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	<title>Diário do Verde &#187; Luisa Crup Haddad</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>O verde otário &#8211; O que o suicídio de uns chineses tem a ver com você?</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 09:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luisa Crup Haddad]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[E começamos mais um ano! Um ano de muitas expectativas, de muitos acontecimentos por vir, e tomara, um ano de muito verde, afinal&#8230; já passou da hora de (eu) ganhar a Mega Sena da Virada (Piadas horríveis no começo do ano atraem boas energias, aponta estudo). Queria começar o ano falando de um vídeo curioso [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">E começamos mais um ano! Um ano de muitas expectativas, de muitos <a href="http://www.onu.org.br/rio20/" target="_blank">acontecimentos por vir</a>, e tomara, um ano de muito verde, afinal&#8230; já passou da hora de (eu) ganhar a Mega Sena da Virada (Piadas horríveis no começo do ano atraem boas energias, aponta estudo).</p>
<p style="text-align: justify;">Queria começar o ano falando de um vídeo curioso que está circulando por aí&#8230;</p>
<p>[youtube http://www.youtube.com/watch?v=uwyam4y_84E&amp;w=580&amp;h=326]</p>
<p style="text-align: justify;">O vídeo trata de algumas questões chave, como optar por <a href="http://www.diariodoverde.com/escolhas-sustentaveis/" target="_blank">escolhas sustentáveis</a>, o uso de sacolas plásticas, e principalmente – <strong>a sua responsabilidade por cada produto que você consome.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em discussões com amigos, costumo escutar que a responsabilidade de ser uma empresa consciente, que não polui, que não contrata (isso quando contrata) funcionários por um salário ridículo, que não usa materiais tóxicos/poluentes em sua produção, que respeita o consumidor, enfim&#8230; escuto que qualquer tipo de Responsabilidade Social e Ambiental é puramente responsabilidade da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabemos que hoje é muito difícil saber a procedência de tudo que nós consumimos, mas de algumas coisas a gente tem acesso simplesmente olhando a etiqueta, e em muitos casos sim, <strong>nós temos escolha</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O vídeo merece o meu respeito por que coloca a seguinte questão: <strong>&#8211; não precisava! </strong>Realmente, na situação das ecobags, não precisava. E em várias outras ocasiões das nossas vidas também não. Em alguns casos nós ficamos sem opção, sem informação disponível ou impossibilitados de comprar um produto mais sustentável por questões financeiras, mas quando a informação está <a href="//www.coletivoverde.com.br/zara-trabalho-escravo/" target="_blank">disponível</a>,  e mesmo assim você opta por um produto “manchado” em seu processo produtivo você não é um monstro que vai queimar no mármore do inferno, <strong>mas é sim responsável por financiar este tipo de prática.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As empresas têm uma lógica de receita. Se as vendas caem quando sai na mídia uma notícia como <a href="http://br.noticias.yahoo.com/300-oper%C3%A1rios-foxconn-amea%C3%A7am-se-suicidar-caso-recebam-164412059.html" target="_blank">essa</a>*, com práticas lamentáveis, elas tomam uma atitude. Como eu ouvi uma vez, as empresas investem em sustentabilidade por 3 motivos: por amor, pela dor ou pela inteligência.</p>
<p style="text-align: justify;">Para as que não optam pelo amor e nem pela inteligência, deixe que percebam pela dor. Seja mais verde e ao menos tente ser menos otário, não financie esse tipo de produto.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/01/Verde-Otario.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-6031" title="Verde Otário" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2012/01/Verde-Otario.png" alt="Verde Otário" width="580" height="312" /></a></p>
<p style="text-align: right;">*Para saber a relação da Foxconn com você, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Foxconn" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Luisa Haddad, bióloga.<br />
Site: <a href="http://www.diariodoverde.com/cafe-com-sustentabilidade/">Café com Sustentabilidade</a><br />
E-mail: lu.haddad@yahoo.com.br<br />
Twitter: @<a href="http://twitter.com/bioluisa">bioluisa</a></p>
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		<title>A sustentabilidade e os aviõezinhos do Silvio Santos</title>
