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	<title>Diário do Verde &#187; A a Z | Dicionário Eco/Ambiental</title>
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		<title>Letra Z</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Feb 2014 19:57:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Zoneamento Ecológico: instrumento técnico-científico para políticas de gestão territorial, a ordenação estabelece os melhores locais para o desenvolvimento de atividades – econômicas – em regiões pioneiras (ou cuja ocupação necessita ser disciplinada por mecanismos suplementares aos oferecidos pela economia de mercado) e as condições em seu exercício, sem que isso comprometa o equilíbrio ecológico regional. É [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Zoneamento Ecológico: </strong>instrumento técnico-científico para políticas de gestão territorial, a ordenação estabelece os melhores locais para o desenvolvimento de atividades – econômicas – em regiões pioneiras (ou cuja ocupação necessita ser disciplinada por mecanismos suplementares aos oferecidos pela economia de mercado) e as condições em seu exercício, sem que isso comprometa o equilíbrio ecológico regional. É o primeiro passo o zoneamento ecológico ou <em>ecológico-econômico </em>da área. Depois vêm as políticas setoriais, a regulamentação, a fiscalização e os critérios de manejo adequados a cada porção territorial.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter wp-image-4670 size-full" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2015/02/texto_header_dic.png" alt="texto_header_dic" width="864" height="60" /><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-a/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">A</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-b/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">B</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-c/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">C</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-d/"  style="font-family:;" data-bg="" 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		<title>Letra T</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Feb 2014 19:55:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[A a Z | Dicionário Eco/Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Tipos Biológicos (ou biomorfológicos): correspondem a um conceito ecológico que busca traduzir os diferentes dispositivos morfológicos e estruturais das plantas ou animais para manifestar sua adaptação ao meio ambiente, principalmente no tocante a sua sobrevida diante de uma estação desfavorável (inverno rigoroso, seca prolongada, competição interespecífica em ambiente de floresta equatorial…). Foi o botânico sueco Raunkiaer quem estabeleceu [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tipos Biológicos (ou biomorfológicos): </strong>correspondem a um conceito ecológico que busca traduzir os diferentes dispositivos morfológicos e estruturais das plantas ou animais para manifestar sua adaptação ao meio ambiente, principalmente no tocante a sua sobrevida diante de uma estação desfavorável (inverno rigoroso, seca prolongada, <em>competição </em>interespecífica em ambiente de floresta equatorial…). Foi o botânico sueco Raunkiaer quem estabeleceu pela primeira vez o conceito e descreveu, com relação às formas de adaptação das plantas para sobreviver ao período frio, os tipos biológicos dos vegetais. Esses tipos foram sendo refinados com o tempo, e hoje existem quinze principais. Dentre eles destacam-se os vegetais <em>fanerófitos </em>(vegetais visíveis) ou macrofanerófitos, cujos brotos atravessam o período desfavorável situados a mais de 50cm ou 2m do nível do solo. Aí se enquadram grande parte das árvores e arbustos conhecidos. Outro grupo importante é o dos <em>caméfitos </em>(vegetais anões), cujos brotos terminais se situam a menos de 30cm de altura. Nos climas frios de inverno rigoroso, isso lhes permite serem protegidos pela camada de neve das temperaturas abaixo de zero. Nas florestas tropicais úmidas, esse estatuto lhes permite valorizar ambientes particulares: pequenas clareiras, descontinuidades do dossel etc. Existe uma grande variedade de subtipos de caméfitos: frutescentes, subfrutescentes, rasteiros, suculentos… Os <em>hemicriptófitos </em>(vegetais semi-escondidos) possuem brotos terminais ao nível do solo. Aí situam-se parte das gramíneas, das ciperáceas e de várias ervas em roseta ou rastejantes. As <em>geófitas </em>são outro grupo importante de tipo biológico, pois trata-se de plantas que atravessam a estação desfavorável na forma de bulhos, rizomas ou raízes tuberizadas. As <em>epífitas</em>, as <em>hidrófitas</em>, as <em>terófitas </em>(plantas anuais de vida breve que atravessam a estação desfavorável sob a forma de grãos e sementes) e as heliófitas são alguns dos outros principais tipos biológicos existentes. A comparação de uma floresta temperada com uma tropical em geral indica uma grande riqueza na primeira de hemicriptófitas, geófitas e terófitas, enquanto a floresta tropical é mais rica em epífitas, fanerófitas e caméfitas. Os tipos biológicos também se aplicam aos animais e, em geral, são caracterizados em função de macroambientes: fauna do solo, fauna aquática, fauna intersticial etc.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter wp-image-4670 size-full" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2015/02/texto_header_dic.png" alt="texto_header_dic" width="864" height="60" /><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-a/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">A</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-b/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">B</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-c/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">C</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-d/"  style="font-family:;" data-bg="" 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data-text="" data-texthover="">I</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="#"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">J</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="#"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">L</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-m/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">M</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-n/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">N</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="#"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">O</a></span><span 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		<title>Letra S</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Feb 2014 19:53:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sistema(s): muito usado em ecologia, o conceito de sistemas é bastante antigo, pois está vinculado à necessidade do homem de compreender fenômenos complexos. O desenvolvimento das ciências e das sociedades, neste século, levou ao estudo de fenômenos cada vez mais complexos, desde o nível microcósmico até o macrocósmico. O conceito de sistemas surgiu nas ciências físicas, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sistema(s): </strong>muito usado em ecologia, o conceito de sistemas é bastante antigo, pois está vinculado à necessidade do homem de compreender fenômenos complexos. O desenvolvimento das ciências e das sociedades, neste século, levou ao estudo de fenômenos cada vez mais complexos, desde o nível microcósmico até o macrocósmico. O conceito de sistemas surgiu nas ciências físicas, estendeu-se às biológicas e socioeconômicas, e hoje é uma ferramente usada em quase todos os campos do conhecimento e de atividades. Entre os anos de 1930 e 1970 houve uma consolidação da Teoria Geral dos Sistemas que terminou por influenciar outras teorias, como a da Cibernética e da Informação. São muitas as definições de sistema, e Becht (1974), após revisar 24 delas, propôs a seguinte: “Sistema é um arranjo de componentes físicos, um conjunto ou coleção de coisas, unidas ou relacionadas de tal maneira que formam e atuam como uma unidade, como uma entidade ou um todo”. Nessa definição, as palavras<em>arranjo</em>e<em>atuam</em>levam às noções de estrutura (<em>componentes organizados</em>) e função (<em>interação entre os componentes</em>), próprias a qualquer ecossistema. Num sistema, os elementos ou componentes dependem, em graus variados, uns dos outros, tanto nos seus funcionamentos como nas suas evoluções. Desse fato resultam propriedades globais do sistema, independentes das propriedades dos componentes, através das quais frequentemente o todo age sobre as partes. Um sistema