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	<title>Diário do Verde &#187; Enquetes e Pesquisas</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Panorama Global &#8211; Meio Ambiente no Mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 02:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Enquetes e Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Scribd]]></category>
		<category><![CDATA[Semana do Meio Ambiente e da Ecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Dados &#8211; Meio Ambiente no Mundo &#8211; 2011 Análise minuciosa feita pelo Diário do Verde, comparando e indicando a situação ambiental atual em todos os continentes do mundo. Compare a evolução dos índices, acesse este outro documento (2010), também de autoria do Diário do Verde, que relata os dados ambientais do ano de 2000. Base [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a title="View Dados - Meio Ambiente no Mundo - 2011 on Scribd" href="http://pt.scribd.com/doc/57165555/Dados-Meio-Ambiente-no-Mundo-2011" style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;">Dados &#8211; Meio Ambiente no Mundo &#8211; 2011</a> <object id="doc_84710" name="doc_84710" height="600" width="100%" type="application/x-shockwave-flash" data="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" style="outline:none;" ><param name="movie" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf"><param name="wmode" value="opaque"><param name="bgcolor" value="#ffffff"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><param name="FlashVars" value="document_id=57165555&#038;access_key=key-yd9vo81drcz7p3mwc28&#038;page=1&#038;viewMode=list"><embed id="doc_84710" name="doc_84710" src="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf?document_id=57165555&#038;access_key=key-yd9vo81drcz7p3mwc28&#038;page=1&#038;viewMode=list" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="600" width="100%" wmode="opaque" bgcolor="#ffffff"></embed></object></p>
<p>Análise minuciosa feita pelo Diário do Verde, comparando e indicando a situação ambiental atual em todos os continentes do mundo.<br />
Compare a evolução dos índices, <a href="http://pt.scribd.com/doc/34348541/AREA-VERDE-DADOS" target="_blank"><strong>acesse este outro documento (2010)</strong></a>, também de autoria do Diário do Verde, que relata os dados ambientais do ano de 2000.<br />
<em>Base para o levantamento:</em> Almanaque Abril.</p>
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		<item>
		<title>O que os brasileiros pensam do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável?</title>
		<link>http://diariodoverde.com/o-que-os-brasileiros-pensam-do-meio-ambiente-e-do-desenvolvimento-sustentavel/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Jun 2011 00:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Enquetes e Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Semana do Meio Ambiente e da Ecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Impacto ambiental dos brasileiros (e suas ações para diminuí-lo) Pesquisa* do Ministério do Meio Ambiente que ouviu 1100 pessoas de onze capitais, traz as seguintes informações: 77% preferem lâmpadas que gastem menos energia; 27% compram produtos feitos de material reciclado; 53% preferem produtos com embalagem reciclável; 62% compram água engarrafada; 17% deixaram de comprar algum [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: large;">Impacto ambiental dos brasileiros</span><br />
<em><span style="font-size: medium;">(e suas ações para diminuí-lo)</span></em></strong></p>
<hr />
<p style="text-align: right;">Pesquisa* do Ministério do Meio Ambiente que ouviu 1100 pessoas de onze capitais, traz as seguintes informações:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>77%</strong> preferem lâmpadas que gastem menos energia;<br />
<strong>27%</strong> compram produtos feitos de material reciclado;<br />
<strong>53%</strong> preferem produtos com embalagem reciclável;<br />
<strong>62%</strong> compram água engarrafada;<br />
<strong>17%</strong> deixaram de comprar algum produto prejudicial ao ambiente;<br />
<strong>70%</strong> jogam pilhas e baterias no lixo doméstico;<br />
<strong>66%</strong> descartam remédios no lixo doméstico;<br />
<strong>33%</strong> jogam tintas e solventes no lixo doméstico;<br />
<strong>70%</strong> concordam que os recursos naturais são finitos e precisam ter o uso controlado;<br />
<strong>59%</strong> acreditam que a preservação dos recursos naturais deve ter prioridade sobre o crescimento econômico;<br />
<strong>77%</strong> descartam o óleo usado na pia da cozinha;<br />
<strong>17%</strong> possuem lixo eletrônico guardado em casa;<br />
<strong>66%</strong> estão dispostos a separar o lixo para reciclagem;<br />
<strong>63%</strong> pretendem eliminar o desperdício de água;<br />
<strong>46%</strong> reduziriam o consumo de energia elétrica para ajudar o planeta;<br />
<strong>60%</strong> deixariam de usar sacolas plásticas;<br />
<strong>18%</strong> fariam boicote a produtos de empresas poluidoras;<br />
<strong>12%</strong> pagariam impostos para despoluir rios;<br />
<strong>66%</strong> acham que o desperdício da água terá consequências sérias no futuro;<br />
<strong>59%</strong> julgam necessárias mudanças nos hábitos de consumo, transporte e alimentação para evitar problemas ambientais.</p>
<p style="text-align: justify;">Comentários de <strong>Marina Silva</strong><sup>1</sup>:</p>
<p style="text-align: justify;">-&gt; Nove entre dez brasileiros acreditam que da forma como usamos a água, dentro de pouco tempo não teremos água para beber;<br />
-&gt; Apenas um em cinco concorda que a preocupação com o meio ambiente no Brasil é exagerada;<br />
