-menino-urubu.jpg"><img class="size-full wp-image-3661 alignleft" style="border-style: initial; border-color: initial;" title="Horiz - menino urubu" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/Horiz-menino-urubu.jpg" alt="Horiz - menino urubu" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Urubu na região é iconográfico. Há uma bela história, um  curta metragem chamado <a href="http://cinematecaparaense.wordpress.com/2011/04/29/o-menino-urubu-de-fernando-alves/" target="_blank"><strong>O Menino Urubu</strong></a> de Fernado Alves, que  vale a pena conferir (Youtbube):</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=E8On5KPJ088" target="_blank">O Menino Urubu (part. 01)</a> | <a href="http://www.youtube.com/watch?v=KyeoDEsPUI4&amp;feature=related" target="_blank">O Menino Urubu (part. 02)</a></p>
<p style="text-align: justify;">Talvez sejamos mais parecidos com os urubus do que desejaríamos  crer. Somos quem suja a cidade e achamos nojento o urubu que do lixo nosso de  cada dia se alimenta.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;">“<em>Eu tenho pena mamãe, tenho pena</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>tenho pena da garça morena</em>”</p>
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		<title>Restaurantes Sustentáveis</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 08:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência na Mesa]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia verde]]></category>
		<category><![CDATA[Visão]]></category>

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		<description><![CDATA[O surgimento de restaurantes preocupados com questões referentes a sustentabilidade tem aumentado. Esses estabelecimentos vão muito além de um cardápio à base de produtos orgânicos. Eles reciclam seus resíduos, procuram usar fontes de energia limpa ou equipamentos mais econômicos, utilizam materiais certificados e atóxicos na construção e nos móveis, servem água filtrada aos clientes, dispensando [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/sustentabilidade_faca-sua-parte.jpg"><img class="size-full wp-image-3433 aligncenter" title="sustentabilidade_faca sua parte" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/sustentabilidade_faca-sua-parte.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O surgimento de restaurantes preocupados com questões referentes a sustentabilidade tem aumentado. Esses estabelecimentos vão muito além de um cardápio à base de produtos orgânicos. Eles reciclam seus resíduos, procuram usar fontes de energia limpa ou equipamentos mais econômicos, utilizam materiais certificados e atóxicos na construção e nos móveis, servem água filtrada aos clientes, dispensando garrafas plásticas e de vidro, e tomam cuidados especiais com a origem dos alimentos, escolhendo hortaliças e frutas orgânicas e carnes sem hormônio, produzidos por agropecuaristas certificados.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos restaurantes mais famosos no momento é o Arcon House, além de outros como o Water House. O restaurante vegetariano El Huerto, de Santiago (Chile), elaborou um plano de economia de energia de 12% ao mês e instalou toldos para diminuir o calor no verão, reduzindo a utilização do ar-condicionado. O Acorn House, que fica na região central de Londres (Inglaterra), fornece água filtrada gratuitamente, para evitar o uso de água engarrafada. O luxuoso Del Posto, de Nova York (EUA), usa caminhões movidos a biodiesel (feito a partir de sobra de óleo de cozinha) para transportar ingredientes de uma fazenda próxima para Nova York e retorna material orgânico decomposto (lixo biodegradável) para ser utilizado como fertilizante na fazenda.</p>
<p style="text-align: justify;">Para entender melhor essa visão, assista ao vídeo de Arthur Potts Dawson, para o TED: <em>Uma visão para restaurantes sustentáveis</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Segue o link (encurtado):</strong> <a href="http://verd.in/vj3r" target="_blank">http://verd.in/vj3r</a></p>
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		<title>Um Dia. Um adeus.</title>
