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	<title>Diário do Verde &#187; Consciência Verde</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Conheça o destino do pneu velho de seu carro</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jan 2015 10:13:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Raphaela Aleixo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência Verde]]></category>

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		<description><![CDATA[O mercado brasileiro é o sexto maior em volume de vendas de automóveis, e o quarto maior consumidor de pneus do mundo. Há projeções de que o Brasil seja o terceiro, ficando atrás apenas da China e dos Estados Unidos. Especialistas dizem que quase um terço dos pneus vendidos no Brasil são importados. O país [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado brasileiro é o sexto maior em volume de vendas de automóveis, e o quarto maior consumidor de pneus do mundo. Há projeções de que o Brasil seja o terceiro, ficando atrás apenas da China e dos Estados Unidos. Especialistas dizem que quase um terço dos pneus vendidos no Brasil são importados.</p>
<p>O país que tem milhões de unidades de veículos vendidas todos os anos, precisa dar um destino certo aos seus pneus velhos. Uma pesquisa de 2011 mostra que o país vendeu 2,7 milhões de veículos de passeio, o que significa no mínimo mais 10,7 milhões de pneus em uso, incluindo estepes.</p>
<h2>O Destino do Pneus de seu Carro</h2>
<p>Mas para onde vão tantos pneus após serem usados? Para Danilo Vasconcelos, sócio da revendedora de pneus Dinamicar Pneus,<strong> <a href="http://www.dinamicarpneus.com.br/" target="_blank">loja de pneus no Rio de Janeiro</a></strong>, a destinação de pneus velhos ainda é um problema em nosso país, para o qual já se vislumbram soluções. A resolução do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) 416/2009 obriga os fabricantes e os importadores de pneus a destinarem corretamente e de forma ambientalmente responsável os pneus usados, seguindo os parâmetros da logística reversa. “Essa resolução determina, em linhas gerais, que para cada pneu que se vender, é preciso recolher um usado”, acrescenta Danilo.</p>
<h2>Iniciativa das Fabricantes de Pneus</h2>
<p>As maiores fabricantes de pneus do Brasil, criaram, em 2007, a Reciclanip, uma entidade para recolher pneus que não têm mais utilidade. Só em 2012, nos três primeiros meses, foram recolhidas mais 89 mil toneladas de pneus. Esse montante de pneus reciclados tem destino adequado: seguem para a indústria cimenteira, em que servirão de combustível aos fornos. Além disso, podem virar matéria-prima para asfalto-borracha, pisos de quadras e outros usos.</p>
<p>Gelma Reis, da Ética Ambiental, <strong><a href="http://www.etica-ambiental.com.br" target="_blank">consultoria especializada em licenciamento ambiental</a></strong>, explica para o <strong><a title="Diário do Verde" href="http://www.diariodoverde.com/" target="_blank">Diário do Verde</a></strong> os efeitos do descarte incorreto de pneus “o pneu descartado no meio ambiente, entope redes de esgoto, contribui com enchentes e polui rios.” Gelma ainda lembra que um pneu demora mais de 150 anos para se decompor, se jogado no meio ambiente.</p>
<h2>Pneus ambientalmente sustentáveis</h2>
<p>Um exemplo de iniciativa sustentável por parte de empresa é a da marca de <strong><a href="http://www.dinamicarpneus.com.br/products-page/pirelli/#.VL0b_0fF9ic" target="_blank">pneus Pirelli</a></strong>, que lançou a linha Verde Performance no Brasil, com emissão de CO2 reduzida.</p>
<p>O reaproveitamento de pneus, como todo processo de reciclagem, precisa da participação de todos para ter êxito. Indústria, comércio e consumidores devem fazer cada um sua parte para que o potencial poluidor dos pneus seja minimizado.</p>
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		<title>China aumenta produção de carros movidos a eletricidade</title>
		<link>http://diariodoverde.com/china-aumenta-producao-de-carros-movidos-a-eletricidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Dec 2014 10:15:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Raphaela Aleixo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[#Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia Verde]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Os indicadores de poluição, na China, principalmente na região norte, a mais industrializada, apontam para níveis de poluição do ar em até 20 vezes maiores do que o mínimo recomendado pela OMS, a Organização Mundial de Saúde. O tolerável é de PM 2,5 – partículas resultantes da queima de combustíveis fósseis – em 25 [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Os indicadores de poluição, na China, principalmente na região norte, a mais industrializada, apontam para níveis de poluição do ar em até 20 vezes maiores do que o mínimo recomendado pela OMS, a Organização Mundial de Saúde. O tolerável é de PM 2,5 – partículas resultantes da queima de combustíveis fósseis – em 25 microgramas por metro cúbico.</p>
<p>Tornou-se comum, ao caminhar por metrópoles como a capital Pequim, ver pessoas usando máscaras de proteção. Atividades ao ar livre são inviabilizadas quando a poluição atinge concentrações muito elevadas, que no norte da China podem atingir mais de 400 microgramas por metro cúbico.</p>
<p>Dados oficiais do governo chinês apontam que, aproximadamente, mais de meio milhão de pessoas morrem por ano no país, por causa da poluição atmosférica.</p>
<p>No Brasil, São Paulo é a cidade que apresenta os indicadores de poluição mais preocupantes. Na capital paulistana, as concentrações chegam ao dobro do aceitável, e o principal causador disso é a frota de veículos. Na China, os carros dividem o posto de vilão com as usinas de carvão, principal combustível industrial utilizado no país asiático.</p>
<h2>Governo adota medidas para diminuir a poluição veicular</h2>
<p>O crescimento econômico acelerado da China teve como uma das consequências o aumento no número de veículos em circulação. País mais populoso do mundo, com 1,3 bilhão de pessoas, controlar a quantidade de carros tornou-se um problema não só para órgãos de controle de tráfego, mas também de saúde.</p>
<p>Cidades como Hangzhou passaram a limitar a 80 mil a quantidade de carros que podem ser vendidos por ano na cidade. Outras cidades chinesas já limitam a venda carros, como Pequim, Cantão e Xangai.</p>
<p>O governo chinês vem adotando medidas para incentivar a indústria automobilística a produzir mais carros movidos a eletricidade, como isenção fiscal, subsídios e aquisição de veículos oficiais abastecidos com energia limpa. Ao longo de 2014, a produção aumentou em cinco vezes, tanto de veículos elétricos quanto de híbridos, movidos também a combustíveis fósseis.</p>
<p>No Brasil, o mercado para veículos híbridos não representa nem 1% do total comercializado, embora haja a opção de veículos movidos a etanol, combustível mais limpo que a gasolina, obtido do bagaço da cana de açúcar.</p>
<p>Para minimizar os efeitos da queima de combustíveis fósseis, especialistas em manutenção veicular aconselham que se use gasolina aditivada, e que se faça manutenção preventiva regularmente.</p>
<p>Segundo Danilo Vasconcellos, da <strong>Dinamicar Pneus</strong>, <strong><a href="http://www.dinamicarpneus.com.br/" target="_blank">loja de pneus no Rio de Janeiro</a></strong>,  “como no Brasil a opção pelo híbrido ou carro elétrico é muito limitada, indicamos a realização da manutenção periódica, como forma de reduzir o impacto ambiental causado pelos carros de passeio. Além disso, claro, deve-se evitar o uso de combustível de procedência duvidosa, que além de poluir mais, causa danos ao motor.”</p>
<p>Nos Estados Unidos, uma solução que está sendo desenvolvida para reduzir as emissões de poluentes é a <strong><a href="http://www.betuseal.com.br/tecnologias-asfalto-trazem-solucoes-cidades/" target="_blank">solar roadways</a></strong>. Trata-se da instalação de placas que captam energia solar nas ruas e rodovias americanas, para posterior reaproveitamento em diversas finalidades. Se implementado, o sistema poderá até fornecer energia para cidades inteiras. Em Israel, um outro projeto pretende transformar a energia gerada pelo impacto dos carros no asfalto em energia limpa, com possibilidade de aplicação em locais de trânsito de pedestres.</p>
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		<title>Amor a Natureza!</title>
		<link>http://diariodoverde.com/amor-a-natureza/</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Jun 2011 22:30:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar.&#8221; [Leonardo da Vinci] Ah, o amor! Como é bom amar&#8230; Todos nós passamos boa parte de nossas vidas à procura de um amor, seja ele: carnal (alguém que nos complete e nos compreenda), espiritual (uma força maior, para conduzir as nossas vidas), [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-large wp-image-2527 aligncenter" title="Amor a Natureza" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/06/Amor-Natureza-580x435.jpg" alt="Amor a Natureza" width="580" height="435" /></p>
<p style="text-align: center;">&#8220;As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar.&#8221; [Leonardo da Vinci]</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Ah, o amor!</strong></em> Como é bom amar&#8230;<br />
Todos nós passamos boa parte de nossas vidas à procura de um amor, seja ele: <em>carnal</em> (alguém que nos complete e nos compreenda), <em>espiritual</em> (uma força maior, para conduzir as nossas vidas), <em>profissional</em> (uma área pela qual nos identificamos e queiramos investir o nosso tempo e força de trabalho)&#8230; Anos de dedicação, esperança e sonhos, vão se nesta jornada. Para não dizer uma vida inteira. É uma necessidade interior do ser humano lutar e alcançar estes três tipos de amor.<br />
Passivos á esta regra em comum, sem nos darmos conta, esquecemos de um amor especial tanto quanto único. O mais sublime dos amores (a essência de tudo): o <strong>amor a natureza</strong>.<br />
A natureza inspira, encanta, seduz. Ela apaixona e aproxima as pessoas. Se faz presente em todo o Universo sem fim (em todo o lugar, toda a parte, dentro e fora de nós), não faz distinções nem julgamentos, tudo tem a sua importância: com ela, o pequeno se torna o mais complexo e misterioso detalhe da vida. Cria laços eternos, <strong>está no nosso sangue e DNA</strong>. É o amor perfeito, original, verdadeiro, que ama sem medida e expectativa. Pulsa querendo despertar, só a espera da nossa decisão.<br />
