<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Diário do Verde &#187; Caatinga</title>
	<atom:link href="http://diariodoverde.com/tags/caatinga/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://diariodoverde.com</link>
	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Aug 2018 13:26:27 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.2.38</generator>
	<item>
		<title>Uma visão positiva</title>
		<link>http://diariodoverde.com/uma-visao-positiva/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/uma-visao-positiva/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 05:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Caatinga]]></category>
		<category><![CDATA[cactaceae]]></category>
		<category><![CDATA[cacto]]></category>
		<category><![CDATA[clorofila]]></category>
		<category><![CDATA[espinho]]></category>
		<category><![CDATA[flor]]></category>
		<category><![CDATA[positivo]]></category>
		<category><![CDATA[quente]]></category>
		<category><![CDATA[seco]]></category>
		<category><![CDATA[Severgnini]]></category>
		<category><![CDATA[suculento]]></category>
		<category><![CDATA[verde]]></category>
		<category><![CDATA[Visão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=7570</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Julgar pela aparência é como olhar um cacto: não se percebe a água contida em seu interior, nem a beleza de suas flores&#8221;. &#8211; Denise Severgnini Encontrei esse texto e achei a mensagem bonita. Mas não achei apenas bonita – achei interessante e real! Será que achei certo? Ou depende do ponto de vista de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7572" title="cacto" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/03/cacto.jpg" alt="" width="545" height="409" /></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">&#8220;Julgar pela aparência é como olhar um cacto: não se percebe a água contida em seu interior, nem a beleza de suas flores&#8221;.</span></strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">&#8211; Denise Severgnini</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Encontrei esse texto e achei a mensagem bonita. Mas não achei apenas bonita – achei interessante e real!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Será que achei certo? Ou depende do ponto de vista de cada um?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Eu diria que algumas coisas dependem sim do ponto de vista, porque essas coisas dependem de nós próprios. Depende de cada um achar que uma mensagem é bonita ou não; se é interessante ou não importa. Depende de cada um também acreditar se é real ou não!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Ao mesmo tempo, acredito também que algumas coisas já não dependem mais de nós – elas simplesmente são! São o que? Não importa muito. Elas são!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">A foto usada como imagem para este post eu tirei em outubro de 2012 e ilustra a mensagem de Denise Severgnini. Pois é, a natureza nos mostra que é verdade!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Falando ainda das coisas que “simplesmente são”, complemento o pensamento dizendo que podemos acreditá-las à partir do momento que temos algum conhecimento sobre o assunto para isso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Sabemos, por exemplo, que o sol existe. Não adianta acreditarmos ou não: ele está lá, ele existe! E nós só sabemos que ele existe porque temos conhecimento disso. Então temos a certeza. É assim também que as coisas que “dependem do nosso ponto de vista” podem passar a não depender mais, pois conforme adquirimos conhecimento, menos liberdade temos para recusar alguma verdade!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Os cactos e outras plantas da família Cactaceae possuem algumas adaptações para viver em ambientes quentes e extremamente secos. Chamamos de adaptações, neste caso, as modificações que encontramos nos seres vivos para que possam viver onde vivem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">O texto inicial diz que há água contida no interior do cacto, e isso é verdade! Mas eu digo que é verdade não só porque o texto diz. Trata-se de uma informação que a ciência conhece! É de conhecimento, não se pode mais negar até que se prove o contrário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Os cactos possuem uma enorme capacidade para armazenar água em seus caules e conseguem, ainda, perder muito pouco dessa água. Por isso seus caules são “suculentos”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Não vemos cactos com folhas ou, quando vemos em algumas espécies, elas são muito menores se comparadas a outras plantas. Isso é importante porque é pelas folhas que as plantas perdem a maior quantidade de água para o ambiente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Mas, como fazer fotossíntese sem as folhas? Como sobreviver? Calma, calma&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Eles não possuem folhas, mas seus caules são verdes porque possuem clorofila e, por isso, possibilitam o processo de fotossíntese!