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	<title>Diário do Verde &#187; Brasil</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Belo Monte e as coisas que ignoramos</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 00:40:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;E aquilo que nesse momento se revelará aos povos Surpreenderá a todos, não por ser exótico Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto Quando terá sido o óbvio&#8221; (Um Índio, Caetano Veloso) Na minha profissão ouço de tudo um pouco, muito sobre a mesma coisa e as vezes quase nada do que realmente [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: right;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/11/India.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5301" title="Índia" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/11/India.jpg" alt="Índia" width="580" height="521" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;E aquilo que nesse momento se revelará aos povos<br />
Surpreenderá a todos, não por ser exótico<br />
Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto<br />
Quando terá sido o óbvio</em>&#8221; (<strong>Um Índio</strong>, Caetano Veloso)</p>
<p style="text-align: justify;">Na minha profissão ouço de tudo um pouco, muito sobre a mesma coisa e as vezes quase nada do que realmente deveríamos falar. Muitos conceitos, definições pseudo-intelectuais e descobridores de pólvora. A encenação e o drama presentes em cada posicionamento e uma máscara para cada verbo.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui no Pará segue mornamente uma campanha para o plebliscito que poderá dividir o Estado, para dar origem a 02 (dois) novos Estados (Carajás e Tapajós), e ao que parece não ser de interesse nacional, como se fosse uma discussão doméstica. Mas caro leitor, em caso de divisão, não ignore que o fato afetará você onde quer que esteja neste Brasil. Assim como a construção de Belo Monte. O assasinato de líderes indígenas e de movimentos sociais. Grilagem de terras. Exploração ilegal de madeiras nobres. Um código florestal retrógrado.  Trabalho escravo no campo. Desvio de verbas públicas&#8230; Tenho tentado refletir um pouco sobre isto em meus artigos.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto há aqueles que se irritam e se empatam porque atores &#8220;globais&#8221; encabeçam um movimento &#8220;politicamente correto&#8221; em relação ao meio ambiente. Reações de desdém com traços coléricos. Chacotas humorísticas. Bravatas. O que me leva a crer estar superada a geração do &#8220;ser e ter&#8221;. Basta agora &#8220;parecer ter&#8221;. A evolução das mídias sociais fomentaram uma cultura que se basta nas aparências e replicação de coisas, ditas de maneira diferente (e gente, reciclagem é outra coisa!). É o mais do mesmo. O<em> status quo</em> hoje pode ser um <em>fake </em>e portanto efêmero, tanto quanto os BBB&#8217;s, CQC&#8217;s e Rafinhas Bastos da vida, que para continurem a <em><strong>a-parecer</strong></em> necessitam de declarações polêmicas (tanto quanto o famoso &#8220;mamilos polêmicos&#8221;), inconvenientes e preconceituosas.</p>
<p style="text-align: justify;">Prezo dar voz a todos e repudio qualquer forma de amordaçar o povo. Sem querer entrar no mérito das qualificações e competências artísticas dos &#8220;globais&#8221;, mas pelo menos estes dignificam-se em encapar a luta pelo bem estar social e do meio ambiente emprestando sua voz a pessoas comuns, indo a público sinalizar a indignação, a inquietação e a inconformidade com o que está aí posto.</p>
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		<title>Pode Ser a Gota D&#8217;Água</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 21:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;E qualquer desatenção, faça não Pode ser a gota d&#8217;água&#8221; (Chico Buarque) Esta semana um dos assuntos mais comentados pelas pessoas que sigo no meu Twitter (@menezes1974) foi o vídeo dos atores &#8220;globais&#8221; dando seus depoimentos a respeito de Belo Monte e divulgando o Movimento Gota D&#8217;Água. Dos mais elogiados aos mais reacionários e enfurecidos. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;E qualquer desatenção, faça não<br />
Pode ser a gota d&#8217;água&#8221; (Chico Buarque)</em></p>
