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	<title>Diário do Verde &#187; Rafael Morais Chiaravalloti</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>O que faz você feliz?</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Aug 2014 23:06:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Morais Chiaravalloti]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu confesso que a música do Pão de Açúcar não sai da minha cabeça. Faz dias que tento cantar alguma coisa diferente ou mesmo colocar algumas palavras a mais nessa canção, mas não dá. E claro me fez pensar no que me faz sentir feliz. Fui tentar primeiro na mensagem sublimar na minha cabeça. E [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">Eu confesso que a <a href="http://youtu.be/oqq0bCNVGxc" target="_blank">música do Pão de Açúcar</a> não sai da minha cabeça. Faz dias que tento cantar alguma coisa diferente ou mesmo colocar algumas palavras a mais nessa canção, mas não dá. E claro me fez pensar no que me faz sentir feliz.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fui tentar primeiro na mensagem sublimar na minha cabeça. E descobri que não é comprar Pão de Açúcar. Tentei em outros mercados. Até comprei um sapato novo em um tom azulado. E também não deixou meu dia azul.</p>
<p style="text-align: justify;">Aí os prazos começaram a me puxar pelo pé e voltei ao meu trabalho. Refleti sobre escrever coisas que poderiam ajudar o mundo. Pensar em modelos novos de sustentabilidade. Ir conversar com pessoas que moram a não menos que 10 horas de barco da cidade mais próximo. Poder morar fora do país por um tempo. Até ajudar na captura de bichos selvagens. Basicamente o meu trabalho. Tudo isso eram coisas que eu faria mesmo que de graça. E isso me fez sentir feliz.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse intuito que a Mônica escreveu o livro &#8220;Reduzir a Jornada de Trabalho para Ajudar nosso Planeta?&#8221;. A ideia não é apenas discutir menos tempo no trabalho, mas o que fazer com esse tempo, onde vale mais a pena despender a sua folga. Em um lugar que possamos sentir como cidadãos e relaxar embaixo de uma árvore? Ou em um outro que somos apenas compradores? O que você vai levar dessa vida se não apenas um terno novo? <strong>Você já pensou realmente o que faz você feliz?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Indico muito a leitura do livro!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/08/1778_0.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8631" title="1778_0" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/08/1778_0.jpg" alt="" width="106" height="160" /></a><br />
<strong>Observação importante:</strong> O Diário do Verde retorna hoje (11/08) às suas atividades normais. Bem-vindo(a) novamente! (;</p>
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		<title>Nascentes Verdes e Rios Vivos &#8211; IPÊ</title>
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		<pubDate>Thu, 22 May 2014 13:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Morais Chiaravalloti]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá! Estamos em campanha para arrecadar R$ 28 mil a fim de atender 700 alunos de escolas públicas de Nazaré Paulista (SP) com ações de Educação Ambiental por meio do projeto “Nascentes Verdes, Rios Vivos”. Este projeto tem por objetivo proteger a água em uma região importante, onde se localizam os recursos hídricos que abastecem o Sistema [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Olá!</p>
<p>Estamos em campanha para arrecadar R$ 28 mil a fim de atender 700 alunos de escolas públicas de Nazaré Paulista (SP) com ações de Educação Ambiental por meio do projeto “Nascentes Verdes, Rios Vivos”.</p>
<p>Este projeto tem por objetivo proteger a água em uma região importante, onde se localizam os recursos hídricos que abastecem o Sistema Cantareira, fornecedor de água para 14 milhões de pessoas. Para isso, um de seus componentes é a <strong>Educação Ambiental </strong>para estudantes da rede pública, contribuindo para formar futuras gerações mais sensibilizadas à conservação da Mata Atlântica e da água.</p>
<p>Ao “adotar” <strong>um aluno</strong> com uma <strong>doação única de R$ 40,00</strong>, você garante a participação deste estudante ao longo de 2014 em todas as atividades de <strong>Educação Ambiental</strong> do projeto. Você pode adotar quantos alunos quiser.</p>
<p><strong>Torne este projeto uma realidade!</strong></p>
<p>Contribua AQUI e veja as recompensas:<br />
<a href="http://ipe.us7.list-manage.com/track/click?u=579f98fe85f619d7fa970e74c&amp;id=682d6d8b6e&amp;e=293b9ad6b9" target="_blank">http://www.ecodobem.com.br/projetos/nascentesverdesriosvivos</a></p></blockquote>
<blockquote><p>Divulgação <a href="http://www.ipe.org.br">Instituto de Pesquisas Ecológicas</a></p></blockquote>
