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	<title>Diário do Verde &#187; Biodiversidade</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Dia da Mata Atlântica</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2015 12:43:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fauna]]></category>
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		<category><![CDATA[preservação]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia de hoje, 27 de maio, comemoramos o Dia da Mata Atlântica. Quando pensamos em Mata Atlântica, o que vem à cabeça? Que tipo de paisagem imaginamos? Será que nossas ideias sobre a Mata Atlântica correspondem à realidade? Parece que basicamente a Mata Atlântica é associada à presença de grandes árvores em uma mata escura e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 12pt">No dia de hoje, 27 de maio, comemoramos o Dia da Mata Atlântica.</span></p>
<p>Quando pensamos em Mata Atlântica, o que vem à cabeça? Que tipo de paisagem imaginamos? Será que nossas ideias sobre a Mata Atlântica correspondem à realidade?</p>
<p>Parece que basicamente a Mata Atlântica é associada à presença de grandes árvores em uma mata escura e fechada, o que não está errado e faz todo o sentido. De fato, essas características realmente representam esse importante bioma em sua paisagem natural. Mas o que mais ela representa pra nós? Será que ela está assim tão &#8220;distante&#8221; de nós?</p>
<p>Podemos dizer que o bioma Mata Atlântica é mais do que essa descrição inicial e, além disso, representa pra nós uma importância também mais abrangente. Na verdade trata-se de uma floresta que abrange 17 estados brasileiros e, nas regiões sudeste e sul, chegam até mesmo a atingir a Argentina e o Paraguai.</p>
<p>A Mata Atlântica é tão abrangente e diversificada assim porque corresponde a um conjunto de formações florestais: são florestas dos tipos Ombrófila Densa, Ombrófila Mista, Estacional Semidecidual, Estacional Decidual e Ombrófila Aberta. Se fizermos uma breve pesquisa sobre cada tipo de floresta, podemos conhecer as diferenças.</p>
<p>E realmente não se trata de um lugar &#8220;apenas&#8221; de mata fechada como imaginamos, com grandes árvores e que importa apenas para as plantas e animais que neste ambiente vivem. Ela é um tipo de floresta que, além de contar com uma biodiversidade extremamente rica de flora e fauna, estão presentes também outros importantes elementos naturais e que são importantes para todos nós. Aliás, é na Mata Atlântica que se encontra, por exemplo, um dos maiores aquíferos do mundo: o Aquífero Guarani.</p>
<p>Esse conjunto de elementos naturais dão toda a beleza para o tipo de bioma do qual estamos falando e, já que citamos a presença da água, vale lembrar também a importância que existe neste sentido. Embora nos dias de hoje estejam preservadas apenas cerca de 7% da cobertura vegetal, além das águas subterrâneas a Mata Atlântica guarda importante umidade para regulação do clima no próprio local e também em ambientes mais distantes, contribuindo com a formação de nuvens e consequente presença de chuvas em diversos locais.</p>
<p>Nesta época em que vivemos e que já sabemos sobre a importância da preservação da natureza como um todo, importa-nos preservar cada vez mais considerando também os detalhes de cada tipo de bioma, incluindo este que traz uma enorme biodiversidade de plantas e animais.</p>
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		<title>Lontra é identificada em novas áreas do Nordeste, incluindo regiões de Caatinga</title>
		<link>http://diariodoverde.com/lontra-e-identificada-em-novas-areas-do-nordeste-incluindo-regioes-de-caatinga/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Feb 2015 23:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação e Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[A lontra, animal pouco conhecido no nordeste brasileiro, foi registrada nos estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Piauí, incluindo áreas de Caatinga. Embora estudos recentes já tenham relatado a ocorrência da espécie em algumas localidades do Nordeste, a lontra ainda é muito pouco estudada na região, o que interfere nas estratégias voltadas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A lontra, animal pouco conhecido no nordeste brasileiro, foi registrada nos estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Piauí, incluindo áreas de Caatinga. Embora estudos recentes já tenham relatado a ocorrência da espécie em algumas localidades do Nordeste, a lontra ainda é muito pouco estudada na região, o que interfere nas estratégias voltadas a sua conservação. Atualmente a espécie não possui classificação quanto ao seu risco de extinção, sendo enquadrada na categoria Dados Deficientes, que é dada a espécies pouco conhecidas, das quais não se possui dados suficientes sobre o tamanho da população e áreas de ocorrência.</p>
<p style="text-align: justify;">Os novos registros da espécie tornaram-se possíveis graças ao projeto de doutorado realizado pela pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Patrícia Rosas Ribeiro, que conta com os apoios do Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN), da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, do Mohamed Bin Zayed Species Conservation Fund e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).</p>
