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	<title>Diário do Verde &#187; Luiz Felipe da Cunha Chacon</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Dia da Mata Atlântica</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2015 12:43:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia de hoje, 27 de maio, comemoramos o Dia da Mata Atlântica. Quando pensamos em Mata Atlântica, o que vem à cabeça? Que tipo de paisagem imaginamos? Será que nossas ideias sobre a Mata Atlântica correspondem à realidade? Parece que basicamente a Mata Atlântica é associada à presença de grandes árvores em uma mata escura e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 12pt">No dia de hoje, 27 de maio, comemoramos o Dia da Mata Atlântica.</span></p>
<p>Quando pensamos em Mata Atlântica, o que vem à cabeça? Que tipo de paisagem imaginamos? Será que nossas ideias sobre a Mata Atlântica correspondem à realidade?</p>
<p>Parece que basicamente a Mata Atlântica é associada à presença de grandes árvores em uma mata escura e fechada, o que não está errado e faz todo o sentido. De fato, essas características realmente representam esse importante bioma em sua paisagem natural. Mas o que mais ela representa pra nós? Será que ela está assim tão &#8220;distante&#8221; de nós?</p>
<p>Podemos dizer que o bioma Mata Atlântica é mais do que essa descrição inicial e, além disso, representa pra nós uma importância também mais abrangente. Na verdade trata-se de uma floresta que abrange 17 estados brasileiros e, nas regiões sudeste e sul, chegam até mesmo a atingir a Argentina e o Paraguai.</p>
<p>A Mata Atlântica é tão abrangente e diversificada assim porque corresponde a um conjunto de formações florestais: são florestas dos tipos Ombrófila Densa, Ombrófila Mista, Estacional Semidecidual, Estacional Decidual e Ombrófila Aberta. Se fizermos uma breve pesquisa sobre cada tipo de floresta, podemos conhecer as diferenças.</p>
<p>E realmente não se trata de um lugar &#8220;apenas&#8221; de mata fechada como imaginamos, com grandes árvores e que importa apenas para as plantas e animais que neste ambiente vivem. Ela é um tipo de floresta que, além de contar com uma biodiversidade extremamente rica de flora e fauna, estão presentes também outros importantes elementos naturais e que são importantes para todos nós. Aliás, é na Mata Atlântica que se encontra, por exemplo, um dos maiores aquíferos do mundo: o Aquífero Guarani.</p>
<p>Esse conjunto de elementos naturais dão toda a beleza para o tipo de bioma do qual estamos falando e, já que citamos a presença da água, vale lembrar também a importância que existe neste sentido. Embora nos dias de hoje estejam preservadas apenas cerca de 7% da cobertura vegetal, além das águas subterrâneas a Mata Atlântica guarda importante umidade para regulação do clima no próprio local e também em ambientes mais distantes, contribuindo com a formação de nuvens e consequente presença de chuvas em diversos locais.</p>
<p>Nesta época em que vivemos e que já sabemos sobre a importância da preservação da natureza como um todo, importa-nos preservar cada vez mais considerando também os detalhes de cada tipo de bioma, incluindo este que traz uma enorme biodiversidade de plantas e animais.</p>
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		<title>Bom dia! Vai um cafezinho?</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2015 10:24:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[acordar]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
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		<category><![CDATA[coffea]]></category>

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		<description><![CDATA[“Que haja tempo sempre para um cafezinho&#8230; apesar do tempo, apesar da espera, apesar de tudo&#8230;” &#8211; Taty Cavequia Mais um dia começando nesta primeira quarta-feira de maio de 2015. Um novo início também para a coluna Eco Insight do Diário do Verde, já que o blog passou por mudanças profundas de design – agora [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_10429" style="width: 555px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-10429" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2015/05/cafe.jpg" alt="Cafeeiro (Coffea sp.)" width="545" height="413" /><p class="wp-caption-text">Cafeeiro (Coffea sp.)</p></div>
<p style="text-align: center"><em><span style="font-size: 12pt"><strong>“Que haja tempo sempre para um cafezinho&#8230; apesar do tempo, apesar da espera, apesar de tudo&#8230;”</strong></span></em></p>