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		<title>Seminário de Práticas Inovadoras</title>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2014 19:26:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Morais Chiaravalloti]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília (14/05/2014) – Começou nesta terça-feira (13) o Seminário de Práticas Inovadoras na Gestão de Unidades de Conservação na sede do ICMBio, em Brasília. O objetivo é estimular a busca por inovações e promover a troca entre as Unidades de Conservação (UC), melhorando a eficiência na gestão. Na abertura do evento, o diretor de Ações Socioambientais [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Brasília (14/05/2014) –</strong> Começou nesta terça-feira (13) o Seminário de Práticas Inovadoras na Gestão de Unidades de Conservação na sede do ICMBio, em Brasília. O objetivo é estimular a busca por inovações e promover a troca entre as Unidades de Conservação (UC), melhorando a eficiência na gestão. Na abertura do evento, o diretor de Ações Socioambientais (Disat / ICMBio), João Arnaldo Novaes, destacou que espera promover o diálogo e a troca da experiência entre os gestores das unidades para que essas ações sejam multiplicadas e implantadas. &#8220;Às vezes, o excepcional passa despercebido no dia a dia de cada unidade. Espero que esse seminário traga esse excepcional para a realidade das UCs&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">A palestra do biólogo e fundador do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), Cláudio Pádua, abriu a programação do evento. &#8220;Uma das soluções para mim é valorizar o espírito de empreendedorismo dos gestores, mas é preciso estudar as formas que essas ideias serão aplicadas. Não dá para fazer de qualquer jeito&#8221;, disse. Há alguns anos, Pádua deu uma virada na carreira profissional. &#8220;Larguei a minha vida de executivo para me dedicar às unidades de conservação do Brasil&#8221;. Desde então, se aprofunda nas pesquisas com o mico-leão-preto, um dos primatas mais raros e ameaçados de extinção do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">No seminário, a analista ambiental Gabriela Calixto, da Reserva Extrativista (Resex) Marinha de Soure (PA), explicou que existem propostas em execução para melhorar a gestão com a participação da sociedade civil, através do voluntariado na Resex. Para ela, esse tipo de prática inovadora é fundamental para as unidades enfrentarem dificuldades administrativas. &#8220;Buscamos ampliar o sentimento de pertencimento da sociedade em relação ao território, valorizando a cultura e a diversidade ambiental. Conseguimos envolver 13 instituições no projeto, mostrando o potencial de mobilização que o voluntariado pode ter na região&#8221;, disse a analista.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Pádua, é preciso ter não apenas novas ideias, mas ordenamento e estudo para que as práticas propostas no seminário realmente tenham resultados práticos e satisfatórios. O ambientalista considera fundamental o empreendedorismo dos gestores das unidades para a criação de novos mecanismos para resolver os principais problemas. &#8220;Espero que essas experiências sejam consolidadas de forma a influenciar e modificar as políticas públicas. Os maiores problemas vêm do entorno das UCs. Precisamos encontrar soluções para enfrentar as dificuldades. Só assim vamos avançar nesse processo&#8221;, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">Também no seminário, o gestor do Parque Nacional do Viruá (PR), Antônio Lisboa, falou sobre recordes de apreensão de tartarugas adultas em período reprodutivo na Amazônia, depois soltas na natureza. Esta é uma iniciativa de combate ao tráfico de quelônios – ordem a que as tartarugas pertencem – no baixo Rio Branco, em Roraima. &#8220;Articulamos uma ampla rede de parceria que resultou em mais de mil tartarugas apreendidas entre 2011 e 2014&#8243;, explicou Lisboa. As ações foram realizadas em parceria com o Exército, polícias Federal e Rodoviária Federal, Ibama, Companhia Independente de Policiamento Ambiental (CIPA) e Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Seminário de Práticas Inovadoras encerrou-se ontem, no dia 15 de Maio.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.icmbio.gov.br/portal/comunicacao/noticias/20-geral/4803-icmbio-promove-seminario-de-praticas-inovadoras.html" target="_blank">ICMBio</a>.</p>
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		<title>Pseudoescorpiões</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jan 2014 12:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Morais Chiaravalloti]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Renato De Giovanni Meu avô era apaixonado por ficção científica. Ao longo da vida, reuniu uma biblioteca considerável do gênero, incluindo desde livros de bolso de autores desconhecidos até clássicos de Arthur Clarke, Robert Heinlein e Isaac Asimov. Li muitos deles na adolescência e devo parte da minha formação a isso. Alguns livros continuam [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Renato De Giovanni</p>