-&gt; Quase um quinto da população tem lixo eletrônico em casa por não saber o que fazer com ele.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;"><sup>1</sup>Quase 20% dos eleitores brasileiros votaram em Marina Silva para Presidente no ano passado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">*Publicada na Revista Veja, Especial Sustentabilidade (22-Dez-2010), pág.98, da Editora Abril. Série histórica que vem sendo realizada desde 1992 pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) em conjunto com o Iser e outras organizações. <strong>Dados:</strong> Instituto Synovate.</span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Enquete: Blog 100% Verde</title>
		<link>http://diariodoverde.com/enquete-blog-100-verde/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Dec 2010 04:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[#Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Enquetes e Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Blog 100% Verde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodoverde.com/enquete-blog-100-verde</guid>
		<description><![CDATA[Você é contra ou a favor da liberação geral do uso do selo &#8220;Blog 100% Verde&#8221;, para qualquer blog ambiental? Sim, pois com isso mais blog verdes poderão aderir à iniciativa, não dependendo de indicações. &#124; 26 votos, 45% do total. Não, o projeto original de &#8220;passagem de um para outro&#8221;, deve continuar. &#124; 2 [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: large;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Você é contra ou a favor da liberação geral do uso do selo &#8220;Blog 100% Verde&#8221;, para qualquer blog ambiental?</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sim</strong>, pois com isso mais blog verdes poderão aderir à iniciativa, não dependendo de indicações. | <em>26 votos, 45% do total.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não</strong>, o projeto original de &#8220;passagem de um para outro&#8221;, deve continuar. | <em>2 votos, 3% do total.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sim</strong>, desde que o Diário do Verde faça um controle de seus utilizadores &#8211; como já faz, garantindo o bom uso. | <em>13 votos, 22% do total.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não</strong>, mas sou a favor no que diz respeito à vida útil: tornar o selo limitado, impedindo o abuso e descaso por parte dos blogueiros e seus respectivos blogs, entre outros. | <em>6 votos, 10% do total.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Considero que o próprio Diário do Verde é quem deveria indicar os blogs</strong>, tornando o selo um canal de comunicação direta, sem terceiros. | <em>9 votos, 15% do total.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Outra sugestão</strong>: Via Comentário no post &#8220;Blog 100% Verde, de 07 de Agosto&#8221;. | <em>1 voto, 1% do total.</em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: large;"><strong>Total de votos: </strong>57 / 100%<strong> | Distribuição: </strong>96%</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: red;">Avaliação:</span></strong><br />
67% das pessoas [2/3] que votaram são favoráveis á liberação do selo &#8211; (SIM)<br />
13% das pessoas [<span style="border-collapse: collapse; font-family: sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">≅ </span>1/8] que votaram são contra á liberação do selo &#8211; (NÃO)<br />
16% das pessoas [<span style="border-collapse: collapse; font-family: sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">≅ </span>1/6] tem uma opinião diferenciada &#8211; (DEMAIS)</p>
<p style="text-align: right;"><em>Enquete encerrada dia 01/12, 23h e 59 min.</em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-large;">Obrigado à você que participou, e deu o seu voto! Em breve, alterações no <a href="http://www.diariodoverde.com/blog-100-verde/">texto do projeto</a>.</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Países Mais Verdes</title>
		<link>http://diariodoverde.com/paises-mais-verdes/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/paises-mais-verdes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 May 2010 05:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Enquetes e Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Listas e Rankings]]></category>

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		<description><![CDATA[Os mais verdes / Uma classificação dos melhores (e piores) países / PELO DR. MATTHEW E. KAHN E FRAN LOSTYS &#8211; Introdução &#8211; Diário do Verde &#8211; A Revista Seleções Reader&#8217;s Digest, uma influente publicação de pretígio internacional, que tem a sua versão em diversos idiomas, anunciou, em 2007, um ranking dos países mais verdes [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-2829" title="Earth's Continents Formed Out of Leaves" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/05/Continentes-Verde-580x425.jpg" alt="" width="580" height="425" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: trebuchet ms; font-size: 180%;">Os mais <span style="color: #009900;">verdes</span></span></strong></p>
<div style="text-align: justify;">/</div>
<div style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: trebuchet ms; font-size: 130%;">Uma classificação dos<br />
melhores <span style="color: #cc0000;">(e piores)</span> países</span></strong></div>
<div style="text-align: justify;">/</div>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #333333;">PELO DR. MATTHEW E. KAHN E FRAN LOSTYS</span></div>
<div>&#8211;</div>
<div><span style="font-family: courier new; font-size: 130%;"><strong>Introdução &#8211; Diário do Verde</strong></span></div>
