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	<title>Diário do Verde &#187; água salgada</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Cores da água</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Dec 2012 06:05:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[água doce]]></category>
		<category><![CDATA[água salgada]]></category>
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		<description><![CDATA[A água é incolor (não tem cor), insípida (não tem sabor) e inodora (não tem cheiro). Assim aprendemos, desde sempre, a respeito da água “pura” nas escolas. Mas afinal, a água é mesmo incolor? Essas características podem parecer um tanto estranhas&#8230; Diante de tantas cores, sabores e cheiros presentes na natureza, como pode um componente [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-7151" title="Cores da água" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/Cores.jpg" alt="" width="590" height="447" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">A água é incolor (não tem cor), insípida (não tem sabor) e inodora (não tem cheiro). Assim aprendemos, desde sempre, a respeito da água “pura” nas escolas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Mas afinal, a água é mesmo incolor?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Essas características podem parecer um tanto estranhas&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;"> Diante de tantas cores, sabores e cheiros presentes na natureza, como pode um componente tão abundante não possuir esses elementos?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;"> Aproximadamente 70% da superfície da Terra está coberta por água e, em porcentagem aproximada, a água está presente também em nossos corpos. A água é, de fato, um elemento que faz parte de nossas vidas e dos outros seres vivos, e por isso é indispensável.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Algumas pessoas brincam dizendo que a água pode não ter cor e nem cheiro, mas tem gosto de água. Em partes eu concordo com esse pensamento! Como se pode definir a ausência de um sabor? Eu não sei como pensar sobre isso neste momento, confesso, e convido todos a essa reflexão!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Há um mito que envolve a cor das águas dos oceanos. Já li e já ouvi algumas pessoas dizerem que a cor azul que vemos no mar é o reflexo da cor do céu. Acho melhor não entrarmos nos detalhes da cor do céu, por enquanto. Vamos falar hoje da cor da água que já está de bom tamanho!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;"> Na verdade, especialistas já derrubaram esse mito. A cor azul e algumas vezes esverdeada das águas dos oceanos está relacionada, na verdade, com as características das próprias moléculas de água – e por isso nada tem a ver com o céu, pelo menos nesse sentido. Sabe-se, em resumo, que as cores estão relacionadas com a luminosidade e são o resultado da percepção que nós temos diante da luz.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">As moléculas de água possuem características próprias, absorvendo mais as cores com comprimento de onda maior &#8211; como o vermelho e o laranja &#8211; e refletindo as cores de ondas menores &#8211; como o azul. Por isso facilmente enxergamos o mar na cor azul.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Mas a cor das águas dos oceanos, rios e lagos na verdade depende também, como praticamente tudo nesse mundo natural, de outros elementos também naturais que estão envolvidos. Trata-se de sedimentos, detritos e organismos vivos dissolvidos no próprio ambiente. Se a areia for clara, por exemplo, acaba refletindo mais a luz do sol e faz com que a água do raso seja mais clara que em áreas profundas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">A maior presença do elementos ricos em ferro, por exemplo, que se desprendem das rochas, torna a água mais escura.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Alguns organismos possuem pigmentos avermelhados que, em grande quantidade, podem também alterar a coloração das águas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Assim as cores podem varias bastante, passando do azul e verde para o vermelho, marrom e outras até mais escuras.</span></p>
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		<title>A problemática da água doce</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 01:45:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[água doce]]></category>
		<category><![CDATA[água salgada]]></category>
		<category><![CDATA[recursos hídricos]]></category>