funcionando sem nenhuma interação com o ambiente que o rodeia é um sistema fechado, um caso mais teórico do que real. Nos fenômenos naturais, os sistemas são sempre <em>sistemas abertos</em>, pois existem entradas e saídas de energia, matéria e/ou informação. Essas<em>entradas</em>e<em>saídas</em>levam também à noção de<em>limites</em>do sistema. A ecologia como ciência desenvolveu muitas ferramentas de análise de sistemas. Ao analisar as relações entre os componentes bióticos de um ecossistema, por exemplo, os ecólogos elaboraram as noções de <em>fluxo de energia</em>, <em>cadeias trófica s</em>ou alimentares e <em>ciclos biogeoquímicos</em>. As plantas, produtores primários, são consumidas pelos herbívoros, que por sua vez são consumidos pelos carnívoros. As chamadas cadeias diretas ou, ainda, malhas, redes ou teias que se estabelecem entre os seres vivos de um ecossistema ilustram bem esse tipo de relação entre componentes. Exemplos de cadeias cíclicas entre componentes podem ser encontrados na ciclagem dos nutrientes dentro do ecossistema: os nutrientes vão do solo para as plantas, destas para os animais e voltam para o solo. Os chamados ciclos biogeoquímicos (ciclo do carbono, ciclo do nitrogênio etc) estão baseados nesse tipo de análise sistêmica. A ecologia como ciência aplicada detectou rapidamente a <em>competição </em>entre determinados componentes de um ecossistema, por exemplo as árvores e as ervas, na utilização do <em>fluxo de energia</em>. Isso levou ao desenvolvimento de vários conceitos ligados às regulações ou relações existentes entre componentes e suas formas de controle (autocontrole positivo ou negativo, o chamado <em>feed-back</em>). O processo de receber “entradas” e produzir “saídas” nos ecossistemas levou a ciência ecológica a definir uma série de critérios para avaliar as funções de um ecossistema. Entre eles se destaca a<em>produtividade</em>, a eficiência, a variabilidade ou a<em>estabilidade</em>. A aplicação de medidas quantitativas permitiu estabelecer ou corroborar a existência de relações entre a estrutura e as funções de um ecossistema, válidas para qualquer lugar. Por exemplo, a variabilidade ou a instabilidade de um ecossistema é inversamente proporcional à existência de mecanismos de retroalimentação ou autocontrole em seus fluxos. Por outro lado, a estabilidade de um ecossistema é relacionada à sua complexidade. Os ecossistemas complexos são sempre os mais estáveis. Enfim, os ecossistemas cujas funções de auto-organização são mais eficientes são também os mais capazes de evoluir e de permanecer em face de mudanças externas.</p>
<p><strong>Sustentabilidade Agrícola: </strong>capacidade dos agroecossistemas de manterem sua produção, produtividade e características associadas ao longo do tempo, mesmo em presença de perturbações, sem a necessidade de ampliarem o consumo de recursos naturais ou incorporarem novos insumos. Essa capacidade deveria gerar excedentes suficientes para atender às necessidades socioeconômicas dos agricultores. Bastante relacionada com a questão dos impactos ambientais, a sustentabilidade é hoje uma das dimensões mais atuais e polêmicas das políticas agrícolas. A sustentabilidade agrícola não pode ser confundida com a <em>avaliação do impacto ambiental </em>das atividades agrícolas, apesar das importantes ligações existentes entre os dois temas. A simples avaliação dos impactos ambientais, por mais completa que seja, não equivale a uma medida de sustentabilidade. Com que critérios ou indicadores comparar o grau de sustentabilidade de dois projetos agrícolas ou de duas tecnologias diferentes? Essas considerações sobre a viabilidade econômica da agricultura e a necessária preservação dos recursos produtivos, evitando sua exaustão ou extinção, concentram cada vez mais a atenção dos agricultores, pesquisadores e responsáveis pelo planejamento e desenvolvimento rural. Avaliar a sustentabilidade agrícola exige conceitos, instrumentos, métodos e experimentos ainda insuficientemente desenvolvidos. Além do mais, cada combinação de tipos de ecossistema e tipos de agricultura possui especificidades irredutíveis às quais os conceitos, instrumentos e métodos também devem se adaptar. Historicamente, os agroecossistemas têm sido definidos como o produto da interação entre sistemas ecológicos e socioeconômicos, compostos por animais e plantas domesticados e pelas pessoas que os exploram. Eles têm por objetivo a produção de alimentos, fibras ou outros produtos agrícolas com um crescente “valor social”. Vários componentes dos agroecossistemas são indicadores desse “valor social”: a produção atual do agroecossistema, sua provável produção no futuro, o retorno gerado para os agricultores, os recursos naturais consumidos, a atual distribuição para a população e sua interação com o mercado. Estes componentes podem ser objeto de medidas de desempenho através de algumas propriedades clássicas dos agroecossistemas, como a produtividade, a estabilidade e a equitatividade. Recentemente, a sustentabilidade surgiu como um novo desempenho dos agroecossistemas, além dos três já utilizados anteriormente. Através do conceito de sustentabilidade, passou-se a valorizar a capacidade de se manter a produtividade e outras características do sistema ao longo do tempo. Nesse sentido mais estrito o conceito de sustentabilidade é muito próximo ao de resiliência, muito usado em ecologia. Rapidamente, no caso da agricultura, houve uma tendência a substituir o paradigma da produtividade pelo paradigma da sustentabilidade ou pela perspectiva de uma avaliação positiva da produtividade total dos sistemas agrícolas. Ganhando abrangência, desde então, diversos têm sido os conceitos e as definições de sustentabilidade ou uso sustentável das terras. Empregado em distintos níveis hierárquicos, o conceito chega também a abranger o desenvolvimento sustentável, entendido como a necessidade de se reduzir ao mínimo os danos aos ecossistemas e aos recursos naturais, atendendo simultaneamente às demandas atuais em produtos agrícolas e à possível utilização desses recursos pelas gerações futuras.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter wp-image-4670 size-full" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2015/02/texto_header_dic.png" alt="texto_header_dic" width="864" height="60" /><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-a/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">A</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-b/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">B</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-c/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">C</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-d/"  style="font-family:;" data-bg="" 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		<title>Letra R</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Feb 2014 19:51:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[A a Z | Dicionário Eco/Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Recursos Naturais Renováveis: conceito que ficou muito em moda depois da crise do petróleo, um recurso natural não-renovável. Os estoques planetários de petróleo e de minerais (incluindo solo e água) são finitos e não podem ser aumentados a curto prazo. Não vão aumentar, em milhares de anos. Por isso não são renováveis. Os estoques de madeira, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Recursos Naturais Renováveis: </strong>conceito que ficou muito em moda depois da crise do petróleo, um recurso natural não-renovável. Os estoques planetários de petróleo e de minerais (incluindo solo e água) são finitos e não podem ser aumentados a curto prazo. Não vão aumentar, em milhares de anos. Por isso não são renováveis. Os estoques de madeira, pescado e produtos florestais, por exemplo, podem se renovar num espaço de tempo compatível com as atividades humanas, desde que o consumo não seja maior do que a recompensação natural. Por isso são chamados recursos naturais renováveis. O mesmo ocorre com o combustível produzido a partir da cana-de-açúcar, o álcool hidratado, incorporado na gasolina para contribuir na melhoria da qualidade do ar das grandes metrópoles. Por extensão, o conceito de recursos naturais tem sido aplicado à fauna e à flora. A validade dessa aplicação é parcial, pois as espécies podem ser extintas. Nesse sentido, por paradoxal que possa parecer, a floresta e a fauna representam de fato recursos não renováveis em termos absolutos. A<em>extinção</em>é mesmo para sempre. Para evitar a exaustão ou a extinção dos recursos naturais renováveis são fundamentais os estudos ecológicos que, com bases científicas, podem estabelecer as condições e os limites de uso e exploração desses recursos, bem como planos de manejo adequados à sua capacidade de suporte.</p>
