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	<title>Diário do Verde &#187; Elaine Nazaré dos Santos</title>
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	<description>Sustentabilidade, em 1° Lugar!</description>
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		<title>Escolhas&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 08:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A fim de auxiliar escolhas ambientalmente sustentáveis nas atividades diárias, apresento algumas sugestões. Para auxiliar a compra de produtos e a escolha de estabelecimentos. Para escolher onde e o que comprar, considere: &#8211; Política Ambiental: A empresa, estabelecimento, supermercado, tem algum tipo de iniciativa de sustentabilidade ambiental? Há informações disponíveis e de fácil acesso sobre [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Escolhas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4700" title="Escolhas" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/Escolhas.jpg" alt="Escolhas" width="580" height="797" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A fim de auxiliar escolhas ambientalmente sustentáveis nas atividades diárias, apresento algumas sugestões. Para auxiliar a compra de produtos e a escolha de estabelecimentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para escolher onde e o que comprar, considere:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Política Ambiental: A empresa, estabelecimento, supermercado, tem algum tipo de iniciativa de sustentabilidade ambiental? Há informações disponíveis e de fácil acesso sobre este tema?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Estão disponíveis informações impressas ou através do auxílio de funcionário sobre os produtos, tais como: composição, origem, forma de produção?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Há programas para reaproveitamento de embalagens?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; É possível adquirir bolsas reutilizáveis e/ou utilizar material reciclável, como caixas de papelão, para transportar as compras?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; São comercializados produtos orgânicos? Há informações do produtor e forma de produção?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; A empresa informa e divulga a política de resíduos do estabelecimento?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; A empresa informa o destino dos produtos que estão perdendo o prazo de validade ou não estão com os padrões ótimos de comercialização (frutas amassadas, mas boas para consumo, por exemplo)?</p>
<p style="text-align: center;">Questione, reflita, avalie suas compras!</p>
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		<title>Resíduos &#8211; Reduzir, reutilizar e reciclar!</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 08:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Resíduos incluem alimentos ou subprodutos que são descartados ou reciclados. Neste contexto, resíduos de alimentos incluem alimentos comestíveis que não são consumidos por causa do excedente produzido, por não estarem em condições perfeitas, bem como, sobra de refeições preparadas em casa ou restaurantes. Subprodutos da produção de alimentos, processamento e distribuição também são considerados resíduos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/hands-holding-apple-made-of-bamboo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4652" title="mãos segurando maçã feita de bambu" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/10/hands-holding-apple-made-of-bamboo.jpg" alt="mãos segurando maçã feita de bambu" width="466" height="594" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-weight: normal;">Resíduos incluem alimentos ou subprodutos que são descartados ou reciclados. Neste contexto, resíduos de alimentos incluem alimentos comestíveis que não são consumidos por causa do excedente produzido, por não estarem em condições perfeitas, bem como, sobra de refeições preparadas em casa ou restaurantes. Subprodutos da produção de alimentos, processamento e distribuição também são considerados resíduos do sistema alimentar (GREEN FOR ALL, 2011).</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, das 10 mil toneladas de produtos que entram diariamente no CEAGESP (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), 1% (100 toneladas) é descartado, isto significa 100 mil kg/dia. Deste total, entre 30% e 50% pode ser considerado alimento próprio para o consumo. Isto significa que entre 30 e 50 toneladas/dia poderiam ser consumidos. Uma família brasileira desperdiça, em média, 20% dos alimentos que compra semanalmente. Isso significa uma perda de US$ 1 bilhão por ano, ou o suficiente para alimentar 500 mil famílias (BANCO DE ALIMENTOS, 2011).</p>
<p style="text-align: justify;">Menos que 3% de todos os resíduos de alimentos são aproveitados ou reciclados ou transformados em adubo. O restante acaba em aterros sanitários, onde constitui até um terço do volume do aterro. Os aterros são a segunda maior fonte de emissões de metano do país, um gás-estufa 21 vezes mais potente que o dióxido de carbono. (BAXTER, 2003).</p>