<p style="text-align: justify;">A lontra é um predador de topo, que se alimenta pincipalmente de peixes, mas também pode comer crustáceos e moluscos. A sua extinção pode ocasionar um desequilíbrio entre as espécies e o ambiente ligados a ela. Sendo um mamífero semiaquático, ou seja, que depende tanto dos rios, onde consegue seu alimento, quanto do ambiente terrestre, onde constrói as suas tocas, dorme, descansa e cuida dos filhotes, a sua existência é vulnerável aos impactos negativos tanto na qualidade da água, como nas margens dos rios e, consequentemente, as ações de conservação voltadas a esta espécie refletem na conservação dos rios e matas ciliares.</p>
<p style="text-align: justify;">A espécie possui comportamento solitário e discreto, sendo difícil de visualizar em ambiente natural. Por essa razão a sua ocorrência é confirmada principalmente por meio da identificação de vestígios, como pegadas, tocas e fezes, e entrevistas com pessoas das localidades estudadas. O projeto em questão iniciou a sua fase de campo no segundo semestre de 2013 e seguirá até julho de 2015. As buscas à lontra estão sendo realizadas nos cursos baixo, médio e alto de 15 bacias hidrográficas ao Norte do Rio São Francisco, entre os estados do Piauí e Alagoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Patrícia Rosas Ribeiro, os dados obtidos com a pesquisa servirão à gestores públicos e órgãos de meio ambiente. “As informações geradas serão essenciais para o planejamento de futuras estratégias de conservação. Até o momento os resultados preliminares da pesquisa foram apresentados durante o XII Congresso Internacional de Especialistas em Lontras, no final do ano de 2014, no qual foi realizada uma primeira atualização do mapa de distribuição da espécie, incluindo algumas áreas do nordeste”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa não se limita apenas a identificar as áreas de ocorrência de lontra na região nordeste do Brasil, mas também procura entender como ela está distribuída, até onde vai a sua distribuição, quais as características das bacias hidrográficas onde elas ocorrem, quais os rios onde a lontra existia mas atualmente está extinta e quais as suas principais ameaças na região, aumentando o conhecimento ecológico sobre a lontra em dois biomas altamente impactados (Caatinga e Mata Atlântica).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mais informações sobre a pesquisa podem ser adquiridas com os seguintes contatos:</strong> Adriana Amâncio &#8211; (81) 9805-5441 e Patrícia Farias (84) 9843-9303.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-size: x-small;"><em><strong>*Agradecimento especial:</strong> Adriana Amâncio, pelo envio do release ao Diário do Verde.</em></span></p>
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		<title>Mico-Leão-Preto torna-se patrimônio ambiental do Estado de São Paulo</title>
		<link>http://diariodoverde.com/mico-leao-preto-torna-se-patrimonio-ambiental-do-estado-de-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Jun 2014 15:54:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação e Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fauna]]></category>
		<category><![CDATA[IPÊ]]></category>

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		<description><![CDATA[Em evento realizado na noite do dia 5 de junho (Dia Mundial do Meio Ambiente) o Governo do Estado de São Paulo decretou o Mico-Leão-Preto como patrimônio ambiental paulistano. Na ocasião, foi também lançada a Comissão Permanente de Proteção dos Primatas Nativos do Estado de São Paulo (Comissão Pró-Primatas Paulistas), que tem por objetivo promover [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em evento realizado na noite do dia 5 de junho (Dia Mundial do Meio Ambiente) o Governo do Estado de São Paulo decretou o Mico-Leão-Preto como patrimônio ambiental paulistano. Na ocasião, foi também lançada a Comissão Permanente de Proteção dos Primatas Nativos do Estado de São Paulo (Comissão Pró-Primatas Paulistas), que tem por objetivo promover o respeito às espécies, conhecimento científico, conservação e recuperação de primatas em seu estado e hábitat, além da educação ambiental para proteção dessas espécies.</p>
<p style="text-align: justify;">O <a href="http://www.ipe.org.br/ipe" target="_blank">IPÊ &#8211; Instituto de Pesquisas Ecológicas</a> é membro desta comissão e uma das organizações atuantes no Estado de São Paulo pela proteção do mico-leão-preto. Este ano, o Instituto celebra 30 anos de ações para proteção da espécie na Mata Atlântica, por meio de estudos científicos, educação ambiental, restauração de paisagens e apoio na formulação de políticas públicas em prol do mico. Ao longo dos anos, o trabalho de conservação do IPÊ, profissionais e instituições de meio ambiental, com apoio dos órgãos governamentais, já obteve resultados expressivos: mudança da categoria do mico-leão-preto de “criticamente ameaçado” para “ameaçado” (de acordo com a Lista Vermelha da UICN), estabelecendo um futuro mais otimista para este pequeno primata; criação da Estação Ecológica Mico-Leão-Preto, de extrema importância para a Mata Atlântica e para a espécie; definição dos limites para a criação do Mapa dos Sonhos do Pontal do Paranapanema, que indica áreas prioritárias para restauração ambiental na região, entre outras tomadas de decisão importantes à sobrevivência da espécie.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