		<link>http://diariodoverde.com/a-sustentabilidade-e-os-avioezinhos-de-dinheiro-do-silvio-santos/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/a-sustentabilidade-e-os-avioezinhos-de-dinheiro-do-silvio-santos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 08:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luisa Crup Haddad]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[desafios]]></category>
		<category><![CDATA[Filantropia]]></category>
		<category><![CDATA[greenwashing]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos vivendo um momento em que a sustentabilidade assume o seu principal papel: fazer com que as empresas comecem a sair da filantropia e despertem para pensar em soluções para o seu negócio. Mas, como assim? Assim como cada um de nós tem um impacto no planeta, em alta com as calculadoras de pegada ecológica, as [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-5780" href="http://www.diariodoverde.com/a-sustentabilidade-e-os-avioezinhos-de-dinheiro-do-silvio-santos/silvio_santos_2/"><img class="aligncenter size-full wp-image-5780" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/12/silvio_santos_2.jpg" alt="" width="400" height="267" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Estamos vivendo um momento em que a sustentabilidade assume o seu principal papel: fazer com que as empresas comecem a sair da filantropia e despertem para pensar em soluções para o seu negócio.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Mas, como assim?</strong></p>
<p style="text-align: justify">Assim como cada um de nós tem um impacto no planeta, em alta com as calculadoras de <a href="http://www.pegadaecologica.org.br/" target="_blank">pegada ecológica</a>, as empresas também têm os seus. O que acontece é que muitas vezes, o impacto que uma empresa causa fica ofuscado por investimentos que a empresa faz em ONGs, principalmente em projetos socioambientais.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>E o que tem de errado com isso?</strong></p>
<p style="text-align: justify">De errado, não tem nada. Assim como não tem nada de sustentável. Investimento por investimento não basta, não é suficiente. Na ótica da sustentabilidade, de que adianta você desmatar todo o cerrado, ou extrair todo um minério de uma mina e financiar o Projeto Tamar? É uma esquizofrenia que tem por trás uma luta desesperada pela imagem de bom moço.</p>
<p style="text-align: justify">Não podemos mais nos deixar influenciar apenas por boas ações de empresas que financiam milhões em projetos socioambientais mas que não olham para o seu processo produtivo e nem para o local onde estão inseridas. Muitas vezes, esses milhões representam 2% ou 3% do lucro total que essa empresa ganha em cima dos nossos recursos, sejam eles naturais ou humanos, e que não estão sendo destinados para o impacto real que essa empresa está causando&#8230;</p>
<p style="text-align: justify">Então, quando você olhar as propagandas nas mídias sobre as tão responsáveis eco-empresas, procurem sempre saber o que realmente essa empresa está fazendo para tornar o setor onde atua mais sustentável.</p>
<blockquote><p><strong>Qual solução essa empresa está apresentando aos desafios globais da sustentabilidade?</strong></p></blockquote>
<p style="text-align: justify">Não seja mais uma vítima de <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Greenwashing" target="_blank">greenwashing</a></em>, seja consciente e cobre essa consciência. O seu voto é a sua liberdade de escolha. Invista nas empresas que você acredita!</p>
<p style="text-align: justify">Afinal, você ainda não é o Silvio Santos para sair distribuindo aviõezinhos de dinheiro por aí&#8230;</p>
<p style="text-align: justify">
<p>Luisa Haddad, bióloga.</p>
<p>Site: <a href="http://www.diariodoverde.com/cafe-com-sustentabilidade/">Café com Sustentabilidade</a></p>
<p>E.mail: lu.haddad@yahoo.com.br</p>
<p>Twitter: @<a href="http://twitter.com/bioluisa">bioluisa</a></p>
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		<title>Da lama ao caos!</title>
		<link>http://diariodoverde.com/da-lama-ao-caos/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/da-lama-ao-caos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 08:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luisa Crup Haddad]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A cidade São Paulo está em alta em função da SP 2040, uma iniciativa inovadora que você pode conhecer clicando aqui. Mas hoje o assunto que vamos falar, apesar de também estar sempre em alta,  está longe de apresentar qualquer inovação. Começam as chuvas de verão e com elas vem também o caos na cidade de São [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5319" style="width: 530px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-5319" href="http://www.diariodoverde.com/da-lama-ao-caos/enchente2/"><img class="size-full wp-image-5319 " src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/12/enchente2.jpg" alt="" width="520" height="326" /></a><p class="wp-caption-text">Alagamento na Marginal Tietê</p></div>
