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	<title>Diário do Verde &#187; Opinião</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Um “Comentário” &#8211; Sobre a liberdade de expressão nos comentários</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Oct 2011 12:57:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sandro Henrique Rodrigues Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Miradouro]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[comentários]]></category>
		<category><![CDATA[Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade de expressão]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebemos um comentário de um leitor (kaio_black) a respeito de uma citação utilizada em um dos artigos do Diário do Verde. Linguagem chula, palavrões e gramaticalmente tosco. Tal comentário está relacionado a um de meus artigos (Mormaço na floresta) e refere-se a um trecho do poema de Thiago de Mello. Em tempos de liberdade de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Recebemos um comentário de um leitor (<strong>kaio_black</strong>) a respeito de uma citação utilizada em um dos artigos do <strong>Diário do Verde</strong>. Linguagem chula, palavrões e gramaticalmente tosco. Tal comentário está relacionado a um de meus artigos (<strong><a href="http://www.diariodoverde.com/mormaco-na-floresta/" target="_blank">Mormaço na floresta</a></strong>) e refere-se a um trecho do poema de <strong>Thiago de Mello</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em tempos de liberdade de expressão discutimos internamente, <strong>Gabriel e Rafael</strong> (Editores), e <strong>eu</strong> (autor) sobre o incidente. Embora haja em nossa <strong><a href="http://www.diariodoverde.com/politicas/" target="_blank">Política Editorial</a> </strong>artigo que prevê situações como esta, optamos por divulgar o comentário, responde-lo e levar o tema ao debate.</p>
<p style="text-align: justify;">Ora, se a <strong>liberdade de expressão</strong> que queremos é <strong>para todos</strong>, haveria limites para ela? Os exaltados de plantão diriam que não. Eu penso que há sim. Cremos que <strong>“<em>o limite da liberdade de cada um é o direito do outro</em>.” <a href="/Documents%20and%20Settings/Administrador.ATAIDE/Meus%20documentos/Downloads/COMENT%C3%81RIO%20Di%C3%A1rio%20do%20Verde.docx#_ftn1"><strong><sup>[1]</sup></strong></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando em nome de sua liberdade você ofende, discrimina ou vilipendia o outro, você não está fazendo uso de liberdade, mas sim da opressão. Ao reivindicar aquele tipo de liberdade para si, Sr. <strong>kaio_black</strong>, você tenta revogar nosso direito a ela.</p>
<p style="text-align: justify;">É inaceitável que, em nome de ideais ditos “<em>libertário</em>s” que possa acalentar, ou como queiram se definir, julgue-se no direito de atacar pessoalmente aqueles dos quais diverge. Supomos que ainda aparecerão outros exaltados, alguns sob preocupações legítimas e outros por mísero oportunismo, para se projetarem.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembro de um texto destes que circulam pela internet, “<a href="http://www.lufrancesa.com/blog/coisas-da-vida/cometas-e-estrelas/" target="_blank">Cometas e Estrelas</a>”, apenas porque analogamente há pessoas cometas e há pessoas estrelas. Há os que passam e brilham num breve instante. E com a mesma rapidez desaparecem. Bem sabemos que na vida todos passam. Apenas alguns te oferecem a possibilidade de sonhar mais. As estrelas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Continuaremos defendendo a liberdade de expressão para todos, sobretudo nos grandes meios, especialmente na internet</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">É o que fazemos no <strong>Diário do Verde</strong>. Defendemos o direito e a liberdade de todos, em especial àqueles que se encontram excluídos do debate público, político e social por não terem acesso aos meios de comunicação (ou educação no caso do Sr. <strong>kaio_black</strong>), que são financiados (e mal aplicados) em grande parte pelo dinheiro de todos nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Em última instância, buscamos transmitir de maneira acessível o conteúdo do blog e com qualidade, e de modo descontraído e bem humorado, mas sem perder a seriedade e o compromisso e pertinência com a causa socioambiental.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Diário do Verde</strong> e seus autores sempre estarão dispostos ao debate sério, respeitoso e bem-intencionado.</p>