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">O texto fala que há água contida no cacto e eu disse que é verdade. O texto fala também sobre a beleza de suas flores! E agora? O que eu posso dizer?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Bem, na verdade não posso dizer por todos. Trata-se de um exemplo de “coisa que depende do ponto de vista”, depende de cada um. E também não me cabe julgar! Mas acredito também que cada um pode mudar a si mesmo para melhor, enxergando as coisas com uma visão cada vez mais positiva.</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/uma-visao-positiva/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Caatinga: Um bioma ameaçado</title>
		<link>http://diariodoverde.com/caatinga-um-bioma-ameacado/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/caatinga-um-bioma-ameacado/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2011 01:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ana Karla da Silva Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[Caatinga]]></category>
		<category><![CDATA[preservação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=2905</guid>
		<description><![CDATA[A caatinga é o único bioma exclusivamente brasileiro, e não encontrado em nenhuma outra parte do mundo. Abrange os estados do Ceará, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte e Minas Gerais. Com Flora e Fauna riquíssimas, vem sofrendo com as queimadas ilegais e o tráfico de animais silvestres. Ele ocupa uma área de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl>
<dt> </dt>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/bioma-Caatinga.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2916" title="bioma - Caatinga" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/bioma-Caatinga-580x477.jpg" alt="" width="580" height="477" /></a>A caatinga é o único bioma exclusivamente brasileiro, e não encontrado em nenhuma outra parte do mundo. Abrange os estados do <strong>Ceará, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte e Minas Gerais.</strong> Com Flora e Fauna riquíssimas, vem sofrendo com as queimadas ilegais e o tráfico de animais silvestres. Ele ocupa uma área de cerca de 850.000 km², o equivalente a cerca de 10% do território nacional. <strong>Com o intuito de fiscalizar e revitalizar esse bioma tipicamente brasileiro, o governo de Pernambuco por intermédio da sua assessoria de imprensa, divulgou a criação de: 71 áreas de preservação da caatinga.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Comitê Executivo de Gestão de Unidades Ambientais fará  o diagnóstico e  mapeamento das áreas que irão receber as instalações. Será criado também um órgão que irá fiscalizar e identifica as diferentes realidades e atividades permitidas para cada área de proteção &#8211; como visitações turísticas e fins científicos de pesquisas. Pelo decreto, ficam previstas a criação das cinco primeiras unidades de preservação no Bioma da Caatinga e a sistematização das intervenções do Poder Público nas 66 unidades da Mata Atlântica já reconhecidas em Pernambuco. Os novos espaços de preservação da Caatinga ficam em Carnaíba (Serra da Matinha), Afrânio, Parnamirim, São Caetano (Pedra do Cachorro) e Serra Talhada (Fazenda Saco). Pelo decreto, ficam previstas a criação das cinco primeiras unidades de preservação no Bioma da Caatinga, esclarece a  nota enviada á imprensa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estatísticas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; A vegetação da caatinga se adapta às condições de aridez (xerófila). Possui cerca de 1000 espécies, estimando-se que haja um total de 2000 a 3000 plantas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Cerca de 930 espécies vegetais são encontradas somente na caatinga baiana, sendo 320 exclusivas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Possui um total de 876 espécies de animais <a title="Vertebrado" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vertebrado" target="_blank">vertebrados</a>, entre