<p>A cidade São Paulo está em alta em função da <a href="http://consultapublicasp2040.questionpro.com/">SP 2040</a>, uma iniciativa inovadora que você pode conhecer clicando <a href="http://www.diariodoverde.com/sao-paulo-2040-%E2%80%94-a-cidade-que-queremos/">aqui</a>.</p>
<p>Mas hoje o assunto que vamos falar, apesar de também estar sempre em alta,  está longe de apresentar qualquer inovação. Começam as chuvas de verão e com elas vem também o caos na cidade de São Paulo.  <strong>Afinal, por que São Paulo alaga?</strong></p>
<p>Está <a href="http://vimeo.com/14770270">disponível na internet</a> um filme interessante que tenta nos mostrar que, apesar de não vermos mais, São Paulo se desenvolveu em função dos seus rios. O vídeo aborda como o fato de não os termos respeitado, se tornou um dos principais motivos para os problemas que enfrentamos hoje, como congestionamentos e enchentes.</p>
<p>Através de depoimentos, fotos e fatos, recompõe o cenário da cidade antes da urbanização, desvendando a origem e os reais interesses de ações como a retificação e canalização dos rios, além da destruição das áreas de várzea. Passo a passo vai percorrendo a história e mostrando como a mudança de cenário foi acontecendo.</p>
<p>Os rios, que antes eram a base, passaram a se tornar barreiras para o crescimento da cidade. E assim foram da liberdade para o cano. Pagaram a conta das reformas urbanas.</p>
<p>Em função de divergências políticas,  São Paulo dispensou a manutenção de suas áreas de várzea, que absorviam a água da chuva e implantou um plano de avenidas, que ignorou qualquer outro meio de transporte (como ferrovias e hidrovias) . O resultado foi que o carro se tornou a peça chave no discurso de modernização.</p>
<p>Para cada nova obra viária, nova canalização e o espaço das águas se tornou o espaço dos carros.</p>
<p>O vídeo tenta mostrar como chegamos até aqui e o que precisa mudar para que consigamos sair desse ciclo vicioso de obras, onde os investimentos emergenciais são sempre tão pontuais, que não permitem que a cidade tenha um planejamento urbano de longo prazo. Precisamos de uma nova geração de profissionais que tenham como foco, um novo planejamento do espaço urbano. Citando Peter Drucker:</p>
<blockquote><p><strong>O planejamento de longo prazo não lida com decisões futuras, mas com o futuro de decisões presentes.</strong></p></blockquote>
<p>A retificação dos rios causa um aumento da velocidade do fluxo, que inicialmente era a intenção: levar o lixo e o esgoto para longe em menos tempo; e a canalização é a tentativa de esconder a sujeira e conter uma força da natureza. A água procura onde se infiltrar e para onde correr. Se o solo não é permeável ou não apresenta espaços que ela possa ocupar, ela vai tomar a cidade. E dá-lhe enchente pra todos os lados..</p>
<p>E parece que só assim para que os rios sejam lembrados.</p>
<p>Precisamos de calçadas e telhados verdes, de reservatórios, de solo para absorver toda essa água. A política fragmentada que temos hoje, leva a uma série de consequências e nós, os cidadãos e a cidade, pagamos um preço alto.</p>
<p>Estima-se que o Brasil perca 6 bilhões por ano nas enchentes. Quanto mais terá que ser gasto para que se entenda que é o esgoto que precisa ser canalizado e não os rios? A instalação de interceptores para impedirem que o esgoto caia nas águas dos córregos e rios é uma medida urgente. Não se trata de discurso ambientalista, isso é inteligência. Não adianta limpar o rio, se não se investir em obras de saneamento para acabar combater a causa da poluição.</p>
<p>Propostas de revitalização dos rios já são realidade no mundo. Neles, busca-se restaurar suas margens, limpar suas águas para que a sua função ecológica seja reestabelecida. A ideia é que os rios deixem o papel que lhes foi dado de escoamento de água e esgoto e assumam sua responsabilidade ambiental original, seguindo o seu caminho naturalmente e transformando o caos em lama &#8211; uma lama no seu lugar certo, na beira do rio.</p>
<p>*Artigo publicado originalmente na <a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/joseluizportella/921105-o-caminho-dos-rios.shtml">Folha Online</a> em 26/05/2o11.</p>
<p>Luisa Haddad, bióloga.</p>
<p>Site: <a href="http://www.diariodoverde.com/cafe-com-sustentabilidade/">Café com Sustentabilidade</a></p>
<p>E.mail: lu.haddad@yahoo.com.br</p>
