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	<title>Diário do Verde &#187; água</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Dia da Mata Atlântica</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2015 12:43:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
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		<description><![CDATA[No dia de hoje, 27 de maio, comemoramos o Dia da Mata Atlântica. Quando pensamos em Mata Atlântica, o que vem à cabeça? Que tipo de paisagem imaginamos? Será que nossas ideias sobre a Mata Atlântica correspondem à realidade? Parece que basicamente a Mata Atlântica é associada à presença de grandes árvores em uma mata escura e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 12pt">No dia de hoje, 27 de maio, comemoramos o Dia da Mata Atlântica.</span></p>
<p>Quando pensamos em Mata Atlântica, o que vem à cabeça? Que tipo de paisagem imaginamos? Será que nossas ideias sobre a Mata Atlântica correspondem à realidade?</p>
<p>Parece que basicamente a Mata Atlântica é associada à presença de grandes árvores em uma mata escura e fechada, o que não está errado e faz todo o sentido. De fato, essas características realmente representam esse importante bioma em sua paisagem natural. Mas o que mais ela representa pra nós? Será que ela está assim tão &#8220;distante&#8221; de nós?</p>
<p>Podemos dizer que o bioma Mata Atlântica é mais do que essa descrição inicial e, além disso, representa pra nós uma importância também mais abrangente. Na verdade trata-se de uma floresta que abrange 17 estados brasileiros e, nas regiões sudeste e sul, chegam até mesmo a atingir a Argentina e o Paraguai.</p>
<p>A Mata Atlântica é tão abrangente e diversificada assim porque corresponde a um conjunto de formações florestais: são florestas dos tipos Ombrófila Densa, Ombrófila Mista, Estacional Semidecidual, Estacional Decidual e Ombrófila Aberta. Se fizermos uma breve pesquisa sobre cada tipo de floresta, podemos conhecer as diferenças.</p>
<p>E realmente não se trata de um lugar &#8220;apenas&#8221; de mata fechada como imaginamos, com grandes árvores e que importa apenas para as plantas e animais que neste ambiente vivem. Ela é um tipo de floresta que, além de contar com uma biodiversidade extremamente rica de flora e fauna, estão presentes também outros importantes elementos naturais e que são importantes para todos nós. Aliás, é na Mata Atlântica que se encontra, por exemplo, um dos maiores aquíferos do mundo: o Aquífero Guarani.</p>
<p>Esse conjunto de elementos naturais dão toda a beleza para o tipo de bioma do qual estamos falando e, já que citamos a presença da água, vale lembrar também a importância que existe neste sentido. Embora nos dias de hoje estejam preservadas apenas cerca de 7% da cobertura vegetal, além das águas subterrâneas a Mata Atlântica guarda importante umidade para regulação do clima no próprio local e também em ambientes mais distantes, contribuindo com a formação de nuvens e consequente presença de chuvas em diversos locais.</p>
<p>Nesta época em que vivemos e que já sabemos sobre a importância da preservação da natureza como um todo, importa-nos preservar cada vez mais considerando também os detalhes de cada tipo de bioma, incluindo este que traz uma enorme biodiversidade de plantas e animais.</p>
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		<title>Mais água, por favor!</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Mar 2014 11:47:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[chuva]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegamos ao mês de março, quando se comemora o Dia Mundial da Água. O verão está quase terminando e, pelo menos em São Paulo, não tivemos muita chuva nesse ano. As notícias que temos escutado é que os níveis dos reservatórios de água têm diminuído, quando deveria aumentar neste período. Um desses reservatórios é o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">Chegamos ao mês de março, quando se comemora o Dia Mundial da Água.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">O verão está quase terminando e, pelo menos em São Paulo, não tivemos muita chuva nesse ano. As notícias que temos escutado é que os níveis dos reservatórios de água têm diminuído, quando deveria aumentar neste período.</span><br />
<span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Um desses reservatórios é o do Sistema Cantareira, que abastece quase 10 milhões de habitantes da Grande São Paulo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Foi a ONU (Organização das Nações Unidas) que criou o Dia Mundial da Água em 22 de março de 1992. Desde então o dia 22 de março é comemorado dessa forma, com a ideia de proporcionar um momento de reflexão sobre esse importante recurso natural tão abundante no nosso planeta e, ao mesmo tempo, tão impróprio para consumo!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Ocorre que, assim como o nosso corpo, o Planeta Terra é composto aproximadamente 70% de água. Sim, mais da metade! No entanto, apenas cerca de 0,008% é potável, ou seja: própria para o consumo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Temos um mar de água ao nosso redor, e ainda nos falta água!