Que nós possamos ativar e voltar os nossos corações à este amor, dedicar cada dia de nossas vidas a conhecer melhor o extraordinário mundo que grita, interna e externamente, que é o que é. Enigmático e encantador. <strong>Façamos uma reflexão</strong>.</p>
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		<title>25 Contribuições Individuais para a Sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 18:30:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência Verde]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Aprenda algumas dicas simples e práticas do que você pode fazer para ajudar o meio ambiente =D]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong> </strong></span></p>
<div id="attachment_1920" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-large wp-image-1920 " title="Coração - Terra" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/05/Coracao-Terra-580x435.jpg" alt="" width="580" height="435" /><p class="wp-caption-text">Faça a sua parte! Preserve o nosso planeta =)</p></div>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>1.</strong></span> Seu voto é um poderoso instrumento de mudança. Escolha os governantes por seu histórico. Devemos eleger pessoas honestas e competentes, que defendam nossos direitos constitucionais e promovam ações em prol da manutenção e melhoria da qualidade ambiental e, em consequência, da melhoria da qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>2.</strong></span> Expresse sua insatisfação sempre que os seus direitos de um ambiente ecologicamente equilibrado forem desrespeitados; acione os órgãos ambientais locais e federais. Tenha sempre, à disposição, os telefones dessas instituições. Telefone, envie mensagens eletrônicas, cartas ou qualquer outro meio de comunicação. Manifeste seu descontentamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>3.</strong></span> Conheça a legislação ambiental distrital e federal. Ela é um poderoso instrumento de ação, indispensável para exercemos nossos direitos.</p>
<p style="text-align: justify;">A legislação ambiental brasileira favorece, em primeiro lugar, as reivindicações vindas de associações. Forme e participe de associações comunitárias, que representam a forma mais eficaz de atuação democrática.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>4.</strong></span> As árvores de sua rua e de sua cidade são um patrimônio público. Elas tornam o microclima mais ameno, reduzem a poluição atmosférica e sonora, além de embelezar e alegrar o ambiente. Para cortá-las, necessita-se de uma autorização especial. Exija a apresentação dessa autorização, se alguém a estiver cortando. Caso não haja, comunique o fato, imediatamente, aos órgãos ambientais e, em última instância, aos bombeiros e/ou à polícia.</p>
<p style="text-align: justify;">Informe-se sobre as espécies de árvores mais adequadas a serem plantadas, em ambiente urbano. Algumas possuem raízes que arrebentam tubulações e pavimentações, outras liberam excesso de grãos de pólen (alergias).</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda persiste o hábito errado de pintar, de branco, o tronco das árvores, como um tipo de “ornamentação”. Além de ser esteticamente discutível, a pintura impermeabiliza o tronco e prejudica sua transpiração. Não permita que isso aconteça.</p>
<p style="text-align: justify;">Em sua associação, estimule as práticas de plantio em seu bairro. Cadastre as árvores plantadas (uma pequena plaqueta de alumínio, com o nome da árvore, quando foi plantada e quem a plantou).</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>5.</strong></span> Depois do tráfico de drogas, o tráfico de animais silvestres movimenta somas impensáveis de dólares, em todo o mundo. A maior parte dos animais traficados, morre. Desestimule essa prática criminosa, prevista no art. 29 da Lei dos Crimes Ambientais (Lei 9.605/98 e Decreto 3.179/99). Não compre animais silvestres, peles ou quaisquer produtos extraídos de animais silvestres.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando, em viagem, encontrar pessoas vendendo animais silvestres (micos, tatus, pacas, papagaios e outros), pare e converse com as pessoas. Estimule-as a procurar outro tipo de sobrevivência.</p>
<p style="text-align: justify;">A caça esportiva não deixa de ser uma prática primitiva, cruel e desigual. Esse massacre, disfarçado em “esporte”, não deve ser aceito. O animal caçado não tem chances.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>6.</strong></span> Precicle, sempre que for possível. Preciclar é dar preferências a produtos que exibam cuidados com o ambiente (como: <em>sprays</em> que não contenham CFCs, gases que agridem a camada de ozônio que nos protege dos raios solares causadores de câncer de pele, devem ser evitados). Ao deixar nas prateleiras aqueles produtos de empresas que ainda não têm responsabilidades socioambiental, estaremos estimulando as empresas responsáveis e punindo as desatualizadas. Geladeiras e aparelhos de ar-condicionado velhos despendem CFCs para a atmosfera. Substitua-os o mais breve possível.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>7.</strong></span> O lixo representa um dos maiores problemas ambientais urbanos. A despeito dos avanços em reciclagem e reutilização, a estratégia mais recomendada é a <span style="text-decoration: underline;">redução</span> da produção de resíduos. Reduza a produção de lixo. Dê preferência a produtos que não tragam embalagens não recicláveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Apoie iniciativas de preciclagem, reciclagem e redução de uso dos recursos naturais. Cada item reciclado significa menos consumo de água, energia elétrica, desflorestamentos e matéria-prima, de uma forma geral.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>8.</strong></span> As fraldas descartáveis poluem o ambiente por, no mínimo, 500 anos. Dê preferência às fraldas de pano.</p>
<p style="text-align: justify;">Na cozinha, em vez de toalhas de papel (não recicláveis), utilize panos. Esses, uma vez lavados, estão prontos para a reutilização.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>9.</strong></span> Utilize o fogão racionalmente: fogo brando e panelas-de-pressão ajudam a economizar gás. Utilize o forno, com moderação. Aproveite seu calor para assar/aquecer coisas diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>10.</strong></span> A água potável é um produto em escassez no mundo. Economizar esse recurso é um dever de todos. Ao escovar os dentes, tomar banho, lavar louça, fazer a barba, mantenha a torneira fechada enquanto não usa o fluxo de água.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>11.</strong></span> Evite comprar produtos em embalagens de isopor. O polietileno permanece poluindo o ambiente por mais de 500 anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>12.</strong></span> Economize energia elétrica. Ao fazer isso, a demanda por energia elétrica será contida e não precisaremos construir mais hidrelétricas (causam sérios danos ambientais). Utilize os eletrodomésticos racionalmente. O chuveiro e o ferro de passar são os maiores vilões. Instale lâmpadas fluorescentes compactas, mais modernas, que iluminam da mesma forma e gastam até 80% menos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mantenha os rádios, <em>cd-players</em> e televisores desligados, se não houver ninguém os utilizando. Ao sair de um ambiente, desligue as luzes.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>13.</strong></span> Ao efetuar suas compras, reduza-as ao mínimo necessário. Todos os produtos que você adquire geram impactos sobre o meio ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>14.</strong></span> Passamos boa parte de nossas vidas no trabalho. Há necessidade de revermos alguns hábitos: prefira copos de vidro, em vez de copos descartáveis. Caso ainda use copos descartáveis, adote um copo para o dia todo; utilize o versos dos papéis usados; dê preferência à lapiseira, em vez de lápis; ao fazer cópias (tipo xerox ou outra), utilize os dois lados do papel; ao microcomputador, só dê a ordem de <em>imprimir</em> quando tiver certeza de que o texto está como você quer; faça sugestões para reduzir o impacto ambiental gerado em seu setor. Contribua para que a coleta seletiva seja um sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>15.</strong></span> Sobras de tintas de papel não podem ser levadas ao lixo. Doe-as para serem utilizadas até o fim.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>16.</strong></span> Baterias de celulares e pilhas não podem ser dispostas no lixo. Possuem metais pesados perigosos, como o chumbo e o cádmio que poluem as águas subterrâneas (cancerígenos). Esses produtos devem receber uma destinação especial. Há leis que obrigam os fabricantes a recolhê-las. Muitas empresas já dispõem de recipientes para receber baterias descartadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>17.</strong></span> O fumo é a maior fonte de poluição dos ambientes internos de trabalho. Não fume e nem permita que seus colegas fumem no ambiente de trabalho. Aos viciados, as áreas externas são as mais indicadas. Na verdade, o mais indicado seria parar de fumar.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>18.</strong></span> Exija que a escola de seus filhos trate a questão ambiental. Participe das atividades escolares comunitárias. Incentive os jovens a seguir as novas carreiras criadas na área ambiental.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>19.</strong></span> Informe-se sobre o Plano Diretor de sua cidade. Participe das audiências públicas que definem a viabilidade ambiental de obras urbanas.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>20.</strong></span> Os transportes consomem 20% da energia gasta pelo ser humano. Os carros representam a última solução de locomoção. O transporte individual, oneroso e prejudicial ao ambiente, por interesses de grupos, tomou o lugar do transporte coletivo. Enquanto esse quadro não muda, podemos adotar alguns cuidados para reduzirmos o impacto negativo de seu uso: racionalize o uso do carro. A carona solidária é um bom começo; adquira o hábito de calibrar os pneus de seu carro, no mínimo, uma vez por mês. Pneus descalibrados são a maior fonte de desperdício de combustível.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre que possível, substitua o uso do carro para ir a lugares mais próximos, por uma caminhada. Não tem sentido deslocar uma tonelada de ferro para trazer 100 gramas de pão!</p>
