<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Diário do Verde &#187; Amazônia</title>
	<atom:link href="http://diariodoverde.com/tags/amazonia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://diariodoverde.com</link>
	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Aug 2018 13:26:27 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.2.38</generator>
	<item>
		<title>Municípios Verdes no Pará</title>
		<link>http://diariodoverde.com/municipios-verdes-no-para/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/municipios-verdes-no-para/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 09 Jun 2013 20:42:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Municípios Verdes]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=7886</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Verde, as matas no olhar, ver de perto Ver de novo um lugar, ver adiante Sede de navegar, verdejantes tempos Mudança dos ventos no meu coração Verdejantes tempos Mudança dos ventos no meu coração&#8221; (Verde, Leila Pinheiro) É um projeto ambicioso: mudar o quadro de  desmatamento na Amazônia, em especial a porção que estende-se  em [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/06/municipios-verdes.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7887" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/06/municipios-verdes-300x162.jpg" alt="" width="300" height="162" /></a></p>
<p style="text-align: justify">&#8220;<em>Verde, as matas no olhar, ver de perto</em><br />
<em>Ver de novo um lugar, ver adiante</em><br />
<em>Sede de navegar, verdejantes tempos</em><br />
<em>Mudança dos ventos no meu coração</em><br />
<em>Verdejantes tempos</em><br />
<em>Mudança dos ventos no meu coração</em>&#8221; (<strong>Verde</strong>, Leila Pinheiro)</p>
<p style="text-align: justify">É um projeto ambicioso: mudar o quadro de  desmatamento na Amazônia, em especial a porção que estende-se  em nosso Estado. Baseado no fortalecimento de um modelo econômico mais forte e sustentável, o pacto formado por entidades públicas, privadas e não-governamentais &#8220;<em>deverá promover o desenvolvimento econômico paraense ao mesmo tempo em que busca atingir a meta de desmatamento zero, com foco nos municípios</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify">Objetivando atingir produtores rurais, entidades representativas do setor produtivo, população do campo e municípios do interior, a proposta que, aqui ajudo a divulgar, visa conter o desmatamento desordenado, a expansão agropecuária e atividade madeireira ilegal e predatória.</p>
<p style="text-align: justify">O Programa Municípios Verdes &#8220;<em>propõe promover uma economia de baixo carbono e alto valor agregado, melhorar governança pública municipal e reduzir desmatamento e degradação</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Objetivos</strong>:</p>
<ul>
<li><em>Promover o desenvolvimento econômico e social através do uso sustentável e conservação dos recursos naturais.</em></li>
<li><em>Fortalecer o Sistema Municipal de Meio Ambiente com incentivo à criação dos órgãos e conselhos municipais de meio ambiente, incluindo mecanismos que facilitem a sua estruturação, aparelhamento e funcionamento regular.</em></li>
<li><em>Compartilhar e descentralizar a agenda ambiental, o que pressupõe ações integradas entre o Governo do Estado e os municípios, e permite uma participação mais efetiva da sociedade civil e do setor produtivo.</em></li>
</ul>
<p><strong>Metas</strong>:</p>
<ul>
<li><em>Adesão de 100 municípios ao Programa até o final de 2013;</em></li>
<li><em>Desmatamento anual menor que 40 Km² em cada município;</em></li>
<li><em>Dinamização da economia local sustentável com agregação de tecnologia e novos investidores;</em></li>
<li><em>Regularização fundiária priorizando os Municípios que buscam as metas das premissas;</em></li>
<li><em>Gestão dos resíduos sólidos;</em></li>
<li><em>Promoção de ações de Educação Ambiental;</em></li>
<li><em>Fortalecimento de órgãos municipais incluindo os sistemas municipais de meio ambiente;</em></li>
<li><em>Modernização da legislação ambiental;</em></li>
<li><em>Produção certificada (responsabilidade ambiental e social – geração de emprego e renda).</em></li>
</ul>
<p><strong><a href="http://municipiosverdes.com.br/como-participar" target="_blank">Como Participar?</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://municipiosverdes.com.br/vantagens-e-beneficios" target="_blank">Vantagens e Benefícios</a></strong></p>
<p><a href="http://municipiosverdes.com.br/arquivos/guia_mv_web.pdf" target="_blank"><strong>Cartilha: Municípios Verdes (PDF)</strong></a></p>
<p>(<strong>Fonte</strong>: <a href="http://municipiosverdes.com.br/" target="_blank">Municípios Verdes &#8211; www.municipiosverdes.com.br</a>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/municipios-verdes-no-para/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tumucumaque, não coube na TV</title>
		<link>http://diariodoverde.com/tumucumaque-nao-coube-na-tv/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/tumucumaque-nao-coube-na-tv/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 May 2013 19:59:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Amapá]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhas do Tumucumaque]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=7793</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Olhando os meus olhos de verde e floresta  Sentindo na pele o que disse o poeta  Eu olho o futuro e pergunto pra insonia  Sera que o Brasil nunca viu a Amazônia  E vou dormir com isso Sera que e tão difícil&#8221; (Olhando Belém, Nilson Chaves) Acho que eu tomei a as dores. Assisti a um programa [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/05/Estudo-Selo.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7794" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/05/Estudo-Selo-1024x334.jpg" alt="" width="614" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify">&#8220;<em>Olhando os meus olhos de verde e floresta </em><br />
<em>Sentindo na pele o que disse o poeta </em><br />
<em>Eu olho o futuro e pergunto pra insonia </em><br />
<em>Sera que o Brasil nunca viu a Amazônia </em><br />
<em>E vou dormir com isso</em><br />