<p style="text-align: right"><em><span style="font-size: 12pt"><strong>&#8211; Taty Cavequia</strong></span></em></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 12pt">Mais um dia começando nesta primeira quarta-feira de maio de 2015. Um novo início também para a coluna Eco Insight do Diário do Verde, já que o blog passou por mudanças profundas de design – agora mais bonito e moderno.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 12pt">Nem sempre é fácil avançar para algo novo, mesmo quando se trata apenas de mais uma etapa, mais um passo daquilo que já existe. Mais difícil ainda pode ser trabalhar com um assunto totalmente diferente do que já aconteceu no passado, sem alguma referência. Mas esse não é o caso daquilo que chamamos de “dia-a-dia”: a correria diária da qual participamos, seja indo e vindo da escola, do trabalho ou da onde for&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 12pt">Acho que a maioria das pessoas que está lendo esse texto, quando acorda, independente se vai ou não seguir uma rotina ao longo do dia, toma seu café da manhã em casa para depois iniciar outras atividades. Assim o café da manhã, e não só ele como também os cafezinhos ao longo do dia, acaba fazendo parte da vida de muita gente.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 12pt">Embora muitos o tenham substituído pelo chá ou outras bebidas, o café está entre as principais bebidas consumidas pelos brasileiros e sua origem se deu na Etiópia quando, segundo a lenda, foi descoberto por um pastor que observou suas cabras mais agitadas após a ingestão das folhas e frutos do cafeeiro – igual a este que vemos na foto desta publicação.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 12pt">Dentre as substâncias presentes no cafeeiro, a cafeína é uma delas e funciona como estimulante, agindo também como pesticida natural para afastar diversos insetos. Em uma xícara média de café estão presentes cerca de 100 mg de cafeína, o que corresponde a uma quantidade maior do que existe em outras bebidas como chás e refrigerantes.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 12pt">Apesar do alto consumo de café por parte do mundo, são nos países tropicais que o cafeeiro tem bom desenvolvimento e é largamente cultivado, sendo o Brasil o maior exportador.</span><br />
<span style="font-size: 12pt">Mas vamos tomar cuidado! Apesar de ser bastante utilizado como estimulante, o alto consumo de café também pode ocasionar dores de cabeça e irritabilidade!</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 12pt">Vai um cafezinho para acordar?</span></p>
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		<title>Uma maçã para várias ideias</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2015 06:04:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Se você tem uma maçã e eu tenho uma maçã e nós trocamos as maçãs, então cada um terá sua maçã. Mas se você tem uma ideia e eu tenho uma ideia e nós trocamos essas ideias, então cada um terá duas idéias&#8221;. &#8211; George Bernard Shaw. A imagem de hoje, desta primeira publicação do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong><em><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">&#8220;Se você tem uma maçã e eu tenho uma maçã e nós trocamos as maçãs, então cada um terá sua maçã. Mas se você tem uma ideia e eu tenho uma ideia e nós trocamos essas ideias, então cada um terá duas idéias&#8221;.</span></em></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">&#8211; George Bernard Shaw.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">A imagem de hoje, desta primeira publicação do ano da coluna “Eco Insight”, não apresenta nada mais, nada menos, do que uma maçã. Isso mesmo: 01 maçã (em numeral mesmo, para ressaltar a singela quantidade). Mas se você olhar para esta maçã e se outras pessoas também decidirem olhar para esta mesma maçã, nós poderemos ter muitas pessoas olhando para esta maçã, ao mesmo tempo ou não, e isso não será um problema – nem para cada um de nós e nem para a maçã. O conflito pode ocorrer, talvez, quando não respeitamos a individualidade de cada um e decidimos contestar a maneira pela qual o outro se expressa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Mas não acredito que esse conflito seja algo negativo. As ideias são individuais, nós sabemos, e por isso cada pessoa pode ter uma interpretação diferente sobre um determinado texto, sobre uma imagem e até sobre uma maçã – seja ela verde ou vermelha, não importa neste caso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Se pararmos e ouvirmos a opinião do outro, como sinal de respeito à sua individualidade, talvez possamos ao menos entender o motivo pelo qual a pessoa pensa daquela forma, e podemos compartilhar da mesma ideia ou não.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Compartilhar! Eis a palavra chave, que está na moda (nas redes sociais), e que está subentendida nas palavras expressas pelo autor do texto inicial, que destaquei em negrito e entre aspas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Dividir as ideias, no sentido de compartilhar, é uma soma para todos! Todos nós tomamos conhecimento do que está sendo compartilhado, e podemos tomar posse (aceitar) ou não. Igualzinho no facebook.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Mas, além das ideias, sobre tudo nós podemos compartilhar também as informações menos abstratas e que dá menos margens para contestações. Podemos dizer, por exemplo, que a maçã é o fruto da macieira, que é originária da Ásia Ocidental. Eis uma informação mais técnica e que pode até ser questionada, mas não se trata de uma ideia totalmente individual, pois advém de uma fonte de informação mais científica e não pessoal.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Rica em vitaminas, como por exemplo, B1 e B2, a maçã também possui fósforo, ferro e traz benefícios para o coração devido à quantidade de potássio e outras substâncias que impedem a formação de gordura por dentro das artérias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">Pertencendo à família Rosaceae, assim como a framboesa, o pêssego, o damasco, a cereja e outras frutas, há diversas espécies de macieiras, que necessitam de um clima frio para florescer.</span></p>
