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	<title>Diário do Verde &#187; Vitor Casadei</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Pra que serve essa tal de Realidade Aumentada?</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2015 08:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Casadei]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Verde]]></category>
		<category><![CDATA[cidades inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[realidade aumentada]]></category>
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		<description><![CDATA[Acredito que todo mundo já deve ter ouvido ou lido o termo Realidade Aumentada ou AR (do inglês Augmented Reality) em algum lugar, principalmente neste ano de 2015 onde o termo se tornou cada vez mais popular com iniciativas da Google, Sony, Microsoft e Oculus. Basicamente, AR é um modo de visualizar ao vivo o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que todo mundo já deve ter ouvido ou lido o termo <strong>Realidade Aumentada</strong> ou <strong>AR</strong> (do inglês <em>Augmented Reality</em>) em algum lugar, principalmente neste ano de 2015 onde o termo se tornou cada vez mais popular com iniciativas da <span style="color: #339966"><strong><a style="color: #339966" href="http://www.google.com/get/cardboard/" target="_blank">Google</a></strong></span>, <strong><span style="color: #339966"><a style="color: #339966" href="http://developer.sonymobile.com/products/smarteyeglass/" target="_blank">Sony</a></span></strong>, <strong><span style="color: #339966"><a style="color: #339966" href="https://www.microsoft.com/microsoft-hololens/en-us" target="_blank">Microsoft</a></span></strong> e <strong><span style="color: #339966"><a style="color: #339966" href="https://www.oculus.com/en-us/" target="_blank">Oculus</a></span></strong>.</p>
<p>Basicamente, AR é um modo de visualizar ao vivo o mundo real onde alguns elementos são suplementados (ou &#8220;aumentados&#8221;) por programas de computador com o auxílio de algum equipamento de hardware. As aplicações são inúmeras e a tecnologia começou a ser entendida em massa pelo público nos últimos anos, o que criou muitas oportunidades na área.</p>
<p align="center"><iframe width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/h2OfQdYrHRs?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>As aplicações são muitas como jogos e entretenimento, tradução simultânea (exemplo do <strong>Word Lens</strong>), produtividade, navegação geográfica, design, comércio, artes, arquitetura e educação. Imagine, as possibilidades no setor de <strong>educação</strong>, tudo o que pode ser feito, as facilidades que isso pode nos trazer, como essa tecnologia poderia ajudar no processo de aprendizado!</p>
<p>E mais, agora imagine a integração da realidade aumentada com sensores espalhados pela cidade, a quantidade de informações que podem ser captada e exibida e o impacto que tudo isso teria. Há alguns anos já existem museus onde é possível obter mais informações a respeito de uma obra de arte por meio de marcadores posicionados em locais estratégicos, e porque não podemos ter essa mesma tecnologia espalhada pela cidade? Talvez ativada pela localização do GPS? Um turista poderia obter muitas informações sobre um monumento histórico ou saber que em um determinado lugar existia há tantos anos um marco importante para a cidade.</p>
<p><span style="color: #0000ff">Agora imagine ser possível, a medida que se anda pela cidade encontrar informações sobre a qualidade do ar, sobre a temperatura, saber se o clima em um determinado parque está agradável e locais onde é possível encontrar seus amigos? Imagine que as crianças poderiam utilizar jogos educativos para aprender sobre a natureza e meio ambiente na rua da sua casa ou na área de recreação da escola!</span></p>
<p align="center"><iframe width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/3AADEqLIALk?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Essa integração entre dispositivos e o mundo real certamente traz muitos benefícios e abre muitas portas para imaginação. As cidades se tornam mais inteligentes e a barreira física do mundo é expandida para o meio digital. Claro, existem muitas discussões sobre privacidade e muita pesquisa a ser desenvolvida para termos algo acessível e difundido, mas já existem algumas aplicações pioneiras que listo a seguir:</p>
<p><span style="color: #339966"><a style="color: #339966" href="http://amsterdamsmartcity.com/projects/detail/id/94/label/city-zen-serious-gaming" target="_blank"><strong>City-zen</strong></a></span> &#8211; Desenvolvido como parte do projeto de Cidade Inteligente de Amsterdã, é um jogo que utiliza localização, realidade aumentada e outras informações numa competição de economia de energia.</p>
<p><span style="color: #339966"><a style="color: #339966" href="https://www.ingress.com/" target="_blank"><strong>Ingress</strong></a></span> &#8211; Um aplicativo de realidade aumentada que adiciona tarefas a serem realizadas pela cidade e estimula a colaboração entre os jogadores.</p>
<p><span style="color: #339966"><strong><a style="color: #339966" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.yelp.android" target="_blank">Yelp</a></strong></span> &#8211; Exibe informações produzidas por outros usuários sobre avaliações de restaurantes, postos de gasolina e outros estabelecimentos</p>
<p><strong><span style="color: #339966"><a style="color: #339966" href="https://zombiesrungame.com/" target="_blank">Zombie Run</a></span></strong> &#8211; Jogo no qual enquanto você pratica caminhada ou corrida lhe avisa quando zumbis estão te seguindo, nesse momento você deve correr mais rápido e coletar equipamentos para defender sua base.</p>
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		<title>Internet das Coisas e Cidades Inteligentes</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2015 08:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Casadei]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Verde]]></category>
		<category><![CDATA[cidades inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[iot]]></category>

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		<description><![CDATA[No meu último post falei sobre Cidades Inteligentes e o que temos a ver com isso, hoje vou falar um pouco sobre outro tema recorrente, a Internet das Coisas (Internet of Things &#8211; IoT) e o que tem isso a ver com Cidades Inteligentes. Acredito que a melhor palavra que posso usar para definir IoT [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No meu último post falei sobre <span style="text-decoration: underline"><span style="color: #339966"><strong><a style="color: #339966;text-decoration: underline" href="http://diariodoverde.com/cidades-inteligentes-e-o-que-tenho-a-ver-com-isso/" target="_blank">Cidades Inteligentes e o que temos a ver com isso</a></strong></span></span>, hoje vou falar um pouco sobre outro tema recorrente, a <strong>Internet das Coisas</strong> (<em>Internet of Things</em> &#8211; <strong>IoT</strong>) e o que tem isso a ver com Cidades Inteligentes.</p>