<em>Sera que e tão difícil</em>&#8221; (<strong>Olhando Belém</strong>, Nilson Chaves)</p>
<p style="text-align: justify">Acho que eu tomei a as dores. Assisti a um programa de TV sobre o <strong>Parque Nacional Montanhas do</strong> <strong>Tumucumaque</strong>, que foi ao ar numa sexta-feira do mês passado (26/04/2013). E qual <strong>não</strong> foi minha surpresa. Aliás, poucas coisas me surpreendem, me indigno mais do que surpreendo-me. Em um artigo que escrevi (<a href="http://www.diariodoverde.com/parque-nacional-montanhas-do-tumucumaque-10-anos/" target="_blank">Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque &#8211; 10 anos</a>) falei um pouco sobre os 10 anos de existência do parque.</p>
<p style="text-align: justify">Não me entendam mal, nem pensem que tenho uma postura &#8220;<em>xiita&#8221;</em> de ser. Mas o Tumucumaque é mais do que aranhas gigantes e sapos venenosos. Ainda se tem a velha e calejada visão de colonizador sobre Amazônia. <em>The Jungle! The Wild Forest! In The Wild!</em></p>
<p style="text-align: justify">A <strong>Serra do Tumucumaque</strong> é uma cordilheira sul-americana, localizada no <strong>Planalto das Guianas</strong>, com uma extensão de aproximadamente 320 Km (no sentido leste-oeste),  na área de fronteira entre o<strong> extremo  norte do Brasil</strong>, e na região sul do <strong>Suriname</strong> e da<strong> Guiana Francesa</strong>. O <a title="Rio Maroni" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Maroni">rio Maroni</a> e o <a title="Rio Oiapoque" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Oiapoque">rio Oiapoque</a> tem suas origens nesta serra. <strong>Tumucumaque</strong>, na linguagem dos povos <a title="Aparaí" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apara%C3%AD">Aparaí</a> e <a title="Uaianas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Uaianas">Uaianas</a> que habitam estas montanhas, significa &#8220;<strong><em>a pedra da montanha</em></strong>&#8221; e simboliza &#8220;<em>a luta entre o xamã e os espíritos</em>&#8220;<span style="font-size: 11px">.</span></p>
<p style="text-align: justify">Na porção brasileira desta serra está o<strong> Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque</strong>. O parque possui um perímetro de <strong>1.724.575,857 metros</strong>, possui uma<strong> área de</strong> <strong>3.882.120,00 ha</strong> (<strong>38.821,20 km²</strong>). <strong>É o maior parque nacional do Brasil e a maior floresta tropical protegida do mundo! </strong>Esta sob a administração do<strong> </strong><strong><a title="ICMBio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ICMBio">Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade</a> (</strong><strong><a title="ICMBio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ICMBio">ICMBio</a>). </strong>Estima-se que apenas 3% desta fauna e flora seja conhecida cientificamente falando.</p>
<p style="text-align: justify">É, Tumucumaque ainda não coube na TV.</p>
<p style="text-align: justify">Senão vejamos (links interessantes):</p>
<ul>
<li><strong><a href="http://montanhasdotumucumaque.blogspot.com.br/" target="_blank">Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque</a> (Blog do Parque)</strong></li>
<li><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Nacional_Montanhas_do_Tumucumaque" target="_blank">Histórico, Caracterização (Fauna, Flora, Clima, etc)</a> (Wikipedia)</strong></li>
<li><strong><a href="http://www.wwf.org.br/?uNewsID=32162" target="_blank">WWF Brasil &#8211; Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque</a></strong></li>
<li><strong><a href="https://www.facebook.com/pages/Parque-Nacional-Montanhas-do-Tumucumaque/273338069378668" target="_blank">Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque</a> (Facebook)</strong></li>
</ul>
<div></div>
<ul>
<li> <strong>Na TV:</strong></li>
</ul>
<p>[youtube http://www.youtube.com/watch?v=G237ICGs-4Q] </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/tumucumaque-nao-coube-na-tv/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>GiraMundo e o Miniteatro Ecológico &#8211; O Aprendiz Natural</title>
		<link>http://diariodoverde.com/giramundo-e-o-miniteatro-ecologico-o-aprendiz-natural/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/giramundo-e-o-miniteatro-ecologico-o-aprendiz-natural/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Apr 2013 00:42:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Giramundo]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=7736</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;A gente estancou de repente Ou foi o mundo então que cresceu A gente quer ter voz ativa No nosso destino mandar Mas eis que chega a roda-viva&#8221; (Roda Viva, Chico Buarque) Participei no ano de 2009, do Fórum Social Mundial, que ocorria pela primeira vez na Região Norte, mais precisamente em Belém-PA. Conforme Oded Grajew, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/04/giramundo_2011_06_17_FTB-pedro-okG.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7742" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/04/giramundo_2011_06_17_FTB-pedro-okG.jpg" alt="" width="455" height="340" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><em>&#8220;A gente estancou de repente</em><br />
<em>Ou foi o mundo então que cresceu</em><br />
<em>A gente quer ter voz ativa</em><br />
<em>No nosso destino mandar</em><br />
<em>Mas eis que chega a roda-viva&#8221;</em> (<strong>Roda Viva</strong>, Chico Buarque)</p>
