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	<title>Diário do Verde &#187; Sem categoria</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>40 Contribuições Pessoais para a Sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2015 22:59:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Um novo ano está começando, e com ele nos é dada a oportunidade de empreendermos novas ações em prol do nosso próximo, de nós mesmos e do meio ambiente. Para ajudar você a ter um 2015 mais saudável, em sua primeira publicação do ano o Diário do Verde traz uma lista de 40 ações práticas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Um novo ano está começando, e com ele nos é dada a oportunidade de empreendermos novas ações em prol do nosso próximo, de nós mesmos e do meio ambiente. Para ajudar você a ter um 2015 mais saudável, em sua primeira publicação do ano o Diário do Verde traz uma lista de 40 ações práticas extraídas da <a href="http://www.meioambientesorocaba.com.br/Pagina.aspx?pg=38" target="_blank">Secretaria do Meio Ambiente de Sorocaba</a>, que se aplicadas no cotidiano podem impactar consideravelmente para a melhoria de vida. Aplique as sugestões apresentadas no artigo de hoje aos poucos, que uma hora o hábito positivo irá se incorporar à sua rotina e passará a ser natural a sua realização. Sem mais delongas, segue abaixo a relação completa de <strong>dicas em prol da sustentabilidade</strong>, esperamos que goste das sugestões:</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>1.</strong> Vote conscientemente, afinal seu voto é um poderoso instrumento de mudança. Lembre-se que elegendo pessoas preocupadas com a causa ambiental você consegue, por conseqüência, uma melhor qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>2.</strong> Sempre que presenciar algum crime ambiental, denuncie! Quando você se cala, contribui para que problemas deste tipo continuem acontecendo. Faça sua parte!</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>3.</strong> Informe-se sobre a legislação ambiental e ajude a defender nossos direitos. Saiba mais através dos sites <a href="http://www.ibama.gov.br/" target="_blank">www.ibama.gov.br</a> e <a href="http://www.mma.gov.br/" target="_blank">www.mma.gov.br</a>.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>4.</strong> É fundamental manter-se informado sobre as questões ambientais. Só assim é possível perceber, avaliar e tomar decisões para melhorar sua qualidade de vida. Lembre-se: informação é poder.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>5.</strong> Forme e/ou participe de associações comunitárias voltadas ao meio ambiente. Desta forma você exerce seus deveres e direitos de cidadania e contribui para uma melhor qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>6.</strong> Estimule a abordagem ambiental lembrando no seu dia-a-dia dos 5R: Reduzir, Reutilizar, Reciclar, Reeducar e Replanejar.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>7.</strong> Reduza o seu consumo ao mínimo necessário, assim você gasta menos água, energia e matéria prima e, por conseqüência, gera menos esgoto, calor, poluição, desmatamentos e outros problemas ambientais.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>8.</strong> Desenvolva o hábito de reutilizar materiais, desta forma você ajuda a reduzir a produção de lixo.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>9.</strong> Sempre que encontrar locais onde a coleta seletiva estiver implantada, colabore: separe o lixo nos respectivos coletores e faça sua parte ajudando na reciclagem.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>10.</strong> Você sabe o que é a preciclagem? É o ato de escolher produtos que não agridem o ambiente na hora da compra. Assim você incentiva empresas que preocupam-se com o desenvolvimento sustentável.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>11.</strong> Reeducar nosso comportamento é essencial para garantir o futuro da humanidade. Precisamos ter consciência de que os recursos do nosso planeta são finitos.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>12.</strong> É necessário replanejar nossos gastos e nosso estilo de vida. Muitas vezes adquirimos produtos que nem mesmo precisamos e ainda consumimos alimentos com excesso de aditivos químicos.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>13.</strong> As árvores têm grande importância para o planeta: são abrigos de inúmeras espécies, protegem os solos, reduzem a poluição atmosférica e sonora. Ajude a protegê-las. As árvores da sua rua e da sua cidade são um patrimônio público. Lembre-se: para cortá-las, necessita-se de uma autorização especial. Denuncie se presenciar algum corte ilegal.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>14.</strong> Não compre animais silvestres, peles ou quaisquer produtos extraídos de animais. Desestimule esta prática criminosa.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>15.</strong> Economize energia elétrica: reduza o tempo do banho e de passar roupa, utilize lâmpadas fluorescentes compactas e desligue aparelhos da tomada quando não estiver utilizando-os.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>16.</strong> Água potável é um recurso em escassez em muitas partes do mundo. Você sabia que já existe até contrabando de água? Portanto, ajude a economizar este recurso natural tão importante.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>17.</strong> Reutilize a água sempre que possível. A água de chuva, por exemplo, pode ser utilizada para limpeza em geral e para regar plantas.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>18.</strong> Exija que a escola trate a questão ambiental. O Brasil é um dos poucos países do mundo que a educação ambiental deve fazer parte do currículo escolar.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>19.</strong> Incentive os jovens a seguir as novas carreiras criadas no setor ambiental. Esta é a área profissional que mais cresce no mundo e a que mais gera novas profissões.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>20.</strong> Baterias e pilhas contêm substâncias tóxicas ao meio ambiente e não devem ser descartadas no lixo. Organize a coleta seletiva deste material e encaminhe para a reciclagem.