<p>Twitter: @<a href="http://twitter.com/bioluisa">bioluisa</a></p>
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		<title>Então é natal&#8230; e além da Simone, o que a sustentabilidade tem a ver com isso?</title>
		<link>http://diariodoverde.com/entao-e-natal-e-a-sustentabilidade-com-isso/</link>
		<comments>http://diariodoverde.com/entao-e-natal-e-a-sustentabilidade-com-isso/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 08:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luisa Crup Haddad]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Descarte]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>

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		<description><![CDATA[Dezembro está chegando, e com ele chegam também as enlouquecidas compras de Natal. Tá, e o que a sustentabilidade tem a ver com isso? A sustentabilidade está em cada produto que você compra, afinal você já parou para pensar de onde ele vem e para onde ele vai quando você joga no belo saquinho plástico [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/11/celulares.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5168" title="Celulares" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/11/celulares.jpg" alt="Celulares" width="580" height="435" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Dezembro está chegando, e com ele chegam também as enlouquecidas compras de Natal. Tá, e o que a sustentabilidade tem a ver com isso?</p>
<p style="text-align: justify;">A sustentabilidade está em cada produto que você compra, afinal você já parou para pensar de onde ele vem e para onde ele vai quando você joga no belo saquinho plástico de mercado e põe no lixo?</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como o <a href="http://www.diariodoverde.com/a-bola-7/">futuro da Danica</a>, a responsabilidade por tudo que você consome também é sua. E por trás de cada coisinha que você compra tem um mundo de processos envolvidos que compõem a chamada cadeia de valor.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela envolve a loja que te vendeu, o fabricante do produto, o fabricante das peças que compõem o produto, as empresas extrativistas que extraem a matéria prima que compõe as peças que compõem o seu produto&#8230; e por aí vai&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Vou dar uma notícia que pode machucar, mas eu vou com cuidado: para buscar a sustentabilidade hoje não basta mais só separar lixo, economizar energia, deixar de imprimir&#8230; hoje estamos falando de novos modelos de negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, não podemos mais nos contentar em produtos apenas, mas sim produtos que ofereçam soluções para quem está comprando, produtos inovadores onde na relação que se estabelece entre você e a empresa todos saem ganhando. Onde isso começa? Com consumidores que pedem por isso, que pressionam e criam um novo mercado de produtos mais sustentáveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que?! Uma empresa pode te ajudar a ser mais sustentável?!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Imagine que você irá comprar um celular novo, considerando que a média em que as pessoas trocam de celular é de aproximadamente 18 meses e antes que eles realmente estejam quebrados. Bom, você vai na loja, pega a senha, espera, espera, espera, compra, volta e joga o seu celular antigo na gaveta, porque um dia você sente que vai precisar dele. Sério? Você acha mesmo que vai usar todos esses aparelhos antigos que estão aí? Até esse Nokia azulzinho que você era viciado no joguinho da cobrinha?</p>
<p style="text-align: justify;">Essa troca frequente de aparelhos eletrônicos promove um alto consumo de recursos, poluição e lixo. Não importa se ela é estimulada pela evolução da tecnologia, pela vaidade das pessoas ou pelas estratégias de aumento de vendas, os efeitos serão os mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas precisam cada vez mais entender que a responsabilidade pelos produtos, além de sua também é delas, é compartilhada.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, imagine se na hora da compra, você ganhasse um bom desconto para deixar o seu celular antigo na loja? Ele poderia ser destinado para a reciclagem correta, evitando novas extrações de recursos e conflitos que talvez você nem saiba que aconteçam, como as <a href="http://www.youtube.com/watch?v=hcpMG6U5ozY" target="_blank">guerras no Congo</a> (onde a busca por minérios para celular patrocina uma guerra pela qual já morreram cinco milhões de pessoas e onde pelo menos 300.000 mulheres já foram violentadas).</p>