<p style="text-align: justify">Participei no ano de 2009, do <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%B3rum_Social_Mundial#FSM_2009" target="_blank">Fórum Social Mundial</a></strong>, que ocorria pela primeira vez na Região Norte, mais precisamente em Belém-PA. Conforme <a title="Oded Grajew" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oded_Grajew">Oded Grajew</a>, do <a title="Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Instituto_Ethos_de_Empresas_e_Responsabilidade_Social&amp;action=edit&amp;redlink=1">Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social</a>, considerado o criador do Fórum Social Mundial: <em>&#8220;A escolha da Amazônia não foi fortuita. É o primeiro fórum que vai ter a questão da sustentabilidade, do modelo econômico como predador do <a title="Meio ambiente" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Meio_ambiente">meio ambiente</a>, provocador do <a title="Aquecimento global" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aquecimento_global">aquecimento global</a> e do esgotamento dos recursos naturais&#8221;. </em>A pesar das críticas a cerca de uma banalização do evento, de uma &#8220;contaminação capitalista&#8221;, perda da essência e do foco, a semana foi de intensa troca e conhecimento de pessoas e movimentos que fazem a maior diferença para quem realmente precisa. Neste encontro que conheci melhor o trabalho do <strong><a href="http://www.giramundo.org/" target="_blank">GIRAMUNDO</a></strong>, através de diversos grupos presentes no evento. E posteriormente na <strong><a href="http://www.feiradolivro.pa.gov.br/" target="_blank">Feira Pan-Amazônica do Livro</a></strong>.</p>
<p style="text-align: justify">Pesquisando pela internet vídeos para utilizar em palestras sobre violência doméstica contra crianças e adolescentes &#8220;reencontrei&#8221; o Giramundo. E para uma grata surpresa achei estes vídeos sobre ecologia e meio ambiente, o <strong>Miniteatro Ecológico &#8211; O Aprendiz Natural,</strong> uma série de episódios que de modo lúdico transmite conceitos e conscientizações ambientalmente assertivos. Excelente pedida para se trabalhar educação ambiental com jovens e crianças.</p>
<p>[youtube http://www.youtube.com/watch?v=ICudBdiOkkg]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[youtube http://www.youtube.com/watch?v=QXLZen98s2k] </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/giramundo-e-o-miniteatro-ecologico-o-aprendiz-natural/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Açaí de 10 &#8211; O Extrativismo Vegetal Orgânico</title>
		<link>http://diariodoverde.com/acai-de-10-o-extrativismo-vegetal-organico/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/acai-de-10-o-extrativismo-vegetal-organico/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Mar 2013 03:51:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Açaí]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Extrativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Orgânicos]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=7667</guid>
		<description><![CDATA[  És a planta que alimenta/ A paixão do nosso povo Macho fêmea das touceiras/ Onde Oxossi faz seu posto&#8230; A mais magra das palmeiras/ Mas mulher do sangue grosso E homem do sangue vasto/ Tu te entrega até o caroço... (Sabor Açaí, Nilson Chaves) Uma centena de anos o açaí é parte integrante da rotina alimentar do amazônida [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"> <a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/03/feira.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7674" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/03/feira.jpg" alt="" width="491" height="329" /></a></p>
<p><em>És a planta que alimenta/ </em><em>A paixão do nosso povo</em><br />
<em>Macho fêmea das touceiras/ </em><em>Onde Oxossi faz seu posto&#8230;</em></p>
<p><em>A mais magra das palmeiras/ </em><em>Mas mulher do sangue grosso</em><br />
<em>E homem do sangue vasto/ </em><em>Tu te entrega até o caroço..</em>. (<strong>Sabor Açaí</strong>, Nilson Chaves)</p>
<p style="text-align: justify">Uma centena de anos o<strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7a%C3%AD" target="_blank"> açaí</a></strong> é parte integrante da rotina alimentar do amazônida (em especial no Pará). Com farinha ou tapioca, com açúcar, sem açúcar. Junto com o almoço ou como sobremesa. Após anos de consumo &#8220;doméstico&#8221; o açaí rompe as fronteiras da <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Amaz%C3%B4nia_Legal" target="_blank">Amazônia Legal</a></strong> e invade principalmente academias e lojas de produtos naturais do sul e sudeste do país. A propaganda é boa: fibras, vitaminas e sais minerais que todos nós, pobres mortais, podemos consumir e vir a ser (ou pelo menos sentir-se) como um &#8220;&#8221;<em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Usain_Bolt" target="_blank">Usain Bolt</a></em>&#8221; de fim de semana. Hoje é com granola, aveia e banana&#8230;</p>
<p style="text-align: justify">Nas minhas viagens pelas estradas do Pará que cortam diversos rios é comum ver em certos períodos do ano um congestionamento de barcos e caminhos nas margens dos rios. As centenas, os paneiros de açaí são descarregados em comboios de caminhos até o entardecer.</p>
<p style="text-align: justify">O pequeno extrativista (famílias) descobriu mercado rentável da fruta para além do Estado. O extrativismo de insumos da floresta que depende de diversas variáveis (estação do ano, clima, chuvas) e que abastecia o mercado interno do consumo doméstico hoje enfrenta uma &#8220;seca&#8221;. Não apenas pelas intemperes da natureza, mas pela ação do homem (como sempre). Embora a  <strong><a href="http://www.cpatu.embrapa.br/" target="_blank">EMBRAPA</a></strong> ter desenvolvido uma espécie de açaizeiro de terra firme, com menor porte e alta produtividade de frutos, hoje encontramos um mercado paraense  inflacionado! O litro &#8221; <em>do grosso</em>&#8221; chegou a custar R$ 25,00 (vinte e cinco reais)!</p>
<p style="text-align: justify">Em 2009, com assinatura da <strong><a href="http://www.ibd.com.br/Media/arquivo_digital/004f1cfe-d898-4564-a4e5-7cf231c260e0.pdf" target="_blank">Instrução Normativa Conjunta 17</a>,</strong> os Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente,  definiu as normas técnicas para a obtenção da certificação de produto orgânico oriundo do extrativismo sustentável. Cujo   princípio é o respeito à singularidade cultural dos povos e comunidades tradicionais e dos agricultores familiares, aliado à manutenção da estrutura dos ecossistemas e suas funções.</p>
