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	<title>Diário do Verde &#187; Especiais</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Mensagem Especial de Final de Ano! =)</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Dec 2013 01:38:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[#Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>

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		<description><![CDATA[Tradição é tradição! Apesar de no ano de 2013 eu ter me ausentado bastante aqui do blog eu não poderia de forma alguma encerrar o ano sem uma mensagem especial. Ela representa tudo aquilo que eu, enquanto editor, desejo para você, querido leitor e visitante, além de toda a equipe. Faço votos de que no [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tradição é tradição! Apesar de no ano de 2013 eu ter me ausentado bastante aqui do blog eu não poderia de forma alguma encerrar o ano sem uma mensagem especial. Ela representa tudo aquilo que eu, enquanto editor, desejo para você, querido leitor e visitante, além de toda a equipe.</p>
<p style="text-align: justify;">Faço votos de que no próximo ano, em que o Diário do Verde irá celebrar o seu 5° aniversário, eu possa voltar a participar ativamente neste espaço, tal como eu fazia há tempos atrás, e que neste meu reviver, por assim dizer, eu possa contar com a sua companhia e interação. Antes de encerrar o ano eu devo escrever um artigo de reflexão sobre o período que está terminando, desde agora deixo aqui votos de um ótimo Natal e um ano novo maravilhoso a todos nós!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/12/Especial-de-Final-de-Ano-2013.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-8046" title="Especial de Final de Ano 2013" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/12/Especial-de-Final-de-Ano-2013.png" alt="Especial de Final de Ano 2013" width="580" height="290" /></a><em>Ilustração:</em> <a href="http://www.facebook.com/audyandjok" target="_blank">Jorge Luiz Cerqueira Peixoto</a></p>
<p><strong>Anos anteriores:</strong><br />
2009 &#8211; &#8220;<a href="http://www.diariodoverde.com/feliz-natal/" target="_blank">Feliz Natal</a>&#8221;<br />
2010 &#8211; &#8220;<a href="http://www.diariodoverde.com/feliz-natal-e-um-prospero-ano-novo/" target="_blank">Feliz  Natal e um Próspero Ano Novo!</a>&#8221;<br />
2011 &#8211; <a href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10150542812289976&amp;set=a.442296324975.234176.376085614975&amp;type=1" target="_blank">Mensagem publicada na página de fãs do Facebook</a><br />
2012 &#8211; &#8220;<a href="http://www.diariodoverde.com/votos-de-um-feliz-natal-e-prospero-ano-novo/" target="_blank">Votos de um Feliz Natal e Próspero Ano Novo!</a>&#8220;</p>
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		<title>2011 &#8211; O ano das florestas!</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 21:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Internacional das Florestas]]></category>
		<category><![CDATA[Guest-Post]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Organização das Nações Unidas]]></category>
		<category><![CDATA[SambaClub]]></category>

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		<description><![CDATA[Site oficial: http://www.un.org/en/events/iyof2011 Contribuíram para este artigo: Luisa Haddad, Sandro Menezes e Vitor Casadei (autores do Diário do Verde). A fim de sensibilizar a gestão, conservação e desenvolvimento sustentável de todos os tipos de florestas, a Assembleia Geral da ONU declarou 2011 como o Ano Internacional das Florestas (AIF). 31% da área total da Terra [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/floresta.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4879" title="Floresta" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/floresta.jpg" alt="Floresta" width="580" height="383" /></a></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Site oficial:</strong> <a title="Ano Internacional das Florestas" href="http://www.un.org/en/events/iyof2011" target="_blank">http://www.un.org/en/events/iyof2011</a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><span style="text-decoration: underline;">Contribuíram para este artigo:</span> Luisa Haddad, Sandro Menezes e Vitor Casadei (autores do Diário do Verde).</span></p>
<p style="text-align: justify;">A fim de sensibilizar a gestão, conservação e desenvolvimento sustentável de todos os tipos de florestas, <em>a Assembleia Geral da ONU declarou 2011 como o Ano Internacional das Florestas (AIF)</em>. <strong>31% da área total da Terra é coberta por florestas</strong> (desse valor, as <strong>florestas primárias representam 36%</strong>).<br />
Imprescindíveis à vida do planeta, de acordo com o <strong>PNUMA</strong>, organismo internacional da Organização das Nações Unidas para o Meio Ambiente, as florestas são o lar de <strong>80% da biodiversidade terrestre</strong> (ambiente); geraram <strong>327 bilhões de dólares</strong> em 2004 com o comércio de produtos florestais &#8211; <strong>30% das florestas</strong> são utilizadas para a produção de madeira e produtos não-madeireiros (economia) e estão ligadas diretamente á sobrevivência de mais de <strong>1,6 bilhão de pessoas</strong>, ou <strong>22,85% da população mundial</strong> (social). Evidencia-se aqui, a ideia de sustentabilidade. Os valores expressivos representam apenas uma amostra da importância das florestas para a sociedade e o planeta.<br />
Os serviços prestados gratuitamente por elas são incontáveis, vão desde os mais simples &#8211; disponibilidade e qualidade da água, impedimento de enchentes, erosão e assoreamento dos rios; até os mais complexos &#8211; controle do clima, afugentação de pragas e variabilidade genética. Integrados e em ação, consolidam-se um poderoso instrumento a serviço do homem e da natureza. <strong>Manter um equilíbrio é essencial para a utilização dos mesmos</strong>.<br />
