<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Diário do Verde &#187; Chico Mendes</title>
	<atom:link href="http://diariodoverde.com/tags/chico-mendes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://diariodoverde.com</link>
	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Aug 2018 13:26:27 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.2.38</generator>
	<item>
		<title>Quando o Empate é Bom para Todos</title>
		<link>http://diariodoverde.com/quando-o-empate-e-bom-para-todos/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/quando-o-empate-e-bom-para-todos/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 09 Dec 2012 15:45:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Morais Chiaravalloti]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ecossocialismo]]></category>
		<category><![CDATA[Empates]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=7128</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Terra cabocla, terra pequena, cheirando a flor, cheirando açucena. Igual teu cabelo, dona Maria, minha mãe morena, ooi. Lá do rio Jarí, lá do Xapurí, lá de Icoaracy, lá do Xapurí&#8221; (Xapurí do Amazônas, Nazaré Pereira) Muito frequentemente os discursos destoam da prática. Muitas vezes praticamos com prazer e desenvoltura, inconcientemente, a erudita, enfadonha e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: center"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/amazoniaTERRAS1.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7201" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/amazoniaTERRAS1.jpg" alt="" width="381" height="254" /></a></p>
<p style="text-align: justify">&#8220;<em>Terra cabocla, terra pequena, cheirando a flor, cheirando açucena.</em></p>
<p style="text-align: justify"><em>Igual teu cabelo, dona Maria, minha mãe morena, ooi.</em></p>
<p style="text-align: justify"><em>Lá do rio Jarí, lá do Xapurí, lá de Icoaracy, lá do Xapurí</em>&#8221; (Xapurí do Amazônas, <strong><a href="http://www.cifraclub.com.br/nazare-pereira/xapuri-do-amazonas/" target="_blank">Nazaré Pereira</a></strong>)</p>
<p style="text-align: justify">Muito frequentemente os discursos destoam da prática. Muitas vezes praticamos com prazer e desenvoltura, inconcientemente, a erudita, enfadonha e tediosa teoria. Este ano dentre minhas leituras obrigatórias e de lazer, tive em minhas mãos dois livros co-relacionados: um do<strong> Zeunir Ventura</strong> sobre o caso<strong> Chico Mendes</strong> (<a href="http://companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=11815" target="_blank">Chico Mendes &#8211; Crime e Castigo</a>) e um de<strong> Michael Löwy</strong> (<a href="http://www.cortezeditora.com.br/DetalheProduto.aspx?ProdutoId=%7B444661AA-D7B3-E011-955F-842B2B1656E4%7D" target="_blank">Ecologia e Socialismo</a>).</p>
<p style="text-align: justify">Doutorado pela Sorbone, Löwy discute neste livro questões relacionadas à ecologia e meio ambiente presentes nos discursos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Karl_Marx" target="_blank">Marx</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Friedrich_Engels" target="_blank">Engels</a> e as idéias fundamentais do <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Socialismo" target="_blank">Socialismo</a></strong>. Trata-se de &#8220;uma tentativa original de articular as ideias fundamentais do socialismo de Marx com os avanços da crítica ecológica, visando o combate por uma nova civilização&#8221;.  Desta tentativa brota a noção de <a href="http://www.mma.gov.br/educacao-ambiental/politica-de-educacao-ambiental/documentos-referenciais/item/8075" target="_blank">Ecossocialismo</a>.</p>
<p style="text-align: justify">Enquanto isso lá nos confins do Acre na década de 60, no <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Xapuri" target="_blank">Xapuri</a></strong>, um seringueiro conhece os ideais marxistas através de um veterano comunista: <strong>Euclídes Fernades Távora</strong> antigo tenente e partidário de <strong><a href="http://educacao.uol.com.br/biografias/luis-carlos-prestes.jhtm" target="_blank">Luís Carlos Prestes</a></strong>, com quem esteve preso em Fernando de Noronhra. Este jovem era <strong>Francisco Alves Mendes Filho</strong>, o <strong>Chico Mendes</strong>.</p>
<p style="text-align: justify">Nesta época <strong>Chico Mentes</strong> busca diversas forrmas de lutar pela preservação do meio ambiente e sustentabilidade do trabalhador rural. Envolve-se em movimentos sociais, empartidos políticos. E junto com seus companheiros seringueiros e sindicalistas inaugura uma nova forma de luta não-violenta e inédita no mundo: <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Empates" target="_blank">os Empates</a></strong>. Centanas de seringueiros e seus familiares de mão dadas se postavam diante de grandes maquinários e jagunços com a finalidade de impedir a derrubada da mata porordem de madereiros ou criadores de gado. Nem sempre obtinham êxito. Outras vezes conseguiam inclusive adesão à causa destes &#8220;desmatadores&#8221; (em sua maioria trabalhadores como os seringueiros). O sucesso dos Empates renderam notoriedade a Chico Mendes. Mas também foram a gota d&#8217;água que resultou em seu assasinato.</p>