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>21.</strong> Diga não à caça esportiva. Sob nenhuma alegação devemos aceitar este tipo de prática.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>22.</strong> Promova mudanças de hábitos no trabalho. Incentive a coleta seletiva, a conservação de energia e o uso racionalizado de materiais de escritório.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>23.</strong> Promova mudanças de hábito em casa. Incentive a economia e o reuso da água, otimize a utilização da energia elétrica, reduza os gastos com combustível e compras em geral.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>24.</strong> Dê preferência às toalhas e fraldas de pano. As fraldas descartáveis representam um grande problema ambiental porque demoram muito a se decompor.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>25.</strong> Quando você usa o fogão, a queima do gás de cozinha produz gás carbônico e gás metano, substâncias que contribuem para o efeito-estufa. Portanto utilize o fogão racionalmente.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>26.</strong> Evite comprar produtos em embalagens de isopor. Você sabia que este tipo de material demora cerca de 400 anos para se decompor? Dê preferência a embalagens de papelão que são recicláveis.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>27.</strong> Dê atenção às advertências de risco em produtos químicos. Muitos deles representam sérios perigos à saúde e podem causar danos ao ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>28.</strong> Apoie a luta contra o tabagismo. Além de ser a maior fonte de poluição dos ambientes internos de trabalho, o fumo causa diversos danos à saúde.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>29.</strong> Participe de audiências públicas ambientais da sua cidade. Nessa ocasião podemos interferir e questionar o impacto ambiental de obras que serão realizadas.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>30.</strong> Saia da mesmice, da frente da televisão e programe um fim de semana diferente. Leve seus familiares para um passeio no campo.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>31.</strong> Apoie as ciclovias. Além de promover a saúde das pessoas, andar de bicicleta reduz a poluição sonora e atmosférica dos centros urbanos.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>32.</strong> Se você tem carro, use-o racionalmente: incentive a carona solidária, vá caminhando até lugares mais próximos e não permita a incineração de pneus, procure reciclá-los.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>33.</strong> Conheça mais sobre a área ambiental do seu País. Informe-se sobre os programas de gestão ambiental em andamento entrando nos sites: <a href="http://www.mma.gov.br/" target="_blank">www.mma.gov.br</a> e <a href="http://www.ibama.gov.br/" target="_blank">www.ibama.gov.br</a>.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>34.</strong> Mantenha sempre à mão os telefones e os demais contatos dos órgãos ambientais da sua cidade. Divulgue, acione e apoie essas instituições.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>35.</strong> Promova a sua saúde preservando a qualidade ambiental. Sem um meio ambiente saudável não há saúde. Sem saúde não há qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>36.</strong> Prefira vegetais cultivados sem o uso de pesticidas, utilizando apenas adubos naturais. Consumindo produtos orgânicos você cuida do meio ambiente e da sua saúde.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>37.</strong> Veja a publicidade com olhos críticos. O consumo estimulado por ela não é sustentável, agride o planeta e atrapalha seu poder de decisão criando necessidades desnecessárias.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>38.</strong> A Terra faz parte do cosmos e nós somos um pedaço da Terra. Somos parte do universo, do todo. Então temos que pensar e agir não apenas localmente, mas como cidadãos do mundo e agir globalmente.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>39.</strong> Adote a não-violência. Promova a cultura da paz. Em toda a história da humanidade, nenhuma solução feliz se conseguiu por meio de processos violentos.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>40.</strong> Invista na sua evolução espiritual. O maior desafio para a sustentabilidade humana na Terra é a prática da ética e dos valores humanos.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">A lista em questão é bastante abrangente, mas temos a certeza que a quantidade de ideias disponíveis sobre o assunto é ainda mais extensa. Se você souber alguma outra dica além das apresentadas acima &#8211; ou tem alguma consideração a fazer sobre elas &#8211; envie um comentário para nós, o conhecimento abre portas e toda a colaboração é válida e importante, nós queremos ouvir você.</p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><span style="font-size: medium;"><strong>Nota do Editor:</strong> O Diário do Verde está retornando hoje às suas atividades normais. Caso ainda não tenha participado da nossa <a href="http://www.diariodoverde.com/pesquisa-de-opiniao-2014-nos-queremos-ouvir-voce/" target="_blank">Pesquisa de Opinião</a> solicitamos encarecidamente a sua colaboração, queremos construir um blog melhor para você. Até a próxima e bem-vindo(a) novamente! ^^</span></p>
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		<title>Pseudoescorpiões</title>
		<link>http://diariodoverde.com/pseudoescorpioes-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Jan 2014 12:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Morais Chiaravalloti]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Renato De Giovanni Meu avô era apaixonado por ficção científica. Ao longo da vida, reuniu uma biblioteca considerável do gênero, incluindo desde livros de bolso de autores desconhecidos até clássicos de Arthur Clarke, Robert Heinlein e Isaac Asimov. Li muitos deles na adolescência e devo parte da minha formação a isso. Alguns livros continuam [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Renato De Giovanni</p>