Sobre o programa de conservação do Mico-Leão-Preto</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há 30 anos, o primatólogo Claudio Padua começaria uma das histórias marcantes da conservação da biodiversidade brasileira, ao iniciar as pesquisas de campo com o mico-leão-preto, espécie que só existe no Estado de São Paulo e que até os anos 1970 era considerada extinta na natureza. Após deixar de lado a carreira de administrador para se dedicar à proteção ambiental, Padua logo se envolveu com a equipe de pesquisa do professor Adelmar Coimbra-Filho, no Centro de Primatologia do Rio de Janeiro, que o levou a estudar o mico paulista no Pontal do Paranapanema, oeste de São Paulo, uma importante área de Mata Atlântica de interior.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudos sobre comportamento da espécie ou quantidade de grupos existentes nas florestas remanescentes, localizadas no entorno da cidade de Teodoro Sampaio (SP), acabaram não se mostrando eficientes sozinhos para a proteção dos micos. A maior ameaça à espécie estava na perda de seu hábitat, afinal, a região de pesquisas tem um grave histórico de devastação e fragmentação de suas florestas. Diante da necessidade de envolver a comunidade local e mobilizá-la pela proteção florestal é que Suzana Padua, esposa do pesquisador, passou a realizar atividades de educação ambiental, contando com a participação dos moradores da cidade. Nascia assim o princípio de uma estratégia de conservação de espécies e o início de um dos mais longos programas de conservação do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">As pesquisas com o mico ajudaram também a dar os primeiros passos para a criação de uma das maiores organizações socioambientais do Brasil, o IPÊ &#8211; Instituto de Pesquisas Ecológicas. Atraídos pelas pesquisas de campo e pelo trabalho comunitário, estagiários de várias partes do Estado acabaram unindo-se ao casal Padua e formando o corpo de profissionais fundadores do Instituto, criado oficialmente em 1992. A partir da experiência com o Programa de Conservação do Mico-Leão-Preto, outros projetos acabaram surgindo no Instituto e sendo realizados em diversas partes do País, ampliando o alcance do IPÊ.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Agradecimento especial:</strong> <em>Paula Piccin, Coordenadora de Comunicação do IPÊ (Instituto de Pesquisas Ecológicas), pelo envio do release ao Diário do Verde</em>.</span></p>
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		<title>Dois Patinhos na Lagoa</title>
		<link>http://diariodoverde.com/dois-patinhos-na-lagoa/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 07:20:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[22]]></category>
		<category><![CDATA[austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[casal]]></category>
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		<category><![CDATA[lagoa]]></category>
		<category><![CDATA[paitnhos]]></category>
		<category><![CDATA[Pato]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução]]></category>

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		<description><![CDATA[O dia de hoje pode representar dois patinhos na lagoa. Sim, porque, se pararmos para lembrar, a expressão “dois patinhos na lagoa” representa o número 22. A foto não foi feita em um dia 22 e, se observarmos bem, na verdade os cisnes não estão na posição correta do número 22. Mas qual a importância [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7834" title="Foto0031" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/05/Foto0031.jpg" alt="" width="545" height="409" /></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">O dia de hoje pode representar dois patinhos na lagoa. Sim, porque, se pararmos para lembrar, a expressão “dois patinhos na lagoa” representa o número 22.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">A foto não foi feita em um dia 22 e, se observarmos bem, na verdade os cisnes não estão na posição correta do número 22. Mas qual a importância disso pra hoje?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">O que quero representar com essa imagem no dia de hoje, que fotografei há pouco tempo, não é apenas “dois patinhos na lagoa” e, por isso, essa questão não tem tanta importância. Com essa foto quero apenas lembrar o Dia Internacional da Diversidade Biológica!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Você sabia desse dia?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Os cisnes da foto são da espécie <em>Cygnus atratus</em> e são chamados de Cisnes-negros. São aves aquáticas, assim como outros cisnes, patos e gansos da família Anatidae. Essa espécie é originária da Austrália, mas também é muito presente na Tasmânia e Nova Zelândia, embora tenham sido introduzida em outros locais do mundo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Leia também: <a href="http://www.universodasaves.com.br/ManualCriacaoCisneNegro.pdf" target="_blank">A magia e o encanto do Cisne Negro</a>.</span></p>
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		<title>Miriti. Mire-se aí!</title>
		<link>http://diariodoverde.com/miriti-mire-se-ai/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 18:22:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Abaetetuba]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Miriti]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Eu era o que restava de alegria, Imitando os pássaros, Curumim de mim mesmo e De minhas circunstâncias. Eu, Meu brinquedo&#8221;. (Eu era meu brinquedo, http://www.overmundo.com.br/banco/eu-era-meu-brinquedo) A riqueza da flora amazônica não está apenas na infinidade de espécies conhecidas e desconhecidas que por aqui habitam. É sabido também que igualmente sua variedade está a imensa variedade [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/04/12C_Subj_alteridade.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7763" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/04/12C_Subj_alteridade.jpg" alt="" width="480" height="338" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><em>&#8220;Eu era o que restava de alegria,</em><br />