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">A imagem deste artigo foi feita em janeiro deste ano de 2014 e mostra a Praia da Juréia, em São Sebastião, localizada no Litoral Norte de São Paulo. O local, se visitado novamente, apresentará o mesmo cenário: muita água, mas imprópria para consumo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">As dificuldades permite ao ser humano o desenvolvimento de sua inteligência, e nisso está relacionado o desenvolvimento de novas tecnologias. Assim a ciência deve caminhar junto com a humanidade e suas necessidades.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Uma das soluções encontradas e relacionadas ao uso da água do mar é a dessalinização da água, que consiste na retirada de sais e outros minerais da água.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Essa técnica foi bastante desenvolvida no Oriente Médio, onde a falta de água para consumo é grande. No entanto, trata-se ainda de um processo caro por ser muito específico e fazer uso de muita energia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Nós, seres humanos, estamos sempre querendo mais e mais! Sentimo-nos no direito de exigir e intervir com grande força na natureza, sendo que muitas coisas simplesmente já existem no ritmo certo. A própria dessalinização é natural: ocorre normalmente no processo de evaporação dos mares, quando a água é evaporada e os sais permanecem onde estão. Assim, essa água evaporada volta à terra em forma de chuvas para alimentar os rios, lagos e outros corpos d’água.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Chegamos em outra questão importante e que também é objeto de reflexão não apenas no dia ou no mês em que se comemora a água, mas sempre: a preservação dos rios e outros reservatórios de água doce!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Não precisaríamos nos preocupar tanto em tirar o sal do mar, se tivéssemos os rios e lagos limpos!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Todas essas questões devem ser discutidas, como propõe a ONU. Mas nesse período, e também no ano inteiro, devemos parar um pouco para refletir sobre o uso consciente da água em nosso dia-a-dia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Vamos refletir!</span></p>
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		<title>A Força da Lua</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Mar 2013 08:15:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
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		<description><![CDATA[Fonte da imagem: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/dd/Full_Moon_Luc_Viatour.jpg Estamos ainda no mês em que comemoramos o Dia Mundial da Água. Mas os dias não são todos iguais e, diferente da quarta-feira passada, quando falamos sobre a água pelo artigo &#8220;Água que vive&#8220;, para a noite de hoje temos a presença da lua cheia. Apesar disso, podemos continuar falando de água&#8230; [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7657" title="lua" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/03/lua1.jpg" alt="" width="545" height="550" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">Fonte da imagem: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/dd/Full_Moon_Luc_Viatour.jpg</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Estamos ainda no mês em que comemoramos o Dia Mundial da Água. Mas os dias não são todos iguais e, diferente da quarta-feira passada, quando falamos sobre a água pelo artigo &#8220;<a href="http://www.diariodoverde.com/agua-que-vive/" target="_blank">Água que vive</a>&#8220;, para a noite de hoje temos a presença da lua cheia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Apesar disso, podemos continuar falando de água&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Embora eu não seja pescador, sei da crença de que o período de lua cheia é “bom para pescar”. Conheço também outros mitos sobre a lua cheia. Você também conhece, não é?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Não acredito em lobisomem, nem outras crenças tão sofisticadas. Mas não podemos negar que a lua é um satélite e está fazendo parte do nosso Universo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Ainda que pareça algo muito filosófico e abstrato demais, acredito na teoria de que todas as coisas da natureza estão interligadas. Acho que ainda não podemos provar isso, mesmo porque nem conhecemos todos os elementos da natureza e suas funções, mas o fenômeno das marés pode ser comentado aqui!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Pode ser história de pescador, mas faz sentido. Durante a lua cheia a maré realmente aumenta e, com isso, o número de peixes próximos às margens tende a aumentar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Mas, por que a maré aumenta?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Os antigos acreditavam que a divindade estava por toda a natureza e atribuíam poderes específicos e individuais para diversos elementos: tinha o Deus do Sol, da Lua, do Vento, das Chuvas, dentre outros. Essas crenças não deixam de continuar existindo por outras formas parecidas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">O fato é que a lua tem sim um poder natural, assim como o planeta Terra. Trata-se da força gravitacional, que a lua também exerce e aqui na Terra vemos pela movimentação das águas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">A água de que tanto falamos na semana passada, e que está tão ligada a nós e ao planeta Terra, se relaciona também com a lua!