<p>Meu avô era apaixonado por ficção científica. Ao longo da vida, reuniu uma biblioteca considerável do gênero, incluindo desde livros de bolso de autores desconhecidos até clássicos de Arthur Clarke, Robert Heinlein e Isaac Asimov. Li muitos deles na adolescência e devo parte da minha formação a isso. Alguns livros continuam vivos na memória, enquanto outros se tornaram pálida lembrança, escondidos num canto obscuro da mente até que algum fato os traga à tona mais uma vez.Foi assim que aconteceu quando me deparei com um inseto que nunca havia visto antes. Aquele par característico de pedipalpos (pinças) ligados a um cefalotórax com quatro pares de patas foi suficiente para desencadear um misto de espanto e cautela. Não fosse pelo diminuto tamanho e pela ausência do ferrão em riste, não restariam dúvidas que se tratava de um escorpião. Mas é justamente neste momento do encontro, quando estamos diante do desconhecido, do potencialmente nocivo ou do simplesmente estranho, que muitas vezes desencadeamos uma reação fatal. Aliás, em se tratando de insetos, nem precisamos de arquétipos da sobrevivência para esmagar, envenenar ou eletrocutar milhares deles diariamente. Nossa reação é praticamente automática.</p>
<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/01/howard_fast1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-8248" title="howard_fast" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/01/howard_fast1-182x300.jpg" alt="" width="182" height="300" /></a></p>
<p>Assim reagiu Morgan em &#8220;O Formigão&#8221; (título original &#8220;The Big Ant&#8221;, conto de Howard Fast publicado em 1960). Num gesto estúpido e impensado, Morgan desferiu um golpe mortal naquela criatura repugnante que havia aparecido. Entretanto, intrigado com o animal morto, decide levar o espécime ao curador da coleção de insetos de um museu, onde a trama se desenrola de forma inesperada. Mas quais poderiam ser as consequências de um gesto assustadoramente banal? Levando ao extremo, e se aquele indivíduo fosse o último representante de uma espécie? E se houvesse algo de muito especial nele? O autor consegue explorar a situação de forma criativa, de certa maneira dando ares de conservação a um conto de ficção científica. Ou talvez fosse melhor dizer exoconservação?</p>
<p>De volta ao nosso pseudoescorpião, e passado o desconforto da surpresa inicial, fiquei observando aquela criatura por alguns momentos. Por fim deixei-a ali, no mesmo lugar, sem fazer nada. Como vim a saber depois, pseudoescorpiões são inofensivos ao homem e possuem várias peculiaridades. São capazes de migrar longas distâncias através de forésia, ou seja, pegando carona em animais maiores como besouros e mariposas. Limpam-se com frequência, principalmente após se alimentar. Algumas espécies organizam-se socialmente, vivendo em colônias e caçando em conjunto. Nestes casos, são considerados os mais avançados socialmente entre todos os aracnídeos. Experimentos recentes descobriram que, sob condições extremas de falta de alimento, a mãe chega a se sacrificar, entregando o corpo à prole (matrifagia). Apesar de pouco conhecidos, pseudoescorpiões são animais daqui mesmo &#8211; bastante terrenos &#8211; mas não menos especiais. Bom seria que estivessem livres da nossa entomofobia.</p>
<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/01/pseudoescorpiao1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8249" title="pseudoescorpiao" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/01/pseudoescorpiao1.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a></p>
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		<title>A dificuldade de ser verde</title>
		<link>http://diariodoverde.com/a-dificuldade-de-ser-verde/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Jan 2014 03:05:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Reclamamos da poluição, do trânsito, do consumismo, do desperdício, da destruição das matas, dentre tantos outros problemas ambientais. Mas será que estamos agindo corretamente no sentido de ter uma vida mais saudável? Início de mais um ano. Como é natural de ser, todos nós estamos com a esperança e corações a mil, traçando mentalmente metas, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Reclamamos da poluição, do trânsito, do consumismo, do desperdício, da destruição das matas, dentre tantos outros problemas ambientais. <strong>Mas será que estamos agindo corretamente no sentido de ter uma vida mais saudável?</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Início de mais um ano. Como é natural de ser, todos nós estamos com a esperança e corações a mil, traçando mentalmente metas, objetivos e jurando de pés juntos que &#8220;agora vai, o ano será diferente!&#8221; Não dá outra: passam-se os dias, as semanas e os meses e lá em Dezembro cada um fará a sua introspeção e dirá: &#8220;todo ano é sempre a mesma história, nada acontece na minha vida, MAS ANO QUE VEM SERÁ DIFERENTE!&#8221; Basta um pouco de atenção para perceber que o que acabo de descrever é um círculo vicioso, que infelizmente, muitas das vezes, acabamos imergindo nele.</p>
<p style="text-align: justify;">A bem verdade é que <strong>nada irá mudar se a gente não mudar.</strong> E quando falo em mudança não me refiro a falar ou planejar simplesmente, mas partir para a ação. Claro que a teoria e o discurso tem o seu valor, mas se estes estiverem separados da prática nada ou pouco irá adiantar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas não vamos nos enganar: mudar não é fácil. Porém, nem uma mínima palha irá mudar se ao menos, não tentarmos. <strong>A transformação não vem da facilidade.</strong> Os grandes gênios e inventores da humanidade que o digam. Imaginem só se Albert Einstein tivesse dado ouvidos a todos aqueles que o disseram que ele era um caso perdido? Ou se Thomas Edison, no primeiro fracasso da lâmpada, tivesse parado (foram cometidos 2000 erros até a invenção da lâmpada!)? Ou ainda se Santos Dumont tivesse desistido em sua primeira tentativa de alçar voo? <strong>Quando corremos atrás e acreditamos verdadeiramente as coisas fluem; a vida encarrega-se de ajudar-nos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para ser verde, no sentido holístico da palavra, é preciso que se tenha a compreensão de que a questão pessoal é indissociável do meio ambiente.