<em>Imitando os pássaros,</em><br />
<em>Curumim de mim mesmo e</em><br />
<em>De minhas circunstâncias.</em><br />
<em>Eu,</em><br />
<em>Meu brinquedo&#8221;</em>. (Eu era meu brinquedo, <a href="http://www.overmundo.com.br/banco/eu-era-meu-brinquedo">http://www.overmundo.com.br/banco/eu-era-meu-brinquedo</a>)</p>
<p style="text-align: justify">A riqueza da flora amazônica não está apenas na infinidade de espécies conhecidas e desconhecidas que por aqui habitam. É sabido também que igualmente sua variedade está a imensa variedade de formas de utilização de seus insumos. É incrível como uma única planta ou árvore pode ser aproveitada de sua raiz até a sua folha mais alta. A casca, a madeira, o fruto, a semente, a resina, a seiva, etc&#8230; Tudo se aproveita.</p>
<p style="text-align: justify">A propósito da história, tendo como exemplo uma palmeira, vou falar do Miriti (ou Buriti), que de tão versátil, da culinária ao artesanato, proporciona um desenvolvimento econômico e social na região amazônica. E de tão importante mereceu uma festividade anual no município de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Abaetetuba" target="_blank">Abaetetuba (PA)</a> &#8211; O <a href="http://www.portalamazonia.com.br/cultura/turismo/miriti-da-nome-a-festival-de-artesanato-na-cidade-de-abaetetuba-no-para/" target="_blank">MritiFest</a>.</p>
<p style="text-align: justify">A palmeira <em>MAURITA FLEXUOSAL</em> é comum em nossas matas, várzeas e beiras dos igarapés, e recebe o nome vulgar de MIRITIZEIRO ou BURITIZEIRO. O termo <strong>buriti</strong> é a designação comum das plantas dos gêneros <em><a title="Mauritia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mauritia">Mauritia</a></em>, <em><a title="Mauritiella" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mauritiella">Mauritiella</a></em>,<em><a title="Trithrinax" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Trithrinax">Trithrinax</a></em> e <em><a title="Astrocaryum" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Astrocaryum">Astrocaryum</a></em>, da família das arecáceas (antigas palmáceas). É uma palmeira muito alta, nativa de Trinidad e Tobago e das Regiões Central e Norte da América do Sul, especialmente de Venezuela e Brasil. Em nosso país concentram-se nos estados de <a title="Roraima" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Roraima">Roraima</a>, <a title="Rondônia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rond%C3%B4nia">Rondônia</a>, <a title="Pará" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Par%C3%A1">Pará</a>, <a title="Maranhão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Maranh%C3%A3o">Maranhão</a> e <a title="Piauí" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Piau%C3%AD">Piauí</a>, mas também encontra-se dispersas em toda a Amazônia Legal e alguns Estados do Nordeste e Centro-Oeste. É também conhecida <strong>muriti</strong>, <strong>muritim</strong>, <strong>muruti</strong>, <strong>palmeira-dos-brejos</strong>, <strong>carandá-guaçu</strong> e <strong>carandaí-guaçu</strong> .</p>
<p style="text-align: justify"> Sua versatilidade:</p>
<ul style="text-align: justify">
<li>À margem dos roçados e seringais fornece a palha para cobrir cabanas;</li>
<li>O fruto &#8211; rico em vitamina A, B e C. É fonte de cálcio, ferro e proteínas. Pode ser consumido <em>in natura</em>, pode ser transformado em doces, sucos, picolé, licor, vinho ou como ração de animais;</li>
<li>Fornece <a title="Palmito" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Palmito">palmito</a> saboroso, <a title="Fécula" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A9cula">fécula</a>, <a title="Seiva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Seiva">seiva</a> e madeira;</li>
<li>O óleo extraído do fruto &#8211; rico em <a title="Caroteno" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Caroteno">caroteno</a> e tem valor medicinal (utilizado como vermífugo, cicatrizante e energético natural) e uso cosmético (colorífico, aroma e qualidade a diversos produtos de beleza, como cremes, xampus, filtro solar e sabonetes) ou como amaciante e envernizador de couro;</li>
<li>As folhas jovens produzem uma fibra muito fina, a &#8220;seda&#8221; do buriti, usada pelos artesãos na fabricação de peças de <a title="Capim-dourado (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Capim-dourado&amp;action=edit&amp;redlink=1">capim-dourado</a>. Sua <a title="Fibra" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fibra">fibra</a> é transformada no <a title="Artesanato" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Artesanato">artesanato</a> (<a title="Bolsa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bolsa">bolsas</a>, <a title="Tapete" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tapete">tapetes</a>, <a title="Toalha" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Toalha">toalhas</a> de <a title="Mesa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mesa">mesa</a>, <a title="Brinquedo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brinquedo">brinquedos</a>, <a title="Bijuteria" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bijuteria">bijuterias</a>, <a title="Rede" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede">redes</a>, cobertura de teto, cordas e etc. O talo das folhas se presta ainda à fabricação de móveis, que se destacam pela leveza e durabilidade.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">Sua grande importância na manutenção de olhos d&#8217;água naturais, chegando até a conservar locais alagadiços, de água pura e permanente é fundamental. Onde os olhos d&#8217;água (nascentes) estão secando, recomenda-se que se plante a Palmeira (o Miriti), bem como outras árvores como Ingá, Sangra-d&#8217;água, entre outras, que favorecem sua recuperação. Por isso a grande importância em preservar esta palmeira.</p>