<p style="text-align: justify">Buscando reproduzir a estrutura e respeitar os padrões do ambiente natural das espécies, o extrativismo sustentável combina técnicas de cultivo, criação e beneficiamento com orientações para o uso do conhecimento e as práticas tradicionais. No extrativismo vegetal é considerado orgânico o produto extraído ou coletado em ecossistemas nativos ou modificados, onde a manutenção da sustentabilidade do processo produtivo não dependa do uso sistemático de insumos externos, especialmente os químicos.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>*OBS</strong>: <em>A expressão &#8220;Açaí de 10&#8243;, por estas bandas, utiliza-se quando queremos dizer que algo ou alguém  é grossa, rude ou mal educada, ou difícil de engolir (num sentido conotativo).</em></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Para saber mais:</strong></p>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.cpatu.embrapa.br/noticias/2007/agosto/4a-semana/acaizeiros-mais-baixos-e-mais-produtivo/?searchterm=a%C3%A7a%C3%AD" target="_blank">Açaizeiros mais baixos e mais produtivo</a></strong> (21/08/2007);</li>
<li><strong><a href="http://www.agricultura.gov.br/desenvolvimento-sustentavel/extrativismo-vegetal" target="_blank">Extrativismo Vegetal Orgânico</a></strong> (Ministério da Agricultura);</li>
<li><strong><a href="http://www.agricultura.gov.br/portal/pls/portal/!PORTAL.wwpob_page.show?_docname=102345.PDF" target="_blank">O que é um alimento orgânico?</a></strong> (Ministério da Agricultura &#8211; Perguntas frequentes)</li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/acai-de-10-o-extrativismo-vegetal-organico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tainá e o Cordão da Bicharada</title>
		<link>http://diariodoverde.com/taina-e-o-cordao-da-bicharada/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/taina-e-o-cordao-da-bicharada/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 09 Feb 2013 15:47:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[a Origem]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cametá-PA]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[preservação]]></category>
		<category><![CDATA[Tainá 3]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=7439</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Olhando Belém enquanto uma canoa desce um rio  E o curumim assiste da canoa um boing riscando o vazio  Eu posso acreditar que ainda da pra gente viver numa boa Os rios da minha aldeia são maiores do que os de Fernando Pessoa&#8221;(Olhando Belém, Nilson Chaves) Não é de hoje que a Amazônia tem sido o foco [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">
<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/Taina-3_1.jpg"><img class="wp-image-7442 alignnone" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/Taina-3_1.jpg" alt="" width="567" height="296" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.vagalume.com.br/nilson-chaves/olhando-belem.html" target="_blank"><em>&#8220;Olhando Belém enquanto uma canoa desce um rio </em><br />
<em>E o curumim assiste da canoa um boing riscando o vazio </em><br />
<em>Eu posso acreditar que ainda da pra gente viver numa boa</em><br />
<em>Os rios da minha aldeia são maiores do que os de Fernando Pessoa&#8221;</em>(<strong>Olhan</strong><strong>do Belém</strong><em>, </em>Nilson Chaves)</a></p>
<p style="text-align: justify">Não é de hoje que a Amazônia tem sido o foco das discussões sobre meio ambiente, ecologia e sustentabilidade. Para além do circulo acadêmico a Amazônia, que já povoa o  imaginário mundial, hoje retrata-se em livros, documentários e filmes aos montes. A cinemateca amazônida é rica. Feito por quem é &#8220;de fora&#8221; ou por  quem é daqui. Da obstinação sonhadora de  &#8220;<strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=F53yUsgVuL0" target="_blank">Fitzcarraldo</a></strong>&#8221; à <em>alma transamazônica</em> mostrada pela <strong><em>Caravana Roledei</em></strong> em &#8220;<strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=GSRvlh727iI" target="_blank">Bey, Bey Brasil</a></strong>&#8220;<strong>,</strong> ou o <em>tosco</em> &#8220;<strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=9B6KGqtJyDI" target="_blank">Turistas</a></strong>&#8221; (tosco porque faz uso de velhos preconceitos hollywoodianos sobre o Brasil, sobre o povo e sobre a floresta, e nem ia citar a famigerada &#8220;<strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=zkX5t5ZJLEk" target="_blank">Anaconda</a></strong>&#8220;), o cinema sobre a Amazônia é um pouco disso e nada disso. Só avalia quem a vê. E só o faz quem a vive.</p>
<p style="text-align: justify">Esta semana estréia mais um filme que tem por cenário a Amazônia, <strong> <a href="http://youtu.be/6ltNZKdcVHM" target="_blank">Tainá 3, a Origem</a></strong>, o terceiro filme da serie que trata a luta de uma indiazinha para proteger os animais da floresta ameaçados pela caça predatória e o tráfico de animais silvestres. Aliá este é a trama fundamental da serie. O que nos chama mais a atenção não é o fato de ser uma criança indígena a preocupar-se com a natureza e com os animais. Como protagonista ela não passa por um rito de passagem, um aprendizado. Ela sabe desde tenra idade a importância da preservação do meio ambiente. Como respirar ao nascer ela defende a natureza. E o recado é reeditado: somos nós adultos, consumistas e tecnocratas que colocamos em risco nosso futuro, as crianças.</p>
<p style="text-align: justify">Que mundo estamos preparando para nossos filhos?</p>
<p style="text-align: justify">Aqui em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Camet%C3%A1" target="_blank">Cametá-PA</a>, município às margens do Tocantins, vemos em pleno carnaval uma manifestação folclórica passada por gerações, o <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=fciQuDCAzbk" target="_blank">Cordão da Bicharada</a></strong>. Uma comunidade da região se reuni para fazer um carnaval diferente e ecologicamente correto e sustentável. Os brincantes, todos ribeirinhos, descendestes de índios, negros e brancos, confeccionam suas fantasias com material reciclado, que representam de forma quase fidedigna a fauna amazônica. Preguiças (olha nossa mascote do Diário do Verde), tucanos, jabutis e jacarés, borboletas, onças e macacos desfilam pela avenida. Feitos por adultos e crianças para adultos e crianças.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Tainá e o Cordão da Bicharada nos lembram que somos também animais desta fauna ameaçada.</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/taina-e-o-cordao-da-bicharada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Chegou a hora de merendar</title>