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		<title>Mais água, por favor!</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Mar 2014 11:47:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[chuva]]></category>
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		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegamos ao mês de março, quando se comemora o Dia Mundial da Água. O verão está quase terminando e, pelo menos em São Paulo, não tivemos muita chuva nesse ano. As notícias que temos escutado é que os níveis dos reservatórios de água têm diminuído, quando deveria aumentar neste período. Um desses reservatórios é o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">Chegamos ao mês de março, quando se comemora o Dia Mundial da Água.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">O verão está quase terminando e, pelo menos em São Paulo, não tivemos muita chuva nesse ano. As notícias que temos escutado é que os níveis dos reservatórios de água têm diminuído, quando deveria aumentar neste período.</span><br />
<span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Um desses reservatórios é o do Sistema Cantareira, que abastece quase 10 milhões de habitantes da Grande São Paulo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Foi a ONU (Organização das Nações Unidas) que criou o Dia Mundial da Água em 22 de março de 1992. Desde então o dia 22 de março é comemorado dessa forma, com a ideia de proporcionar um momento de reflexão sobre esse importante recurso natural tão abundante no nosso planeta e, ao mesmo tempo, tão impróprio para consumo!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Ocorre que, assim como o nosso corpo, o Planeta Terra é composto aproximadamente 70% de água. Sim, mais da metade! No entanto, apenas cerca de 0,008% é potável, ou seja: própria para o consumo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Temos um mar de água ao nosso redor, e ainda nos falta água!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">A imagem deste artigo foi feita em janeiro deste ano de 2014 e mostra a Praia da Juréia, em São Sebastião, localizada no Litoral Norte de São Paulo. O local, se visitado novamente, apresentará o mesmo cenário: muita água, mas imprópria para consumo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">As dificuldades permite ao ser humano o desenvolvimento de sua inteligência, e nisso está relacionado o desenvolvimento de novas tecnologias. Assim a ciência deve caminhar junto com a humanidade e suas necessidades.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Uma das soluções encontradas e relacionadas ao uso da água do mar é a dessalinização da água, que consiste na retirada de sais e outros minerais da água.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Essa técnica foi bastante desenvolvida no Oriente Médio, onde a falta de água para consumo é grande. No entanto, trata-se ainda de um processo caro por ser muito específico e fazer uso de muita energia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Nós, seres humanos, estamos sempre querendo mais e mais! Sentimo-nos no direito de exigir e intervir com grande força na natureza, sendo que muitas coisas simplesmente já existem no ritmo certo. A própria dessalinização é natural: ocorre normalmente no processo de evaporação dos mares, quando a água é evaporada e os sais permanecem onde estão. Assim, essa água evaporada volta à terra em forma de chuvas para alimentar os rios, lagos e outros corpos d’água.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Chegamos em outra questão importante e que também é objeto de reflexão não apenas no dia ou no mês em que se comemora a água, mas sempre: a preservação dos rios e outros reservatórios de água doce!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Não precisaríamos nos preocupar tanto em tirar o sal do mar, se tivéssemos os rios e lagos limpos!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Todas essas questões devem ser discutidas, como propõe a ONU. Mas nesse período, e também no ano inteiro, devemos parar um pouco para refletir sobre o uso consciente da água em nosso dia-a-dia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Vamos refletir!</span></p>
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		<title>João-de-barro na cidade</title>
		<link>http://diariodoverde.com/joao-de-barro-na-cidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Feb 2014 11:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[joão-de-barro; barro; cidade]]></category>