<p style="text-align: justify;">Esta semana um dos assuntos mais comentados pelas pessoas que sigo no meu Twitter (@<a href="https://twitter.com/#!/menezes1974" target="_blank">menezes1974</a>) foi o vídeo dos atores &#8220;globais&#8221; dando seus depoimentos a respeito de Belo Monte e divulgando o Movimento Gota D&#8217;Água. Dos mais elogiados aos mais reacionários e enfurecidos. Não sabemos se suas reações são contra a ideia do vídeo, contra os opositores de Belo Monte, ou contra os atores &#8220;globais&#8221; que lhe representam a hipocrisia e ignorância em relação a Belo Monte e ao Xingu.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre esses comentários haviam muitos em relação a um senhor chamado Eduardo Guimarães e seu artigo &#8220;<a href="http://www.blogcidadania.com.br/2011/11/belo-monte-de-inuteis/" target="_blank">Belo Monte de Inúteis</a>&#8220;, que lança sobre os tais atores &#8220;globais&#8221; a sua peçonha. Argumenta a necessidade de se considerar as matrizes enrgéticas disponíveis no Brasil e segundo sua ótica a inviabilidade (econômica) de fontes limpas e ambientalmente sustentáveis, e ainda mais, considerando-as &#8220;um delírio&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O que o senhor Eduardo Guimaães em seu discurso de impropérios lançou o seguinte absurdo: &#8220;O que revolta mesmo, porém, é usarem “os índios”. <strong>Será que um país deste tamanho não tem condições de oferecer outro local para as populações daquela região</strong>?&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Atirou nos &#8220;globais&#8221; e acertou na população ribeirinha e indígena da região do Xingu, provando o velho preconceito em relção ao Norte, ao caboclo, ao índio&#8230; Como se fossem meros objetos decorativos e de menor valor, coloca-nos em um canto qualquer e de preferrência que não atrapalhe nem incomodem os senhores do progresso.</p>
<p style="text-align: justify;">Já ouviram falar de Justo Veríssimo, o emblemático personagem de Chico Anysio? O senhor Eduardo Guimarães fez como este: &#8220;<strong>Eu quero mais é que pobre se exploda!</strong>&#8221; Caberia substituir pobre por índios, ou caboclos, ou ribeirinhos, ou negros, ou homossexuais&#8230;</p>
<div id="attachment_5223" style="width: 586px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/11/Justo-Verissimo.png"><img class="size-full wp-image-5223" title="Justo Veríssimo" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/11/Justo-Verissimo.png" alt="Justo Veríssimo" width="576" height="448" /></a><p class="wp-caption-text">Justo Veríssimo</p></div>
<p>Participem do <a style="text-align: justify;" href="http://movimentogotadagua.com.br/" target="_blank">Movimento Gota D&#8217;Água</a><span style="text-align: justify;">, leiam o post de nosso colega </span><a style="text-align: justify;" href="http://www.diariodoverde.com/movimento-gota-dagua/">Vitor Casadei</a><span style="text-align: justify;"> e saibam mais.</span></p>
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		<title>Verde que te quero ver-te</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Oct 2011 17:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Abacateiro acataremos teu ato Nós também somos do mato como o pato e o leão.&#8221; (Refazenda, Gilberto Gil) Escrevo em geral sobre coisas que vejo e as quero dividir com todos. Ah, se meus olhos fossem um câmera filmadora! Pensando no que escrever para o artigo semanal da minha coluna no Diário do Verde, atento [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Abacateiro.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4821" title="Abacateiro" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Abacateiro-580x793.jpg" alt="Abacateiro" width="580" height="793" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;<em>Abacateiro acataremos teu ato</em><br />
<em>Nós também somos do mato como o pato e o leão.</em>&#8221; (<a href="http://letras.terra.com.br/gilberto-gil/16131/"><strong>Refazenda</strong>, Gilberto Gil</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">Escrevo em geral sobre coisas que vejo e as quero dividir com todos. Ah, se meus olhos fossem um câmera filmadora! Pensando no que escrever para o artigo semanal da minha coluna no<strong> <a href="http://www.diariodoverde.com/">Diário do Verde</a></strong>, atento (ouvindo) o que meu pai falava de lá da sala. Ele recupera-se de uma cirurgia e tem necessitado de ajuda para diversas tarefas cotidianas. Então, ouvidos sempre atentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele tem sua cadeira de balanço postada próximo a janela com vista para a rua, onde lê seu jornal, seus livros, vê seus filmes. Hoje quando sentou-se nela deve ter olhado longamente para a paisagem na janela: a rua, as casas, o cachorro latindo, um carro passando. As plantas da mamãe no pátio, o carro na garagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Um breve silêncio em casa é interrompido com a observação dele: &#8220;Tem um abacate enorme no abacateiro da casa da dona Linda.