		<link>http://diariodoverde.com/chegou-a-hora-de-merendar/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/chegou-a-hora-de-merendar/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Jan 2013 12:55:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Merenda Escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=7311</guid>
		<description><![CDATA[Meu lanchinho, meu lanchinho Vou comer, vou comer Pra ficar fortinho, Pra ficar fortinho E crescer, e crescer! Chegou a hora de merendar, Chegou a hora de merendar Vamos comer, bem devagar, Vamos comer, bem devagar Agora preste muita atenção! Agora preste muita atenção! Papel e casca não se põe no chão! Papel e casca não se põe no chão! [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/01/merenda_regional.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7312" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/01/merenda_regional.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><em>Meu lanchinho, meu lanchinho</em><br />
<em>Vou comer, vou comer</em><br />
<em>Pra ficar fortinho, </em><em>Pra ficar fortinho</em><br />
<em>E crescer, e crescer!</em><br />
<em>Chegou a hora de merendar, </em><em>Chegou a hora de merendar</em><br />
<em>Vamos comer, bem devagar, </em><em>Vamos comer, bem devagar</em></p>
<p style="text-align: justify"><em>Agora preste muita atenção! </em><em>Agora preste muita atenção!</em><br />
<em>Papel e casca não se põe no chão! </em><em>Papel e casca não se põe no chão! (Meu Lanchinho. Versão de Frère Jacques)</em></p>
<p style="text-align: justify">Se rememorarmos nossas infâncias na escola há sempre uma história da &#8220;hora da merenda&#8221; (ou do &#8220;recreio&#8221;). Os alunos em fila ou sentadinhos nas mesinhas com seus pratinhos e copinhos. Um grande burburinho. Claro que são memórias de quem frequentou escolas públicas nos idos das décadas de 80 à 90 do século passado(!). Hoje cedeu-se espaço quase que exclusivamente para os refrigerantes, hanburgers, batatas fritas e salgadinhos à base de amido de milho e pizzas de micro-ondas. Já no Japão a coisa parece destoar: na lancheira do <em>japinha</em> tem uma fruta, uma salada (crua), uma leguminosa ou verdura. &#8220;<strong><em>Quanto mais colorido melhor a combinação nutricional</em></strong>&#8220;, diz a mãe orgulhosa. Enquanto isso no Brasil destas bandas: &#8220;toma R$2,00 para <strong><em>&#8216;um completo&#8217;</em></strong> (01 suco + 01 salgado).&#8221;</p>
<p style="text-align: justify">Contudo, em grande parte do país há uma vertente, encabeçada por ONGs e Movimentos Sociais, com apoio do <strong><a href="http://www.mda.gov.br/portal/" target="_blank">Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)</a></strong>, através de programas e projetos de incentivo e fomento à Agricultura Familiar (<strong><a href="http://www.mda.gov.br/portal/saf/programas/pronaf" target="_blank">PRONAF</a></strong>), que dentre seus objetivos, o mais interessante a meu ver, relaciona-se a regionalização da merenda escolar. Uma vez que alia a qualidade nutricional desta refeição (muito importante em certas regiões do país) ao bom desenvolvimento biopsicossocial da criança, bem como o fortalecimento econômico da região.</p>
<p style="text-align: justify">Projetos locais como hortas comunitárias ou escolares que utilizam seus produtos na merenda escolar se multiplicam Brasil afora. Comprovam que a produção artesanal (orgânicos) pode ser de qualidade e saudáveis nutricional e socialmente a despeito do que pregam as grandes agroindústrias e empresas alimentícias (o que podemos discutir em outro artigo).</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Para saber mais:</strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Alimentação Escolar</strong>: A<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l11947.htm" target="_blank"> </a><span><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l11947.htm" target="_blank">Lei nº 11.947/2009</a>, </span>determina a utilização de, no mínimo, 30% dos recursos repassados pelo <a href="http://www.fnde.gov.br/" target="_blank"><span>FNDE</span></a> para alimentação escolar, na compra de produtos da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações, priorizando os assentamentos de reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas e comunidades quilombolas (de acordo com o Artigo 14).</p>
<p style="text-align: justify">A aquisição de gêneros alimentícios será realizada, sempre que possível, no mesmo município das escolas. As escolas poderão complementar a demanda entre agricultores da região, território rural, estado e país, nesta ordem de prioridade.</p>
<p style="text-align: justify">A Lei foi regulamentada pela <a href="http://portal.mda.gov.br/portal/saf/arquivos/view/alimenta-o-escolar/RES38_FNDE.pdf" target="_blank">Resolução nº 38</a>, do Conselho Deliberativo do FNDE, que descreve os procedimentos operacionais que devem ser observados para venda dos produtos oriundos da agricultura familiar às Entidades Executoras.</p>
<p style="text-align: justify">Em 4 de julho de 2012, foi publicada <a href="http://portal.mda.gov.br/portal/saf/arquivos/view/alimenta-o-escolar/Resolu%C3%A7%C3%A3o_25.2012_-_Altera_artigo_21_e_24_res_38.pdf">Resolução n° 25</a> que altera a redação dos artigos 21 e 24 da Resolução 38, de julho de 2009. Com a alteração, o limite de venda ao PNAE passa de R$ 9 mil para R$ 20 mil por DAP/ano.</p>
<p style="text-align: justify">A resolução também abre a possibilidade de divulgação das chamadas públicas na Rede Brasil Rural &#8211; ferramenta criada pelo MDA para faciliar o processo de compra e venda de produtos da agricultura familiar. (Fonte:  site <strong><a href="http://www.mda.gov.br/portal/" target="_blank">MDA</a>)</strong></p>
<p>Para saber mais, escreva para <a href="mailto:alimentacaoescolar@mda.gov.br">alimentacaoescolar@mda.gov.br</a></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/chegou-a-hora-de-merendar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quando o Empate é Bom para Todos</title>