		<link>http://diariodoverde.com/um-dia-um-adeus/</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Jul 2011 00:30:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Cametá]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Criança e meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta semana me recordei de um dia (dentre tantas recordações e tantos dias), um em especial. A Lú (minha companheira) morava em Cametá junto com sua irmã, cunhado e dois filhos (Pedrinho e Clarice). A Lú e o Pedro (seu cunhado) trabalhavam em uma ONG (a APACC) com projetos em andamento na região do Baixo Tocantins. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Esta semana me recordei de um dia (dentre tantas recordações e tantos dias),  um em especial. A Lú (minha companheira) morava em Cametá junto com sua irmã,  cunhado e dois filhos (Pedrinho e Clarice). A Lú e o Pedro (seu cunhado)  trabalhavam em uma ONG (a APACC) com projetos em andamento na região do Baixo  Tocantins. Ao término do projeto e todo aquele processo de mudança de casa,  município e trabalho novo, presenciamos este fato. Singelo, melancólico e  revelador de uma percepção que só as crianças parecem ter.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia fatídico da mudança, moveis no caminhão, apagando as luzes, fechando o  portão, depois de um dia um tanto quanto festivo para dar um ar de boas novas à  mudança, onde teve um bom churrasco, boa música, as crianças brincando, correndo  pelo jardim e quintal… Na hora da despedida em frente a casa uma amiguinha do  Pedrinho disse para ele: “<strong><em>É Pedrinho, te despede da terra, do  quintal, das árvores, dos passarinhos!”</em></strong> O Pedrinho riu. Eu e a Lú  ficamos olhando a cena com um misto de comoção e constatação. A Lú perguntou  o porquê ela havia dito aquilo. Ao que ela respondeu do alto de seus 9 anos:  “<em><strong>Porque na cidade não tem isso aqui, é tudo asfalto, cimento e  azulejo</strong></em>.”</p>
<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/07/pisar-na-terra.jpg"><img class="size-full wp-image-3124 alignright" title="pisar na terra" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/07/pisar-na-terra.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a>“<em>Apagaram tudo<br />
Pintaram tudo de cinza<br />
A palavra no muro<br />
Ficou  coberta de tinta<br />
Apagaram tudo<br />
Pintaram tudo de cinza<br />
Só ficou no  muro<br />
Tristeza e tinta fresca<br />
Nós que passamos apressados<br />
Pelas ruas da  cidade<br />
Merecemos ler as letras<br />
E as palavras de Gentileza<br />
Por isso eu  pergunto<br />
À você no mundo<br />
Se é mais inteligente<br />
O livro ou a sabedoria  (…)”</em></p>
<p>(Gentileza – Marisa Monte)</p>
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		<title>1ª Escola Verde do País!</title>
		<link>http://diariodoverde.com/1%c2%aa-escola-verde-do-pais/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 21:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação e Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeira escola verde do país será inaugurada amanhã Projeto da Arktos &#8211; Arquitetura Sustentável poderá ser levado para mais 40 escolas do país São Paulo (SP) – O Colégio Estadual Erich Walter, localizado em Santa Cruz na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, será finalmente inaugurado, após a primeira data ter sido adiada [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-1924" title="EE Erich Walter Heine" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/05/EE-Erich-Walter-Heine-580x259.jpg" alt="" width="580" height="259" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: medium;">Primeira escola verde do país será inaugurada amanhã</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><em> Projeto da Arktos &#8211; Arquitetura Sustentável poderá ser levado para mais 40 escolas do país</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>São Paulo (SP) –</strong> O Colégio Estadual Erich Walter, localizado em Santa Cruz na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, será finalmente inaugurado, após a primeira data ter sido adiada (leia mais &#8211; <a href="http://www.inoveambiental.com.br/noticias_not.php?id_noticia=604" target="_blank">Inove Ambiental</a> e no <a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/educacao/brasil-primeira-escola-certificacao-sustentabilidade-leed-schools-627000.shtml" target="_blank">Planeta Sustentável</a>). A cerimônia está prevista para acontecer às 10h desta sexta-feira (20/05). Painéis solares, área para reciclagem, reaproveitamento de água da chuva, iluminação natural. Essas são algumas &#8211; das muitas &#8211; características que compõe o projeto da primeira escola sustentável do país, desenvolvido pelos arquitetos da Arktos – Arquitetura Sustentável, Maria José De Mello Gerolimich e Rafael Tavares de Albuquerque.</p>