<p style="text-align: justify;">O aumento na geração de resíduos sólidos tem várias consequências negativas: custos cada vez mais altos para coleta e tratamento do lixo; dificuldade para encontrar áreas disponíveis para sua disposição final; grande desperdício de matérias-primas. Por isso, os resíduos deveriam ser integrados como matérias primas nos ciclos produtivos ou na natureza. Outras consequências do enorme volume de resíduos gerado pelas sociedades modernas, quando o lixo é depositado em locais inadequados ou a coleta é deficitária, são:</p>
<p style="text-align: justify;">• contaminação do solo, ar e água;</p>
<p style="text-align: justify;">• proliferação de vetores transmissores de doenças;</p>
<p style="text-align: justify;">• entupimento de redes de drenagem urbana;</p>
<p style="text-align: justify;">• enchentes;</p>
<p style="text-align: justify;">• degradação do ambiente e depreciação imobiliária; doenças (MMA, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;">Os resíduos podem ser classificados como “seco” ou “úmido”. O lixo “seco” é composto por materiais potencialmente recicláveis (papel, vidro, lata, plástico etc., considerando o sistema alimentar pode-se considerar as embalagens). O lixo “úmido” corresponde à parte orgânica dos resíduos, como as sobras de alimentos, cascas de frutas, restos de poda etc., que pode ser usada para compostagem. Essa classificação é muito usada nos programas de coleta seletiva, por ser facilmente compreendida pela população (MMA, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;">Para não sofrer com desastres ambientais, é necessário acelerar a busca de soluções para os rejeitos industriais que são produzidos. Em grande parte, o lixo é depositado de forma inadequada no ambiente e pode resultar em problemas como a contaminação do solo, da água ou de pessoas que entrem em contato com o material. Para resolver o problema, seria necessária a criação de regras para o controle da estocagem e do descarte dos rejeitos industriais (UNIMED, 2005).</p>
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		<title>Armazenamento de Alimentos</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 08:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O local onde os alimentos são armazenados dentro de casa e nos supermercados, gasta uma enorme quantidade de energia para mantê-los conservados, seja refrigerados ou congelados. O segmento das refeições prontas representa a maior porcentagem (40%) dos alimentos congelados em geral (HACKETT, CHOW, 2005). Os supermercados são um dos edifícios comerciais que mais consomem energia. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/armazenamento-de-alimentos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4478" title="Armazenamento de Alimentos" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/armazenamento-de-alimentos.jpg" alt="Armazenamento de Alimentos" width="580" height="417" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O local onde os alimentos são armazenados dentro de casa e nos supermercados, gasta uma enorme quantidade de energia para mantê-los conservados, seja refrigerados ou congelados. O segmento das refeições prontas representa a maior porcentagem (40%) dos alimentos congelados em geral (HACKETT, CHOW, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;">Os supermercados são um dos edifícios comerciais que mais consomem energia. Uma quantidade significativa de energia é usada para manter os alimentos refrigerados e congelados. Supermercados típicos com aproximadamente 3700 &#8211; 5600m<sup>2</sup> de área de venda consomem na ordem de 2 – 3 milhões de kWh por ano para o uso total de energia no armazenamento. Um dos maiores uso de energia nos supermercados é a refrigeração, produtos perecíveis devem ser mantidos refrigerados durante a exibição e armazenamento. O consumo típico de energia para a refrigeração no supermercado é da ordem da metade do total da loja (BAXTER, 2003).</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, pouco tem sido escrito sobre o uso e desperdício de energia em casa. Sendo assim, ainda há ambiguidades ao estimar o quanto de energia está ligado ao armazenamento e preparação de alimentos em casa (MINN, 2009).</p>
<p style="text-align: justify;">Não só a indústria, mas também o consumidor, devem se comprometer com estratégias para evitar o desperdício. O Estado também é  um  componente  fundamental  na  construção  de  uma  estratégia  nacional  de abastecimento, seja na regulação dos mercados de produtos agropecuários e agroextrativistas,  seja  na  garantia  do  acesso  a  alimentos  de  qualidade  e  em  quantidade suficiente. É um  equívoco  subtrair  do poder público  o  papel  regulador  da  produção, processamento,  distribuição  e  consumo  de  alimentos,  no  vago  entendimento  de  que  os mecanismos de mercado, por si só, equacionam a questão do abastecimento, especialmente, em um país de dimensões continentais e com profundas desigualdades econômicas e sociais como o Brasil (CONSEA, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;">De toda forma, até mesmo nesta etapa do sistema alimentar, o consumidor pode contribuir na sua própria casa.</p>