<p>Acredito que a melhor palavra que posso usar para definir IoT é <strong>Conexão:</strong></p>
<blockquote><p>Conexão entre máquinas, sensores, redes, pessoas e tecnologias. IoT é uma rede de objetos eletrônicos conectados objetivando a troca de dados para um fim comum.</p></blockquote>
<p>Assim, esses objetos conectados podem transmitir informações úteis para a automação de atividades ou melhorias de processos, adicionando lógica e inteligência em atividades comuns na sociedade. Dessa forma, a interconexão destes dispositivos permite muitas aplicações de Cidades Inteligentes.</p>
<p>Um pensamento errado que muitas pessoas tem é que projetos de IoT e CI são somente construídos com aplicativos mobile. De fato, se fizermos uma rápida pesquisa na internet, conseguimos encontrar vários exemplos de aplicativos, e até mesmo quando pensamos sobre o assunto, tentanto produzir alguma ideia, é fácil pensar em aplicativos móveis colaborativos. Entretanto, existem muitos projetos simples que não são relacionados com aplicativos móveis e possuem grande importância para a sociedade:</p>
<div id="attachment_10464" style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-10464" src="http://diariodoverde.com/wp-content/uploads/2015/06/LixômetroCopa-e1435243295507.jpg" alt="Lixômetro em Copacabana" width="400" height="300" /><p class="wp-caption-text">Lixômetro em Copacabana</p></div>
<p>Em 2009 a prefeitura do Rio de Janeiro lançou o <span style="text-decoration: underline"><strong><span style="color: #339966"><a style="color: #339966;text-decoration: underline" href="http://www.rio.rj.gov.br/web/comlurb/exibeconteudo?article-id=1073121" target="_blank">Lixômetro</a></span></strong></span>, um painel que foi instalado em Copacabana e apresenta dois números: o primeiro é a quantidade total de lixo recolhida por mês na cidade e o segundo número é a quantidade de lixo recolhido pelo número de habitantes da cidade. Até pouco tempo atrás era possível também acessar esses dados online, mas o endereço está fora do ar.</p>
<p>O <strong>Lixômetro</strong> é uma ação socio-educadora com cunho ambiental e que, embora muitas pessoas simplesmente ignorem sua existência, outras ficam atentas aos números e tentam se reeducar para reduzir a produção de lixo e assim contribuindo para o meio ambiente. Da mesma forma o <strong>Importômetro</strong> tem o objetivo de deixar explícito a quantidade de impostos recolhidos do trabalhador.</p>
<p>Ainda falando sobre a produção de lixo, o <span style="color: #339966"><strong><a style="color: #339966" href="http://postscapes.com/internet-of-things-award/project/sintelur-waste-management/" target="_blank">SINTELUR</a></strong></span> é um pequeno sensor de comunicação capaz de determinar a quantidade de lixo em um container. Os dados de cada sensor são enviados a uma central de monitoramento que, baseado nas informações de quantidade de lixo e localização por GPS, traça estratégias de recolhimento do lixo pela cidade. O sistema ainda oferece a determinação de rotas otimizadas para a coleta do lixo, diminuindo o gasto de combustível e custos em geral, além da diminuição da emissão de gases poluentes provenientes dos caminhões de lixo.</p>
<div id="attachment_10467" style="width: 560px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-10467" src="http://diariodoverde.com/wp-content/uploads/2015/06/SINTELUR-e1435243394107.jpg" alt="SINTELUR - Waste management" width="550" height="234" /><p class="wp-caption-text">SINTELUR &#8211; Waste management</p></div>
<p>O SINTELUR não é o único sistema do tipo, temos outros similares, como o <span style="color: #339966"><strong><a style="color: #339966" href="http://www.enevo.com/" target="_blank">enevo</a> </strong>e o <strong><a style="color: #339966" href="http://www.urbiotica.com/en/product/u-dump-m2m-2/" target="_blank">U-Dump</a></strong></span>, mas o meu ponto em apresentar esse serviço é mostrar que eles existem e que são possíveis e além disso pensar no impacto da utilização de tais sistemas, a forma com que eles estariam integrados na sociedade, tornando o processo de coleta e reciclagem de lixo mais inteligente, eficiente e amigável ao meio ambiente. Agora, esse tipo de serviço existe, pode ser implantado, mas a pergunta é: como a minha cidade ainda não usa? Claro, existem custos relacionados, planejamento e outros detalhes, mas a tecnologia existe e eu não vejo nenhuma cidade no Brasil de fato tomando a frente e dizendo: <span style="color: #0000ff"><em>&#8220;Nós vamos ser uma cidade mais inteligente, vamos utilizar tecnologias que auxiliem na administração pública e que sejam positivos ao meio ambiente e bem estar da população&#8221;</em></span>.</p>
<p>Na verdade, até conheço algumas cidades que falam muito sobre o assunto, como por exemplo em Sorocaba &#8211; SP, onde há cerca de três meses houve um evento com a participação de um representante de Barcelona e empresas que apresentaram alguns projetos, mas não vejo planos de nada efetivamente ser feito ou implantado na cidade e é isso que tem que mudar. <strong>Se é possível e viável, por que não usar?</strong></p>
<p align="center"><iframe width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/mm117n5AnAU?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Cidades Inteligentes e o que tenho a ver com isso?</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2015 12:46:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Casadei]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Verde]]></category>
		<category><![CDATA[barcelona]]></category>
		<category><![CDATA[bcn smart]]></category>
		<category><![CDATA[smart cities]]></category>

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		<description><![CDATA[Ultimamente o assunto de Cidades Inteligentes (ou Smart Cities) tem ganhado muita repercussão e em decorrência, muito se fala nisso, mas ainda restam muitas dúvidas, como por exemplo, O que são Smart Cities? O que define uma cidade como inteligente? e Qual nosso papel (como moradores das cidades)? Existem diversas definições ao redor do tema, mas a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ultimamente o assunto de Cidades Inteligentes (ou <em>Smart Cities</em>) tem ganhado muita repercussão e em decorrência, muito se fala nisso, mas ainda restam muitas dúvidas, como por exemplo, <strong>O que são Smart Cities?</strong> <strong>O que define uma cidade como inteligente?</strong> e <strong>Qual nosso papel</strong> (como moradores das cidades)<strong>?</strong></p>
<p>Existem diversas definições ao redor do tema, mas a que prefiro é a minha própria:</p>
<blockquote><p><em>Uma CI (Cidade Inteligente) é um território onde há boa concentração de tecnologia que atua com o objetivo de tornar ações e serviços do dia-a-dia mais inteligentes e práticos e que tenha também uma aplicação educational e criativa.</em></p></blockquote>