<p><strong>Reintrodução de Espécies: </strong>refere-se ao ato de devolver a um ecossistema uma espécie vegetal ou animal que dele desapareceu. As reintroduções de animais são difíceis porque a espécie que volta normalmente não encontra o mesmo hábitat em que vivia. As reintroduções de vegetais são, em geral, mais fáceis. O caso de reintrodução de animais criados ou reproduzidos em cativeiro é bastante complexo, pois os indivíduos já não têm os mesmos hábitos de quando ocupavam aquele ecossistema. Ou seja, reintroduções implicam readaptações.</p>
<p><strong>Riqueza: </strong>a riqueza específica de um ecossistema ou biocenose mede o número de espécies existentes num dado momento. Ela é uma medida numérica simples, a totalização de uma lista de espécies diferentes detectadas. O cálculo da riqueza específica implica o inventário sistemático de todas as espécies de um determinado grupo: aves, mamíferos, vegetais superiores… Um determinado ecossistema pode ser mais pobre em aves do que outro mas mais rico em mamíferos, por exemplo. A riqueza também pode variar ao longo do tempo em função de fenômenos como a<em>migração</em>. A comparação da riqueza específica de dois ecossistemas implica também um esforço de amostragem análogo, para que os dados sejam equivalentes. Esforços, épocas ou métodos de amostragem ou coleta diferentes podem levar a conclusões distorcidas sobre a verdadeira riqueza específica de um ecossistema. Comparar duas regiões ou ecossistemas, em função de sua riqueza específica, requer prudência e rigor, apesar da facilidade com que determinados textos exaltam a riqueza específica de um local. Para os ecólogos, uma riqueza específica pequena ou grande tem a mesma importância, mesmo se seus significados diferem. Todavia, dois ecossistemas com riqueza específica análoga podem estar em situação ecológica completamente diferente. Num deles as espécies poderiam estar todas à beira da extinção e nada seria indicado no valor da riqueza específica. O estado de São Paulo, por exemplo, onde o desmatamento e a ocupação urbana reduziram as formações vegetais naturais a menos de 13% de seu território, apresenta hoje uma riqueza específica maior do que a existente no momento da descoberta do Brasil. Pode-se afirmar que restam representantes de toda a flora existente na época do descobrimento, mas a ocupação humana enriqueceu o estado com um número enorme de espécies exóticas, muitas das quais se tornaram subespontâneas. Enquanto existir um pequeno número de representantes de uma espécie, mesmo sob a ameaça de extinção, ele conta na riqueza específica. Para completar essa análise, os ecólogos usam outros indicadores, como a frequência e a <em>diversidade </em>específica, capazes de traduzir esses outros aspectos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter wp-image-4670 size-full" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2015/02/texto_header_dic.png" alt="texto_header_dic" width="864" height="60" /><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-a/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">A</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-b/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">B</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-c/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">C</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-d/"  style="font-family:;" data-bg="" 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		<title>Letra Q</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Feb 2014 19:48:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Queimadas: na região intertropical, tem sido objeto de preocupação e polêmica em nível nacional e internacional. O fenômeno é generalizado na agricultura brasileira. Está presente desde os sistemas de produção menos intensificados – como os dos indígenas, que usam o fogo para preparar roças e caçar – até as agriculturas mais intensificadas, como a cana-de-açúcar, o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Queimadas: </strong>na região intertropical, tem sido objeto de preocupação e polêmica em nível nacional e internacional. O fenômeno é generalizado na agricultura brasileira. Está presente desde os sistemas de produção menos intensificados – como os dos indígenas, que usam o fogo para preparar roças e caçar – até as agriculturas mais intensificadas, como a cana-de-açúcar, o algodão e os cereais – que queimam palhas e restolhos dos cultivos para controlar pragas ou facilitar a colheita. No Brasil, basta um ligeiro aquecimento da economia agrícola para aumentar o fenômeno. Além dos restos de cultura, as queimadas estão presentes em vastas áreas de cerrados e acompanham os desmatamentos na Amazônia. O fogo entra também na colheita da cana, na limpeza e renovação de pastos em todo o Centro-Oeste e Sudeste, na preparação de terras de plantio no Nordeste e em outras regiões. A todas essas queimadas agrícolas somam-se os infinitos fogos em beira de estrada, lixões, fundos de quintais e terrenos baldios, ateados por gente fascinada por chamas e labaredas. Ocorrem principalmente durante os meses de inverno, no período seco do ano. Somadas à poeira deste tempo seco e à poluição de fábricas e veículos, elas liberam calor e lançam no ar grandes quantidades de gases e poluentes. Acumulados na baixa atmosfera, eles agravam o complexo fenômeno do aumento das doenças respiratórias no inverno, ligado às mudanças de temperatura e umidade. A fumaça aumenta o risco dos voos aéreos e do tráfego nas rodovias, reduz a visibilidade e causa acidentes. O fogo fora de controle destrói matas, redes elétricas e telefônicas, além de outros patrimônios públicos e privados. Alguns gases das queimadas sobem acima da chamada “camada de mistura” da atmosfera (entre 1 e 3 quilômetros de altitude), interferindo no complexo equilíbrio da química atmosférica. Os gases de carbono (CO e CO<sub>2</sub>) são os principais responsáveis pelo efeito estufa, e as queimadas de áreas recém-desmatadas contribuem para agravar o problema, porque o carbono liberado estava “estocado” nos troncos e galhos das árvores derrubadas durante muitos anos. Mas as queimadas em áreas agrícolas tradicionais pouco ou nada contribuem para o chamado<em>efeito estufa</em>. Com as chuvas, as culpas voltam a crescer, os pastos se tornam verdes e folhas novas surgem nas árvores e arbustos. Toda essa vegetação renovando-se e crescendo retira da atmosfera o carbono emitido pela maioria das queimadas e pelo álcool usado nos automóveis. Fecha-se o ciclo do carbono. Infelizmente tem gente alarmada que ainda não entendeu – no Brasil e no exterior – a diferença entre desmatamento e queimada. Esse tipo de queimada agrícola, não resultante do desmatamento, é característica de grande parte do território nacional, sobretudo onde a agricultura não avança mais sobre a mata nativa. A agricultura brasileira usa amplamente essa técnica agrícola do neolítico. E isso, apesar de meio século de luta dos técnicos, educadores e cientistas contra essa prática e de existirem alternativas tecnológicas para substituir o fogo em praticamente qualquer sistema de produção agrícola. Razões econômicas e sociais podem explicar o uso do fogo, mas nunca justificá-lo em tal escala. As queimadas não devem ser confundidas com os<em>incêndios</em>florestais ou de qualquer outra natureza. Em princípio, uma queimada tem local, hora e vegetação queimada decididos e controlados por alguém, em geral agricultores. O incêndio, ao contrário das queimadas, resulta de um ato involuntário ou criminoso. Alguns incêndios podem ter origem em queimadas que, por diversas razões, escaparam do controle dos agricultores.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter wp-image-4670 size-full" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2015/02/texto_header_dic.png" alt="texto_header_dic" width="864" height="60" /><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-a/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">A</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-b/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">B</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-c/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">C</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-d/"  style="font-family:;" data-bg="" 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		<title>Letra P</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Feb 2014 19:46:58 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[A a Z | Dicionário Eco/Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Paisagem: conceito de uso comum, antropocêntrico, e evoca uma porção de território abarcada por um lance de vista. Como objeto de pesquisa, as paisagens foram inicialmente estudadas, estrutural e funcionalmente, pelos geógrafos. Recentemente, a ecologia também descobriu a importância e a validade desse conceito para uma melhor compreensão da repartição e da interação espacial dos ecossistemas. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Paisagem: </strong>conceito de uso comum, antropocêntrico, e evoca uma porção de território abarcada por um lance de vista. Como objeto de pesquisa, as paisagens foram inicialmente estudadas, estrutural e funcionalmente, pelos geógrafos. Recentemente, a ecologia também descobriu a importância e a validade desse conceito para uma melhor compreensão da repartição e da interação espacial dos ecossistemas. Voltada para a ecologia terrestre, a ecologia das paisagens (<em>landscape ecology</em>) visa descrever, explicar e entender o espaço heterogêneo e multifuncional. Esse tipo de abordagem vai desde o estudo da gênese das paisagens até a sua dinâmica ambiental. Tal dinâmica está vinculada, em primeiro lugar, ao balanço existente entre os processos pedogenéticos e morfogenéticos, onde a vegetação cumpre um papel fundamental. O recobrimento vegetal dissipa a energia cinética das chuvas e dos ventos, entre outros agentes físicos. Ao invés de alimentar a morfogênese (erosão, movimento de materiais…), esses agentes climáticos terminam por favorecer a pedogênese em ambientes estáveis. Nos ambientes instáveis tem-se o contrário: uma perda e um transporte de material edáfico mais intenso, a dificuldade, a dificuldade da vegetação em fixar-se e se desenvolver no substrato físico etc. Na medida em que a dinâmica das paisagens está bastante vinculada à vegetação nos ambientes naturais, as mudanças introduzidas pelo homem no uso das terras também podem influenciar na estabilidade ou instabilidade ambiental de uma área. A ação do homem, ao erradicar a vegetação nativa e substituí-la por outra de seu interesse, altera a rugosidade das paisagens, levando à fragmentação e simplificação das formas e das comunidades vegetais. A caracterização ecológica das paisagens considera simultaneamente fatores relativamente estáticos, como a geologia, a podologia, a topografia etc. – quase sempre vinculados ao meio abiótico -, e fatores dinâmicos, como as precipitações, a vegetação, as populações animais… A ecologia das paisagens encontra-se em pleno desenvolvimento. Dada a dinâmica espácio-temporal do uso das terras na maioria das regiões do planeta, ela utiliza com frequência instrumentos como o sensoriamento remoto: os satélites voltados para a obtenção de imagens dos recursos naturais terrestres. Na interpretação de imagens orbitais e na cartografia de ecossistemas, a ecologia das paisagens trabalha com noções de <em>padrões espaciais</em>, <em>vizinhança</em>, <em>diversidade espacial</em>, <em>fragmentação</em>, <em>heterogeneidade</em>, <em>rugosidade</em>, <em>textura</em>, <em>gradientes</em>, <em>gradações</em>, etc. Essas noções permitem uma compreensão mais detalhada das transferências de energia e matéria entre os ecossistemas, de suas interdependências e condicionamentos dentro de um marco espacial concreto, como uma bacia hidrográfica, uma encosta voltada para o norte ou exposta a um vento dominante.</p>
<p><strong>Poluição: </strong>representa um dos mais preocupantes efeitos da degradação do meio ambiente pela civilização moderna. Não existe tema tão estudado e debatido em ecologia como o problema da poluição. Para muitos, falar de ecologia é quase sinônimo de falar de poluição. O termo poluição foi definido por Ramade em 1977 como uma alteração ou modificação desfavorável do meio natural, que aparece em parte ou em totalidade como subproduto da atividade humana. Através de efeitos diretos ou indiretos, a poluição altera os critérios de repartição dos <em>fluxos de energia</em>, dos níveis de radiação, da constituição físico-química do meio natural e da abundância das espécies. Essas modificações podem afetar o homem diretamente ou através de recursos consumidos: os gerados pela agricultura, a água, o ar ou outros produtos biológicos. Esses produtos também podem afetá-lo ao alterar os objetos físicos que este possui ou constituiu, reduzindo as possibilidades recreativas do meio ambiente ou ainda empobrecendo e enfeiando a natureza. A poluição abarca um campo vastíssimo de estudos e trabalhos científicos inter-relacionados, mas não confundíveis. Em primeiro lugar estão os trabalhos consagrados à poluição do ar, seguidos pelos estudos de poluição das águas e dos solos. Hoje avalia-se inclusive a poluição satelitizada e em órbita, graças aos programas espaciais dos diferentes países. A natureza dos poluentes varia muito e se diversificou com a própria evolução dos meios de produção e consumo. Existem os poluentes sólidos, líquidos, gasosos, radiativos, sonoros, biológicos… Muitos produtos naturais também são considerados como poluentes quando sua concentração ou presença excede os níveis normais ou aceitáveis em determinado ambiente. Enquanto isso, produtos tóxicos, mesmo em pequenas quantidades no meio ambiente, já podem ser considerados como uma ameaça para os seres vivos. Em síntese, os principais tipos de poluição podem ser classificados em três grupos, como propõe Barbault: as poluições de natureza física (poluição térmica, radiações, ruídos, infrasons…), as poluições químicas (produtos naturais, minerais ou orgânicos, substâncias de síntese antes inexistentes na natureza…) e as biológicas (contaminações microbiológicas, introdução de espécies exóticas, proliferação de determinadas espécies…).</p>
<p><strong>Poluição do Ar: </strong>os principais <em>poluentes atmosféricos </em>podem ser classificados em dois tipos: os <em>poluentes gasosos </em>e os <em>aerossóis</em>. Os poluentes gasosos resultam diretamente das atividades industriais, urbanas e agrícolas. Em primeiro lugar estão os derivados do carbono, como o dióxido de carbono, ou gás carbônico (CO<sub>2</sub>), o óxido de carbono ou monóxido de carbono (CO), os hidrocarbonetos e os aldeídos. Os carros a gasolina estão entre os principais responsáveis pelo lançamento de CO<sub>2</sub>e CO na atmosfera. Mais grave é o consumo de carvão pela indústria e pelo aquecimento residencial durante o inverno nos países temperados, responsáveis pelo aumento do carbono na atmosfera. A incineração de lixo, por um lado, o consumo de lenha e os incêndios florestais, por outro, também contribuem em termos equivalentes na emissão de carbono. Quanto aos hidrocarbonetos, além das fontes naturais – emissão pela vegetação de hidrocarbonetos terpênicos -, eles resultam principalmente da combustão incompleta do óleo diesel e da gasolina. O anidrido sulfuroso ou gás sulfuroso (SO<sub>2</sub>) resulta, sobretudo, da riqueza em enxofre existente nos combustíveis derivados do petróleo. Ele é responsável pela alteração do pH ou pelo aumento da acidez das chuvas. Nuvens de ácido sulfúrico se formam no contato do gás sulfuroso com o vapor de água atmosférico e dão origem à chamada chuva ácida. A introdução de partículas sólidas, aerossóis, representa também uma importante fonte de poluição atmosférica gerada pelo homem, além do caráter natural desse fenômeno (erosão eólica, atividade vulcânica etc.). As diversas partículas ou “poeiras” lançadas na atmosfera podem ser classificadas em função de seu tamanho (sedimentáveis), as semifinais ou pouco sedimentáveis e as inframicroscópicas (insedimentáveis). As primeiras, em grandes aglomerações industriais urbanas, podem representar uma deposição de várias centenas de toneladas por quilômetro quadrado a cada ano! Em termos qualitativos, as indústrias siderúrgicas e as metalúrgicas lançam grandes quantidades de óxidos de ferro, bem como aerossóis de zinco, chumbo, cobre e alumínio, extremamente poluentes. A destruição de baterias de automóveis, sobretudo em incineradores, também leva muito chumbo à atmosfera. Outro problema importante de aumento da turbidez atmosférica está ligado à prática generalizada de queimadas agrícolas em países tropicais e à ocorrência de incêndios em florestas temperadas e vegetações muito suscetíveis, como as do entorno mediterrânico. Cabe agregar ainda a poluição sonora, uma das poluições atmosféricas mais difíceis de serem eliminadas. Ela representa hoje uma das principais preocupações ambientais de países como o Japão, já que cresce a cada dia nos ambientes urbanos e industriais, apesar dos avanços obtidos nos processos de transformação e transporte, bem como nos isolantes sonoros. Os problemas de poluição sonora afetam tanto a sociedade humana como as populações animais. Estudos ecológicos mostram, por exemplo, como a ruptura da barreira do som por aviões militares, seguida por um estrondo característico, é capaz de inviabilizar os ovos de várias espécies de aves ainda no ninho. Aliás, os aviões, em particular os supersônicos, são responsáveis pela injeção na estratosfera de um grande número de poluentes (SO<sub>4</sub>, hidrocarbonetos, CO, NO, SO<sub>2</sub>…). Vários desses produtos contribuem na destruição da chamada camada de ozônio.</p>