Um ponto interessante a sobressair, portanto, é a questão dos impactos florestais: fragmentação das matas, efeito de borda, biopirataria e tráfego de animais, só para citar alguns exemplos. Problemas sérios, que precisam ser combatidos com <strong>maior rigor</strong>. Uma vez o equilíbrio rompido, dificilmente será restituído. As florestas devem ser interpretadas como fornecedoras de recursos, e não como propriedade exclusiva do ser humano. É necessário o uso saudável de seus recursos.<br />
Na busca por uma conscientização acessível, impactante e inclusiva, o SambaClub lançou recentemente <strong><a href="http://www.sambaclub.com.br/samba-ai/2011/09/compre-uma-camiseta-e-doe-10-mudas.html">uma nova linha de camisetas</a></strong>, voltada para as comemorações do Ano Internacional das Florestas. Aproveite para adquirir a sua, levar para onde for e espalhar a mensagem de que floresta é para ser respeitada e acima de tudo, valorizada. Ainda mais no Brasil verde, amarelo e azul, anil, 2° maior país em área verde do mundo!!!</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><strong>Artigo criado especialmente para o SambaClub.</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><strong></strong>Publicado, com adaptações, <a href="http://www.sambaclub.com.br/samba-ai/2011/10/2011-o-ano-das-florestas-pelo-blog-diario-do-verde.html">neste link</a>.</span></p>
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		<title>Fome: difícil, mas não impossível</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 16:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Action Day]]></category>
		<category><![CDATA[Fome]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[A exemplo de 2009: &#8220;Mudanças Climáticas&#8221; e 2010: &#8220;Água: Cuidar para não faltar&#8220;, o Diário do Verde novamente se faz presente no Blog Action Day, um evento onde blogueiros do mundo todo se reúnem para fazer a diferença. Desta vez, a proposta é escrever sobre a fome. Como já era de se esperar, pairou na mente [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_4758" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Luz-no-Fim-do-Tunel.jpg"><img class="size-full wp-image-4758" title="Luz no Fim do Túnel" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Luz-no-Fim-do-Tunel.jpg" alt="Luz no Fim do Túnel" width="580" height="435" /></a><p class="wp-caption-text">1 bilhão de pessoas passam fome. Todavia, há luz no fim do túnel!</p></div>
<p style="text-align: justify;">A exemplo de 2009: &#8220;<a href="http://www.diariodoverde.com/mudancas-climaticas-blog-action-day-2009/">Mudanças Climáticas</a>&#8221; e 2010: &#8220;<a href="http://www.diariodoverde.com/agua-cuidar-para-nao-faltar/">Água: Cuidar para não faltar</a>&#8220;, o Diário do Verde novamente se faz presente no <strong>Blog Action Day</strong>, um evento onde blogueiros do mundo todo se reúnem para fazer a diferença. Desta vez, a proposta é escrever sobre a fome. Como já era de se esperar, pairou na mente a dúvida: o que exatamente devo escrever? Pensei aqui, e concluí que não queria escrever um artigo de cunho informativo, não deveria. Teria que ser uma postura diferente. Definido isto, assim elaborei este texto. <strong>Segue:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Falar sobre a fome é relativamente uma tarefa fácil. Um tema sempre em pauta, amplamente discutido&#8230; Eu poderia pegar alguns dados da ONU, da FAO, <span style="text-decoration: line-through;">do raio que o parta</span> e com base neles, discursar e agregar meus posicionamentos. As estatísticas são interessantes, eu considero-as como um meio importante para análise. Veja bem, um meio. Por que não se pode levar em conta apenas &#8220;números&#8221;. É preciso ir além das pesquisas.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando se fala em &#8220;fome&#8221;, imediatamente há a associação de &#8220;comida&#8221;. Não está errado, mas sejamos sensatos: o problema não para por aí. É infinitamente maior e mais grave. Afinal, o que gera a fome, o que ela é?</p>
<p style="text-align: justify;">A fome existe por causa da mesquinhez, da usura, da ganância. Por falta de planejamento, gestão ineficiente, educação inapropriada. Quem dera se fosse pela falta de alimento &#8211; isto é, a sua má concentração (muito nas mãos de poucos) e destinação (a comida industrializada para cães e gatos daria para saciar milhões de pessoas, por exemplo, e o desperdício exasperado). Ela deixa marca profundas, dependendo até, incuráveis. Pode ser uma doença, um trauma ou uma deficiência. Combatê-la não depende apenas de um ou outro, e sim de todos nós. É o resultado da necessidade não atendida, da expectativa, não correspondida. Os conceitos atuais precisam ser urgentemente revistos e corrigidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Há fome de fé, de amor, de esperança, de alegria, de paz&#8230; De cultura e inteligência. É um &#8220;venha a nós e ao vosso reino nada&#8221; que vou te contar! Devemos olhar a questão da fome de uma maneira abrangente (envolvendo os campos material e imaterial &#8211; o espiritual), não isolada; procurar tratá-la eficazmente, dispensando medidas paliativas. O problema da fome, por mais utópico que possa parecer, tem solução. Ao menos no campo da alimentação, um direito assegurado universalmente, largamente violado. Gandhi resume: &#8220;<em>Cada dia a natureza produz o suficiente para nossa carência. Se cada um tomasse o que lhe fosse necessário, não havia pobreza no mundo e ninguém morreria de fome. / Há riqueza bastante no mundo para as necessidades do homem, mas não para a sua ambição.</em>&#8221; <strong>Qual seria ela, Gabriel?</strong> Uma nova mentalidade &#8211; onde o ser é mais importante que o ter, consolidada na igualdade, liberdade, justiça, respeito e antes de qualquer coisa, na <strong>educação</strong>. Sem ela, não vamos a lugar algum.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ao leitor:</strong> e para você, o que significa a fome, quais as suas ideias para este problema que assola a humanidade há tanto tempo? Mande a sua opinião, estou te esperando!</p>