<div>&#8211;</div>
<div style="text-align: justify;">A Revista Seleções Reader&#8217;s Digest, uma influente publicação de pretígio internacional, que tem a sua versão em diversos idiomas, anunciou, em 2007, um ranking dos países mais verdes do mundo. Ela leva em consideração a preocupação que cada país tem para com o seu ambiente, o bem-estar da população, entre outros fatores.</div>
<div style="text-align: justify;">O Brasil, no final da avaliação, ficou com a 40ª posição. Curiosamente, o TOP10, foi ocupado só por países europeus, exceto no caso da Austrália, que conquistou o 8° lugar, e o Uruguai, com o 9° lugar.</div>
<div style="text-align: justify;">Não é de se admirar que todos os 30 piores países se localizam na África, somente sendo uma exceção a regra o Haiti (o país mais pobre das Américas). Uma prova viva de que não há como se pensar em meio ambiente quando nem o mínimo, os direitos humanos e necessidades básicas, garantidos por lei, são atendidos pelos governantes para com a população.</div>
<div style="text-align: justify;">Em relação à análise das cidades, as lanterninhas se encontram na China e na Índia, evidência de que o crescimento desenfreado gera um preço bem alto.</div>
<div style="text-align: justify;">Resultados detalhados com a cobertura de todos os países envolvidos no estudo, podem ser vistos <a href="http://www.selectionclic.com/" target="_blank">aqui</a>.</div>
<div style="text-align: justify;">A lista completa está a seguir, e logo mais, o que saiu na Edição Brasileira da Reader&#8217;s Digest (o título acima pertence à ela), um resumo com informações exlusivas sobre o estudo. Vale lembrar que, em relação à revista, que está publicado na íntegra, algumas informações podem estar desatualizadas: sinalizadas com um comentário de minha autoria.<br />
<span style="font-size: 180%;">/<br />
<strong>Países<br />
</strong>/</span><br />
<span style="font-size: 85%;">1. Finlândia<br />
2. Islândia<br />
3. Noruega<br />
4. Suécia<br />
5. Áustria<br />
6. Suíça<br />
7. Irlanda<br />
8. Austrália<br />
9. Uruguai<br />
10. Dinamarca<br />
11. Canadá<br />
12. Japão<br />
13. Israel<br />
14. Itália<br />
15. Eslovênia<br />
16. França<br />
17. Holanda<br />
18. Portugal<br />
19. Nova Zelândia<br />
20. Grécia<br />
21. Alemanha<br />
22. Letônia<br />
23. Estados Unidos<br />
24. Lituânia<br />
25. Reino Unido<br />
26. Bélgica<br />
27. Argentina<br />
28. Croácia<br />
29. Espanha<br />
30. Hungria<br />
31. Albânia<br />
32. Estônia<br />
33. Eslováquia<br />
34. Costa Rica<br />
35. Coréia do Sul<br />
36. Cuba<br />
37. Belarus<br />
38. República Tcheca<br />
39. Bósnia e Herzegovina<br />
40. Brasil<br />
41. Panama<br />
42. Armenia<br />
43. Chile<br />
44. Paraguai<br />
45. Emirados Árabes Unidos<br />
46. Macedônia<br />
47. Bulgária<br />
48. Polônia<br />
49. Kuwait<br />
50. Omã<br />
51. Rússia<br />
52. Peru<br />
53. Colômbia<br />
54. Malásia<br />
55. Guiana<br />
56. Romênia<br />
57. Trinidad &amp; Tobago<br />
58. Geórgia<br />
59. Cazaquistão<br />
60. Moldávia<br />
61. Tailândia<br />
62. Tunísia<br />
63. México<br />
64. Líbia<br />
65. Ucraina<br />
66. Sri Lanka<br />
67. Líbano<br />
68. Venezuela<br />
69. Equador<br />
70. Turquia<br />
71. Jordânia<br />
72. Argélia<br />
73. Quirguistão<br />
74. Azerbaijão<br />
75. Bolívia<br />
76. Gabão<br />
77. República Dominicana<br />
78. Síria<br />
79. El Salvador<br />
80. Arába Saudita<br />
81. Jamaica<br />
82. Indonésia<br />
83. Irã<br />
84. China<br />
85. Nicarágua<br />
86. Namíbia<br />
87. Filipinas<br />
88. Egito<br />
89. Mongólia<br />
90. Vietnã<br />
91. Mianmar<br />
92. Honduras<br />
93. Botsuana<br />
94. Turcomenistão<br />
95. Tadjiquistão<br />
96. África do Sul<br />
97. Guatemala<br />
98. Camboja<br />
99. Uzbequistão<br />
100. Butão<br />
101. Laos<br />
102. Marrocos<br />
103. Gana<br />
104. Índia<br />
105. Congo<br />
106. Camarões<br />
107. Uganda<br />
108. Nepal<br />
109. Papua e Nova Guiné<br />
110. Gâmbia<br />
111. Bangladesh<br />
112. Madagascar<br />
113. Senegal<br />
114. Togo<br />
115. Paquistão<br />
116. Quênia<br />
117. Ruanda<br />
118. Guiné<br />
119. Zimbábue<br />
120. Zâmbia<br />
121. Nigéria<br />
122. Sudão<br />
123. Tanzânia<br />
124. Benin<br />
125. República da África Central<br />
126. Maláui<br />
127. Mauritânia<br />
128. Iêmen<br />
129. Angola<br />
130. Costa do Marfim<br />
131. República Democrática do Congo<br />
132. Haiti<br />
133. Mali<br />
134. Guiné-Bissau<br />
135. Moçambique<br />
136. Burundi<br />
137. Chade<br />
138. Burkina Faso<br />
139. Serra Leoa<br />
140. Níger<br />
141. Etiópia<br />
</span><span style="font-size: 180%;">/<br />
<strong>Cidades</strong><br />
/</span><br />
<span style="font-size: 85%;">1. Estocolmo, Suécia<br />
2. Oslo, Noruega<br />
3. Munique, Alemanha<br />
4. Paris, França<br />
5. Frankfurt, Alemanha<br />
6. Stuttgart, Alemanha<br />
7. Lyon, França<br />
8. Dusseldorf, Alemanha<br />
9. Nantes, França<br />
10. Copenhague, Dinamarca<br />
11. Genebra, Suíça<br />
12. Zurique, Suíça<br />
13. Glasgow, Reino Unido<br />
14. Barcelona, Espanha<br />
15. Nova York, Estados Unidos<br />
16. Bruxelas, Bélgica<br />
17. Hamburgo, Alemanha<br />
18. Hong Kong, China<br />
19. Newcastle, Reino Unido<br />
20. Tóquio, Japão<br />
21. Helsinque, Finlândia<br />
22. Washington D.C., Estados Unidos<br />
23. Chicago, Estados Unidos<br />
24. Vancouver, Canadá<br />
25. Dortmund, Alemanha<br />
26. San Francisco, Estados Unidos<br />
27. Londres, Reino Unido<br />
28. Perth, Austrália<br />
29. Melbourne, Austrália<br />