<p><strong>Poluição das Águas: </strong>os processos de poluição de águas continentais (reservatórios, lagos, rios, lençóis freáticos, poços…) são de natureza muito diferente dos que ocorrem em águas oceânicas ou dos mares, tanto nos mecanismos em jogo como nas consequências ambientais. Mas ambas, as doces e as oceânicas, são receptáculo de uma enorme gama de poluentes químicos, radioativos, microbiológicos, sonoros, orgânicos. Os principais responsáveis pela poluição das águas doces são os sais solúveis (nitratos, cloretos…), os detergentes, os adubos e os metais pesados, o fenol, os pesticidas e a poluição biológica, todos produzidos pelas atividades humanas, industriais, urbanas e agrícolas. Cada um desses grupos de poluentes mereceria um capítulo, dadas suas especificidades. Sua dinâmica no meio hídrico é bastante conhecida, ao contrário do que acontece com os poluentes atmosféricos. A alteração da temperatura das águas após seu uso industrial, assim como de suas características e propriedades físicas, em função da presença de matérias em suspensão, também são formas de poluição da <em>hidrosfera</em>. A poluição biológica das águas se caracteriza sempre por uma forte contaminação bacteriológica, gerando problemas de saúde pública permanentes, agudos e crônicos. O caso do <em>cólera </em>no Brasil, sua expansão e manutenção sob forma endêmica é um exemplo do terreno fértil que vírus e bactérias nocivas ao homem (hepatite, colibaciloses…) encontram hoje nos recursos hídricos poluídos. As matérias orgânicas lançadas nos cursos d’água, de origem industrial ou doméstica, também são putrescíveis. A fermentação desses resíduos leva a uma diminuição do oxigênio dissolvido na água, cuja medida é conhecida como <em>DBO </em>(<em>demanda biológica de oxigênio</em>). Enquanto na atmosfera a taxa de oxigênio se mantém constante mesmo em ambientes poluídos, o mesmo não acontece nos ambientes aquáticos. A quantidade de oxigênio dissolvido na água é função de sua temperatura. De cerca de 15mg por litro a 0°, ela cai para 7,5 a 30°. Nos mares, a taxa de oxigênio dissolvido é menor que nas águas continentais, e as propriedades físicas da água – e grande estabilidade – contribuem para manter essa taxa de oxigênio bastante constante em ambientes naturais. O oxigênio é indispensável à vida, e sua taxa nas águas regula a existência e a dinâmica dos povoamentos animais e vegetais. A presença da poluição biológica se traduz pela proliferação de bactérias e micro-organismos que se nutrem e degradam as matérias orgânicas putrescíveis. Para isso, eles consomem oxigênio, tanto utilizado na respiração desses organismos, como na oxidação dos produtos degradados. Isso se traduz por uma redução do oxigênio dissolvido na água, que vai ocasionar a morte por asfixia de organismos superiores como os peixes. Esse é um dos aspectos da eutrofização dos lagos e reservatórios, extremamente frequente em regiões tropicais, para não dizer inevitável. A poluição dos mares, destinatário final de quase toda a poluição hídrica, é agravada pelo caso dos hidrocarbonetos resultantes da lavagem dos tanques de navios e, sobretudo, dos acidentes com petroleiros, cuja magnitude tem sido crescente dado o aumento da capacidade de transporte desses navios. Os mares acumulam também grandes quantidades de metais pesados, pesticidas, detergentes, matérias orgânicas e em suspensão, sobretudo na proximidade da faixa costeira ou em mares semifechados, como o Mediterrâneo, o Mar de Aral ou o Mar Negro. As centrais nucleares implantadas à beira-mar (ou nas margens dos rios) também são um fator de poluição térmica e eventualmente radiativa. Os países desenvolvidos continuam destinando boa parte de seu lixo radiativo para o fundo dos mares, em contêineres especialmente concebidos para esse fim!</p>
<p><strong>Poluição dos Solos: </strong>resultado da degradação de um determinado material rochoso, sob a ação do clima, os solos evoluem também em função da posição topográfica que ocupam e da vegetação que os recobre. A formação dos solos, conhecida como<em>pedogênese</em>, é contínua. Os solos evoluem em função de processos diferentes, como a<em>lixiviação</em>, a<em>migração</em>de argilas, a<em>ferralitização</em>, a<em>ferruginização</em>, a<em>podzolização</em>etc. Hoje, um dos maiores fatores de mudanças na evolução dos solos é a ação humana. Grande parte dos solos são impermeabilizados nas cidades, recobertos por cimento, concreto e asfalto, uma das principais causas das enchentes: os rios têm de dar vazão em pouco tempo a uma grande quantidade de água que antes se infiltrava nos solos. Mas o pior problema para os solos é a sua poluição através de resíduos sólidos e líquidos. Já na Antiguidade o homem degradou muitos solos de forma lenta e crônica, pelo pastoreio excessivo. Os primórdios da irrigação no Oriente (Babilônia, Egito) levaram a graves problemas de<em>salinização</em>dos solos. Um fenômeno insidioso e invisível. Assim pereceram os jardins da Babilônia, apesar de todos os sacrifícios aos deuses para que as plantas voltassem a crescer. Hoje, a principal fonte de poluição dos solos é a agricultura. Em primeiro lugar, pelo uso inadequado de adubos, herbicidas, fungicidas e inseticidas. Em segundo lugar, pelo desmatamento, pelo uso do fogo e de tecnologias agrícolas inadequadas. Com o tempo, os solos perdem suas propriedades físicas, químicas e biológicas. Empobrecem e diminuem sua capacidade produtiva. Acabam abandonados ou destinados a atividades extensivas, como a pecuária.</p>
<p><strong>População: </strong>para a ecologia, uma população é um conjunto de indivíduos da mesma <em>espécie </em>ocupando um espaço determinado. Nem sempre é fácil estabelecer do que se trata “um espaço determinado”. Os ecólogos são obrigados a delimitar as populações: os macacos de uma floresta, os peixes de um lago, os répteis de uma colina… Mas as populações, como os ecossistemas, são<em>sistemas abertos</em>, e essa visão é que permite uma delimitação, sem maiores problemas, das populações. Para a ecologia, as populações animais e vegetais se apresentam como um todo coerente e que possui propriedades intrínsecas, bem além das características dos indivíduos que as compõem (R. Barbault). As populações possuem uma organização própria, caracterizada por uma rede de inter-relações genéticas, tróficas, sexuais, etológicas e até fisiológicas. Mas para a ecologia, o conjunto funcional a ser estudado é o sistema constituído pela população e seu ambiente. As populações podem ser descritas a partir de uma série de critérios qualitativos e quantitativos. A primeira característica quantitativa das populações é o seu<em>efetivo</em>, ou o número de indivíduos que a compõem. Em geral os ecólogos trabalham com um dado mais cômodo, a<em>densidade</em>, ou o número de indivíduos por unidade de superfície ou de volume. Dentro de um espaço ou volume dado, a ecologia é capaz – graças a procedimentos estatísticos e matemáticos – de estabelecer como é a repartição espacial dos indivíduos. Ela pode ser regular, aleatória ou grupada. Essa repartição e os valores que ela assume, representam importantes indicadores sobre o comportamento dos indivíduos (gregarismo,<em>migração</em>, nomadismo, territorialismo, dominâncias…) e sobre sua relação com elementos do espaço (recifes, árvores, rochedos, formigueiros…). As estruturas das populações também são estudadas pelos ecólogos em termos de suas idades ou pirâmides etárias e de suas proporções sexuais (sex-ratio). Esses valores variam durante o tempo, em função das condições ambientais (verão/inverno, período seco/chuvoso…) e em função da própria evolução demográfica da população. O crescimento das populações tende a ser exponencial, já que são verdadeiros sistemas cinéticos. Os ecólogos desenvolveram modelos matemáticos que permitem conhecer a cada instante o efetivo real e não somente teórico de uma população, em evolução constante. Esses modelos trabalham com taxas de natalidade e mortalidade das populações, de um lado, e, por outro, com as taxas de <em>imigração </em>e <em>emigração</em>. Eles podem integrar, ainda, aspectos de<em>competição</em>, intra-específica e interespecífica. Outra série de instrumentos matemáticos foram desenvolvidos pela ciência