<p>Meu avô era apaixonado por ficção científica. Ao longo da vida, reuniu uma biblioteca considerável do gênero, incluindo desde livros de bolso de autores desconhecidos até clássicos de Arthur Clarke, Robert Heinlein e Isaac Asimov. Li muitos deles na adolescência e devo parte da minha formação a isso. Alguns livros continuam vivos na memória, enquanto outros se tornaram pálida lembrança, escondidos num canto obscuro da mente até que algum fato os traga à tona mais uma vez.Foi assim que aconteceu quando me deparei com um inseto que nunca havia visto antes. Aquele par característico de pedipalpos (pinças) ligados a um cefalotórax com quatro pares de patas foi suficiente para desencadear um misto de espanto e cautela. Não fosse pelo diminuto tamanho e pela ausência do ferrão em riste, não restariam dúvidas que se tratava de um escorpião. Mas é justamente neste momento do encontro, quando estamos diante do desconhecido, do potencialmente nocivo ou do simplesmente estranho, que muitas vezes desencadeamos uma reação fatal. Aliás, em se tratando de insetos, nem precisamos de arquétipos da sobrevivência para esmagar, envenenar ou eletrocutar milhares deles diariamente. Nossa reação é praticamente automática.</p>
<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/01/howard_fast1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-8248" title="howard_fast" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/01/howard_fast1-182x300.jpg" alt="" width="182" height="300" /></a></p>
<p>Assim reagiu Morgan em &#8220;O Formigão&#8221; (título original &#8220;The Big Ant&#8221;, conto de Howard Fast publicado em 1960). Num gesto estúpido e impensado, Morgan desferiu um golpe mortal naquela criatura repugnante que havia aparecido. Entretanto, intrigado com o animal morto, decide levar o espécime ao curador da coleção de insetos de um museu, onde a trama se desenrola de forma inesperada. Mas quais poderiam ser as consequências de um gesto assustadoramente banal? Levando ao extremo, e se aquele indivíduo fosse o último representante de uma espécie? E se houvesse algo de muito especial nele? O autor consegue explorar a situação de forma criativa, de certa maneira dando ares de conservação a um conto de ficção científica. Ou talvez fosse melhor dizer exoconservação?</p>
<p>De volta ao nosso pseudoescorpião, e passado o desconforto da surpresa inicial, fiquei observando aquela criatura por alguns momentos. Por fim deixei-a ali, no mesmo lugar, sem fazer nada. Como vim a saber depois, pseudoescorpiões são inofensivos ao homem e possuem várias peculiaridades. São capazes de migrar longas distâncias através de forésia, ou seja, pegando carona em animais maiores como besouros e mariposas. Limpam-se com frequência, principalmente após se alimentar. Algumas espécies organizam-se socialmente, vivendo em colônias e caçando em conjunto. Nestes casos, são considerados os mais avançados socialmente entre todos os aracnídeos. Experimentos recentes descobriram que, sob condições extremas de falta de alimento, a mãe chega a se sacrificar, entregando o corpo à prole (matrifagia). Apesar de pouco conhecidos, pseudoescorpiões são animais daqui mesmo &#8211; bastante terrenos &#8211; mas não menos especiais. Bom seria que estivessem livres da nossa entomofobia.</p>
<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/01/pseudoescorpiao1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8249" title="pseudoescorpiao" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/01/pseudoescorpiao1.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a></p>
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		<title>Maria Madalena, VOCÊ e a Garota de Goiás</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Oct 2013 06:36:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Morais Chiaravalloti]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu não sou uma pessoa muito religiosa. No entanto eu conheço algumas histórias, e uma delas é da Maria Madalena. Até onde eu sei, desculpe minha ignorância, a história é basicamente sobre uma mulher que iria ser apedrejada porque era acusada de ter uma atividade sexual acima do normal. Até que chegou Jesus e disse: [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não sou uma pessoa muito religiosa. No entanto eu conheço algumas histórias, e uma delas é da Maria Madalena. Até onde eu sei, desculpe minha ignorância, a história é basicamente sobre uma mulher que iria ser apedrejada porque era acusada de ter uma atividade sexual acima do normal. Até que chegou Jesus e disse: “Atire a primeira pedra quem nunca errou”. Na minha interpretação, podemos concluir que muitas outras mulheres já tinham sido apedrejadas por esse mesmo motivo. Então era uma prática comum. Outro ensinamento importante é que não se deve punir ninguém por algo que todos fazem.  