eles: <a title="Cutia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cutia" target="_blank">cutia</a>, <a title="Gambá" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gamb%C3%A1" target="_blank">gambá</a>, <a title="Preá" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pre%C3%A1" target="_blank">preá</a>, <a title="Veado-catingueiro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Veado-catingueiro" target="_blank">veado-catingueiro</a>, <a title="Tatu-peba" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tatu-peba" target="_blank">tatu-peba</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; 70% da caatinga já se encontra alterada pelo homem.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Bahia e Ceará foram os Estados que mais destruíram a vegetação nativa &#8211; juntos, foram responsáveis por 8.659 km² de área devastada.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/caatinga-um-bioma-ameacado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Biomas do Brasil</title>
		<link>http://diariodoverde.com/biomas-do-brasil/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/biomas-do-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 22:45:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Caatinga]]></category>
		<category><![CDATA[Campos]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Amazônica]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Mata de Cocais]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[Semana do Meio Ambiente e da Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Zonas Litorâneas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=727</guid>
		<description><![CDATA[A natureza "canarinho", em suas múltiplas faces.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Bioma</strong> é um conjunto de ecossistemas que formam uma comunidade estável e desenvolvida, adaptada às condições naturais de uma região e geralmente caracterizada por um tipo principal de vegetação. Abaixo, você tem a divisão do Brasil em nove biomas. Naturalmente, trata-se de uma classificação geral, pois no território brasileiro combinam-se vários tipos de ecossistema, de clima, de vegetação, de solo e de relevo, criando uma gama de sistemas ambientais em mudança constante.<br />
A formação dos biomas contou com a importante ação da espécie humana, atuante milhares de anos atrás. Com o uso do fogo, os homens ampliaram o cerrado, bem como agiram de forma decisiva na expansão da região das castanheiras, no Norte, e da floresta de araucárias, no Sul. Caçadores-coletores, cerca de 8 mil anos atrás, queimavam as matas nas bordas da Amazônia como técnica de caça. Há cerca de 4 mil anos, índios começavam a pôr fogo no coração da floresta para plantar, criando a técnica da coivara e modificando a configuração da mata.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CAATINGA</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Caatinga.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2048" title="Caatinga" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Caatinga-580x463.jpg" alt="" width="580" height="463" /></a>Abrigando o sertão nordestino, a caatinga tem uma vegetação típica de regiões semiáridas, com perda de folhas na estação seca. Sua área, de cerca de 800 mil quilômetros quadrados, registra secas prolongadas. Caatinga é uma palavra originária do tupi-guarani que significa &#8220;mata branca&#8221; (alusão às plantas sem folhas). Único sistema ambiental exclusivamente brasileiro, está presente nos estados do Ceará, do Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Pernambuco, de Sergipe, de Alagoas, da Bahia, do Piauí e do norte de Minas Gerais. As temperaturas médias anuais são elevadas: oscilam entre 25 °C e 29 °C. O clima é semiárido, e os solos são predominantemente rasos e pedregosos. Menos de 1% de sua área está protegida por unidades de conservação integral. A caatinga é um exemplo de convivência do homem com a vegetação natural, graças ao desenvolvimento de técnicas de cultivo em clima árido. São quatro séculos de presença humana sem a erradicação da cobertura vegetal, como se deu com a maior parte da mata Atlântica e ocorre com a Amazônia.<br />