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Será que as pessoas hoje em dia ainda observam coisas como essa no dia-a-dia? Assim, estão andando (pois poucos passeiam) pelas ruas da cidade e olham para flores no alto da mangueira, o calango no tronco das árvores, o <strong><a href="http://www.globoamazonia.com/Amazonia/foto/0,,36709387-EX,00.jpg" target="_blank">suí</a> </strong>bicando o mamão daquele mamoeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora, saibamos que a maiorias das cidades, como Belém-PA, tenham perdido grande parte de suas áreas verdes, ainda é possível ver avenidas bastantes arborizadas, com longos corredores verdes na cidade e grandes áreas de preservação ambiental. Mas perdeu-se nas gerações atuais esse hábito de observar a natureza. As casas já não tem mais o quintal. É só arranha-céus. Concreto, aço e vidro.</p>
<p style="text-align: justify;">E nesta imagem do &#8220;olhar pela janela&#8221;, lembrei-me de um conto sobre dois velhinhos no quarto do asilo prostrados em suas camas. Apenas um tinha a visão do que se passava lá fora através da janela. Este descrevia tudo que se passava na rua para o colega de quarto que se remoía de inveja e rancor por não desfrutar daqueles momentos prosaicos e prazerosos. Descrevia: um casal namorando, um carro passando, senhoras vindo da feira, passarinhos brigando nas copas das árvores. Mas este velhinho veio a falecer. Ávido, o colega logo apropria-se daquele cantinho há tempos desejado. Sobe na cama e debruça-se sobre o parapeito da janela, para enfim, desfrutar daquelas doces cenas tão sonhadas no antigo leito. Olha. Além da janela está um pequeno quintal, restos de lixo num canto e um imenso muro de tijolos que se interpõe a rua. Nada mais.</p>
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		<title>Uma visão geral do sistema de fabricação</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 08:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O processamento de alimentos requer energia e uso da água para limpeza, seleção, cozimento, refrigeração, acondicionamento e descarte de resíduos. Este setor representa em torno de 16% de energia utilizada no sistema alimentar (PIMENTEL, 2008). O uso casa vez maior de alimentos processados é impulsionado por mudanças demográficas, estilo de vida e mudanças relacionadas aos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4366" href="http://www.diariodoverde.com/uma-visao-geral-do-sistema-de-fabricacao/aproveitamento-de-alimentos/"><img class="aligncenter size-full wp-image-4366" title="Aproveitamento de Alimentos" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/aproveitamento-de-alimentos.jpg" alt="Aproveitamento de Alimentos" width="512" height="271" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O processamento de alimentos requer energia e uso da água para limpeza, seleção, cozimento, refrigeração, acondicionamento e descarte de resíduos. Este setor representa em torno de 16% de energia utilizada no sistema alimentar (PIMENTEL, 2008). O uso casa vez maior de alimentos processados é impulsionado por mudanças demográficas, estilo de vida e mudanças relacionadas aos padrões de consumo das famílias. As pessoas trabalham mais horas e têm menos tempo para preparar suas refeições. É estimado que somente as embalagens representem 7% do consumo de energia no sistema alimentar e constituem a maior parte dos resíduos sólidos urbanos, cerca de 31% (PIMENTEL, 2008).</p>
<p style="text-align: justify;">O processamento de alimentos pode ocorrer na área de cultivo para operações mais simples, mas normalmente os alimentos passam por um ou vários estágios de processamento industriais localizadas, muitas vezes, em locais distantes aos de origem. O processamento inclui desde a lavagem e acondicionamento de produtos hortícolas; congelamento de conservas, alimentos e desidratação; abate de gado, e outros tipos de processamento mais complexo. Também inclui a produção de embalagens utilizadas para acondicionamento e armazenamento dos produtos. O processamento pode responder entre 10-20% do impacto de um produto alimentar do ciclo de vida do GEE, especialmente para as refeições pré-embalados ou outros alimentos processadas. A maior parte desse impacto vem da necessidade térmica e elétrica dos equipamentos de processamento (EDWARDS, 2009).</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação às embalagens, plástico e alumínio são as embalagens que utilizam maior quantidade de energia na produção, comparadas ao papel e vidros (EDWARDS, 2009). O alumínio é um dos metais mais caros e poluentes para produzir, por outro lado, o alumínio é um dos materiais mais recicláveis (MAKOWER, 1991).</p>