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		<title>O caminho dos alimentos dentro do sistema alimentar</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Sep 2011 08:00:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O setor de distribuição de alimentos por atacado é responsável por deslocar o alimento desde os produtores até os consumidores, passando muitas vezes por sistemas de processamento e varejo. A distribuição envolve armazenagem, refrigeração, coordenação de logística e transporte (GREEN FOR ALL, 2011). A distribuição de alimentos utiliza uma grande quantidade de energia e combustíveis, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4429" href="http://www.diariodoverde.com/o-caminho-dos-alimentos-dentro-do-sistema-alimentar/atacadista-de-alimentos/"><img class="aligncenter size-full wp-image-4429" title="Atacadista de Alimentos" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/atacadista-de-alimentos.jpg" alt="Atacadista de Alimentos" width="440" height="330" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O setor de distribuição de alimentos por atacado é responsável por deslocar o alimento desde os produtores até os consumidores, passando muitas vezes por sistemas de processamento e varejo. A distribuição envolve armazenagem, refrigeração, coordenação de logística e transporte (GREEN FOR ALL, 2011).</p>
<p style="text-align: justify;">A distribuição de alimentos utiliza uma grande quantidade de energia e combustíveis, particularmente para refrigeração e transporte de alimentos. Na quantidade de energia e combustíveis utilizados é importante a distância para o transporte e tipo de transporte utilizado. O transporte aéreo tem, de longe, as maiores emissões de gases de efeito estufa por toneladas-quilômetros de alimentos, seguido por transporte rodoviário, o frete marítimo e ferroviário. Os sistemas de distribuição globais fazem uso intensivo de energia, além de aumentar a vulnerabilidade do sistema alimentar, uma vez que alguns países se tornam totalmente dependentes da importação de alimentos (EDWARDS, 2009).</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia de que a verdadeira sustentabilidade significa produção alimentar local, está se consolidando. O interesse “local” renovou o apoio à agricultura familiar de pequeno e médio porte. A demanda por alimentos locais tem aumentado através de esforços de educação dos consumidores e varejistas, influenciando lojas de produtos naturais e cadeias de supermercados convencionais a desenvolver linhas de alimentos locais. Neste movimento também se organizam pequenos distribuidores de produtos orgânicos e cooperativas de produção e comercialização (GREEN FOR ALL, 2011).</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Consumidor, procure valorizar os alimentos de fabricação local. Peça informações, nos locais de compra, sobre a procedência dos alimentos. A informação é o primeiro passo da ação consciente!</em></p>
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		<title>Uma visão geral do sistema de fabricação</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 08:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O processamento de alimentos requer energia e uso da água para limpeza, seleção, cozimento, refrigeração, acondicionamento e descarte de resíduos. Este setor representa em torno de 16% de energia utilizada no sistema alimentar (PIMENTEL, 2008). O uso casa vez maior de alimentos processados é impulsionado por mudanças demográficas, estilo de vida e mudanças relacionadas aos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4366" href="http://www.diariodoverde.com/uma-visao-geral-do-sistema-de-fabricacao/aproveitamento-de-alimentos/"><img class="aligncenter size-full wp-image-4366" title="Aproveitamento de Alimentos" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/aproveitamento-de-alimentos.jpg" alt="Aproveitamento de Alimentos" width="512" height="271" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O processamento de alimentos requer energia e uso da água para limpeza, seleção, cozimento, refrigeração, acondicionamento e descarte de resíduos. Este setor representa em torno de 16% de energia utilizada no sistema alimentar (PIMENTEL, 2008). O uso casa vez maior de alimentos processados é impulsionado por mudanças demográficas, estilo de vida e mudanças relacionadas aos padrões de consumo das famílias. As pessoas trabalham mais horas e têm menos tempo para preparar suas refeições. É estimado que somente as embalagens representem 7% do consumo de energia no sistema alimentar e constituem a maior parte dos resíduos sólidos urbanos, cerca de 31% (PIMENTEL, 2008).</p>