<p>Partindo dessa definição (que na verdade é um compilado do meu entendimento de diversas outras definições), podemos refletir um pouco sobre qual nosso papel numa CI. Existe uma região da cidade de Barcelona [<span style="color: #00ff00"><a style="color: #00ff00" href="http://smartcity.bcn.cat/en" target="_blank">smartcity.bcn.cat</a></span>], próxima ao centro da cidade e que tive a oportunidade de conhecer, onde ideias inovadoras com o objetivo de transformar o espaço urbano mais inteligente, amigável e prático são testadas. Ou seja, se você possui alguma ideia que seja viável, criativa e interessante, pode submeter e possivelmente aplicar e testar em uma cidade real.</p>
<p>Dentre os projetos que pude experimentar [<span style="color: #00ff00"><a style="color: #00ff00" href="http://smartcity.bcn.cat/en/projects" target="_blank">projetos</a></span>], alguns chamaram muito minha atenção pela forma como são incorporados na rotina das pessoas e é justamente esse o ponto que considero mais importante em uma ideia: <strong>como ela pode ser incorporada na sociedade sem o impacto da percepção ou adaptação.</strong></p>
<p>Dessa forma, se uma ideia é implantada numa cidade, para torná-la mais inteligente, o impacto e os benefícios são direcionados a quem utiliza esse território, ou seja, nós, os moradores, os turistas, aquelas pessoas que usufruem do espaço e da sociedade. E, então podemos entender o nosso papel: que é fazer parte dessa integração, contribuindo de forma positiva e usufruindo das tecnologias que estão disponíveis a nossa volta.</p>
<p>Portanto, além de uma ideia, para um projeto ser interessante, este deve ter um <strong>impacto positivo na sociedade</strong>, nas pessoas, e as pessoas podem e devem sempre que possível contribuir, da forma com que cada um pode, para deixar nosso lar cada vez mais inteligente, mais amigável, harmonioso e agradável.</p>
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		<title>Novos pensamentos em reciclagem na Europa – Parte 6</title>
		<link>http://diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-6/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Feb 2014 10:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Casadei]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Verde]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é o último texto sobre a série “Novos pensamentos em reciclagem na Europa”, um tema que venho tratando nas últimas 5 semanas e que acredito que tenha coberto praticamente tudo o que gostaria de compartilhar com vocês. Hoje vou dar rapidamente umas últimas pinceladas no assunto. A reciclagem é um tema que é amplamente [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Este é o último texto sobre a série “<a href="#fim">Novos pensamentos em reciclagem na Europa</a>”, um tema que venho tratando nas últimas 5 semanas e que acredito que tenha coberto praticamente tudo o que gostaria de compartilhar com vocês. Hoje vou dar rapidamente umas últimas pinceladas no assunto.</p>
<p align="justify">A reciclagem é um tema que é amplamente discutido em todas as mídias e com certeza você já deve ter tido uma aula, trabalhado ou até mesmo assistido ou lido uma reportagem sobre o assunto. Mas então <strong>o que eu ofereci de novo nesta série?</strong></p>
<p align="justify">O meu grande objetivo aqui foi mostrar as novas ideias que eu nunca havia presenciado até então, foi compartilhar as experiências que vivi na Europa em cima do tema reciclagem e apontar o que deu certo aqui e que poderia ser adotado por nós no Brasil.</p>
<p align="justify">Na maioria dos países da Europa, os recursos naturais já são escassos, não há como construir hidrelétricas por exemplo e o uso de usinas elétricas a base de queima de materiais ou enriquecimento de urânio causam muita poluição e pode ser perigoso. Portanto, foi necessário pensar em outras formas de se produzir energia e também em formas de diminuir a produção de lixo, pois o processo de reciclagem demanda energia também.</p>
<p align="justify">O Brasil é um país rico em recursos naturais, portanto, teremos por muito tempo ainda isto a nosso favor, mas a resposta não deve ser simplesmente “quando precisar a gente tenta mudar alguma coisa”, é necessário mudar já e estar preparados, e, claro, preservar os bens naturais que temos.</p>
<p align="justify">Espero que meus pensamentos que andei compartilhando com vocês por este tempo tenham sido absorvidos, com certeza existem pessoas que discordam de muita coisa que digo, o que é normal, são opiniões diferentes. Mas espero que tenham gostado do conhecimento que compilei para publicar aqui no <a href="http://www.diariodoverde.com/" target="_blank">Diário do Verde</a>, na minha coluna <a href="http://www.diariodoverde.com/tecnologia-verde/" target="_blank">Tecnologia Verde</a> com muito carinho.</p>
<p align="justify">Se você gostou do texto e da série, tem alguma sugestão, dúvida ou reclamação, entre em <strong>contato</strong>, <strong>comente </strong>abaixo e <strong>compartilhe</strong>!</p>
<p align="center"><strong>Até a próxima!</strong></p>
<p><a name="fim"></a><br />
<strong>[Parte 1]</strong>Novos pensamentos em reciclagem na Europa – Parte 1. Publicado em 21/01/14 &lt;&lt;<a href="http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-1" target="_blank">http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-1</a>&gt;&gt;.</p>
<p><strong>[Parte 2]</strong>Novos pensamentos em reciclagem na Europa – Parte 2. Publicado em 28/01/14 &lt;&lt;<a href="http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-2" target="_blank">http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-2</a>&gt;&gt;.</p>
<p><strong>[Parte 3]</strong>Novos pensamentos em reciclagem na Europa – Parte 3. Publicado em 04/02/14 &lt;&lt;<a href="http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-3" target="_blank">http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-3</a>&gt;&gt;.</p>
<p><strong>[Parte 4]</strong>Novos pensamentos em reciclagem na Europa – Parte 4. Publicado em 11/02/14 &lt;&lt;<a href="http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-4/" target="_blank">http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-4</a>&gt;&gt;.</p>
<p><strong>[Parte 5]</strong>Novos pensamentos em reciclagem na Europa – Parte 5. Publicado em 18/02/14 &lt;&lt;<a href="http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-5/" target="_blank">http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-5</a>&gt;&gt;.</p>
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		<title>Novos pensamentos em reciclagem na Europa – Parte 5</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Feb 2014 10:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Casadei]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Verde]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou chegando ao final desta série que venho desenvolvendo nas últimas semanas, mas ainda faltam alguns assuntos que eu gostaria de ressaltar aqui no blog e hoje eu vou falar finalmente sobre o Green Dot. Nos outros textos que antecedem este (links no final da página) eu adicionei brevemente a nomenclatura, mas hoje explicarei o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Estou chegando ao final desta série que venho desenvolvendo nas últimas semanas, mas ainda faltam alguns assuntos que eu gostaria de ressaltar aqui no blog e hoje eu vou falar finalmente sobre o <strong><a>Green Dot</a></strong>. Nos outros textos que antecedem este (<a href="#fim">links no final da página</a>) eu adicionei brevemente a nomenclatura, mas hoje explicarei o esquema que é fundamental para processo de reciclagem na Europa.</p>