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		<title>Quatro décadas de Greenpeace</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 22:10:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Greenpeace]]></category>
		<category><![CDATA[Greenpeace Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ongs Ambientais]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiba mais sobre o Greenpeace, referência mundial de defesa e proteção do meio ambiente.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Greenpeace.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4297" title="Greenpeace" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/Greenpeace-580x435.jpg" alt="Greenpeace" width="580" height="435" /></a></p>
<blockquote><p>&#8216;Um dia, a Terra vai adoecer. Os pássaros cairão do céu, os mares vão escurecer e os peixes aparecerão mortos na correnteza dos rios. Quando esse dia chegar, os índios perderão o seu espírito. Mas vão recuperá-lo para ensinar ao homem branco a reverência pela sagrada terra. Aí, então, todas as raças vão se unir sob o símbolo do arco-íris para terminar com a destruição. Será o tempo dos Guerreiros do Arco-Íris.&#8217;<br />
<span style="font-size: x-small;"> Profecia feita há mais de 200 anos por &#8220;Olhos de Fogo&#8221;, uma velha índia Cree. A profecia embalou as noites dos fundadores do Greenpeace que navegaram para as Ilhas Aleutas (Alasca) em 1971, na tentativa de impedir um teste nuclear nos EUA. Ela não só iria dar nome ao primeiro navio da organização, o <em>Rainbow Warrior</em>, como acabou por batizar os ativistas do Greenpeace &#8211; conhecidos em todo o mundo como <em>Os Guerreiros do Arco-Íris</em>.</span></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Há exatos quarenta anos, mais precisamente no dia 15 de setembro 1971, quando 12 ativistas zarparam de Vancouver num velho barco rumo à ilha Amchitka para impedir testes nucleares, nascia o Greenpeace. Posteriormente, no começo da década de 1990, a ONG iniciou oficialmente suas atividades no Brasil, em 1992, ano da Eco-92 no Rio. A primeira ação foi diante da usina Nuclear Angra 1 (RJ), no dia 26 de Abril.</p>
<p style="text-align: justify;">Greenpeace, que em português significa &#8220;Paz Verde&#8221;, é considerada hoje a maior organização não-governamental internacional em prol do meio ambiente. O Greenpeace <em>é uma organização global e independente que atua para defender o ambiente e promover a paz, inspirando as pessoas a mudarem atitudes e comportamentos. Investigando, expondo e confrontando crimes ambientais, desafiando os tomadores de decisão a rever suas posições e adotar novos conceitos. Também defende soluções economicamente viáveis e socialmente justas, que ofereçam esperança para esta e para as futuras gerações.</em> São 4 os seus valores: &#8220;Independência, Não Violência, Confronto Pacífico e Engajamento&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, está presente em 43 países de todos os continentes, contando com o apoio de 4.384.000 ciberativistas e mais de 3.875.000 colaboradores. Possui ainda 11,6 milhões de pessoas entre os seus assinantes e um total de 2.800.000 de doadores, que auxiliam na execução de projetos, financeiramente. Em nosso país são mais de 70 pessoas trabalhando nos escritórios de São Paulo, Manaus e Brasília, 250 voluntários, 47 mil colaboradores e 300 mil ciberativistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Parabéns ao Greenpeace, por 40 anos de ações e transformações! Salve o Verde <img src="http://s.w.org/images/core/emoji/72x72/1f600.png" alt="😀" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p><center><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="325" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/pGYPNt0Spko?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="325" src="http://www.youtube.com/v/pGYPNt0Spko?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></center></p>
<p><strong>Referências para a elaboração deste artigo (não deixe de visitar os links):</strong></p>
<p>Greenpeace Brasil &#8211; <a href="http://www.greenpeace.org/brasil/pt/quemsomos/" target="_blank">Quem somos</a> e <a href="http://www.greenpeace.org/brasil/pt/quemsomos/Greenpeace-no-Brasil/" target="_blank">Greenpeace no Brasil</a>; Greenpeace Internacional &#8211; <a href="http://www.greenpeace.org/international/en/news/Blogs/makingwaves/40-years-of-inspiring-action/blog/36808/" target="_blank">Blog</a>.</p>
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		<title>VOTE no Diário do Verde &#8211; Prêmio Top Blog 2011</title>
		<link>http://diariodoverde.com/vote-no-diario-do-verde-premio-top-blog-2011/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 00:15:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[#Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio TopBlog]]></category>
		<category><![CDATA[Top Blog]]></category>
		<category><![CDATA[TopBlog Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Existe na blogosfera anualmente, desde o ano de 2008, o concurso de premiação cultural e de reconhecimento do trabalho dos blogueiros intitulado TopBlog Brasil. Milhares de blogs de todo o país disputam em diferentes categorias. Para maiores informações, acesse o portal. A partir do ano de 2009, o Diário do Verde vem concorrendo na categoria [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Existe na blogosfera anualmente, desde o ano de 2008, o concurso de premiação cultural e de reconhecimento do trabalho dos blogueiros intitulado <em>TopBlog Brasil</em>. Milhares de blogs de todo o país disputam em diferentes categorias. Para maiores informações, <a href="http://www.topblog.com.br/2011/" target="_blank">acesse o portal</a>.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-2380" title="banner-topblog-2011" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/banner-topblog-2011-580x127.png" alt="" width="580" height="127" /></p>