</strong> Afinal, para arrumar a casa, é preciso antes de qualquer coisa que estejamos bem consigo mesmos. A causa verde não se resume apenas à Amazônia, aos corais da Austrália, ao derretimento do gelo na Antártica ou Buraco na Camada de Ozônio. Muito pelo contrário, o homem está e interage com o universo ao seu redor, logo, está incluído no conceito de meio ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E para mudar a realidade a nossa volta é preciso uma postura madura</strong>, que assuma não uma simples vontade, mas um compromisso a dar um chega pra lá no conformismo. Que esteja disposta a livrar-se do que não está bom, desapegar, literalmente. E não é coisa de outro mundo não! Quer ver só? <strong>Segundo os cientistas, bastam apenas 3 semanas seguidas para o cérebro criar ou se livrar de um hábito</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;O principal dos meses&#8221;</strong>, como sabiamente está colocado na Bíblia, no Livro do Exôdo (Capítulo 12 &#8211; Versículo 12) <strong>faz um grande convite a mudarmos a nossa maneira de pensar e agir</strong>.  Para ajudá-la(o) na tarefa de ser uma pessoa mais sadia e amiga do meio ambiente disponibilizo abaixo dois arquivos que elaborei, que se bem empregados, poderão impactar muito positivamente no seu dia-a-dia:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; <a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/01/3-Semanas-para-a-Mudança-de-Hábito.pdf" target="_blank">3 Semanas para a Mudança de Hábito</a></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; <a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/01/Dicas-e-Ações-para-a-Organização-e-para-Bom-Uso-do-Tempo.pdf" target="_blank">Dicas e Ações para a Organização e para Bom Uso do Tempo</a></p>
<p style="text-align: justify;">É isso que tenho a dizer por hoje. Espero sinceramente que tenham gostado da reflexão que trouxe no <strong>retorno às atividades do Diário do Verde</strong>. Continue nos acompanhando! <img src="http://s.w.org/images/core/emoji/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><strong>Atualização em 23/01/2014:</strong> O documento &#8220;3 Semanas para a Mudança de Hábito&#8221; foi corrigido, pois estava sem espaço para o preenchimento do nome da cidade e havia sido publicado com a digitação &#8220;2014&#8221; na parte ano &#8211; o que tecnicamente inviabilizava a utilização do documento em anos futuros. Desculpe a falha.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quando Sustentabilidade é diferente de Sustentabilidade!</title>
		<link>http://diariodoverde.com/quando-sustentabilidade-e-diferente-de-sustentabilidade/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Apr 2013 07:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Morais Chiaravalloti]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas Sustentáveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Sustentabilidade basicamente é algo que perdura por longo tempo – infinitamente. Por exemplo, uma relação sustentável é aquela que você e sua companheira(o) irão ficar juntos pelo resto da vida. No entanto, ter uma relação sustentável como a natureza não é necessariamente deixar que ela seja a mesma para todo o sempre. O ambiente é [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sustentabilidade basicamente é algo que perdura por longo tempo – infinitamente. Por exemplo, uma relação sustentável é aquela que você e sua companheira(o) irão ficar juntos pelo resto da vida. No entanto, ter uma relação sustentável como a natureza não é necessariamente deixar que ela seja a mesma para todo o sempre. O ambiente é basicamente um caos e está em constante mudança (sempre gosto de comparar com o meu armário). Hoje um rio pode correr diferente do que corria há 10 anos e minhas meias estarem no lugar das calças. Mas ambos ainda estão lá. Por isso, muitas vezes, se avaliarmos o uso de recursos naturais pela primeira visão de sustentabilidade, quase sempre, iremos encontrar uma relação insustentável. Ou seja, ela não é igual como antes.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ilustrar, imagine que faço uma pesquisa no meu armário olhando a quantidade de meias que tenho na gaveta de meias. Garanto que em uma semana elas irão reduzir pela metade e muitas estarão com apenas um pé. No entanto, isso não significa tenho compulsão por perder as coisas, apenas que na hora que voltei do bar um pouco alegre errei o lugar e as coloquei na parte das calças. No final sempre encontro minhas meias, embora, nunca no lugar que deveriam estar.</p>
<p style="text-align: justify;">O que quero dizer é que quando estamos tratando do uso de recursos de uma pecuária tradicional no Pantanal ou uma comunidade ribeirinha da Amazônia que estão ali há mais de 150 anos, é temerário dizer que apresentam uma relação insustentável. No entanto é o que muitas pessoas têm afirmado. Acontece que essas avalições encontram que a presença deles está modificando a natureza, no entanto, esquecem que tal mudança faz parte da gestão adaptativa dos recursos. O uso de recursos, com certeza, modifica a natureza mas, não necessariamente, a leva para um caminho de destruição. Não é sustentável como o seu casamento (lindo para sempre), mas é sustentável no sentido que a diversidade biológica estará presente. Pensar assim faz muito mais sentido para mim!</p>
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		<title>Feira de Orgânicos</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Apr 2013 17:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Feiras de Orgânicos]]></category>
		<category><![CDATA[IDEC]]></category>
		<category><![CDATA[Orgânicos]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A massa que faz o pão Vale a luz do teu suor Lembra que o sono é sagrado E alimenta de horizontes O tempo acordado de viver&#8221; (Amor de Índio, Beto Guedes) Ultimamente tenho falado de produtos orgânicos. Em parte pelo fato de como certos jargões ficam em nossa memória, tais como: &#8220;Você é o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;A massa que faz o pão</em><br />