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Em resumo acontece que, dependendo da posição da lua – e também do sol embora ele esteja muito mais afastado -, a força gravitacional exercida na Terra se altera e isso fica visível nos movimentos de subida e descida do nível do mar por conta da grande fluidez da água. Isso é fato comprovado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Há quem acredite também em mudanças de humor e outros fenômenos ligados às fases da lua. Embora nem tudo esteja comprovado, não podemos descartar o fato de que a água, esse elemento que por natureza é bastante fluídica com muita liberdade de movimento, está presente em aproximadamente 70% de nosso corpo – fazendo parte da composição do sangue, hormônios, órgãos e outras estruturas.</span></p>
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		<title>Água que vive</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Mar 2013 05:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
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		<description><![CDATA[“Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota”. &#8211; Madre Teresa de Calcutá O texto acima é simples, mas ao mesmo tempo profundo e verdadeiro. Verdadeiro para quem acredita, você pode dizer. Mas por que não seria? [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img class="aligncenter size-full wp-image-7636" title="agua que vive" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/03/agua-que-vive.jpg" alt="" width="545" height="413" /></p>
<p align="center"><strong>“<em>Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota</em>”.</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>&#8211; Madre Teresa de Calcutá</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">O texto acima é simples, mas ao mesmo tempo profundo e verdadeiro. Verdadeiro para quem acredita, você pode dizer. Mas por que não seria?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Estamos habituados a fazer o que fazemos e, por isso, podemos não dar conta do quão importante pode ser uma ação, mesmo que individual. E falo de ações simples, mas igualmente profundas e verdadeiras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">A água desta imagem, fotografada em 02 de Julho de 2010 na região da Serra da Canastra, Minas Gerais, não é profunda porque está próxima da nascente do Rio São Francisco. É o início do rio e ainda podemos enxergar as pedras no fundo! Mas não há, na nascente de um rio e em todo o seu percurso até o mar &#8211; ou a outro rio, se for um afluente -, algo também profundo para se pensar?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Enquanto o rio prossegue em seu caminho e com as suas próprias curvas, já estamos em março deste ano e, além da canção de Tom Jobim com a água, isso nos lembra também que estamos no período de parar um pouco e repensar nossas ações sobre o uso deste elemento natural. É que no dia 22 de março, próxima sexta-feira, é comemorado o Dia Mundial da Água!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Foi a Organização das Nações Unidas que elegeu o dia 22 de março de cada ano para que, através de diversas ações, os Estados promovam a conscientização ambiental sobre o uso racional da água.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Nesta semana eu li um texto interessante e que abrange uma visão holística (holos significa inteiro ou todo) que eu gosto muito: a importância das relações dos elementos com as partes que o compõe ou com as quais esse elemento interage. Trata-se de um aspecto ecológico para se pensar, considerando que as coisas – e seres vivos – deste mundo possuem, de alguma forma, certa ligação para serem o que são! Ou seja: as coisas se interagem e por isso dependem umas das outras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Você seria o mesmo se estivesse carregando uma gota de água a menos dentro de si? Ou o seu todo seria diferente? Vamos pensar&#8230; Eu acho que não, não seria o mesmo!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Acho que isso vai de encontro com o texto inicial, sobre a importância de uma gota d’água no mar. Ou seja: nossas ações, mesmo que individuais, são importantes na manutenção de algo maior. Assim como os rios também nascem únicos e em pontos diferentes do planeta, e mais pra frente há uma união que mantém algo maior: o mar!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Nossos corpos possuem aproximadamente 70% de água. Nosso Planeta Terra também! Uma evidência de que realmente fazemos parte deste todo maior e que com ele interagimos? Somos, então, algumas partes que compõe esse todo maior?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Vamos preservar a água que vive em nosso planeta, se quisermos preservar a nós mesmos e aos outros seres que também fazem parte do todo.</span></p>