		<category><![CDATA[ninho; canto]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto enviada por Gabriel Sangioratto Nesta semana recebi a foto desse joão-de-barro (Furnarius rufus), enviada pelo amigo Gabriel Sangioratto. O Gabriel havia comentado, dias antes, sobre esse pássaro que sempre canta perto da casa dele e que ele acha engraçado, mas que ele não sabia o nome. Quando o Gabriel disse que o canto parecia [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Foto enviada por Gabriel Sangioratto</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Nesta semana recebi a foto desse joão-de-barro (Furnarius rufus), enviada pelo amigo Gabriel Sangioratto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">O Gabriel havia comentado, dias antes, sobre esse pássaro que sempre canta perto da casa dele e que ele acha engraçado, mas que ele não sabia o nome.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Quando o Gabriel disse que o canto parecia uma “risadinha”, fiquei curioso. Mas no momento não imaginei o joão-de-barro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Quando ele disse que era um pouco maior que o bem-te-vi, mas que era marrom, pensei em alguma espécie de sabiá. Os sabiás tem sido bastante frequentes nas cidades!</span><br />
<span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Mas o Gabriel tem toda razão: o joão-de-barro também se adaptou bem nas praças e parques das grandes cidades e seu canto parece uma risada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Conhecido pelo seu ninho fechado e de barro em formato de forno, o joão-de-barro passa grande parte do tempo no solo, caçando pequenos insetos, larvas e aranhas que lhe servem de alimento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">A existência de jardins e outras áreas verdes nas grandes cidades é muito importante para essa ave que, além de precisar se alimentar como as outras, visita o solo também em busca de material para construir seu ninho de barro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Outra curiosidade é que, depois de abandonados, os ninhos de joão-de-barro são usados por outras aves. Isso é bastante comum na natureza, onde é importante saber aproveitar o máximo possível dos recursos que existem. Fica a dica para a gente!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Gostei do espírito de investigação do Gabriel em querer saber que ave era essa. Parabéns, Gabriel, pelo seu carinho pelo verde e por saber apreciar a natureza em seus detalhes!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Parabéns também por suas palavras escritas no facebook, depois de compartilhar a foto comigo:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/02/post-joao-de-barro-no-face.jpg"><img title="post joao de barro no face" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/02/post-joao-de-barro-no-face.jpg" alt="" width="511" height="775" /></a></p>
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		<title>Capim no meio do caminho</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Feb 2014 15:42:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A velha ponte &#8211; No pó ajuntado entre as tábuas, brota o capim.&#8221; &#8211; Paulo Franchetti Quem nunca esteve andando por aí e encontrou, no canto de uma caçada, aquele “matinho” tentando crescer? E em cima daquele muro? E no telhado daquela casa que nunca ninguém costuma subir? É, eu já vi também&#8230; Já vi [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8355" title="2014-01-26 14.49.12" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/02/2014-01-26-14.49.12.jpg" alt="" width="545" height="409" /></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">&#8220;A velha ponte &#8211; No pó ajuntado entre as tábuas, brota o capim.&#8221;</span></strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">&#8211; Paulo Franchetti</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Quem nunca esteve andando por aí e encontrou, no canto de uma caçada, aquele “matinho” tentando crescer? E em cima daquele muro? E no telhado daquela casa que nunca ninguém costuma subir? É, eu já vi também&#8230; Já vi até na fiação da rede elétrica!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Ninguém sobe no telhado e talvez ninguém se importe muito com essas plantas que crescem “sozinhas”, mas há algum motivo para estarem lá! Isso é certo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Alguns podem se incomodar com isso; outros enxergam alguma beleza.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Há pouco mais de três semanas me deparei com a ponte desta publicação. Tirei a foto e nela enxergamos primeiramente a ponte, é claro! Isso porque a ponte é o objeto da foto. Se buscarmos algo além, provavelmente focaremos a atenção no ambiente que está do outro lado da ponte depois de atravessá-la. Mas isso antes de falar das plantas e capins que brotam, como diz a frase do autor Paulo Franchetti.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Depois de falar desses crescimentos espontâneos, naturalmente passamos a reparar nesses detalhes. Passamos a reparar no além do essencial e que nem por isso é menos importante.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Vemos, na imagem, a vegetação presente nos dois lados e também entre as duas tábuas principais da ponte.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Mas, como é que essas plantas vão parar nesses lugares?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">A resposta é simples: muitas espécies são facilmente dispersadas pelo vento. As sementes voam até serem depositadas nesses locais e, se a espécie não é muito “exigente”, brota facilmente mesmo sem tantas condições.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Como sabemos, as aves também possuem uma grande contribuição para a dispersão das sementes, que são ingeridas durante a alimentação e depois liberadas para germinação.</span></p>