<em>Vale a luz do teu suor</em><br />
<em>Lembra que o sono é sagrado</em><br />
<em>E alimenta de horizontes</em><br />
<em>O tempo acordado de viver&#8221;</em><br />
(<strong>Amor de Índio</strong>, Beto Guedes)</p>
<p style="text-align: justify;">Ultimamente tenho falado de produtos orgânicos. Em parte pelo fato de como certos jargões ficam em nossa memória, tais como: &#8220;Você é o que você come!&#8221;. Por outro lado, pelo comportamento de nossos pais. Digo e me refiro ao comportamento alimentar. O que eles comem, o que &#8220;gostam&#8221;, como preparam nossos alimentos. Não é raro pais e mães decidirem pelos filhos ou interpretarem, melhor dizendo, o que as crianças gostam. &#8220;Ele não gosta de couve&#8221;, &#8220;ele não come beterraba&#8221;. E são crianças com 02 ou 03 anos ainda.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje meus pais estão em plena consciência alimentar. Atualmente procuram se informais e mais sobre alimentação saudável e principalmente a preocupar-se com a produção, manejo e consumo de alimentos orgânicos. Trata-se de uma consciência econômica e social.</p>
<p style="text-align: justify;">E para os demais pais e mães hoje divulgo um Mapa de Feiras Orgânicas no Brasil disponibilizado pelo <strong><a href="http://www.idec.org.br/" target="_blank">Instituto de Defesa do Consumidos (IDEC)</a></strong>. Veja se há uma em sua cidade, no seu bairro. Se não houver talvez seja hora de se mobilizar.</p>
<ul>
<li><a href="http://www.idec.org.br/feirasorganicas" target="_blank"><strong>Mapa de Feiras Orgânicas (</strong><strong>Oque é? </strong><strong>Como Funciona?)</strong></a></li>
</ul>
<p><a href="http://www.feirasorganicas.org.br" target="_blank"> <img src="http://www.idec.org.br/arquivos/banner-728-90.jpg" alt="" border="0" /> </a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O que sobrou do Céu</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Mar 2013 16:14:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Faltou luz mas era dia, o sol invadiu a sala Fez da TV um espelho refletindo o que a gente esquecia&#8221; (O Que Sobrou do Céu, O Rappa) Uns dias sem energia elétrica. E dizemos que isso seria um transtorno. Na semana anterior, na qual não pude postar meu artigo semanal, foi um dia desses. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/03/faltou_luz1.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7606" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/03/faltou_luz1.jpg" alt="" width="504" height="470" /></a></p>
<p>&#8220;<em>Faltou luz mas era dia, o sol invadiu a sala</em><br />
<em>Fez da TV um espelho refletindo o que a gente esquecia</em>&#8221; (<strong>O Que Sobrou do Céu</strong>, O Rappa)</p>
<p>Uns dias sem energia elétrica. E dizemos que isso seria um transtorno. Na semana anterior, na qual não pude postar meu artigo semanal, foi um dia desses. Três dias sem energia elétrica em casa. Os 03 primeiros dias na casa nova após a mudança. Sem luz.</p>
<p>Parece que não será possível fazer nada. Não tem água gelada ou um suco de cupuaçu, não tem ventilador ou ar-condicionado, não tem televisão, não tem música, nem rádio. Não tem computador. Não tem internet! E o celular descarregando. Com o passar do dia, o sol se pondo e tudo ficando mais escuro.</p>
<p>Rezamos para a <a href="http://www.celpa.com.br/" target="_blank">CELPA</a>, &#8220;<em>santa</em> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Usina_Hidrel%C3%A9trica_de_Tucuru%C3%AD" target="_blank">UH de Tucuruí</a>&#8220;, &#8220;<em>santa</em> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Usina_Hidrel%C3%A9trica_de_Belo_Monte" target="_blank">UH Belo Monte</a>&#8220;, &#8220;<em>santa</em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Usina_Hidrel%C3%A9trica_de_Itaipu" target="_blank"> Itaipú</a>&#8220;. A noite cai. Os grilos, o coaxar dos sapos. Não moro em uma cidade tão interiorana, mas chegamos a ouvir as pessoas conversando na rua, bicicletas passando. Os pássaros de manhã cedo. Conversamos mais (ainda) eu e a <strong><a href="https://www.facebook.com/luciana.ataide.73?fref=ts" target="_blank">Lú.</a></strong> Observamos mais as pessoas na rua, o que fazem e dizem. Olhamos mais para o outro. Lembramos de velhas histórias infantis (de assombração, de visagem).  Lembramos da época de seringueiro de meu avô no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Acre" target="_blank">Acre</a>. Olhamos mais para as estrelas e para as nuvens.</p>
<p>E cá nós estamos. Na internet, no celular, no facebook, twitter. Vivendo (alguns sobrevivendo a pesar de) a todos estes dias de nossa vida COM ENERGIA elétrica.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lembre da nossa Música</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Feb 2013 14:23:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Músicas]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Quem hoje é vivo corre perigo/ E os inimigos do verde da sombra, o ar Que se respira e a clorofila/ Das matas virgens destruídas vão lembrar Que quando chegar a hora/ É certo que não demora Não chame Nossa Senhora/ Só quem pode nos salvar é&#8221; (Matança, Xangai) Atualmente nossa vida se tornou musicalizada, musicalizou-se tudo. Esse foi [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/ecomusic.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7472" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/02/ecomusic.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><em>&#8220;Quem hoje é vivo corre perigo/ </em><em>E os inimigos do verde da sombra, o ar</em><br />
<em>Que se respira e a clorofila/ </em><em>Das matas virgens destruídas vão lembrar</em><br />
<em>Que quando chegar a hora/ </em><em>É certo que não demora</em><br />
<em>Não chame Nossa Senhora/ </em><em>Só quem pode nos salvar é&#8221; <strong><a href="http://letras.mus.br/xangai/385821/" target="_blank">(Matança, </a></strong></em><strong><a href="http://letras.mus.br/xangai/385821/" target="_blank">Xangai</a><em><a href="http://letras.mus.br/xangai/385821/" target="_blank">)</a></em></strong></p>