ecológica para estabelecer tabelas de sobrevivência e de fecundidade para diferentes populações, considerando a idade dos indivíduos. Tais tabelas de sobrevivência são chamadas longitudinais ou dinâmicas, quando tratam de toda a vida de espécie, entre seu nascimento e sua extinção. E são chamadas transversais ou estáticas quando se aplicam a um período dado na vida da população. As tabelas de fecundidade são importantes para determinar as mudanças demográficas das populações através do estabelecimento de taxas de natalidade. Os estudos quantitativos das populações também permitem conhecer melhor as relações predador-presa e o controle exercido de forma passiva e ativa entre ambos. Tanto as estratégias de exploração do predador como o comportamento da presa podem ser mais bem entendidos através de estudos ecológicos das dinâmicas de suas populações. Os estudos de<em>nicho ecológico</em>são bastante dependentes de parâmetros e métodos estabelecidos nos estudos ecológicos das dinâmicas das populações animais e vegetais. Para realizar esses estudos e estabelecer noções de <em>limitação</em>, <em>regulação </em>e <em>estabilização </em>entre as populações e o meio ambiente, os ecólogos desenvolveram teorias e estratégias de amostragem extremamente sofisticadas e complexas. As <em>estratégias de amostragem </em>e as técnicas de coleta associadas são fundamentais para que esses dados possam ser conhecidos em ambientes de difícil acesso, como as profundezas do mar, o cimo das árvores, o subsolo etc., ou no caso de animais de difícil observação, dados os seus hábitos, tamanho ou ambiente em que vivem. As<em>estratégias de amostragem</em>e as técnicas de coleta não destrutivas ajudam também na obtenção de dados sem perturbação, ou com uma perturbação mínima, no ambiente e nas populações. Nenhum manejo racional de populações, com o objetivo de restaurar um equilíbrio ambiental, reintroduzir uma espécie, favorecer seu desenvolvimento ou proceder a uma utilização dos recursos faunísticos sem comprometê-los – como no caso da pesca de determinados animais (sardinhas, atuns, lagostas, camarões…) – pode ser realizado com sucesso sem o conhecimento científico dos parâmetros que regem a ecologia da população de interesse.</p>
<p><strong>Povoamento:</strong>conjunto das populações de diferentes <em>espécies </em>ocupando um espaço determinado, mas que pertencem a um mesmo grupo taxonômico (povoamento de aves, povoamento de macacos, povoamento de árvores…) ou funcional (povoamento de carnívoros, povoamento de herbívoros). Num ecossistema, um povoamento não pode ser confundido com a biocenose que reúne todos os seres vivos ali existentes. Trata-se de um conceito utilizados pelos ecólogos para definir um nível de organização das formas de vida nos ecossistemas, intermediário entre a população e a biocenose. A história da ciência ecológica tem demonstrado a importância do estudo dos povoamentos como uma etapa necessária à compreensão do funcionamento de biocenoses, de suas estratégias demográficas e de seu papel nos ecossistemas. Os povoamentos podem ser caracterizados de várias formas. O primeiro ponto é o de determinar as espécies das populações que os compõem ou a sua <em>riqueza específica</em>. Trata-se do sentido comum das expressões que descrevem uma região ou uma área como importante ecologicamente por possuir uma grande riqueza florística ou faunística. <strong>Veja também: </strong>Diversidade. O segundo parâmetro global de caracterização de um povoamento, usado em ecologia, é a sua <em>diversidade específica</em>. Graças aos estudos ecológicos dessa natureza, hoje em dia se atribui uma grande importância à diversidade biológica. Para defender  ou preservar a biodiversidade, é necessário conhecê-la e quantificá-la. Não é simples medir a diversidade, que não pode ser confundida com riqueza específica, relativamente fácil de ser quantificada. No estudo dos povoamentos, a <em>densidade</em>, entendida como o número de indivíduos por unidade de superfície ou volume, é um outro parâmetro complementar de medida. Com ajuda desses parâmetros é possível considerar o povoamento como um sistema organizado e estudar seus principais tipos de <em>interações interespecíficas</em>. Essas interações ocorrem na busca de exploração dos recursos naturais e terminam por estabelecer estratégias de compartilhamento de recursos no âmbito de um ecossistema dado. É o mecanismo que leva a uma separação ecológica das espécies potencialmente concorrentes e permite a sua coexistência no mesmo ecossistema. A <em>separação ecológica </em>das populações acontece segundo quatro principais eixos: o espacial, o temporal, o morfológico e o etológico. A <em>segregação espacial </em>separa os animais em função da altitude, de microambientes ou de regiões geográficas diferentes. A <em>segregação temporal </em>os separa de forma cronológica e, assim, podem ocupar o mesmo lugar ou recurso em momentos diferentes e exclusivos. A <em>segregação morfológica </em>(ao aumentar o tamanho dos corpos, dos bicos, das mandíbulas…), faz com que os regimes alimentares se diversifiquem, da mesma forma que a <em>segregação etológica </em>(comportamental), tenha ela uma base morfológica ou não. Assim, o estudo ecológico dos povoamentos passa pela análise dos mecanismos de separação ecológica das espécies e se apóia nas teorias de <em>nicho ecológico </em>e de <em>competição </em>(R. Barbault).</p>
<p><strong>Preservação: </strong>a noção de preservação da natureza emerge como uma exigência ética das sociedades. Superando progressivamente sua visão utilitarista dos recursos naturais, as sociedades passaram a considerar os bens da natureza não somente como possível matéria-prima para a produção de mercadorias, acúmulo de bens e riquezas. Várias palavras vieram se juntar a essa noção para diferenciar as diversas formas de proteção dos ecossistemas terrestres. Para cada necessidade e vontade preservacionista foram criadas figuras jurídicas, como os parques nacionais ou estaduais, as estações ecológicas, as reservas biológicas, as áreas de preservação permanente, as áreas de proteção ambiental, as reservas extrativistas, etc. Os desafios preservacionistas ainda são muitos: manter para o futuro parcelas representativas dos ecossistemas primitivos, cada vez mais raros e ameaçados de desaparecimento; preservar <em>in situ</em>a diversidade de <em>germoplasmas</em>, em face da erosão genética originada pela expansão dos sistemas industriais, urbanos e agrícolas; manter algumas características fundamentais das paisagens, através de uma regulamentação do uso das terras; preservar recursos hídricos para consumo humano. Nesse sentido, os termos conservação, proteção, preservação, restauração e recuperação são empregados em ecologia com um significado próprio, apesar de não existir um rigor de definição estabelecido para cada uma dessas palavras. Seus significados principais e distintos são:</p>
<p><em>Conservação &#8211; </em>Implica a interferência do homem para que os ecossistemas ou as espécies sobrevivam. A conservação vai além da criação de parques ou reservas, pressupondo algum manejo da área. É diferente de preservação e proteção.</p>
<p><em>Proteção &#8211; </em>Implica a regulamentação das atividades do homem, para que os ecossistemas e espécies não sofram grandes impactos. É diferente de conservação e preservação.</p>
<p><em>Preservação &#8211; </em>Implica o afastamento total do homem e atividades humanas, mesmo que esporádicas. Numa área de preservação estão seres em equilíbrio, que podem viver sozinhos, desde que o homem não atrapalhe. É diferente de conservação e proteção.</p>
<p><em>Recuperação &#8211; </em>Implica ações que ajudem um ecossistema ou uma espécie a restabelecer seu equilíbrio. Uma mata pode se recuperar sozinha, se passa a ser protegida contra novas agressões e se o grau de destruição não compromete a capacidade de regeneração. É diferente de restauração.</p>
<p><em>Restauração &#8211; </em>Nesse caso, a intervenção humana é ainda maior. Trata-se de reconstituir, às vezes a partir de quase nada, os ecossistemas existentes. Isso implica muitos investimentos, a reintrodução de germoplasmas vegetais e animais, a reconstituição de <em>hábitats</em>, populações e povoamentos, um longo tempo de manejo etc. Às vezes isso é fundamental após desastres ecológicos, como graves derramamentos de petróleo, incêndios, desmatamentos e outros processos que, além de erradicarem as espécies, alteram profundamente seu <em>hábitat</em>.</p>