<p style="text-align: justify;">A partir do ano de 2009, o Diário do Verde vem concorrendo na categoria Sustentabilidade, mais adequada ao que é desenvolvido por aqui. Durante dois anos consecutivos (2009 e 2010), o DV foi classificado na lista dos 100 melhores blogs do país através da votação pelo Júri Popular. Neste ano, novamente, o blog estará participando, em nome de todo o Coletivo Editorial, gostaria de pedir e insistir no seu voto. Mais do que isso: a sua confiança para ir além. Em 2011, os planos por aqui são maiores, queremos estar figurando ao menos, entre os 3 primeiros colocados. A sua ação é indispensável para que isso aconteça.<br />
<a href="http://bit.ly/topblog11"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://bit.ly/topblog11"><span style="font-size: xx-large;">Clique aqui para votar no Diário do Verde</span></a></p>
<p style="text-align: justify;">Feito isto, abrirá uma nova janela, onde está localizada a página de votação que representa o blog &#8211; há uma miniatura da página inicial e uma breve descrição.<br />
O processo é bem simples*, siga os passos abaixo (atente para o print abaixo):</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2382" title="Votar - Top Blog" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Votar-Top-Blog.jpg" alt="" width="580" height="279" /><br />
<em> 1.</em> Ao abrir o link, clique no &#8220;V&#8221; para votar. Irá se expandir as opções de votação: <em>E-mail</em> e <em>Twitter</em>.<br />
<em> 2.</em> Ao votar por e-mail, será necessário que você confirme o seu voto em sua caixa postal. Dá um pouco mais de trabalho. Escolhendo o Twitter, facilitará este processo, economizando tempo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">*Observação importante: se você pesquisar o termo &#8220;Diário do Verde&#8221; no site da premiação, aparecerão três perfis de blog, representando o DV. Dois dizem respeito ao blog no Blogger &#8211; &#8220;.blogspot.com&#8221;, desconsidere-os.</span></p>
<p style="text-align: justify;">O Diário do Verde é apenas um dos muitos blogs que estão concorrendo, você poderá votar em mais de um blog para os mais variados temas. Há uma lista com a relação de todos os participantes na página inicial. <strong>A votação popular </strong>(aberta ao público)<strong> termina no dia 11/10/2011</strong>. Ajude o Diário do Verde, votando, divulgando e incentivando. Contamos com você, caro e estimado leitor!</p>
<p style="text-align: right;">Muito Obrigado,<br />
Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves &#8211; Idealizador.</p>
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		<title>Ambiente e Ecologia: refletir é preciso</title>
		<link>http://diariodoverde.com/ambiente-e-ecologia-refletir-e-preciso/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 02:57:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Datas Comemorativas]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Semana do Meio Ambiente e da Ecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabe que dia é hoje? Dia Mundial do Meio Ambiente e Dia da Ecologia. O típico 5 de Junho onde a sociedade fica-se questionando aos berros o que de fato, temos para se orgulhar, ver o que já se consumou e discute ainda, o que poderemos esperar do futuro. Deixando de lado as observações recorrentes, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-2311" title="Planeta Verde" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Planeta-Verde-580x435.jpg" alt="" width="580" height="435" /></p>
<p style="text-align: justify;">Sabe que dia é hoje? <strong>Dia Mundial do Meio Ambiente e Dia da Ecologia</strong>.<br />
O típico 5 de Junho onde a sociedade fica-se questionando aos berros o que de fato, temos para se orgulhar, ver o que já se consumou e discute ainda, o que poderemos esperar do futuro. Deixando de lado as observações recorrentes, que muito pouco servem pra alguma coisa, direcionemos para o &#8220;eu&#8221;.<br />
Queremos um meio ambiente perfeito, uma ecologia melodiosa, com efeito, resmungamos, criticamos, xingamos o governo e descontamos a culpa nos outros. Mas o principal, acabamos por muitas vezes, cometendo o pecado de se esquecer: nós mesmos! É a gente que tem o maior poder de transformação.<br />
Ficar com os braços cruzados esperando as coisas acontecerem por parte dos outros, para não dizer &#8220;caírem do céu&#8221;, é a pior coisa. Não que ninguém tenha a capacidade de fazer algo, mas é uma questão de pura inteligência: o nosso próximo só muda se quiser mudar, e geralmente isso acontece quando ele vê um exemplo. Já &#8220;eu&#8221; mudo sem maiores dificuldades, temos a autoridade sobre nossas vidas. Não saia por aí pensando que <strong>ser amigo da natureza</strong> é plantar uma árvore e fica tudo por isso mesmo. Ou ficar aos cantos anunciando: preserve, preserve, preserve, seja eco! É muito além disso: <strong>é atitude</strong>, <strong>é consciência</strong>, <strong>é uma verdadeira renovação do ser</strong>.<br />
Comece a se questionar sobre as suas ações, o que você faz, o que deixa de fazer &#8211; por comodismo, talvez. Reflita, dedique-se a aprender e valorizar a sua casa. Por mais que queiramos negar, ou por não encontrarmos respostas mesmo &#8211; guiados pelas desilusões fartas deste mundão sem razões, estamos integrados ao verde do Planeta. O ambiente é resultado da soma de nossas mãos, do nosso trabalho. A ecologia, também.<br />
Sejamos multiplicadores da esperança: todos nós precisamos dar o primeiro passo, rever os valores e persistir em nossos objetivos. <em>Seguir em frente</em>, como diria Walt Disney. O resto, o tempo ajuda.</p>
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		<title>Panorama Global &#8211; Meio Ambiente no Mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 02:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Enquetes e Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Scribd]]></category>