<p style="text-align: justify;">O processamento de alimentos pode ocorrer na área de cultivo para operações mais simples, mas normalmente os alimentos passam por um ou vários estágios de processamento industriais localizadas, muitas vezes, em locais distantes aos de origem. O processamento inclui desde a lavagem e acondicionamento de produtos hortícolas; congelamento de conservas, alimentos e desidratação; abate de gado, e outros tipos de processamento mais complexo. Também inclui a produção de embalagens utilizadas para acondicionamento e armazenamento dos produtos. O processamento pode responder entre 10-20% do impacto de um produto alimentar do ciclo de vida do GEE, especialmente para as refeições pré-embalados ou outros alimentos processadas. A maior parte desse impacto vem da necessidade térmica e elétrica dos equipamentos de processamento (EDWARDS, 2009).</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação às embalagens, plástico e alumínio são as embalagens que utilizam maior quantidade de energia na produção, comparadas ao papel e vidros (EDWARDS, 2009). O alumínio é um dos metais mais caros e poluentes para produzir, por outro lado, o alumínio é um dos materiais mais recicláveis (MAKOWER, 1991).</p>
<p style="text-align: justify;">Como o alumínio, o vidro é 100% reciclável e representa cerca de 10% do lixo doméstico, além de ser um dos materiais mais fáceis para reciclar e pode ser feito com menos energia e recurso do que o necessário, o vidro pode ser reutilizado um número infinito de vezes. Em relação ao papel, a produção de uma tonelada a partir de resíduos de papel descartado requer 64% menos energia, a necessidade de água e 58% menos água. Poupando ainda 17 árvores, reduz resíduos sólidos para os aterros, e gera cinco vezes mais emprego em comparação à produção de uma tonelada de papel de madeira virgem (MAKOWER, 1991).</p>
<p style="text-align: justify;">A reciclagem dos plásticos é viável do ponto de vista econômico e da preservação do meio ambiente, os plásticos mais utilizados no mundo são o PVC, o polietileno e o PET. A reciclagem pode ser empregada desde que se faça uma coleta seletiva do lixo, separando e identificando os diferentes materiais plásticos descartados.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os materiais de embalagens impactam o meio ambiente. O impacto ambiental de fabricação, uso e descarte de embalagens incluem formação de gases de efeito estufa (e.g. CO<sub>2</sub>), liberação de toxinas (e.g. monômero de cloreto de vinil) e  cicatrizes no cenário (e.g. poços de mineração) (RAGSDALE, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do impacto das embalagens, elas tem sua importância e função: protege os alimentos durante o transporte, conserva e evita deterioração, permite uma distribuição mais eficiente, reduzindo o desperdício de alimentos para o consumidor (RAGSDALE, 2005). Para minimizar o impacto das embalagens é necessário, que elas sejam reutilizáveis, biodegradáveis ou recicláveis e que haja utilização eficiente de práticas de energia em instalações de processamento (EDWARDS, 2009).</p>
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		<title>Processo de Produção &amp; Agropecuária</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Sep 2011 08:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A pecuária de corte é o mais importante determinante do desmatamento em todo o mundo e, particularmente, na Amazônia. O grande problema dessa forma de ocupação da terra é que, além das emissões de gases de efeito estufa, há, ainda, um enorme desperdício no uso de recursos (ABRAMOVAY, 2011). Destruir florestas para criar grandes rebanhos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/agro.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4310" title="agro" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/agro-580x340.jpg" alt="agro" width="580" height="340" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A pecuária de corte é o mais importante determinante do desmatamento em todo o mundo e, particularmente, na Amazônia. O grande problema dessa forma de ocupação da terra é que, além das emissões de gases de efeito estufa, há, ainda, um enorme desperdício no uso de recursos (ABRAMOVAY, 2011). Destruir florestas para criar grandes rebanhos ou cultivar lavouras voltadas à alimentação animal (caso da soja, por exemplo) é uma verdadeira aposta contra o futuro, mesmo que imediatamente os ganhos privados dessa ocupação sejam imensos. Atualmente, 30% da superfície terrestre dedicados à pecuária eram ocupados, originalmente, por rica biodiversidade (FAO, 2006).</p>