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		<title>Uma visão positiva</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 05:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Julgar pela aparência é como olhar um cacto: não se percebe a água contida em seu interior, nem a beleza de suas flores&#8221;. &#8211; Denise Severgnini Encontrei esse texto e achei a mensagem bonita. Mas não achei apenas bonita – achei interessante e real! Será que achei certo? Ou depende do ponto de vista de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7572" title="cacto" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/03/cacto.jpg" alt="" width="545" height="409" /></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">&#8220;Julgar pela aparência é como olhar um cacto: não se percebe a água contida em seu interior, nem a beleza de suas flores&#8221;.</span></strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">&#8211; Denise Severgnini</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Encontrei esse texto e achei a mensagem bonita. Mas não achei apenas bonita – achei interessante e real!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Será que achei certo? Ou depende do ponto de vista de cada um?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Eu diria que algumas coisas dependem sim do ponto de vista, porque essas coisas dependem de nós próprios. Depende de cada um achar que uma mensagem é bonita ou não; se é interessante ou não importa. Depende de cada um também acreditar se é real ou não!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Ao mesmo tempo, acredito também que algumas coisas já não dependem mais de nós – elas simplesmente são! São o que? Não importa muito. Elas são!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">A foto usada como imagem para este post eu tirei em outubro de 2012 e ilustra a mensagem de Denise Severgnini. Pois é, a natureza nos mostra que é verdade!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Falando ainda das coisas que “simplesmente são”, complemento o pensamento dizendo que podemos acreditá-las à partir do momento que temos algum conhecimento sobre o assunto para isso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Sabemos, por exemplo, que o sol existe. Não adianta acreditarmos ou não: ele está lá, ele existe! E nós só sabemos que ele existe porque temos conhecimento disso. Então temos a certeza. É assim também que as coisas que “dependem do nosso ponto de vista” podem passar a não depender mais, pois conforme adquirimos conhecimento, menos liberdade temos para recusar alguma verdade!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Os cactos e outras plantas da família Cactaceae possuem algumas adaptações para viver em ambientes quentes e extremamente secos. Chamamos de adaptações, neste caso, as modificações que encontramos nos seres vivos para que possam viver onde vivem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">O texto inicial diz que há água contida no interior do cacto, e isso é verdade! Mas eu digo que é verdade não só porque o texto diz. Trata-se de uma informação que a ciência conhece! É de conhecimento, não se pode mais negar até que se prove o contrário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Os cactos possuem uma enorme capacidade para armazenar água em seus caules e conseguem, ainda, perder muito pouco dessa água. Por isso seus caules são “suculentos”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Não vemos cactos com folhas ou, quando vemos em algumas espécies, elas são muito menores se comparadas a outras plantas. Isso é importante porque é pelas folhas que as plantas perdem a maior quantidade de água para o ambiente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Mas, como fazer fotossíntese sem as folhas? Como sobreviver? Calma, calma&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Eles não possuem folhas, mas seus caules são verdes porque possuem clorofila e, por isso, possibilitam o processo de fotossíntese!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">O texto fala que há água contida no cacto e eu disse que é verdade. O texto fala também sobre a beleza de suas flores! E agora? O que eu posso dizer?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Bem, na verdade não posso dizer por todos. Trata-se de um exemplo de “coisa que depende do ponto de vista”, depende de cada um. E também não me cabe julgar! Mas acredito também que cada um pode mudar a si mesmo para melhor, enxergando as coisas com uma visão cada vez mais positiva.</span></p>
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		<title>Cores da água</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Dec 2012 06:05:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