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		<title>Mais atenção e menos sono!</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jan 2014 08:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[acordar]]></category>
		<category><![CDATA[atenção]]></category>
		<category><![CDATA[athene]]></category>
		<category><![CDATA[buraco]]></category>
		<category><![CDATA[buraqueira]]></category>
		<category><![CDATA[Corujas]]></category>
		<category><![CDATA[cunicularia]]></category>
		<category><![CDATA[dia]]></category>
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		<category><![CDATA[serviço]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Num durmo em serviço, durmo o equivalente às corujas&#8220;. &#8211; Bindes, Fá &#8211; Sonequinha Já comentamos, na semana passada através do texto “Sinal Verde”, o quanto somos receptivos ao meio em que vivemos e o quanto é importante estarmos atentos aos acontecimentos para que possamos tomar as atitudes corretas nos momentos corretos. Essa relação com [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8257" title="2014-01-26 12.59.56" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/01/2014-01-26-12.59.56.jpg" alt="" width="545" height="409" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: small;">&#8220;<em><strong>Num durmo em serviço, durmo o equivalente às corujas</strong></em>&#8220;.</span></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">&#8211; Bindes, Fá &#8211; Sonequinha</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Já comentamos, na semana passada através do texto “<strong><a title="Sinal Verde" href="http://www.diariodoverde.com/sinal-verde/" target="_blank">Sinal Verde</a></strong>”, o quanto somos receptivos ao meio em que vivemos e o quanto é importante estarmos atentos aos acontecimentos para que possamos tomar as atitudes corretas nos momentos corretos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Essa relação com o próprio meio é extremamente importante, pois de fato fazemos parte dele e precisamos interagir em harmonia, “dançar conforme a música”!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Dormir no serviço pode ser uma atitude muito infeliz. Sim, eu sei que você pode ter sono depois do almoço e, o pior: o sono pode ser algo que lhe acompanha desde o primeiro minuto do seu dia. Eu confesso que eu não costumo ter esse problema, mas é claro que já tive.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">A recomendação que faço é dormir cedo. Por mais que às vezes nos faltam horas no dia para cumprirmos todas as tarefas com as quais nos comprometemos, é importante dormir bem e o suficiente para acordarmos disposto no dia seguinte. Podemos fazer como as corujas, que são extremamente atentas ao ambiente e dormem bem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Como as corujas? Mas eu trabalho e faço as minhas coisas de dia! Preciso dormir à noite!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Calma, calma&#8230; E ainda uma vez: calma! É pra ficar atento, mas também é importante manter a calma.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Estou me referindo às corujas que fotografei no último domingo, 26/01, no Litoral Norte de São Paulo. A imagem deste artigo mostra que está de dia e essas aves se encontram acordadas, com os olhos bem abertos. E que belos olhos!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Essa espécie de coruja, meu povo, possui hábito diurno!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Você sabia que existiam corujas diurnas?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">É chamada Coruja-buraqueira e seu nome científico é <em>Athene cunicularia</em>. Certa vez eu filmei o comportamento dessa espécie e compartilhei no texto “<strong><a title="Não pise na grama" href="http://www.diariodoverde.com/nao-pise-na-grama/" target="_blank">Não pise na grama</a></strong>”. Dá pra entender perfeitamente o porquê do nome “buraqueira”: embora prefira encontrar buracos prontos, essa coruja cava buracos na terra com os próprios pés e bico para confeccionar sua toca, que lhe serve como abrigo durante o sol forte do meio-dia, dentre outras utilidades.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Mas falar de tocas de corujas pode dar um bom papo! Melhor não nos estendermos muito por aqui para não dar sono. Por hoje e apenas por enquanto, é isso! Semana que vem tem mais&#8230; Fiquem atentos e acordados! Não podemos dormir no ponto&#8230;</span></p>