Quanto à vegetação, as plantas da caatinga são xerófilas, ou seja, adaptadas ao clima seco e à pouca quantidade de água. Algumas armazenam água; outras possuem raízes superficiais para captar o máximo das chuvas. Há as que contam com recursos para diminuir a transpiração, como espinhos e poucas folhas. A vegetação é formada por três estratos: o arbóreo, com árvores de até 20 metros; o arbustivo, com vegetação de 2 a 5 metros; e o herbáceo, abaixo de 2 metros. Entre as espécies mais conhecidas estão a umburana, o umbuzeiro e o mandacaru. Com algumas dessas plantas são produzidos ceras, fibras, óleos vegetais e, principalmente, forragem para a pecuária, a base da renda dos vaqueiros e dos fazendeiros do sertão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CAMPOS</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Campos.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2055" title="Campos" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Campos-580x385.jpg" alt="" width="580" height="385" /></a>Ocupam áreas descontínuas do país e aparecem na Região Norte na forma de savanas de gramíneas baixas no Amazonas, em Roraima e no Pará. Na Região Sul, os campos são pradarias mistas subtropicais. Os campos do Sul são formados, principalmente, pelos pampas gaúchos, região plana, de vegetação aberta e de pequeno porte, que se estende do Rio Grande do Sul ao Uruguai e à Argentina. A vegetação forma um tapete herbáceo que não atinge 1 metro de altura, com pouca variedade de espécies. Sete tipos de cacto e de bromélia são endêmicos dos campos da região.<br />
A vegetação dos campos reúne herbáceas, gramíneas e pequenos arbustos, com características diversas, conforme a região. Os campos em que predominam apenas as gramíneas são chamados de campos limpos. Quando há também os arbustos, são denominados campos sujos. Em áreas de altitude superior a 1,4 mil metros, são chamados de campos de altitude, como os da serra da Mantiqueira e do Planalto das Guianas. Os campos da hileia são um tipo de formação rasteira encontrada na Amazônia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CERRADO</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Cerrado.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2046" title="Cerrado" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Cerrado-580x395.jpg" alt="" width="580" height="395" /></a>O segundo maior bioma brasileiro, teve a participação do homem em sua formação, com o uso intenso do fogo há mais de 10 mil anos (por povos caçadores-coletores e, depois, pelos índios). A presença de três grandes bacias hidrográficas da América do Sul na região (Tocantins-Araguaia, São Francisco e Prata) favorece a biodiversidade, bastante afetada pela expansão agrícola.<br />
A vegetação do cerrado caracteriza-se pela presença de pequenos arbustos e árvores retorcidas, com cortiça (casca) grossa e folhas recobertas de pelugem. Encontram-se, ainda, gramíneas e o cerradão, tipo mais denso de cerrado que abriga formações típicas de florestas, em especial árvores de até 20 metros, esparsas e disseminadas entre arbustos. O solo, deficiente em nutrientes e com alta concentração de alumina (mineral da bauxita) dá à mata uma aparência seca, de savana tropical. As plantas têm raízes longas, que retiram nutrientes e água do solo a mais de 15 metros de profundidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FLORESTA AMAZÔNICA</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Amazonia.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2047" title="Amazônia" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Amazonia-580x386.jpg" alt="" width="580" height="386" /></a>A maior floresta tropical do mundo atualmente, ocupa o norte do território brasileiro, nos estados do Acre, do Amazonas, do Pará, de Rondônia, de Roraima, do Amapá, de Mato Grosso, do Tocantins e do Maranhão, estendendo-se também por países vizinhos &#8211; Suriname, Guiana, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia e o território da Guiana Francesa. O clima quente e úmido e a densa rede de rios deram origem a uma floresta com grande riqueza de espécies animais e vegetais. Cada nível da floresta é habitado por diferentes comunidades. Os insetos espalham-se do chão às árvores mais altas. Aves e macacos ficam nos níveis superiores. Roedores, anfíbios e animais rastejadores exploram os estratos mais baixos. No solo, estão os felinos, como a onça-pintada e a jaguatirica, os maiores predadores do bioma (presentes também nos demais biomas brasileiros), além de jabutis, cutias, pacas e antas. Jacarés, ariranhas e grandes cobras, como a sucuri, vivem às margens dos rios. Longe de ser homogênea, a área da floresta Amazônica tem manchas de cerrado, com vegetação do tipo savana, adaptada às áreas mais secas; e campos e lavrados como os de Roraima, em que predominam as gramíneas.<br />