<p style="text-align: justify;">Leia atentamente as instruções do fabricante de seu carro. Os manuais atuais trazem muitas recomendações a respeito de formas menos impactantes de se utilizar um veículo:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Evite 	arrancadas bruscas. Elas denotam nervosismo, arrogância e 	exacerbação da competitividade. Causam desgaste prematuro de 	diversos componentes mecânicos, além de contribuir para a poluição 	atmosférica e sonora, e somar-se a fatores que tornam o ecossistema 	urbano estressante.<br />
&#8211; Ao 	substituir os pneus, não os deixe expostos. Entregue-os para 	reciclagem (são transformados em óleo combustível).</p>
<p style="text-align: justify;">Em nenhuma hipótese permita a incineração de pneus ou plásticos. A queima desses produtos libera gases tóxicos para o ar atmosférico (ácido clorídrico), muitos deles cancerígenos (dioxinas). Essa incineração constitui-se em crime ambiental, previsto em lei.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Pneus 	ao ar livre terminam acumulando água, abrigando focos de insetos 	transmissores de diversas doenças (dengue, por exemplo). Ao guardar 	pneus, faça-o a fim de deixá-los protegidos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Comprar 	pneus usados, importados, significa comprar resíduos de outros 	países. A forma que os países ricos encontraram para ficar livres 	dos pneus usados, cuja reciclagem é complicada, foi transferi-los 	para os outros. Gaste mais um pouco e compre um produto 	ambientalmente correto. A maioria dos pneus atuais já é reciclável 	e reaproveitada.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; As 	brecadas bruscas poluem o ar (fumaça e emissão de partículas de 	desgaste, tanto dos pneus e da pista, quanto das pastilhas e lonas 	de freio), assustam as pessoas e tornam o ambiente mais estressado. 	Evite-as</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; As 	lonas e pastilhas de freio à base de asbestos (amianto), no atrito, 	produzem um pó cancerígeno (pulmão). Ao trocar esses componentes, 	leia atentamente as instruções e dê preferência a produtos que 	não incluam essas substâncias na sua constituição.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Ao 	trocar o óleo do motor, faça-o somente em locais adequados (postos 	de serviços). Ali o óleo é reunido e levado para re-refino, 	transformado em óleo combustível industrial e graxas. Óleos 	usados, despejados em vias públicas ou esgotos, terminam poluindo 	os mananciais de água.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Ao 	lavar seu carro, utilize apenas produtos biodegradáveis. Utilize 	baldes, em vez de mangueiras ou, então, mangueiras com controle de 	fluxo. Utilize a menor quantidade de água possível. O Brasil é um 	dos poucos países que ainda utiliza água tratada para lavar 	carros. Prefira lavar seu carro em lava-a-jatos. O custo termina 	sendo menor. Dê preferência aos que não usam produtos químicos 	não-biodegradáveis ou à base de petróleo. Certifique-se que a 	água utilizada vai para a rede de esgotos ou escorre para corpos 	d&#8217;água, sem tratamento. Caso afirmativo, troque de lava-a-jato e 	reclame.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; O 	sistema de exaustão de seu veículo (escapamento) não pode ter 	vazamentos. O Código Nacional de Trânsito prevê multas pesadas 	para a poluição sonora, bem como a Legislação Ambiental. 	Mantenha seu carro silencioso, em respeito ao próximo e à sua 	própria saúde. Afinal, o barulho é um dos maiores estressores do 	ambiente urbano.</p>
<p style="text-align: justify;">Utilize a buzina apenas em caso de reconhecida necessidade (advertência, segurança). Chamar alguém, buzinando, é descortês, além de poluir o ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>21.</strong></span> Programe um fim-de-semana diferente. Leve seus familiares para um passeio ao campo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>22.</strong></span> Participe das iniciativas em prol da construção de ciclovias em sua cidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>23.</strong></span> Informe-se quanto às questões ambientais e divulgue novos conhecimentos; ao ler jornais e/ou revistas, atente para os artigos da questão ambiental.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>24.</strong></span> Coopere, participe e envolva-se nas ações de proteção e melhoria da qualidade ambiental; dê seu apoio às iniciativas das associações comunitárias; exerça seus deveres e direitos de cidadania e principalmente&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>25.</strong></span> Adote a não-violência. Trabalhe para a Paz e para a Solidariedade.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Informações extraídas do Livro “Antropoceno – Iniciação à Temática Ambiental”, de Genebaldo Freire Dias. Editora Gaia, 2002. Págs. 90 a 99.</span></p>
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		<title>Sacolinhas Plásticas? Vai uma sacolinha aí?</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 00:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência Verde]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitos acreditam que a praticidade das sacolinhas não justifica o estrago causado ao meio ambiente. Alguns países até já acabaram com o oba-oba das sacolas no mercado. Por outro lado, por serem recicláveis e duráveis, elas podem ser reutilizadas. É só uma questão de educação. E você, acha que o saco deve ir para o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/11/incerteza.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4491" title="Dúvida Cruel!" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/11/incerteza.jpg" alt="Incerteza" width="500" height="789" /></a></div>
<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/11/incerteza.jpg"> </a></p>
<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/11/incerteza.jpg"></a></p>
<p style="text-align: justify;">Muitos acreditam que a praticidade das sacolinhas não justifica o estrago causado ao meio ambiente. Alguns países até já acabaram com o oba-oba das sacolas no mercado. Por outro lado, por serem recicláveis e duráveis, elas podem ser reutilizadas. É só uma questão de educação. E você, acha que o saco deve ir para o saco?</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="font-size: large;">As sacolinhas plásticas devem ser banidas do comércio?</span></span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8212;&#8211;&gt; SIM!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: red;"><strong><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/11/SIM.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4489" title="Sim" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/11/SIM.jpg" alt="Sim" width="280" height="180" /></a>A produção do material das sacolas plásticas é agressiva ao meio ambiente</strong></span>. Ela coopera para o esgotamento de sua matéria-prima, petróleo, que é um recurso natural não renovável e essencial na fabricação de outros produtos. Entre eles, gasolina, óleo diesel e asfalto. Sem contar que o refino do petróleo causa emissões de gases poluentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Ministério do Meio Ambiente, 1,5 milhão de sacolas são consumidas por hora pelos brasileiros. O plástico das sacolas leva 300 anos para se decompor. <span style="color: red;"><strong>Elas impermeabilizam solos, poluem mares e rios e entopem bueiros</strong></span>, dificultando o escoamento da água das chuvas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na natureza, <strong><span style="color: red;">os resíduos plásticos causam a morte de muitos animais</span></strong>. A cada ano, 1 milhão de aves marinhas, 100 mil mamíferos marinhos e inúmeras espécies de peixes morrem ao ter contato com o material. As tartarugas-de-couro morrem asfixiadas ou por ingestão de sacos-plásticos, que são confundidos com seu alimento natural, a água-viva.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: red;">Dá para substituir as sacolinhas por produtos mais amigos da natureza</span></strong>, como bolsas de pano, sacos de papel e caixas de papelão. Uma alternativa é o uso do bioplástico, feito de etanol obtido de processos fermentativos de recursos renováveis &#8211; como milho, cana-de-açúcar e beterraba. Essa fonte não seca, agride menos o ambiente e também é reciclável.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8212;&#8211;&gt; NÃO!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/11/NAO.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4490" title="Não" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/11/NAO.jpg" alt="Não" width="280" height="180" /></a>A produção de plástico corresponde a 4% da extração mundial de petróleo. E a sacola feita de polietileno virgem traz alguns benefícios: elas <strong><span style="color: red;">são práticas, higiênicas, inodoras, neutras e podem ser reutilizadas</span></strong>. No descarte de lixos, as sacolinhas ajudam a reduzir a proliferação de doenças e a atração de insetos e ratos, garantindo a saúde pública.</p>
<p style="text-align: justify;">O plástico em contato com a terra ou água é inerte, não polui nem contamina solos. Por ser 100% reciclável, <strong><span style="color: red;">pode ser transformado em novos produtos ou em energia</span></strong>, desde que descartado corretamente. O problema está na atitude das pessoas, que não utilizam nem descartam as sacolas como se deve, e não nas pobres sacolinhas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: red;">O vilão do meio ambiente é o desperdício</span></strong>. Por isso, readequações no mercado e programas de conscientização já trazem bons resultados: em dez meses houve uma redução de cerca de 600 milhões de unidades no consumo das sacolinhas.</p>
<p style="text-align: justify;">A baixa quantidade de sacos plásticos também é um problema que pode ser resolvido com a adequação das sacolas.</p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisa indica que 71% dos brasileiros elegem as sacolas plásticas como a forma ideal para levar as compras. O saco de papel sumiu do mercado por rasgar fácil. Além disso, um estudo concluiu que, <strong><span style="color: red;">se as embalagens plásticas sumissem, o peso do lixo doméstico aumentaria em 404%</span></strong>, o uso de energia seria 201% maior e o custo das embalagens cresceria 212%.</p>
<p><span style="font-size: x-small;"><strong>Fonte:</strong></span><span style="font-size: x-small;"> </span><span style="font-size: x-small;">ME (Mundo Estranho) &#8211; Planeta Sustentável / Julho de 2010.</span></p>
<p style="text-align: right;"><em>E você, de que lado fica? Em cima do muro?</em></p>