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		<description><![CDATA[A água é incolor (não tem cor), insípida (não tem sabor) e inodora (não tem cheiro). Assim aprendemos, desde sempre, a respeito da água “pura” nas escolas. Mas afinal, a água é mesmo incolor? Essas características podem parecer um tanto estranhas&#8230; Diante de tantas cores, sabores e cheiros presentes na natureza, como pode um componente [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-7151" title="Cores da água" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/Cores.jpg" alt="" width="590" height="447" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">A água é incolor (não tem cor), insípida (não tem sabor) e inodora (não tem cheiro). Assim aprendemos, desde sempre, a respeito da água “pura” nas escolas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Mas afinal, a água é mesmo incolor?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Essas características podem parecer um tanto estranhas&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;"> Diante de tantas cores, sabores e cheiros presentes na natureza, como pode um componente tão abundante não possuir esses elementos?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;"> Aproximadamente 70% da superfície da Terra está coberta por água e, em porcentagem aproximada, a água está presente também em nossos corpos. A água é, de fato, um elemento que faz parte de nossas vidas e dos outros seres vivos, e por isso é indispensável.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Algumas pessoas brincam dizendo que a água pode não ter cor e nem cheiro, mas tem gosto de água. Em partes eu concordo com esse pensamento! Como se pode definir a ausência de um sabor? Eu não sei como pensar sobre isso neste momento, confesso, e convido todos a essa reflexão!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Há um mito que envolve a cor das águas dos oceanos. Já li e já ouvi algumas pessoas dizerem que a cor azul que vemos no mar é o reflexo da cor do céu. Acho melhor não entrarmos nos detalhes da cor do céu, por enquanto. Vamos falar hoje da cor da água que já está de bom tamanho!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;"> Na verdade, especialistas já derrubaram esse mito. A cor azul e algumas vezes esverdeada das águas dos oceanos está relacionada, na verdade, com as características das próprias moléculas de água – e por isso nada tem a ver com o céu, pelo menos nesse sentido. Sabe-se, em resumo, que as cores estão relacionadas com a luminosidade e são o resultado da percepção que nós temos diante da luz.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">As moléculas de água possuem características próprias, absorvendo mais as cores com comprimento de onda maior &#8211; como o vermelho e o laranja &#8211; e refletindo as cores de ondas menores &#8211; como o azul. Por isso facilmente enxergamos o mar na cor azul.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Mas a cor das águas dos oceanos, rios e lagos na verdade depende também, como praticamente tudo nesse mundo natural, de outros elementos também naturais que estão envolvidos. Trata-se de sedimentos, detritos e organismos vivos dissolvidos no próprio ambiente. Se a areia for clara, por exemplo, acaba refletindo mais a luz do sol e faz com que a água do raso seja mais clara que em áreas profundas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">A maior presença do elementos ricos em ferro, por exemplo, que se desprendem das rochas, torna a água mais escura.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Alguns organismos possuem pigmentos avermelhados que, em grande quantidade, podem também alterar a coloração das águas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Assim as cores podem varias bastante, passando do azul e verde para o vermelho, marrom e outras até mais escuras.</span></p>
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		<title>Armazenamento de Alimentos</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 08:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência na Mesa]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
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		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
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		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O local onde os alimentos são armazenados dentro de casa e nos supermercados, gasta uma enorme quantidade de energia para mantê-los conservados, seja refrigerados ou congelados. O segmento das refeições prontas representa a maior porcentagem (40%) dos alimentos congelados em geral (HACKETT, CHOW, 2005). Os supermercados são um dos edifícios comerciais que mais consomem energia. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/armazenamento-de-alimentos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4478" title="Armazenamento de Alimentos" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/armazenamento-de-alimentos.jpg" alt="Armazenamento de Alimentos" width="580" height="417" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O local onde os alimentos são armazenados dentro de casa e nos supermercados, gasta uma enorme quantidade de energia para mantê-los conservados, seja refrigerados ou congelados. O segmento das refeições prontas representa a maior porcentagem (40%) dos alimentos congelados em geral (HACKETT, CHOW, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;">Os supermercados são um dos edifícios comerciais que mais consomem energia. Uma quantidade significativa de energia é usada para manter os alimentos refrigerados e congelados. Supermercados típicos com aproximadamente 3700 &#8211; 5600m<sup>2</sup> de área de venda consomem na ordem de 2 – 3 milhões de kWh por ano para o uso total de energia no armazenamento. Um dos maiores uso de energia nos supermercados é a refrigeração, produtos perecíveis devem ser mantidos refrigerados durante a exibição e armazenamento. O consumo típico de energia para a refrigeração no supermercado é da ordem da metade do total da loja (BAXTER, 2003).</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, pouco tem sido escrito sobre o uso e desperdício de energia em casa. Sendo assim, ainda há ambiguidades ao estimar o quanto de energia está ligado ao armazenamento e preparação de alimentos em casa (MINN, 2009).</p>