		<category><![CDATA[Semana do Meio Ambiente e da Ecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Quase 100% de toda a água disponível no mundo é salgada. Uma parcela mínima, correspondente a apenas 2,5%, é água doce (para você que adora estatísticas, acesse este outro artigo). Não é nenhuma novidade o alerta que diz que, dentro em breve, a água virá a faltar. Em geral, os especialistas estimam que dentro de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-2200" title="Água Doce" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/agua_doce-580x385.jpg" alt="" width="580" height="385" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quase 100% de toda a água disponível no mundo é salgada. Uma parcela mínima, correspondente a apenas 2,5%, é água doce (para você que adora estatísticas, <a href="http://www.diariodoverde.com/a-agua-como-voce-nunca-viu/">acesse este outro artigo</a>). Não é nenhuma novidade o alerta que diz que, dentro em breve, a água virá a faltar. Em geral, os especialistas estimam que dentro de 50 anos, grande parte da população mundial virá a sofrer com uma grave falta do líquido. Outros, são ainda mais pragmáticos: não dão mais que 20 ou 30 anos. A água que nós temos hoje é a mesma que esteve presente na Terra por milhões e milhões de anos, no que refere-se a quantidade (estável). O número de pessoas cresce em um ritmo desproporcional, a pressão sob o bem tão escasso está intolerável. O tratamento de água é caro, não é fácil e requer um árduo trabalho. Direto ao ponto: <strong><a href="http://www.diariodoverde.com/agua-cuidar-para-nao-faltar/">a água limpa está em falta</a></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando nisso, eis que surgiu a ideia de separar o sal da água do mar. Um método dispendioso e aparentemente brilhante de solucionar a problemática da água. Não passa de ilusão. Para se obter 1 litro de água através da dessalinização, é necessário o gasto de 2 a 5 litros, em média, de água doce! <span style="text-decoration: underline;">A matemática é simples:</span> para se produzir água, é necessário o gasto de energia. Um dos líquidos de maior potencial calorífico, consequentemente energético que se conhece, é a água. Ou seja: um meio excelente para a geração de energia. Só que a água salgada não serve para este processo de fabricação, tem de ser a água doce. Ou seja, para se produzir água boa para se beber, já tem de se ter água nestas condições. Além disso, tem um outro ponto a se pensar: e o que fazer com o sal, resultado final deste processo? Não vai ter lugar para acomodá-lo! Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o consumo ideal de sal, por pessoa/dia, é equivalente a 5g. O sal em excesso é responsável por várias doenças, dentre elas uma das principais causas de morte: a hipertensão, a popular pressão alta. Nem se nos entupíssemos de comer sal, comendo vá lá 20g por dia, 4x mais do que o recomendado, conseguiríamos nos livrar dele (é claro que fazer isto seria uma loucura). O custo-benefício, como pode se perceber, é negativo. <strong>É inviável</strong> <em>&#8211; para não dizer surreal &#8211;</em> <strong>transformar a água doce em água salgada!</strong><br />
Eis que surge a questão: mas e a energia solar, por exemplo, não serve? Também não. Ninguém conseguiu chegar a alternativas e soluções viáveis para a problemática da água. O que é certo é que, se o painel atual não melhorar, estamos destinados a um amanhã nada agradável, no estilo da <a href="http://www.diariodoverde.com/carta-de-2070/">Carta de 2070</a>. Quando se fala em economizar água, trata-se de um assunto muito sério. Quando se fala em proteger os aquíferos, reservas hídricas, não é brincadeira. Nos próximos anos, a água doce (ou potável, como preferir) valerá muito mais que o petróleo e outros minerais ditos hoje &#8220;preciosos&#8221;. A questão da água é emblemática, profunda. É um assunto que merece destaque e atenção. Desafiamos o curso natural das coisas, uma hora, o retorno vem. Assim como muitas outras maravilhas do nosso planeta, a água é o que é, finita. Não há outra saída a não ser preservar. Sem ela, não haverá vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PS:</strong> Este artigo, polêmico por saltar os olhos uma necessidade que custamos a enxergar, de um aspecto totalmente diferente (agradecimento especial ao meu professor Paulo, de Química, referência para a criação deste conteúdo), abre as comemorações da <strong>Semana do Meio Ambiente e da Ecologia</strong>, no Diário do Verde, que será realizada entre os dias 01 e 05 de Junho.</p>
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