30. Manchester, Reino Unido<br />
31. Graz, Áustria<br />
32. Berlim, Alemanha<br />
33. Ottawa, Canadá<br />
34. Wellington, Nova Zelândia<br />
35. Amsterdã, Holanda<br />
36. Atlanta, Estados Unidos<br />
37. Marselha, França<br />
38. Viena, Áustria<br />
39. Roma, Itália<br />
40. Sydney, Austrália<br />
41. Praga, República Tcheca<br />
42. Brisbane, Austrália<br />
43. Denver, Estados Unidos<br />
44. Berna, Suíça<br />
45. Cidade de Cingapura, Cingapura<br />
46. Houston, Estados Unidos<br />
47. Bolonha, Itália<br />
48. Montreal, Canadá<br />
49. Kuala Lumpur, Malásia<br />
50. Toronto, Canadá<br />
51. Cidade do Cabo, África do Sul<br />
52. Seul, Coréia do Sul<br />
53. Milão, Itália<br />
54. Curitiba, Brasil<br />
55. San Diego, Estados Unidos<br />
56. Madri, Espanha<br />
57. Los Angeles, Estados Unidos<br />
58. Budapeste, Hungria<br />
59. Calgary, Canadá<br />
60. Phoenix, Estados Unidos<br />
61. Johannesburg, África do Sul<br />
62. São Paulo, Brasil<br />
63. Atenas, Grécia<br />
64. Tel Aviv, Israel<br />
65. Chennai, Índia<br />
66. Cracóvia, Polônia<br />
67. Taipé, Taiwan<br />
68. Bangcoc, Tailândia<br />
69. Guangzhou, China<br />
70. Mumbai, Índia<br />
71. Xangai, China<br />
72. Pequim, China<br />
</span>/</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: 130%;"><strong>Pesquisa Original, da Revista Reader&#8217;s Digest &#8211; Ed. Brasileira</strong></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: 78%;">TEXTO DOS AUTORES DO ESTUDO</span></div>
<div style="text-align: justify;">/<br />
<strong>O simples fato</strong> de um lugar ser ecologicamente “correto” não significa que você gostaria de passar nele o restante dos seus dias – imagine-se vivendo em geleiras e florestas tropicais, por exemplo. Mas encontrar o equilíbrio entre o que é verde e o que é habitável pode conduzi-lo ao paraíso. Aspirando a esse ideal, pesquisamos os países mais verdes do mundo, ao mesmo tempo que nos assegurávamos de que fossem locais em que as pessoas pudessem viver bem. Durante a pesquisa, também descobriramos os piores lugares para se morar. Prenda a respiração e torça para que o lugar que você chama de lar não pertença a esse grupo.<br />
Analisamos informações de duas importantes fontes, cobrindo 141 nações, para classificar os locais mais verdes e habitáveis do planeta. A nossa análise se aprofundou em medidas ambientais e fatores sociais (renda e grau de instrução, por exemplo). Além de nos ajudar na classificação dos países, nossa análise nos deixou cinco lições importantes. (que vale a pena conferir!)</div>
<div style="text-align: justify;">&#8211;<br />
<strong><span style="font-family: trebuchet ms;"><span style="color: #999999;">&gt;&gt;</span><span style="color: #33cc00;">É possível ser mais verde</span><br />
</span></strong><span style="font-size: 85%;">Até os países mais limpos têm problemas ambientais: a Finlândia alcançou pontuações altíssimas no que diz respeito à qualidade do ar e da água, e à baixa incidência de doenças infantis. Mas o país também produz uma quantidade acima da média dos gases responsáveis pelo efeito estufa; tem grande pegada ecológica (footprint, em inglês, o que corresponde à quantidade de terra e água necessária para manter o nível de consumo nacional); e contribui, significativamente, para os problemas ambientais da região).<br />
O motivo: a Finlândia possui a mais alta relação consumo industrial/energético dos cinco países nórdicos, em grande parte graças à dependência nas indústrias florestais e de extração de pedras, que fazem uso intenso de combustíveis. Invernos mais frios e índices pluviométricos baixos também tiveram impacto, forçando cortes na produção hidrelétrica e fomentando o interesse nacional por combustíveis fósseis, uma das maiores fontes de gases estufa.</span><br />
#<br />
<strong>Mudar para melhorar</strong> Para se tornarem mais verdes, os países precisam fazer mais para capitalizar suas potencialidades. A Finlândia figura entre os maiores exportadores de tecnologia eólica, mas produz menos de 1% da própria eletricidade utilizando-se do poder dos ventos.<br />
&#8211;<br />
<strong><span style="font-family: trebuchet ms;"><span style="color: #999999;">&gt;&gt;</span><span style="color: #33cc00;">Não deixe de pensar no amanhã</span></span></strong><br />
<span style="font-size: 85%;">Em 18 de janeiro de 2000, um vazamento da refinaria da Petrobras em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, lançou 1,2 milhão de litros de óleo <em>in natura</em> na Baía de Guanabara. O derramamento de óleo combustível se espalhou por mais de cinco quilômetros e afetou gravemente o ecossistema da região, atingindo a fauna e a flora do manguezal localizado no fundo da baía. Ninguém se feriu, mas especialistas calcularam danos ecológicos irreparáveis, que afetaram a cadeia biológica do local. O acidente levou, nove dias depois, à publicação da Resolução Conama n° 265, que determina o acompanhamento de órgãos federais, estaduais e municipais de meio ambiente nas ações de controle, prevenção e licenciamento das instalações de petróleo no país.<br />
Infelizmente, como demonstra a classificação do Brasil em nosso ranking (n° 40), há muito trabalho a ser feito. O desmatamento e os gases responsáveis pelo efeito estufa são os grandes vilões, principalmente por causa das queimadas ilegais de florestas, que representam 75% do gás carbônico lançado pelo país na atmosfera. A destruição da Amazônia ainda é vista como uma das causas do aquecimento global: entre 1° de agosto de 2003 e 1° de agosto de 2004, por exemplo, a floresta perdeu 26.130 quilômetros quadrados, área equivalente ao estado de Alagoas.</span><br />
#<br />