<p style="text-align: justify;">Quando há estímulo, as pessoas agem de forma mais sustentável e esse é o ponto. Precisamos lutar por cadeias mais sustentáveis e as empresas podem sim deixar de ter só o papel de oferecer produtos e passarem a oferecer soluções para os problemas que estamos enfrentando.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema, nem sempre vai estar na troca do aparelho, pois várias vezes ela pode trazer benefícios que compensam o impacto, como eficiência energética (pense no caso das geladeiras antigas).</p>
<p style="text-align: justify;">A maior preocupação aqui não é a rápida obsolescência, mas os danos ambientais que ela pode causar. Ciclos de vida de produtos tradicionais requerem matérias-primas a serem extraídas da terra, que serão então processadas e transformadas em produtos finais, que são em última análise, usados ​​e descartados. Neste sistema, a obsolescência do produto significa mais rápida extração, mais produção e mais lixo.</p>
<p style="text-align: justify;">O foco deve ser no desenvolvimento de produtos que levem menos material na sua composição, menos energia no processo de produção ou utilização de materiais mais sustentáveis (recicláveis ou que demorem menos tempo para se decompor na natureza).</p>
<p style="text-align: justify;">Você tem amigos designers? Eles têm um grande potencial de lutar por isso, criando conceitos de produtos difíceis de quebrar e fáceis de consertar, com possibilidade de substituir apenas um item como a bateria, ao invés de trocar o aparelho inteiro, aparelhos que se consiga reutilizar e reciclar os componentes de forma fácil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como isso sai do mundo dos designers e chega aos consumidores?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Através de atitudes das empresas. Programas de descontos se você não trocar de aparelho naquele ano, assistências técnicas com preços que compensem arrumar o celular, planos de <em>buy back</em>, onde você entrega o seu celular antigo e ganha qualquer tipo de desconto na compra do novo.</p>
<p style="text-align: justify;">No novo mercado, a fidelidade do consumidor por acreditar no valor da empresa, tem potencial de valer muito mais que essa compra irresponsável. Em geral, as pessoas vão comprar de qualquer maneira, por que não possibilitar um consumo mais sustentável?</p>
<p style="text-align: justify;">Chega de passar mais um ano escutando o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Xqv0f4Jwpm8" target="_blank">CD da Simone</a>, reclamando e pensando que não podemos mudar nada, que é uma conspiração e que as empresas vão dominar o mundo. Esses monstros corporativos são formados por pessoas, como eu e como você e todos os seus amigos que só precisam de ideias inovadoras, que precisam de demanda para desenvolverem essas novas ideias. Essa demanda, quem cria são os consumidores. Somos nós.</p>
<p style="text-align: justify;">É só trocar o CD que está tocando. Que música você quer ouvir neste natal?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mude a música, mude o mundo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Referência: <strong><a href="http://www.bsr.org/en/our-insights/bsr-insight-article/the-sustainability-opportunity-in-product-obsolescence" target="_blank">The Sustainability Opportunity in Product Obsolescence</a> </strong><strong>&#8211; </strong>Marshall Chase.</p>
<p style="text-align: center;">*</p>
<p style="text-align: justify;">Luisa Haddad, bióloga.</p>
<p style="text-align: justify;">Site: <a href="http://www.diariodoverde.com/cafe-com-sustentabilidade/">Café com Sustentabilidade</a></p>
<p style="text-align: justify;">E.mail: lu.haddad@yahoo.com.br</p>
<p style="text-align: justify;">Twitter: @<a href="http://twitter.com/bioluisa">bioluisa</a></p>
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		<title>A bola 7</title>
		<link>http://diariodoverde.com/a-bola-7/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 01:47:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luisa Crup Haddad]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[População]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem, assistindo a abertura da Conferência da BSR – Business for Social Responsability – eu ouvi o discurso do CEO, Aron Cramer. Eu gostei tanto, que este artigo foi totalmente inspirado nele.* (Daqui a pouco vocês vão achar que eu sou a maníaca dos discursos!) Como eu disse no meu primeiro artigo, sempre tem algum assunto [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/11/7-Bilhoes-Bola-7.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5001" title="7 Bilhões - Bola 7" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/11/7-Bilhoes-Bola-7-580x279.jpg" alt="7 Bilhões - Bola 7" width="580" height="279" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ontem, assistindo a abertura da Conferência da <a title="BSR" href="http://www.bsr.org/" target="_blank">BSR</a> – <em>Business for Social Responsability</em> – eu ouvi o discurso do CEO, Aron Cramer. Eu gostei tanto, que este artigo foi totalmente inspirado nele.* (Daqui a pouco vocês vão achar que eu sou a maníaca dos discursos!)</p>