A floresta Amazônica tem vegetação latifoliada, na qual predominam as espécies de folhas largas, comuns em regiões de clima equatorial, quente e úmido. Apresenta três tipos de mata: de igapó, de várzea e de terra firme. A mata de igapó ocorre no solo inundado, principalmente no baixo Amazonas, e reúne espécies vegetais como o mucuri, a sumaúma, o jaruari e a vitória-régia.<br />
A mata de várzea é própria das áreas periodicamente inundadas, chamadas terraços fluviais. Intermediárias entre os igapós e a terra firme, as espécies da mata de várzea têm formações variadas, como seringueira, palmeira, jatobá e maçaranduba,<br />
As matas de terra firme correspondem à parte mais elevada do relevo. Com solo seco, livre de inundação, as árvores chegam a 65 metros de altura. Em terra firme, encontram-se espécies como o castanheiro, o mogno e o guaraná.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MATA ATLÂNTICA (FLORESTA ESTACIONAL)</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-Atlantica.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2054" title="Mata Atlântica" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-Atlantica-580x385.jpg" alt="" width="580" height="385" /></a>Considerada um dos biomas mais ameaçados do planeta, a mata Atlântica é, na verdade, um mosaico de ecossistemas diversificados. Há 500 anos, a mata Atlântica cobria cerca de 15% do que hoje é o território nacional, espalhando-se por 1,3 milhão de quilômetros quadrados na área litorânea do Brasil, desde o Rio Grande do Norte até Santa Catarina. Sua destruição em larga escala começou na segunda metade do século XIX, com a expansão das lavouras de café. Atualmente, a área restante se resume a 7,9% da original, preservada, sobretudo, graças à presença da serra do Mar, que funciona como um obstáculo à ação humana. É o bioma do país mais bem protegido pela lei.<br />
Muito dos animais brasileiros ameaçados de extinção vivem em suas florestas: espécies de mico-leão, o macaco muriqui (monocarvoeiro), a lontra, o tatu-canastra e a onça-pintada. Com clima tropical, quente e úmido, a mata Atlântica apresenta um relevo de planaltos e serras. Sua área abrange as bacias do Paraná, Uruguai, Paraíba do Sul, Doce, Jequitinhonha e São Francisco.<br />
Quanto à vegetação, entre as florestas tropicais, a mata Atlântica é a que apresenta a maior biodiversidade por hectare do planeta, com espécies vegetais como ipê, quaresmeira, cedro, palmiteiro, canela, imbaúba, jequitibá-rosa e figueiras.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MATA DE ARAUCÁRIA (PINHEIRAL)</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-de-Araucaria.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2052" title="Mata de Araucaria" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-de-Araucaria-580x435.jpg" alt="" width="580" height="435" /></a>Vegetação típica de clima subtropical, a mata de araucária é um bioma associado à mata Atlântica. Originalmente era encontrada em abundância na Região Sul e em alguns trechos do estado de São Paulo. Ocupava cerca de 100 mil quilômetros quadrados, mas, atualmente, está reduzida a 12% dessa área, segundo pesquisa de 2008 da SOS Mata Atlântica. Os espécimes centenários foram derrubados ou queimados maciçamente na primeira metade do século XX, para dar lugar às plantações de milho, trigo e uva e para abastecer as serrarias.<br />
A vegetação registra árvores aciculifoliadas, com folhas em forma de agulha. A espécie dominante é a <em>Araucaria angustifolia</em>, nome científico do pinheiro-do-paraná, cujo fruto é o pinhão, que atinge mais de 30 metros de altura. Também são importantes o xaxim e a bracatinga, que se desenvolvem sob as araucárias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MATA DE COCAIS (MEIO NORTE)</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-de-Cocais.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2049" title="Mata de Cocais" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-de-Cocais-580x435.jpg" alt="" width="580" height="435" /></a>Ocupa uma zona de transição entre as florestas úmidas da bacia Amazônica e as terras semiáridas do nordeste brasileiro, no Maranhão e no Piauí e no norte do Tocantins. Esse bioma se caracteriza por solos secos e florestas dominadas por palmeiras. O clima é úmido, e a vegetação fica mais exuberante à medida que se avança para oeste.<br />