		<link>http://diariodoverde.com/quando-o-empate-e-bom-para-todos/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/quando-o-empate-e-bom-para-todos/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 09 Dec 2012 15:45:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Morais Chiaravalloti]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ecossocialismo]]></category>
		<category><![CDATA[Empates]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=7128</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Terra cabocla, terra pequena, cheirando a flor, cheirando açucena. Igual teu cabelo, dona Maria, minha mãe morena, ooi. Lá do rio Jarí, lá do Xapurí, lá de Icoaracy, lá do Xapurí&#8221; (Xapurí do Amazônas, Nazaré Pereira) Muito frequentemente os discursos destoam da prática. Muitas vezes praticamos com prazer e desenvoltura, inconcientemente, a erudita, enfadonha e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: center"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/amazoniaTERRAS1.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7201" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/amazoniaTERRAS1.jpg" alt="" width="381" height="254" /></a></p>
<p style="text-align: justify">&#8220;<em>Terra cabocla, terra pequena, cheirando a flor, cheirando açucena.</em></p>
<p style="text-align: justify"><em>Igual teu cabelo, dona Maria, minha mãe morena, ooi.</em></p>
<p style="text-align: justify"><em>Lá do rio Jarí, lá do Xapurí, lá de Icoaracy, lá do Xapurí</em>&#8221; (Xapurí do Amazônas, <strong><a href="http://www.cifraclub.com.br/nazare-pereira/xapuri-do-amazonas/" target="_blank">Nazaré Pereira</a></strong>)</p>
<p style="text-align: justify">Muito frequentemente os discursos destoam da prática. Muitas vezes praticamos com prazer e desenvoltura, inconcientemente, a erudita, enfadonha e tediosa teoria. Este ano dentre minhas leituras obrigatórias e de lazer, tive em minhas mãos dois livros co-relacionados: um do<strong> Zeunir Ventura</strong> sobre o caso<strong> Chico Mendes</strong> (<a href="http://companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=11815" target="_blank">Chico Mendes &#8211; Crime e Castigo</a>) e um de<strong> Michael Löwy</strong> (<a href="http://www.cortezeditora.com.br/DetalheProduto.aspx?ProdutoId=%7B444661AA-D7B3-E011-955F-842B2B1656E4%7D" target="_blank">Ecologia e Socialismo</a>).</p>
<p style="text-align: justify">Doutorado pela Sorbone, Löwy discute neste livro questões relacionadas à ecologia e meio ambiente presentes nos discursos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Karl_Marx" target="_blank">Marx</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Friedrich_Engels" target="_blank">Engels</a> e as idéias fundamentais do <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Socialismo" target="_blank">Socialismo</a></strong>. Trata-se de &#8220;uma tentativa original de articular as ideias fundamentais do socialismo de Marx com os avanços da crítica ecológica, visando o combate por uma nova civilização&#8221;.  Desta tentativa brota a noção de <a href="http://www.mma.gov.br/educacao-ambiental/politica-de-educacao-ambiental/documentos-referenciais/item/8075" target="_blank">Ecossocialismo</a>.</p>
<p style="text-align: justify">Enquanto isso lá nos confins do Acre na década de 60, no <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Xapuri" target="_blank">Xapuri</a></strong>, um seringueiro conhece os ideais marxistas através de um veterano comunista: <strong>Euclídes Fernades Távora</strong> antigo tenente e partidário de <strong><a href="http://educacao.uol.com.br/biografias/luis-carlos-prestes.jhtm" target="_blank">Luís Carlos Prestes</a></strong>, com quem esteve preso em Fernando de Noronhra. Este jovem era <strong>Francisco Alves Mendes Filho</strong>, o <strong>Chico Mendes</strong>.</p>
<p style="text-align: justify">Nesta época <strong>Chico Mentes</strong> busca diversas forrmas de lutar pela preservação do meio ambiente e sustentabilidade do trabalhador rural. Envolve-se em movimentos sociais, empartidos políticos. E junto com seus companheiros seringueiros e sindicalistas inaugura uma nova forma de luta não-violenta e inédita no mundo: <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Empates" target="_blank">os Empates</a></strong>. Centanas de seringueiros e seus familiares de mão dadas se postavam diante de grandes maquinários e jagunços com a finalidade de impedir a derrubada da mata porordem de madereiros ou criadores de gado. Nem sempre obtinham êxito. Outras vezes conseguiam inclusive adesão à causa destes &#8220;desmatadores&#8221; (em sua maioria trabalhadores como os seringueiros). O sucesso dos Empates renderam notoriedade a Chico Mendes. Mas também foram a gota d&#8217;água que resultou em seu assasinato.</p>
<p style="text-align: justify">Neste processo <strong>Chico Mendes</strong> afirmava: &#8220;<em>Descobrimos que para garantir o futuro da Amazônia era necessário criar a figura da Reserva Extrativista como forma de preservar a Amazônia. (&#8230;) Nós entendemos, os seringueiros entendem, que a Amazônia não pode se tornar um santuário intocável</em>.&#8221; Logo, compreendia que deveria haver uma forma racional de utilização dor recursos naturais sem esgota-los.</p>
<p style="text-align: justify">Possívelmente nesta época em que sua notoriedade lhe levou aos quatro cantos do mundo para falar desta luta que Chico diz a sua companheira<strong> Marina Silva</strong> (que viria e se tornar Ministra do Meio Ambiente no futuro): &#8220;<em>Nega velha, isso que a gente faz aqui é ecologia. Acabei de descobrir isso no Rio de Janeiro</em>&#8220;.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/quando-o-empate-e-bom-para-todos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Todo Dia era Dia de Índio</title>
		<link>http://diariodoverde.com/todo-dia-era-dia-de-indio/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/todo-dia-era-dia-de-indio/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 01 Dec 2012 22:02:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Índios]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=7091</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Antes que os homens aqui pisassem nas ricas e férteis terras brasilis Que eram povoadas e amadas por milhões de índios Reais donos felizes da terra do pau Brasil Pois todo dia e toda hora era dia de indio Mas agora eles tem so um dia Um dia dezenove de abril&#8221; (Todo Dia era Dia [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/Indio_foto_3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7094" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/Indio_foto_3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify">&#8220;<em>Antes que os homens aqui pisassem nas ricas e férteis</em><br />