<p style="text-align: justify;">Como eu disse no meu <a href="http://www.diariodoverde.com/steve-jobs-uma-bituca-e-a-sustentabilidade/">primeiro artigo</a>, sempre tem algum assunto da sustentabilidade que pega você. E o que mais mexe comigo é a responsabilidade que nós temos a cada criança que nasce.</p>
<p style="text-align: justify;">Relembrando o que o Rafael escreveu no <a href="http://www.diariodoverde.com/hoje-sao-7-bilhoes-de-pessoas-no-mundo-e-ai/">último artigo</a>, segundo a ONU, com o nascimento da filipina Danica May Camacho, nós chegamos aos 7 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">O que parece, é que as pessoas não percebem que<strong> cada um de nós segura o futuro dessa bebê nas mãos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O mundo que nós estamos criando, é o mundo que a Danica vai herdar e morar e, não só ela, mas o bebê 8 bilhão que chegará em 2 décadas e o 9 bilhão, que virá até a metade deste século.</p>
<p style="text-align: justify;">O que nós precisamos hoje é dedicar as nossas vidas a criar um mundo onde 7, 8 ou 9 bilhões de pessoas poderão ter vidas dignas, seguras e saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu acredito que as empresas, os governos e a sociedade podem fazer dessa visão uma realidade. E cada um de nós pode mudar o rumo do futuro dessas crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Você tem com você uma vida inteira de possibilidades, uma vida que em breve pode se transformar em duas, ou três, e que precisam ter o seu futuro garantido.</p>
<p style="text-align: justify;">Construir uma economia sustentável, inovadora e inclusiva realmente depende de nós.</p>
<p style="text-align: justify;">A Danica é a bola 7. Ela pode ser só mais uma bola na mesa. Mas você pode pegar o taco e dar a direção que você quiser. Agora só resta você decidir se você vai ser o taco, ou se vai continuar sendo mais uma bola..</p>
<blockquote style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;">Seja o melhor líder que você puder ser,</p>
<p style="text-align: center;">para construir o mundo que você deseja ver.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">*<a title="Discurso" href="http://www.youtube.com/user/BusinessSocialResp" target="_blank">Clique aqui para ver o discurso completo</a>.</p>
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		<title>As Casas Bahia, a dengue e por que você vai querer vender seu carro.</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 01:40:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luisa Crup Haddad]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[floresta]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Ambientais]]></category>

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		<description><![CDATA[E lá estava eu pensando sobre o que escrever quando veio a pergunta do Gabriel, idealizador do Diário do Verde: O que é floresta para você? É verde, é colorida, é ar, é água, é bicho, é mato, é cheiro, é terra molhada, é vida. Às vezes, as vidas são tão marcantes, que quem trabalha [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Economia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4819" title="Economia" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Economia.jpg" alt="Economia" width="580" height="396" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">E lá estava eu pensando sobre o que escrever quando veio a pergunta do Gabriel, idealizador do Diário do Verde:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é floresta para você?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É verde, é colorida, é ar, é água, é bicho, é mato, é cheiro, é terra molhada, é vida. Às vezes, as vidas são tão marcantes, que quem trabalha no campo literalmente dá o sangue por ela, porque floresta também é mosquito, é carrapato, enfim..ela é. Mas&#8230;e se ela não for?</p>