<p style="text-align: justify;">Como o alumínio, o vidro é 100% reciclável e representa cerca de 10% do lixo doméstico, além de ser um dos materiais mais fáceis para reciclar e pode ser feito com menos energia e recurso do que o necessário, o vidro pode ser reutilizado um número infinito de vezes. Em relação ao papel, a produção de uma tonelada a partir de resíduos de papel descartado requer 64% menos energia, a necessidade de água e 58% menos água. Poupando ainda 17 árvores, reduz resíduos sólidos para os aterros, e gera cinco vezes mais emprego em comparação à produção de uma tonelada de papel de madeira virgem (MAKOWER, 1991).</p>
<p style="text-align: justify;">A reciclagem dos plásticos é viável do ponto de vista econômico e da preservação do meio ambiente, os plásticos mais utilizados no mundo são o PVC, o polietileno e o PET. A reciclagem pode ser empregada desde que se faça uma coleta seletiva do lixo, separando e identificando os diferentes materiais plásticos descartados.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os materiais de embalagens impactam o meio ambiente. O impacto ambiental de fabricação, uso e descarte de embalagens incluem formação de gases de efeito estufa (e.g. CO<sub>2</sub>), liberação de toxinas (e.g. monômero de cloreto de vinil) e  cicatrizes no cenário (e.g. poços de mineração) (RAGSDALE, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do impacto das embalagens, elas tem sua importância e função: protege os alimentos durante o transporte, conserva e evita deterioração, permite uma distribuição mais eficiente, reduzindo o desperdício de alimentos para o consumidor (RAGSDALE, 2005). Para minimizar o impacto das embalagens é necessário, que elas sejam reutilizáveis, biodegradáveis ou recicláveis e que haja utilização eficiente de práticas de energia em instalações de processamento (EDWARDS, 2009).</p>
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		<title>Sistema de Produção de Alimentos</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 08:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um sistema de produção de alimentos é composto por todas as organizações, setores sociais e atividades relacionadas com à disponibilidade do alimento, desde a produção agrícola, distribuição, comércio e consumo. Quando todas as etapas colaboram para a preservação ambiental, este sistema é considerado sustentável. A sustentabilidade do sistema alimentar é essencial para garantir o provimento [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/alimentos.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4290" title="Alimentos" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/alimentos-580x370.jpg" alt="Alimentos" width="580" height="370" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Um <strong>sistema de produção de alimentos</strong> é composto por todas as organizações, setores sociais e atividades relacionadas com à disponibilidade do alimento, desde a produção agrícola, distribuição, comércio e consumo. Quando todas as etapas colaboram para a preservação ambiental, este sistema é considerado sustentável. A sustentabilidade do sistema alimentar é essencial para garantir o provimento presente e futuro de alimentos que protejam tanto a saúde humana quanto a do planeta (PREUSS, 2010).</p>
<p style="text-align: justify;">Sistema alimentar é um processo que objetiva criar um elo maior entre produtores (agricultores) e os consumidores de alimentos. Este sistema consiste de vários componentes, incluindo produção, processamento, distribuição, consumo e desperdício. Um sistema alimentar pode ser caracterizado como sendo local, regional, nacional ou global.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada etapa do ciclo de vida de um produto traz consequências ao meio ambiente, essas consequências dependem de fatores como: o tipo de alimento (origem animal ou vegetal, processado, da época, origem geográfica), e as técnicas utilizadas (consumo de energia, uso da terra, água, toxicidade dos pesticidas, meio de transporte, distância percorrida e o empacotamento). Estas etapas englobam ainda, o transporte do alimento ao estabelecimento a ser consumido (domicílios, restaurantes, empresas), acondicionamento (uso de energia), preparação (uso de energia através do cozimento ou descongelamento), e restos e sobras (PREUSS, 2009).</p>