Assim, sexo é algo normal, e descontando aquele peixe que consegue se autofecundar, todo o resto dos vertebrados praticam.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, a Bíblia, onde a história se encontra, é o livro mais vendida da história da humanidade. E mesmo quem não leu sabe pelo menos o resumo da história. Uma vez que ela foi contada há mais de 2000 mil anos, esperaríamos que a sociedade tivesse ao menos aprendido ao longo desse intervalo de tempo. Tivesse melhorado. Os direitos mais assegurados. As pessoas tivessem entendido que não se deve punir ninguém quando todo mundo faz o mesmo. Mas parece que não. Depois de 2000 mil anos ainda estamos apedrejando pessoas por que fizeram sexo. Digo isso pelo caso da coitada da menina de Goiás. Filmaram ela fazendo sexo e a sociedade resolveu que isso era errado e julgaram a menina. Mesmo que, descontando aquele peixinho que se autofecunda e alguns casos especiais, todo mundo também faz sexo. Isso realmente é muito triste. Parece que não caminhamos nada.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Eu Zumbi</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Oct 2013 08:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Morais Chiaravalloti]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas Sustentáveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje levantei me sentindo em um filme adolescente de zumbi. Não que as pessoas ao meu lado pareçam atores de Hollywood (muito menos eu). Mas é que meu estado de espírito estava semelhante ao meio do caminho entre morto e vivo. Faz um mês que não venho dormindo muito bem mas essa semana a coisa [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/10/zombie.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-8026" title="zombie" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/10/zombie-300x187.png" alt="" width="300" height="187" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje levantei me sentindo em um filme adolescente de zumbi. Não que as pessoas ao meu lado pareçam atores de Hollywood (muito menos eu). Mas é que meu estado de espírito estava semelhante ao meio do caminho entre morto e vivo. Faz um mês que não venho dormindo muito bem mas essa semana a coisa ficou pior.  E por isso, desse estado físico e mental o qual me faz demorar cerca de 2 minutos e 45 segundos para responder uma pergunta simples como: qual é a cor dessa laranja?</p>
<p style="text-align: justify;">Ai, um leitor, entre os que ainda arriscam ler posts dessa coluna, me pergunta. Que bom Rafael, mas o que isso tem a ver com Sustentabilidade ou mesmo com Café? Primeiramente café é o que tem me deixado ao menos em pé. Santa Cafeína. Mas a razão do estado de Zumbi é por um dos grandes problemas das cidades: poluição sonora.</p>
<p style="text-align: justify;">Minha nova casa aqui em Londres fica a cerca de 20 metros de uma avenida bastante movimentada. A qual, pelo meus cálculos ao longo da madrugada, mais pessoas andam de carro a noite do que de dia. E o barulho é constante. O que, claro, não me deixa dormir.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso é um problema que cada vez mais pessoas estão sendo afetadas. Com o aumento no número de carros e o crescimento populacional das cidades, a poluição sonora se tornou a causa de diversos distúrbios, como stress e insônia. Um problema que aparentemente muitos não davam ouvidos, hoje tornou-se um dos grandes males das cidades insustentáveis. E eu virei um Zumbi.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A vida e o suco de laranja</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Sep 2013 08:53:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Morais Chiaravalloti]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[#Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Talvez você também já tenho pensado sobre o sentido da vida. Talvez tenha ficado em dúvida qual é a razão de tudo isso. Ou se a morte é mesmo o fim e o nascimento o começo. Quem sabe tenha, como eu, comparado a vida a um suco de laranja que a gente vai tomando ao [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/09/12317laranja.