<p style="text-align: justify">Neste processo <strong>Chico Mendes</strong> afirmava: &#8220;<em>Descobrimos que para garantir o futuro da Amazônia era necessário criar a figura da Reserva Extrativista como forma de preservar a Amazônia. (&#8230;) Nós entendemos, os seringueiros entendem, que a Amazônia não pode se tornar um santuário intocável</em>.&#8221; Logo, compreendia que deveria haver uma forma racional de utilização dor recursos naturais sem esgota-los.</p>
<p style="text-align: justify">Possívelmente nesta época em que sua notoriedade lhe levou aos quatro cantos do mundo para falar desta luta que Chico diz a sua companheira<strong> Marina Silva</strong> (que viria e se tornar Ministra do Meio Ambiente no futuro): &#8220;<em>Nega velha, isso que a gente faz aqui é ecologia. Acabei de descobrir isso no Rio de Janeiro</em>&#8220;.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/quando-o-empate-e-bom-para-todos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A luta dos povos da floresta</title>
		<link>http://diariodoverde.com/a-luta-dos-povos-da-floresta/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/a-luta-dos-povos-da-floresta/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 18:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Amazônica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/a-luta-dos-povos-da-floresta</guid>
		<description><![CDATA[Fé, força, e muita coragem: de tudo um pouco! &#8211; Declaração de Chico Mendes, sobre a Floresta Amazônica &#8211; Quero dizer a vocês que eu sou um seringueiro, tenho uma participação direta na selva, na Floresta Amazônica, mas se hoje não estou ligado à produção extrativista é porque não tenho condições, chegou o momento em [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><span style="font-weight: bold; font-family: trebuchet ms;">Fé, força, e muita coragem: de tudo um pouco!</span></div>
<p>&#8211;<br />
<span style="font-style: italic;">Declaração de Chico Mendes, sobre a Floresta <span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error">Amazônica</span></span><br />
&#8211;</p>
<div style="text-align: justify;">Quero dizer a vocês que eu sou um <span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error">seringueiro</span>, tenho uma participação <span id="SPELLING_ERROR_2" class="blsp-spelling-error">direta</span> na selva, na Floresta <span id="SPELLING_ERROR_3" class="blsp-spelling-error">Amazônica</span>, mas se hoje não estou ligado à produção <span id="SPELLING_ERROR_4" class="blsp-spelling-error">extrativista</span> é porque não tenho condições, chegou o momento em que tive que sair fora, para dar um apoio maior para minha categoria.<br />
O desbravamento da <span id="SPELLING_ERROR_5" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span> começou a partir de meados do século XIX, ou seja, a partir do ano de 1877, quando começaram a chegar as primeiras levas de <span id="SPELLING_ERROR_6" class="blsp-spelling-error">nordestinos</span> na <span id="SPELLING_ERROR_7" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span>. Agora, se perguntamos, e a <span id="SPELLING_ERROR_8" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span> era desabitada? Não, a <span id="SPELLING_ERROR_9" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span> tinha seus verdadeiros donos, que eram os índios. Naquela época, por volta de 1877, antes da chegada dos brancos na <span id="SPELLING_ERROR_10" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span>, existiam na região do vale do Jurá, do Acre, mais de sessenta grupos tribais que juntos formavam várias nações e eram os legítimos donos daquela região.<br />
<span id="SPELLING_ERROR_11" class="blsp-spelling-error">Exatamente</span> a partir de 1877, atendendo a interesses <span id="SPELLING_ERROR_12" class="blsp-spelling-error">econômicos</span> e quando a borracha ganhava relevo na ocupação da <span id="SPELLING_ERROR_13" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span>, impulsionada pela política de interesses de grupos estrangeiros e de grupos internos, aí então começa o tráfico de <span id="SPELLING_ERROR_14" class="blsp-spelling-error">nordestinos</span>. Começa então uma vida difícil para o <span id="SPELLING_ERROR_15" class="blsp-spelling-error">nordestino</span>, quando milhares de famílias de deslocaram para a região e de repente essas pessoas tiveram que entrar em conflito com os verdadeiros donos da terra. Armados pelos patrões, estes companheiros foram obrigados a entrar em guerra com os índios [&#8230;]. As sessenta tribos daquela época ficaram reduzidas a umas dez tribos [&#8230;] principalmente após 1900 começa uma tranquilidade porque os índios já tinham desistido, já tinham sido vencidos.<br />
Com o tempo, nós aprendemos os costumes do índio, apesar de nós termos sido seus inimigos e responsáveis pelo seu genocídio, nós terminamos por aprender os seus costumes, as suas tradições, os seus relacionamentos com a natureza [&#8230;].<br />