<p style="text-align: justify;">A sustentabilidade do sistema alimentar requer que a satisfação das necessidades alimentares dos indivíduos no curto e longo prazo não ocorra com o sacrifício dos recursos naturais renováveis e não renováveis. É fundamental que sejam garantidas as condições para termos disponibilidade de alimentos no longo prazo (MALUF, 1996).</p>
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		<title>A tal da sustentabilidade&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 08:00:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O planeta está chegando num ponto cada vez mais crítico, observando-se que não pode ser mantida a lógica prevalecente de aumento constante do consumo. Já se verificam os seus impactos no plano ecológico global. Nos últimos anos, houve alguns avanços na forma de pensar e agir. O grande desafio é de influenciar e modificar o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/maca.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-3991" title="Maçã" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/maca-580x532.jpg" alt="Maçã" width="580" height="532" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O planeta está chegando num ponto cada vez mais crítico, observando-se que não pode ser mantida a lógica prevalecente de aumento constante do consumo. Já se verificam os seus impactos no plano ecológico global. Nos últimos anos, houve alguns avanços na forma de pensar e agir. O grande desafio é de influenciar e modificar o pensamento das pessoas em relação ao consumo (JACOBI, 2006).</p>
<p style="text-align: justify;">Para que o consumo se dê de forma consciente, é preciso que o consumidor tenha informações a respeito do impacto ambiental e social de seus comportamentos de consumo, entre eles os impactos resultantes da cadeia produtiva dos produtos que consome. Entretanto, tomar decisões de compra conhecendo os impactos da cadeia produtiva ainda é uma dificuldade para o consumidor. Um dos maiores desafios da comunicação para a sustentabilidade é oferecer ao consumidor informações claras e simples sobre os impactos ambientais e sociais dos produtos (MATTAR, 2009).</p>
<p style="text-align: justify;">O consumo sustentável representa um salto qualitativo de realização complexa, pois agrega um conjunto de características que articulam temas como: equidade, ética, defesa do meio ambiente e cidadania, enfatizando a importância de práticas coletivas como norteadoras de um processo que, embora englobe os consumidores individuais, prioriza as ações na sua dimensão política (JACOBI, 2006).</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos grandes desafios é a mudança na visão das políticas públicas; no qual possibilitará desenvolver conceitos e estratégias de desenvolvimento que promovam efetiva redução de práticas pautadas pelo desperdício, pela superação de padrões, quanto à capacidade de suporte do planeta, e da habilidade que a sociedade tem de buscar um equilíbrio entre o que se considera ecologicamente necessário, socialmente desejável e politicamente atingível ou possível (JACOBI, 2006).</p>
<p style="text-align: justify;">Consoante com o citado anteriormente, as políticas públicas também apresentam como desafio promover a sustentabilidade alimentar por meio do gerenciamento ecológico dos recursos produtivos na busca pela garantia do direito humano à alimentação adequada (POUBEL, 2006).</p>
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		<title>Aproveite melhor os alimentos!</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Aug 2011 08:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje, gostaria de compartilhar um site chamado Love Food, Hate Waste (em inglês: &#8220;Ame a Comida, Odeie o Desperdício&#8221;). Ele indica as quantidades necessárias de alimentos por pessoa e dá dicas de como reutilizar determinados tipos de alimentos. Caso você deseje fazer uma refeição para um número maior de pessoas e calcular a porção &#8211; tanto de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/desperdicio.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-3765" title="Alerta - Desperdício" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/desperdicio-580x483.jpg" alt="Alerta - Desperdício" width="580" height="483" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, gostaria de compartilhar um site chamado <em>Love Food, Hate Waste</em> (em inglês: &#8220;Ame a Comida, Odeie o Desperdício&#8221;). Ele indica as quantidades necessárias de alimentos por pessoa e dá dicas de como reutilizar determinados tipos de alimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso você deseje fazer uma refeição para um número maior de pessoas e calcular a porção &#8211; tanto de adulto como de crianças, também é possível de fazer no site. Lá encontrará dicas para economizar tempo e dinheiro e ainda evitar o desperdício.</p>