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		<title>Sinal verde</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jan 2014 08:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;É preciso escolher um caminho que não tenha fim, mas, ainda assim, caminhar sempre na expectativa de encontrá-lo&#8221;. &#8211; Geraldo Magela Amaral O dia começa e, mais uma vez, temos muitas tarefas para cumprir. Não importa como seja a vida de cada um de nós: todos temos muito que fazer, mesmo que não saibamos exatamente [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8213" title="Yellow Signal Light" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2014/01/sinal-verde.jpg" alt="" width="545" height="363" /></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">&#8220;É preciso escolher um caminho que não tenha fim, mas, ainda assim, </span></strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">caminhar sempre na expectativa de encontrá-lo&#8221;.</span></strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">&#8211; Geraldo Magela Amaral</span></strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">O dia começa e, mais uma vez, temos muitas tarefas para cumprir. Não importa como seja a vida de cada um de nós: todos temos muito que fazer, mesmo que não saibamos exatamente o que vem pela frente. O que ocorre é que, mesmo sem perceber ou sem querer tomar alguma atitude, somos naturalmente muito receptivos ao que nos acontece no meio físico. Nosso corpo está preparado para sentir calor, sentir frio, sentir medo e, enfim, reagir a outros sentimentos e até mesmo aos estímulos mentais: de acordo também com nossos pensamentos, respondemos pelos momentos que vão acontecendo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Um rato que está caminhando tranquilamente por uma plantação de milho, por exemplo, pode ter o objetivo específico e pré-determinado de encontrar grãos que estejam maduros e lhe sirvam de alimento. Mas certamente, se uma cobra surgir em seu caminho, sua reação mudará: da tranquilidade e busca pelo alimento ele se sentirá ameaçado através de seu instinto, seu corpo produzirá hormônios como adrenalina para que seus músculos fiquem preparados o suficiente para&#8230; Huuum&#8230; Adivinhem! Para correr, é claro!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Acordamos em um novo dia e, como de costume, já passamos a fazer várias coisas “ao mesmo tempo”. E, enquanto levantamos da cama, escolhemos a roupa, tomamos o café da manhã e tudo mais, novos pensamentos parecem brotar na mesma velocidade ou até mais rápidos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Tudo isso faz parte e é assim que devemos mesmo seguir em frente: preparados para cada acontecimento que nos exige alguma resposta.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Encontrei na Internet a frase em destaque deste artigo, achei interessante e por isso resolvi compartilhá-la aqui, neste novo reinício. Sim, trata-se de um reinício não apenas porque começamos um novo ano: mas porque a equipe do Diário do Verde estava em recesso e estamos retomando as atividades nesta semana.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Os textos aqui, como vocês sabem, costumam ser muito variados e descontraídos. Às vezes não tão formais, mas sempre produzindo alguma reflexão sobre a natureza, sobre o meio em que vivemos, enfim&#8230; Sobre a própria vida!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Esse momento de reinício é também um estímulo para inspirar novas palavras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: verdana, geneva;">Vamos em frente com muito cuidado, responsabilidade e, como o rato da plantação de milho, muito atentos a cada instante. Vamos seguir também com esperança porque o sinal está verde novam</span><span style="font-family: verdana, geneva;"><span style="font-family: verdana, geneva;">ente!</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva;">Um ótimo ano a todos!</span></p>
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		<title>Dia Mundial do Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2013 08:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[cidade]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[sobrevivência]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[verde]]></category>

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		<description><![CDATA[“A sobrevivência de um organismo depende da sobrevivência de um outro”. &#8211; Charles Darwin Comemoramos hoje o Dia Mundial do Meio Ambiente! Como já foi comentado, o “Meio Ambiente” não se restringe aos ambientes que hoje consideramos “naturais”, mas a tudo o que está ao nosso redor. Frequentemente relacionamos meio ambiente às zonas de florestas, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7863" title="087" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/06/087.jpg" alt="" width="545" height="409" /></span></p>
<p align="center"><em><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><strong>“A sobrevivência de um organismo depende da sobrevivência de um outro”.</strong></span></em></p>