<p style="text-align: justify;">E se a floresta que “é” virar a floresta que “era”?<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que a floresta em pé pode significar na sua vida?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Você pode nunca ter pensado nisso, mas ela presta alguns serviços sem os quais você poderia se despedir da sua qualidade de vida. E diferente de tudo nessa vida, ela não te cobra nada por isso. Esses são os chamados <strong>Serviços Ambientais</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que seriam eles?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo, um rio que tem a mata ciliar preservada, aquela que fica ao redor do leito, tem uma grande eficiência na purificação. É a mata que mantém a qualidade água, filtrando as impurezas e permitindo que ela seja usada para irrigar os alimentos que você come.</p>
<p style="text-align: justify;">Para empresas que utilizam água no seu processo produtivo, como as cervejarias, este tratamento gratuito que a floresta faz é responsável por fazer a empresa economizar milhões de reais em tratamento de água. Como?</p>
<p style="text-align: justify;">Quando ela chega poluída na fábrica, requer um gasto alto para primeiro limpá-la antes de usar e depois limpar antes de despejar novamente na natureza. Quando ela chega limpa, já é meio caminho andado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Além disso, a manutenção das florestas também</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Evita enchentes, uma vez que retém a água da chuva no solo e evita que ela escoe diretamente para os corpos d&#8217;água.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Evita que fiquemos sem água, porque quando o solo absorve a água, o estoque do nosso lençol freático é recomposto.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Evita erosão e assoreamento dos nossos rios, pois é uma proteção natural. Se as beiradas do rio desmoronam e a terra vai parar dentro do leito, qualquer tipo de tratamento fica dificultado, entope tubulações e faz com que o gasto para recuperar essa água seja enorme. E você pagará por isso na sua conta.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredite ou não, mas o clima precisa de ajuda para manter as temperaturas amenas. As florestas transpiram e isso permite um &#8220;controle&#8221; do ciclo das massas de ar no mundo. Quando ela transpira, ela umidece o ar e serve de barreira para os ventos secos. Quando há desmatamento, essa transpiração não ocorre e as massas de ar podem circular livremente, pois não terão barreiras naturais, fazendo com que o clima fique completamente descontrolado.</p>
<p style="text-align: justify;">Lugares que não tinham furacões podem passar a ter, massas de ar seco podem atingir lugares que antes não chegavam, prejudicando as plantações e fazendo que o preço dos alimentos suba e que você queira vender o carro a cada ida ao posto para abastecer com álcool. (Não se esqueça que ele é um biocombustível totalmente vulnerável às mudanças climáticas).</p>
<p style="text-align: justify;">Na cidade, você pode sentir o controle da temperatura na pele, pois lugares com arborização urbana conseguem baixar a temperatura do bairro em até 5ºC. Além disso, também é uma barreira para os ruídos e para partículas de poluição.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra coisa, é que a floresta permite um controle natural de pragas, pois os predadores naturais dos insetos estão ali, prontinhos para comê-los. Isso reflete na sua vida em pelo menos 2 exemplos práticos:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Epidemia de dengue é uma coisa urbana. Você não vê epidemia de dengue em áreas florestadas &#8211; o mosquito, que é africano, não tem vez quando convive com as nossas espécies.</li>
<li>Quanto menos pragas, menor a necessidade de agrotóxicos na sua alface e tomate de todo dia.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Além de tudo isso, a floresta ainda é responsável pela polinização e proteção da biodiversidade, uma vez que florestas são corredores para que as espécies possam se deslocar de uma área para outra onde podem se reproduzir com indivíduos diferentes e aumentar a variabilidade genética.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Variabilidade genética? Hein? Por que isso é importante?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Porque uma população onde todos são completamente iguais, se uma doença se espalhar em alguns indivíduos, ela mataria todos. Você não permite que tenham variações que podem ser resistentes àquele impacto ambiental, reduzindo a capacidade de adaptação à qualquer mudança no ambiente. (Lembra da história das mariposas na revolução industrial?)</p>
<p style="text-align: justify;">Esse é o caso das nossas monoculturas, onde apenas uma espécie é cultivada por anos e ainda podendo ser de sementes que não passam de clones, como no caso das plantações transgênicas. Se esta espécie for sensível a alguma praga, atacará toda a plantação e o seu bolso.</p>