<strong>Mudar para melhorar</strong> Para erradicar o desmatamento ilegal, o governo lançou, em março de 2004, o Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento da Amazônia (PPCDA). A criação de UCs (Unidades de Conservação), a fiscalização e o combate ao comércio ilegal de madeira, e a criação de cerca de 20 milhões de hectares de áreas protegidas têm colaborado com as ações do governo. A taxa do desmatamento da Amazônia Legal caiu 25% entre agosto de 2005 e julho de 2006.E a previsão para 2007 é de uma queda de 30%, segundo estimativa do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter). [Neste período, segundo o INPE, entre agosto de 2007 e novembro de 2008, o desmatameto na Amazônia aumentou em 3,8%].<br />
<span style="color: #33cc00;">&#8211;<br />
</span><span style="font-family: trebuchet ms;"><span style="color: #999999;">&gt;&gt;</span><span style="color: #33cc00;"><strong>Salve as árvores e as florestas</strong></span></span><br />
<span style="font-size: 85%;">Nas nações desenvolvidas, as pessoas costumam se agrupar nas cidades. Isso faz com que a poluição se concentre nessas áreas. Quando as zonas rurais são de propriedade pública e protegidas contra a especulação imobiliária, tornam-se “fossos verdes”, que atuam como áreas neutras contra os efeitos negativos das “cidades marrons”. O Canadá (n° 11) ilustra esse fenômeno. Enquanto na maioria das nações desenvolvidas as florestas naturais desapareceram, no Canadá elas perduram. Isso explica por que esse país tem boa classificação quando o assunto é qualidade da água e do ar, apesar de a região sul ser tão densamente povoada, com cidades como Montreal e Toronto contribuindo para emissões de dióxido de enxofre que atingem quase o dobro da média dos países similarmente desenvolvidos.</span><br />
#<br />
<strong>Mudar para melhorar</strong> Outros países deveriam seguir o exemplo do Canadá e preservar sua natureza intocada. Isso ajudará a contrabalançar os efeitos nocivos da poluição urbana.<br />
&#8211;<br />
<strong><span style="font-family: trebuchet ms;"><span style="color: #999999;">&gt;&gt;</span><span style="color: #33cc00;">Gerenciar o progresso para benefício de todos</span></span></strong><span style="color: #33cc00;"><br />
</span><span style="font-size: 85%;">Quem vive em países desenvolvidos tende a ter mais instrução, padrão de vida mais alto, expectativa de vida maior e futuro mais promissor. A desvantagem: sua riqueza material resulta numa pegada de carbono maior.<br />
Felizmente, o grau de instrução faz com que os cidadãos desses países sejam mais conscientes e ativos, como na Noruega (n° 3), por exemplo, signatária de mais de 40 acordos ambientais internacionais.</span><br />
#<br />
<strong>Mudar para melhorar</strong> É interesse de todos os países conduzir suas políticas públicas para o desenvolvimento de cidadãos bem informados. O objetivo deve ser um público engajado e instruído que poderá agir como poderoso antídoto à destruição ambiental.<br />
&#8211;<br />
<strong><span style="font-family: trebuchet ms;"><span style="color: #999999;">&gt;&gt;</span><span style="color: #33cc00;">Reverta a situação enquanto há tempo</span><br />
</span></strong><span style="font-size: 85%;">Qual o tamanho do impacto ambiental potencial da China (n° 84) sobre o mundo? Pense nisto: se lá o número de proprietários de automóveis fosse proporcional ao dos Estados Unidos, haveria um bilhão de carros nas ruas chinesas. Isso se traduziria num consumo de gasolina de cerca de dois trilhões de litros por ano – quase metade do que o mundo utiliza atualmente.<br />
Há sinais de que o governo chinês esteja preocupado com problemas ambientais.<br />
A Olimpíada de Pequim em 2008 pode ser o momento da virada. [o que de fato, não se concluiu, durante os jogos]. A China anunciou ambiciosos objetivos verdes que incluem a redução do consumo de carvão à metade, a eliminação de 200 fábricas nos arredores de Pequim e a diminuição dos níveis de enxofre na gasolina.</span><br />
#<br />
<strong>Mudar para melhorar</strong> As nações ocidentais precisam caminhar mais rapidamente para compartilhar com a China tecnologias emergentes que possam ser usadas no desenvolvimento de energias limpas e alternativas.<br />
<span style="font-size: 130%;">/<br />
<strong>As cidades mais habitáveis do mundo</strong></span><br />
<span style="font-size: 130%;">/</span><br />
Analisamos 72 cidades e as classificamos em verdes e habitáveis. As fontes incluíram o Banco de Dados do Milênio relativo às Cidades quanto ao transporte sustentado, de 2001, de Jeff Kenworthy e Felix Laube, da Universidade de Murdoch; estimativas do Grupo de Pesquisas Econômicas do Banco Mundial; e nossas próprias pesquisas locais sobre legislação ambiental, preços cobrados pela energia, produção e remoção de resíduos sólidos e áreas disponíveis para parques públicos. No Brasil, foram analisadas as cidades de Curitiba e São Paulo, que ficaram em 54° e 62° lugares, respectivamente. Curitiba obteve sua melhor pontuação no quesito “número de veículos particulares por mil habitantes”. Já São Paulo foi bem no ranking de “funcionários públicos que trabalham na limpeza da cidade”.</div>
<div style="text-align: center;">*</div>
<div style="text-align: center;"><strong>5 MELHORES X 5 PIORES</strong></div>
<div style="text-align: center;">*</div>
<div style="text-align: justify;"><em>1</em> Estocolmo &#8230;.. <em>68</em> <strong>Bangkok<br />
</strong><em>2</em> Oslo &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. <em>69</em> <strong>Guangzhou</strong><br />
<em>3</em> Munique &#8230;&#8230; <em>70</em> <strong>Mumbai<br />
</strong><em>4</em> Paris &#8230;&#8230;&#8230;&#8230; <em>71</em> <strong>Xangai<br />