<p><strong>Produtividade Primária: </strong>há mais de dois bilhões de anos, relativamente no início da evolução, a vida “optou” por mediar toda a captação de energia solar – e por consequência o próprio funcionamento de toda a biosfera – a partir de um pequeno número de moléculas: a <em>clorofila </em>e alguns outros pigmentos assemelhados. A clorofila é uma molécula relativamente simples (um átomo de magnésio com um anel de quatro grupos pir(r)ólicos) e pequena (peso molecular em torno de 900). Para sustentar toda a biosfera, a clorofila e as moléculas assemelhadas (ficobilinas, carotenoides…) parecem um repertório muito limitado. Como ironiza R. Margalef, é como se a imaginação tivesse deserdado o processo evolutivo num aspecto tão importante ou como se a frase mais aprovadora do Gênesis tivesse sido aplicada a este caso: “E viu Deus que o que tinha feito era bom”. O fato é que a clorofila é capaz de utilizar apenas uma pequena fração da luz solar, e raramente ela funciona em pleno rendimento, devido à própria organização do sistema de fotossíntese. Estudos realizados por ecólogos sobre o <em>fluxo de energia </em>nos ecossistemas mostram que em um dia de sol somente 10 minutos de luz são utilizados efetivamente no processo fotossintético. Em geral, essa fração aproveitada é menos de 1/40 da luz total. Assim, uma superfície de 1 m² de vegetação, com um dia de 10 horas de luz, seria capaz de assimilar um máximo de 14g de carbono, valor na prática nunca alcançado. A natureza biológica do processo de produção primária leva a que boa parte dos produtos fotossintetizados sejam oxidados imediatamente. Eles são utilizados pela própria planta como consequência de sua respiração. Para viver, a planta também consome açúcares! Por essa razão pode-se distinguir a <em>produção bruta </em>ou total da <em>produção líquida</em>, que é o que resulta depois de deduzida a respiração. Parte dessa produção primária líquida irá alimentar os animais pelos mais diversos caminhos, dando origem aos mais diversos tipos de <em>produção secundária</em>. Os ecólogos estimam, de forma aproximada, que somente uma fração de 10% da produção líquida ou da energia de um departamento nível trófico flui para um outro. Nos animais, a relação entre alimento assimilado e alimento ingerido é extremamente variada. Em geral, essa eficiência alimentar aumenta na medida em que se sobe pela cadeia alimentar. Os peixes que filtram águas, as minhocas que ingerem terra e mesmo determinados herbívoros e roedores têm uma eficiência alimentar muito baixa, pois pouco do que ingerem é efetivamente nutritivo. Já os carnívoros e determinados parasitas podem chegar a 80%.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter wp-image-4670 size-full" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2015/02/texto_header_dic.png" alt="texto_header_dic" width="864" height="60" /><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-a/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">A</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-b/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">B</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-c/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">C</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-d/"  style="font-family:;" data-bg="" 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		<title>Letra N</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Feb 2014 19:39:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[A a Z | Dicionário Eco/Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Nicho Ecológico: a noção de nicho ecológico está relacionada ao lugar e ao papel que determinadas espécies ocupam nos ecossistemas. Em ecossistemas diferentes ou paralelos é possível identificar esses papéis e reconhecer espécies idênticas ou diferentes que os desempenham. Esses papéis correspondem à noção de nicho ecológico. Num ecossistema dado, um nicho ecológico pode estar ocupado [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nicho Ecológico: </strong>a noção de nicho ecológico está relacionada ao lugar e ao papel que determinadas espécies ocupam nos ecossistemas. Em ecossistemas diferentes ou paralelos é possível identificar esses papéis e reconhecer espécies idênticas ou diferentes que os desempenham. Esses papéis correspondem à noção de nicho ecológico. Num ecossistema dado, um nicho ecológico pode estar ocupado por uma ou outra espécie e mesmo permanecer vazio durante um certo tempo. O termo nicho foi criado por Grinnel, em 1917, e difundido por Elton, em 1927. Ambos designam por nicho ecológico o papel e o lugar do organismo no funcionamento da biocenose. A noção do nicho tem causado muita discussão entre os ecólogos, dada a dinâmica permanente dos ecossistemas, a complexidade dos processos de <em>competição </em>e evolução. Alguns autores propuseram uma distinção entre <em>nicho funcional </em>e <em>nicho espacial</em>. Assim, o aspecto principal seria o funcional. Uma espécie ocupa um nicho funcional dado, mas ele pode ser ocupado – em outro espaço, em outra estação ou de um ano para outro – por outras espécies. Outros autores preferem definir vários nichos: o  alimentar, o espacial, o comportamental, o reprodutivo… Num sentido divergente, Hutchinson (1957) definiu o nicho como o conjunto das condições nas quais vive e se mantém uma população. Esse<em>nicho potencial</em>, ou ótimo, restringir-se-ia, com base nas interações intraespecíficas, para dar lugar ao nicho real da população, consideradas as outras existentes no mesmo ecossistema. O volume do nicho ecológico de cada espécie é função inversa do número de espécies existentes num ecossistema. Quanto maior o número, menor seria esse volume. Estudos ecológicos têm mostrado como o nicho de uma espécie pode “escorregar” na presença de uma outra, competidora. Os casos mais conhecidos são os de <em>exclusão </em>espacial. A <em>introdução </em>de novas espécies, acidental ou experimental, é também um processo cheio de exemplos dessa natureza. No caso da luta biológica, contra pragas e doenças, busca-se voluntariamente essa exclusão de determinadas espécies de um nicho ecológico, dificultando os desempenhos demográficos, alimentares ou comportamentais. Apesar de abandonado por muitos ecólogos, dado o seu caráter quase platônico, o conceito de nicho ecológico ainda é usado por aqueles que o veem como uma palavra capaz de reunir, de forma coerente, fenômenos aparentemente muito diferentes nos ecossistemas, mas que podem traduzir um funcionamento similar.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter wp-image-4670 size-full" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2015/02/texto_header_dic.png" alt="texto_header_dic" width="864" height="60" /><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-a/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">A</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-b/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">B</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-c/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">C</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-d/"  style="font-family:;" data-bg="" 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		<title>Letra M</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Feb 2014 19:38:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[A a Z | Dicionário Eco/Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Meio Ambiente: para a ciência ecológica, o meio ambiente deve ser entendido como um conjunto de limitações e possibilidades para uma determinada espécie. Sempre heterogêneo, variando de um local para outro, o termo meio ambiente, quando empregado de forma genérica, para o ecólogo não quer dizer absolutamente nada. Em ecologia, não se pode falar em meio [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Meio Ambiente: </strong>para a ciência ecológica, o meio ambiente deve ser entendido como um conjunto de limitações e possibilidades para uma determinada espécie. Sempre heterogêneo, variando de um local para outro, o termo meio ambiente, quando empregado de forma genérica, para o ecólogo não quer dizer absolutamente nada. Em ecologia, não se pode falar em meio ambiente sem referência obrigatória a um<em>ambientado</em>. Uma espécie ou uma população (entendida como o ambientado) também representa um conjunto de aptidões e recursos que lhe permitirão resistir ou conquistar determinado ambiente. As transformações do meio ambiente podem ter consequências muito diferentes conforme o ambientado considerado. A evolução das condições ambientais não pode ser objeto de um juízo absoluto. O meio ambiente é sempre um conjunto de possibilidades físicas, químicas e biológicas para cada indivíduo de uma determinada comunidade. Frequentemente, ao usar o termo meio ambiente, a mídia e os ecologistas estão preocupados com uma espécie em particular, o<em>Homo