<p style="text-align: justify;">Outro problema ligado à produção animal é o imenso desperdício estabulado, são necessários 9 quilos de produtos vegetais. Um quilo de carne de porco exige mais de quatro quilos de produtos vegetais e para aves a proporção é de quase 2 para um. (ABRAMOVAY, 2011).</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que, a atividade humana implica sempre em algum nível a alteração dos ecossistemas. O problema é que a pecuária, é a mais importante responsável direta pela degradação da biodiversidade no planeta. Dos 35 ambientes mais importantes do mundo em riqueza biológica, nada menos que 23 estão ameaçados pela pecuária (FAO, 2006). A problemática ainda se estende quanto ao tratamento que o animal recebe, sendo muitas vezes intensivo e cruel. Os animais vivem pouco e de forma insípida, dentro de gaiolas, baias e estábulos pequenos e superlotados, sem garantia de uma morte de forma humanitária. As condições precárias em que vivem geralmente levam os animais a adoecer seriamente, quando então são administrados antibióticos para mantê-los vivos por tempo suficiente para produzir alimentos (WSPA, 2011).</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas boas fazendas de criação extensivas e orgânicas já mantêm seus animais em condições próximas daquelas encontradas em seu ambiente natural, através de: métodos tradicionais de reprodução, o que resulta em melhor resistência a doenças e parasitas; taxa de crescimento normal dos animais, sem o uso desnecessário de antibióticos ou hormônios para aumentar a produtividade; condições que permitem que os animais tenham comportamento normal, evitando assim mutilações como o corte de dentes. Os grandes benefícios da criação extensiva ou orgânica estão sendo reconhecidos na forma da lei. A partir de 2012, o uso de gaiolas para galinhas poedeiras estará proibido em toda a União Europeia (UE) e a partir de 2013, o mesmo acontecerá com as baias para porcas (WSPA, 2011).</p>
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		<title>Sistema de Produção de Alimentos</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 08:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um sistema de produção de alimentos é composto por todas as organizações, setores sociais e atividades relacionadas com à disponibilidade do alimento, desde a produção agrícola, distribuição, comércio e consumo. Quando todas as etapas colaboram para a preservação ambiental, este sistema é considerado sustentável. A sustentabilidade do sistema alimentar é essencial para garantir o provimento [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/alimentos.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4290" title="Alimentos" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/alimentos-580x370.jpg" alt="Alimentos" width="580" height="370" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Um <strong>sistema de produção de alimentos</strong> é composto por todas as organizações, setores sociais e atividades relacionadas com à disponibilidade do alimento, desde a produção agrícola, distribuição, comércio e consumo. Quando todas as etapas colaboram para a preservação ambiental, este sistema é considerado sustentável. A sustentabilidade do sistema alimentar é essencial para garantir o provimento presente e futuro de alimentos que protejam tanto a saúde humana quanto a do planeta (PREUSS, 2010).</p>
<p style="text-align: justify;">Sistema alimentar é um processo que objetiva criar um elo maior entre produtores (agricultores) e os consumidores de alimentos. Este sistema consiste de vários componentes, incluindo produção, processamento, distribuição, consumo e desperdício. Um sistema alimentar pode ser caracterizado como sendo local, regional, nacional ou global.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada etapa do ciclo de vida de um produto traz consequências ao meio ambiente, essas consequências dependem de fatores como: o tipo de alimento (origem animal ou vegetal, processado, da época, origem geográfica), e as técnicas utilizadas (consumo de energia, uso da terra, água, toxicidade dos pesticidas, meio de transporte, distância percorrida e o empacotamento). Estas etapas englobam ainda, o transporte do alimento ao estabelecimento a ser consumido (domicílios, restaurantes, empresas), acondicionamento (uso de energia), preparação (uso de energia através do cozimento ou descongelamento), e restos e sobras (PREUSS, 2009).</p>
<p style="text-align: justify;">A sustentabilidade do sistema alimentar requer que a satisfação das necessidades alimentares dos indivíduos no curto e longo prazo não ocorra com o sacrifício dos recursos naturais renováveis e não renováveis. É fundamental que sejam garantidas as condições para termos disponibilidade de alimentos no longo prazo (MALUF, 1996).</p>
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		<title>Decrescimento!? Você sabe o que é isso??</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 08:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Decrescimento é um slogan político, que visa acabar com o jargão do produtivismo. A palavra de ordem decrescimento tem como principal meta o abandono do objetivo do crescimento ilimitado com consequências desastrosas para o meio ambiente e, portanto, para a humanidade. A meta é uma sociedade em que se viverá melhor trabalhando e consumindo menos. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-4263" href="http://www.diariodoverde.com/decrescimento-voce-sabe-o-que-e-isso/maos-segurando-o-mundo/"><img class="aligncenter size-large wp-image-4263" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/maos-segurando-o-mundo-580x391.jpg" alt="" width="580" height="391" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Decrescimento é um slogan político, que visa acabar com o jargão do produtivismo. A palavra de ordem <strong>decrescimento</strong> tem como principal meta o abandono do objetivo do crescimento ilimitado com consequências desastrosas para o meio ambiente e, portanto, para a humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A meta é uma sociedade em que se viverá melhor trabalhando e consumindo menos. O autor expõe seu projeto de uma sociedade do decrescimento e descreve como deveria ser realizada essa transição nas sociedades produtivistas, evitando assim catástrofes ecológicas e humanas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Serge Latouche, o decrescimento é uma &#8220;utopia concreta&#8221;.<strong> </strong>Ele<strong> </strong>questiona a concepção de “desenvolvimento sustentável” e defende a ideia de “decrescimento sustentável”. Em suas palavras: “O projeto de uma sociedade de decrescimento não é uma alternativa, e sim a libertação de uma ditadura econômica para reinventar um futuro sustentável. Uma sociedade não pode sobreviver se não respeitar os limites dos recursos naturais”.</p>
<p style="text-align: justify;">O ponto central da perspectiva do “decrescimento sustentável” não é controlar prioritariamente o crescimento populacional, mas sim reduzir o nível de consumo supérfluo. O objetivo é reduzir a pegada ecológica ao ponto de que o impacto das atividades antropogênicas passe a ser igual ou inferior aos recursos renováveis do Planeta Terra.<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Serge Latouche, além de economista, é sociólogo, antropólogo, professor de Ciências Econômicas na Universidade de Paris-Sul e presidente da Associação Linha do Horizonte. É doutor em Filosofia, pela Université de Lille III, e em Ciências Econômicas, pela Université de Paris, diplomado em Estudos Superiores em Ciências Políticas, pela Université de Paris, e diretor de pesquisas. Entre suas publicações se encontra: Pequeno Tratado do Decrescimento Sereno, onde ele fala sobre decrescimento.</p>
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		<title>Consumo &amp; Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 12:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O consumo, por ser um fenômeno sócio-cultural, possui diversos determinantes. Para muitas pessoas possuir algo é a base do sentido de identidade. Elas se identificam e se confundem com os seus objetos de posse e, portanto, passam a ser o que possuem. (PENNA, 1999). A partir do crescimento do movimento ambientalista, surgem novos argumentos contra [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4145" href="http://www.diariodoverde.com/consumo-meio-ambiente/sustentabilidade_consumo_consciente/"><img class="aligncenter size-large wp-image-4145" title="Sustentabilidade e Consumo Consciente" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/sustentabilidade_consumo_consciente-580x456.jpg" alt="Sustentabilidade e Consumo Consciente" width="580" height="456" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O consumo, por ser um fenômeno sócio-cultural, possui diversos determinantes. Para muitas pessoas possuir algo é a base do sentido de identidade. Elas se identificam e se confundem com os seus objetos de posse e, portanto, passam a ser o que possuem. (PENNA, 1999).</p>
<p style="text-align: justify;">A partir do crescimento do movimento ambientalista, surgem novos argumentos contra os hábitos consumistas, evidenciando que o padrão de consumo das sociedades ocidentais modernas, além de ser socialmente injusto e moralmente indefensável, é ambientalmente insustentável (MMA, 2005). Os diferentes estilos de vida contribuem de forma diferenciada para a degradação ambiental. Muitos cidadãos se tornaram mais conscientes e interessados em reduzir sua contribuição pessoal na degradação ambiental. No entanto, esta ênfase na mudança dos padrões de consumo não significa que os problemas ambientais decorrentes da produção industrial capitalista já tenham sido solucionados com sucesso. Ao contrário, as lutas por melhorias e transformações na esfera da produção estão relacionadas e têm continuidade nas lutas por melhorias e transformações na esfera do consumo, uma vez que os dois processos são interdependentes.  