<p align="justify">Em 1990 o Grüner Punkt foi introduzido pela <strong>Duales System Deutschland GmbH (DSD)</strong> <strong>[<a href="#reference1">1</a>]</strong> com o objetivo de aumentar a captação do lixo reciclável na Alemanha. Esse foi o começo de um esquema que foi nos anos seguintes adotado por mais de 20 países em toda a Europa.</p>
<div id="attachment_8163" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/01/Sacola-e1388785292747.jpg" alt="" title="EcoBag" width="600" height="515" class="size-full wp-image-8163" /><p class="wp-caption-text">Sacola de papel que utilizo há 6 meses. Foto: Vitor Casadei, Munique 2014</p></div>
<p align="justify">O Green Dot é um símbolo da rede de sistemas da indústria europeia, que estão unidos para a reciclagem dos materiais de embalagens de produtos. O esquema é definido segundo a diretiva “<strong>Packaging and Packaging Waste Directive &#8211; 94/62/EC</strong>” <strong>[<a href="#reference2">2</a>]</strong>, que é usado em mais de 130.000 empresas da Europa.</p>
<p align="justify">Cada empresa que participa do esquema paga uma taxa que varia de país a país e é baseada no tipo de material utilizado na embalagem (papel, plástico, madeira etc) e na quantidade utilizada deste material e, portanto, elas tendem a inovar para utilizar <a>menos materiais nas embalagens</a>, o que faz com que menos lixo seja produzido após o consumo do produto.</p>
<p align="justify">As taxas pagas vão diretamente para a manutenção do sistema, pois ele será o responsável pelo recolhimento, separação e, muitas vezes, até mesmo do método de reciclagem. Portanto a empresa também faz uma espécie de terceirização da reciclagem e coleta do material e, claro, quanto menos material há para colher, menor será a taxa paga também.</p>
<p align="justify">Desde 1994 o programa vem sendo implantado em diversos países da Europa, como França, Turquia, Espanha, Portugal, Alemanha e Áustria e vem mostrando bons resultados (os números podem ser conferidos no meu primeiro post sobre a série). Cada empresa tem o direito de estampar o símbolo do projeto em seus produtos, assim, o consumidor saberá que aquele produto faz parte desta rede e que certamente a embalagem será devidamente reciclada.</p>
<div id="attachment_8164" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><img src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/01/greendot-e1388785373118.jpg" alt="" title="Green Dot" width="500" height="468" class="size-full wp-image-8164" /><p class="wp-caption-text">Vários produtos que possuem a marca Green Dot. Foto: Vitor Casadei. Munique, 2014</p></div>
<p align="justify">Outro ponto que eu gostaria de ressaltar é sobre o uso de <strong>sacolas de supermercado</strong>, pois, afinal, isso também é embalagem, mas uma embalagem fornecida pelo estabelecimento. No Brasil há algum tempo atrás alguns mercados não disponibilizavam sacolas para as compras, ao invés disto, você deveria trazer sua sacola reutilizável, comprar uma sacola mais durável no próprio mercado ou então carregar suas compras em caixas de papelão. Eu sempre achei um avanço esta medida, mas infelizmente nem todos os mercados aderiram e devido a diversos problemas e disputas judiciais, o sistema voltou ao normal onde os mercados disponibilizam livremente sacolas.</p>
<p align="justify">Aqui na Alemanha (e em muitos países da Europa) já é costume cada pessoa ter sua sacola durável e a levar toda vez que for ao mercado, e eu tive uma experiência muito boa com isso: Na minha primeira semana aqui fui ao mercado e comprei uma sacola de papel que vendiam lá mesmo para carregar minhas compras para casa. Pois bem, estou morando aqui há 6 meses e sempre uso a mesma sacola, aquela primeira que comprei e, mesmo sendo de papel, ela resiste até agora sem rasgar. Achei muito interessante pois é bem resistente.</p>
<p align="justify">Obviamente existem outras sacolas como de pano, de fibra e até mesmo sacolas de plástico que podem ser compradas também, mas sempre são sacolas mais resistentes e duráveis, e ninguém reclama pois todos entendem a necessidade dessa medida.</p>
<p align="justify">Se você tiver alguma dúvida, sugestão ou reclamação sobre este post entre em <strong>contato </strong>ou <strong>comente </strong>abaixo. Na próxima semana trago o último texto desta série, espero que estejam gostando.</p>
<p align="center"><strong>Até a próxima!</strong></p>
<p><strong>[<a name="reference1">1</a>]</strong>]Green Dot &#8211; Wikipedia. Página em Inglês em &lt;&lt;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Green_Dot_(symbol)" target="_blank">http://en.wikipedia.org/wiki/Green_Dot_(symbol)</a>&gt;&gt;.</p>
<p><strong>[<a name="reference2">2</a>]</strong>EUROPEAN PARLIAMENT AND COUNCIL DIRECTIVE 94/62/EC of 20 December 1994 on packaging and packaging waste. Documento em Inglês &lt;&lt;<a href="http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=CONSLEG:1994L0062:20090420:En:PDF" target="_blank">http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=CONSLEG:1994L0062:20090420:En:PDF</a>&gt;&gt;.<br />
<a name="fim"></a><br />
<strong>[Parte 1]</strong>Novos pensamentos em reciclagem na Europa – Parte 1. Publicado em 21/01/14 &lt;&lt;<a href="http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-1" target="_blank">http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-1</a>&gt;&gt;.</p>
<p><strong>[Parte 2]</strong>Novos pensamentos em reciclagem na Europa – Parte 2. Publicado em 28/01/14 &lt;&lt;<a href="http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-2" target="_blank">http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-2</a>&gt;&gt;.</p>
<p><strong>[Parte 3]</strong>Novos pensamentos em reciclagem na Europa – Parte 3. Publicado em 04/02/14 &lt;&lt;<a href="http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-3" target="_blank">http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-3</a>&gt;&gt;.</p>
<p><strong>[Parte 4]</strong>Novos pensamentos em reciclagem na Europa – Parte 4. Publicado em 11/02/14 &lt;&lt;<a href="http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-4/" target="_blank">http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-4</a>&gt;&gt;.</p>
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		<title>Novos pensamentos em reciclagem na Europa – Parte 4</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Feb 2014 18:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Casadei]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Verde]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas últimas semanas venho fazendo uma reflexão sobre alguns costumes que venho encontrando pela Europa referentes a reciclagem e poluição, hoje vou falar sobre o chamado “Pfand” (depósito em português) que é uma prática muito comum na Alemanha e que facilita muito o processo de captação das embalagens dos produtos para a reciclagem. Quando você [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Nas últimas semanas venho fazendo uma reflexão sobre alguns costumes que venho encontrando pela Europa referentes a reciclagem e poluição, hoje vou falar sobre o chamado “<strong><a>Pfand</a></strong>” (<strong>depósito </strong>em português) que é uma prática muito comum na Alemanha e que facilita muito o processo de captação das embalagens dos produtos para a reciclagem.</p>