<p style="text-align: justify;">O Colégio foi escolhido para ser o Piloto da Primeira Escola Padrão Verde da América Latina, (UEC Unidade de Ensino Catavento), o primeiro de outros 40 possíveis projetos de escolas verde no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Os arquitetos responsáveis pela Escola Padrão contam que desde 2004 vem lutando pela implantação do Projeto Educacional Sustentável. “Sempre focamos nosso trabalho em escolas, pois temos grande afinidade com o assunto e entendemos que não houve grandes investimentos, novidades e aprimoramento no campo da Educação nos últimos 30 anos”, disse a arquiteta e autora do projeto, Maria José.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente agora, em 2011, foi possível promover uma estrutura escolar sustentável e inovadora. Tanto que o Colégio Erich Walter foi indicado pelo próprio Green Building Council Brasil, como estudo de caso, na Feicon 2011, por conta do pioneirismo em Escolas Sustentáveis no país. Esta é a primeira escola a conseguir certificação LEED Schools (sigla em inglês para liderança em energia e design ambiental), própria para escolas com projeto sustentável. Para ter uma ideia, apenas 120 escolas no mundo obtiveram essa certificação. Dessas, 118 ficam nos EUA, 1 na Noruega e outra em Bali.</p>
<p style="text-align: justify;">“Com essa Certificação Internacional, todo o Mundo dá credibilidade e veracidade para as informações, ações, equipamentos, tecnologias e dados de eficiência a que foram propostos, pois fomos mensalmente monitorados por um consultor LEDD AP habilitado, devidamente documentado com fotos, dados técnicos e plantas e, após a conclusão da obra, ainda seremos monitorados para a avaliação dos resultados”, explicou a arquiteta.</p>
<p style="text-align: justify;">Para obter a certificação LEED Schools, a escola precisa atender alguns requisitos, como a apresentação de um relatório ambiental da qualidade do solo, que comprove não haver perigo à saúde das crianças, e o tratamento acústico tanto nas salas de aula, como nos corredores e ambientes próximos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Projeto</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O projeto foi desenvolvido com base nos aspectos da sustentabilidade, que de acordo com a autora promovem uma ação inovadora e educadora, já que o  prédio passa a ser também educador e formador de cidadãos conscientes. “Para um país de terceiro mundo latino, e com a maior visibilidade no mundo pelo seus recursos naturais e potência, acredito que isso possa ser um marco em projetos inovadores, pois não se trata de prédio comercial, esportivo ou turístico”, afirmou Maria José.</p>
<p style="text-align: justify;">A escola tem o formato de um catavento, que como o próprio nome sugere, &#8220;cata&#8221; o vento e promove através da exaustão do ar quente que sobe uma agradável sensação térmica interna, inclusive promovendo a iluminação natural durante todo o dia, que faz com que o consumo de energia de luz seja reduzido.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto desenvolvido pela Arktos – Arquitetura Sustentável conta, ainda, com a instalação de bicicletários, vagas especiais para veículos de baixa emissão, aumento, manutenção e recuperação das áreas verdes originais encontradas no local, pavimentação permeável, telhado verde (com acesso à visitação), reaproveitamento das quadras existentes, redução de ilhas de calor, reaproveitamento de 100% do material de entulho que seria gerado na obra, área para reciclagem, uso de 70% da permeabilidade do terreno, ajudando a evitar as enchentes e ajudando na recuperação do lençol freático, reaproveitamento de água de chuva, em vasos sanitários, lavagem do pátio e irrigação de áreas verdes; uso de revestimento com baixos índices de compostos orgânicos voláteis, forros acústicos,válvulas de duplo acionamento, revestimentos com baixos índices de compostos orgânicos voláteis, forros acústicos, toda iluminação em lâmpadas LED, equipamentos de ar condicionado eficientes e painéis solares para aquecimento de água.</p>