<p style="text-align: justify">Atualmente nossa vida se tornou musicalizada, musicalizou-se tudo. Esse foi o resultado da MTV em nossas vidas. Como diria <strong>Renato Russo:</strong> &#8220;<em><a href="http://letras.mus.br/legiao-urbana/46989/" target="_blank">Mas a única maneira ainda/ De imaginar a minha vida/ É vê-la como um musical dos anos trinta</a></em>&#8220;.  E a vida da gente tornou-se um <em>clip</em>. Associamos cada momento a uma música. Temos uma trilha sonora particular. As da Lu Ataíde, quase todas da Ana Carolina. As minhas entre Nando Reis e Vanessa da Mata.</p>
<p style="text-align: justify">Mas em se tratando de meio ambiente podemos listar muitas músicas com as quais podemos trabalhar o tema. A lista pode ir de <strong>Roberto Carlos</strong> e <a href="http://letras.mus.br/roberto-carlos/48557/" target="_blank">As Baleias</a> à <strong>Guilherme Arantes</strong> e <a href="http://letras.mus.br/guilherme-arantes/46315/" target="_blank">Planeta Água</a> ou <strong>Xangai</strong> (com uma música primordial, &#8220;<a href="http://letras.mus.br/xangai/385821/" target="_blank">Matança</a>&#8220;). E para não ser tão enfadonho para os jovens (uma certa parcela entorta a boca quando se fala em MPB) há outros gêneros que também abordam o tema. Rock, raggae, pop-rock ou samba. Os artistas também são sensíveis ao tema <em>meio ambiente e socioambientais</em>.</p>
<p style="text-align: justify">É mais uma sugestão para educadores e todos os demais profissionais, que de forma direta ou transversal, possam  utilizar mais uma <em>ferramenta</em> e despertar o interesse e curiosidade de crianças e jovens em suas aulas, palestras, workshop e vivências, de modo mais lúdico e dinâmico.</p>
<ul>
<li><em><strong>&#8220;Discografia Ecológica&#8221; </strong></em>sugerida:</li>
</ul>
<ol>
<li><a href="http://letras.mus.br/xangai/385821/" target="_blank">Matança (Xangai);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/roberto-carlos/48557/" target="_blank">As Baleias (Roberto Carlos);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/guilherme-arantes/46315/" target="_blank">Planeta Água (Guilherme Arantes)</a>;</li>
<li><a href="http://letras.mus.br/chico-science/45209/" target="_blank">Manguetown (Chico Science);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/os-paralamas-do-sucesso/47924/" target="_blank">Alagados (Paralamas do Sucesso)</a>;</li>
<li><a href="http://letras.mus.br/baby-do-brasil/365271/" target="_blank">Todo Dia Era Dia de Índio (Baby Consuelo)</a>;</li>
<li><a href="http://letras.mus.br/jota-quest/500837/" target="_blank">O Sal da Terra (Beto Guedes)</a>;</li>
<li><a href="http://letras.terra.com.br/14-bis/43902/" target="_blank">Linda Juventude (14 Bis);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/radio-taxi/48217/" target="_blank">Eva (Radio Taxi);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/uns-e-outros/49214/" target="_blank">Carta aos Missionários (Uns e Outros)</a>;</li>
<li><a href="http://letras.mus.br/herivelto-martins/235019/" target="_blank">Ave Maria no Morro (Herivelton Martins);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/biquini-cavadao/76640/" target="_blank">Cai Água, Cai Barraco (Bikini Cavadão)</a>;</li>
<li><a href="http://letras.mus.br/chico-science-e-nacao-zumbi/70406/" target="_blank">A Cidade (Chico Science e Nação Zumbi);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/chico-science-e-nacao-zumbi/483164/" target="_blank">Rios, Pontes e Overdrives (Chico Science e Nação Zumbi);</a></li>
<li><a href="http://letras.mus.br/beth-carvalho/890132/" target="_blank">Barracão de Zinco (Beth Carvalho).</a></li>
</ol>
<p><strong>Ouçam, cantem e compartilhem!</strong></p>
<p style="text-align: justify">
]]></content:encoded>
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		<title>Tudo Se Acaba?</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Dec 2012 18:57:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo Consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Solidária]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois é&#8230; e o mundo não acabou. Ainda. Nunca se sabe né?! E talvez nem seja o fim por um evento cataclísmico  ou apocalíptico, mas pelas mão já tão calejadas do bicho homem. Já bem especializado no ramo. Durante muito tempo bateu-se na tecla do princípio dos &#8220;3Rs&#8221; (Reduzir, Reutilizar e Reciclar), que consiste em ações que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: center"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/grama_pe.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7207" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/grama_pe.jpg" alt="" width="410" height="309" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Pois é&#8230; e o mundo não acabou. Ainda. Nunca se sabe né?! E talvez nem seja o fim por um evento cataclísmico  ou apocalíptico, mas pelas mão já tão calejadas do bicho homem. Já bem especializado no ramo.</p>
<p style="text-align: justify">Durante muito tempo bateu-se na tecla do princípio dos &#8220;<strong>3Rs</strong>&#8221; (<a href="http://dgi.unifesp.br/ecounifesp/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=10&amp;Itemid=8" target="_blank">Reduzir, Reutilizar e Reciclar</a>), que consiste em ações que se inter-relacionam visando o melhor aproveitamento dos objetos de consumo (alimentos inclusive) e suas embalagens, que por fim geram a redução de resíduos, &#8220;<em>seja por meio da minimização na fonte ou por meio da redução do desperdício</em>&#8220;. Ou ainda, ações que possibilitem a utilização destes objetos para várias finalidades, &#8220;<em>otimizando ao máximo seu uso antes de descarte final, ou, ainda seu reenvio ao processo produtivo, visando a sua recolocação para o mesmo fim ou recolocação no mercado</em>&#8220;, ou ainda produzindo outros materiais ou objetos  (ou seja, reciclar).</p>