<p align="justify">Quando você vai a um supermercado no Brasil e compra algum produto que tem como embalagem uma garrafa PET, seja um suco, refrigerante ou água, você está pagando pelo produto (pelo líquido) e também pela embalagem na qual o produto vem, mas este valor da embalagem não é especificado em local algum e não há como se ter um retorno deste valor após o consumo do produto. A garrafa pode ser encaminhada a postos de reciclagem, mas muitas acabam no lixo comum e há um grande desperdício.</p>
<div id="attachment_8149" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/01/Baterias-e1388773044339.jpg" alt="" title="Descarte de Baterias e Pilhas" width="600" height="396" class="size-full wp-image-8149" /><p class="wp-caption-text">Descarte para Baterias e Pilhas. Foto: Vitor Casadei, Munique 2014</p></div>
<p align="justify">Para se ter uma ideia, no ano de 2011 foram consumidas <strong>515.000 toneladas de resina PET</strong> para a fabricação de embalagens no Brasil <strong>[<a href="#reference1">1</a>]</strong>. Deste valor, <strong>somente 57% das embalagens pós-consumo foram recicladas</strong>. O valor vem crescendo nos últimos anos com uma taxa de aproximadamente 2% ao ano, mas ainda é gasto muito dinheiro no processo de obtenção do material a ser reciclado.</p>
<p align="justify">Na Alemanha e em alguns países da Europa onde a prática do Pfand é implantada este valor é de cerca de 98% <strong>[<a href="#reference2">2</a>]</strong>, ou seja quase todas as embalagens são recicladas e sem praticamente nenhum custo de captação!</p>
<div id="attachment_8151" style="width: 150px" class="wp-caption alignright"><img src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/01/Pfand-e1388773333378.jpg" alt="" title="Pfand" width="140" height="189" class="size-full wp-image-8151" /><p class="wp-caption-text">Ticket Pfand de 6 garrafas. Foto: Vitor Casadei, Munique 2014</p></div>
<p align="justify"><strong>O Sistema de Pfand é muito simples:</strong> Quando se compra um produto no mercado, há a etiqueta de preço do produto total, mas há também uma descrição de quanto se paga pela embalagem por produto. Por exemplo, eu fui ao mercado para comprar água, eu pago por cada garrafa € 0,36, onde € 0,11 é referente a água que estou comprando e o resto (€ 0,25) é referente a embalagem. Essa estratégia tem o nome de depósito pois você deve pagar pela embalagem, mas você pode devolver a embalagem no mesmo lugar que você comprou o produto e receber o dinheiro gasto na embalagem de volta. O mesmo processo se aplica com garrafas de vidro e com copos em bares abertos por exemplo.</p>
<p align="justify">Ou seja, as garrafas (em sua maioria) serão devolvidas ao mercado e este as irá repassar para algum centro de tratamento responsável pelo tratamento e reciclagem do material. Abaixo coloquei também um pequeno vídeo que mostra o processo automatizado de devolução das garrafas em um mercado perto da minha casa. Ao final do processo eu recebi um ticket impresso com o preço das garrafas para trocar no caixa.</p>
<div id="attachment_8153" style="width: 110px" class="wp-caption alignleft"><img src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/01/400px-Grüner_Punkt.png" alt="" title="Grüner Punkt" width="100" height="92" class="size-full wp-image-8153" /><p class="wp-caption-text">Grüner Punkt. &quot;Image Licensed under Creative Commons&quot;</p></div>
<p align="justify">Algumas máquinas não reconhecem certas garrafas, mas ainda assim estas podem sempre ser devolvidas no caixa e então é possível receber o dinheiro de volta. Para saber se a embalagem é reciclável, basta procurar pelo selo mostrado na figura ao lado.</p>
<p align="justify">Outro ponto interessante nos mercados e supermercados é que certos produtos que devem ser descartados com cautela também são recolhidos, como o exemplo de pilhas e baterias (o que já é praticado em alguns estabelecimentos no Brasil também). A foto no começo deste post foi retirada da entrada de um mercado aqui em Munique onde há um campo para o descarte de pilhas e baterias.</p>
<p align="justify">Com este sistema é muito mais fácil realizar a captação das embalagens e ainda o consumidor paga somente pelo produto que consome e não pela embalagem. Pode ser um pouco complexo de se aplicar, pois é necessário certos acordos na indústria, mas é possível e de fato funciona!</p>
<p><iframe align="center" width="560" height="315" src="//www.youtube.com/embed/3B2ZtgGJjRE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p align="justify">Na próxima semana vou de fato explicar sobre a iniciativa <strong>Grüner Punkt</strong> que foi uma ideia fundamental para que tudo o que venho falando nas últimas semanas funcione. Como sempre, se você tiver alguma sugestão, dúvida ou reclamação sobre o texto, não hesite: entre em <strong>contato </strong>ou <strong>comente </strong>abaixo.</p>
<p align="center"><strong>Até a próxima!</strong></p>
<p><strong>[<a name="reference1">1</a>]</strong>]Ficha Técnica CEMPRE.ORG (Compromisso Empresarial para Reciclagem). Dados disponíveis em &lt;&lt;<a href="http://www.cempre.org.br/ft_pet.php" target="_blank">http://www.cempre.org.br/ft_pet.php</a>&gt;&gt;.</p>
<p><strong>[<a name="reference2">2</a>]</strong>How to Germany – All About Recycling in Germany. Página em Inglês &lt;&lt;<a href="http://www.howtogermany.com/pages/recycling.html" target="_blank">http://www.howtogermany.com/pages/recycling.html</a>&gt;&gt;.</p>
<p><strong>[Parte 1]</strong>Novos pensamentos em reciclagem na Europa – Parte 1. Publicado em 21/01/14 &lt;&lt;<a href="http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-1" target="_blank">http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-1</a>&gt;&gt;.</p>
<p><strong>[Parte 2]</strong>Novos pensamentos em reciclagem na Europa – Parte 2. Publicado em 28/01/14 &lt;&lt;<a href="http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-2" target="_blank">http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-2</a>&gt;&gt;.</p>
<p><strong>[Parte 3]</strong>Novos pensamentos em reciclagem na Europa – Parte 3. Publicado em 04/02/14 &lt;&lt;<a href="http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-3" target="_blank">http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-3</a>&gt;&gt;.</p>
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		<title>Novos pensamentos em reciclagem na Europa – Parte 3</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Feb 2014 13:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Casadei]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Verde]]></category>