Definida como um sistema de transição, a vegetação da mata de cocais inclui palmeiras, como buriti, oiticica, babaçu e carnaúba. No oeste, é mais frequente o babaçu, que chega a atingir 20 metros de altura. No lado seco, a leste, predomina a carnaúba, com até 20 metros de altura.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PANTANAL MATO-GROSSENSE</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Pantanal.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2053" title="Pantanal" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Pantanal-580x187.jpg" alt="" width="580" height="187" /></a>É uma das maiores planícies inundáveis do planeta, distribuída pelo sudoeste de Mato Grosso, oeste de Mato Grosso do Sul, Paraguai e Bolívia. É considerada uma área de transição entre a Amazônia e o cerrado, ao norte, e o Chaco, na bacia do rio Paraguai, ao sul. Esse mosaico de ecossistemas intercala regiões de cerrado e floresta úmida, além de áreas aquáticas e semiaquáticas. O início das chuvas nas regiões altas, em novembro, faz subir o nível dos rios na bacia do Paraguai e há inundação de até dois terços da área pantaneira de planície. A vazão acontece pelo rio Paraguai. Em 2001, o Pantanal foi reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como patrimônio natural da humanidade.<br />
A vegetação diversifica-se conforme três tipos de áreas: as alagadas e as que não sofrem inundação. Nas áreas alagadas, a vegetação de gramíneas desenvolve-se no inverno e serve de alimento para o gado. Nas de eventuais alagamentos, encontram-se, além de vegetação rasteira, arbustos e palmeiras, como o buritie o carandá. Nas que não sofrem inundação, predominam os cerrados e, em pontos mais úmidos, espécies arbóreas da floresta tropical.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ZONAS LITORÂNEAS</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Zonas-Litorâneas-do-Brasil-Atlântico-Sul.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2050" title="Zonas Litorâneas do Brasil - Atlântico Sul" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Zonas-Litorâneas-do-Brasil-Atlântico-Sul-580x509.jpg" alt="" width="580" height="509" /></a>A costa brasileira possui mais de 7 mil quilômetros de extensão em linha contínua e oferece vários tipos de paisagem &#8211; dunas, ilhas, praias, recifes, costões rochosos, baías, estuários, brejos e falésias. A região é povoada por uma enorme variedade de animais e vegetais. O litoral brasileiro pode ser dividido em quatro grandes zonas distintas, da região norte para a região sul:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Litoral amazônico</strong>, do rio Oiapoque ao delta do Parnaíba, trecho coberto por manguezais e matas de várzea.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Litoral nordestino</strong>, do delta do Parnaíba ao Recôncavo Baiano, que alterna dunas, falésias, restingas e manguezais. É o habitat de várias espécies de tartaruga e do peixe-boi-marinho, em risco de extinção.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Zona litorânea do Sudeste</strong>, do Recôncavo à divisa entre São Paulo e Paraná. Apesar de ser a região mais densamente povoada, é também a que preserva as maiores porções da mata Atlântica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Litoral sul</strong>, que abrange a costa de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, caracteriza-se por manguezais, costões e, a partir de Torres, por uma faixa contínua de praia.</p>
<p style="text-align: justify;">O mangue e a restinga são as formações de vegetação próprias das zonas litorâneas. O mangue é composto de arbustos e espécies arbóreas que ocorrem ao longo de todo o litoral do país. São predominantes as espécies vegetais de troncos finos e raízes aéreas e respiratórias (raízes-escora), adaptadas à salinidade e aos solos pouco oxigenados e lamacentos. Entre os tipos de manguezal, estão o mangue-seriba, o mangue vermelho e o mangue branco. Rico em matéria orgânica, o mangue exerce papel importante na reprodução e no abrigo de espécies da fauna marinha.<br />
A restinga é uma vegetação de terrenos salinos, formados por areia e pedras e cobertos por ervas, arbustos e árvores. Essa formação ocorre do litoral da Bahia ao do Rio de Janeiro e também no litoral do Rio Grande do Sul. Os destaques são a aroeira-de-praia e o cajueiro. A faixa interiorana é composta de arbustos e árvores, como a caxeta e o jerivá.</p>
<p style="text-align: right;"><em><span style="font-size: x-small;">Dados extraídos do Almanaque Abril 2011.</span></em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/biomas-do-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
<!-- Wp Fastest Cache: XML Content -->