<p style="text-align: justify">Mas a sua utilização mais cândida, lúdica, pedagógica e ecologicamente assertiva é como &#8220;<em>massa</em>&#8221; para a confecção de brinquedos. O miriti dando forma a imaginação infantil e recriando o mundo leve e colorido.</p>
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		<title>Sempre-Viva</title>
		<link>http://diariodoverde.com/sempre-viva/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 07:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[Actinocephalus polyanthus]]></category>
		<category><![CDATA[alegria]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[botânica]]></category>
		<category><![CDATA[centro]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
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		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[expanção]]></category>
		<category><![CDATA[flor]]></category>
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		<category><![CDATA[sempre viva]]></category>

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		<description><![CDATA[“As boas coisas vem quando estamos distraídos”. &#8211; Provérbio Indiano Com a forma da alegria, radiante para todos os lados e em um dia de céu azul, compartilho essa foto de uma Sempre-Viva! Sim, trata-se de uma mensagem de otimismo para todos nós no dia de hoje, quando se comemora o Dia Nacional da Botânica [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7746" title="sempre viva" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/04/sempre-viva.jpg" alt="" width="545" height="413" /></span></p>
<p align="center"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><strong><em>“As boas coisas vem quando estamos distraídos”.</em></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><strong><em>&#8211; Provérbio Indiano</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Com a forma da alegria, radiante para todos os lados e em um dia de céu azul, compartilho essa foto de uma Sempre-Viva!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Sim, trata-se de uma mensagem de otimismo para todos nós no dia de hoje, quando se comemora o Dia Nacional da Botânica no Brasil.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Essa espécie, encontrada no cerrado, tem também outros nomes, como por exemplo chuveirinho. E o nome popular Sempre-Viva também é utilizado em outras plantas!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Confusa a botânica?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Bem, na verdade nomear as coisas não é tão simples assim. Nomear seres vivos, então, que podem ser parecidos uns com os outros e se modificar com o tempo através do processo de evolução, pode ser ainda mais complicado!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Aristóteles foi o primeiro cientista que tentou classificar os seres vivos, mas foi Carolus Lineu quem criou o sistema de classificação que usamos até hoje: a taxonomia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">A foto que tirei em 02 de julho de 2010, quando a planta “apareceu” de repente (quando estávamos distraídos), nos apresenta uma <em>Actinocephalus polyanthus</em>, nome científico usado para essa espécie pelo qual ela pode ser reconhecida pelo mundo inteiro. Todo nome científico – normalmente em latim &#8211; é exclusivo para uma determinada espécie e, por isso, é usado de forma universal pela ciência.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">O nome é universal e essa planta parece querer se expandir para todo lado através de sua inflorescência (estrutura contendo outras flores menores).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">No dia de hoje convido a todos para que reflitam sobra a importância das plantas e de tudo que na natureza existe – incluindo o que ainda não conhecemos e, por isso, não classificamos. Sim, de vez em quando temos a notícia de uma nova descoberta, quando estamos distraídos!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Vamos direcionar nosso olhar para todos os lados, respeitando toda a diversidade que existe e, ao mesmo tempo, enxergar as semelhanças entre todos que surgem de um mesmo ponto: igual esta inflorescência cujas partes (flores) surgem todas do mesmo centro e se expandem para as mais diversas direções.</span></p>
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		<title>Tainá e o Cordão da Bicharada</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Feb 2013 15:47:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[a Origem]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cametá-PA]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[preservação]]></category>
		<category><![CDATA[Tainá 3]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Olhando Belém enquanto uma canoa desce um rio  E o curumim assiste da canoa um boing riscando o vazio  Eu posso acreditar que ainda da pra gente viver numa boa Os rios da minha aldeia são maiores do que os de Fernando Pessoa&#8221;(Olhando Belém, Nilson Chaves) Não é de hoje que a Amazônia tem sido o foco [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">