		<category><![CDATA[Semana do Meio Ambiente e da Ecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Dados &#8211; Meio Ambiente no Mundo &#8211; 2011 Análise minuciosa feita pelo Diário do Verde, comparando e indicando a situação ambiental atual em todos os continentes do mundo. Compare a evolução dos índices, acesse este outro documento (2010), também de autoria do Diário do Verde, que relata os dados ambientais do ano de 2000. Base [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a title="View Dados - Meio Ambiente no Mundo - 2011 on Scribd" href="http://pt.scribd.com/doc/57165555/Dados-Meio-Ambiente-no-Mundo-2011" style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;">Dados &#8211; Meio Ambiente no Mundo &#8211; 2011</a> <object id="doc_84710" name="doc_84710" height="600" width="100%" type="application/x-shockwave-flash" data="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" style="outline:none;" ><param name="movie" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf"><param name="wmode" value="opaque"><param name="bgcolor" value="#ffffff"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><param name="FlashVars" value="document_id=57165555&#038;access_key=key-yd9vo81drcz7p3mwc28&#038;page=1&#038;viewMode=list"><embed id="doc_84710" name="doc_84710" src="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf?document_id=57165555&#038;access_key=key-yd9vo81drcz7p3mwc28&#038;page=1&#038;viewMode=list" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="600" width="100%" wmode="opaque" bgcolor="#ffffff"></embed></object></p>
<p>Análise minuciosa feita pelo Diário do Verde, comparando e indicando a situação ambiental atual em todos os continentes do mundo.<br />
Compare a evolução dos índices, <a href="http://pt.scribd.com/doc/34348541/AREA-VERDE-DADOS" target="_blank"><strong>acesse este outro documento (2010)</strong></a>, também de autoria do Diário do Verde, que relata os dados ambientais do ano de 2000.<br />
<em>Base para o levantamento:</em> Almanaque Abril.</p>
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		<title>O que os brasileiros pensam do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável?</title>
		<link>http://diariodoverde.com/o-que-os-brasileiros-pensam-do-meio-ambiente-e-do-desenvolvimento-sustentavel/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Jun 2011 00:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Enquetes e Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Semana do Meio Ambiente e da Ecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Impacto ambiental dos brasileiros (e suas ações para diminuí-lo) Pesquisa* do Ministério do Meio Ambiente que ouviu 1100 pessoas de onze capitais, traz as seguintes informações: 77% preferem lâmpadas que gastem menos energia; 27% compram produtos feitos de material reciclado; 53% preferem produtos com embalagem reciclável; 62% compram água engarrafada; 17% deixaram de comprar algum [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: large;">Impacto ambiental dos brasileiros</span><br />
<em><span style="font-size: medium;">(e suas ações para diminuí-lo)</span></em></strong></p>
<hr />
<p style="text-align: right;">Pesquisa* do Ministério do Meio Ambiente que ouviu 1100 pessoas de onze capitais, traz as seguintes informações:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>77%</strong> preferem lâmpadas que gastem menos energia;<br />
<strong>27%</strong> compram produtos feitos de material reciclado;<br />
<strong>53%</strong> preferem produtos com embalagem reciclável;<br />
<strong>62%</strong> compram água engarrafada;<br />
<strong>17%</strong> deixaram de comprar algum produto prejudicial ao ambiente;<br />
<strong>70%</strong> jogam pilhas e baterias no lixo doméstico;<br />
<strong>66%</strong> descartam remédios no lixo doméstico;<br />
<strong>33%</strong> jogam tintas e solventes no lixo doméstico;<br />
<strong>70%</strong> concordam que os recursos naturais são finitos e precisam ter o uso controlado;<br />
<strong>59%</strong> acreditam que a preservação dos recursos naturais deve ter prioridade sobre o crescimento econômico;<br />
<strong>77%</strong> descartam o óleo usado na pia da cozinha;<br />
<strong>17%</strong> possuem lixo eletrônico guardado em casa;<br />
<strong>66%</strong> estão dispostos a separar o lixo para reciclagem;<br />
<strong>63%</strong> pretendem eliminar o desperdício de água;<br />
<strong>46%</strong> reduziriam o consumo de energia elétrica para ajudar o planeta;<br />
<strong>60%</strong> deixariam de usar sacolas plásticas;<br />
<strong>18%</strong> fariam boicote a produtos de empresas poluidoras;<br />
<strong>12%</strong> pagariam impostos para despoluir rios;<br />
<strong>66%</strong> acham que o desperdício da água terá consequências sérias no futuro;<br />
<strong>59%</strong> julgam necessárias mudanças nos hábitos de consumo, transporte e alimentação para evitar problemas ambientais.</p>
<p style="text-align: justify;">Comentários de <strong>Marina Silva</strong><sup>1</sup>:</p>
<p style="text-align: justify;">-&gt; Nove entre dez brasileiros acreditam que da forma como usamos a água, dentro de pouco tempo não teremos água para beber;<br />
-&gt; Apenas um em cinco concorda que a preocupação com o meio ambiente no Brasil é exagerada;<br />
-&gt; Quase um quinto da população tem lixo eletrônico em casa por não saber o que fazer com ele.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;"><sup>1</sup>Quase 20% dos eleitores brasileiros votaram em Marina Silva para Presidente no ano passado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">*Publicada na Revista Veja, Especial Sustentabilidade (22-Dez-2010), pág.98, da Editora Abril. Série histórica que vem sendo realizada desde 1992 pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) em conjunto com o Iser e outras organizações. <strong>Dados:</strong> Instituto Synovate.</span></p>
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		<title>31 Maneiras para ser Verde! / 31 Ways to Go Green!</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 23:15:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Semana do Meio Ambiente e da Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Traduções]]></category>