</strong><em>5</em> Frankfurt &#8230;.. <em>72</em> <strong>Pequim</strong><br />
<span style="font-size: 130%;">/<br />
<strong>Classificação dos países</strong></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: 130%;">/</span></div>
<div style="text-align: center;">*<br />
<strong>OS 5 MAIS VERDES</strong></div>
<div style="text-align: center;">*</div>
<div style="text-align: justify;">1 FINLÂNDIA<br />
2 ISLÂNDIA<br />
3 NORUEGA<br />
4 SUÉCIA<br />
5 ÁUSTRIA</div>
<div style="text-align: center;">*<br />
<strong>OS 5 MENOS VERDES</strong><br />
*</div>
<div style="text-align: justify;">137 CHAD<br />
138 BURKINA FASO<br />
139 SERRA LEOA<br />
140 NIGÉRIA<br />
141 ETIÓPIA<br />
<span style="font-size: 130%;">/<br />
<strong><em>OUTRAS INFORMAÇÕES</em><br />
</strong>/</span><br />
<strong>Qualidade do ar</strong><br />
Concentração de poluentes em áreas urbanas (ordem crescente)<br />
&#8211;</div>
<div style="text-align: justify;">1 MOLDÁVIA<br />
8 FINLÂNDIA<br />
112 BRASIL<br />
126 ETIÓPIA<br />
141 GUATEMALA<br />
&#8211;<br />
<strong>Qualidade da água<br />
</strong>Nível de poluentes e outros fatores que afetam a pureza da água (ordem decrescete)<br />
&#8211;<br />
1 NORUEGA<br />
2 FINLÂNDIA<br />
48 BRASIL<br />
127 ETIÓPIA<br />
141 MARROCOS</div>
<div style="text-align: justify;">&#8211;<br />
<strong>Gases estufa</strong><br />
Emissão de CO2 per capita e em relação ao PIB (ordem decrescente)</div>
<div style="text-align: justify;">&#8211;</div>
<div style="text-align: justify;">1 CHAD<br />
18 ETIÓPIA<br />
44 BRASIL<br />
107 ESTADOS UNIDOS<br />
141 TURCOMENISTÃO<br />
&#8211;</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Saúde ambiental</strong><br />
Mortalidade infantil, doenças; mortes por infecção intestinal (ordem crescente)<br />
&#8211;<br />
1 ÁUSTRIA<br />
8 FINLÂNDIA<br />
16 ESTADOS UNIDOS<br />
47 BRASIL<br />
141 TURCOMENISTÃO</div>
<div style="text-align: justify;">&#8211;<br />
<strong>Eficiência energética</strong><br />
Conservação e uso de fontes renováveis, tais como hidrelétricas (ordem crescente)<br />
&#8211;<br />
1 CONGO<br />
17 ETIÓPIA<br />
23 BRASIL<br />
106 ESTADOS UNIDOS<br />
141 TRINIDAD E TOBAGO</div>
<div style="text-align: justify;">*</div>
<div style="text-align: justify;"><em>Fonte:</em> Revista Seleções Reader&#8217;s Digest &#8211; OUTUBRO 2007.<br />
Págs. 64, 65, 66, 67, 68 e 69.</div>
</div>
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		<title>Brasil: aqui tem florestas demais?</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 00:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Enquetes e Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo da Embrapa, sobre Florestas ao redor do Mundo, põe à prova esta questão / É uma pergunta intrigante, e ao mesmo tempo interessante. Depende da sua interpretação. Vamos aos dados: é mais do que provado, por órgãos, entidades, pesquisas científicas individuais, que o Brasil é um país &#8220;verde&#8221;. A área florestal brasileira é a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><span style="font-family: trebuchet ms;"><strong>Estudo da Embrapa, sobre Florestas ao redor do Mundo, põe à prova esta questão</strong></span></div>
<p style="text-align: justify;">/</p>
<div style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/04/Forest-Study-Brazil.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-3153" title="Forest-Study-Brazil" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/04/Forest-Study-Brazil-580x323.jpg" alt="Forest-Study-Brazil" width="580" height="323" /></a></div>
<div style="text-align: justify;">É uma pergunta intrigante, e ao mesmo tempo interessante. Depende da sua interpretação. Vamos aos dados: é mais do que provado, por órgãos, entidades, pesquisas científicas individuais, que o Brasil é um país &#8220;verde&#8221;. A área florestal brasileira é a 2ª mais vasta do mundo, perdendo somente para a Rússia.<br />
Só que, em comparação de biodiversidade e riquezas, o Brasil sai, e muito, na frente da Rússia. Mas, isso, não vem ao caso. Esta questão (feita no título), tende a dois lados: ao certo e ético ao errado e petulante. Ao mesmo tempo que pode afirmar fielmente a soberania brasileira ambiental, quanto ao resto do mundo, pode ser utilizada de contrapartida para os apreciadores de destruição &#8211; se aqui tem florestas de mais, em comparação local e mundial, para que preservar com tanto rigor? Esta pergunta, poderia ser a brecha para o início de uma destruição em massa, ainda mais em nosso país, incorreto <strong>politica</strong>mente por natureza.</div>
<p style="text-align: justify;">E como para tudo precisa o alvará dos nossos ilustres governantes, a coisa se complica: &#8220;se ficar, o bicho pega, se correr, o bicho come&#8221;.</p>
<div style="text-align: justify;">A afirmação, de que a situação aqui é confortável e o resto que se dane &#8211; que concerteza dá motivos suficientes para qualquer ambientalista ou simpatizante da causa verde ficar em pé, sai de um artigo publicado no &#8220;O Estado de São Paulo&#8221;, no dia 17/01/2007, de autoria de Evaristo Eduardo de Miranda, resultado de objeto de estudo da Embrapa, que teve como participantes: Evaristo Eduardo de Miranda (o da publicação), Luís Carlos Guedes Pinto, Cristina Criscuolo e Cristina Aparecida Gonçalves Rodrigues.</div>
<div style="text-align: justify;">Leia, a seguir, na íntegra, o que foi publicado no Caderno A2 do ESTADÃO, e recentemente republicado na <a href="http://www.dazibao.com.br/boletim/0021/antonio.html">Revista Digital Dazibao [resumo]</a> (comento no final):<br />
/<br />
<strong>CAMPEÕES DE DESMATAMENTO<sup>1</sup></strong><br />