<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/Taina-3_1.jpg"><img class="wp-image-7442 alignnone" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/Taina-3_1.jpg" alt="" width="567" height="296" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.vagalume.com.br/nilson-chaves/olhando-belem.html" target="_blank"><em>&#8220;Olhando Belém enquanto uma canoa desce um rio </em><br />
<em>E o curumim assiste da canoa um boing riscando o vazio </em><br />
<em>Eu posso acreditar que ainda da pra gente viver numa boa</em><br />
<em>Os rios da minha aldeia são maiores do que os de Fernando Pessoa&#8221;</em>(<strong>Olhan</strong><strong>do Belém</strong><em>, </em>Nilson Chaves)</a></p>
<p style="text-align: justify">Não é de hoje que a Amazônia tem sido o foco das discussões sobre meio ambiente, ecologia e sustentabilidade. Para além do circulo acadêmico a Amazônia, que já povoa o  imaginário mundial, hoje retrata-se em livros, documentários e filmes aos montes. A cinemateca amazônida é rica. Feito por quem é &#8220;de fora&#8221; ou por  quem é daqui. Da obstinação sonhadora de  &#8220;<strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=F53yUsgVuL0" target="_blank">Fitzcarraldo</a></strong>&#8221; à <em>alma transamazônica</em> mostrada pela <strong><em>Caravana Roledei</em></strong> em &#8220;<strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=GSRvlh727iI" target="_blank">Bey, Bey Brasil</a></strong>&#8220;<strong>,</strong> ou o <em>tosco</em> &#8220;<strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=9B6KGqtJyDI" target="_blank">Turistas</a></strong>&#8221; (tosco porque faz uso de velhos preconceitos hollywoodianos sobre o Brasil, sobre o povo e sobre a floresta, e nem ia citar a famigerada &#8220;<strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=zkX5t5ZJLEk" target="_blank">Anaconda</a></strong>&#8220;), o cinema sobre a Amazônia é um pouco disso e nada disso. Só avalia quem a vê. E só o faz quem a vive.</p>
<p style="text-align: justify">Esta semana estréia mais um filme que tem por cenário a Amazônia, <strong> <a href="http://youtu.be/6ltNZKdcVHM" target="_blank">Tainá 3, a Origem</a></strong>, o terceiro filme da serie que trata a luta de uma indiazinha para proteger os animais da floresta ameaçados pela caça predatória e o tráfico de animais silvestres. Aliá este é a trama fundamental da serie. O que nos chama mais a atenção não é o fato de ser uma criança indígena a preocupar-se com a natureza e com os animais. Como protagonista ela não passa por um rito de passagem, um aprendizado. Ela sabe desde tenra idade a importância da preservação do meio ambiente. Como respirar ao nascer ela defende a natureza. E o recado é reeditado: somos nós adultos, consumistas e tecnocratas que colocamos em risco nosso futuro, as crianças.</p>
<p style="text-align: justify">Que mundo estamos preparando para nossos filhos?</p>
<p style="text-align: justify">Aqui em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Camet%C3%A1" target="_blank">Cametá-PA</a>, município às margens do Tocantins, vemos em pleno carnaval uma manifestação folclórica passada por gerações, o <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=fciQuDCAzbk" target="_blank">Cordão da Bicharada</a></strong>. Uma comunidade da região se reuni para fazer um carnaval diferente e ecologicamente correto e sustentável. Os brincantes, todos ribeirinhos, descendestes de índios, negros e brancos, confeccionam suas fantasias com material reciclado, que representam de forma quase fidedigna a fauna amazônica. Preguiças (olha nossa mascote do Diário do Verde), tucanos, jabutis e jacarés, borboletas, onças e macacos desfilam pela avenida. Feitos por adultos e crianças para adultos e crianças.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Tainá e o Cordão da Bicharada nos lembram que somos também animais desta fauna ameaçada.</strong></p>
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		<title>Defesa ao ambiente que queremos</title>
		<link>http://diariodoverde.com/defesa-ao-ambiente-que-queremos/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Feb 2013 05:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[defesa]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[fiscalização]]></category>
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		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Queimadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte:  http://www.baixaki.com.br/papel-de-parede/11960-queimada.htm Ontem li o excelente artigo do nosso amigo Vitor Casadei, que falou brevemente sobre Sensoriamento Remoto e Identificação de Queimadas. Como ele citou no artigo, trata-se de uma tecnologia amplamente utilizada no Brasil. Hoje, 06 de Fevereiro, é comemorado o dia do Agente de Defesa Ambiental. Coincidência ou obra do autor? Seja o que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-7416" title="queimada" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/queimada.jpg" alt="" width="553" height="415" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">Fonte:  http://www.baixaki.com.br/papel-de-parede/11960-queimada.htm</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Ontem li o excelente artigo do nosso amigo Vitor Casadei, que falou brevemente sobre <a href="http://www.diariodoverde.com/sensoriamento-remoto-e-identificacao-de-queimadas/" target="_blank">Sensoriamento Remoto e Identificação de </a></span><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;"><a href="http://www.diariodoverde.com/sensoriamento-remoto-e-identificacao-de-queimadas/" target="_blank">Queimadas</a>. Como ele citou no artigo, trata-se de uma tecnologia amplamente utilizada no Brasil.