<em>terras brasilis</em><br />
<em>Que eram povoadas e amadas por milhões de índios</em><br />
<em>Reais donos felizes da terra do pau Brasil</em><br />
<em>Pois todo dia e toda hora era dia de indio</em><br />
<em>Mas agora eles tem so um dia</em><br />
<em>Um dia dezenove de abril</em>&#8221; (<strong>Todo Dia era Dia de Índio</strong>, Baby do Brasil)</p>
<p>Segundo Chico Buarque, o dia em que morrerem a Xuxa e o Taffarel acabaram os brancos no Brasil. No DVD o cantor se referia a falsa ideia de que no Brasil é possível distinguir claramente as questões sobre etinia/raça. Salvo engano há pesquisas que comprovam que todos nós brasileiros (estatísticas, são estatísticas) temos genes de origem indígena.</p>
<p style="text-align: justify">Sabemos que a História é a história do conquistador, do opressor, do vitorioso. A História são histórias de ideologias e preconceitos e intransigências. Do &#8220;bom selvagem&#8221; ao canibal, do preguiçoso ao sábio, do amigável ao traiçoeiro, há um pouco de mitos e verdades em cada conto. Vivo a me perguntar por quê nos ensinam tanta coisa &#8220;<em>equivocada</em>&#8221; nos primeiros anos de escola, por quê tanto rodeio, omissões e tanto floreio?</p>
<p style="text-align: justify">Hoje em dia há uma corrente que busca desmistificar muito do que a história contou. Indico que leiam a livros como os de <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eduardo_Bueno" target="_blank">Eduardo Bueno</a></strong> (<em>A Viagem do Descobrimento; Náufragos, Traficantes e Degredados; Capitães do Brasil e; Mundo Novo, As Cartas que Batizaram a América</em>), ou o curioso e divertido &#8220;<em>Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil&#8221;</em>, do jornalista <strong><a href="http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/videos-veja-entrevista/leandro-narloch-jornalista-e-autor-do-livro-guia-politicamente-incorreto-da-historia-do-brasil/" target="_blank">Leandro Narloch</a></strong>. E começamos a perceber que a &#8220;<em>ocupação</em>&#8221; do território nacional brasileiro é uma sucessão de tropeços, reajustes, acertos e remendos. O que se traduz no tal &#8220;jeitinho brasileiro&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">Aquele que sempre viveu em comunhão (no sentido mais amplo e verosímil) com a natureza passou em pouco mais de 500 anos de personagem principal (de fato e de direito) a mero espectador, quiçá figurante, dentro de seu próprio lar: as matas brasileiras.</p>
<p style="text-align: justify">No Brasil existem 604 territórios indígenas.</p>
<p style="text-align: justify">No Brasil existem 215 povos indígenas que falam 180 línguas e inúmeros dialetos.</p>
<p style="text-align: justify">No Brasil existem 440 mil cidadãos brasileiros vivendo em aldeias (63% são jovens e adolescentes).</p>
<p style="text-align: justify">E ainda hoje há grupos indígenas ainda não contactados.</p>
<p style="text-align: justify">Poderíamos aprender mais com quem mais entende, ou melhor dizendo, compreende o meio ambiente.</p>
<div id="attachment_7097" style="width: 1194px" class="wp-caption aligncenter"><a href="//seculosindigenasnobrasil.com/index.html"><img class=" wp-image-7097 " src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/Povos_Indigenas_no_Brasil.jpg" alt="" width="1184" height="1444" /></a><p class="wp-caption-text">Povos Indígenas no Brasil - Etnias por Estado</p></div>
<p style="text-align: justify"><strong>Para saber mais</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.funai.gov.br/index.html" target="_blank">FUNAI </a>&#8211; http://www.funai.gov.br/index.html</li>
<li><a href="http://www.museudoindio.org.br/" target="_blank">Museu do Índio</a> &#8211; http://www.museudoindio.org.br/</li>
<li><a href="http://www.museu-goeldi.br/" target="_blank">Museu Paraense Emílio Goeldi</a> &#8211; http://www.museu-goeldi.br/</li>
<li><a href="http://www.abant.org.br/" target="_blank">ABANT &#8211; Associação Brasileira de Antropologia</a> &#8211; http://www.abant.org.br/</li>
<li><a href="http://www.indiosonline.net/" target="_blank">Índios On-Line</a> -http://www.abant.org.br/</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/todo-dia-era-dia-de-indio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Eu quero ter 1 milhão de Amigos</title>
		<link>http://diariodoverde.com/eu-quero-ter-1-milhao-de-amigos/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/eu-quero-ter-1-milhao-de-amigos/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 Nov 2012 13:42:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Monte]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Fontes de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Xingu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=6996</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Quero levar o meu canto amigo A qualquer amigo que precisar&#8221; (Eu quero apenas, Roberto Carlos) Você tem 10 amigos. Tem?! Eu me peguei a pensar, a me questionar também. É gozado como simples perguntas, corriqueiras, cotidianas nos levam a coisas maiores e incrivelmente relevantes. No vídeo divulgado pelo Movimento Gota D&#8217;Água, no qual diversas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/11/amigos.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6997" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/11/amigos-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify">&#8220;<em>Quero levar o meu canto amigo</em><br />
<em>A qualquer amigo que precisar</em>&#8221; (Eu quero apenas, Roberto Carlos)</p>