<p style="text-align: justify">Outras iniciativas como a coleta seletiva e as políticas públicas para resíduos vem somando pontos a favor do meio ambiente. Contudo percebeu-se ao longo destas décadas de luta pela preservação do meio ambiente que há necessidades e ações mais prementes. Talvez a chave para a salvação repouse sobre o a revisão do paradigma do consumo desenfreado. É possível um consumo racional, ambientalmente sustentável, saudável e primordialmente com qualidade de vida. Para comprovar isso dissemina-se há anos em todos os continentes as Feiras e Fóruns de <a href="http://www.fbes.org.br/" target="_blank">Economia Solidária</a>.</p>
<p style="text-align: justify">Os princípios da ECOSOL (Economia Solidária) congregam ações e noções que perpassam a Agricultura Familiar, a Agroecologia, Desenvolvimento Territorial, Políticas Públicas, Saúde, Economia, etc. E tem em sua essência a noção de Consumo Ético e Comercio Justo.</p>
<p style="text-align: justify">A Solidariedade é para ser praticada o ano TODO, socialmente, politicamente, economicamente e culturalmente. A Solidariedade não é só para o FIM DO ANO. É para TODOS e para TUDO que nos cerca.</p>
<h1 style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size: 12px">Para saber mais acesse:</h1>
<p><strong><a href="http://portal.mte.gov.br/ecosolidaria/a-economia-solidaria/" target="_blank">Ministério do Trabalho e Emprego</a></strong> &#8211; http://portal.mte.gov.br/ecosolidaria/a-economia-solidaria/</p>
<h1 style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size: 12px"><a href="http://cirandas.net/leidaecosol" target="_blank">Participe da Campanha pela Lei da Economia Solidária! Conheça! Assine!</a></h1>
<h1 id="cont_titulo" style="font-size: 12px"><a href="http://www.mte.gov.br/ecosolidaria/ecosolidaria_oque.asp" target="_blank">O que é Economia Solidária</a></h1>
]]></content:encoded>
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		<title>Eu nunca fui o melhor de nada, mas imaginava que entre o 2 e o 3 existe o 2,5!</title>
		<link>http://diariodoverde.com/eu-nunca-fui-o-melhor-de-nada-mas-imaginava-que-entre-o-2-e-o-3-existe-o-2-5/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2012 10:43:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Morais Chiaravalloti]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu nunca fui o melhor de nada. Sempre fiz esporte e jamais ganhei o primeiro lugar. Embora tenha estudado em mais de sete escolhas em São José do Rio Preto, jamais tive as melhores notas. Após o colégio, mesmo com um ano de cursinho, não passei nos melhores vestibulares. Na faculdade, sempre fui mediano e, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/cafe.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7102" title="cafe" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/cafe.jpg" alt="" width="490" height="328" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Eu nunca fui o melhor de nada. Sempre fiz esporte e jamais ganhei o primeiro lugar. Embora tenha estudado em mais de sete escolhas em São José do Rio Preto, jamais tive as melhores notas.</p>
<p style="text-align: justify;">Após o colégio, mesmo com um ano de cursinho, não passei nos melhores vestibulares. Na faculdade, sempre fui mediano e, durante os meus estágios, nunca fui o mais esperto e perspicaz estudante. Inclusive, naquelas coisas que me atraiam muito, nunca consegui estar no topo de nada. No mestrado, passei em último lugar e minha tese estava longe de ser a melhor. Por isso, se fossem pelas minhas notas e pelas tantas medalhas de prata que eu ganhei, não seria selecionado para, vamos dizer, muita coisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, minha vida não foi tão monótona assim. Em todas as escolas que estudei, sempre fui buscar coisas diferentes, e fiz um círculo de amizade tão distinto que até hoje penso nas lições que aprendi.</p>
<p style="text-align: justify;">Na faculdade, um pouco por falta de notas suficientes no vestibular, um pouco por escolha, fui parar em Campo Grande-MS, lugar onde poucas pessoas da minha cidade se ariscavam ir. De lá, tive oportunidade de ir para o Pantanal, e abdicando (durante quatro anos) das minhas férias e feriados, estive em muitos lugares inexplorados, tive a oportunidade de participar da captura de uma onça pintada, conhecer lugares que poucas pessoas até hoje já tinham ido, entre diversas outras coisas muito legais.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando terminei a faculdade, deixei a oportunidade de ficar em Campo Grande e fui me arriscar em um mestrado, pago, mas que tinha uma ideia inovadora – tornar a ciência mais prática (ESCAS). Ganhei um crédito educativo e tive a oportunidade de escrever um livro. Para isso, fui até Londres fazer estágio com a pessoa que inventou tudo em Sustentabilidade, o professor John Elkington, onde vivi experiências incríveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O livro foi lançado (Escolhas Sustentáveis) e, em um intervalo de quatro a cinco meses, estive em mais de 14 eventos, entre palestras e lançamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Daqui há menos de um mês vou começar o meu doutorado na University College London, considerada a 4 melhor do mundo pelo QS Word University Rankings. Tudo com bolsa do Governo pelo Ciência Sem Fronteira.</p>
<p style="text-align: justify;">Juro que não quero fazer uma promoção pessoal com essa história, pois realmente acredito que a maioria dos fatos em minha vida aconteceu por serendipidade! O que eu quero dizer com isso, é que não precisamos ser o melhor para coisas incríveis aconteceram.</p>
<p style="text-align: justify;">A inovação acontece quando pensamos um pouco fora da caixa ou, em uma versão do poeta Manuel de Barros, quando “voamos fora da asa”. E é exatamente disso que sustentabilidade se alimenta: inovação.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, precisamos mudar modelos mentais das organizações. Empresas devem mudar profundamente suas estruturas para atingirmos um mundo ambientalmente melhor e socialmente mais justo. Como fazer isso? Pensando diferente. Não seguir simplesmente a inércia das coisas. O mundo é cheio de oportunidades. Por que não, ao invés de apenas pensar em lucro, pensar em tornar o mundo melhor? E por que não, ao invés de montar uma ONG para fazer isso, montar uma empresa que ganha dinheiro com a melhora na qualidade de vida das pessoas e do Meio Ambiente?</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos poderão se perguntar: “E tem como fazer isso?” Claro! Existe até um nome para empresas assim, são as chamadas “Empresas 2,5”, pois estão localizadas entre o segundo e o terceiro setores.</p>