<p style="text-align: justify;">Links para o Sr. <strong>kaio_black</strong> se informar melhor, caso queira:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Especialistas afirmam que o desafio é conciliar liberdade da internet com segurança <a href="http://bit.ly/g0IkNY">http://bit.ly/g0IkNY</a></li>
<li>•Faltam delegacias especializadas em crimes virtuais <a href="http://bit.ly/eAPPTE">http://bit.ly/eAPPTE</a></li>
<li>•Ministério Público Federal reclama da dificuldade de combater crimes na internet por falta de legislação adequada <a href="http://bit.ly/e2BbEs">http://bit.ly/e2BbEs</a></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como diz o dito popular: a diferença entre o remédio e o veneno é de apenas uma dose.</strong></p>
<hr style="text-align: justify;" size="1" />
<p style="text-align: justify;"><a href="/Documents%20and%20Settings/Administrador.ATAIDE/Meus%20documentos/Downloads/COMENT%C3%81RIO%20Di%C3%A1rio%20do%20Verde.docx#_ftnref1"><sup>[1]</sup></a> Eduardo Guimarães em &#8220;<a href="http://www.blogcidadania.com.br/2011/01/a-liberdade-de-expressao-na-internet/" target="_blank">A liberdade de expressão na internet</a>&#8221; &#8211; Blog Cidadania.<strong> </strong></p>
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		<title>A luta dos povos da floresta</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 18:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Amazônica]]></category>

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		<description><![CDATA[Fé, força, e muita coragem: de tudo um pouco! &#8211; Declaração de Chico Mendes, sobre a Floresta Amazônica &#8211; Quero dizer a vocês que eu sou um seringueiro, tenho uma participação direta na selva, na Floresta Amazônica, mas se hoje não estou ligado à produção extrativista é porque não tenho condições, chegou o momento em [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><span style="font-weight: bold; font-family: trebuchet ms;">Fé, força, e muita coragem: de tudo um pouco!</span></div>
<p>&#8211;<br />
<span style="font-style: italic;">Declaração de Chico Mendes, sobre a Floresta <span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error">Amazônica</span></span><br />
&#8211;</p>
<div style="text-align: justify;">Quero dizer a vocês que eu sou um <span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error">seringueiro</span>, tenho uma participação <span id="SPELLING_ERROR_2" class="blsp-spelling-error">direta</span> na selva, na Floresta <span id="SPELLING_ERROR_3" class="blsp-spelling-error">Amazônica</span>, mas se hoje não estou ligado à produção <span id="SPELLING_ERROR_4" class="blsp-spelling-error">extrativista</span> é porque não tenho condições, chegou o momento em que tive que sair fora, para dar um apoio maior para minha categoria.<br />
O desbravamento da <span id="SPELLING_ERROR_5" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span> começou a partir de meados do século XIX, ou seja, a partir do ano de 1877, quando começaram a chegar as primeiras levas de <span id="SPELLING_ERROR_6" class="blsp-spelling-error">nordestinos</span> na <span id="SPELLING_ERROR_7" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span>. Agora, se perguntamos, e a <span id="SPELLING_ERROR_8" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span> era desabitada? Não, a <span id="SPELLING_ERROR_9" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span> tinha seus verdadeiros donos, que eram os índios. Naquela época, por volta de 1877, antes da chegada dos brancos na <span id="SPELLING_ERROR_10" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span>, existiam na região do vale do Jurá, do Acre, mais de sessenta grupos tribais que juntos formavam várias nações e eram os legítimos donos daquela região.<br />
<span id="SPELLING_ERROR_11" class="blsp-spelling-error">Exatamente</span> a partir de 1877, atendendo a interesses <span id="SPELLING_ERROR_12" class="blsp-spelling-error">econômicos</span> e quando a borracha ganhava relevo na ocupação da <span id="SPELLING_ERROR_13" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span>, impulsionada pela política de interesses de grupos estrangeiros e de grupos internos, aí então começa o tráfico de <span id="SPELLING_ERROR_14" class="blsp-spelling-error">nordestinos</span>. Começa então uma vida difícil para o <span id="SPELLING_ERROR_15" class="blsp-spelling-error">nordestino</span>, quando milhares de famílias de deslocaram para a região e de repente essas pessoas tiveram que entrar em conflito com os verdadeiros donos da terra. Armados pelos patrões, estes companheiros foram obrigados a entrar em guerra com os índios [&#8230;]. As sessenta tribos daquela época ficaram reduzidas a umas dez tribos [&#8230;] principalmente após 1900 começa uma tranquilidade porque os índios já tinham desistido, já tinham sido vencidos.<br />