<p style="text-align: justify">Você tem 10 amigos. Tem?! Eu me peguei a pensar, a me questionar também. É gozado como simples perguntas, corriqueiras, cotidianas nos levam a coisas maiores e incrivelmente relevantes. No vídeo divulgado pelo <strong><a href="http://movimentogotadagua.com.br/" target="_blank">Movimento Gota D&#8217;Água</a></strong>, no qual diversas personalidades artísticas nos fazem vários questionamentos e considerações que já ouvimos a esmo de alguns amigos. &#8220;<em>O que que eu tenho haver com isso?</em>&#8220;. Ou &#8220;<em>Eu pago meus impostos!</em>&#8220;. &#8220;<em>Você já foi à Amazônia?</em>&#8221; E também: &#8220;<em>Deus me livre ficar sem energia!</em>&#8221; Este vídeo de 5 (cinco) minutos faz isso com a gente. Questionar. O vídeo a que me refiro foi postado também no <strong>Diário do Verde</strong> no artigo postado por nosso companheiro <strong><a href="http://www.diariodoverde.com/movimento-gota-dagua/" target="_blank">Vitor Vasadei</a></strong> (<a href="http://www.diariodoverde.com/movimento-gota-dagua/" target="_blank">Movimento Gota D&#8217;Água</a>, Diário do Verde, 20/11/11). E lá se vai 1 (um) ano.</p>
<p style="text-align: justify">Volto a postar outro vídeo do movimento talvez com aquela sensação de &#8220;<em>se arrepender de alguma coisa que você não fez</em>&#8220;. Mas fazendo agora.</p>
<p>[youtube http://www.youtube.com/watch?v=8v1ECHwniMY]</p>
<p><span style="text-align: justify">O Movimento &#8220;</span><em>colheu imagens e depoimentos das vítimas da ilegalidade na construção da hidrelétrica de Belo Monte: o rio e os moradores da região</em><span style="text-align: justify">&#8220;.  Trata-se de &#8220;</span><em>nosso agradecimento por permanecerem nesta luta, desproporcional, em defesa do nosso rio, do rio símbolo da sociobiodiversidade da Amazônia</em><span style="text-align: justify">&#8220;.</span></p>
<p>No <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=TWWwfL66MPs" target="_blank">primeiro vídeo</a></strong> os atores perguntam se você tem 10 (dez) amigos para compartilhar a ideia. No caso nós queríamos 1  (um) milhão de amigos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/eu-quero-ter-1-milhao-de-amigos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Corrente do Bem</title>
		<link>http://diariodoverde.com/a-corrente-do-bem/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/a-corrente-do-bem/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Oct 2012 15:08:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Círio de Nazaré]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=6835</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Diante do mistério que há Nessa nossa vida humana Vais crescer mais que o rio-mar Vais voar mais que as semanas Vais sorrir pro revelado Fruto da emoção na boca De que tudo é amarrado E mundo é um, é oca&#8220; (Círios, Vital Lima) O artigo de hoje saiu com atraso (pois deveria ser publicado [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/10/A-corrente-crop.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6836" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/10/A-corrente-crop.jpg" alt="" width="270" height="288" /></a></p>
<p style="text-align: center">&#8220;<em>Diante do mistério que há</em><br />
<em>Nessa nossa vida humana</em><br />
<em>Vais crescer mais que o rio-mar</em><br />
<em>Vais voar mais que as semanas</em><br />
<em>Vais sorrir pro revelado</em><br />
<em>Fruto da emoção na boca</em><br />
<em>De que tudo é amarrado</em><br />
<em>E mundo é um, é oca</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: center">(Círios, Vital Lima)</p>
<p style="text-align: justify">O artigo de hoje saiu com atraso (pois deveria ser publicado ontem, Sábado) um pouco em decorrência do <strong><a href="http://www.ciriodenazare.com.br/" target="_blank">Círio de Nazaré</a></strong>. Do qual procuro anualmente participar da melhor forma possível. É um período em que o Pará se converge para o momento. O ritmo de vida do amazônida é regido por ciclos: a maré, as luas, o plantio e a colheita, a pesca. Tudo se renova, principalmente a Fé. É como dizia meu <strong>tio-avô Peroba</strong> (Raimundo Deodato de Queiroz): &#8220;<em><strong>Tudo, absolutamente Tudo se resume a uma palavra: Fé</strong></em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify">Já havia escrito sobre o <strong><a href="http://www.ciriodenazare.com.br/" target="_blank">Círio de Nazaré</a></strong> em um artigo (&#8220;<a href="http://www.diariodoverde.com/rogai-por-nos-catadores/" target="_blank">Rogai por nós catadores!</a>&#8220;). E como amazônida recorro ao tema novamente, como também recorro  ao filme &#8220;<em><strong><a href="http://www.terra.com.br/cinema/drama/corrente.htm" target="_blank">A corrente do bem</a></strong></em>&#8221; (que utilizo como referência para uma infinidade de reflexões) e <em><strong>pensar/questionar</strong></em>. No filme o garotinho Trevor McKinney (Haley Joel Osment) diante de um trabalho da classe de Estudos Sociais, proposto pelo professor Eugene Simonet (Kevin Spacey), criar um projeto que pudesse mudar o mundo. Então Trevor cria uma espécie <em>decorrente do bem</em> (&#8220;<strong><em>pay it forward</em></strong>&#8220;), no qual cada pessoa deveria fazer algo de bom para mais 03 (três) pessoas, e convence-las (conscientiza-las) a também fazer algo de bom para mais 03 (três ) pessoas e assim sucessivamente numa crescente exponencial. As desventuras da vida não permitem que Trevor vivencie os resultados de seu projeto que atinge proporções nacionais. Um país inteiro se mobiliza em decorrência de sua proposta para mudar o mundo para melhor.</p>
<p style="text-align: justify">Como o <strong>Círio</strong> que reúne anualmente milhões de pessoas em torno da fraternidade e do amor ao próximo o  faz também e ainda não conseguimos (penso eu) conscientizar os outros (já conseguimos com alguns) de que preservar o meio em que vivemos ainda é a nossa melhor chance de um futuro mais saudável?</p>
<p style="text-align: justify">Talvez as desventuras de nossas vidas não nos permitam vivenciá-las em sua plenitude, rogo para que filhos e netos a experimentem, mas há que se garanta esta possibilidade agora, conscientizando seu irmão, seu amigo, o vizinho, aquele que passa na rua.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/a-corrente-do-bem/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
<!-- Wp Fastest Cache: XML Content -->