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-8020" title="12317laranja" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/09/12317laranja-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Talvez você também já tenho pensado sobre o sentido da vida. Talvez tenha ficado em dúvida qual é a razão de tudo isso. Ou se a morte é mesmo o fim e o nascimento o começo. Quem sabe tenha, como eu, comparado a vida a um suco de laranja que a gente vai tomando ao longo dos anos. Para esquecer que um dia o suco acaba criamos objetivos paralelos como procurar gelo, um canudo ou mesmo açúcar para deixar as coisas menos amargas. Tudo isso, meu amigo, garanto que te fez bem. Espero, claro, que não tenha ficado muito triste com essas dúvidas. Elas, com certeza, são fruto de uma melancolia – mas que na minha opinião fazem bem! Elas te mostraram caminhos novos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na vida, a possibilidade de escolha não é inata. Muitas vezes acreditamos que existe apenas um caminho que levará a felicidade. Uma única maneira de pensar. Apenas um lugar para passear. No entanto, quando nos aprofundamos nas coisas, tomamos conhecimento das novidades que surgiram. Buscamos saber de outros lugares que podemos ir passear além de um centro de compras. Criamos uma opção a mais na vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensar no sentido da vida, por isso, faz a gente refletir sobre qual é o nosso papel. Ou se existe um papel. Entender as coisas em escalas de maiores tempo. Por exemplo, é largamente aceito que ser uma pessoa de sucesso é o que podemos pedir de melhor para a nossa vida. Ter sucesso, dinheiro, poder ir viajar para a Europa 2 ou 3 vezes por ano. Comprar os móveis da sua casa em Miami. Realmente não tem nada de mal nisso. São caminhos que muitas pessoas tomam. O que defendo aqui não é dizer que isso é errado. Mas se você pensar na vida, buscar o sentido, compara-la com um suco de laranja, talvez encontre um caminho alternativo. Descubra por exemplo, que sorrir de manha para o seu cachorro seja mais importante – mesmo que ele não entenda. Não sou eu quem devo julgar. Só proponho que pense por cinco minutos no sentido da vida. Se não encontrar nada, quer dizer que está no caminho certo. Pois ai vai começar a enxergar novas escolhas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Levanta Rapaz!</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 07:56:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Morais Chiaravalloti]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[São realmente mais de 7 bilhões de pessoas. Muita gente mesmo. Daqui a pouco serão 9, e você ainda será apenas mais um. Assim, qualquer coisa que você fizer não vai fazer diferença alguma. Se você plantar uma árvore na frente da sua casa não vai trazer nenhum beneficio para o clima. E mesmo que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/04/Sentado-Sofa-vendo-a-vida-passar.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7766" title="Sentado Sofa vendo a vida passar" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/04/Sentado-Sofa-vendo-a-vida-passar-1024x1022.jpg" alt="" width="430" height="429" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">São realmente mais de 7 bilhões de pessoas. Muita gente mesmo. Daqui a pouco serão 9, e você ainda será apenas mais um. Assim, qualquer coisa que você fizer não vai fazer diferença alguma. Se você plantar uma árvore na frente da sua casa não vai trazer nenhum beneficio para o clima. E mesmo que você reúna um grupo de pessoas no seu bairro para discutir cidadania, aquilo será insignificante para a política brasileira. O que você tem de melhor a fazer, então, é ficar sentado no sofá assistindo TV.</p>
<p style="text-align: justify;">Levanta Rapaz! A vida é uma só. Você só faz 20 anos uma vez. Assim como os 30, 40 e 50. A cada minuto que passa, é um minuto a menos para você. A vida é uma contagem regressiva. Ai vai me dizer que ficar sentado é o melhor que você pode fazer. Tudo bem, são 9 bilhões de pessoas. Mas também são mais pessoas que pensam diferente. O grupo que você pode influenciar é maior. Então, se mexa. Lute por aquilo que você acredita. Se você não acredita em nada. Ajude quem acredita. Ou melhor, apenas levante-se. Garanto que você verá as coisas de um jeito muito diferente.</p>
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		<title>Quando Sustentabilidade é diferente de Sustentabilidade!</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Apr 2013 07:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Morais Chiaravalloti]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas Sustentáveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Sustentabilidade basicamente é algo que perdura por longo tempo – infinitamente. Por exemplo, uma relação sustentável é aquela que você e sua companheira(o) irão ficar juntos pelo resto da vida. No entanto, ter uma relação sustentável como a natureza não é necessariamente deixar que ela seja a mesma para todo o sempre. O ambiente é [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sustentabilidade basicamente é algo que perdura por longo tempo – infinitamente. Por exemplo, uma relação sustentável é aquela que você e sua companheira(o) irão ficar juntos pelo resto da vida. No entanto, ter uma relação sustentável como a natureza não é necessariamente deixar que ela seja a mesma para todo o sempre. O ambiente é basicamente um caos e está em constante mudança (sempre gosto de comparar com o meu armário). Hoje um rio pode correr diferente do que corria há 10 anos e minhas meias estarem no lugar das calças. Mas ambos ainda estão lá. Por isso, muitas vezes, se avaliarmos o uso de recursos naturais pela primeira visão de sustentabilidade, quase sempre, iremos encontrar uma relação insustentável. Ou seja, ela não é igual como antes.