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		<title>Ecologia(s)</title>
		<link>http://diariodoverde.com/ecologias/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 01:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência Verde]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[ECOLOGIA E SUAS DIVISÕES: Ambiental, Social, Mental e Integral. Leonardo Boff Ambiental Ecologia ambiental Esta primeira vertente se preocupa com o meio ambiente, para que não sofra excessiva desfiguração, com qualidade de vida e com a preservação das espécies em extinção. Ela vê a natureza fora do ser humano e da sociedade. Procura tecnologias novas, menos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-2226" title="ecologias" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/08/ecol-580x259.png" alt="Ecologias" width="580" height="259" /><br />
<span style="font-size: large;"><strong>ECOLOGIA E SUAS DIVISÕES: </strong></span></p>
<div style="text-align: center;"><span style="font-size: large;"><strong>Ambiental, Social, Mental e Integral</strong></span>.</div>
<div style="text-align: right;"><a href="http://leonardoboff.com/site/eco/eco.htm">Leonardo Boff</a></div>
<div style="text-align: justify;"><em>Ambiental</em></div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Ecologia ambiental</strong><br />
<img src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/08/Ecologia-Ambiental-e1307069203951-580x398.jpg" alt="Ecologia Ambiental" title="Ecologia Ambiental" width="580" height="398" class="aligncenter size-large wp-image-2231" /><br />
Esta primeira vertente se preocupa com o meio ambiente, para que não sofra excessiva desfiguração, com qualidade de vida e com a preservação das espécies em extinção. Ela vê a natureza fora do ser humano e da sociedade. Procura tecnologias novas, menos poluentes, privilegiando soluções técnicas. Ela é importante porque procura corrigir os excessos da voracidade do projeto industrialista mundial, que implica sempre custos ecológicos altos.</div>
<div style="text-align: justify;">Se não cuidarmos do planeta como um todo, podemos submetê-lo a graves riscos de destruição de partes da biosfera e, no seu termo, inviabilizar a própria vida no planeta.</div>
<div style="text-align: justify;"><em>Social</em></div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Ecologia social</strong><br />
<img src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/08/Ecologia-Social-580x348.jpg" alt="Ecologia Social" title="Ecologia Social" width="580" height="348" class="aligncenter size-large wp-image-2227" /><br />
A segunda _a ecologia social_ não quer apenas o meio ambiente. Quer o ambiente inteiro. Insere o ser humano e a sociedade dentro da natureza. Preocupa-se não apenas com o embelezamento da cidade, com melhores avenidas, com praças ou praias mais atrativas. Mas prioriza o saneamento básico, uma boa rede escolar e um serviço de saúde decente. A injustiça social significa uma violência contra o ser mais complexo e singular da criação que é o ser humano, homem e mulher. Ele é parte e parcela da natureza.</div>
<div style="text-align: justify;">A ecologia social propugna por um desenvolvimento sustentável. É aquele em que se atende às carências básicas dos seres humanos hoje sem sacrificar o capital natural da Terra e se considera também as necessidades das gerações futuras que têm direito à sua satisfação e de herdarem uma Terra habitável com relações humanas minimamente justas.</div>
<div style="text-align: justify;">Mas o tipo de sociedade construída nos últimos 400 anos impede que se realize um desenvolvimento sustentável. É energívora, montou um modelo de desenvolvimento que pratica sistematicamente a pilhagem dos recursos da Terra e explora a força de trabalho.</div>
<div style="text-align: justify;">No imaginário dos pais fundadores da sociedade moderna, o desenvolvimento se movia dentro de dois infinitos: o infinito dos recursos naturais e o infinito do desenvolvimento rumo ao futuro. Esta pressuposição se revelou ilusória. Os recursos não são infinitos. A maioria está se acabando, principalmente a água potável e os combustíveis fósseis. E o tipo de desenvolvimento linear e crescente para o futuro não é universalizável. Não é, portanto, infinito. Se as famílias chinesas quisessem ter os automóveis que as famílias americanas têm, a China viraria um imenso estacionamento. Não haveria combustível suficiente e ninguém se moveria.</div>
<div style="text-align: justify;">Carecemos de uma sociedade sustentável que encontra para si o desenvolvimento viável para as necessidades de todos. O bem-estar não pode ser apenas social, mas tem de ser também sociocósmico. Ele tem que atender aos demais seres da natureza, como as águas, as plantas, os animais, os microorganismo, pois todos juntos constituem a comunidade planetária, na qual estamos inseridos, e sem os quais nós mesmos não viveríamos.</div>
<div style="text-align: justify;"><em>Mental</em></div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Ecologia mental</strong><br />
<img src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/08/Ecologia-Mental-580x560.jpg" alt="Ecologia Mental" title="Ecologia Mental" width="580" height="560" class="aligncenter size-large wp-image-2228" /><br />
A terceira, a ecologia mental, chamada também de ecologia profunda, sustenta que as causas do déficit da Terra não se encontram apenas no tipo de sociedade que atualmente temos. Mas também no tipo de mentalidade que vigora, cujas raízes alcançam épocas anteriores à nossa história moderna, incluindo a profundidade da vida psíquica humana consciente e inconsciente, pessoal e arquetípica.</div>
<div style="text-align: justify;">Há em nós instintos de violência, vontade de dominação, arquétipos sombrios que nos afastam da benevolência em relação à vida e à natureza. Aí dentro da mente humana se iniciam os mecanismos que nos levam a uma guerra contra a Terra. Eles se expressam por uma categoria: a nossa cultura antropocêntrica. O antropocentrismo considera o ser humano rei/rainha do universo. Pensa que os demais seres só têm sentido quando ordenados ao ser humano; eles estão aí disponíveis ao seu bel-prazer. Esta estrutura quebra com a lei mais universal do universo: a solidariedade cósmica. Todos os seres são interdependentes e vivem dentro de uma teia intrincadíssima de relações. Todos são importantes.</div>
<div style="text-align: justify;">Não há isso de alguém ser rei/rainha e considerar-se independente sem precisar dos demais. A moderna cosmologia nos ensina que tudo tem a ver com tudo em todos os momentos e em todas as circunstâncias. O ser humano esquece esta realidade. Afasta-se e se coloca sobre as coisas em vez de sentir-se junto e com elas, numa imensa comunidade planetária e cósmica. Importa recuperarmos atitudes de respeito e veneração para com a Terra.</div>
<div style="text-align: justify;">Isso somente se consegue se antes for resgatada a dimensão do feminino no homem e na mulher. Pelo feminino o ser humano se abre ao cuidado, se sensibiliza pela profundidade misteriosa da vida e recupera sua capacidade de maravilhamento. O feminino ajuda a resgatar a dimensão do sagrado. O sagrado impõe sempre limites à manipulação do mundo, pois ele dá origem à veneração e ao respeito, fundamentais para a salvaguarda da Terra. Cria a capacidade de re-ligar todas as coisas à sua fonte criadora que é o Criador e o Ordenador do universo. Desta capacidade re-ligadora nascem todas as religiões. Precisamos hoje revitalizar as religiões para que cumpram sua função religadora.</div>
<div style="text-align: justify;"><em>Integral</em></div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Ecologia integral</strong><br />
<img src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/08/Ecologia-Integral-580x773.jpg" alt="Ecologia Integral" title="Ecologia Integral" width="580" height="773" class="aligncenter size-large wp-image-2229" /><br />
Por fim, a quarta &#8211; a ecologia integral &#8211; parte de uma nova visão da Terra. É a visão inaugurada pelos astronautas a partir dos anos 60 quando se lançaram os primeiros foguetes tripulados. Eles vêem a Terra de fora da Terra. De lá, de sua nave espacial ou da Lua, como testemunharam vários deles, a Terra aparece como resplandecente planeta azul e branco que cabe na palma da mão e que pode ser escondido pelo polegar humano.</div>
<div style="text-align: justify;">Daquela perspectiva, Terra e seres humanos emergem como uma única entidade. O ser humano é a própria Terra enquanto sente, pensa, ama, chora e venera. A Terra emerge como o terceiro planeta de um Sol que é apenas um entre 100 bilhões de outras do universo, universo que, possivelmente, é apenas um entre outros milhões paralelos e diversos do nosso. E tudo caminhou com tal calibragem que permitiu a nossa existência aqui e agora. Caso contrário não estaríamos aqui. Os cosmólogos, vindos da astrofísica, da física quântica, da biologia molecular, numa palavra, das ciências da Terra, nos advertem que o inteiro universo se encontra em cosmogênese. Isto significa: ele está em gênese, se constituindo e nascendo, formando um sistema aberto, sempre capaz de novas aquisições e novas expressões. Portanto ninguém está pronto. Por isso, temos que ter paciência com o processo global, uns com os outros e também conosco mesmo, pois nós, humanos, estamos igualmente em processo de antropogênese, de constituição e de nascimento.</div>
<div style="text-align: justify;">Três grandes emergências ocorrem na cosmogênese e antropogênese: (1) a complexidade/diferenciação, (2) a auto-organização/consciência e (3) a religação/relação de tudo com tudo. A partir de seu primeiro momento, após o Big-Bang, a evolução está criando mais e                mais seres diferentes e complexos (1). Quanto mais complexos mais se auto-organizam, mais mostram interioridade e possuem mais e mais níveis de consciência (2) até chegaram à consciência reflexa no ser humano. O universo, pois, como um todo possui uma profundidade espiritual. Para estar no ser humano, o espírito estava antes no universo. Agora ele emerge em nós na forma da consciência reflexa e da amorização. E, quanto mais complexo e consciente, mais se relaciona e se religa (3) com todas as coisas, fazendo com que o universo seja realmente uni-verso, uma totalidade orgânica, dinâmica, diversa, tensa e harmônica, um cosmos e não um caos.</div>