<em>Evaristo Eduardo de Miranda<sup>2</sup></em><br />
&#8211;<br />
Há 8 mil anos, o Brasil possuía 9,8% das florestas mundiais. Hoje, o país detém 28,3%. Dos 64 milhões de km2 de florestas existentes antes da expansão demográfica e tecnológica dos humanos, restam menos de 15,5 milhões, cerca de 24%. Mais de 75% das florestas primárias já desapareceram. Com exceção de parte das Américas, todos continentes desmataram, e muito, segundo estudo da Embrapa Monitoramento por Satélite sobre a evolução das florestas mundiais.<br />
A Europa, sem a Rússia, detinha mais de 7% das florestas do planeta e hoje tem apenas 0,1%. A África possuía quase 11% e agora tem 3,4%. A Ásia já deteve quase um quarto das florestas mundiais (23,6%), agora possui 5,5% e segue desmatando. No sentido inverso, a América do Sul que detinha 18,2% das florestas, agora detém 41,4% e o grande responsável por esses remanescentes, cuja representatividade cresce ano a ano, é o Brasil.</div>
<div style="text-align: justify;">Se o desflorestamento mundial prosseguir no ritmo atual, o Brasil – por ser um dos que menos desmatou – deverá deter, em breve, quase metade das florestas primárias do planeta. O paradoxo é que, ao invés de ser reconhecido pelo seu histórico de manutenção da cobertura florestal, o país é severamente criticado pelos campeões do desmatamento e alijado da própria memória.<br />
Na maioria dos países, a defesa da natureza é fenômeno recente. No Brasil, vem de longa data. Desde o Século XVI, as Ordenações Manuelinas e Filipinas estabeleceram regras e limites para exploração de terras, águas e vegetação. Haviam listas de árvores reais, protegidas por lei, o que deu origem à expressão <em>madeira-de-lei</em>. O Regimento do Pau Brasil, de 1600, estabeleceu o direito de uso sobre as árvores e não sobre as terras. As áreas consideradas reservas florestais da Coroa, não podiam ser destinadas à agricultura. Essa legislação garantiu a manutenção e a exploração sustentável das florestas de pau-brasil até 1875, quando entrou no mercado a anilina. Ao contrário do que muitos pensam e propagam, a exploração racional do pau-brasil manteve boa parte da Mata Atlântica até o final do Século XIX e não foi a causa do seu desmatamento, fato bem posterior.<br />
Em 1760, um alvará real de Dom José I protegeu os manguezais. Em 1797, uma série de cartas régias consolidou as leis ambientais: pertencia à Coroa toda mata à borda da costa, de rio que desembocasse no mar ou que permitisse a passagem de jangadas transportadoras de madeiras. A criação dos Juizes Conservadores, aos quais coube aplicar as penas previstas na lei, foi outro marco em favor das florestas. As penas eram de multa, prisão, degredo e até pena capital para incêndios dolosos. Também surgiu o Regimento de Cortes de Madeiras com regras rigorosas para a derrubada de árvores, além de outras restrições à implantação de roçados.<br />
Em junho de 1808, D. João VI criou a primeira unidade de conservação, o Real Horto Botânico do Rio de Janeiro, com mais de 2500 hectares, hoje republicanamente reduzido a 137 ha. Uma ordem, de 9 de abril de 1809, deu liberdade aos escravos que denunciassem contrabandistas de pau-brasil e o decreto de 3 de agosto de 1817 proibiu o corte de árvores nas áreas das nascentes do rio Carioca. Em 1830, o total de áreas desmatadas no Brasil era inferior a 30 mil km2. Hoje corta-se mais do que isso a cada dois anos. Em 1844, o Ministro Almeida Torres propôs desapropriações e plantios de árvores para salvar os mananciais do Rio de Janeiro. Em 1861, pelo decreto imperial 577 de D. Pedro II, foi criada (e plantada) a Floresta da Tijuca.<br />
A política florestal da Coroa portuguesa e brasileira logrou, por diversos mecanismos, manter a cobertura vegetal preservada até o final do Século XIX. O desmatamento brasileiro é fenômeno do Século XX. Em São Paulo, Santa Catarina e Paraná, a marcha para o oeste trouxe grandes desmatamentos. As florestas de araucárias foram entregues pela <em>Ré-pública</em> aos construtores anglo-americanos de ferrovias, junto com as terras adjacentes.<br />
Na Amazônia, a maior ocupação ocorreu na segunda metade do Século XX com migrações, construção de hidroelétricas, estradas e outras infraestruturas. Há 30 anos, o desmatamento anual varia de 15 a 20 mil km2, com picos de 29 mil e 26 mil km2 em 1995 e 2003. Nos últimos dois anos, passou a 11 mil km2, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).<br />
Apesar de generalizações equivocadas, o desmatamento brasileiro não produziu desertos. Como na Europa, as florestas cederam lugar à agricultura moderna e competitiva, à pecuária, às florestas plantadas (seringa, café, eucalipto, laranja, teka&#8230;) e às cidades. O Brasil é um líder agrícola mundial.<br />
O estudo da Embrapa indica que, apesar do desmatamento dos últimos 30 anos, o Brasil é um dos países que mais mantém sua cobertura florestal. Dos 100% de suas florestas originais, a África mantém hoje 7,8%, a Ásia 5,6%, a América Central 9,7% e a Europa – o pior caso do mundo – apenas 0,3%. Embora deva-se mencionar o esforço de reflorestar para uso turístico e comercial, não é possível ignorar que 99,7% das florestas primárias européias foram substituídas por cidades, cultivos e plantações comerciais.<br />
Com invejáveis 69,4% de suas florestas primitivas, o Brasil tem grande autoridade para tratar desse tema frente às críticas dos campeões do desmatamento mundial, como tem proclamado o Ministro da Agricultura, Luís Carlos Guedes. Há que ter também responsabilidade para reavivar, por meio de políticas e práticas duradouras, a eficácia das medidas históricas de gestão e exploração que garantiram a manutenção das florestas primárias brasileiras.<br />