<p style="text-align: justify;">A escola é, também, totalmente adaptada para receber alunos com necessidades especiais. O projeto contempla desde a estrutura do prédio, onde as partes podem mudar de lugar facilitando a construção em qualquer tipo de terreno, até as características mais fundamentais como portas mais largas, pisos táteis, rampas com pouca inclinação e inscrições em braile.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre a Arktos</strong><br />
Há 12 anos no mercado, a Arktos – Arquitetura Sustentável é um escritório formado por arquitetos associados que atua, principalmente, no Estado do Rio de Janeiro. Os projetos desenvolvidos têm como princípio básico unir sustentabilidade, qualidade, desempenho, ética, forma e funcionalidade. E é dessa maneira que a Arktos se destaca no mercado, com ações eficazes através de uma arquitetura eficiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de planejar e construir espaços inteligentes, o trabalho desses profissionais visa estimular e promover a auto-estima, a confiança, o bem estar e a qualidade de vida, bem como divulgar o uso consciente dos recursos naturais.</p>
<p style="text-align: justify;">O diferencial da Arktos está na elaboração conjunta de todos os projetos envolvidos nas fases de uma construção, que vão desde a arquitetura propriamente dita, passando por todas as instalações prediais, inclusive, o projeto de cálculo estrutural.</p>
<p style="text-align: justify;">Com foco no segmento educacional, a empresa preza por uma arquitetura educadora, já que através da própria construção é possível ensinar o uso consciente dos recursos naturais. Por meio da educação ambiental, tema que agrega valores imprescindíveis à formação das crianças e jovens, são formados cidadãos éticos e responsáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre em busca da qualidade e desempenho dos projetos, a Arktos propõe soluções financeiras viáveis aliadas à preservação das nossas riquezas naturais. Novas ideias, novas atitudes.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Informações para a imprensa</em><br />
Anna Munhoz<br />
Assessora de Imprensa – MTB 60.757<br />
(11) 4546-9833<br />
(11) 8843-9200</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: right;"><span style="font-size: x-small;">Agradecimento especial ao Grupo de Blogueiros Ambientais &#8211; Press Release.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><strong>ATUALIZAÇÃO (21/05):</strong> Leiam por favor, este outro artigo: &#8220;<a href="http://sementequevoa.blogspot.com/2011/05/brasil-ganha-primeira-escola.html" target="_blank">Brasil ganha primeira escola sustentável</a>&#8221; &#8211; blog<em> Semente que Voa</em>. </span></p>
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		<title>Mega Plantio &#8211; 50.000 árvores em uma hora!!!</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 15:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[iniciativas]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>

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		<description><![CDATA[A Prefeitura de Sorocaba, cidade do interior do Estado de São Paulo, realizou no domingo, o maior plantio de árvores em uma hora de todo o mundo, quebrando o recorde mundial do gênero. A ação que envolveu mais de 10.000 pessoas, o dobro do que era esperado pelos organizadores do evento, elevou em 25% a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-1197" title="Mega Plantio Sorocaba" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/12/Mega-Plantio-Sorocaba.jpg" alt="" width="375" height="172" />A Prefeitura de Sorocaba, cidade do interior do Estado de São Paulo, realizou no domingo, o maior plantio de árvores em uma hora de todo o mundo, quebrando o recorde mundial do gênero. A ação que envolveu mais de 10.000 pessoas, o dobro do que era esperado pelos organizadores do evento, elevou em 25% a cobertura árborea do município. Confira os detalhes.</div>