<p style="text-align: justify;">Inspirada pelas Casas Bahia, eu deixo a pergunta: <strong>Quer pagar quanto por tudo isso?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O que você acha mais barato? Conservar o que a gente tem através de um desenvolvimento sustentável para manter os serviços ambientais ou condená-los com ações como a aprovação do novo código florestal?</p>
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		<title>Steve Jobs, uma bituca e a sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 06:44:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luisa Crup Haddad]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Café com Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Cigarro]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Jobs]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando perguntei para algumas amigas o que elas gostariam de ler sobre sustentabilidade, a resposta de todas foi: como aplicar a sustentabilidade no nosso dia a dia. – Que boa ideia – E no instante seguinte, uma delas jogava a bituca de cigarro na calçada. Isso me fez pensar em como eu poderia aproveitar esta [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Earth-Connect.gif"></a></div>
<div id="attachment_4616" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-large wp-image-4616" title="Earth Connect" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Earth-Connect-580x580.gif" alt="Earth Connect" width="580" height="580" /><p class="wp-caption-text">Uma coisa leva a outra</p></div>
<p style="text-align: justify;">Quando  perguntei para algumas amigas o que elas gostariam de ler sobre  sustentabilidade, a resposta de todas foi: como aplicar a  sustentabilidade no nosso dia a dia. – Que boa ideia – E no instante  seguinte, uma delas jogava a bituca de cigarro na calçada.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso  me fez pensar em como eu poderia aproveitar esta oportunidade de  escrever no Diário do Verde para inspirar as pessoas. No turbilhão das  notícias de quarta-feira (04), enquanto eu quebrava a cabeça, tive a  oportunidade de ouvir pela primeira vez o discurso do Steve Jobs aos  alunos de Stanford.</p>
<p style="text-align: justify;">Junto  às palavras que estão associadas ao seu nome, como gênio e visionário,  eu também colocaria algumas como: estímulo exagerado ao consumo (o  consumo cresce 3x mais que a população) e obsolescência programada. Mas  hoje não estou aqui para fazer críticas, já que minha TPM é só na semana  que vem, mas sim para contar o que eu aprendi com ele.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>Você  não consegue ligar os pontos olhando para frente. Você só os conecta  quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma,  eles vão se conectar no futuro.</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Cada  ponto da sua vida é uma escolha que você faz e sei que é difícil olhar  para esses pontos hoje e projetar como eles vão se conectar, para ver o  impacto das suas escolhas no futuro. Mas você consegue olhar para trás e  ver que as escolhas que você fez, que nós fizemos, de alguma forma se  conectaram e este é o mundo que estamos hoje. Um mundo preocupado com  seguidos desastres naturais, com escassez de recursos e pedindo socorro  sobre como mudar a cultura de consumo, que em tão pouco tempo já está  tão enraizada na nossa sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Para  optar por escolhas mais sustentáveis você precisa acreditar em alguma  coisa – perda de qualidade de vida, desmatamento, mudanças climáticas –  seja o que for. Porque no fundo, sua intuição já sabe muitas coisas que  você poderia fazer no seu dia a dia, e eu diria que ela sabe disso até  por um instinto de sobrevivência.</p>
<p style="text-align: justify;">Você  precisa achar na sustentabilidade algo que você ame. E acredite em mim:  ela está tão presente na sua vida, que você conseguirá se identificar  em pelo menos 1 de seus  infinitos assuntos.</p>
<p style="text-align: justify;">A  cada nova semana, novos temas. E eu espero que pelo menos algum deles  acenda a chama dentro de você e que você não apague esta chama na  calçada&#8230;</p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: lucida console,sans-serif;"><strong>Luisa Haddad</strong></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: lucida console,sans-serif;">Bióloga &#8211; Researcher</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: lucida console,sans-serif;">Gestão Ambiental e Sustentabilidade</span></div>
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