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		<description><![CDATA[Gostou das sugestões? Não deixe de aplicá-las no seu cotidiano e passá-las adiante! A versão original deste calendário em inglês está disponível neste link. Se houver algum erro ou nota que queira fazer, sobre a tradução, a hora é essa! Diga o que achou do Calendário Verde, deixe o seu comentário :] PS: Agradecimento especial [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-2263" title="31 Maneiras para Ser Verde - Diário do Verde" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/31-Maneiras-para-Ser-Verde-580x783.png" alt="31 Maneiras para Ser Verde - Diário do Verde" width="580" height="783" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gostou das sugestões?</strong> Não deixe de aplicá-las no seu cotidiano e passá-las adiante!<br />
A versão original deste calendário em inglês está disponível <a href="http://www.southernct.edu/wellness/uploads/textWidget/wysiwyg/documents/Go_Green_calendar.jpg" target="_blank">neste link</a>.<br />
Se houver algum erro ou nota que queira fazer, sobre a tradução, a hora é essa!<br />
Diga o que achou do Calendário Verde, deixe o seu comentário :]</p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-size: x-small;"><strong>PS:</strong> Agradecimento especial para a minha Professora de Inglês, Sueli / Ajuda na Tradução.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Biomas do Brasil</title>
		<link>http://diariodoverde.com/biomas-do-brasil/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 22:45:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Caatinga]]></category>
		<category><![CDATA[Campos]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Amazônica]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Mata de Cocais]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[Semana do Meio Ambiente e da Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Zonas Litorâneas]]></category>

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		<description><![CDATA[A natureza "canarinho", em suas múltiplas faces.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Bioma</strong> é um conjunto de ecossistemas que formam uma comunidade estável e desenvolvida, adaptada às condições naturais de uma região e geralmente caracterizada por um tipo principal de vegetação. Abaixo, você tem a divisão do Brasil em nove biomas. Naturalmente, trata-se de uma classificação geral, pois no território brasileiro combinam-se vários tipos de ecossistema, de clima, de vegetação, de solo e de relevo, criando uma gama de sistemas ambientais em mudança constante.<br />
A formação dos biomas contou com a importante ação da espécie humana, atuante milhares de anos atrás. Com o uso do fogo, os homens ampliaram o cerrado, bem como agiram de forma decisiva na expansão da região das castanheiras, no Norte, e da floresta de araucárias, no Sul. Caçadores-coletores, cerca de 8 mil anos atrás, queimavam as matas nas bordas da Amazônia como técnica de caça. Há cerca de 4 mil anos, índios começavam a pôr fogo no coração da floresta para plantar, criando a técnica da coivara e modificando a configuração da mata.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CAATINGA</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Caatinga.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2048" title="Caatinga" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Caatinga-580x463.jpg" alt="" width="580" height="463" /></a>Abrigando o sertão nordestino, a caatinga tem uma vegetação típica de regiões semiáridas, com perda de folhas na estação seca. Sua área, de cerca de 800 mil quilômetros quadrados, registra secas prolongadas. Caatinga é uma palavra originária do tupi-guarani que significa &#8220;mata branca&#8221; (alusão às plantas sem folhas). Único sistema ambiental exclusivamente brasileiro, está presente nos estados do Ceará, do Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Pernambuco, de Sergipe, de Alagoas, da Bahia, do Piauí e do norte de Minas Gerais. As temperaturas médias anuais são elevadas: oscilam entre 25 °C e 29 °C. O clima é semiárido, e os solos são predominantemente rasos e pedregosos. Menos de 1% de sua área está protegida por unidades de conservação integral. A caatinga é um exemplo de convivência do homem com a vegetação natural, graças ao desenvolvimento de técnicas de cultivo em clima árido. São quatro séculos de presença humana sem a erradicação da cobertura vegetal, como se deu com a maior parte da mata Atlântica e ocorre com a Amazônia.<br />
Quanto à vegetação, as plantas da caatinga são xerófilas, ou seja, adaptadas ao clima seco e à pouca quantidade de água. Algumas armazenam água; outras possuem raízes superficiais para captar o máximo das chuvas. Há as que contam com recursos para diminuir a transpiração, como espinhos e poucas folhas. A vegetação é formada por três estratos: o arbóreo, com árvores de até 20 metros; o arbustivo, com vegetação de 2 a 5 metros; e o herbáceo, abaixo de 2 metros. Entre as espécies mais conhecidas estão a umburana, o umbuzeiro e o mandacaru. Com algumas dessas plantas são produzidos ceras, fibras, óleos vegetais e, principalmente, forragem para a pecuária, a base da renda dos vaqueiros e dos fazendeiros do sertão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CAMPOS</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Campos.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2055" title="Campos" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Campos-580x385.jpg" alt="" width="580" height="385" /></a>Ocupam áreas descontínuas do país e aparecem na Região Norte na forma de savanas de gramíneas baixas no Amazonas, em Roraima e no Pará. Na Região Sul, os campos são pradarias mistas subtropicais. Os campos do Sul são formados, principalmente, pelos pampas gaúchos, região plana, de vegetação aberta e de pequeno porte, que se estende do Rio Grande do Sul ao Uruguai e à Argentina. A vegetação forma um tapete herbáceo que não atinge 1 metro de altura, com pouca variedade de espécies. Sete tipos de cacto e de bromélia são endêmicos dos campos da região.<br />