Com o tempo, nós aprendemos os costumes do índio, apesar de nós termos sido seus inimigos e responsáveis pelo seu genocídio, nós terminamos por aprender os seus costumes, as suas tradições, os seus relacionamentos com a natureza [&#8230;].<br />
Durante este século, os <span id="SPELLING_ERROR_16" class="blsp-spelling-error">seringueiros</span> passaram a viver num regime de escravidão, milhares de <span id="SPELLING_ERROR_17" class="blsp-spelling-error">nordestinos</span> que vieram naquela época para desbravar a <span id="SPELLING_ERROR_18" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span> com o sonho de voltarem novamente a rever seus familiares, a recuperar sua vida no Nordeste, não tiveram a sorte de voltar por vários motivos: foram mortos pelos índios, foram mortos por doenças e foram mortos por <span id="SPELLING_ERROR_19" class="blsp-spelling-error">jagunços</span>, no momento em que recebia o dinheiro, o jagunço já estava esperando lá no tronco de uma árvore, matava-o e o dinheiro era devolvido para o patrão.<br />
Em 1970, com o apoio dos incentivos fiscais da <span id="SPELLING_ERROR_20" class="blsp-spelling-error">Sudam</span>, os fazendeiros do Sul chegaram na <span id="SPELLING_ERROR_21" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span>, no Acre. Neste momento, em 1975, na minha região são destruídas, pelo fogo e pelas <span id="SPELLING_ERROR_22" class="blsp-spelling-error">motosserras</span>, 180.000 árvores de <span id="SPELLING_ERROR_23" class="blsp-spelling-error">seringueiras</span>, 80.000 castanheiras, que é uma árvore de grande importância, e foram destruídas mais de um milhão e duzentas mil madeiras de lei, de grande importância para a região.<br />
Resolvemos criar um movimento pacifista, aí <span id="SPELLING_ERROR_24" class="blsp-spelling-error">acionamos</span> mulheres e crianças para o movimento de paz. De 1977 até 1987, nós realizamos 45 movimentos de empate, tivemos 30 derrotas e 15 vitórias. [&#8230;] os observadores <span id="SPELLING_ERROR_25" class="blsp-spelling-error">internacionais</span> constataram que a nossa luta também, apesar de ser uma luta pela <span id="SPELLING_ERROR_26" class="blsp-spelling-error">sobrevivência</span>, em defesa da vida, tinha um <span id="SPELLING_ERROR_27" class="blsp-spelling-error">caráter</span> ecológico ambiental e, em <span id="SPELLING_ERROR_28" class="blsp-spelling-error">janeiro</span> de 1987, nós recebemos uma comitiva da ONU que foi aos seringais em <span id="SPELLING_ERROR_29" class="blsp-spelling-error">Xapuri</span>, no Acre, observar o nosso trabalho, o nosso movimento e resistência.<br />
Nós, os <span id="SPELLING_ERROR_30" class="blsp-spelling-error">seringueiros</span>, não queremos transformar a <span id="SPELLING_ERROR_31" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span> num santuário, o que nós não queremos é a <span id="SPELLING_ERROR_32" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span> devastada. E aí se pergunta: qual é a proposta que vocês têm? E nós então começamos a discutir além da questão da luta contra o <span id="SPELLING_ERROR_33" class="blsp-spelling-error">desmatamento</span>.<br />
Nós começamos a apresentar a proposta alternativa para a conservação da <span id="SPELLING_ERROR_34" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span>. Estas propostas se baseiam hoje na criação das reservas <span id="SPELLING_ERROR_35" class="blsp-spelling-error">extrativistas</span>.<br />
Recentemente temos mais de dez lideranças ameaçadas de morte, mas não tememos [&#8230;] enfim, o meu <span id="SPELLING_ERROR_36" class="blsp-spelling-error">objetivo</span> é trazer uma mensagem no sentido de que na medida do possível vocês procurem <span id="SPELLING_ERROR_37" class="blsp-spelling-error">sensibilizar</span> outras pessoas nesta causa que nós defendemos, porque a questão da <span id="SPELLING_ERROR_38" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span> é uma questão que interessa a todos os segmentos da sociedade brasileira. Se continuar o <span id="SPELLING_ERROR_39" class="blsp-spelling-error">desmatamento</span>, se continuar se investindo nos incentivos e na criação de grupos <span id="SPELLING_ERROR_40" class="blsp-spelling-error">agropecuários</span> para a <span id="SPELLING_ERROR_41" class="blsp-spelling-error">Amazônia</span>, então o nosso futuro estará ameaçado.<br />
No momento era isso que eu tinha para colocar para vocês.<br />
&#8211;</p>