<p style="text-align: justify;">Receitas diversificadas e instruções de como planejar suas refeições estão à disposição no site. O mesmo é bem divertido e fácil de navegar. Um ótimo referencial para quem quer aprender um pouco mais sobre alimentação e sustentabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que vocês aproveitem a dica do site!!!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Link:</strong> <a href="http://www.lovefoodhatewaste.com/" target="_blank">http://www.lovefoodhatewaste.com/</a></p>
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		<title>Informe-se! Participe!</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 08:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A fim de compartilhar alguns eventos sobre sustentabilidade gratuitos, decidi divulgar alguns eventos para aqueles que tem interesse em participar. Afinal, para conseguir concretizar alguma ação, é preciso se informar antes! O primeiro deles é do Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE/FGV) e Conselho Latino-Americano de Escolas de Administração (CLADEA), que vão realizar em [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/tripe-sustentabilidade.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-3701" title="Tripé - Sustentabilidade" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/tripe-sustentabilidade-580x574.jpg" alt="Tripé - Sustentabilidade" width="580" height="574" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A fim de compartilhar alguns eventos sobre sustentabilidade gratuitos, decidi divulgar alguns eventos para aqueles que tem interesse em  participar. Afinal, para conseguir concretizar alguma ação, é preciso se informar antes!</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro deles é do Instituto Superior de Administração e Economia (<a href="http://www.isaebrasil.com.br/" target="_blank">ISAE/FGV</a>) e Conselho Latino-Americano de Escolas de Administração (<a href="http://www.cladea.org/" target="_blank">CLADEA</a>), que vão realizar em Curitiba, nos dias 13 e 14 de setembro, o <strong>Encontro Internacional de Educação e Sustentabilidade</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O evento reunirá instituições de ensino de diversos países para trocar experiências e boas práticas sobre seus esforços na formação de profissionais e pessoas engajadas com a sustentabilidade do planeta, capazes de liderar as transformações necessárias tanto na economia quanto na sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">O Encontro é realizado em parceria com os <a href="http://www.unprme.org/" target="_blank">Princípios Para Educação Empresarial Responsável da ONU</a> (PRME), que desde 2007 norteiam a gestão de Escolas de Negócio que buscam oferecer uma educação executiva engajada com os valores da sustentabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Com vistas a Conferência Rio+20, o Encontro Nacional de Educação e Sustentabilidade é uma oportunidade de conhecer quais são as principais tendências na educação executiva atual e suas interfaces com questões ligadas à sustentabilidade, como economias de baixo carbono, novos padrões e dilemas éticos, reputação empresarial e a definição de indicadores para medir a performance na área.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mais informações e inscrições, entre em contato pelo email: <a href="mailto:eventos@isaebrasil.com.br" target="_blank">eventos@isaebrasil.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify;">O segundo evento que é o <strong>BAWB-Global Forum</strong> que visa elaborar ações inovadoras em prol de uma Sociedade Sustentável na América Latina.</p>
<p style="text-align: justify;">Por meio do pensamento cooperativo e ações compartilhadas entre os diferentes setores sociais, o BAWB-GFAL tem como principais objetivos:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>-&gt;</strong> Contribuir para o fortalecimento das relações entre o mundo empresarial e acadêmico, de modo a torná-los parceiros permanentes na produção, utilização e divulgação do conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>-&gt;</strong> Compartilhar conhecimentos empresariais e os mais recentes estudos científicos sobre o desenvolvimento sustentável e inovação, bem como as decorrentes exigências de educação frente às mudanças e ao desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>-&gt;</em> Identificar as boas práticas empresariais, gerando propostas para a inovação e mudanças na educação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A III Conferência do BAWB-GFAL será pautada pela proposta de emissão de carbono zero.