<div style="text-align: justify;">As quatro interações existentes, a gravitacional, a eletromagnética e a nuclear fraca e forte, constituem os princípios diretores do universo, de todos os seres, também dos seres humanos. A galáxia mais distante se encontra sob a ação destas quatro energias primordiais, bem como a formiga que caminha sobre minha mesa e os neurônios do cérebro humano com os quais faço estas reflexões. Tudo se mantém religado num equilíbrio dinâmico, aberto, passando pelo caos que é sempre generativo, pois propicia um novo equilíbrio mais alto e complexo, desembocando numa ordem, rica de novas potencialidades.</div>
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		<title>As Verdades do Verde</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 16:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Superinteressante]]></category>

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		<description><![CDATA[AMBIENTE AS VERDADES DO VERDE (FLORESTAS: O Verdadeiro Papel do Verde) A grita sobre a devastação das florestas mostra como argumentos errados podem fazer mal a uma ideia certa. Os motivos pelos quais a Amazônia deve ser defendida nem sempre são lembrados pelos defensores. (Revista SUPER INTERESSANTE) Em novembro de 1971, o biólogo alemão Harald [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2285" title="meio_ambiente_final" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/08/meio_ambiente_final.jpg" alt="" width="580" height="516" /></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">AMBIENTE </span><br />
<span style="font-size: large;"><strong>AS VERDADES DO VERDE</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">(<span style="text-decoration: underline;">FLORESTAS</span>: O Verdadeiro Papel do Verde)</span></p>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><em>A grita sobre a devastação das florestas mostra como argumentos errados podem fazer mal a uma ideia certa. Os motivos pelos quais a Amazônia deve ser defendida nem sempre são lembrados pelos defensores. </em><span style="font-size: xx-small;">(Revista SUPER INTERESSANTE)</span><em><br />
</em></span></div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Em novembro de 1971, o biólogo alemão Harald Sioli, do Instituto Max Planck, então fazendo pesquisas na Amazônia, foi entrevistado por um repórter de uma agência de notícias americanas. O jornalista estava interessado na questão da influência da floresta sobre o planeta e o pesquisador respondeu com precisão a todas as perguntas que lhe foram feitas. Mais tarde, porém, ao redigir a entrevista, o repórter acabou cometendo um erro que ajudaria a criar um dos mais persistentes mitos sobre a floresta amazônica. Numa de suas respostas, Sioli afirmara que a floresta continha grande porcentagem de dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>) existente na atmosfera. No entanto, ao transcrever a declaração, o jornalista esqueceu a letra C – símbolo do átomo de carbono – da fórmula citada pelo biólogo, que ficou no texto como O<sub>2</sub>, o símbolo da molécula de oxigênio.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">A reportagem com o oxigênio no lugar de dióxido de carbono foi publicada pelo mundo afora e assim, da noite para o dia, a Amazônia se tornou conhecida como “pulmão do mundo” &#8211; uma expressão de grande impacto emocional que tem ajudado a semear a confusão no debate apaixonado sobre os efeitos ambientais em larga escala da ocupação da floresta. É um debate em que, por enganos como aquele, maus argumentos acabam sendo usados para escorar uma causa justa. As organizações de defesa da ecologia misturam às vezes no mesmo balaio fatos e fantasias ao alertar para os perigos das queimadas da floresta amazônica – até porque dados e conceitos capengas sobre o assunto só levam água para o moinho daqueles que não querem que se faça alarde algum sobre as agressões à natureza que ali se cometem.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">De resto, não é tão simples assim achar as verdades definitivas sobre o papel que a floresta desempenha no quebra-cabeça ambiental, num mundo assolado por espectros do tipo efeito estufa, desertificação, chuva ácida e destruição da camada de ozônio, para citar apenas os mais assustadores. As teimosas referências ao “pulmão do mundo”, nesse contexto, são exemplares. Pois a floresta amazônica, simplesmente, não é o pulmão do mundo. E o motivo não é difícil de entender. As árvores, arbustos, e plantas de pequeno porte, da mesma forma que os animais, respiram oxigênio durante as 24 horas do dia. Na floresta, a quantidade desse gás produzida de dia pelas plantas é totalmente absorvida durante a noite, quando a falta de sol interrompe a fotossíntese. Os vegetais são capazes de criar eles próprios os alimentos de que precisam. O responsável por essa característica é justamente a fotossíntese.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Na presença da luz solar, graças a uma molécula chamada clorofila, que lhes dá a coloração verde característica, as plantas, incluindo as algas e o plâncton marinho, retiram da atmosfera dióxido de carbono e o transformam em carboidratos, principalmente glicose, amido e celulose. Desta sucessão de reações químicas, sobra o oxigênio, do qual uma parte é aproveitada para os processos respiratórios dos vegetais e outra é lançada na atmosfera. Quando a planta é jovem, em fase de crescimento, o volume de oxigênio produzido na fotossíntese é maior que o volume necessário à respiração. Nesse caso, a planta produz mais oxigênio do que utiliza.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Isso acontece porque a planta jovem precisa fixar um grande volume de carbono para poder sintetizar as moléculas que são a matéria-prima de seu crescimento. Já nas plantas maduras, porém, o consumo de oxigênio na respiração tende a igualar o total produzido na fotossíntese. A Amazônia não constitui uma floresta em formação. Ao contrário, é um exemplo da plenitude do ecossistema – interação entre um ambiente e os seres vivos que o habitam – chamado floresta tropical úmida. Nela, portanto, os seres vegetais já crescidos consomem todo o oxigênio que produzem. Apesar de não ser o pulmão do mundo, a floresta amazônica apresenta outras características que contribuem para a manutenção da vida no planeta.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">As florestas são grandes fixadores do carbono existente na atmosfera. Somente as matas tropicais contêm cerca de 350 milhões de toneladas de carbono, aproximadamente a metade do que há na atmosfera. Ora, o ciclo deste elemento químico está saturado no planeta, como dizem os especialistas. Devido á queima de combustíveis fósseis – gás, carvão e petróleo –, o carbono se acumula cada vez mais na atmosfera, na forma de dióxido de carbono, metano e compostos de clorofluorcarbono. Esse acúmulo é responsável pelo chamado efeito estufa, o aprisionamento de energia radiante que, se suspeita, tende a aumentar a temperatura global da Terra, com efeitos catastróficos também para o homem (SI n° 4, ano 3). Nesse quadro, as florestas exercem uma função essencial, na condição de maiores controladores do efeito estufa. Por isso, o meteorologista Luiz Carlos Molion, do Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE), de São José dos Campos, afirma que a floresta amazônica é o grande “filtro do planeta”.</div>
<div style="text-align: center;">“Pulmão não: é o grande filtro do planeta.”</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><strong>Queimadas elevam taxa de carbono em 16 por cento</strong></div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Segundo ele, medições feitas em 1987 mostraram que cada hectare da floresta retira da atmosfera, em média, cerca de 9 quilos de carbono por dia. (Um hectare equivale a 10 mil metros quadrados. O Parque Ibirapuera, em São Paulo, por exemplo, tem quase 150 hectares.) A cada ano, o homem lança na atmosfera algo como 5 bilhões de toneladas de carbono. É como se cada ser humano fosse pessoalmente responsável pelo lançamento de uma tonelada do gás por ano. Somente a Amazônia brasileira, com seus 350 milhões de hectares, retira do ar aproximadamente 1,2 bilhão de toneladas anuais, ou seja, pouco mais de um quinto do total. Números como esses causaram polêmica num passado não muito remoto, quando se duvidava que a floresta fosse capaz de armazenar tamanho volume de carbono. Hoje, porém, se sabe que a assimilação apenas repõe o volume do gás continuamente perdido para o solo e para os rios.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Uma controvérsia que frequentemente aquece a discussão sobre a floresta amazônica diz respeito à parte que cabe às queimadas na região na acumulação de CO<sub>2</sub> na atmosfera. Os cálculos mais aceitos dizem que as queimadas liberam 200 milhões de toneladas de carbono por ano, ou seja, 4 por cento da emissão total. Segundo Molion, do INPE, os desmatamentos por queimadas de todas as florestas do globo contribuem com 16 por cento do acúmulo de dióxido de carbono. Mesmo que toda a floresta amazônica fosse queimada, especula o meteorologista, “o aumento da concentração do gás seria da ordem de 2 por cento”. Dito desse modo, pode-se ter a impressão de que pouco importa para o clima planetário haver ou não uma Amazônia. Nada mais errado – e perigoso. Pois além de  serem controladoras do efeito estufa, as florestas – no caso, somente as tropicais – podem exercer enorme influência sobre o clima do globo. A Amazônia, ainda segundo Molion, é uma grande máquina de produzir calor. Daí seu papel decisivo para manter estável o clima nos países do hemisfério norte.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><strong>Calor da mata tropical ameniza frio no norte</strong></div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">A produção de calor na floresta resulta das altas taxas de evaporação e transpiração no local. Na  Amazônia, cerca de 80 a 90 por cento da energia disponível é consumida nesses processos. Quando o vapor de água se condensa para formar nuvens, libera a mesma quantidade de energia que foi necessária à sua evaporação. À medida que as nuvens crescem, vão convertendo mais vapor em gotas de água, aquecendo a atmosfera circundante. Há dias na Amazônia em que a temperatura nas camadas mais altas – cerca de 10 mil metros do solo – chega a aumentar 30 graus. Essa fantástica quantidade de calor é então transportada para fora dos trópicos, rumo ao hemisfério norte.