<p style="text-align: justify;">Não só a indústria, mas também o consumidor, devem se comprometer com estratégias para evitar o desperdício. O Estado também é  um  componente  fundamental  na  construção  de  uma  estratégia  nacional  de abastecimento, seja na regulação dos mercados de produtos agropecuários e agroextrativistas,  seja  na  garantia  do  acesso  a  alimentos  de  qualidade  e  em  quantidade suficiente. É um  equívoco  subtrair  do poder público  o  papel  regulador  da  produção, processamento,  distribuição  e  consumo  de  alimentos,  no  vago  entendimento  de  que  os mecanismos de mercado, por si só, equacionam a questão do abastecimento, especialmente, em um país de dimensões continentais e com profundas desigualdades econômicas e sociais como o Brasil (CONSEA, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;">De toda forma, até mesmo nesta etapa do sistema alimentar, o consumidor pode contribuir na sua própria casa.</p>
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		<title>As matas do Utinga</title>
		<link>http://diariodoverde.com/as-matas-do-utinga/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 Sep 2011 01:02:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Belém do Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Amazônica]]></category>
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		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Parque Ambiental do Utinga]]></category>
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		<category><![CDATA[Utinga]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Vem ver comigo o rio e suas leis. Vem aprender a ciência dos rebojos, vem escutar os cânticos noturnos no mágico silêncio do igapó.&#8221; (Thiago de Mello) Com uma área equivalente a mais de 1.300 estádios de futebol (cerca de de 1.340 hectares), o Parque Estadual do Utinga é a maior área de conservação da natureza [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">&#8220;<em>Vem ver comigo o rio e suas leis.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Vem aprender a ciência dos rebojos,</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>vem escutar os cânticos noturnos</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>no mágico silêncio do igapó.</em>&#8221; (Thiago de Mello)</p>
<div id="attachment_4083" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Parque-Estadual-do-Utinga.jpg"><img class="size-large wp-image-4083" title="Parque Estadual do Utinga" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Parque-Estadual-do-Utinga-580x386.jpg" alt="Parque Estadual do Utinga" width="580" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">Alunos da E.E.E.F.M Dr. Paulo Fontelles de Lima</p></div>
<p style="text-align: justify;">Com uma área equivalente a mais de 1.300 estádios de futebol (cerca de de  1.340 hectares), o<strong> Parque Estadual do Utinga</strong> é a maior área de  conservação da natureza com proteção integral aberta à visitação da Região  Metropolitana de Belém. Sob administração da Secretaria Estadual de Meio  Ambiente (Sema), o parque recebe diariamente visitação média de cerca de 100  pessoas. O Parque do Utinga é considerado um dos últimos ecossistemas  conservados na Região Metropolitana de Belém.</p>
<p style="text-align: justify;">O Parque do Utinga foi criado em 1993, e recebe anualmente cerca de 30 mil  visitantes. Devido à grande extensão da área, para o controle e fiscalização dos  visitantes, o Parque conta com a proteção do Batalhão de Polícia Ambiental, que  atua na segurança dos visitantes e dos animais da área.</p>
<p style="text-align: justify;">Frequentemente associado aos Lagos Bolonha e Água Preta, que lá se encontram  e são responsáveis por abastecer cerca de 60% da água potável as residências dos  municípios de Belém, Marituba e Ananindeua, através da Companhia de Saneamento  do Pará (Cosanpa), o Parque ainda recebe em seu espaço o Exército e a Empresa  Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que utilizam a área para  desenvolver atividades e pesquisas.</p>
<div id="attachment_4084" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Lago-Bolonha.jpg"><img class="size-full wp-image-4084" title="Lago Bolonha" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Lago-Bolonha.jpg" alt="Lago Bolonha" width="580" height="435" /></a><p class="wp-caption-text">Lago Bolonha</p></div>