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		<description><![CDATA[No meu último texto falei um pouco sobre como funciona o processo de reciclagem na Alemanha: como é feito o descarte e como a sociedade tem papel fundamental para que o sistema implementado de fato funcione. Nesta semana falarei um pouco sobre outro tipo de descarte, aquilo que você não precisa mais, mas ainda está [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">No meu <a href="http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-2/" target="_blank">último texto</a> falei um pouco sobre como funciona o processo de reciclagem na Alemanha: como é feito o descarte e como a sociedade tem papel fundamental para que o sistema implementado de fato funcione. Nesta semana falarei um pouco sobre outro tipo de descarte, aquilo que você não precisa mais, mas ainda está em boas condições de uso e que pode ser reutilizado por outras pessoas.</p>
<p align="justify">Não é difícil caminhar pelas ruas das cidades alemãs (o que faço com frequência) e encontrar <strong>cadeiras, mesas, sofás e até equipamentos eletrônicos na calçada</strong>, ao lado de uma porta. Essa é uma forma de passar adiante algo que se tem em casa, está em boas condições de uso, mas não é mais necessário para a pessoa que está doando. Então, ao invés de ir parar no lixo simplesmente, aquele móvel pode ter uma sobrevida e servir por mais algum tempo a outra pessoa.</p>
<div id="attachment_8141" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><img src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/02/LixosDoacao-e1388767422508.jpg" alt="" title="Docação de Móveis" width="500" height="307" class="size-full wp-image-8141" /><p class="wp-caption-text">Móveis encontrados para Doação na rua. Créditos da foto: paulistanaalemanha.blogspot.de</p></div>
<p align="justify">Se analisarmos bem, essa é uma reciclagem, uma reciclagem urbana, entre os moradores. Quando alguém se muda por exemplo, muitas vezes algo pode ficar para trás, pois não vai mais ser usado e isto também é doado. Existem algumas ONGs ou até mesmo órgãos do governo que recebem este tipo de material, mas o modo mais comum é simplesmente doar para quem quiser e ver o objeto. É algo que funciona muito bem.</p>
<p align="justify">Com roupas e cobertores também não é diferente: andando pelas ruas, eu me deparo com sacos plásticos com roupas e cobertores em boas condições de uso, e isso é aproveitado por outros para conseguir enfrentar o inverno rigoroso.</p>
<p align="justify">Quanto a vestuário e cobertores existem containers espalhados pela cidade que fazem o recolhimento em prol da <strong>Cruz Vermelha Alemã</strong> <strong>[<a href="#reference1">1</a>]</strong> (como na imagem). Você só precisa guardar as roupas em um saco plástico e depositar nos locais indicados. Estas roupas terão os mais diversos destinos: áreas afetadas por desastres naturais na Alemanha e em todo o mundo, pessoas com necessidade ou até mesmo bazares que venderão as roupas doadas por preços baixíssimos com o objetivo de arrecadar fundos para o projeto <strong>[<a href="#reference2">2</a>]</strong>.</p>
<div id="attachment_8134" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/01/Roupas-e1388695413344.jpg" alt="" title="Doação de Roupas" width="600" height="448" class="size-full wp-image-8134" /><p class="wp-caption-text">Container de doação de roupas em Munique. Foto: Vitor Casadei, Munique 2014</p></div>
<p align="justify">Eu sei que em muitos locais no Brasil isso existe também, e sei que isso funciona. Eu já trabalhei por um tempo com projetos sociais na época que era ativo no programa Rotaract <strong>[<a href="#reference3">3</a>]</strong> do Rotary International, nesse período vi que se você se empenhar e tiver um grupo engajado, consegue fazer grandes arrecadações e consegue ajudar muita gente. Aprendi muito nesta época, mas era algo que nós tínhamos que tomar a iniciativa, o que vejo aqui na Alemanha é um pouco diferente: além dos moradores serem conscientes de que tem gente que precisa daquilo que não lhe tem mais serventia para, eles são proativos e agem, doam. Não é difícil isto, é só <strong>uma questão de costumes</strong>.</p>
<p align="justify">Hoje eu gostaria de compartilhar com vocês isso. É algo que fiquei um tempo refletindo o motivo pelo qual funcionava aqui e cheguei a um conclusão depois de pensar e falar com alemães: é algo cultural já, um pensamento difundido na sociedade. E <a>pode ser aplicado em qualquer lugar, em qualquer país, só basta algumas pessoas tomarem a iniciativa e outras se inspirarem pelo gesto</a>.</p>
<p align="justify">Se você tiver alguma dúvida, sugestão ou reclamação, entre em <strong>contato</strong> ou escreva nos <strong>comentários</strong>.</p>
<p align="center"><strong>Até a próxima!</strong></p>
<p><strong>[<a name="reference1">1</a>]</strong>Das Bayerische Rote Kreuz (Cruz Vermelha da Bavária). Página em Alemão &lt;&lt;<a href="http://www.brk-muenchen.de/sie-koennen-helfen/mit-ihrer-sachspende" target="_blank">http://www.brk-muenchen.de/</a>&gt;&gt;.</p>
<p><strong>[<a name="reference2">2</a>]</strong>FairWertung, Bewusst handeln! (Doação de Roupas, Agir com consciência!). Página em Alemão &lt;&lt;<a href="http://fairwertung.de/" target="_blank">http://fairwertung.de/</a>&gt;&gt;.</p>
<p><strong>[<a name="reference3">3</a>]</strong>Rotaract &#8211; Companheirismo através do servir. Página em Português &lt;&lt;<a href="http://rotaract.org/" target="_blank">http://rotaract.org/</a>&gt;&gt;.</p>
<p><strong>[Parte 1]</strong>Novos pensamentos em reciclagem na Europa – Parte 1. Publicado em 21/01/14 &lt;&lt;<a href="http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-1" target="_blank">http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-1</a>&gt;&gt;.</p>
<p><strong>[Parte 2]</strong>Novos pensamentos em reciclagem na Europa – Parte 2. Publicado em 28/01/14 &lt;&lt;<a href="http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-2" target="_blank">http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-2</a>&gt;&gt;.</p>
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		<title>Novos pensamentos em reciclagem na Europa – Parte 2</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jan 2014 13:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Casadei]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Verde]]></category>

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		<description><![CDATA[No meu último texto, a parte 1 desta série, dei uma pequena, porém completa introdução a atual situação da reciclagem de resíduos urbanos na Europa e fiz um rápido comparativo com o Brasil e Estados Unidos e acredito que com esse começo posso ir para um próximo assunto que é a chave fundamental para o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">No meu último texto, a <a href="http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-1/" target="_blank">parte 1 desta série</a>, dei uma pequena, porém completa introdução a atual situação da reciclagem de resíduos urbanos na Europa e fiz um rápido comparativo com o Brasil e Estados Unidos e acredito que com esse começo posso ir para um próximo assunto que é a chave fundamental para o processo de reciclagem funcionar (na maioria dos países) na Europa: <a  target="_blank">A consciência do povo e a necessidade de se reciclar</a>.</p>