<div style="text-align: right;"><span style="font-size: 85%;">Trechos da palestra realizada por Chico Mendes, em <span id="SPELLING_ERROR_42" class="blsp-spelling-error">junho</span> de 1988, promovida pelo <span id="SPELLING_ERROR_43" class="blsp-spelling-error">Departamento</span> de Geografia da <span id="SPELLING_ERROR_44" class="blsp-spelling-error">USP</span> e <span id="SPELLING_ERROR_45" class="blsp-spelling-error">AGB</span>&#8211;<span id="SPELLING_ERROR_46" class="blsp-spelling-error">SP</span>. Chico Mendes foi assassinado em 22 de <span id="SPELLING_ERROR_47" class="blsp-spelling-error">dezembro</span> de 1988.</span></div>
<p>&#8211;<br />
<span style="font-weight: bold;">Fonte:</span> Livro de Geografia da 6ª Série &#8211; <span id="SPELLING_ERROR_48" class="blsp-spelling-error">Coleção</span> Geografia. De <span id="SPELLING_ERROR_49" class="blsp-spelling-error">Sonia</span> <span id="SPELLING_ERROR_50" class="blsp-spelling-error">Castellar</span> e Valter Maestro. São Paulo, 2002 &#8211; 2ª Edição. QUINTETO EDITORIAL.</p>
</div>
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		<title>S.O.S. Amazônia</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 21:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Amazônica]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[S.O.S.]]></category>

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		<description><![CDATA[S.O.S. Amazônia A devastação da Amazônia preocupa governos, ONGs e cientistas. Mas será que ainda dá tempo de conter o estrago? Conheça os maiores problemas da floresta e entenda as estratégias de preservação que podem garantir um futuro mais verde / André Santoro Revista Mundo Estranho – 04/2010 / Ela tem 5,2 milhões de km2 [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/04/sos-amazonia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3158" title="S.O.S. Amazônia" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/04/sos-amazonia.jpg" alt="S.O.S. Amazônia" width="325" height="167" /></a></p>
<div style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: trebuchet ms;">S.O.S. Amazônia</span></strong></p>
<div style="text-align: justify;"><em>A devastação da Amazônia preocupa governos, ONGs e cientistas. Mas será que ainda dá tempo de conter o estrago? Conheça os maiores problemas da floresta e entenda as estratégias de preservação que podem garantir um futuro mais verde</em><br />
/<br />
<span style="font-size: 85%;">André Santoro<br />
Revista Mundo Estranho – 04/2010</span><br />
/<br />
Ela tem 5,2 milhões de km2 somente no Brasil. Nesse território, caberiam 20 estados de São Paulo. Fora o 1,7 milhão de km2 em países vizinhos&#8230; É terra – e árvore, e rio, e bicho – que não acaba mais. Ou, pensando bem, que pode acabar, sim.<br />
Boa parte das matas da região não é virgem há muito tempo, mas a devastação pegou pra valer nas décadas de 1960 e 1970, quando o governo brasileiro inaugurou duas grandes rodovias que cortam a área: a Belém-Brasília e a Transamazônica, que liga a Paraíba ao estado do Amazonas.<br />
Com as estradas, veio o desenvolvimento, mas também a ocupação desordenada, as madeireiras, a apropriação ilegal de terras&#8230; Saiba como essas atividades detonam a região e entenda o que os ambientalistas têm tentado fazer para proteger a floresta.<br />
Navegue pelos mapas da Amazônia e entenda as áreas mais ameaçadas dentro da floresta<br />
&#8211;</div>
<p><center><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/04/sos-amazonia-mapa1.jpg">MAPA DA MATA &#8211; parte 1</a> | <a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/04/sos-amazonia-mapa2.jpg">MAPA DA MATA &#8211; parte 2</a></center></p>
<div style="text-align: justify;">/<br />
<strong>QUEM AMA PRESERVA</strong><br />
Cuidar da Amazônia não é problema só do governo. Saiba que atitudes você pode tomar para manter a floresta de pé!<br />
Não adianta chorar o leite derramado – nem a floresta devastada. No lugar de apontar culpados, as estratégias de proteção, hoje, miram no cidadão comum. “Além da política, temos de apelar para o poder do mercado”, diz o pesquisador Adalberto Veríssimo, do Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia. “É fundamental, por exemplo, inibir o consumo de madeira, carne e grãos que vêm de áreas desmatadas ilegalmente”, afirma Veríssimo.<br />
Algumas empresas brasileiras lançaram selos que garantem a procedência de seus produtos. O argumento econômico também é usado pelo Ibama. “As populações da Amazônia poderão ter grandes benefícios usando bem os recursos naturais sem destruir o maior bioma do planeta”, diz Roberto Messias Franco, presidente do órgão.</div>
<p><center>*</center></p>
<div style="text-align: justify;"><em>Fonte:</em> <a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/ambiente/devastacao-amazonia-preocupa-governos-550479.shtml">Planeta Sustentável</a> e <a href="http://pensareco.blogspot.com/">PENSAR ECO</a>.</div>
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