A vegetação dos campos reúne herbáceas, gramíneas e pequenos arbustos, com características diversas, conforme a região. Os campos em que predominam apenas as gramíneas são chamados de campos limpos. Quando há também os arbustos, são denominados campos sujos. Em áreas de altitude superior a 1,4 mil metros, são chamados de campos de altitude, como os da serra da Mantiqueira e do Planalto das Guianas. Os campos da hileia são um tipo de formação rasteira encontrada na Amazônia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CERRADO</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Cerrado.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2046" title="Cerrado" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Cerrado-580x395.jpg" alt="" width="580" height="395" /></a>O segundo maior bioma brasileiro, teve a participação do homem em sua formação, com o uso intenso do fogo há mais de 10 mil anos (por povos caçadores-coletores e, depois, pelos índios). A presença de três grandes bacias hidrográficas da América do Sul na região (Tocantins-Araguaia, São Francisco e Prata) favorece a biodiversidade, bastante afetada pela expansão agrícola.<br />
A vegetação do cerrado caracteriza-se pela presença de pequenos arbustos e árvores retorcidas, com cortiça (casca) grossa e folhas recobertas de pelugem. Encontram-se, ainda, gramíneas e o cerradão, tipo mais denso de cerrado que abriga formações típicas de florestas, em especial árvores de até 20 metros, esparsas e disseminadas entre arbustos. O solo, deficiente em nutrientes e com alta concentração de alumina (mineral da bauxita) dá à mata uma aparência seca, de savana tropical. As plantas têm raízes longas, que retiram nutrientes e água do solo a mais de 15 metros de profundidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FLORESTA AMAZÔNICA</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Amazonia.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2047" title="Amazônia" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Amazonia-580x386.jpg" alt="" width="580" height="386" /></a>A maior floresta tropical do mundo atualmente, ocupa o norte do território brasileiro, nos estados do Acre, do Amazonas, do Pará, de Rondônia, de Roraima, do Amapá, de Mato Grosso, do Tocantins e do Maranhão, estendendo-se também por países vizinhos &#8211; Suriname, Guiana, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia e o território da Guiana Francesa. O clima quente e úmido e a densa rede de rios deram origem a uma floresta com grande riqueza de espécies animais e vegetais. Cada nível da floresta é habitado por diferentes comunidades. Os insetos espalham-se do chão às árvores mais altas. Aves e macacos ficam nos níveis superiores. Roedores, anfíbios e animais rastejadores exploram os estratos mais baixos. No solo, estão os felinos, como a onça-pintada e a jaguatirica, os maiores predadores do bioma (presentes também nos demais biomas brasileiros), além de jabutis, cutias, pacas e antas. Jacarés, ariranhas e grandes cobras, como a sucuri, vivem às margens dos rios. Longe de ser homogênea, a área da floresta Amazônica tem manchas de cerrado, com vegetação do tipo savana, adaptada às áreas mais secas; e campos e lavrados como os de Roraima, em que predominam as gramíneas.<br />
A floresta Amazônica tem vegetação latifoliada, na qual predominam as espécies de folhas largas, comuns em regiões de clima equatorial, quente e úmido. Apresenta três tipos de mata: de igapó, de várzea e de terra firme. A mata de igapó ocorre no solo inundado, principalmente no baixo Amazonas, e reúne espécies vegetais como o mucuri, a sumaúma, o jaruari e a vitória-régia.<br />
A mata de várzea é própria das áreas periodicamente inundadas, chamadas terraços fluviais. Intermediárias entre os igapós e a terra firme, as espécies da mata de várzea têm formações variadas, como seringueira, palmeira, jatobá e maçaranduba,<br />
As matas de terra firme correspondem à parte mais elevada do relevo. Com solo seco, livre de inundação, as árvores chegam a 65 metros de altura. Em terra firme, encontram-se espécies como o castanheiro, o mogno e o guaraná.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MATA ATLÂNTICA (FLORESTA ESTACIONAL)</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-Atlantica.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2054" title="Mata Atlântica" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-Atlantica-580x385.jpg" alt="" width="580" height="385" /></a>Considerada um dos biomas mais ameaçados do planeta, a mata Atlântica é, na verdade, um mosaico de ecossistemas diversificados. Há 500 anos, a mata Atlântica cobria cerca de 15% do que hoje é o território nacional, espalhando-se por 1,3 milhão de quilômetros quadrados na área litorânea do Brasil, desde o Rio Grande do Norte até Santa Catarina. Sua destruição em larga escala começou na segunda metade do século XIX, com a expansão das lavouras de café. Atualmente, a área restante se resume a 7,9% da original, preservada, sobretudo, graças à presença da serra do Mar, que funciona como um obstáculo à ação humana. É o bioma do país mais bem protegido pela lei.<br />
Muito dos animais brasileiros ameaçados de extinção vivem em suas florestas: espécies de mico-leão, o macaco muriqui (monocarvoeiro), a lontra, o tatu-canastra e a onça-pintada. Com clima tropical, quente e úmido, a mata Atlântica apresenta um relevo de planaltos e serras. Sua área abrange as bacias do Paraná, Uruguai, Paraíba do Sul, Doce, Jequitinhonha e São Francisco.<br />
Quanto à vegetação, entre as florestas tropicais, a mata Atlântica é a que apresenta a maior biodiversidade por hectare do planeta, com espécies vegetais como ipê, quaresmeira, cedro, palmiteiro, canela, imbaúba, jequitibá-rosa e figueiras.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MATA DE ARAUCÁRIA (PINHEIRAL)</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-de-Araucaria.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2052" title="Mata de Araucaria" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-de-Araucaria-580x435.jpg" alt="" width="580" height="435" /></a>Vegetação típica de clima subtropical, a mata de araucária é um bioma associado à mata Atlântica. Originalmente era encontrada em abundância na Região Sul e em alguns trechos do estado de São Paulo. Ocupava cerca de 100 mil quilômetros quadrados, mas, atualmente, está reduzida a 12% dessa área, segundo pesquisa de 2008 da SOS Mata Atlântica. Os espécimes centenários foram derrubados ou queimados maciçamente na primeira metade do século XX, para dar lugar às plantações de milho, trigo e uva e para abastecer as serrarias.<br />