<p align="justify">Sobre este assunto, vou falar um pouco sobre um país que posso dizer que conheço os costumes, a Alemanha (onde atualmente moro) e que é um exemplo para toda a Europa neste quesito. Os alemães não são legalmente obrigados a reciclar, mas a reciclagem é algo que faz parte do dia-a-dia e todos praticam, desde os mais velhos até as crianças.</p>
<div id="attachment_8125" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><img src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/01/Lixeiras1-e1388693674922.jpg" alt="" title="Lixeiras" width="500" height="275" class="size-full wp-image-8125" /><p class="wp-caption-text">Lixeiras Cinza, Marrom e Azul.       Foto: Vitor Casadei, Munique 2014</p></div>
<p align="justify">Desde 1990 a Alemanha começou a ter uma preocupação maior com a quantidade de lixo produzida e como reciclar este lixo, esse foi o começo do <strong>Grüner Punkt [<a href="#reference1">1</a>]</strong> (<strong>Ponto Verde</strong>) que é um esquema que propunha produzir produtos que gerem menos lixo a partir da embalagem e que o lixo que é gerado possa ser facilmente reciclado, falarei mais sobre o projeto em outro post. O ponto é que, desde a década de 90 o país começou a prestar atenção no assunto e hoje, a reciclagem é algo intrínseco na sociedade.</p>
<p>Nas minhas primeiras semanas aqui percebi fortemente isto: no prédio onde moro existem lixeiras de diferentes cores <strong>[<a href="#reference2">2</a>]</strong> para diferentes tipos de lixo, que são eles:</p>
<ul style="text-indent: 30px; margin-top: 0px;">
<li><strong>Amarelo </strong>– Plásticos limpos de embalagens em geral.</li>
<li><strong>Azul </strong>– Papel e Papelão limpos.</li>
<li><strong>Preto/Marrom</strong> – Restos de comida, plantas etc.</li>
<li><strong>Cinza </strong>– Lixos que não podem ser reciclados, como cigarro, papel sujo etc.</li>
<li><strong>Branco, Marrom e Verde</strong> – Vidro Branco ou transparente, Marrom ou Verde.</li>
</ul>
<p></p>
<p align="justify">Em algumas cidades não há as cores nas lixeiras, por exemplo em Munique, nem todas as lixeiras possuem cores, mas há uma indicação de qual lixo deve ser depositado (como na foto). Ainda existem outros lixos, como, por exemplo, <strong>baterias</strong>, que podem ser depositadas em locais específicos em Shoppings ou supermercados e ainda outros materiais mais perigosos, como restos de <strong>lâmpadas fluorescentes e televisores</strong>, que são recolhidos por caminhões em datas específicas, entretanto, algumas cidades possuem certos locais onde pode-se depositar a qualquer momento este tipo de lixo também.</p>
<div id="attachment_8127" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/01/Liexeiras2-e1388693886742.jpg" alt="" title="Liexeiras" width="600" height="450" class="size-full wp-image-8127" /><p class="wp-caption-text">Lixeiras para papel (azul), Vidros claro, amarelo, marrom, verde e outros materiais (direita e em baixo). Foto: Vitor Casadei, Munique 2014</p></div>
<p align="justify">Uma observação importante é que, com exceção das pilhas, lâmpadas e o conteúdo da lixeira Cinza, tudo é reciclado. O conteúdo da lixeira cinza é incinerado e restos de lâmpadas ou materiais contaminados são tratados e depois encaminhados para locais específicos onde são armazenados.</p>
<p align="justify">Mas o sistema deles não funciona somente pela organização (no Brasil possuímos também determinações de onde depositar cada tipo de lixo), o problema <u>não é onde depositar</u>, mas sim a <u>separação que cada pessoa faz em sua casa</u>. Os alemães em geral são um povo fechado, cada um cuida da sua vida, entretanto, quando se trata de algo que é para o bem de todos (como a reciclagem), <u>um alemão vai te corrigir quando você estiver fazendo errado</u>, mas não se pode levar isso como um insulto, mas sim como uma ajuda.</p>
<p align="justify">É comum, por exemplo, ver alemães que colhem lixo de ruas e parques somente para manterem o lugar limpo e o lixo organizado. Um exemplo claro ocorreu durante a virada de ano, onde muitas garrafas e papéis ficaram pelas ruas e parques e pessoas que passavam pela rua colhiam estes restos que foram deixados e depositavam na correta lixeira.</p>
<p align="justify">Bem, por hoje é só, passei a minha mensagem. Na próxima semana falarei um pouco mais sobre o assunto, sobre outros materiais que são reciclados também. Como sempre, se tiver alguma dúvida, sugestão ou reclamação, entre em <strong>contato </strong>ou <strong>comente</strong> abaixo.</p>
<p align="center"><strong>Até a próxima!</strong></p>
<p><strong>[<a name="reference1">1</a>]</strong>Duales System Deutschland GmbH &#8211; Der Grüne Punkt. Página do projeto (em Inglês ou Alemão) &lt;&lt;<a href="http://www.gruener-punkt.de/?L=1" target="_blank">http://www.gruener-punkt.de</a>&gt;&gt;.</p>
<p><strong>[<a name="reference2">2</a>]</strong>How to Germany &#8211; All About Recycling in Germany. Página em Inglês &lt;&lt;<a href="http://www.howtogermany.com/pages/recycling.html" target="_blank">http://www.howtogermany.com/pages/recycling.html</a>&gt;&gt;.</p>
<p><strong>[Parte 1]</strong>Novos pensamentos em reciclagem na Europa – Parte 1. Publicado em 21/01/14 &lt;&lt;<a href="http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-1" target="_blank">http://www.diariodoverde.com/novos-pensamentos-em-reciclagem-na-europa-parte-1</a>&gt;&gt;.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Novos pensamentos em reciclagem na Europa – Parte 1</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jan 2014 13:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Casadei]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Verde]]></category>

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		<description><![CDATA[Começou 2014! E com este novo ano pretendo ser mais ativo aqui em minha coluna. No ano de 2013 tive grandes realizações e conquistas que mudaram muito minha vida: tive um semestre na universidade um tanto conturbado, iniciei um intercâmbio na Alemanha e me mudei, o que fez com que eu ficasse sem tempo para [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><strong>Começou 2014!</strong> E com este novo ano pretendo ser mais ativo aqui em minha coluna. No ano de 2013 tive grandes realizações e conquistas que mudaram muito minha vida: tive um semestre na universidade um tanto conturbado, iniciei um intercâmbio na Alemanha e me mudei, o que fez com que eu ficasse sem tempo para escrever no blog.</p>
<p align="justify">Sempre gostei muito de escrever por aqui e também do retorno dos leitores sobre meus textos e fiquei muito triste comigo mesmo por tê-los abandonado no último semestre, mas, como uma promessa de um novo ano, pretendo escrever aqui durante todo o ano, sem falta e ainda lançar mais algumas outras novidades que, se derem certo, vou anunciando por aqui.</p>
<div id="attachment_8111" style="width: 563px" class="wp-caption aligncenter"><img src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/01/green-thinking1.png" alt="" title="Green Thinking" width="553" height="271" class="size-full wp-image-8111" /><p class="wp-caption-text">&quot;Image Licensed under Creative Commons&quot;</p></div>