</strong> Assim, o BAWB-GFAL 2011 se realizará de forma virtual, por videoconferência e via web, e terá como propósito dar continuidade à interação e ao diálogo sobre aspectos relevantes de gestão para o mundo empresarial, acadêmico e para a sociedade como um todo.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Saiba mais:</em> <a href="http://gfal2011.isat.com.br/" target="_blank">http://gfal2011.isat.com.br/</a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Fontes:</em> <a href="http://www.isaebrasil.com.br/evento/" target="_blank">http://www.isaebrasil.com.br/evento/</a> | <a href="http://gfal2011.isat.com.br/" target="_blank">http://gfal2011.isat.com.br/</a></p>
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		<title>Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) &amp; Sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 08:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A garantia e promoção da Segurança Alimentar e Nutricional (SAN), compreendida como o direito a uma alimentação de qualidade, em quantidade suficiente de modo permanente e para todos (CONSEA, 2004) ainda representa um desafio para a sociedade e uma meta a ser alcançada, assim como a construção de uma vida sustentável no planeta. Um sistema [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/food-security.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-3595" title="Food Security" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/food-security-580x350.jpg" alt="Food Security" width="580" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A garantia e promoção da Segurança Alimentar e Nutricional (SAN), compreendida como o direito a uma alimentação de qualidade, em quantidade suficiente de modo permanente e para todos (CONSEA, 2004) ainda representa um desafio para a sociedade e uma meta a ser alcançada, assim como a construção de uma vida sustentável no planeta.</p>
<p style="text-align: justify;">Um sistema de produção é composto por todas as instituições, setores sociais e atividades relacionadas com o fornecimento do alimento, desde a produção agrícola, distribuição, comércio e consumo. Quando todas as etapas respondem ecologicamente, ou seja, quando todas as etapas colaboram para a preservação ambiental, este sistema é considerado sustentável. A sustentabilidade do sistema alimentar é essencial a fim de garantir o provimento futuro de alimentos que protejam tanto a saúde humana quanto a do planeta (PREUSS, 2009).</p>
<p style="text-align: justify;">Cada etapa do ciclo de vida do produto traz conseqüências ao meio ambiente, essas conseqüências dependem de fatores como: o tipo de alimento (origem animal ou vegetal, processado, da época), e as técnicas utilizadas (consumo de energia, uso da terra, água, toxicidade dos pesticidas, meio de transporte, distância percorrida e o empacotamento). Estas etapas têm continuidade até o consumo: transporte do alimento até o estabelecimento a ser consumido (lar, restaurantes, empresas), acondicionamento (uso de energia), preparação (uso de energia através do cozimento ou descongelamento), e lixo (PREUSS, 2009).</p>
<p style="text-align: justify;">Diversos aspectos impactam o meio ambiente, como dito por Wendell Berry, fazendeiro e economista americano, “Comer é um ato agrícola”. É também um ato ecológico, além de um ato político.</p>
<p style="text-align: justify;">CONSEA – Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. <strong>Princípios e</strong> <strong>Diretrizes de uma Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. </strong><strong>Brasília</strong>: CONSEA,  Brasília, 2004</p>
<p style="text-align: justify;">PREUSS, K. <strong>Integrando Nutrição e Desenvolvimento Sustentável: Atribuições e ações do nutricionista, </strong>setembro, 2009.<strong> </strong>Disponível em <a href="http://artigos.netsaber.com.br/resumo_artigo_19289/artigo_sobre_integrando_nutricao_e_desenvolvimento_sustentavel:_atribuicoes_e_acoes_do_nutricionista" target="_blank">NetSaber</a>.</p>