<div style="text-align: justify;"><em>Manchester Paulista</em>, Sorocaba é um exemplo de modelo a ser seguido e administrado nas prefeituras: foge à regra do inferno de cidade grande, andando lado a lado com as expectativas e entusiasmo dos cidadãos. Vitor Lippi, prefeito reeleito, durante 8 anos de mandato, comanda um dos municípios mais &#8220;verdes&#8221; e competentes do Brasil, o qual  o morador sorocabano, o qual fui por muitos e muitos anos (espero voltar a ser um dia), sente orgulho e tem motivos de sobra para comemorar.</div>
<div style="text-align: justify;">O município possui a 2ª maior malha cicloviária do país &#8211; em breve será a mais extensa da América Latina, cumpre com rigor normas e determinações ambientais &#8211; e dá prioridade a elas, ganhou o título em 2009 de <a href="http://www.diariodoverde.com/municipio-verde-e-azul">Município Verde Azul</a> &#8211; recebeu todos os prêmios e atingiu índices máximos, possui uma estrutura limpa e organizada &#8211; com muitos parques, jardins, enfim: tem uma gerência pioneira em todo e qualquer aspecto, integrada com a opinião pública. Programas para o meio ambiente, como podem ver, é uma marca registrada.</div>
<div style="text-align: justify;">Seguindo a tradição, neste último dia 5, os mais de 586.311 habitantes foram convocados, dos quais mais de 10.000 atenderam o chamado e vestiram a camisa (o previsto girava em 5.000 pessoas), para um gesto épico: plantar 50 mil árvores em 60 minutos, 9 horas da manhã: 70% mudas nativas e 30% frutíferas.</div>
<div style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/12/MegaPlantio_Mapa.jpg">300.000 m² de área verde foram reflorestados</a>, na Zona Norte da cidade (onde existia o maior déficit de arborização), entre os bairros Jd. Santa Marina e o Jd. Santo André II, e as margens do Rio Sorocaba, um dos principais rios de SP, recuperando a mata ciliar e qualidade de vida. Para isso, 200.000 m² de entulho tiveram de ser removidos dali. O Mega Plantio integra um complexo ambiental de 580 mil m².</div>
<div style="text-align: justify;">O prefeito em exercício, deu a seguinte declaração: “<em>Esse evento ficou marcado na história da nossa cidade. Eu queria agradecer a todos os funcionários públicos que trabalharam para o Mega Plantio acontecer, assim como todas as pessoas que participaram dessa importante ação ambiental e a imprensa”, declarou o prefeito Vitor Lippi. A ação do Poder Público municipal faz parte do Plano de Arborização Urbana, que tem como meta o plantio de 500 mil árvores até 2012.</em>&#8220;</div>
<div style="text-align: justify;">A super ação ecológica deu tão certo graças ao apoio e parcerias da sociedade civil e governo, que inteirou 500 funcionários/servidores públicos, detentos da Penitenciária Dr. Danilo Pinheiro (P1), no bairro Mineirão, onde os presos cultivaram as mudas (viveiro), engajamento da Secretaria de Obras e Infraestrutura Urbana (Seobe), veículos e agências de imprensa, além da própria população.</div>
<div style="text-align: justify; margin: 0px;">Houve treinamento de pessoas, como por exemplo a capacitação de estudantes para monitoramento, oferecimento de transporte gratuito para grupos fechados com mais de 15 pessoas irem ao local, cadastro e distribuição de kits e brindes, e por fim, um show de encerramento com o saxofonista e violinista George Israel, do Kid Abelha. De 200.000, o número de árvores em Sorocaba saltou para 250.000, e deverá chegar até 700.000 em 2012, se a previsão for mantida e cumprida. Existe hoje um banco de 150 mil mudas de espécies diferentes para futuras utilizações.</div>
<div style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: large;">Parabéns Sorocaba! Quem dera o resto assim fosse&#8230;</span></strong></div>
<div style="text-align: right;"><em><span style="font-size: x-small;">*Com informações da <a href="http://secomsorocaba.blogspot.com/search/label/megaplantio">Secretaria de Comunicação de Sorocaba</a> | <a href="http://www.sorocaba.sp.gov.br/">Prefeitura</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sorocaba">Wikipédia</a>.</span></em></div>
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