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Além da Amazônia, existem duas outras grandes fontes de calor no planeta. Uma é a floresta tropical da bacia do rio Congo, na África Central. A outra é de origem oceânica: uma região do Pacífico próxima ao norte da Austrália e à Indonésia, onde uma confluência de correntes faz com que a temperatura da água esteja sempre entre os 27 e 31 graus. As altas temperaturas fazem com que as taxas de evaporação sejam igualmente elevadas, promovendo a formação de nuvens e a consequente produção de calor. A destruição da floresta poderia alterar dramaticamente o clima dos países do hemisfério norte, segundo os climatologistas. “Sem o transporte de calor dos trópicos”, explica Molion, “esses países passariam a ter invernos ainda mais frios e mais longos.”</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Toda floresta é um ecossistema extremamente complexo. Para o ecólogo Evaristo Eduardo de Miranda, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Universidade de São Paulo, as florestas constituem o ponto final do processo evolutivo dos ecossistemas terrestres no planeta. “Estes representam o máximo de vida possível em um determinado espaço”, diz ele. “A tendência natural da vida na Terra é produzir florestas.” Existem três grandes tipos de florestas no mundo – a boreal, encontrada nas altas latitudes do hemisfério norte; as temperadas, que existem nos Estados Unidos, norte da Europa e na Ásia; e as tropicais, mais próximas do equador, que cobrem 7 por cento da superfície da Terra e abrigam pelo menos a metade das espécies do planeta.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Cada qual tem suas especificidades e características próprias, mas as três apresentam uma coisa em comum: são exemplos bem-sucedidos da colonização de extensas áreas pelos vegetais. A floresta amazônica provavelmente é o melhor exemplo. Arraigada a solos pobres em minerais e material orgânico, a floresta não só se auto-sustenta e se mantém, como também exibe uma exuberância e uma riqueza de espécies inigualável em todo o planeta. Estimativas talvez até conservadoras dizem que a Amazônia abriga cerca de 80 mil espécies vegetais e possivelmente 30 milhões de espécies animais – a grande maioria insetos.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Examinada mais de perto, a floresta amazônica parece um paradoxo ecológico. De fato, como a maior floresta do mundo consegue existir em solos tão ralos e secos, que não chegam a oferecer sustentação às plantas, obrigadas então a espalhar suas raízes para adquirir estabilidade? Milhões de anos de chuvas levaram os solos antigos da Amazônia, que na sua configuração atual existe há uns 15 milhões de anos, transportando para os rios e depois para o mar toda a sua riqueza mineral. Para enfrentar o problema, os vegetais parecem ter inventado esquemas alternativos de sobrevivência. Em resumo, aprenderam a se alimentar por si mesmos.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Ao contrário do que ocorre na floresta temperada, cujos solos são nutritivos, os ciclos de vida na floresta tropical – principalmente na Amazônia – devem ser mais velozes. As folhas das árvores caem mais depressa e uma vez no solo se decompõem mais rapidamente para que seus nutrientes possam ser reaproveitados no menor tempo possível pelos vegetais ao redor. Isso faz com que o suprimento vital de alimento da floresta esteja armazenado em sua própria folhagem. Assim, a riqueza das florestas tropicais está na massa vegetal, não no solo. Isso enganou – e ainda engana – aqueles que, diante das árvores portentosas, acharam que os solos da floresta seriam tão férteis que neles em se plantando tudo daria.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">“A Amazônia é o reino vegetal por excelência”, define o ecólogo Evaristo de Miranda, da Embrapa. Estima-se que a floresta tenha de 500 a 700 toneladas de matéria verde viva por hectare, incluindo caules, troncos e raízes. Desse total, as folhas representam apenas cerca de 20 toneladas, ou seja, algo como 3 ou 4 por cento. Em comparação com a massa vegetal, a fauna não é tão abundante. Existem somente 30 quilos de herbívoros por hectare, por exemplo. A razão desse outro paradoxo é a mesma do anterior. Apesar da exuberância e variedade, as espécies vegetais da floresta  são extremamente pobres em vitaminas e nutrientes, o que as torna inadequadas ao sustento de rebanhos animais.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Essa é também a causa da rarefação humana no ecossistema da floresta tropical. Mesmo as comunidades indígenas que ali se desenvolveram se caracterizam pelo número relativamente limitado de membros. A Amazônia não atrai naturalmente grandes aglomerações humanas. A falta de animais herbívoros acarreta, por outro lado, um menor número de espécies de mamíferos selvagens. Em termos da presença desses animais, a Amazônia fica atrás de todas as formações vegetais do planeta. Esse motivo levou a antropóloga Betty Meggers, autora do livro <em>Amazon: man and culture</em> (ainda não traduzido para o português), a chamar a floresta amazônica, talvez com certa imprecisão de “paraíso falso”. A extrema diversificação de espécies vegetais na floresta – cerca de trezentas variedades por hectare, em média – também é mais uma resposta da natureza às condições desfavoráveis da região.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Cada espécie tem suas características próprias quanto à disposição das raízes no solo e ao aproveitamento dos nutrientes. Assim, quanto maior a diversidade numa área, maior o aproveitamento de todos. Praticamente nada é perdido. Na Amazônia, a competição parece ter alcançado um estágio de requintado equilíbrio. A variedade de espécies vegetais só é igualada pela de insetos, vermes e outros ínfimos seres que constituem a microfauna da floresta. Em cada hectare podem ser encontradas cerca de 120 toneladas dessas formas de vida. Outra região de floresta tropical, a ilha de Barro Colorado, na zona do canal do Panamá, hospeda cerca de 20 mil espécies de insetos. Para se ter ideia do que isso significa, em toda a França, por exemplo, não existem mais que algumas centenas. A grande diversificação de espécies, para os cientistas, é o que constitui a maior riqueza das florestas tropicais.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><strong>O maior banco de genes do mundo todo</strong></div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Algumas pesquisas estimam que somente na Amazônia possa residir cerca de 30 por cento de todo o estoque genético do planeta, ou seja, 30 por cento de todas as sequências de DNA que a natureza combinou. É um número extraordinário, e certos pesquisadores ainda consideram tratar-se de um cálculo por baixo. Uma coisa é absolutamente certa: a preservação da variedade genética da floresta amazônica – que faz da região uma espécie de banco de genes, o maior do mundo – deve ser um dos argumentos mais fortes contra o desmatamento por atacado e a ocupação sem critério da Amazônia. Pois, por mais abstrato que esse argumento possa parecer aos invasores do local – desde os simples colonos que migraram de outras regiões às empresas multinacionais de mineração –, cada espécie é única e insubstituível e sua destruição pode significar a perda de um importante acervo genético, de incalculável valor prático para o homem.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Apenas se começa a aprender a ler as informações contidas nas florestas tropicais – e existe aí uma verdadeira enciclopédia a ser conhecida. Os índios com certeza têm algo a ensinar nesse vasto capítulo. Os antropólogos descobriram que cada comunidade indígena que habita a Amazônia dispõe de um cardápio de pelo menos cem plantas e um receituário de duzentas espécies vegetais. Um exemplo relativamente recente da utilização do estoque genético da floresta é o desenvolvimento de um remédio contra a hipertensão – inspirado no veneno da jararaca. Essa cobra mata sua presa com uma substância tóxica que reduz a zero a pressão sanguínea do animal. Os estudos sobre a ação do veneno no organismo trouxeram informações valiosas para o reconhecimento da pressão no ser humano.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">É esse patrimônio que deve ser preservado junto com as florestas. É um desafio urgente. Segundo o biólogo e ecologista Wellington Braz Carvalho Delitti, da USP, o atual ritmo de extinção de espécies no mundo provavelmente não tem paralelo. Os pesquisadores calculam que nos próximos 25 anos cerca de 1,2 milhão de espécies (dos até 30 milhões que se supõe existir na Terra) desaparecerão por completo com a devastação dos seus refúgios florestais. Isso equivale a um genocídio de aproximadamente 130 espécies inteiras por dia.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">O debate em torno da preservação das florestas tropicais ainda está longe de se esgotar. A maioria das previsões – menos ou mais desastrosas – que se faz nesse campo estão atreladas a modelos matemáticos, muitas vezes passíveis de falhas. De todo modo, enquanto os especialistas conferem suas projeções, fatos acontecem. E a ideia de preservar indefinidamente a floresta amazônica se mostra cada vez mais impraticável. Essa realidade não escapa a observadores como o insuspeito ecologista Jacques-Yves Cousteau, o oceanógrafo que chefiou uma expedição à região em 1982. “A Amazônia não pode ser intocável”, concorda o deputado federal paulista Fábio Feldman, presidente da entidade ecológica Oikos. Para ele, no entanto, “como a vocação da Amazônia é essencialmente florestal, é necessária a sua utilização racional, menos predatória”.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">A questão que está posta é rigorosamente esta: conjurar o desenvolvimento e a abertura de novas fronteiras com o delicado equilíbrio que sustenta os ecossistemas da floresta tropical. Iniciativas como a construção de grandes hidrelétricas devem ser planejadas cuidadosamente, se bem que seus efeitos a longo prazo para floresta ainda sejam desconhecidos. Não se pode perder de vista um dado essencial: o conhecimento sobre a dinâmica das florestas tropicais ainda é muito precário. Não ocorre o mesmo com as florestas temperadas do hemisfério norte. Por sinal, ao contrário do que se imagina, essas florestas vêm aumentando sensivelmente nas últimas décadas. Na França, por exemplo, representam atualmente cerca de 30 por cento do território – menos em todo caso do que ao tempo da Revolução de 1789. Calcula-se que a chuva ácida e a poluição danificaram pouco mais de um quinto das áreas florestais na Europa. No Japão, o último relatório anual sobre a situação do meio ambiente no país mostra que 67 por cento do arquipélago está coberto de florestas. Se a isso se somarem as áreas ocupadas por lagos, montanhas, neves eternas e pradarias, se verá que ali as regiões naturais chegam a 80 por cento da área total. Em resumo, toda a extraordinariamente vigorosa economia do Japão brota numa área inferior ao Estado do Rio de Janeiro – prova de que a propriedade não é incompatível com a preservação da natureza. Ou com seu uso inteligente, quando não há outra alternativa.</div>