<p align="justify">Nos quase 6 meses que estou morando na Alemanha (mais especificamente, em Munique), pude perceber muitos pequenos detalhes e pensamentos que já estão implícitos na sociedade e que são muito positivos na relação <a ><strong>Governo vs. Meio Ambiente</strong></a> por aqui. Por conta destes novos conceitos (que são bem simples na verdade), eu pretendo fazer uma série de textos sobre o assunto e sobre tudo o que observei aqui na Europa até o momento.</p>
<p align="justify">Acredito que eu possa sair um pouco do tema da coluna, mas eu quero muito compartilhar estas experiências e ideias com vocês. Mas não se preocupem, a coluna Tecnologia Verde continuará com os textos sobre tecnologia e meio ambiente também!</p>
<p align="justify">Como a minha introdução está um pouco grande já, neste texto vou dar apenas um overview de alguns assuntos que vou me aprofundar mais nos próximos encontros por aqui:</p>
<p align="justify">A reciclagem é levada muito a sério pela maioria dos países na Europa, assim como a pesquisa e utilização de fontes renováveis e com baixo impacto ambiental de produção de energia. Afinal, aqui não há tanta abundância de território ou de recursos naturais como no Brasil, portanto é necessário tomar medidas imediatas para que todos consigam enfrentar o inverno nos países mais ao norte principalmente e para que não haja falta de recursos para a indústria.</p>
<p align="justify">Em 2012, aproximadamente 40% do lixo produzido por municípios da Europa foram reciclados. Nesta soma, alguns países tomam a dianteira como os que mais reciclam, e eles são: (1°) Alemanha, (2°) Áustria, (3°) Bélgica, (4°) Holanda e (5°) Suíça <strong>[<a href="#reference1">1</a>]</strong>. Estes países reciclam mais da metade do lixo produzido e, portanto, já atingiram a meta de 50% definida pela Diretiva 2008/98/EC <strong>[<a href="#reference2">2</a>]</strong>, que define que até 2020 todos os países da Europa devem reciclar pelo menos metade do lixo produzido.</p>
<p align="justify">É claro que nem tudo são flores, alguns países tiveram um aumento muito grande na quantidade de lixo produzido e não reciclado dentre os anos de 2001 e 2012, como por exemplo, a Eslováquia com um aumento de 39% e Noruega e Croácia com um aumento de aproximadamente 30 e 25% respectivamente <strong>[<a href="#reference3">3</a>]</strong>.</p>
<p align="justify">Com estes números, pode-se perceber que o cenário não é muito balanceado, mas ainda assim é melhor do que na América, onde nos EUA, consegue-se reciclar apenas 33% do lixo produzido e não se tem dados conclusivos da maioria dos países da América do Sul (No Brasil apenas 5% do composto urbano produzido foram destinados a coleta seletiva e reciclados em 2011) <strong>[<a href="#reference4">4</a>]</strong>.</p>
<p align="justify">Bem, acredito que consegui passar a mensagem que queria por hoje, nas próximas semanas, as terças-feiras, continuarei o assunto.</p>
<p align="justify">Se você tem algo a dizer sobre o artigo ou sobre o assunto ou se tiver alguma dúvida entre em <strong>contato</strong> ou <strong>comente abaixo</strong>.</p>
<p align="center"><strong>Até a próxima!</strong></p>
<p><strong>[<a name="reference1">1</a>]</strong> EEA (European Environment Agency) Report No. 2/2013. Managing municipal solid waste &#8211; a review of achievements in 32 European countries. A página do report completa &lt;&lt;<a href="http://www.eea.europa.eu/publications/managing-municipal-solid-waste">http://www.eea.europa.eu/publications/managing-municipal-solid-waste</a>&gt;&gt;. Resumo &lt;&lt;<a href="http://epp.eurostat.ec.europa.eu/cache/ITY_PUBLIC/8-04032013-BP/EN/8-04032013-BP-EN.PDF">http://epp.eurostat.ec.europa.eu/cache/ITY_PUBLIC/8-04032013-BP/EN/8-04032013-BP-EN.PDF</a>&gt;&gt;.</p>
<p><strong>[<a name="reference2">2</a>]</strong> European Parliament. Directive 2008/98/EC of the European Parliament and of the Council of 19 November 2008 on waste and repealing certain Directives. Página da Diretiva &lt;&lt;<a href="http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=CELEX:32008L0098:EN:NOT">http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=CELEX:32008L0098:EN:NOT</a>&gt;&gt;</p>
<p><strong>[<a name="reference3">3</a>]</strong> European Environment Agency. Matéria publicada em 19 de Março de 2013. Texto completo &lt;&lt;<a href="http://www.eea.europa.eu/media/newsreleases/highest-recycling-rates-in-austria">http://www.eea.europa.eu/media/newsreleases/highest-recycling-rates-in-austria</a>&gt;&gt;</p>
<p><strong>[<a name="reference4">4</a>]</strong> Ficha Técnica CEMPRE.ORG (Compromisso Empresarial para Reciclagem). Dados disponíveis em &lt;&lt;<a href="http://www.cempre.org.br/ft_composto.php">http://www.cempre.org.br/ft_composto.php</a>&gt;&gt;</p>
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		<title>Grafeno: a Superbateria</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Apr 2013 08:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Casadei]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Verde]]></category>

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		<description><![CDATA[O Grafeno é um material com propriedades quânticas muito particulares, e, por conta disso, vem sendo amplamente estudado, movimentando milhões e até bilhões de reais nestas pesquisas. Este material possui diversas características que o fazem útil para resolver uns 10 problemas da tecnologia atual, desde a purificação de água, passando por melhoria da reprodução do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/04/99757045915112915.jpg" alt="" title="99757045915112915" width="500"  class="aligncenter size-full wp-image-7772" /><br />
O Grafeno é um material com propriedades quânticas muito particulares, e, por conta disso, vem sendo amplamente estudado, movimentando milhões e até bilhões de reais nestas pesquisas.</p>
<p>Este material possui diversas características que o fazem útil para resolver uns 10 problemas da tecnologia atual, desde a purificação de água, passando por melhoria da reprodução do som em dispositivos como fones de ouvido ou alto falantes, até ser usado como bateria.</p>
<p>Pois bem, vou falar sobre a bateria de grafeno. O processo é muito simples, basta adicionar uma camada líquida de óxido de grafite em um disco (CD/DVD) e colocar para secar (no experimento feito por um estudante da UCLA, foi utilizada a tecnologia LightScribe de gravadores de CD/DVD) e pronto! Nossa superbateria está pronta!</p>
<p>Nos testes realizados, o material foi carregado por 2 segundos e alimentou uma lâmpada LED por 5 minutos! Além das características citadas acima, convém dizer que o grafeno é um material extremamente leve, outro ponto positivo.</p>
<p>Atualmente, para ter uma bateria que dure cerca de 6h em meu computador, tenho que carregar quase 1kg somente do peso da bateria. Estima-se que, com a bateria de grafeno, este peso seja reduzido para 100g!</p>
<p>Bem, por hoje é só. Trarei mais informações nas próximas semana.</p>
<p>Até.</p>
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