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ilustrar, imagine que faço uma pesquisa no meu armário olhando a quantidade de meias que tenho na gaveta de meias. Garanto que em uma semana elas irão reduzir pela metade e muitas estarão com apenas um pé. No entanto, isso não significa tenho compulsão por perder as coisas, apenas que na hora que voltei do bar um pouco alegre errei o lugar e as coloquei na parte das calças. No final sempre encontro minhas meias, embora, nunca no lugar que deveriam estar.</p>
<p style="text-align: justify;">O que quero dizer é que quando estamos tratando do uso de recursos de uma pecuária tradicional no Pantanal ou uma comunidade ribeirinha da Amazônia que estão ali há mais de 150 anos, é temerário dizer que apresentam uma relação insustentável. No entanto é o que muitas pessoas têm afirmado. Acontece que essas avalições encontram que a presença deles está modificando a natureza, no entanto, esquecem que tal mudança faz parte da gestão adaptativa dos recursos. O uso de recursos, com certeza, modifica a natureza mas, não necessariamente, a leva para um caminho de destruição. Não é sustentável como o seu casamento (lindo para sempre), mas é sustentável no sentido que a diversidade biológica estará presente. Pensar assim faz muito mais sentido para mim!</p>
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		<title>Quando a ação ambiental é um “Tiro no pé”!</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Mar 2013 06:46:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Morais Chiaravalloti]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[#Diário do Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Existe uma expressão que acredito que vale para muitas ações e atitudes no dia-dia, chamada “Tiro no pé”. Confesso que não sou isento de praticar tal ato comigo mesmo. Algumas escolhas na nossa vida fazem parte desse hall de ações que como um bumerangue voltam na nossa cabeça, e doem bastante. No entanto, algumas ações [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/03/w3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7625" title="w3" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/03/w3-e1363599938636.jpg" alt="" width="403" height="433" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Existe uma expressão que acredito que vale para muitas ações e atitudes no dia-dia, chamada “Tiro no pé”. Confesso que não sou isento de praticar tal ato comigo mesmo. Algumas escolhas na nossa vida fazem parte desse hall de ações que como um bumerangue voltam na nossa cabeça, e doem bastante. No entanto, algumas ações “Tiro no pé” afetam outras pessoas, e claro apenas pioram o problema que estamos querendo resolver.</p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo desse tipo de açõe está diretamente ligado a questão ambiental. A lógica que muitas pessoas utilizam é simples: as áreas naturais estão sofrendo severos impactos ambientais, assim criam uma maneira de eliminar todos os focos de impactos ambientais naquela região, o que significa muitas vezes retirar comunidades tradicionais daquela região e criar, por exemplo, uma área protegida. Ótimo certo? Salvou uma área que estava ameaçada, parabéns garoto!</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, aquelas comunidades que estavam vivendo ali irão morar na cidade mais próxima. Mesmo que recebam indenização, elas jamais foram treinadas para ter um “espírito empreendedor”, por isso, sem apoio, provavelmente irão morar nas regiões pobres da cidade. É importante enfatizar que apenas dar dinheiro para essas pessoas é o mesmo que dar um arco e algumas flechas para o Eike Batista e dizer que isso é tudo que ele precisa para sobreviver entre os pigmeus. Mesmo com seu espirito empreendedor, nosso amigo Eike não irá muito longe.</p>
<p style="text-align: justify;">No fim, aquelas famílias deslocadas irão utilizar muito mais recursos naturais como água e energia. Nesse momento que aquele que criou o parque recebe o tal “Tiro no pé”, porque como irá aumentar o consumo de recursos, as pressões ambientais dentro daquela área protegida serão muito maiores. Por exemplo, será necessário criar uma barragem para suprir a demanda de energia. É isso ai garotão, não vale reclamar depois.</p>
<p style="text-align: justify;">Soma-se que hoje existem muitos artigos científicos mostrando que comunidades tradicionais em áreas naturais, com incentivos corretos, podem até promover a biodiversidade. Antes de dar um “tiro no pé” vale a pena dar uma atualizada nas descobertas científicas.</p>
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