<div class="western" style="font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><em><span style="text-decoration: underline;">Para saber mais</span></em></div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Ecologia, Eugene P. Odum, Editora Guanabara, Rio de Janeiro, 1986;</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">A expedição de Jacques Cousteau na Amazônia, Jacques-Yves Cousteau e Mose Richards, Editora Record, 1986;</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Ecossistemas brasileiros, Carlos Toledo Rizzini, Adelmar F. Coimbra Filho e Antônio Houaiss, Editora Index, 1988</div>
<p>
<center><span style="font-size: medium;">Boxes da edição</span></center></p>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><strong>Oxigênio, um presente dos mares</strong></div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Se a Amazônia não é o pulmão do mundo, qual é então? Afinal, o que produziu o oxigênio da atmosfera da Terra e ainda mantém os seus níveis praticamente constantes? A maior parte das teorias afirma que o oxigênio foi originalmente levado à atmosfera pelo processo da fotossíntese. Portanto, segundo essa hipótese, foram os vegetais primitivos, as pequenas algas e o fitoplâncton – pequenos organismos que vivem, aos milhões, suspensos na água do mar – os responsáveis pela produção e acúmulo do gás na atmosfera terrestre.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Uma das barreiras ao desenvolvimento da vida no planeta, há cerca de 1 bilhão de anos, era a intensidade das radiações ultravioletas da luz solar. Nessa época, o fitoplâncton e as algas somente conseguiam sobreviver a grandes profundidades. Quando, graças à atividade fotossintética, o0 oxigênio atmosférico chegou a 1 porcento de seu nível atual, há aproximadamente 800 milhões de anos, foi possível a formação de moléculas de ozônio (O<sub>3</sub>) em número suficiente para filtrar os raios ultravioleta. Isso permitiu que o fitoplâncton migrasse para as camadas superiores dos mares, mais iluminadas pelo Sol. O resultado foi um aumento exponencial da fotossíntese nos oceanos, levando à rápida formação do oxigênio.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Outras teorias sustentam que o oxigênio, ou pelo menos a maior parte dele, teve origem inorgânica, a partir da fotodissociação consistente na separação de um átomo de oxigênio da molécula H<sub>2</sub>O, devido às radiações ultra-violeta. Embora essa hipótese tenha seus defensores, as evidências fósseis e geológicas indicam que o oxigênio teve mesmo origem nos oceanos, confirmando a vocação da água como a grande fonte de vida na Terra.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><strong>Como se São Paulo e Santa Catarina tivessem ardido</strong></div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Há três meses, o Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE), de São José dos Campos, concluiu um extenso trabalho, a partir de imagens de satélites, sobre as condições do desmatamento na Amazônia. Os resultados agradaram tanto ao governo que o presidente Sarney os divulgou em rede de TV, ao apresentar sua política de meio ambiente para o país – o programa Nossa Natureza. Pelos dados apresentados, apenas 5 por cento (251,4 mil quilômetros quadrados) da Amazônia tinham sido destruídos por queimadas ou desmatamentos “recentes”. Esse índice relativamente tranquilizador foi logo contestado por outros pesquisadores e ecologistas, que sugeriram ter havido manipulação de dados.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Tempos depois, uma segunda edição do trabalho do INPE acrescentou outros 92,5 mil quilômetros quadrados, a título de “desmatamentos antigos”. Chega-se assim a um total admitido de 343,9 mil quilômetros quadrados de áreas destruídas – equivalente a um território do tamanho dos Estados de São Paulo e Santa Catarina juntos. Técnicos do Banco Mundial, em Washington, trabalham por sua vez com números ainda piores – 12 por cento de área devastada – e com base nisso aparentemente a instituição tem-se recusado a financiar projetos na região.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><strong>Ideias para proteger a Amazônia</strong></div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Como seria de esperar, quem mais entende do aproveitamento da floresta tropical são os nativos da Amazônia – índios, caboclos e seringueiros. Eles têm sobrevivido à custa do verde sem causar danos sérios à floresta – ao contrário, portanto, dos colonos vindos de fora e dos garimpeiros de Serra Pelada. Seu segredo parece ser a utilização de procedimentos que levam em conta naturalmente a ecologia da região. As clareiras abertas para o cultivo não ultrapassam 1 ou 2 hectares. Depois que a terra se exaure, a clareira que fica não é muito maior do que a formada por uma grande árvore que tivesse caído ali.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Segundo o deputado verde Fábio Feldman, a solução para o aproveitamento da floresta seria a criação de reservas extrativistas, nas quais as atividades econômicas estariam perfeitamente afinadas com a ecologia das matas. Para Feldman, somente medidas que regulamentem a ocupação humana da região podem conter a destruição da floresta. O programa Nossa Natureza, lançado em abril último, não prevê reservas como as imaginadas pelo deputado, mas propõe cerca de cinquenta medidas para a região amazônica.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Elas incluem, entre outras, a suspensão de incentivos fiscais para projetos na região, a regulamentação da exportação de madeira, a desapropriação de áreas de interesse florestal e o controle do uso de agrotóxicos na floresta. Segundo o físico José Goldemberg, reitor da Universidade de São Paulo, a ampliação das áreas protegidas mediante a criação de parques e reservas poderia abranger cerca de 70 por cento da Amazônia. Para ele, esta deveria ser uma medida imediata no sentido de frear os desmatamentos. Outra seria dirigir os créditos oficiais apenas para investimentos que não impliquem a destruição da floresta.</div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><em>Fonte:</em><strong> Revista Superinteressante – JULHO 1989</strong><span style="font-weight: normal;">.</span></div>
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Págs. 18, 19, 20, 21, 22, 23 e 24.</div>
</div>
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		<title>Cartilha Verde &#8211; SEJA ECO!!!</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 23:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência Verde]]></category>
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		<description><![CDATA[Um &#8220;tutorial completo&#8221;, de meio ambiente E o marco da estréia do Diário do Verde, no SCRIBD! Navegando no FACEBOOK, descobri um conteúdo muito interessante, de autoria de Paulo Rocha &#8211; do Partido Verde, que ofereço neste dia frio (os sulistas que o digam), para todos. O documento intitulado &#8220;Um Estilo de Vida Verde de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'trebuchet ms';"><span style="font-size: x-large;">Um &#8220;tutorial completo&#8221;, de meio ambiente</span></span></strong></div>
<div style="text-align: justify;"><em>E o marco da estréia do Diário do Verde, no <a href="http://www.scribd.com/diariodoverde">SCRIBD</a>!</em></div>
<div style="text-align: justify;">Navegando no <a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100000227076738">FACEBOOK</a>, descobri um conteúdo muito interessante, de autoria de <a href="http://paulorocha2010.blogspot.com/">Paulo Rocha</a> &#8211; do Partido Verde, que ofereço neste dia frio (os sulistas que o digam), para todos.</div>
<div style="text-align: justify;">O documento intitulado &#8220;<em>Um Estilo de Vida Verde de Ser (THE GREEN LIFESTYLE)</em>&#8220;, mostra o que cada um pode fazer, para se ter uma vida mais saudável, correta, e parceira do Planeta Terra. Manual didático, e informativo: excepcional.</div>
<div style="text-align: justify;">Não esqueça de conferir!!!</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><strong>E um aviso legal:</strong> os posts antigos do Diário do Verde, que linkavam para arquivos hospedados no MegaUpload, em um futuro próximo, poderão estar acessíveis no SCRIBD, com visualização direto na tela. Interatividade para você =]</span></div>
<p>
<a style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;" title="View Cartilha Verde on Scribd" href="http://www.scribd.com/doc/34345000/Cartilha-Verde">Cartilha Verde</a> <object id="doc_206501743675938" style="outline: none;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100%" height="500" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="doc_206501743675938" /><param name="data" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="FlashVars" value="document_id=34345000&amp;access_key=key-141ksfzj9vmor05h7s3t&amp;page=1&amp;viewMode=list" /><param name="src" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="doc_206501743675938" style="outline: none;" type="application/x-shockwave-flash" width="100%" height="500" src="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" flashvars="document_id=34345000&amp;access_key=key-141ksfzj9vmor05h7s3t&amp;page=1&amp;viewMode=list" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" bgcolor="#ffffff" wmode="opaque" data="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" name="doc_206501743675938"></embed></object></p>
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		<title>Cinco razões para você entrar em contato com a natureza</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Jul 2010 02:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência Verde]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem ainda precisava de argumentos para adotar um estilo de vida mais natural acaba de ganhar uma lista deles. São cinco tópicos listados pela Universidade de Harvard para convencer as pessoas que passar mais tempo em contato com a natureza faz bem para o corpo e para a mente. As informações foram publicadas na Harvard [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2616" title="Menina e o Verde" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/07/menina-e-o-verde.jpg" alt="Menina e o Verde" width="425" height="259" /></p>