A ênfase na mudança dos padrões de consumo deve ser vista como uma forma de fortalecer a ação política dos cidadãos (MMA, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Consumo Verde</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>Consumo verde é aquele em que o consumidor, além de buscar melhor qualidade e preço, inclui como elemento de escolha, a variável ambiental, dando preferência a produtos e serviços que não agridam o meio ambiente, tanto na produção, quanto na distribuição, no consumo e no descarte final (MMA, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, o movimento de consumo verde enfatiza a habilidade dos consumidores de agir em conjunto, trocando uma marca por outra, ou mesmo parando de comprar um determinado produto, para que os produtores identifiquem mudanças na demanda (BRANDENBURG, 2004). No entanto, a estratégia que estimula os consumidores a trocarem marcas apresenta suas limitações, a possibilidade de escolha pode-se resumir a diferentes marcas e não entre consumismo, e não-consumismo. Além disso, o consumo verde atacaria somente uma parte da equação – a tecnologia – e não os processos de produção e distribuição, além da cultura do consumo propriamente dita (BRANDENBURG, 2004; MMA, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Consumo Sustentável</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Consumo sustentável engloba ações e “padrões de consumo através da compra e uso dos bens e serviços que atendam às necessidades básicas das pessoas em conjunto com a minimização da degradação ambiental” (COOPER, 2002).  O consumo sustentável propõe além das inovações tecnológicas e mudança nas escolhas individuais de consumo, são ações coletivas e mudanças políticas, econômicas e institucionais.</p>
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		<title>A história das coisas</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Sep 2011 08:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Elaine Nazaré dos Santos]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[The Story of Stuff Project]]></category>

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		<description><![CDATA[A sociedade de hoje apresenta um consumo cada vez mais exorbitante. Para muitas pessoas, possuir algo é a base do sentido de identidade. Elas se identificam e se confundem com os seus objetos de posse e, portanto, passam a ser o que possuem. Promove-se, assim, o desejo de ter, o desejo de ter mais, de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/The-Story-of-Stuff.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4087" title="The Story of Stuff" src="http://www.diariodoverde.com/wp-content/uploads/2011/09/The-Story-of-Stuff.jpg" alt="The Story of Stuff" width="580" height="275" /></a></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">A sociedade de hoje apresenta um consumo cada vez mais exorbitante. Para muitas pessoas, possuir algo é a base do sentido de identidade. Elas se identificam e se confundem com os seus objetos de posse e, portanto, passam a ser o que possuem. Promove-se, assim, o desejo de ter, o desejo de ter mais, de ter o máximo (PENNA, 1999).</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">A história das coisas (<em>The Story of Stuff</em>, no original em inglês) é um documentário sobre todas as etapas de produção de produtos que afetam nossa vida e comunidades em diversos países – desde a extração, produção, até a venda, consumo e descarte.</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal para onde vão as coisas quando nos desfazemos delas? As coisas se deslocam ao longo de um sistema: extração, produção, distribuição, consumo, tratamento do lixo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas para explicar de onde vem e para onde vão as coisas falta muita coisa, além das etapas citadas acima. Há também, por exemplo, as pessoas envolvidas e dentre elas, o governo e corporações. Com a proposta de responder a estas e muitas outras perguntas, é que o documentário foi criado.</p>
<p style="text-align: justify;">Precisamos urgentemente mudar os nossos hábitos de consumo. O planeta não está mais dando conta de tanta exploração, exigimos além do seu limite. Durante as três últimas décadas, por exemplo, foram consumidas 33% das reservas de recursos naturais. Isto no que-se refere à extração. Enquanto que no processo de produção, há um gasto enorme de energia, para se misturar químicos tóxicos com os produtos naturais. Nisso, há a exposição dos funcionários das empresas a agentes tóxicos, um risco á saúde pública e ao meio ambiente. Estas são apenas algumas das informações alarmantes que o vídeo traz à tona.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir do <em>The Story of Stuff</em> &#8211; que tornou-se um grande sucesso mundialmente, muitos outros vídeos foram criados, iniciando assim, o <strong>&#8220;The Story of Stuff &#8211; PROJECT&#8221;</strong>, composto pelos seguintes vídeos: <a href="http://youtu.be/k5kHACjrdEY" target="_blank">The Story of Citizens United v. FEC</a>, <a href="http://youtu.be/sW_7i6T_H78" target="_blank">The Story of Electronics</a>, <a href="http://youtu.be/pfq000AF1i8" target="_blank">The Story of Cosmetics</a>, <a href="http://youtu.be/Se12y9hSOM0" target="_blank">The Story of Bottled Water</a>, <a href="http://youtu.be/pA6FSy6EKrM" target="_blank">The Story of Cap &amp; Trade</a>, além é claro, do <a href="http://youtu.be/9GorqroigqM" target="_blank">The Story of Stuff</a>. Não deixe de assistir e repassar!</p>
<p style="text-align: center;">Maiores informações, no site: <a href="http://www.storyofstuff.com/" target="_blank">www.storyofstuff.com</a>.</p>
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