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Hoje, 06 de Fevereiro, é comemorado o dia do Agente de Defesa Ambiental. Coincidência ou obra do autor?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Seja o que for&#8230; Fiscalização, monitoramente ou quaisquer outros métodos para controles ambientais nunca deixam de “estar na moda”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Mas hoje, que comemoramos o dia da defesa ambiental, não podemos deixar de ressaltar a importância que existe em cuidar do Meio Ambiente que significa, de um modo geral, cuidar do nosso planeta, a nossa casa!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Conforme comentado no artigo de ontem, as queimadas irregulares de fato existem e são prejudiciais à fauna e flora silvestre de um ecossistema. Digo “irregulares” porque existem também as queimadas que ocorrem naturalmente em ambientes secos e durante períodos específicos no bioma cerrado, a nossa savana brasileira! O fogo também é, então, natural &#8211; não existindo apenas em erupções vulcânicas, como estamos acostumados a ver nos filmes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Mas isso não significa, contudo, que a natureza não esteja em pleno controle de si mesma! Muito menos que o homem pode ficar colocando fogo no cerrado ou em outros biomas. Os diferentes ambientes de nosso planeta carregam diferentes características, alguma delas bastante particulares. O fogo que ocorre no cerrado, por exemplo, não ocorre na floreta amazônica. Aliás, sabemos que em alguns períodos o clima desta região é bastante diferente: chove bastante, o ambiente é úmido.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Por conta dessa enorme variação climática é que temos os ambientes tão diferentes entrei si e estes, por sua vez, contribuem diretamente para a estabilidade do clima. Se pararmos para pensar, trata-se de um círculo vicioso, igual aquele que encontramos quando tentamos descobrir <a href="http://www.diariodoverde.com/o-ovo-a-galinha-e-o-lagarto/" target="_blank">quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha</a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Comecei falando de fiscalização ambiental e estou falando agora de ovo e galinha! Afinal, onde quero chegar? O ovo ou a galinha teriam alguma relação com a biodiversidade que comentei ou mesmo as queimadas? Até certo ponto, não. Mas apenas até certo ponto! Não vamos pensar que as coisas não tem uma relação&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Não quero deixá-los confusos, leitores! A ideia é mostrar a grande variedade e assuntos que ainda temos para falar aqui no Diário do Verde, considerando a enorme biodiversidade que temos em nosso planeta!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Vamos preservar o ambiente que queremos. Vamos defender tudo isso!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Vejam também:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;"><a href="http://www.mma.gov.br/comunicacao/datas-comemorativas" target="_blank">Calendário com as datas comemorativas do Meio Ambiente</a> &#8211; </span><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;"><strong>Mini</strong>stério do Meio Ambiente</span></strong></p>
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		<title>5 Filmes antes do fim do ano</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Nov 2012 13:15:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Transgênicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu tenho que aprender a dizer tudo que eu sinto por você Eu tenho que aprender Num desses seriados da tevê (Cinema Mudo, Paralamas do Sucesso) Já entrando em clima natalino e as listas feitas e refeitas das resoluções pessoais pensei em fazer a minha lista de 10 (dez) filmes para se pensar em meio [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/11/cinema_meio_ambiente.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7072" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/11/cinema_meio_ambiente-300x154.jpg" alt="" width="300" height="154" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><em>Eu tenho que aprender a dizer tudo</em><br />
<em>que eu sinto por você</em><br />
<em>Eu tenho que aprender</em><br />
<em>Num desses seriados da tevê</em> (Cinema Mudo, Paralamas do Sucesso)</p>
<p style="text-align: justify">Já entrando em clima natalino e as listas feitas e refeitas das resoluções pessoais pensei em fazer a minha lista de 10 (dez) filmes para se pensar em meio ambiente e ecologia para recomendar assistir antes que o ano acabe (já que está na moda o tal do fim do mundo, então vamos assistir logo!).</p>
<p style="text-align: justify"><strong>1) No topo da lista</strong> (Imperdível. Imprescindível): &#8220;<strong><a href="http://youtu.be/RFVXtvNZpA4" target="_blank">Mataram a Irmã Dorothy</a></strong>&#8221; (<em>They Killed Sister Dorothy, 2008</em>).</p>
<p style="text-align: justify">O corpo caído na estrada em Fevereiro de 2005 revela a triste constatação dos resultados de grilagens de terra no Pará e na Amazônia. Não é a primeira morte e certamente não será a última. O documentário traz à tona bastidores do julgamento e questiona as razões dos assassinatos decorrentes dos conflitos agrários e do importante legado dos ativistas ambientais na região.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Vejam o trailer</strong>:</p>