<p style="text-align: justify;">Viu só! Um dia, alguém pensou diferente e descobriu que, entre o segundo e o terceiro setores poderia existir o setor 2,5. A questão crucial em sustentabilidade é se perguntar: por que não?</p>
<p style="text-align: justify;">Eu ainda continuo não sendo o melhor em nada e, mesmo se eu começasse a fazer um esporte recém-criado, com apenas dois competidores, teria grandes chances de terminar em segundo, mas não me importaria com isso, pois o que me motiva é tentar fazer coisas diferentes. O que mais me atrai é a ideia de que, entre o “dois” e o “três”, existe o “2,5”.</p>
<div></div>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Todo Dia era Dia de Índio</title>
		<link>http://diariodoverde.com/todo-dia-era-dia-de-indio/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 Dec 2012 22:02:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Índios]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/?p=7091</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Antes que os homens aqui pisassem nas ricas e férteis terras brasilis Que eram povoadas e amadas por milhões de índios Reais donos felizes da terra do pau Brasil Pois todo dia e toda hora era dia de indio Mas agora eles tem so um dia Um dia dezenove de abril&#8221; (Todo Dia era Dia [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/Indio_foto_3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7094" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/Indio_foto_3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify">&#8220;<em>Antes que os homens aqui pisassem nas ricas e férteis</em><br />
<em>terras brasilis</em><br />
<em>Que eram povoadas e amadas por milhões de índios</em><br />
<em>Reais donos felizes da terra do pau Brasil</em><br />
<em>Pois todo dia e toda hora era dia de indio</em><br />
<em>Mas agora eles tem so um dia</em><br />
<em>Um dia dezenove de abril</em>&#8221; (<strong>Todo Dia era Dia de Índio</strong>, Baby do Brasil)</p>
<p>Segundo Chico Buarque, o dia em que morrerem a Xuxa e o Taffarel acabaram os brancos no Brasil. No DVD o cantor se referia a falsa ideia de que no Brasil é possível distinguir claramente as questões sobre etinia/raça. Salvo engano há pesquisas que comprovam que todos nós brasileiros (estatísticas, são estatísticas) temos genes de origem indígena.</p>
<p style="text-align: justify">Sabemos que a História é a história do conquistador, do opressor, do vitorioso. A História são histórias de ideologias e preconceitos e intransigências. Do &#8220;bom selvagem&#8221; ao canibal, do preguiçoso ao sábio, do amigável ao traiçoeiro, há um pouco de mitos e verdades em cada conto. Vivo a me perguntar por quê nos ensinam tanta coisa &#8220;<em>equivocada</em>&#8221; nos primeiros anos de escola, por quê tanto rodeio, omissões e tanto floreio?</p>
<p style="text-align: justify">Hoje em dia há uma corrente que busca desmistificar muito do que a história contou. Indico que leiam a livros como os de <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eduardo_Bueno" target="_blank">Eduardo Bueno</a></strong> (<em>A Viagem do Descobrimento; Náufragos, Traficantes e Degredados; Capitães do Brasil e; Mundo Novo, As Cartas que Batizaram a América</em>), ou o curioso e divertido &#8220;<em>Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil&#8221;</em>, do jornalista <strong><a href="http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/videos-veja-entrevista/leandro-narloch-jornalista-e-autor-do-livro-guia-politicamente-incorreto-da-historia-do-brasil/" target="_blank">Leandro Narloch</a></strong>. E começamos a perceber que a &#8220;<em>ocupação</em>&#8221; do território nacional brasileiro é uma sucessão de tropeços, reajustes, acertos e remendos. O que se traduz no tal &#8220;jeitinho brasileiro&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">Aquele que sempre viveu em comunhão (no sentido mais amplo e verosímil) com a natureza passou em pouco mais de 500 anos de personagem principal (de fato e de direito) a mero espectador, quiçá figurante, dentro de seu próprio lar: as matas brasileiras.</p>
<p style="text-align: justify">No Brasil existem 604 territórios indígenas.</p>
<p style="text-align: justify">No Brasil existem 215 povos indígenas que falam 180 línguas e inúmeros dialetos.</p>
<p style="text-align: justify">No Brasil existem 440 mil cidadãos brasileiros vivendo em aldeias (63% são jovens e adolescentes).</p>
<p style="text-align: justify">E ainda hoje há grupos indígenas ainda não contactados.</p>
<p style="text-align: justify">Poderíamos aprender mais com quem mais entende, ou melhor dizendo, compreende o meio ambiente.</p>
<div id="attachment_7097" style="width: 1194px" class="wp-caption aligncenter"><a href="//seculosindigenasnobrasil.com/index.html"><img class=" wp-image-7097 " src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/12/Povos_Indigenas_no_Brasil.jpg" alt="" width="1184" height="1444" /></a><p class="wp-caption-text">Povos Indígenas no Brasil - Etnias por Estado</p></div>
<p style="text-align: justify"><strong>Para saber mais</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.funai.gov.br/index.html" target="_blank">FUNAI </a>&#8211; http://www.funai.gov.br/index.html</li>
<li><a href="http://www.museudoindio.org.br/" target="_blank">Museu do Índio</a> &#8211; http://www.museudoindio.org.br/</li>
<li><a href="http://www.museu-goeldi.br/" target="_blank">Museu Paraense Emílio Goeldi</a> &#8211; http://www.museu-goeldi.br/</li>
<li><a href="http://www.abant.org.br/" target="_blank">ABANT &#8211; Associação Brasileira de Antropologia</a> &#8211; http://www.abant.org.br/</li>
<li><a href="http://www.indiosonline.net/" target="_blank">Índios On-Line</a> -http://www.abant.org.br/</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diariodoverde.com/todo-dia-era-dia-de-indio/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
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