&#8211;<br />
<span style="font-size: 85%;"><sup>1</sup> Publicado no jornal “O Estado de São Paulo” de 16 de janeiro de 2007.<br />
<sup>2</sup> Doutor em ecologia, chefe geral da Embrapa Monitoramento por Satélite (</span><a href="mailto:mir@cnpm.embrapa.br"><span style="font-size: 85%;">mir@cnpm.embrapa.br</span></a><span style="font-size: 85%;">)<br />
</span>/</div>
<div style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/04/Brazilian-Forest.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-3155" title="Brazilian-Forest" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/04/Brazilian-Forest-580x719.jpg" alt="Brazilian-Forest" width="580" height="719" /></a></div>
<div style="text-align: justify;">O que você acabou de ler, nada mais é uma auto-afirmação de que o Brasil foi responsável para com as suas florestas, uma vez que possui uma das maiores reservas florestais do mundo. Sim, isso é verdadeiro, mas ao mesmo tempo, induz a pensar que, de uma forma ou de outra, não há a necessidade de preocupação. É o que insiste veementemente.</div>
<div style="text-align: justify;">Para início de conversa, isso é uma ideia insensata e inadmissível, e que não pode ser aplicada no cenário atual.</div>
<div style="text-align: justify;">Motivos não faltam: o Brasil foi responsável, não está sendo mais; e porque, como o texto deixa claro, o verde é um patrimônio inestimável e que ninguém tem mais (contradizendo a si mesmo). Devemos cuidar dele o quanto antes, pois se não ficarmos de olhos bem abertos, só por um momento, mais cedo ou tarde, algum país fará questão de tomar posse &#8211; reivindicá-lo a si mesmo, usando de desculpa o pretexto de &#8220;patrimônio universal&#8221;.</div>
<div style="text-align: justify;">A velha história: &#8220;o que é seu, é meu, e o que é meu, é meu!&#8221;. Típico de oportunista.</div>
<div style="text-align: justify;">Evidências, existem aos montes. Só enxerga quem quer ver.<br />
Espero que tenha aberto os seus olhos, e principalmente, sua consciência.</div>
<div style="text-align: center;">*</div>
<div style="text-align: justify;"><em>Créditos das imagens:</em> Martin Johnson Heade. Retratam o Brasil.</div>
<div style="text-align: justify;"><em>Pesquisa:</em> pode ser vista no <a href="http://www.desmatamento.cnpm.embrapa.br/index.htm">Site da Embrapa</a>.</div>
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		<title>Resultado da enquete &#8211; logotipo em comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente/Dia da Ecologia</title>
		<link>http://diariodoverde.com/resultado-da-enquete-logotipo-em-comemoracao-do-dia-mundial-do-meio-ambientedia-da-ecologia/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/resultado-da-enquete-logotipo-em-comemoracao-do-dia-mundial-do-meio-ambientedia-da-ecologia/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2009 22:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[#Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Enquetes e Pesquisas]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira abaixo o resultado da enquete que avaliou o logotipo em comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente / Há pouco mais de 1 mês, o logotipo em comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente e Dia da Ecologia ficou conosco, inovando um pouco o layout deste blog. Nesse tempo, deixamos uma enquete em aberto, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="font-family: 'trebuchet ms'; text-align: center;"><strong>Confira abaixo o resultado da enquete que avaliou o logotipo em comemoração do<br />
Dia Mundial do Meio Ambiente</strong></div>
<div style="text-align: justify;">/</div>
<div style="text-align: justify;">Há pouco mais de 1 mês, o logotipo em comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente e Dia da Ecologia ficou conosco, inovando um pouco o layout deste blog. Nesse tempo, deixamos uma enquete em aberto, para que o público opinasse sobre a mesma, no caso, para que o público avaliasse o novo logotipo do blog em comemoração do dia 05 de junho.<br />
Abaixo, confira o resultado:</div>
<div style="text-align: center;">*</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Que nota vocês dão para o novo logotipo do blog?</strong></div>
<div style="text-align: justify;">/</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>1ª opção mais votada: 10,0 – 7 pessoas – 77%</strong></div>
<div style="text-align: justify;">2ª opção mais votada: 8,0 – 1 pessoa – 11%</div>
<div style="text-align: justify;">3ª opção mais votada: 0,0 – 1 pessoa -11%</div>
<div style="text-align: justify;">/</div>
<div style="text-align: justify;">Opções de nota (possíveis): 10,0/9,0/8,0/7,0/6,0/5,0/4,0/3,0/2,0/1,0/0,0</div>
<div style="text-align: justify;">/</div>
<div style="text-align: justify;">As opções 9,0/7,0/6,0/5,0/4,0/3,0/2,0 e 1,0, não receberam nem um voto</div>
<div style="text-align: justify;">/</div>
<div style="text-align: justify;">A enquete recebeu no total 9 votos.</p>
<div style="text-align: center;">*</div>
<p>Como você mesmo pode perceber, <strong>77% das pessoas que avaliaram o logotipo disseram que a nota que ele merece é 10,0</strong>, 1 pessoa avaliou que é 8,0 e 1 pessoa que realmente não tem gosto disse que ele merecia nota 0,0. <strong>A média de nota do logotipo ficou em 8,6 (bem dizer 9,0).<br />
</strong>Traduzindo: quase a totalidade das pessoas disseram que o logotipo havia ficado show, o que evidencia que este blog sabe fazer boas imagens.</div>
<div style="text-align: justify;">/<br />
<em>Diário do Verde &#8211; qualidade e respeito ao meio ambiente!</em></div>
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