<p style="text-align: justify;">A grande dimensão do parque e suas áreas de floresta de terra firme, várzea e  igapós, onde estão dispersos uma infinidade de mamíferos, répteis, anfíbios e  insetos, além da grande variedade de aves e flora diversificada, atrai as mais  diversas atividades, ideal para praticar exercícios físicos como a  caminhada, ou para fazer trilhas. Existem sete opções de trilhas para receber os  visitantes: a do Macaco e do Bolonha (as mais antigas), e as mais recentes (em  fase de estruturação): a da Castanheira, da Jararaca, da Mariana, da Água Preta  e da Acapu. Além de uma que será específica para as <strong>crianças</strong>. Entre as atividades, os policiais também acompanham os visitantes em  exposições, trilhas ecológicas e caminhadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Um projeto de revitalização foi planejado em 2010. O projeto do parque  ambiental prevê a construção de um grande pórtico com área de recepção, Centro  de Exposição, Centro de Convenções para 100 lugares e restaurante na beira do  lago, que servirão para o lazer e a educação ambiental para a população e  turistas, além de ciclovias, áreas para a melhor idade, tudo monitorado  eletronicamente e com instrutores disponíveis para dar orientação à população. O  objetivo da ação é integrar esta área ao convívio das pessoas e ampliar as  atividades de educação ambiental, em especial com as escolas. A proposta prevê a  transformação do parque em um grande pólo para o turismo de negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, a acelerada expansão urbana e o crescimento regional não param de  ameaçar as áreas de proteção ambiental na Região Metropolitana de Belém.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Serviço</strong>: O Parque Estadual do Utinga é aberto à visitação de  segunda à sexta, das 06 às 14h, e aos sábados e domingos, das 8 às 12h. Para  escolas, instituições e demais grupos acima de 15 pessoas, o agendamento com  trilhas e outras atividades é feito no local. O Parque fica localizado na  <strong>Avenida João Paulo II próximo ao bairro do Utinga</strong>. Mais  informações pelos telefones <strong>(91) 3276-2778</strong> e  <strong>3184-3613</strong> e pelo e-mail <a href="mailto:parquedoutinga@sema.pa.gov.br"><strong>parquedoutinga@sema.pa.gov.br</strong></a>.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;">A palavra <strong>Utinga</strong>, é uma expressão tupi, que  significa Rio ou Riacho de Águas claras.</span></p>
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		<title>&#8220;Mormaço na Floresta&#8221;</title>
		<link>http://diariodoverde.com/mormaco-na-floresta/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 Jun 2011 20:30:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
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		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Thiago de Mello]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Nesta bacia drenada pelo rio por excelência, mais cedo ou mais tarde se há de concentrar a civilização do globo.&#8221; (Humboldt) Estive assistindo novamente o filme Apocalypto (Fox Film, 2006), de Mel Gibson, a procura de um detalhe para um outro trabalho que realizo e, de repente, não mais que de repente, me deparei pensando [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-size: 12px; text-align: right;"><span style="font-size: small;"><em>&#8220;Nesta bacia drenada pelo rio por excelência,  mais cedo ou mais tarde se há de concentrar a civilização do globo.&#8221;</em> (Humboldt)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Estive assistindo novamente o filme  <strong>Apocalypto</strong> (Fox Film, 2006), de Mel Gibson, a procura de um detalhe para  um outro trabalho que realizo e, de repente, <em>não mais que de repente</em>, me  deparei pensando nisso: um estória (ou história) que fala dos primórdios da  “civilização” nas américas, mas cujo título remete a passagem bíblica do fim dos  tempos (o Apocalipse). Mas esta idéia só tomou forma (a pior delas) na cena em  que o jovem Jaguar Paw depara-se com fugitivos moribundos de outra tribo que lhe  deixa uma impressão forte, a qual seu pai aconselha esquecer e não falar sobre.  O “Temor” nos olhos de seu igual.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Há algo de comum e familiar em um texto de Thiago  de Mello que reproduzo abaixo.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;"> </span></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=XylbBRdiRdI"><img class="aligncenter size-full wp-image-2749" title="Thiago de Mello" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/thiago-de-mello.jpg" alt="" width="473" height="315" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">“<em>É a grande Amazônia, toda ela  no trópico úmido, com a sua floresta compacta e atordoante, onde ainda palpita,  intocada e em vários lugares jamais surpreendida pelo homem, a vida que se foi  urdindo em verdes desde o amanhecer do terciário. Intocada e desconhecida em  muito de sua extensão e de sua verdade, a Amazônia ainda está sendo  descoberta.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><em> </em><span><em>Iniciada há quatro séculos, o seu descobrimento  ainda não terminou. E, no entanto, pelo que já se conhece da vida na Amazônia,  desde que o homem a habita, ergue-se das funduras das suas águas e dos altos  centros de sua selva um terrível temor: o de que essa vida esteja, devagarinho,  tomando o rumo do fim</em>”. (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=XylbBRdiRdI">Thiago de  Mello</a>, Mormaço na Floresta, pág. 81).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Eu não esqueci aquele olhar (e nem deveria),  porque há de se fazer como na canção de Gil: “<a href="http://letras.terra.com.br/gilberto-gil/46200/"><em>É preciso  estar atento e forte</em></a><a href="http://letras.terra.com.br/gilberto-gil/46200/"><em>/ Não  temos tempo de temer a morte</em>” (Divino Maravilhoso)</a></span></p>