<div style="text-align: justify;">Quem ainda precisava de argumentos para adotar um estilo de vida mais natural acaba de ganhar uma lista deles. São cinco tópicos listados pela <a href="http://www.harvard.edu/">Universidade de Harvard</a> para convencer as pessoas que passar mais tempo em contato com a natureza faz bem para o corpo e para a mente.</div>
<div style="text-align: justify;">As informações foram publicadas na <a href="http://www.health.harvard.edu/newsletters/Harvard_Health_Letter/2010/July/a-prescription-for-better-health-go-alfresco?utm_source=mental&amp;utm_medium=pressrelease&amp;utm_campaign=health0710">Harvard Health Letter</a> do mês de julho e mostram que, mesmo com tantas vantagens em conviver com a natureza, os americanos passam 90% de suas vidas em ambientes fechados.</div>
<div style="text-align: justify;">A revista lembra que diversos estudos já comprovaram os benefícios para a saúde física e mental que o contato com o meio ambiente pode proporcionar e listou alguns deles. Confira:</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>1 – Elevação dos níveis de vitamina D</strong></div>
<div style="text-align: justify;">Chamada de “vitamina do sol”, essa substância é produzida a partir do contato dos raios solares com a pele e promove a absorção de cálcio pelo organismo. Além da importância na manutenção dos níveis do cálcio no sangue e na saúde dos ossos, a vitamina D tem um papel muito importante na maioria das funções metabólicas e também nas funções musculares, cardíacas e neurológicas.</div>
<div style="text-align: justify;">Estudos epidemiológicos sugerem que a vitamina D pode ter efeitos protetores contra diversas doenças, desde a osteoporose ao câncer, passando pela depressão, ataques cardíacos e derrames. Já a deficiência da vitamina pode precipitar e aumentar a osteoporose em adultos e causar raquitismo, uma avitaminose, em crianças.</div>
<div style="text-align: justify;">A boa notícia é que para produzir a vitamina D no seu organismo, você só precisa ficar ao ar livre algumas vezes por semana, de preferência nos horários em que sol está mais fraco, e expor seus braços e pernas por 10 a 15 minutos.</div>
<div style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2617" title="Menino e o Verde" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/07/menino-e-o-verde.jpg" alt="Menino e o Verde" width="425" height="259" /></div>
<div style="text-align: justify;"><strong>2 – Mais exercício</strong></div>
<div style="text-align: justify;">É verdade que muita gente consegue se exercitar sem sair de casa, ou ainda em academias e clubes de ginástica totalmente cobertos. Também tem muita gente que consegue passar horas em contato com a natureza sem mexer um músculo – basta ir a uma praia para perceber. Ainda assim, os ambientes fechados costumam ser um convite ao sedentarismo, enquanto um parque repleto de árvores costuma dar um novo ânimo a uma caminhada.</div>
<div style="text-align: justify;">Um estudo feito por pesquisadores britânicos com crianças que passavam cerca de seis horas por dia utilizando equipamentos eletrônicos (como TV´s e videogames) mostrou que elas eram duplamente ativas quando estavam ao ar livre. Portanto, se você quer se exercitar, um bom começo é sair de casa. Pode ser uma corrida na orla, um passeio de bicicleta no parque ou até uma limpeza no quintal, o que importa é colocar o corpo em movimento junto à natureza.</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>3 – Maior concentração</strong></div>
<div style="text-align: justify;">O escritor americano e autor do livro Last Child in the Woods, Richard Louv, utilizou o termo “transtorno de déficit de natureza” em seu último trabalho. E ele não é o único a acreditar que a falta de contato com o meio ambiente agrava problemas como o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Pesquisadores tem relatado que crianças costumam se concentrar melhor após passarem um período ao ar livre.</div>
<div style="text-align: justify;">Um estudo publicado em 2008 mostrou que crianças diagnosticadas com TDAH obtiveram melhor pontuação em testes de concentração após caminharem em um parque, em comparação com outras que caminharam em um bairro residencial e no centro da cidade.</div>
<div style="text-align: justify;">Apesar de não serem conclusivas em relação aos adultos, as pesquisas sugerem que o contato com a natureza pode ser uma aliada aos homens e mulheres que querem uma melhor concentração. Não custa tentar.</div>
<div style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2618" title="Homem e o Verde" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/07/homem-e-o-verde.jpg" alt="Homem e o Verde" width="425" height="282" /></div>
<div style="text-align: justify;"><strong>4 – Menor tempo de cicatrização e cura</strong></div>
<div style="text-align: justify;">Uma pesquisa realizada na Universidade de Pittsburgh em 2005 mostra que pacientes expostos a luz natural sentiam menos dores e sofriam de menos estresse, além de precisarem de uma menor quantidade de medicamentos durante o período de recuperação.</div>
<div style="text-align: justify;">Outro estudo aponta que até a vista das janelas dos quartos de hospitais que exibiam árvores, em vez de muros, faziam a diferença durante a recuperação dos doentes. Os dados científicos apenas reforçam o velho conselho que diz que “tomar um ar fresco” faz bem para a saúde.</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>5 – Mais felicidade</strong></div>
<div style="text-align: justify;">Estudos mostram que a luz do sol tende a elevar o humor das pessoas, enquanto a prática de exercícios físicos libera endorfina, despertando uma sensação de relaxamento, euforia e bem-estar. Combinar as duas práticas em um ambiente ao ar livre certamente fará bem a qualquer um.</div>
<div style="text-align: justify;">Pesquisadores da Universidade de Essex, na Inglaterra, estão realizando um estudo que aponta que praticar exercício em meio à natureza traz vantagens significativas para a saúde mental. A pesquisa aponta que os “exercícios verdes”, como estão sendo chamados, mostram resultados benéficos na auto-estima e no humor com apenas cinco minutos de prática.</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Cuidados</strong></div>
<div style="text-align: justify;">Apesar de todas essas vantagens, é sempre bom lembrar alguns cuidados básicos que devem ser tomados durante esses momentos de atividades ao ar livre. Uso de protetor solar e de repelentes contra insetos, além de atenção à qualidade do ar no local da diversão são alguns deles.</div>
<div style="text-align: justify;">Depois de tomar esses cuidados, basta calçar um tênis e procurar uma área arborizada próxima a sua casa. Agora você já tem razões de sobra para entrar em contato com a natureza.</div>
<div style="text-align: justify;"><em>Fonte:</em> <a href="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/cinco-razoes-para-voce-entrar-em-contato-com-a">EcoDesenvolvimento</a>.</div>
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		<title>Dez mandamentos da Água</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Jun 2010 20:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência Verde]]></category>

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		<description><![CDATA[Recurso finito, com uso devido! 1 * No banho: Se molhe, feche o chuveiro, se ensaboe e depois abra para enxaguar. Não fique com o chuveiro aberto. O consumo cairá de 180 para 48 litros. 2 *Ao escovar os dentes: Escove os dentes e enxágue a boca com a água do copo. Assim você economiza [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-2241" title="Planeta Água" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2010/06/Planeta-Agua-580x386.jpg" alt="Mandamentos da Água" width="580" height="386" /></p>
<div style="text-align: center; font-weight: bold; font-family: trebuchet ms;"><span style="font-family: trebuchet ms; font-size: 130%;">Recurso finito, com uso devido!</span></div>
<div style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: italic;">1 * No banho:</span><br />
Se molhe, feche o chuveiro, se ensaboe e depois abra para enxaguar. Não fique com o chuveiro aberto. O consumo cairá de 180 para 48 litros.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: italic;">2 *Ao escovar os dentes:</span><br />
Escove os dentes e enxágue a boca com a água do copo.<br />
Assim você economiza 3 litros de água.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: italic;">3 * Na descarga:</span><br />
Verifique se a válvula não está com defeito, aperte-a uma única vez e não jogue lixo e restos de comida no vaso sanitário.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: italic;">4 * A torneira:</span><br />
Uma torneira aberta gasta de 12 a 20 litros/minuto. Pingando, 46 litros/dia. Isto significa, 1.380 litros por mês. Feche bem as torneiras.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: italic;">5 * Vazamentos:</span><br />
Um buraco de 2 milímetros no encanamento desperdiça cerca de 3 caixas d’água de mil litros.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: italic;">6 * A caixa d’água:</span><br />
Não a deixe transbordar e mantenha-a tampada.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: italic;">7 *Na lavagem de louças:</span><br />
Lavar louças com a torneira aberta, o tempo todo, desperdiça até 105 litros. Ensaboe a louça com a torneira fechada e depois enxágue tudo de uma vez. Na máquina de lavar são gastos 40 litros. Utilize-a somente quando estiver cheio.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: italic;">8 * Regar jardins e plantas:</span><br />
No inverno, a rega pode ser feita dia sim, dia não, pela manhã ou à noite. Use mangueira com guincho-revólver ou regador.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: italic;">9 * Lavar carro:</span><br />
Com uma mangueira gasta 600 litros de água. Só lave o carro uma vez por mês, com balde de 10 litros, para ensaboar e enxaguar. Para isso, use a água da sobra da máquina lavar roupa.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: italic;">10 * Na limpeza de quintal e calçada USE VASSOURA:</span><br />
Se precisar usar água, então utilize a água que sai do enxágue da máquina de lavar.</p>
</div>
<p style="text-align: right;"><span style="font-size: x-small;">Extraído do <a href="http://mimirabolantes.blogspot.com/2010/06/os-dez-mandamentos.html">Mimirabolantes</a>. Adaptado.</span></p>
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