<p style="text-align: right;"><em><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><strong>&#8211; Charles Darwin</strong></span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Comemoramos hoje o Dia Mundial do Meio Ambiente!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Como já foi comentado, o “Meio Ambiente” não se restringe aos ambientes que hoje consideramos “naturais”, mas a tudo o que está ao nosso redor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Frequentemente relacionamos meio ambiente às zonas de florestas, onde o verde predomina e há poucas ações humanas. Vemos também como meio ambiente as zonas rurais onde também há predomínio de elementos naturais, e passamos a desconsiderar as grandes cidades e as intervenções humanas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Mas não há também nisso, como em tudo, a presença de elementos naturais?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">O que acontece é que precisamos sim resgatar esses ambientes naturais e suas essências, preservando as características individuais de cada local e, assim, mantendo a biodiversidade que deve existir em nosso mundo, pois, como diz a mensagem em destaque, as formas de vida dependem umas das outras. Assim devemos preservar os ambientes de mata atlântica, cerrado, caatinga, manguezais, oceanos e todos os outros meios de vida que porventura existam sobre a face da Terra – incluindo aqueles ainda desconhecidos pelo homem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Não devemos descartar a importância também dos meios urbanos enquanto produto do ser humano, que também pertence à natureza, desde que esse novo ambiente não prejudique os demais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">E é nesse ponto que entramos em conflito, pois as cidades vem crescendo cada vez mais e destruindo as áreas verdes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Um erro humano? Ou o destino já determinado para o planeta Terra, sem que possamos intervir? É irônico pensar que não podemos interver no próprio crescimento populacional e das cidades!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Essa questão pode dar muita discussão e são muitas as diferentes opiniões. Mas, uma coisa já é certa: precisa haver o equilíbrio para o “viver mais sustentável”, pois embora as cidades estejam aí presentes e fazem parte do nosso meio ambiente e do desenvolvimento, do nosso dia-a-dia, precisamos sim do verde para viver, pois todo o nosso organismo pertence à natureza primitiva.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Oxigênio para respirar, comida para alimentar, água para beber e tantas outras coisas precisam existir nas grandes cidades! As indústrias não podem produzir o que precisamos, sem a matéria prima que vem da natureza.</span></p>
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		<title>Dois Patinhos na Lagoa</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 07:20:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Felipe da Cunha Chacon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco Insight]]></category>
		<category><![CDATA[22]]></category>
		<category><![CDATA[austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[casal]]></category>
		<category><![CDATA[Cisne]]></category>
		<category><![CDATA[dois]]></category>
		<category><![CDATA[lagoa]]></category>
		<category><![CDATA[paitnhos]]></category>
		<category><![CDATA[Pato]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução]]></category>

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		<description><![CDATA[O dia de hoje pode representar dois patinhos na lagoa. Sim, porque, se pararmos para lembrar, a expressão “dois patinhos na lagoa” representa o número 22. A foto não foi feita em um dia 22 e, se observarmos bem, na verdade os cisnes não estão na posição correta do número 22. Mas qual a importância [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7834" title="Foto0031" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2013/05/Foto0031.jpg" alt="" width="545" height="409" /></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">O dia de hoje pode representar dois patinhos na lagoa. Sim, porque, se pararmos para lembrar, a expressão “dois patinhos na lagoa” representa o número 22.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">A foto não foi feita em um dia 22 e, se observarmos bem, na verdade os cisnes não estão na posição correta do número 22. Mas qual a importância disso pra hoje?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">O que quero representar com essa imagem no dia de hoje, que fotografei há pouco tempo, não é apenas “dois patinhos na lagoa” e, por isso, essa questão não tem tanta importância. Com essa foto quero apenas lembrar o Dia Internacional da Diversidade Biológica!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Você sabia desse dia?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Os cisnes da foto são da espécie <em>Cygnus atratus</em> e são chamados de Cisnes-negros. São aves aquáticas, assim como outros cisnes, patos e gansos da família Anatidae. Essa espécie é originária da Austrália, mas também é muito presente na Tasmânia e Nova Zelândia, embora tenham sido introduzida em outros locais do mundo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: small;">Leia também: <a href="http://www.universodasaves.com.br/ManualCriacaoCisneNegro.pdf" target="_blank">A magia e o encanto do Cisne Negro</a>.</span></p>
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