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		<title>Restaurantes Populares e Sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Aug 2011 08:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Restaurantes Populares são Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN´s) que se caracterizam pela produção e comercialização de refeições saudáveis, nutricionalmente balanceadas, originadas de processos  seguros,  constituídas  preferencialmente  com  produtos  regionais,  a  preços  acessíveis, servidas em locais apropriados e confortáveis, de forma a garantir a dignidade ao ato de se alimentar. São  destinados  a  oferecer  à  [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-3515" href="http://www.diariodoverde.com/restaurantes-populares-e-sustentabilidade/restaurantes_populares-2/"></a><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/restaurantes_populares1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-3515" title="Programa &quot;Restaurantes Populares&quot;" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/08/restaurantes_populares1-580x509.jpg" alt="Programa &quot;Restaurantes Populares&quot;" width="580" height="509" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Restaurantes Populares são Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN´s) que se caracterizam pela produção e comercialização de refeições saudáveis, nutricionalmente balanceadas, originadas de processos  seguros,  constituídas  preferencialmente  com  produtos  regionais,  a  preços  acessíveis, servidas em locais apropriados e confortáveis, de forma a garantir a dignidade ao ato de se alimentar. São  destinados  a  oferecer  à  população  que  se  alimenta  fora  de  casa,  prioritariamente  aos  extratos sociais mais vulneráveis, refeições variadas, mantendo o equilíbrio entre os nutrientes em uma mesma refeição, possibilitando ao máximo o aproveitamento pelo organismo e reduzindo os riscos de agravos à saúde ocasionados pela alimentação inadequada.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, o quesito sustentabilidade ainda é tratado de maneira discreta em todos os tipos de projetos, inclusive de restaurantes. Os restaurantes sustentáveis é uma das possibilidades de se construir obras ecológicas. No entanto, para o funcionamento realmente sustentável é importante que não apenas a obra e construção ocorra de forma adequada, mas que as práticas de funcionamento também estejam aliadas com a sustentabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O Ministério de Desenvolvimento e Combate à Fome lançou no ano passado um edital para construção de Restaurantes Populares Sustentáveis (edital MDS/SESAN n° 09/2010), garantindo não apenas refeições equilibradas e acessíveis às populações em situação de vulnerabilidade social, mas também incentivando a adoção de estratégias de sustentabilidade ambiental e social a serem adotadas no projeto, devendo ser contempladas, minimamente, as seguintes ações:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Melhorias no processo de construção do Restaurante Popular (reciclagem de entulhos, uso de materiais de  construção  e/ou  equipamentos  com  certificação  ambiental,  otimização  de  processos  para  reduzir desperdício de materiais, instalação de descargas ecológicas, entre outros).</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Estratégias  de  arquitetura  bioclimática  (projetos  que  levem  em  consideração  o  microclima  local, buscando confortos térmico, acústico e luminoso).</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Aproveitamento de água de chuvas e reuso de águas cinzas, que são aquelas provenientes de chuveiros, pias, lavatório de banheiro e máquina de lavar roupas (segundo NBR nº 13969/97 – ABNT).</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Estratégias de paisagismo produtivo e utilização de espécies nativas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Aproveitamento de óleos e gorduras de cozinha.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Uso de fontes alternativas de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Técnicas de manejo de lixo – reciclagem e compostagem de matéria orgânica.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Estratégias para busca de certificações ambientais – ISO 14000.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Estratégias  para  abastecimento  do  Restaurante  Popular  com  gêneros  alimentícios  orgânicos  ou agroecológicos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os municípios classificados neste edital foram:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">SC – Chapecó</p>
<p style="text-align: justify;">PA – Cametá</p>
<p style="text-align: justify;">SC – Itajaí</p>
<p style="text-align: justify;">MG – Uberaba</p>
<p style="text-align: justify;">PE – Jaboatão dos Guararapes</p>
<p style="text-align: justify;">Agora é aguardar para vê-los construídos e em funcionamento!</p>
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