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		<title>Você tem sede de que? Você tem fome de que?&#8230;</title>
		<link>http://diariodoverde.com/voce-tem-sede-de-que-voce-tem-fome-de-que/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Jun 2011 19:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho animado]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Rango]]></category>
		<category><![CDATA[socioambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A gente não quer Só dinheiro A gente quer dinheiro E felicidade A gente não quer Só dinheiro A gente quer inteiro E não pela metade&#8230;&#8221; (Comida, Titãs. Composição: Arnaldo Antunes / Marcelo Fromer / Sérgio Britto) &#8220;Quem controla a àgua, controla tudo&#8220;. Com esta afirmação o personagem do filme &#8220;Rango&#8221; sentencia um futuro desolador. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">&#8220;A gente não quer<br />
Só dinheiro<br />
A gente quer dinheiro<br />
E felicidade<br />
A gente não quer<br />
Só dinheiro<br />
A gente quer inteiro<br />
E não pela metade&#8230;&#8221;</p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-size: x-small;">(<em>Comida</em>, Titãs. <strong>Composição:</strong> Arnaldo Antunes / Marcelo Fromer / Sérgio Britto)</span></p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-2277" title="Rango" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Rango-580x362.jpg" alt="Rango" width="580" height="362" /></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;<em><strong>Quem controla a àgua, controla tudo</strong></em>&#8220;. Com esta afirmação o personagem do filme &#8220;<strong>Rango</strong>&#8221; sentencia um futuro desolador. Tão desolador quanto a linha do horizonte tremula do deserto. A seca é tanta que até distorce (ou deforma) nossa consciência. E olha que o filme está na categoria &#8220;<em>desenho infantil</em>&#8220;. Para além das diversas citações e referências cinematográficas e o surrado maniqueísmo da eterna luta do bem contra o mal e da cômica crise de identidade (eu diria existêncial, pois sutilmente tranportada para um &#8220;<em>far, far, west</em>&#8221; denuncia no mundo globalizado a angustiante necesidade do &#8220;<em>parecer que é</em>&#8220;, não atoa Rango considera-se um ator metropolitano que &#8220;<em>interpreta</em>&#8221; a si mesmo). Mas o que quero ressaltar é o quanto os nossos governates, dirigentes, administradores, etc., podem estar se tornando personagens cujas performances teatrais nos conduzem a crer no que bem desejam: trabalhando no afinco do bem estar social, ambiental, econômico, dos mais necessitados, etc, etc. Enquanto isso teremos que seguir sobrevivendo (o ideal seria  &#8220;vivendo&#8221;!) talvez em cidades como &#8220;Dirty&#8221; (cuja tradução além de &#8220;sujo&#8221;, &#8220;poeirento&#8221;, também cabem sinônimos como &#8220;<em>sórdido</em>&#8221; ou &#8220;<em>mesquinhez&#8221;</em>)?</p>
<p style="text-align: justify;">O Cristiano, sobrinho da Lú, acha engraçado o fato de que assisto desenhos animados. Bem, &#8220;<em>espio</em>&#8221; de <em>Pokémon</em> à Akira, de <em>Spectreman</em> à Kurosawa. Em parte diversão, em parte exercício profissional. Como os olhos do Rango (um camaleão cuja orbita ocular move-se de modo independente), pelo menos <strong><em>como</em> </strong>vejo e <em>de <strong>onde</strong></em><strong> </strong>vejo, olho o mundo com o questionamento da composição dos Titãs cujo senso crítico e mordaz pergunta: &#8220;<em>Você tem fome de que?</em>&#8221; E na mesma proporção poética do <strong><em>&#8220;Amar</em></strong><strong><em>&#8220;</em></strong> de Carlos Drummond de Andrade:</p>
<p><em>&#8220;(&#8230;) amar o que o mar traz à praia,<br />
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,<br />
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?<br />
Amar solenemente as palmas do deserto,<br />
o que é entrega ou adoração expectante,<br />
e amar o inóspito, o áspero,<br />
um vaso sem flor, um chão de ferro,<br />
e o peito inerte, e a rua vista em sonho,<br />
e uma ave de rapina.<br />
Este o nosso destino: amor sem conta,<br />
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,<br />
doação ilimitada a uma completa ingratidão,<br />
e na concha vazia do amor à procura medrosa,<br />
paciente, de mais e mais amor.<br />
Amar a nossa falta mesma de amor,<br />
e na secura nossa, amar a água implícita,<br />
e o beijo tácito, e a sede infinita.&#8221;</em></p>
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