<p>[youtube http://www.youtube.com/watch?v=RFVXtvNZpA4]</p>
<p style="text-align: justify"><strong>2) <a href="http://youtu.be/81nYibxXWCo" target="_blank">Wall-E</a> (2008)</strong>: Um dos melhores desenhos animados que já assisti. O robozinho é um Chaplin. Sem sequer um diálogo na maior parte do filme consegue transmitir tantas informações só vistas no cinema mudo dos anos 30. Nos alerte para o destino do lixo e nossa &#8220;irracional&#8221; dependência da tecnologia, como esta combinação afeta nossa qualidade de vida e como lidamos com os problemas ambientais.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=81nYibxXWCo"><img class="alignnone" src="http://1.bp.blogspot.com/_JB0eoOxh7QQ/TKT5obiBmII/AAAAAAAAAt8/mDAoCHaqPKg/s1600/wall-e.jpg" alt="" width="350" height="203" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://youtu.be/f2a5YCH5-pI" target="_blank">3) Alimentos S.A</a></strong> (<em>Food, Inc. 2008</em>): Você é o que você come. Esta a firmação pode até soar como ofensa depois que se vê este filme. Como dizia minha <strong>bisavó Masi</strong>: &#8220;<em>Cuidado com a letra miúda!</em>&#8221; O filme levanta questões sobre consumo e o desconhecimento do consumidor sobre aquilo que consome. Os hábitos alimentares estão sendo balizados pela velocidade do mercado e praticidade dos tempos modernos.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://youtu.be/f2a5YCH5-pI"><img class="alignnone" src="http://www.ethicurean.com/wp-content/uploads/2009/06/foodinc2.jpg" alt="" width="381" height="212" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><strong>4) <a href="http://youtu.be/TQipDQGAaA0" target="_blank">A Última Hora</a></strong> (<em>The 11th Hour</em>): &#8220;O tempo não para&#8221;, já dizia Cazuza. Até quando poderemos usufruir (explorar seria a palavra mais exata) dos recursos naturais da Terra? O quanto ela suportará? Até quando? A atitude humana parece não colaborar e o Tempo é indiferente às nossas necessidades e anseios.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://youtu.be/TQipDQGAaA0"><img class="alignnone" src="http://gilgiardelli.files.wordpress.com/2008/11/ultima-hora-poster.jpg" alt="" width="329" height="328" /></a></p>
<p style="text-align: justify">5) <strong><a href="http://youtu.be/0YBDpPIhEYo" target="_blank">Na Natureza Selvagem</a></strong> (<em>Into the Wild, 2007</em>): Com uma trilha sonora e uma fotografia primordiais o filme mostra nosso personagem diante da inconformidade com as pressões sociais e o desejo de uma vida realmente livre. Pergunto: seria possível? Mais do que uma viajem pela natureza selvagem do país, trata-se de uma viajem interior. &#8220;<em>Conheça-te a ti mesmo</em>&#8221; (Platão).</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://youtu.be/0YBDpPIhEYo"><img class="alignnone" src="http://2.bp.blogspot.com/_dIaG5dMa1BA/TUnVqrMArSI/AAAAAAAAAwA/i8HTSO830Uk/s1600/na%2Bnatureza%2Bselvagem%2B2.png" alt="" width="461" height="288" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Reserve um tempo para você. Para assistir. Para compartilhar.</p>
<p style="text-align: justify">
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		<title>O Problema é que onça não entrega pizza!</title>
		<link>http://diariodoverde.com/o-problema-e-que-onca-nao-entrega-pizza/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Aug 2012 08:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Morais Chiaravalloti]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas Sustentáveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Tentar salvar a natureza não é uma tarefa nem um pouco fácil. Praticamente até hoje ela é vista como um grande empecilho. Desde a Dona que reclama árvore que só faz sujeira até o pedaço de mata que impede o grande agricultor de aumentar a produção de soja. Os modelos de sustentabilidade tentam mostrar que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/08/pizza.jpg"><img class="alignnone  wp-image-6435" title="pizza" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/08/pizza.jpg" alt="" width="368" height="277" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Tentar salvar a natureza não é uma tarefa nem um pouco fácil. Praticamente até hoje ela é vista como um grande empecilho. Desde a Dona que reclama árvore que só faz sujeira até o pedaço de mata que impede o grande agricultor de aumentar a produção de soja.</p>
<p style="text-align: justify;">Os modelos de sustentabilidade tentam mostrar que a floresta pode valer mais em pé do que cortada. Algumas coisas já existem, entretanto quase todas envolvem necessariamente a questão social. Isso porque conseguem transformar a “mais valia” das pessoas em trabalho. Gerando lucro, aquilo começa a valer a pena.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas nem tudo vira sopa. E algumas coisas acabam por não envolver pessoas. E, por isso, não existe trabalho nem produção de capital. Assim, não tem como rodar a engrenagem do sistema.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das soluções é o mercado de carbono. No entanto, ele está quase colapsando, dos U$$40 dólares iniciais hoje vale não mais que US$4,00. Ao menos se as onças entregassem pizza conseguiriam ganhar uma gorjeta e daria para girar a roda.</p>
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