sapiens sapiens</em>. Esse ambientado – uma população entre milhões de outras populações existentes no planeta, para os ecólogos – merece mesmo uma atenção especial, dada sua capacidade de transformação das condições ambientais. Na tentativa de limitar, fiscalizar e regulamentar determinadas atividades humanas, a definição de meio ambiente passou a assumir para alguns dimensões jurídicas e legais. A visão antropocêntrica e etnocêntrica marca essas preocupações sociais, mediada por princípios éticos relativos e relativizáveis de uma cultura a outra, de uma sociedade a outra, distantes das preocupações diretas da ciência ecológica. A Constituição do Brasil é um exemplo típico dessa visão reducionista e antropocêntrica, logo no enunciado de seu capítulo sobre o meio ambiente. O artigo 228 dispõe: “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia<em>qualidade de vida</em>, impondo-se ao Poder Público o dever de defendê-lo e à coletividade e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.” Grande parte dos maiores crimes contra a natureza foram, têm sido e possivelmente ainda serão perpetrados em nome do povo e de sua qualidade de vida, provavelmente com argumentos cada vez mais sutis e sofisticados, numa linha de ação bem própria a alguns representantes do <em>Homo sapiens sapiens</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter wp-image-4670 size-full" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2015/02/texto_header_dic.png" alt="texto_header_dic" width="864" height="60" /><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-a/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">A</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-b/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">B</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-c/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">C</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-d/"  style="font-family:;" data-bg="" 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		<title>Letra I</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Feb 2014 19:30:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[A a Z | Dicionário Eco/Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução de Espécies: em ecologia a palavra introdução em geral refere-se ao ato de soltar ou plantar, num determinado ecossistema, uma espécie que nunca existiu ali. As introduções costumam causar desequilíbrios ecológicos, temporários ou permanentes, porque o animal ou vegetal introduzido não costuma encontrar predadores e/ou parasitas. Isso lhe dá vantagem sobre os demais habitantes do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Introdução de Espécies: </strong>em ecologia a palavra introdução em geral refere-se ao ato de soltar ou plantar, num determinado ecossistema, uma espécie que nunca existiu ali. As introduções costumam causar desequilíbrios ecológicos, temporários ou permanentes, porque o animal ou vegetal introduzido não costuma encontrar predadores e/ou parasitas. Isso lhe dá vantagem sobre os demais habitantes do ecossistema e pode levar a uma proliferação maciça da espécie introduzida, em detrimento das autóctones. No caso de ecossistemas simples, como os insulares ou isolados, pobres em espécies, os desequilíbrios são excepcionalmente graves.</p>
<p><strong>Inversão Térmica: </strong>fenômeno que resulta do aumento brusco da temperatura no gradiente vertical da atmosfera. Em geral, ela ocorre no inverno e se caracteriza pelo ar quente aprisionado sob o ar frio, que age como uma espécie de tampa invisível. A inversão térmica aprisiona os poluentes na baixa atmosfera, impedindo sua dispersão. As crises de degradação aguda do ar durante as inversões térmicas e o período de inverno apenas ilustram e revelam o caráter crônico e permanente da emissão de poluentes pelos veículos, residências e indústrias. Durante o verão, com as chuvas, ventos e condições favoráveis à dispersão dos poluentes, os cidadãos não se dão conta da poluição que geram em permanência. Já nos meses de inverno, essa realidade se revela plenamente.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter wp-image-4670 size-full" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2015/02/texto_header_dic.png" alt="texto_header_dic" width="864" height="60" /><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-a/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">A</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-b/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">B</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-c/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">C</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-d/"  style="font-family:;" data-bg="" 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		<title>Letra F</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Feb 2014 19:29:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Gabriel Cerqueira Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[A a Z | Dicionário Eco/Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Fauna: conceito de uso comum, designa o conjunto de animais que habitam uma determinada região, ecossistema, ou mesmo os que viveram num período geológico (a fauna do Mesozóico, por exemplo). Em ecologia o conceito de fauna foi recebendo precisões e denominações mais específicas, em função do tamanho dos animais e dos ambientes considerados:microfauna,mesofaunaemacrofaunado solo, por exemplo. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fauna: </strong>conceito de uso comum, designa o conjunto de animais que habitam uma determinada região, ecossistema, ou mesmo os que viveram num período geológico (a fauna do Mesozóico, por exemplo). Em ecologia o conceito de fauna foi recebendo precisões e denominações mais específicas, em função do tamanho dos animais e dos ambientes considerados:<em>microfauna</em>,<em>mesofauna</em>e<em>macrofauna</em>do solo, por exemplo. O conceito de<em>povoamento</em>animal articula à fauna uma série de parâmetros passíveis de serem qualificados e quantificados, como sua estrutura, densidade, demografia, quocientes sexuais, dispersão espacial etc. Um termo cada vez mais adotado nos estudos faunísticos é o de<em>guilda</em>. A palavra tem origem na latinização medieval do termo neerlandês<em>gilda</em>, pelo frânces<em>guilde</em>, usado inicialmente para designar a associação de mutualidade entre corporações de artesãos, operários, artistas ou comerciantes existente na Idade Média. Em ecologia, a guilda designa um grupo faunístico com algum comportamento ou funcionamento ecológico idêntico. A noção de guilda é frequentemente empregada no sentido de comportamento alimentar. São conjuntos de animais que, independentemente de sua natureza, tamanho ou número, compartilham um mesmo recurso alimentar. Por exemplo, os comedores de insetos constituem uma guilda, dentro de um ecossistema. Assim, é frequente referir-se à guilda dos herbívoros, dos nectarívoros etc. Uma guilda pode variar ao longo do tempo, em função da<em>migração</em>sazonal de alguns de seus componentes.</p>
<p><strong>Flora: </strong>lista de plantas existentes numa determinada região. Todos os indivíduos que compõem uma população vegetal são designados pelo mesmo nome numa lista florística que, em geral, é composta pela espécie, pelo gênero e pela família. Numa flora, todas as espécies estão no mesmo plano, as raras e as frequentes, as grandes e as pequenas. O conceito de flora é usualmente confundido com o de vegetação. A vegetação é a emergência espacial organizada da flora em interação com o meio ambiente. A flora resulta de ações e eventos muito antigos e traduz toda uma história botânica. A vegetação resulta quase sempre de ações atuais ou recentes e, em particular, da ação do homem. Todo estudo da vegetação e das <em>comunidades </em>vegetais implica obrigatoriamente um conhecimento da flora que as compõe.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter wp-image-4670 size-full" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2015/02/texto_header_dic.png" alt="texto_header_dic" width="864" height="60" /><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-a/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">A</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-b/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">B</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-c/"  style="font-family:;" data-bg="" data-hoverbg="" data-text="" data-texthover="">C</a></span><span class="mom_button_wrap" ><a class="button mom_button #9fb829_bt " href="http://www.diariodoverde.com/letra-d/"  style="font-family:;" data-bg="" 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