Durante este século, os <span id="SPELLING_ERROR_16" class="blsp-spelling-error">seringueiros</span> passaram a viver num regime de escravidão, milhares de <span id="SPELLING_ERROR_17" class="blsp-spelling-error">nordestinos</span> que vieram naquela época para desbravar a <span id="SPELLING_ERROR_18" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span> com o sonho de voltarem novamente a rever seus familiares, a recuperar sua vida no Nordeste, não tiveram a sorte de voltar por vários motivos: foram mortos pelos índios, foram mortos por doenças e foram mortos por <span id="SPELLING_ERROR_19" class="blsp-spelling-error">jagunços</span>, no momento em que recebia o dinheiro, o jagunço já estava esperando lá no tronco de uma árvore, matava-o e o dinheiro era devolvido para o patrão.<br />
Em 1970, com o apoio dos incentivos fiscais da <span id="SPELLING_ERROR_20" class="blsp-spelling-error">Sudam</span>, os fazendeiros do Sul chegaram na <span id="SPELLING_ERROR_21" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span>, no Acre. Neste momento, em 1975, na minha região são destruídas, pelo fogo e pelas <span id="SPELLING_ERROR_22" class="blsp-spelling-error">motosserras</span>, 180.000 árvores de <span id="SPELLING_ERROR_23" class="blsp-spelling-error">seringueiras</span>, 80.000 castanheiras, que é uma árvore de grande importância, e foram destruídas mais de um milhão e duzentas mil madeiras de lei, de grande importância para a região.<br />
Resolvemos criar um movimento pacifista, aí <span id="SPELLING_ERROR_24" class="blsp-spelling-error">acionamos</span> mulheres e crianças para o movimento de paz. De 1977 até 1987, nós realizamos 45 movimentos de empate, tivemos 30 derrotas e 15 vitórias. [&#8230;] os observadores <span id="SPELLING_ERROR_25" class="blsp-spelling-error">internacionais</span> constataram que a nossa luta também, apesar de ser uma luta pela <span id="SPELLING_ERROR_26" class="blsp-spelling-error">sobrevivência</span>, em defesa da vida, tinha um <span id="SPELLING_ERROR_27" class="blsp-spelling-error">caráter</span> ecológico ambiental e, em <span id="SPELLING_ERROR_28" class="blsp-spelling-error">janeiro</span> de 1987, nós recebemos uma comitiva da ONU que foi aos seringais em <span id="SPELLING_ERROR_29" class="blsp-spelling-error">Xapuri</span>, no Acre, observar o nosso trabalho, o nosso movimento e resistência.<br />
Nós, os <span id="SPELLING_ERROR_30" class="blsp-spelling-error">seringueiros</span>, não queremos transformar a <span id="SPELLING_ERROR_31" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span> num santuário, o que nós não queremos é a <span id="SPELLING_ERROR_32" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span> devastada. E aí se pergunta: qual é a proposta que vocês têm? E nós então começamos a discutir além da questão da luta contra o <span id="SPELLING_ERROR_33" class="blsp-spelling-error">desmatamento</span>.<br />
Nós começamos a apresentar a proposta alternativa para a conservação da <span id="SPELLING_ERROR_34" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span>. Estas propostas se baseiam hoje na criação das reservas <span id="SPELLING_ERROR_35" class="blsp-spelling-error">extrativistas</span>.<br />
Recentemente temos mais de dez lideranças ameaçadas de morte, mas não tememos [&#8230;] enfim, o meu <span id="SPELLING_ERROR_36" class="blsp-spelling-error">objetivo</span> é trazer uma mensagem no sentido de que na medida do possível vocês procurem <span id="SPELLING_ERROR_37" class="blsp-spelling-error">sensibilizar</span> outras pessoas nesta causa que nós defendemos, porque a questão da <span id="SPELLING_ERROR_38" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span> é uma questão que interessa a todos os segmentos da sociedade brasileira. Se continuar o <span id="SPELLING_ERROR_39" class="blsp-spelling-error">desmatamento</span>, se continuar se investindo nos incentivos e na criação de grupos <span id="SPELLING_ERROR_40" class="blsp-spelling-error">agropecuários</span> para a <span id="SPELLING_ERROR_41" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span>, então o nosso futuro estará ameaçado.<br />
No momento era isso que eu tinha para colocar para vocês.<br />
&#8211;</p>
<div style="text-align: right;"><span style="font-size: 85%;">Trechos da palestra realizada por Chico Mendes, em <span id="SPELLING_ERROR_42" class="blsp-spelling-error">junho</span> de 1988, promovida pelo <span id="SPELLING_ERROR_43" class="blsp-spelling-error">Departamento</span> de Geografia da <span id="SPELLING_ERROR_44" class="blsp-spelling-error">USP</span> e <span id="SPELLING_ERROR_45" class="blsp-spelling-error">AGB</span>&#8211;<span id="SPELLING_ERROR_46" class="blsp-spelling-error">SP</span>. Chico Mendes foi assassinado em 22 de <span id="SPELLING_ERROR_47" class="blsp-spelling-error">dezembro</span> de 1988.</span></div>
<p>&#8211;<br />
<span style="font-weight: bold;">Fonte:</span> Livro de Geografia da 6ª Série &#8211; <span id="SPELLING_ERROR_48" class="blsp-spelling-error">Coleção</span> Geografia. De <span id="SPELLING_ERROR_49" class="blsp-spelling-error">Sonia</span> <span id="SPELLING_ERROR_50" class="blsp-spelling-error">Castellar</span> e Valter Maestro. São Paulo, 2002 &#8211; 2ª Edição. QUINTETO EDITORIAL.</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/a-luta-dos-povos-da-floresta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
<!-- Wp Fastest Cache: XML Content -->