A vegetação registra árvores aciculifoliadas, com folhas em forma de agulha. A espécie dominante é a <em>Araucaria angustifolia</em>, nome científico do pinheiro-do-paraná, cujo fruto é o pinhão, que atinge mais de 30 metros de altura. Também são importantes o xaxim e a bracatinga, que se desenvolvem sob as araucárias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MATA DE COCAIS (MEIO NORTE)</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-de-Cocais.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2049" title="Mata de Cocais" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Mata-de-Cocais-580x435.jpg" alt="" width="580" height="435" /></a>Ocupa uma zona de transição entre as florestas úmidas da bacia Amazônica e as terras semiáridas do nordeste brasileiro, no Maranhão e no Piauí e no norte do Tocantins. Esse bioma se caracteriza por solos secos e florestas dominadas por palmeiras. O clima é úmido, e a vegetação fica mais exuberante à medida que se avança para oeste.<br />
Definida como um sistema de transição, a vegetação da mata de cocais inclui palmeiras, como buriti, oiticica, babaçu e carnaúba. No oeste, é mais frequente o babaçu, que chega a atingir 20 metros de altura. No lado seco, a leste, predomina a carnaúba, com até 20 metros de altura.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PANTANAL MATO-GROSSENSE</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Pantanal.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2053" title="Pantanal" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Pantanal-580x187.jpg" alt="" width="580" height="187" /></a>É uma das maiores planícies inundáveis do planeta, distribuída pelo sudoeste de Mato Grosso, oeste de Mato Grosso do Sul, Paraguai e Bolívia. É considerada uma área de transição entre a Amazônia e o cerrado, ao norte, e o Chaco, na bacia do rio Paraguai, ao sul. Esse mosaico de ecossistemas intercala regiões de cerrado e floresta úmida, além de áreas aquáticas e semiaquáticas. O início das chuvas nas regiões altas, em novembro, faz subir o nível dos rios na bacia do Paraguai e há inundação de até dois terços da área pantaneira de planície. A vazão acontece pelo rio Paraguai. Em 2001, o Pantanal foi reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como patrimônio natural da humanidade.<br />
A vegetação diversifica-se conforme três tipos de áreas: as alagadas e as que não sofrem inundação. Nas áreas alagadas, a vegetação de gramíneas desenvolve-se no inverno e serve de alimento para o gado. Nas de eventuais alagamentos, encontram-se, além de vegetação rasteira, arbustos e palmeiras, como o buritie o carandá. Nas que não sofrem inundação, predominam os cerrados e, em pontos mais úmidos, espécies arbóreas da floresta tropical.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ZONAS LITORÂNEAS</strong><br />
<a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Zonas-Litorâneas-do-Brasil-Atlântico-Sul.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2050" title="Zonas Litorâneas do Brasil - Atlântico Sul" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Zonas-Litorâneas-do-Brasil-Atlântico-Sul-580x509.jpg" alt="" width="580" height="509" /></a>A costa brasileira possui mais de 7 mil quilômetros de extensão em linha contínua e oferece vários tipos de paisagem &#8211; dunas, ilhas, praias, recifes, costões rochosos, baías, estuários, brejos e falésias. A região é povoada por uma enorme variedade de animais e vegetais. O litoral brasileiro pode ser dividido em quatro grandes zonas distintas, da região norte para a região sul:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Litoral amazônico</strong>, do rio Oiapoque ao delta do Parnaíba, trecho coberto por manguezais e matas de várzea.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Litoral nordestino</strong>, do delta do Parnaíba ao Recôncavo Baiano, que alterna dunas, falésias, restingas e manguezais. É o habitat de várias espécies de tartaruga e do peixe-boi-marinho, em risco de extinção.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Zona litorânea do Sudeste</strong>, do Recôncavo à divisa entre São Paulo e Paraná. Apesar de ser a região mais densamente povoada, é também a que preserva as maiores porções da mata Atlântica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Litoral sul</strong>, que abrange a costa de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, caracteriza-se por manguezais, costões e, a partir de Torres, por uma faixa contínua de praia.</p>
<p style="text-align: justify;">O mangue e a restinga são as formações de vegetação próprias das zonas litorâneas. O mangue é composto de arbustos e espécies arbóreas que ocorrem ao longo de todo o litoral do país. São predominantes as espécies vegetais de troncos finos e raízes aéreas e respiratórias (raízes-escora), adaptadas à salinidade e aos solos pouco oxigenados e lamacentos. Entre os tipos de manguezal, estão o mangue-seriba, o mangue vermelho e o mangue branco. Rico em matéria orgânica, o mangue exerce papel importante na reprodução e no abrigo de espécies da fauna marinha.<br />
A restinga é uma vegetação de terrenos salinos, formados por areia e pedras e cobertos por ervas, arbustos e árvores. Essa formação ocorre do litoral da Bahia ao do Rio de Janeiro e também no litoral do Rio Grande do Sul. Os destaques são a aroeira-de-praia e o cajueiro. A faixa interiorana é composta de arbustos e árvores, como a caxeta e o jerivá.</p>
<p style="text-align: right;"><em><span style="font-size: x-small;">Dados extraídos do Almanaque Abril 2011.</span></em></p>
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